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ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 1.019 UNIFORMES E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA NO TRABALHO CONJUNTO DE SEGURANÇA PARA TRABALHO EM ALTURA - POSTES Data: 08/2007 Revisão:16 07/02/2013 DGC/SST/CSEG Marcus G. de Drusina Voos Eduardo Silva Mendonça Visto CSEG Pág. 1/11 1.OBJETIVO A presente Especificação Técnica tem por objetivo apresentar as condições e requisitos técnicos mínimos para o fornecimento dos seguintes materiais: 1.1 Cinto de segurança antiqueda e posicionamento do trabalho, tipo paraquedista com cinturão abdominal; 1.2 Talabarte de posicionamento em nylon com regulador de punho anatômico e protetor da corda; 1.3 Dispositivo trava-quedas para corda; 1.4 Corda estática para instalação de linha de vida; 1.5 Dispositivos de fixação da linha de vida na estrutura; 1.6 Treinamento prático para uso do conjunto básico de proteção contra quedas. 2.DEFINIÇÕES 2.1 Conjunto de segurança para trabalhos em altura cujos componentes fazem parte de um sistema de proteção contra queda, quando em plano elevado e ambiente vertical, constituído por dispositivos, de forma a proporcionar conforto e possibilitando o atendimento ao resgate rápido e seguro . Os requisitos mínimos especificados vem promover a proteção dos trabalhadores aos riscos de queda, devendo os empregados capacitados e autorizados, conforme objetivos definidos na N35 . 2.2 EPI CONJUGADO A Norma Regulamentadora- NR-06, do Ministério do Trabalho, define equipamento de proteção individual contra queda como sendo EPI conjugado, conforme texto da referida norma, em seu item 6: “6.1 – Para os fins de aplicação desta Norma Regulamentadora – NR, considera-se Equipamento de Proteção Individual – EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho”. 6.1.1 – Entende-se como Equipamento Conjugado de Proteção Individual, todo aquele composto por vários dispositivos, que o fabricante tenha associado contra um ou mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que sejam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.” E como descrito no Anexo 1, item I: “ I – EPI PARA PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS COM DIFERENÇA DE NÍVEL I.1 – Dispositivo trava-queda a) dispositivo trava-queda de segurança para proteção do usuário contra quedas em operações com movimentação vertical ou horizontal, quando utilizado com cinturão de segurança para proteção contra quedas. I.2 – Cinturão a) cinturão de segurança para proteção do usuário contra riscos de queda em trabalhos em altura; b) cinturão de segurança para proteção do usuário contra riscos de queda no posicionamento em trabalhos em altura.” ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 1.019 UNIFORMES E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA NO TRABALHO CONJUNTO DE SEGURANÇA PARA TRABALHO EM ALTURA - POSTES Data: 08/2007 Revisão:16 07/02/2013 DGC/SST/CSEG Marcus G. de Drusina Voos Eduardo Silva Mendonça Visto CSEG Pág. 2/11 Desta forma, os equipamentos de proteção contra quedas com diferença de nível são associados da seguinte maneira para obtenção do C.A. (Certificado de Aprovação de Equipamento de Proteção): 1)Cinto pára-quedista conjugado com seus talabartes, de posicionamento e de proteção contra queda; 2)Trava-quedas conjugados com seus Cintos pára-quedistas. Portanto o conjunto só terá validade legal se utilizado de acordo com a especificação encontrada no CA do Trava-quedas e do Cinto pára-quedista. Pode ocorrer, então, que um cinto tipo pára-quedista tenha vários modelos de talabartes ou um trava- quedas tenha vários modelos/referencias de cinto associados para obtenção de um