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CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
PROJETOS E PRÁTICAS DE AÇÃO PEDAGÓGICA – PPAP
SUPERVISÃO ESCOLAR E ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
LUANA DOS SANTOS ABREU SANTIAGO ALVES_ UP21100862 
MARIA LUCIANA DA SILVA_ UP21101032
MARTA MARIA DE SOUZA ROCHA _UP21107443
RAQUEL NASCIMENTO DA SILVA_UP21100860
RAQUEL DA SILVA LIMA_ UP21101031
 
 
O COORDENADOR E SUA IMPORTÂNCIA PARA O DESEMPENHO E CRESCIMENTO ESCOLAR
FORTALEZA-CE
2023
LUANA DOS SANTOS ABREU SANTIAGO ALVES_ UP21100862 
MARIA LUCIANA DA SILVA_ UP21101032
MARTA MARIA DE SOUZA ROCHA _UP21107443
RAQUEL NASCIMENTO DA SILVA_UP21100860
RAQUEL DA SILVA LIMA_ UP21101031
 
 
 
O COORDENADOR E SUA IMPORTÂNCIA PARA O DESEMPENHO E CRESCIMENTO ESCOLAR
Projeto e prática de Ação Pedagógica – PPAP apresentado à Universidade Paulista – UNIP, como requisito parcial para obtenção de nota referente ao curso de graduação em Pedagogia. 
Orientador professora: Lillian Virgínia Carneiro Godin
FORTALEZA-CE
2023
SUMÁRIO
	1 SUPERVISÃO ESCOLAR E A ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL………………...4
	2 SITUAÇÃO PROBLEMA ....................................................................................5
	3 JUSTIFICATIVA E EMBASAMENTO TEÓRICO ...............................................5
	4 PÚBLICO ALVO..................................................................................................8
	5 OBJETIVOS.........................................................................................................8
	 5.1 OBJETIVO GERAL .........................................................................................8
	 5.2 OBJETIVO ESPECÍFICO .................................................................................9
	6 PERCURSO METODOLÓGICO..........................................................................9
	7 RECURSOS.......................................................................................................11
	8 CRONOGRAMA ...............................................................................................12
	9 AVALIAÇÃO E PRODUTO FINAL....................................................................12
	REFERÊNCIAS......................................................................................................13
1 SUPERVISÃO ESCOLAR E A ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
A figura do coordenador pedagógico surgiu com as transformações na educação entre as décadas de 70 a 90. A partir das transformações sociais, políticas, econômica a mudança de valores, a fragilidade da educação, a desvalorização dos profissionais provocou situações de desanimo na educação, resultada de políticas educacionais formatadas e despejada nas escolas sem um planejamento, sem a participação dos professores. O coordenador professor pedagógico surge em meios a essas inovações educacionais voltadas para projetos diferenciados, mudanças, porém sem nenhuma qualificação o que comprometeu o bom desempenho de sua função. A figura do coordenador foi fruto de um de uma concepção progressista, onde as novas formas de gestão escolar e processo ensino aprendizagem foram postas em pratica. E hoje o coordenador convive com adversas condições de trabalho faltam as condições objetivas, formação técnica, materiais favoráveis, organização coletiva, entre outros fatores,prejudicando assim sua real função a de coordenar,planejar e acompanhar todo o processo didático pedagógico.
