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Funcionalismo
Grupo: Ana Clara Porfírio; Anne Carolliny; Cristóvão; Gustavo
Henrique; Iohanna Karen; Isadora; Júlio César; Nicollly Gomes e
Tainá Gomes. 
1 Período - Direito - 2025.1 
1 Período - Direito - 2025.1
Tópicos 
Introdução
01
02
03
História 
Críticas 
04
05
07
Conclusão Charles Darwin
Estruturalismo
06
Willian James
08
Funcionalismo no Direito
Introdução 
O funcionalismo é a teoria da mente que sustenta que os estados
mentais devem ser entendidos em sua relação com funções e
ações físicas. Em outras palavras, entidades mentais como
desejos, memórias, dor, etc., não são coisas que existem
puramente na mente. Seria mais preciso dizer que são estados
de consciência relacionados a certos tipos de ações. Por
exemplo, a dor é uma característica da consciência que leva à
aversão ou cessação de um estímulo, enquanto o prazer seria
um estado de consciência que o organismo senciente tenta
atingir ou sustentar. Em ambos os casos, o estado mental é
entendido em termos do que ele leva uma pessoa a fazer.
História 
As origens do funcionalismo são rastreadas até William James, o renomado psicólogo americano,
ele argumentou que, em vez de se concentrar nos elementos "introspectivos" específicos que
compõem nossa consciência, a psicologia deve considerar o propósito da consciência, estados
psicológicos e comportamento.
Embora James seja creditado como sendo o primeiro a defender uma abordagem funcional da
psicologia, a escola de funcionalismo em si não emergiu completamente até o final do século 19,
quando estudiosos da Universidade de Chicago começaram a formalizar a teoria. Foi aqui que
John Dewey, Harvey A. Carr e James Rowland Angell desenvolveriam funcionalismo,
concentrando-se especialmente nas dimensões biológicas e animais do aprendizado e do
comportamento.
À medida que a psicologia funcional se desenvolveu, o mesmo aconteceu com o campo da
psicologia experimental. O método experimental em psicologia levou a grandes avanços em
nossa compreensão da organização funcional de nossos cérebros, à medida que os psicólogos
continuam a usar experimentos para manipular certas variáveis que podem explicar nosso
comportamento.
Estruturalismo
 O estruturalismo é uma corrente de pensamento nas ciências humanas que se
inspirou no modelo da linguística e que depreende a realidade social a partir de
um conjunto considerado elementar (ou formal) de relações.
O estruturalismo opera no sentido de descobrir as estruturas que sustentam todas
as coisas que os seres humanos fazem, pensam, percebem e sentem. O filósofo
Simon Blackburn resume afirmando que o estruturalismo é "a crença de que os
fenômenos da vida humana não são inteligíveis exceto através de suas
interrelações. Tais relações constituem uma estrutura e, ainda por trás das
variações locais dos fenômenos superficiais, existem leis constantes do extrato
cultural". 
Em linhas gerais, o precursor do funcionalismo, que defende uma abordagem
"introspectiva" da psicologia, com foco na compreensão das estruturas individuais
que compõem nossa consciência.
Charles Darwin
O naturalista Charles Darwin introduziu novas abordagens no
estudo da mente humana, buscando estabelecer fundamentos
científicos inovadores para a psicologia. Enquanto o
estruturalismo se concentrava na análise da estrutura mental –
a primeira escola da psicologia – foi perdendo seu prestígio,
assim, o funcionalismo emergiu, influenciado pelos estudos de
Darwin. Essa nova corrente ofereceu métodos concretos para
que os cientistas pudessem examinar a natureza humana,
utilizando técnicas além da introspecção experimental. Os
psicólogos que adotaram a teoria evolucionista de Darwin
tornaram-se mais ecléticos em suas investigações, ampliando
a base de dados coletados. Um impacto significativo da
evolução na psicologia foi a ênfase nas diferenças individuais.