C.A., podendo ser feitas várias combinações destes equipamentos para uso em campo, todas legalmente válidas. Para reposição dos equipamentos de proteção contra quedas com diferença de nível é necessário verificar quais os modelos e/ou fabricantes do equipamento que os empregados estão utilizando, para que sejam aprovados e adquiridos materiais que possam ser associados aos já em uso, obedecendo às prescrições do C.A. 3 CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO 3.1Estes materiais constituem o conjunto básico para proteção contra quedas com diferença de nível (trabalhos verticais), que deve ser utilizado durante os trabalhos realizados em ambientes verticais na COPEL DISTRIBUIÇÃO, onde haja a necessidade do eletricista escalar estruturas, por meio de esporas ou escadas. 3.2 Equipamentos destinados a qualquer trabalho executado com diferença de nível superior a 2,0 m(dois metros) da superfície de referência e que ofereça risco de queda. 4 NORMA BASE 4.1 ANBT NBR 15836:2010 – Equipamento de Proteção Individual contra quedas de altura-Cinturão de Segurança tipo paraquedista; 4.2 ABNT NBR 14626:2010 – Equipamentos de Proteção Individual contra queda de altura – Trava-- queda deslizante quando em linha flexível. 4.3 ABNT NBR 15834:2010 – Equipamentos de Proteção Individual contra queda de altura – talabarte de segurança. 4.4 ABNT NBR 15837:2010 – Equipamentos de Proteção Individual contra queda de altura – conectores 4.5 ABNT NBR 14626:2010 – Equipamentos de Proteção Individual contra queda de altura – talabarte de segurança 4.6 ASTM: D 6413- Standard Test Method for Flame Resistance of Textiles (Vertical Test) ASTM F887: Standard Specifications for Personal Climbing Equipment. 4.7 ASTM F1958F/1958M-99: Standard Test Method for Determining the Ignitability of Non-flame- resistant Materils for Clothing by Eletric Arc Exposure Method using Mannequins **Reapproved Only** 4.8 ISO 15025, METODO A :limited flame spread of materials for use in garments which protect against heat and flames 5 COMPROVAÇÃO DE ATENDIMENTO À LEGISLAÇÃO E CARACTE RÍSTICAS TÉCNICAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 1.019 UNIFORMES E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA NO TRABALHO CONJUNTO DE SEGURANÇA PARA TRABALHO EM ALTURA - POSTES Data: 08/2007 Revisão:16 07/02/2013 DGC/SST/CSEG Marcus G. de Drusina Voos Eduardo Silva Mendonça Visto CSEG Pág. 3/11 O fornecedor deverá enviar à COPEL as amostras para testes juntamente com o CA e Laudos Técnicos comprovando a realização dos ensaios efetuados e discriminando os valores verificados nos testes. Deverá ser fornecida cópia do documento original do Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho – C.A., juntamente com a apresentação das amostras. Estes serão confirmados através do site do MTE, www.mte.gov.br. Deverá ser fornecida cópia do laudo original de ensaios segundo as respectivas NBRs, expedido por laboratório credenciado, para emissão dos C.A. pelo Ministério do Trabalho, juntamente com a apresentação das amostras. Para complementação da comprovação das características técnicas deve ser fornecido laudo de ensaio, emitido por órgão ou laboratório credenciado, nacional ou internacional, com no mínimo, os seguintes ensaios: 1)Ensaio de resistência dinâmica nos cinturões tipo paraquedista e talabarte; 2)Ensaio de resistência estática para fivelas, argolas e mosquetões; 3) Ensaio de verificação da espessura do revestimento de zinco (25 microns), por método que ateste a qualidade e a quantidade do revestimento, por método não destrutivo, no caso de metais ferrosos; exceto quando não for em inox. 4)Ensaio de resistência a corrosão das partes metálicas, segundo NBR 8094:1983, com resistência mínima de 24 horas em névoa salina, exceto quando não for em inox. 5)Ensaio de arco elétrico deve ser executado no conjunto conforme a ASTM F887. Após término do ensaio o conjunto ( cinto paraquedista, talabarte duplo Y, talabarte simples, talabartes de posicionamentos e trava-quedas) deve ser submetido ao teste de resistência ou comportamento dinâmico. O teste dinâmico deve ser realizado de acordo com a norma ABNT ou norma referenciada na ASTM F887. 