Leva–se em consideração que o atual cenário educacional da gestão democrática busca desenvolver uma gestão participativa, tendo o gestor e coordenador como o mediador das ligações entre escola – comunidade – família, onde há relação orgânica entre a direção e a participação dos membros da equipe escolar. O século XXI inicia-se com uma bagagem cheia de incertezas políticas, ideológicas, comportamentais. Essa situação se reflete também na escola, fazendo emergir sensações de impotência e pessimismo nas pessoas que participam dessa comunidade. Segundo Kuhn (1970), a superação de um paradigma, é lenta e encontra grandes resistências. No período de transição convivem elementos do velho e do novo paradigma que vai progressivamente substituindo, com vantagem, representações, atitudes e procedimentos. Os novos paradigmas gerenciais requerem funções descentralizadas, participativas, interdependentes e integradas. O desenvolvimento organizacional depende da melhoria contínua dos processos de gestão, apoio e de base. A eficiência dos processos depende dos referenciais e recursos neles utilizados. Os recursos humanos são determinantes, pois sua capacitação e motivação é que tornam possível o aumento da eficiência dos processos. A vontade e a capacidade dos agentes organizacionais, em última instância, configuram uma cultura organizacional de desenvolvimento, estagnação ou regressão. Baseado nos estudos realizados, o resultado nos direciona para uma observação mais profunda no que se refere aos processos de gestão participativa, uma vez que queremos formar cidadãos conscientes, críticos responsáveis e capazes de exercerem sua cidadania.
Para isso precisamos rever a formação pedagógica, articulando a entre as políticas educacionais e as concepções de formação enquanto processos de construção coletiva. Com as políticas de reestruturação, ou focalizadas a partir de 2003 essas ações orientadas pelo governo ainda não obtiveram sucesso esperado,do meu ponto de vista o que mais precisaria nesse momento seria o investimento no material humano que faz parte desse processo ,resgatar a auto estima do profissional da educação que apresentar resultados satisfatório no desempenho de sua função através de projetos que tenha resultado no processo ensino aprendizagem. Desse modo o PDE funcionaria como carro chefe onde gestão coordenação e professor conseguisse ver a educação como um bem público, infelizmente o sistema educacional brasileiro apresenta uma fragmentação de ações e programas e, conseqüentemente das políticas educacionais que os fundamentaram. Pensar na qualidade de ensino implica assegurar um processo pedagógico pautado na eficiência, eficácia e efetividade social ,cultural e econômico de modo a garantir o ingresso ,permanência e a qualidade em educação,para formar o novo cidadão brasileiro.
Para que esse processo se efetive é preciso um trabalho coletivo, onde todos estejam voltados pelo mesmo objetivo “uma educação de qualidade’’.
2 SITUAÇÃO-PROBLEMA 
Assim, nessa pesquisa tem-se a preocupação em saber mais sobre o papel do coordenador escolar no contexto educacional atual. Para isso foi levantado vários questionamentos, dentre eles, qual papel desempenhado pelo profissional no âmbito escolar na relação comcontribuição para o desenvolvimento escolar? Como esse papel pode ser desenvolvido para que beneficie as relações entre professor, aluno e família? Como o coordenador educacional por interferir no processo do ensino e da aprendizagem dos educandos mediantes os problemas existentes no interior da escola? 
 