Willian James
O pioneiro da Psicologia Funcional foi William James, ele não
fundou a psicologia funcional, mas apresentou de forma clara e
eficaz as suas idéias funcionalistas impregnadas na psicologia
americana, influenciando o movimento funcionalista. James foi
considerado o maior psicólogo por três razões: ele escrevia com
uma clareza rara na ciência, se posicionou contra o objetivo de
Wundt na psicologia, que era analisar a consciência a partir de
seus elementos e forneceu uma maneira alternativa de analisar a
mente, a abordagem funcional da psicologia. A visão central do
funcionalismo foi a teoria de que a psicologia não tem como meta a
descoberta dos elementos da experiência, mas sim o estudo sobre
a adaptação dos seres humanos ao seu meio ambiente. A função
da consciência é guiar aos fins necessários para a sobrevivência,
sendo vital para as necessidades dos seres complexos em um
ambiente complexo; de outra forma, a evolução humana não
ocorreria.
Funcionalismo no Direito 
O estruturalismo é uma corrente de pensamento nas ciências humanas que se
inspirou no modelo da linguística e que depreende a realidade social a partir de
um conjunto considerado elementar (ou formal) de relações.
O estruturalismo opera no sentido de descobrir as estruturas que sustentam todas
as coisas que os seres humanos fazem, pensam, percebem e sentem. O filósofo
Simon Blackburn resume afirmando que o estruturalismo é "a crença de que os
fenômenos da vida humana não são inteligíveis exceto através de suas
interrelações. Tais relações constituem uma estrutura e, ainda por trás das
variações locais dos fenômenos superficiais, existem leis constantes do extrato
cultural". 
Em linhas gerais, o precursor do funcionalismo, que defende uma abordagem
"introspectiva" da psicologia, com foco na compreensão das estruturas individuais
que compõem nossa consciência.
Críticas
A natureza eclética e a falta de organização do Funcionalismo são criticadas por
Christian Rucksack, que enfatizou a ambiguidade dessa expressão: “Por um lado,
refere-se a atividades; por outro, a palavra é usada para descrever a funcionalidade
de uma atividade para o organismo”. Angell rebate essa perspectiva ao argumentar
que os átomos mentais ou sensações não possuem dimensões espaciais,
questionando assim a viabilidade de uma psicologia baseada em elementos mentais.
Em primeiro lugar, a metáfora falha em seu aspecto fundamental, uma vez que os
átomos mentais ou sensações carecem de características espaciais. Além disso, a
dimensão temporal também distingue os elementos psíquicos dos anatômicos, visto
que os primeiros têm uma duração passageira. Para Angell, a compreensão deve ser
buscada nas funções, atos ou processos mentais.A psicologia deve, em sua análise
estrutural, considerar não apenas sensações ou sentimentos, mas as ações como
julgar, perceber e recordar. Nesse contexto, Angell argumenta que a psicologia é mais
funcional do que a biologia, uma vez que o funcional não só antecede e gera o
estrutural, mas também ambos são manifestações de diferentes aspectos de um
mesmo fenômeno.
Conclusão 
Em psicologia, funcionalismo é a visão de que o significado final dos estados mentais,
como desejo, estímulos, etc., está enraizado em como esses estados mentais se
relacionam com ações e propósitos observáveis. Por exemplo, "dor" pode ser entendida
como qualquer coisa que compele um ser senciente a escapar ou acabar com a sensação;
não tem nenhum significado intrínseco.
O foco principal da teoria funcionalista é usar fenômenos e ações observáveis para
entender a mente. Ao entender ideias associadas à mente (como sentimentos, desejos e
paixões) em sua relação com certos tipos de ações, o funcionalismo pode ser considerado
empírico.
Um bom exemplo de funcionalismo em psicologia seria entender o desejo em termos de
tudo o que leva uma pessoa a perseguir ou buscar obter algo. Neste caso, "desejo" não é
um sentimento ou representação isolada, mas sim uma entidade mental relacionada a
um certo tipo de ação, a saber, a busca.
Obrigada pela atenção

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