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MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
GRANULOMETRIA (Agregados Graúdos) 
 
 
Grupo: 
Gabriel Coelho Pimentel – matr.: 201603462503 
João Vitor dos Santos Medeiros – matr.: 201307212042 
Leonardo Gomes Valentim – matr.: 201708158677 
Patrick Azevedo Sandrini – matr.: 201708218441 
Willian Andrade de Oliveira – matr.: 201404004556 
Rayana Cedro Nogueira – matr.: 201403113475 
 
 
 
Turma - CCE0250 
 Segunda feira - 18:50h 
 
Prof.: Ronen Antunes 
 
 
 
 
Cabo Frio 
 Setembro/2018 
1. TÍTULO: 
 Granulometria (Agregados Graúdos). 
2. OBJETIVO: 
 Avaliar se o agregado graúdo está dentro do padrão apresentado pela NBR 
7211 (que apresenta os limites da distribuição granulométrica). 
3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: 
 O tamanho da amostra utilizada para a análise granulométrica de agregados 
graúdos varia de 3 a 30 kg, conforme recomenda a NBR 7217. O que irá determinar a 
quantidade de amostra é o diâmetro máximo aproximado do agregado a ser 
peneirado. 
 Após ser pesada a amostra é encaminhada ao peneiramento. No detalhe são 
mostradas as peneiras que compõem a série. No peneiramento de britas, pedras com 
diâmetro mais reduzido, a sequência de peneiras normalmente utilizada é a seguinte: 
Granulometria: Peneiradora 
 
 
•76mm; 
•38mm; 
•19mm; 
•9,5mm; 
•4,8mm; 
•Fundo. 
 
 
 
 A amostra é colocada na peneira superior do peneirador e submetida a 
agitação pelo tempo necessário para a passagem dos grãos menores até as peneiras 
inferiores e a retenção dos grãos maiores nas peneiras superiores. 
Peneira superior 
 
 Após o peneiramento, a quantidade de amostra retida em cada peneira é 
submetida a pesagem. 
 
 
O peso retido em cada peneira é anotado na planilha de análise 
granulométrica. Terminado o primeiro peneiramento, repete-se todo o procedimento 
do ensaio para uma segunda amostra. Concluído o segundo peneiramento, procede-se 
aos cálculos da análise granulométrica, conforme exemplo 
 
A NBR 7211 apresenta os limites da distribuição granulométrica para avaliar se 
a pedra está dentro do padrão. 
 
 
Distribuição Granulométrica: 
Esta influencia na trabalhabilidade do concreto fresco; 
Alta porcentagem de material fino (diâmetro menor que 0,15mm) exige 
aumento de água de amassamento e consequentemente de cimento para o mesmo 
fator água-cimento. Material pulverulento afeta a aderência entre a pasta e agregado 
de tamanho maior. 
Concretos sem finos são poucos trabalháveis, sujeitos a maior exsudação e 
ficam mais permeáveis, passivos dos agentes agressivos; 
Concreto com granulometria descontínua exigem maior energia de 
adensamento, logo quanto mais distribuídos estiverem os grãos, maior a qualidade do 
agregado. 
Dimensões máxima característica: 
Determinada da mesma forma que o agregado miúdo: porcentagem retida 
acumulada igual ou imediatamente inferior a 5%. No nosso exemplo: peneira de 
19mm. 
 
Módulo de Finura: 
Somatória das porcentagens retidas acumuladas da série normal, dividida por 
100. 
•No caso: 694/100 = 6,94. 
Quanto menor o módulo de finura mais água será necessária, logo mais 
cimento é usada para manter o fator água-cimento estabelecido. 
 
4. METODOLOGIA: 
 4.1. MATERIAL UTILIZADO 
 Balança, peneiradora, peneiras (76; 38; 19; 9,5; 6,3) mm. 
 
 4.2. PROCEDIMENTOS 
 O ensaio foi realizado 2 vezes, utilizando 2 amostras de 10kg de agregado 
graúdo. 
 1º procedimento: Após ser pesada a amostra foi encaminhada ao 
peneiramento por aproximadamente 10 segundos. 
 2º procedimento: Após o peneiramento, a quantidade de amostra retida em 
cada peneira foi submetida a pesagem. Como mostrado na tabela abaixo: 
 
 
Peneira 
(mm) 
1ª Amostra 2ª Amostra 
Massa retida (g) Massa retida (g) 
76 0 0 
38 0 0 
19 181,3 89,47 
9,5 9.100,0 9.200,0 
6,3 500 679,0 
Fundo 112,6 52,24 
Total 9.893,9 10.020,71 
 
 3º procedimento: calculou-se a porcentagem retida e acumulada das amostras 
1 e 2. Como mostrado a seguir. 
 