3 JUSTIFICATIVA E EMBASAMENTO TEÓRICO 
Esse projeto colocou em evidência a temática sobre o coordenador e sua importância para o desempenho e crescimento escolar, juntamente com o aluno e família, no qual parte de uma função ampla vista em diferentes setores da sociedade, mas nesse estudo em especial foi destacado na direção educacional. Em específico no educacional, onde observou-se que necessita seguir toda regime hierárquico dentro das unidades escolares.Nesse meio encontra a figura do coordenador se desdobrando em multi funções em seu dia escolar.
Problemas ligados às características de vida do aluno, o seu ambiente familiar, às suas relações com os pais, às suas condições de saúde e nutrição; igualmente aspectos ligados à sua história escolar, seu aproveitamento em outras séries e outras matérias, suas relações com outros professores e com colegas; todos esses aspectos, ligados à vida do discente fora da sala de aula, interferem no seu aproveitamento e, conseqüentemente no trabalho do professor. (FALCÃO,1994, p.42) 
Desde conflitos
,sociais, econômicos,familiares, amorosos,violência, drogas,gêneros entre tantos outros...Como substituir o professor que faltou, organizar e agendar os horários de uso da biblioteca, ajudar os funcionários da Secretaria na época da matrícula, controlar a entrada e a saída dos alunos e Infelizmente o cotidiano do coordenador pedagógico passa bem longe do ideal, estamos tentando resgatar o que deveria ser um coordenador,na atual condição onde nos desdobramos para segurar a peteca de uma escola viva como a nossa de ensino fundamental ,onde os alunos estão passando por um processo de metamorfose típico da faixa etária de nossos educando,onde estão se descobrindo,deixando os hábito de crianças para entrar na adolescência , temos que trabalhar não só o aprendizagem mas de uma forma geral tudo ainda conversar com os pais daquele garoto que vive brigando com os colegas ou mesmo pais que nunca vem nas reuniões quando convocados. Várias demandas vão parar nas mãos dos coordenadores pedagógicos. O resultado é que, atolados em afazeres, muitos acabam não dando conta de sua função prioritária na escola: a formação contínua, em serviço, dos professores.
E a atuação se torna sem foco nem é uma questão de falta de experiência, mas pelo grande numero de afazeres como ser: o braço direito do diretor, não só para os assuntos pedagógicos mas também para os burocráticos e financeiros; dos professores, que costumam elegê-lo como o melhor porta-voz para tratar com a direção sobre todos os temas da categoria; dos pais, que não sabem direito qual é a função dele; e das secretarias, que às vezes fazem convocações em excesso e o obrigam a mal parar em seu local de trabalho. 
Na escola o coordenador pedagógico tem a função de articulador, formador e transformador. É o mediador entre currículo e professores; gestores e professores; professores e pais. Como articulador fornece condições para que os professores trabalhem coletivamente as propostas curriculares. Como formador, ele trabalha com atividades de formação continuada. Como transformador, ele ajudar ao professor a ser reflexivo e crítico em sua prática.
Para a superação das necessidades cotidianas da escola, se exige um trabalho coletivo, que, por sua vez, exige a presença e a atuação de um articulador, dos processos educativos que ali se dão. Esse articulador precisa agir nos espaços-tempos diferenciados, seja para o desenvolvimento de propostas curriculares, seja para o atendimento a professores, alunos e pais, nas variadas combinações que cada escola comporta. (ALMEIDA e PLACCO, 2001, p. 18).
Uma das atribuições do coordenador pedagógico está atrelado ao processo de formação continuada aos professores, sempre tirando as dúvidas dos mesmo, bem como, orientando-os em relação as suas construções e reconstruções de ações pedagógicas constituindo-se como um profissional que pode intervir nas metodologias do cotidiano escolar.
O coordenador pedagógico é também um dos principais responsáveis pelo acompanhamento, desenvolvimento do ensino e aprendizagem dos alunos, apoiando-os diretamente em suas dificuldades e ainda pela construção e articulação coletiva do Projeto Político Pedagógico. Logo entende-se que a função designada a esse profissional é de tamanha responsabilidade, já que as suas ações poderão transformar a realidade da educação.
O Coordenador Pedagógico se constitui num profissional de extrema relevância para garantir articulação e afetividade nas ações educativas, uma vez que tem a responsabilidade junto à gestão escolar, de promover, no chão da escola, um ambiente articulado favorável para que os processos de ensino e aprendizagem sejam efetivos. (SECULT, 2012, p. 76).
O papel do coordenador pedagógico realiza uma grande variedade de atividades: gestão escolar, organização escolar, planejamento, elaboração e realização do PPP, trabalho de grupo, supervisão, coordenar as reuniões pedagógicas semanais, acompanhamento do trabalho dos professores.
É preciso que na instituição de ensino a relação entre docentes e coordenação pedagógica seja pautada no respeito às diferenças e na troca de experiências. O coordenador pedagógico precisa procurar identificar as falhas e buscar soluções sempre ouvindo e orientando os docentes em suas dúvidas.
Quanto às relações entre docentes e coordenadores pedagógicos, Libâneo (2004) ressalta que junto ao corpo docente o coordenador tem como principal atribuição a assistência didática pedagógica, refletindo sobre as práticas de ensino, auxiliando e construindo novas situações de aprendizagem, capazes de auxiliar os alunos ao longo da sua formação. (LIBÂNEO, 2004, p. 193).
Não consideramos ser atribuições do coordenador pedagógico: indisciplina dos alunos (receber alunos a todo instante na sala da coordenação); atendimento aos pais com assuntos não referentes à questões pedagógicas; demandas burocráticas e administrativas; acompanhar abertura e fechamento de turno.
 
