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ODONTOLOGIA PRÉ-CLINICA III UNIDADE 1 – PRÁTICA LABORATORIAL DE PRÓTESE PARCIAL FIXA PREPARO PARA COROA TOTAL E INLAYONLAY 1.5 Preparos parciais em Prótese Fixa preparos para Prótese Fixa adesivas e facetas / Preparo para coroa total de dente anterior / Preparo para coroa total de dente posterior PROF. EVANDRO RAPHAEL ALVES DO NASCIMENTO Prótese fixa odontológica 1.Introdução - A primeira prótese parcial fixa foi feita 2500 a.C, no Egito. Prótese fixa odontológica 1.Introdução - Próteses ano 2015 O sucesso dos trabalhos de prótese fixa na clínica diária está diretamente associado a um correto e criterioso planejamento que deve ser individualizado e executado de modo a atender às necessidades de cada paciente. 1.Introdução: É um aparelho protético especializado que do ponto de vista de transmissão de esforços mastigatórios se classifica como um aparelho dento-suportado e fixo, porque a prótese uma vez cimentada nos elementos preparados do paciente não pode ser removida.” 2. CONCEITO DE PRÓTESE FIXA Prótese fixa odontológica Unitárias: cimentadas individualmente. Múltiplas: não são cimentadas individualmente 4. PLANEJAMENTO DA PRÓTESE PARCIAL FIXA •Um planejamento executado de maneira criteriosa e correta está diretamente relacionado ao sucesso alcançado nos trabalhos em prótese fixa. •Esse deve ser realizado em função das características dos dentes pilares e de modo a atender às necessidades de cada paciente,especialmente aqueles com doença periodontal avançada ou número reduzido de dentes suportes e que necessitam de reabilitação extensa. PRÓTESES ADESIVAS • Surgiram no fim dos anos de 1970 (cimentos resinosos adesivos) • Eliminação dos procedimentos de obtenção de retenções mecânicas na sua superfície interna • Menor desgaste dos dentes pilares • O sucesso da prótese adesiva está diretamente relacionado com sua correta indicação LAMINADOS CERÂMICOS São também chamados de FACETAS São mais estéticas, resistentes à abrasão e ao manchamento Tem boa tolerância nos tecidos gengivais, aproximando-se das características do esmalte dental LAMINADOS CERÂMICOS CARACTERÍSTICAS DO PREPARO • Redução vestibular acompanhando a convexidade da respectiva face, com profundidade de 0,5 mm; • Limite gengival situado ± 0 ,5 mm subgengivalmente (gengiva artificial flexível) ou ± 0 ,5 mm supragengivalmente (gengiva artificial rígida); • Extensão proximal envolvendo metade da distância vestíbulo -lingual; • Terminação do preparo em forma de chanfrado; • Envolvimento da borda incisai com 1,0 mm de desgaste; • Extensão do término por lingual de 0,5 a 1,0 mm. LAMINADOS CERÂMICOS LAMINADOS CERÂMICOS LAMINADOS CERÂMICOS LAMINADOS CERÂMICOS LAMINADOS CERÂMICOS LAMINADOS CERÂMICOS LAMINADOS CERÂMICOS PRÓTESES ADESIVAS CIMENTAÇÃO 1. Com isolamento absoluto 2. Limpeza dos dentes pilares com escovas de Robson e/ou Taças de borracha associados a água e pasta de pedra-pomes 3. Seguir as recomendações do fabricante do cimento resinoso Laminados Cerâmicos - Facetas https://www.youtube.com/watch?v=ewust32F2i0 COROAS TOTAIS TÉCNICA DA SILUETA 1º Passo: Preparo cervical É feito com broca 1014 (a sua espessura e de 1,4 mm, dando noção de profundidade. Deve ser feito um desgaste de 0,7mm na região cervical, com a broca paralela ao longo eixo do dente. Desgastar vestibular e palatina a 1mm supragengival. Preparo Cavitário para Dentes Anteriores COROAS TOTAIS Preparo Cavitário para Dentes Anteriores TÉCNICA DA SILUETA 1º Passo: Preparo cervical BROCA 1014 COROAS TOTAIS TÉCNICA DA SILUETA 2º Passo: Confecção das canaletas de orientação vestibulares É feito com a