 
 
 
Peneira 
(mm) 
 Amostra 1 Amostra 2 
 %Retida %Acum %Retida %Acum 
76 0 0 0 0 
38 0 0 0 0 
19 1,9 1,9 0,9 0,9 
9,5 92,0 93,9 91,8 92,7 
6,3 5,0 98,9 6,8 99,5 
Fundo 1,1 0,5 
Total 100 100 100 100 
 
4º procedimento: calculou-se as médias retidas e acumuladas. Como mostrado 
a seguir. 
 
 
 
Peneira 
(mm) 
Média 
% Retida % acumulada 
76 0 0 
38 0 0 
19 1,4 1,4 
9,5 91,9 92,3 
6,3 5,9 99,2 
Fundo 0,8 
Total 100 100 
 
5º procedimento: organizando os dados na tabela abaixo avaliou-se se o 
agregado graúdo está dentro do padrão, através dos limites da distribuição 
granulométrica apresentada pela NBR 7211. Como mostrado a seguir. 
 
PENEIRA 
(MM) 
MASSA RETIDA (g) AMOSTRA 1 AMOSTRA 2 MÉDIA 
AMOSTRA 
1 
AMOSTRA 
2 
% Retida % ACUM % 
Retida 
% 
ACUM 
% 
RETIDA 
% 
ACUM 
76 0 0 0 0 0 0 0 0 
38 0 0 0 0 0 0 0 0 
19 181,3 89,47 1,9 1,9 0,9 0,9 1,4 1,4 
9,5 9.100,0 9.200,0 92,0 93,9 91,8 92,7 91,9 92,3 
6,3 500,0 679,0 5,0 98,9 6,8 99,5 5,9 99,2 
FUNDO 112,6 52,24 1,1 0,5 0,8 
TOTAL 9.893,9 10.020,71 100 100 100 100 100 100 
DIMENSÃO MÁXIMA CARACTERISTICA (DMC) 
 
MÓDULO DE FINURA (MF) 
 
CLASSIFICAÇÃO DE AGREGADO 
GRAÚDO 
 
 
Na tabela abaixo apresentada pela NBR 7211, as casas em vermelho são as 
granulometrias que não estão no padrão apresentado pela NBR 7211 e as casas em verde são 
as que estão no padrão. Portanto esse agregado graúdo não é de boa qualidade. 
Peneira 
com 
abertura de 
malha (mm) 
Porcentagem, em massa, retida acumulada 
Zona Granulométrica -d/D 
4,75/12,5 9,5/25 19/31,5 25/50 37,5/75 
75 0 – 5 
63 5 – 30 
50 0 – 5 75 – 100 
37,6 5 – 30 90 – 100 
31,5 0 – 5 75 – 100 
25 0 – 5 5 – 25 87 - 100 
19 2 – 15 65 – 95 
12,5 0 – 5 40 – 65 
9,5 2 – 15 80 – 100 
6,3 40 – 65 
4,75 80 - 100 
 
 
5. CONCLUSÃO 
A distribuição granulométrica tem influência na trabalhabilidade do concreto 
fresco: alta porcentagem de matéria fina exige aumento da água de amassamento e, 
consequentemente de cimento, para o mesmo fator água/cimento tornando o 
concreto mais dispendioso. É através do diâmetro máximo que permitirá selecionar o 
agregado graúdo adequado segundo as dimensões das peças a serem concretadas, 
espaçamento entre ferragens, diâmetro mínimo de tubulações no bombeamento e 
entre outros fatores. 
Contudo concluímos afirmando que o ensaio realizado é de grande importância 
para a preparação de concreto, no qual obtivemos resultados que possibilitaram 
caracterizar o material como um agregado graúdo de má qualidade. 
 
6. BIBLIOGRAFIA 
 Aula 6 de materiais de construção, professor Ronen Antunes.

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