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112 434. (Mackenzie SP/2015) A expulsão da Companhia de Jesus de todos os territórios portugueses, em 1759, foi uma das medidas mais polêmicas tomadas por Pombal. Em geral, as justificativas para esse ato são a total in- compatibilidade entre o controle das práticas pedagó- gicas adotadas pelos jesuítas e o projeto educacional iluminista pombalino. Todavia, é importante assinalar que tal expulsão também está relacionada a) aos embates entre o Despotismo Esclarecido e as con- vicções dogmáticas da Igreja, que persistiram no governo de Pombal e de D. Maria I. b) à imposição do catolicismo como religião oficial da colô- nia, fruto da subordinação da coroa portuguesa às decisões do papa. c) ao controle do comércio de escravos africanos pelos je- suítas na região norte, impedindo lucros para a coroa por- tuguesa. d) à influência da burguesia huguenote na corte de D. José I, exigindo o direito de educar os filhos dos colonos, até en- tão monopólio dos jesuítas. e) ao interesse em estabelecer o controle sobre as frontei- ras da América portuguesa e sobre os recursos econômicos produzidos nessas regiões. 435. (UFAM/2015) A partir de 1750-60, a produção mine- radora colonial começou a declinar. Tal mudança, arti- culada a outros elementos, determinou a retomada da política colbertista durante a administração do Marquês de Pombal, secretário de Estado de D. José I. Com o objetivo de libertar a economia portuguesa da domina- ção britânica e tornar mais autônomo o Estado Portu- guês, Pombal tomou medidas muito severas para impe- dir a evasão de capitais. Das alternativas a seguir assi- nale aquela que NÃO se insere no conjunto dessas me- didas: a) Protecionismo alfandegário. b) Estímulo à indústria manufatureira. c) Instalação de refinarias de açúcar nas missões jesuíticas. d) Abolição da escravidão em Portugal. e) Incentivo às companhias de comércio. 436. (ESPM SP/2015) Em 1759 os jesuítas foram expul- sos de Portugal e do Brasil pelo marquês de Pombal. Nas reformas pombalinas, a expulsão dos jesuítas foi capítulo dos mais dramáticos, ousados e radicais, de- monstrando até que ponto se reafirmava a soberania do Estado português na colônia. (Carlos Guilherme Mota e Adriana Lopez. História do Brasil: Uma in- terpretação) Os problemas em questão têm por origem o seguinte: a) Pombal acusava a Companhia de Jesus de formar um verdadeiro Estado dentro do Estado e resistir ao poder do rei; b) Pombal condenava o monopólio do comércio de escra- vos africanos pela Companhia de Jesus; c) Pombal se ressentiu da recusa por parte da Companhia de Jesus de participar da colonização do Estado do Grão- Pará e Maranhão; d) Pombal rompeu com os jesuítas após a Companhia de Jesus apresentar uma decidida condenação ao tráfico ne- greiro praticado pelo governo português; e) Os jesuítas apoiavam as pretensões espanholas nas ne- gociações dos tratados de limites ocorridos no século XVIII. 437. (UFU/2015) A partir de 1750-60, a produção minera- dora começou a declinar. Tal mudança, articulada a ou- tros elementos, determinou uma revisão da política mercantilista durante a administração do Marquês de Pombal, secretário de Estado de D. José I. ALBUQUERQUE, Manuel Maurício de. Pequena História da Formação Social Brasileira. 2.ed. Rio de Janeiro: Graal, 1981, p.100. (Adaptado). A crise econômica da segunda metade do século XVIII abriu caminho para as reformas pombalinas, vistas como inevitáveis para a recuperação econômica do reino de Portugal e que se caracterizavam, entre outras medidas, a) pelo estreitamento das relações comerciais com a Ingla- terra, país que era visto como mercado seguro dos produtos primários das colônias portuguesas. b) pelo estreitamento das relações com a Igreja, com o au- mento da presença dos jesuítas, vistos como agentes im- portantes da modernização educacional. c) pelo incentivo à produção manufatureira na colônia, com o objetivo de diminuir a dependência econômica em relação aos produtos primários. d) pelo surgimento dos primeiros projetos de abolição de escravos, com o objetivo de formar um mercado consumi- dor para as indústrias da colônia. 438. (Mackenzie SP/2019) “O resto empório das douradas Minas Por mim o falará: quando mais finas Se derramam as lágrimas no imposto Clama o desgosto de um país decadente. ” (Cláudio Manoel da Costa) O intelectual e advogado, autor da poesia acima, foi um dos integrantes da mais importante revolta colonial bra- sileira, conhecida como Inconfidência Mineira. Sobre esse movimento podemos afirmar que a) era de natureza nativista e influenciado pelos discursos iluministas. Buscava a proclamação da república, que teria Ouro Preto como capital, também o perdão de todas as dí- vidas para com a Fazenda Real. b) manifestava-se contra os rigores da política fiscal metro- politana sobre a Capitania das Minas, exercida através da Casa de Contratação, e inspirava-se nos ideais revolucio- nários franceses. c) visava à independência econômica e à política da Colô- nia. O levante foi deflagrado quando se exigiu o pagamento dos impostos atrasados pelas Casas de Fundição em todo o país. d) era de caráter nacionalista, visando à independência da Colônia e ao rompimento dos lanços com a metrópole, com o livre direito de implantação de manufaturas nas capitanias e ao comércio exterior. e) foi ideologicamente influenciado pelos princípios iluminis- tas, divulgados em Minas por uma elite intelectual e acolhi- dos pela população local, devido à crise econômica. 439. (UECE/2018) Leia atentamente o seguinte excerto: “O papel de herói da Inconfidência Mineira cabe ainda a Tiradentes porque ele foi o inconfidente que recebeu a pena maior: a morte na forca, uma vez que o próprio réu, durante a devassa, assumiu para si toda a culpa. Sabe-se, no entanto, que sua morte se deve também em