broca 3216 (1,2 mm de diâmetro). Fazer uma canaleta no centro da vestibular e outra canaleta na metade da metade. A broca tem que seguir as inclinacções do dente. Penetrar a broca seguindo a sua ponta ativa. Na palatina devem ser feitas canaletas no terço cervical devido a concavidade palatina. Preparo Cavitário para Dentes Anteriores COROAS TOTAIS Preparo Cavitário para Dentes Anteriores TÉCNICA DA SILUETA 2º Passo: Confecção das canaletas de orientação vestibulares . BROCA 3216 COROAS TOTAIS TÉCNICA DA SILUETA 3º Passo: Desgaste da borda incisal São necessários 2mm de desgaste. Desgaste paralelo ao plano de inclinação da borda incisal. Pode ser feito com broca 3216, fazendo 2 sulcos na incisal de vestibular para palatal. Preparo Cavitário para Dentes Anteriores COROAS TOTAIS Preparo Cavitário para Dentes Anteriores TÉCNICA DA SILUETA 3º Passo: Desgaste da borda incisal BROCA 3216 COROAS TOTAIS TÉCNICA DA SILUETA 4º Passo: Desgaste da áreas proximais É feito com a broca 3203 ou 2200. Usar matriz e cunha para proteger o dente vizinho. Deve-se romper o contato de vestibular para palatina. Romper a concavidade proximal que deverá ficar reta. Preparo Cavitário para Dentes Anteriores COROAS TOTAIS Preparo Cavitário para Dentes Anteriores TÉCNICA DA SILUETA 4º Passo: Desgaste da áreas proximais BROCA 3203 BROCA 2200 COROAS TOTAIS TÉCNICA DA SILUETA 5º Passo: União das canaletas Pode usar a broca 3216. Preparo Cavitário para Dentes Anteriores COROAS TOTAIS Preparo Cavitário para Dentes Anteriores TÉCNICA DA SILUETA 5º Passo: União das canaletas BROCA 3216 COROAS TOTAIS Preparo Cavitário para Dentes Anteriores TÉCNICA DA SILUETA 6º Passo: Desgastar a concavidade palatina Usar broca 3216 para unir as canaletas Com a broca em forma de chama (3168 ou 3118) fazer a concavidade palatina. COROAS TOTAIS Preparo Cavitário para Dentes Anteriores TÉCNICA DA SILUETA 6º Passo: Desgastar a concavidade palatina BROCA 3216 BROCA 3168 COROAS TOTAIS Preparo Cavitário para Dentes Anteriores TÉCNICA DA SILUETA 7º Passo: Desgastar a outra metade COROAS TOTAIS Preparo Cavitário para Dentes Anteriores TÉCNICA DA SILUETA 7º Passo: COROAS TOTAIS Preparo Cavitário para Dentes Anteriores Características do preparo: 1. Paredes lisas 2. Ângulos internos arredondados 3. Redução incisal de 1,5 a 2,0 mm 4. Redução incisal e palatina de 1,0 a 1,5 mm 5. Ombro / Chanfro: 1,0 a 1,2 mm 6. Expulsividade 4 a 8º Silhueta – Dentes anteriores Preparo Cavitário para Dentes Anteriores https://www.youtube.com/watch?v=7r4Vnt8Dpj0 COROAS TOTAIS TÉCNICA DA SILUETA 1º Passo: Sulco marginal cervical Broca esférica 1014 (1,4 mm de diâmetro) Angulação de 45º em relação do longo eixo do dente Distanciar 0,5 a 1 mm da gengiva Preparo Cavitário para Dentes Posteriores COROAS TOTAIS Preparo Cavitário para Dentes Posteriores TÉCNICA DA SILUETA 1º Passo: Sulco marginal cervical BROCA 1014 COROAS TOTAIS TÉCNICA DA SILUETA 2º Passo: Sulco de orientação Broca em forma de torpedo: 3216 – Ø – 1,2mm 3215 – Ø – 1,5mm 2215 – Ø – 1,2mm 2214 – Ø – 1,0mm Preparo Cavitário para Dentes Posteriores BROCA 3216 BROCA 2215 COROAS TOTAIS TÉCNICA DA SILUETA 2º Passo: Sulco de orientação TERÇO CERVICAL: paralelo ao longo eixo do dente(área de retenção friccional) Aprofundamento: • V 1,2mm • L 0,6mm Preparo Cavitário para Dentes Posteriores COROAS TOTAIS TÉCNICA DA SILUETA 2º Passo: Sulco de orientação TERÇO MEDIO E OCLUSAL Dentes inferiores: • V – 2 planos: Terço medio 1,2mm Terço olcusal 1,5mm • L – Terço médio e Terço olcusal: 1,2mm em um s plano Preparo Cavitário para Dentes Posteriores COROAS TOTAIS TÉCNICA DA SILUETA 2º Passo: Sulco de orientação