6)Ensaio de verificação de flamabilidade de tecidos dos corpos-de-provaverticais os testes devem demonstrar as características retardantes a chama, devem atender a norma ASTM: D 6413-08. O produto não deve perder suas características retardante de chama após lavagem com água. 7)Flamabilidade vertical das fitas de sustentação e cinturão abdominal, como recebido (novo e sem uso), após 50 lavagens e após 100 lavagens . Ensaio realizado conforme a ISSO 15025, Método A. As condições de fornecimento da documentação e dos laudos com os ensaios citados devem ser atendidas para que se dê sequência ao processo de a valiação técnica. 6 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS 6.1 CINTO DE SEGURANÇA TIPO PÁRA-QUEDISTA O cinto de segurança, tipo pára-quedista, deve ser uma peça única, de formato “Y”, constituída por cinturão abdominal, porta-coxas/perneiras almofadadas que possibilita a transpiração e deve possuir as seguintes características: a) As tiras do cinturão abdominal, das pernas e do suspensório devem ser confeccionadas em fitas de poliéster, com no mínimo 40 mm de largura; b) As tiras dos ombros devem ser confeccionadas em poliéster sem trama elástica ; ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 1.019 UNIFORMES E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA NO TRABALHO CONJUNTO DE SEGURANÇA PARA TRABALHO EM ALTURA - POSTES Data: 08/2007 Revisão:16 07/02/2013 DGC/SST/CSEG Marcus G. de Drusina Voos Eduardo Silva Mendonça Visto CSEG Pág. 4/11 c) Deve apresentar pontos de ancoragem distintos, quais são: central ou abdominal, esternal ou peitoral, e dorsal; d) Cinturão abdominal em poliéster, com encosto almofadado em material que possibilite a transpiração para maior conforto do usuário. e) O cinturão deve ter sistema de ajustes abdominal e dos cintos e das alças das pernas através de fivelas de ajustes confeccionadas em aço inoxidável, constituídas de tal forma que não permitam a abertura ou o deslizamento das tiras do cinto, porém permitindo ajuste fácil ao vestir e constante durante seu uso; f) Fixação peitoral ou parte superior por mosquetão tipo pera em aço, com trava no gatilho, tipo trava com mola automática, com capacidade de nominal de 22 kN, em aço, com trava de segurança de rosca. g) O fechamento do cinto é através de fivelas de engate rápido com dupla trava automática de segurança embutida; deve atender aos itens 4 e 5 ; h) Deverá possuir duas argolas nas laterais em aço inoxidável ou aço forjado e de angulação aberta, que garanta facilidade e praticidade ao engate do talabarte de posicionamento. Estas argolas devem apresentar certo ângulo. i) As argolas laterais devem ser fixadas em dois pontos de apoio, de forma a não permitir giro livre (sem ação do usuário) para trás. j) No cinturão deverá possuir dispositivos ou alças em fitas de poliéster em cada lateral abaixo da argola do posicionamento do talabarte, para transporte de corda de serviço. k) Dimensões e numerações dos cinturões de segurança: OBS: o equipamento deve atender aos quesitos ergonômicos estabelecidos na ABNT NBR 15836:2010. FIGURAS ILUSTRATIVAS M ÍN . M Á X . M ÍN . M Á X . 