Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM 
EM ONCOLOGIA CLÍNICA
UNIDADE 2
LARISSA BAUMGARTEN
UNIDADE 2 | INTRODUÇÃO
Enfermagem oncológica: modelo de
atendimento multiprofissional que
corresponde às necessidades e atenda
às particularidades dos pacientes
oncológicos e não apenas cumpra as
obrigatoriedades da legislação.
Fonte: Freepik.
UNIDADE 2 | OBJETIVOS
1. Reconhecer as fases da oncogênese e a classificação dos tumores.
2. Reconhecer os princípios básicos do diagnóstico e do tratamento
oncológico, os relacionando com a oncogênese e o estadiamento,
visando a assistência de enfermagem.
3. Reconhecer as leucemias, os linfomas e os mielomas, os relacionando
ao quadro clínico, ao tratamento e aos cuidados de enfermagem.
4. Reconhecer o processo de TCTH, o relacionando com os cuidados de
enfermagem.
COMPREENDENDO 
COMO OCORRE A 
ONCOGÊNESE
Um câncer pode se formar
de maneira espontânea ou
ser provocada pela ação de
agentes carcinogênicos.
ONCOGÊNESE
Exposição ao agente carcinogênico.
Alterações celulares e genéticas.
Neoplasia.
Fonte: Freepik.
ONCOGÊNESE FÍSICA, QUÍMICA E 
BIOLÓGICA
Física: energia radiante, solar e ionizante.
Química: agentes carcinogênicos.
Biológica: vírus de ADN e ARN.
Fonte: Freepik.
BIOLOGIA 
TUMORAL
Ciclo celular: G1, S e G2
(interfase), M (mitose) e G0
(repouso).
IMUNOLOGIA TUMORAL
Disseminação tumoral:
Invasão e infiltração.
Liberação na circulação.
Sobrevivência na circulação.
Retenção em órgãos distantes.
Extravasamento e crescimento.
GRADUAÇÃO
Diferenciação citológica das células
tumorais e no número de mitoses.
Três graus: bem diferenciado,
moderadamente diferenciado e
pouco diferenciado.
ESTADIAMENTO
Sistema TNM de classificação dos tumores malignos: dimensão do tumor
primário (T), extensão da disseminação em linfonodos regionais (N) e
presença ou não de metástases à distância (M).
Hoje, mais do que a graduação, o estadiamento clínico representa o mais
importante meio de que dispõe o oncologista para definir o prognóstico
e a terapêutica dos pacientes.
LESÕES PROLIFERATIVAS CONTROLADAS 
E LESÕES PRÉ-NEOPLÁSICAS
Hiperplasia: aumento localizado e
autolimitado.
Metaplasia: o tecido formado é
diferente daquele original.
Displasia: forma de proliferação celular
em células epiteliais.
Exemplo de displasia
TRATAMENTO EM ONCOLOGIA
O próximo passo fundamental para
o tratamento adequado do câncer
é o diagnóstico, incluindo o
estadiamento.
Fonte: Freepik.
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
História clínica detalhada.
Exame físico.
Visualização direta da área (exames endoscópicos).
Confirmação diagnóstica (exame histopatológico).
Determinação da extensão da doença e órgãos
acometidos.
Fonte: Freepik.
PRINCIPAIS FORMAS DE TRATAMENTO
Metas:
• Cura.
• Prolongamento da vida útil.
• Melhora da qualidade de vida.
Fonte: Freepik.
QUIMIOTERAPIA
• Quimioterapia prévia, 
neoadjuvante ou citorredutora.
• Quimioterapia adjuvante ou 
profilática.
• Quimioterapia curativa.
• Quimioterapia para controle 
temporário de doença.
• Quimioterapia paliativa.
RADIOTERAPIA
Radioterapia curativa.
Radioterapia pós-operatória ou pós-
quimioterapia (profilática).
Radioterapia paliativa (antiálgica e 
anti-hemorrágica).
Fonte: Freepik.
LEUCEMIAS, LINFOMAS E MIELOMAS
A leucemia representa um grupo de neoplasias
malignas, derivadas das células hematopoiéticas.
LEUCEMIAS E LINFOMAS
Leucemia Linfocítica Aguda (LLA).
Leucemia Mielocítica Aguda (LMA).
Leucemia Linfocítica Crônica (LLC).
Leucemia Mielocítica Crônica (LMC).
LINFOMAS
Linfoma não-Hodgkin.
Linfoma de Hodgkin.
LINFOMA DE HODGKIN
Esclerose nodular.
Predominância linfocítica.
Celularidade mista.
Depleção linfocítica.
Fonte: Freepik.
MIELOMA
Tumor que se origina do plasmócito; um tipo de
célula presente na medula óssea com função de
produzir anticorpos.
TRANSPLANTE DE CÉLULAS-TRONCO 
HEMATOPOIÉTICAS
Infusão endovenosa de células-tronco
hematopoiéticas com a finalidade de
restabelecer a função medular em
pacientes com medula óssea não
funcionante ou defectiva.
COMPLICAÇÕES DO TRANSPLANTE DE 
CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS
• Mucosite.
• Doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH).
• Doença veno-oclusiva hepática.
• Complicações infecciosas.
• Complicações pulmonares.
PRINCIPAIS INDICAÇÕES DO 
TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA
• Mieloma múltiplo.
• Linfomas de Hodgkin e não-Hodgkin.
• Leucemias mieloides (LMA, LMC).
• Câncer de ovário.
• Doenças autoimunes.
• Talassemia maior.
• Anemias. Fonte: Freepik.
ESQUEMA DE TRATAMENTO BÁSICO EM 
UM TRANSPLANTE DE MEDULA ÓSSEA
Regime de condicionamento: Administração de quimio e/ou radioterapia em
altas doses (mieloablativo) ou com doses reduzidas (não-mieloablativo),
antecedendo a infusão de CTH. Tem como principais objetivos:
imunossupressão do doador e erradicação ou diminuição da doença residual de
base.
Infusão de CTH: Coletadas por punção de medula óssea, aférese ou de cordão
umbilical e infundidas por meio de cateter venoso central.
Profilaxia da Doença do Enxerto Contra Hospedeiro (DECH): Realizada somente
no TCTH alogênico por meio do uso de agentes imunossupressores (exemplo:
ciclosporina e metotrexate) por tempo variável.
Obrigada !

Mais conteúdos dessa disciplina