TERÇO MEDIO E OCLUSAL Dentes superiores: • V – 1 plano: Terços médio e oclusal: 1,2mm • L – 2 planos: Terço medio: 1,2mmTerço oclusal: 1,5mm Preparo Cavitário para Dentes Posteriores COROAS TOTAIS Preparo Cavitário para Dentes Posteriores BROCA 3216 BROCA 2215 COROAS TOTAIS TÉCNICA DA SILUETA 3º Passo: Desgaste das proximais Usar a broca 3203 ou 2200 Realiza-se cortes nas proximais, sempre fazendo a proteção do dente vizinho Preparo Cavitário para Dentes Posteriores BROCA 3203 BROCA 2200 COROAS TOTAIS TÉCNICA DA SILUETA 4º Passo: União dos sulcos Conclui-se o desgaste da metade mesial do dente. Fazer a avaliação da silhueta. Avaliar o espaço interproximal obtido através de movimentos da mandíbula: intercuspidação, movimentos excêntricos. Preparo Cavitário para Dentes Posteriores COROAS TOTAIS Preparo Cavitário para Dentes Posteriores TÉCNICA DA SILUETA 4º Passo: União dos sulcos COROAS TOTAIS TÉCNICA DA SILUETA 5º Passo: Preparo intrassulcular Objetivo: • razões estéticas (esconder a junção dente/coroa. Estender o preparo 0,5m dentro do sulco gengival. A broca deve estar paralela ao longo eixo do dente. Preparo Cavitário para Dentes Posteriores COROAS TOTAIS TÉCNICA DA SILUETA 6º Passo: Término cervical Com a mesma broca usada, aprofundar 0,5mm intrassulcular. (broca paralela ao longo eixo do dente. Preparo Cavitário para Dentes Posteriores COROAS TOTAIS TÉCNICA DA SILUETA 7º Passo:Acabamento Uso de brocas multilaminadas para acabamento em AR. Arredondar ângulos vivos. Preparo Cavitário para Dentes Posteriores COROAS TOTAIS Características do preparo 1. Redução das superfícies axiais e oclusal com 1,2 mm de profundidade. 2. Redução das cúspides funcionais com 1,5mm de profundidade. 3. Convergência das superfícies axiais em torno de 6o. 4. Todos os ângulos arredondados. 5. Superfície lisa e ausência de áreas retentivas. Preparo Cavitário para Dentes Posteriores Silhueta – Dentes posteriores Preparo Cavitário para Dentes Posteriores https://www.youtube.com/watch?v=dos9ZO2d1Q8 INLAY - METÁLICA CARACTERÍTICAS DO PREPARO CAIXA OCLUSAL • Abertura vestíbulo-lingual com aproximadamente 1/4 da distância entre as pontas de cúspides na altura do istmo; • Parede pulpar plana e perpendicular ao eixo longitudinal da coroa do dente; • Paredes vestibular e lingual ligeiramente expulsivas, correspondentes ao próprio grau de inclinação da broca; • Ângulos diedros do segundo grupo vivos e formando ângulo obtuso; • Ângulo cavossuperficial com bisei curto, englobando apenas 1/4 da espessura do esmalte, ou em função da maior inclinação das vertentes cuspídeas e da expulsividade das paredes vestibular e lingual. INLAY - METÁLICA CARACTERÍTICAS DO PREPARO CAIXA PROXIMAL • Paredes vestibular e lingual expulsivas no sentido gengivo-oclusal, correspondentes ao próprio grau inclinação da broca • Paredes vestibular e lingual em "dentina“ encontram as axiais em ângulos arredondados • Paredes vestibular e lingual determinadas em dois planos, menos expulsivas em "dentina“ no sentido áxio-proximal, enquanto nas regiões correspondentes às "paredes de esmalte“ são mais expulsivas ou divergentes devido ao bisei proximal; • Abertura VL da caixa proximal correspondente a 1/4 da dimensão vestíbulo-lingual da face correspondente. • Parede axial plana vestíbulo-lingualmente e ligeiramente expulsiva no sentido gêngivooclusal. INLAY - METÁLICA CARACTERÍTICAS DO PREPARO CAIXA PROXIMAL • Parede gengival plana no sentido vestíbulolingual, enquanto no sentido mésio-distal apresenta duas inclinações sem porção plana na parte média; • Separação das margens proximais aproximadamente 0,5 a 0,8 mm em relação ao dente