0 3 1 0 + / - 5 0 6 3 0 m m 8 5 0 m m 1 2 5 0 m m 4 0 0 m m 7 0 0 m m 1 4 6 0 + / - 5 0 7 8 0 m m 1 0 0 0 m m 1 4 0 0 m m 5 0 0 m m 8 0 0 m m 2 5 6 0 + / - 5 0 8 8 0 m m 1 1 0 0 m m 1 5 0 0 m m 5 0 0 m m 9 0 0 m m 3 6 1 0 + / - 5 0 9 3 0 m m 1 1 5 0 m m 1 5 5 0 m m 5 0 0 m m 1 0 0 0 m m R E G . P E R N A S T A M . R E G . C IN T U R A E N T R E A R G O L A S ( A ) A L M O F . C IN T U R A ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 1.019 UNIFORMES E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA NO TRABALHO CONJUNTO DE SEGURANÇA PARA TRABALHO EM ALTURA - POSTES Data: 08/2007 Revisão:16 07/02/2013 DGC/SST/CSEG Marcus G. de Drusina Voos Eduardo Silva Mendonça Visto CSEG Pág. 5/11 6.2 TRAVA-QUEDA PARA CORDAS O trava-queda para cordas deve apresentar as seguintes características: a) Dispositivo de segurança para trabalhos na vertical, cuja movimentação deve ser automática na subida, sem necessidade de interferência do usuário; b) Deve permitir movimentação na vertical e possuir dupla trava de segurança, com sistema de freio acionado manualmente, que permita o posicionamento do dispositivo acima da linha de trabalho do usuário; c) Deve ser confeccionado em aço inoxidável para ser utilizado em corda de poliamida trançada com diâmetro de 12 mm; d) Deve ser construído de forma que permita apenas uma posição de instalação na corda; e) Caso o equipamento trava-quedas não esteja na posição correta, a instalação do mesmo deve apresentar dificuldade, de tal forma que sirva de aviso ao usuário para o erro de conexão; f) Deve possuir dois (um reserva) mosquetão tipo “OVAL” de engate rápido em aço, com dupla trava de segurança e empunhadura de aproximadamente 60 mm de comprimento, confeccionado em aço, com tensão de ruptura mínima de 20 kN, necessário para fixar a corda de vida a vara telescópica. g) O equipamento trava-quedas deverá estar acoplado a uma fita dupla em anel 22 mm de largura, confeccionada 100% poliamida ou poliester de alta tenacidade, com 300 mm de comprimento medidos entre os pontos de ancoragem ( distância entre o centro do olhal do dispositivo trava- queda até a extremidade oposta em sua maior dimensão) e tolerância de �10 mm. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 1.019 UNIFORMES E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA NO TRABALHO CONJUNTO DE SEGURANÇA PARA TRABALHO EM ALTURA - POSTES Data: 08/2007 Revisão:16 07/02/2013 DGC/SST/CSEG Marcus G. de Drusina Voos Eduardo Silva Mendonça Visto CSEG Pág. 6/11 h) Poderá apresentar deslocamento (H) máximo de 25 cm. Serão verificados os ensaios de desempenho dinâmico do trava-queda para determinação do deslocamento . 6.3 TALABARTE DE NYLON COM REGULADOR DE PUNHO ANATÔ MICO E PROTETOR DA CORDA (Talabarte de Posicionamento) Conjunto de segurança, cuja finalidade é posicionar o eletricista à estrutura, possuindo materiais com as seguintes características: a) Corda estática fabricada em fibras sintéticas virgens nono ou multifilamento, diâmetro mínimo de 14 mm , com amarrações ou costuras nas extremidades protegidas e com cobertura de proteção contra abrasão ( a atividades em poste e estruturas) na parte central, confeccionada em material resistente e perfeitamente moldado sobre o talabarte. A capa ou cobertura de proteção deve ser resistente permitindo o fácil deslizamento da corda do talabarte; b) A capa protetora da corda deve ter grande flexibilidade e ser resistente à abrasão e; deve ser de fácil a manutenção e/ou substituição em caso de desgaste. c) Regulador (do talabarte) confeccionado em chapa de aço de acabamento metalizado, com a finalidade de regular o comprimento do talabarte e de frear após o seu ajuste; d) Deve possuir punho anatômico que permita fazer o ajuste da regulagem do talabarte - distância do