 4 PÚBLICO ALVO
 
Este projeto é voltado para as crianças do Ensino Infantil e Fundamental I.
5 OBJETIVO 
5.1 OBJETIVO GERAL
Refletir as medidas na relação entre escola e o grupo gestor em favor do desenvolvimento do ensino e da aprendizagem através da contribuição do coordenador para com os alunos do ensino infantil e fundamental I. 
 
5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS  
· Realizar momentos além das reuniões mensais, com finalidade em debate sobre os problemas em sala de aula dos alunos em relação ao aprendizado.
· Discutir sobre estratégias entre professor, aluno e a escola com a finalidade de suprir as dificuldades vividas pelos alunos no ambiente escolar.
· Incentivar o laço entre os gestores e professores nas ações pedagógicas, cuja a finalidade é a participação de ambos no processo de aprendizagem dos alunos. 
6 PERCURSO METODOLÓGICO
Primeiramente é de extrema importância os encontros entre os coordenadores e professores, para com os alunos quinzenalmente ou mensalmente com a proposta de debate sobre as dificuldades vividas por eles em sala de aula. Assim, os próximos momentos serão direcionados pelo coordenador da escola, juntamente com os responsáveis.
Sendo assim, o projeto tem como intuito fortalecer a relação ente o grupo gestor e professores se trata de um projeto interdisciplinar que buscar por meio da construção de um portifólio em prol de proporcionar aos envolvidos, um processo de interação educativa entre escola( coordenação), professores, aluno e família. 
 
1º MOMENTO 
Desse modo, com o intuito de agregar todos esses momentos importantes, serão feitas atividades em sala de aula, juntamente com os conteúdos históricos referentes às datas comemorativas. Diante disso, será sugerido que os professores e os alunos, inicialmente preencham as informações dos seu propósitos em melhorar o ensino em sala de aula mais prazeroso e didático no portifólio com os dados pessoais de cada aluno, e seguidamente, escrevam uma pequena frase sobre a proposta que cada um queira levar para a sala de aula. E para fazer a atividade será criado um cartaz da turma, será solicitado que se possível as idéias, juntamente com as crianças exponham em sala de aula as frases propostas.
Esse período também possibilitam datas importantes para a vivência dos coordenadores e professores, bem como oportuniza momentos de interação alunos e escola. As datas em destaque para esse período são: Dia da Mulher, Páscoa, Dia das mães, Festa junina. Para a preparação da festa da Páscoa houve o desenvolvimento de bastante parceria com a coordenação juntamente aos pais, onde foi necessário contribuição de alguns recursos como: alimentos e nas apresentações. O mês de maio é um mês que dedica para as mães em quase todos os setores da sociedade, e na escola essa festa se estende as atividades em sala de aula, por isso, além das atividades em sala, será solicitado que as mães contem para seus filhos como foi o período em que descobriu que seria mãe, e também deverá apresentar algum objeto que represente esse momento, bem como mostrar e explicar para que servem os documentos retirados na infância (carteira
de acompanhamento, Certidão de Nascimento, carteira de vacina e etc.). A atividade de registro será o antes o depois da criança, suas características quando era bebê e suas características atuais.
2º MOMENTO 
Para a finalização desse projeto será realizado uma reunião para explicar sobre a festa Junina, próxima ao fim do primeiro semestre letivo. É válido ressaltar que a festa junina, também proporciona a escola um momento importante de diálogo, aproximação, entre aluno, pai e escola, uma vez esse período será destinado à organização de apresentações juninas no dia da culminância. Durante todo o mês será regado de atividades realizadas em sala de aula, mas será solicitado que os alunos e os familiares venham a participar da ornamentação das barracas, e brincadeiras, comi também nos ensaios das quadrilhas e danças orgnizadas pelas turma. Diante disso será solicitado que a família faça um prato típico, para ser ofetecido em nossa srraquinha durante o festival junino. Para a culminância desse projeto será realizado a festival Junino.
7 RECURSOS
 Ao decorrer de todo primeiro semestre letivo serão utilizados diversos instrumentos e materiais pedagógicos necessários para o processo de aprendizagem educacional, no qual parte do processo de orientação e acompanhamento diário sobre as atividades escolares desenvolvidas pela a coordenação juntamente com os professores em sala aula. Dessa forma, destaca-se os seguintes materiais a serem utilizados:
· Papel 40kl
· Cola
· E.V.A
· Caixa de som
· Computador
· TNT
· Balão
· Lápis de cor
· Caneta colorida
· Lápis
· Papel crepom
· Papel A4
· Funcionários da escola
· Comunidade escolar.
8 CRONOGRAMA
O tempo estipulado é necessário porque se tornará uma ferramenta eficaz para a instituição escolar, uma vez que as etapas contemplam a necessidade de se buscar uma educação de qualidade. Tendo em vista que as datas serão pensadas em especial as datas comemorativas sequenciadas das datas que forem necessárias para que desenvolver cada atividade.
	PERÍODO: SEMESTRE
	ATIVIDADES
	MARÇO 
	ABRIL
	MAIO
	JUNHO
	Reunião quinzenalmente
	X
	