vizinho, conseguida com a confecção dos biséis proximais. • Essa separação restabelece o "espaço biológico horizontal“ • permite o correto acabamento da margem de esmalte e da borda da restauração, para higienização e acomodação da papila interdentária sem que ela seja comprimida; INLAY - METÁLICA CARACTERÍTICAS DO PREPARO CAIXA PROXIMAL • Ângulo áxio-pulpar arredondado; • Margem contínua, uniforme e ininterrupta, de modo que, quando vista por oclusal, apresente forma semicircular paralela à superfície externa convexa do dente vizinho. INLAY - METÁLICA INLAY - METÁLICA INLAY - METÁLICA INLAY - METÁLICA INLAY - METÁLICA INLAY - METÁLICA INLAY - METÁLICA INLAY - METÁLICA INLAY – PORCELANA/CERÔMEROS CARACTERÍTICAS DO PREPARO CAIXA OCLUSAL • Abertura vestíbulo-lingual de 1,5 a 2 ,0 mm; • Parede pulpar plana e perpendicular ao eixo longitudinal da coroa do dente; • Profundidade da parede pulpar de aproximadamente 2 mm; • Paredes vestibular e lingual expulsivas para oclusal,(5° de expulsividade para cada parede, totalizando 10º) • Para os métodos semidiretos intrabucais ou extrabucais (modelo de silicona), a expulsividade deve ser maior (15º); • Ângulos internos do segundo grupo arredondados; • Ângulo cavossuperficial com e sem bisel côncavo é opcional. INLAY – PORCELANA/CERÔMEROS CARACTERÍTICAS DO PREPARO CAIXA PROXIMAL • Paredes vestibular e lingual expulsivas (5 º de expulsividade para cada uma) no sentido gengivo-oclusal, totalizando 1Oº de ângulo de divergência. • Cada parede com 5 ºcorresponde a uma inclinação mais acentuada do que a porção lateral do instrumento cortante rotatório; • Parede axial plana no sentido vestíbulolingual e ligeiramente expulsiva para oclusal (5 º); • Parede gengival plana no sentido vestíbulolingual e com forma chanfrada no sentido áxio-proximal; INLAY – PORCELANA/CERÔMEROS CARACTERÍTICAS DO PREPARO CAIXA PROXIMAL • Ângulos internos arredondados; • Separação do ângulo cavossuperficial de aproximadamente 0,5 a 0,8 mm com o dente vizinho; • Ângulos gêngivo-vestibular e língua-gengival arredondados; • Canaletas ou sulcos proximais e bisei côncavo são opcionais. INLAY – PORCELANA/CERÔMERO PREPARO • Segue o mesmo princípio dos preparos para metal • Diferenças mais importantes: • Ângulos internos arredondados • Expulsividade do preparo maior (± 10º) • Maior desgaste para aumentar a resistência do material INLAY – PORCELANA/CERÔMERO INLAY – PORCELANA/CERÔMERO INLAY – PORCELANA/CERÔMERO INLAY – PORCELANA/CERÔMERO INLAY – PORCELANA/CERÔMERO INLAY – PORCELANA/CERÔMERO ONLAY - METÁLICA CARACTERÍTICAS DO PREPARO A cavidade MOD com redução de cúspides originalmente sugerida por Ward é uma modificação do tipo caixa, cuja superfície oclusal reduzida é totalmente coberta e protegida pela restauração metálica fundida. Prestar atenção qual é a cúspide de contenção cêntrica (devem ser mais protegidas) Indicado principalmente para os dentes com lesões extensas, cuja cavidade MOD teria fatalmente largura vestíbulo-lingual (1/2 da distância VL ou mais) e profundidade ocluso-gengival maiores, de modo que a integridade da estrutura dentária ficaria comprometida. ONLAY - METÁLICA CARACTERÍTICAS DO PREPARO Os procedimentos técnicos de instrumentação das três caixas são idênticos aos realizados para a cavidade MO D tipo caixa. Pode-se começar o preparo pelo desgaste das cúspides ou pelas caixas que compõem a cavidade ONLAY - METÁLICA CARACTERÍTICAS DO PREPARO COMEÇAR O PREPARO PELO DESGASTE DAS CÚSPIDES: 1. Melhora a visibilidade e o acesso para as fases subseqüentes do preparo da cavidade; 2. A redução das cúspides possibilita antever a necessidade ou não de retenções adicionais