empregado à estrutura, com apenas uma das mãos, sem “trancos”. Após o ajuste deve manter a corda travada; e) Mosquetão oval em aço de engate rápido em aço, com dupla trava de segurança e empunhadura de aproximadamente 60 mm de comprimento, confeccionado em aço, com tensão de ruptura mínima de 20 kN, com trava de segurança de rosca, para acoplamento do talabarte ao cinto de segurança; f) Extremidades da corda com fechamento através de costura das pontas da corda, e protegidos por capa de material plástico, que dão e mantém a forma dos olhais, mesmo sob tração; g) Comprimento total do talabarte: 2000 mm . 6.4 DISPOSITIVOS PARA FIXAÇÃO DA LINHA DE VIDA NA E STRUTURA a) Os dispositivos fazem parte integrante do conjunto de segurança os mesmos poderão ser adquiridos em separado conforme especificações técnicas abaixo, em sua última versão: I. Fixação em mão francesa =>Gancho – ETS 1060 II. Fixação na furação do poste tipo Duplo T=> Agulhão – ETS 1.059 III.Anel de ancoragem tubular => ETS 1.062 b) Os referidos dispositivos devem ser confeccionados com acabamento sem farpas, quinasvivas ou fissuras. c) Os proponentes deverão encaminhar as descrições técnicas desses dispositivos, compreendendo a composição do material e os resultados dos esforços aplicados. d) Os dispositivos de fixação deverão ser capazes de serem posicionados e acoplados por meio da vara de manobra telescópica. 6.5 TREINAMENTO PRÁTICO PARA UTILIZAÇÃO DO CONJUNTO a) A COPEL deverá treinar e reciclar todos os empregados na pratica de utilização dos equipamentos, conforme NR 06. b) A empresa vencedora da proposta deverá treinar mediante solicitação da COPEL os empregados da Copel, para a correta utilização do Conjunto de Segurança para Trabalhos em ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 1.019 UNIFORMES E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA NO TRABALHO CONJUNTO DE SEGURANÇA PARA TRABALHO EM ALTURA - POSTES Data: 08/2007 Revisão:16 07/02/2013 DGC/SST/CSEG Marcus G. de Drusina Voos Eduardo Silva Mendonça Visto CSEG Pág. 7/11 Altura, que atuarão como multiplicadores internos, sempre que houver mudanças tecnológicas significativas c) O treinamento deverá compreender aspectos teóricos e práticos do conjunto de segurança para trabalhos em altura. d) A carga horária do treinamento, para o grupo determinado pela COPEL deverá ser de 8 horas, sendo 1 hora para treinamento teórico e as demais para a prática de utilização do conjunto, instalação da corda de vida e uso do trava-quedas, conforme houver mudanças tecnológicas significativas. e) O treinamento deverá ser ministrado em cidade a ser designada por ocasião da aquisição. 7 AVALIAÇÃO DE AMOSTRAS 7.1 QUANTIDADE DE AMOSTRAS . O fornecedor deverá submeter uma amostra nos tamanhos 1 e 2 do conjunto de EPI à aprovação da COPEL, dentro dos padrões estabelecidos nesta Especificação Técnica. 7.2 AVALIAÇÃO ERGONÔMICA DOS MATERIAIS Esta avaliação consiste na utilização dos materiais em campo, em atividades de rotina dos empregados. Principalmente a ergonomia do cinto tipo paraquedista deve ser avaliada, através da verificação do conforto oferecido pelo cinto quando em posicionamentos críticos, sendo os principais a serem verificados, os seguintes: a) Suspensão pelo ponto de ancoragem peitoral ou “esternal”; b) Suspensão pelo ponto de ancoragem dorsal; c) Posicionamento pelos pontos laterais do cinturão abdominal. Nestes testes serão avaliadas pressões demasiadas em partes do corpo (coxa, virilha, nádegas, região dos rins, peito, pescoço e ombros) e posicionamento de ferragens. Ainda na ergonomia devem ser checados: força/dificuldade exigida para operar mecanismos e pontos problemáticos que podem causar acidentes. Devem ser simuladas demais atividades de rotina da área onde é testado o material e, avaliados pontos tais como, praticidade de uso, acabamento e peso, inclusive nas atividades de treinamento do procedimento de resgate do eletricista.. Esta avaliação tem caráter reprobatório. 