	
	
	Preenchimento dos dados 
	
	 X
	
	
	Homenagem Dia das Mulheres e exposição de vídeos 
	X
	
	
	
	Exposição Festa da Páscoa 
	
	 X
	
	
	 Festa das Mães 
	
	
	X
	
	Apresentação junina- Culminância 
	
	
	
	X
9 AVALIAÇÃO PRODUTO FINAL
 
No que se refere ao processo de avaliação ocorrerá de maneira contínua e processual ao decorrer de todo primeiro semestre letivo, em relação as disciplinas e os conteúdos trabalhados bem como engajamento do grupo gestor com os professores, alunos e e suas famílias nas datas comemorativa.
Dessa forma, é importante destacar que envolvimento da coordenação no processo e contribuições das crianças com a aprendizagem proposta nas atividades solicitadas, bem como se a família consegue compreender a sua importância para a construção da aprendizagem de seu/sua filho, assim possam acompanhar eles durante todo ano letivo.
Será nas ações realizadas conforme o cronograma estabelecido, a partir disso será possível compreender que cada etapa, haverá o planejamento por parte dos coordenadores, assim como também pelos professores, cada reunião será debatidas estratégias de ensino que possam melhorar o processo do ensino e aprendizagem dos alunos com apoio de suas famílias. 
É fundamental que haja o envolvimento e boa vontade em participação e olhar amplo no desenvolvimento dos seus filhos, essa ação necessita ser de forma conjunta a relação escola ao decorrer de todo ano letivo, mediante os encontros pedagógicos ocorridos ao decorrer de todo ano. 
 Nessa perspectiva, são necessários o compromisso e a participação por ambas as partes em prol do desenvolvimento dos alunos e que as responsabilidades sejam divididas em ambas as partes.
REFERÊNCIAS
ALMEIDA, Laurinha Ramalho; PLACCO, Vera M. N. S. (org.) O coordenador pedagógico e o espaço de mudança. São Paulo: Ed. Loyola, 2001.
FUSARI, José. A formação contínua de professores no cotidiano. Ideias. São Paulo: FDE, 1992.
LIBANEO, José Carlos. Organização e gestão da escola: teoria e prática. Goiânia: Alternativa, 2004.
LUCK, Heloísa. Dimensões de gestão escolar e suas competências. Curitiba: Positivo, Ed 2ª. 2009.
SALVADOR. Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer. Coordenador Pedagógico: caminhos, desafios e aprendizagens para a prática educativa. Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer; Avante Educação e Mobilização Social. Salvador, 2012.
 
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