antes da determinação das caixas proximais; 3. Evita a necessidade de intervir novamente nas caixas proximais e oclusal para aumentar sua profundidade no sentido gengival e pulpar ONLAY - METÁLICA CARACTERÍTICAS DO PREPARO CAIXA OCLUSAL • Abertura vestíbulo-lingual de 1/3 da distância entre as pontas de cúspides na altura do istmo; • Parede pulpar plana eperpendicular ao eixo longitudinal da coroa do dente; • Paredes vestibular e lingual ligeiramente expulsivas, correspondentes ao próprio grau de inclinação das lâminas cortantes laterais da broca (aproximadamente 6 º ); • Ângulos diedros do segundo grupo obtusos e definidos; • Redução oclusal para proteção das cúspides vestibulares e linguais. (± 1mm) ONLAY - METÁLICA CARACTERÍTICAS DO PREPARO CAIXA PROXIMAL • Paredes vestibular e lingual expulsivas no sentido gengivo-oclusal, correspondentes ao próprio grau de inclinação das lâminas cortantes laterais da broca (aproximadamente 6º; • As paredes vestibular e lingual em "dentina“ encontram as axiais em ângulos arredondados, devido à determinação das retenções em forma de sulco nos respectivos diedros ; • Paredes vestibular e lingual determinadas em dois planos, menos expulsivas em "dentina", no sentido áxio-proximal, enquanto nas regiões correspondentes às paredes de esmalte são mais expulsivas ou divergentes, devido ao bisei proximal; ONLAY - METÁLICA CARACTERÍTICAS DO PREPARO CAIXA PROXIMAL • A abertura vestíbulo-lingual da caixa proximal deve ser de 1/3 da distância vestíbulolingual da face correspondente; • Parede axial plana vestíbulo-lingualmente e ligeiramente expulsiva no sentido gengivooclusal; • Canaletas de retenção nas paredes vestibular e lingual; • Parede gengival plana no sentido vestíbulolingual, enquanto no mésio-distal apresenta duas inclinações, sem porção plana na parte média; ONLAY - METÁLICA CARACTERÍTICAS DO PREPARO CAIXA PROXIMAL • Separação das margens proximais do dente vizinho de aproximadamente 0 ,5 a 0,8 mm, conseguida com auxílio da confecção do bisel proximal, a fim de restabelecer a distância biológica horizontal , para acomodação da papila e o espaço cervical de higienização; • Ângulo áxio-pulpar arredondado; • Margem contínua , uniforme e ininterrupta, de modo que, quando vista por oclusal, apresente forma semicircular paralela à superfície externa do dente vizinho. ONLAY - METÁLICA ONLAY - METÁLICA ONLAY - METÁLICA ONLAY - METÁLICA ONLAY - METÁLICA ONLAY - METÁLICA ONLAY - METÁLICA ONLAY - METÁLICA ONLAY - METÁLICA ONLAY - METÁLICA ONLAY - METÁLICA ONLAY - METÁLICA ONLAY - METÁLICA ONLAY - METÁLICA ONLAY - METÁLICA ONLAY - METÁLICA ONLAY - PORCELANA CARACTERÍTICAS DO PREPARO • Em cavidades com proteção de cúspides (onlays) para porcelana, a redução das cúspides deverá proporcionar uma espessura mínima de 1,5 mm para cúspides não funcionais e de 2,0 mm para cúspides funcionais, principalmente em molares • O preparo da caixa oclusal segue a mesma instrumentação descrita anteriormente para porcelana tipo caixa (inlay). Deve-se salientar que a profundidade da caixa oclusal deverá ter 1 mm, uma vez que a redução oclusal pode atingir até 2 mm • Da mesma forma, o preparo das caixas proximais segue a mesma técnica de instrumentação para porcelana tipo caixa e os mesmos 10º de expulsividade • A proteção de cúspides segue as etapas descritas anteriormente para RMF ONLAY - PORCELANA ONLAY - PORCELANA ONLAY - PORCELANA ONLAY - PORCELANA ONLAY - PORCELANA ONLAY - PORCELANA ONLAY - PORCELANA ONLAY - PORCELANA ONLAY - PORCELANA ONLAY - PORCELANA ONLAY - PORCELANA ONLAY - PORCELANA INLAY / ONLAY - METÁLICA https://www.youtube.com/watch?v=-nKEYXiIUrU