7.3 APROVAÇÃO DO MATERIAL Em virtude do conjunto de proteção contra quedas com diferença de nível ser considerado EPI conjugado, caso haja, por exemplo, aprovação do talabarte e não do cinto, ou vice-versa, considerar-se- á o conjunto não aprovado. O mesmo acontece com trava-quedas e cinto. Para verificação de como o conjunto foi associado pelo fabricante, deverá ser observada a descrição do C.A. 7.4 PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DOS TESTES a) Coordenação dos testes por representantes da CSEG – COORDENADORIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO; b) Execução dos testes em equipes compostas por um total de 2 (dois) eletricistas –em cada equipe, c) Local dos testes: rede de distribuição e área de treinamento da COPEL; ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 1.019 UNIFORMES E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA NO TRABALHO CONJUNTO DE SEGURANÇA PARA TRABALHO EM ALTURA - POSTES Data: 08/2007 Revisão:16 07/02/2013 DGC/SST/CSEG Marcus G. de Drusina Voos Eduardo Silva Mendonça Visto CSEG Pág. 8/11 d) Preenchimento dos formulários de avaliação ou FAC- Formulário de Acompanhamento; e) Cada equipe responsável pelos testes deve emitir um parecer aprovando ou não o material. f) Antes de enviar as avaliações/pareceres finais deverá haver entendimento entre as equipes, para que os pareceres finais sejam de reprovação ou aprovação com base em decisão conjunta. g) Caso haja reprovação, devem ser citados os pontos problemáticos com um bom nível de detalhes para que o fabricante possa efetuar melhorias nos produtos apresentados. h) Elaboração do relatório final pelos representantes; i) Todo o material testado ficará de posse da CSEG até a conclusão do processo licitatório (entrega do equipamento); 8 ENSAIO DE ROTINA NO RECEBIMENTO Deverá ser avaliado quesitos especificados no item 6 – Características Técnicas Comprovar a validade do Certificado de Aprovação –CA . Recebimento e ensaios em fabrica de acordo com as normas itens 4.1,4.2 e 4.3. 9 CONDIÇÕES DE GARANTIA E RASTREABILIDADE O Proponente deverá dar garantia total contra qualquer defeito comprovado de material ou de fabricação pelo prazo de 12 meses, ou maior, quando especificado pelo fabricante e assumindo todas as despesas necessárias para sua normalização; a partir da certificação da entrega, como exemplo: • Rasgos; • Deslocamento e manchas; • Rompimento de costuras; • Defeitos de confecção; • Corrosões • Mau funcionamento 10 EMBALAGEM Conforme manual da Superintendência de Logística de Suprimento da COPEL Os conjuntos mencionados – Cinturão, Talabarte e Trava-quedas, juntamente com os Dispositivos para fixação da linha de vida na estrutura, o trecho de corda de linha de vida com 30 m e demais acessórios componentes, deverão ser embalados em uma única peça. As embalagens deverão ser padronizadas, de modo a facilitar a distribuição aos usuários. 11 CONDIÇÕES GERAIS PARA FORNECIMENTO 11.1 MANUAL DE INSTRUÇÕES E OPERAÇÃO Deverá ser fornecido com o equipamento, manual contendo instruções de uso se de conservação do equipamento, bem como alertar para os riscos de seu uso indevido. No manual devem constar,em folha ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 1.019 UNIFORMES E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA NO TRABALHO CONJUNTO DE SEGURANÇA PARA TRABALHO EM ALTURA - POSTES Data: 08/2007 Revisão:16 07/02/2013 DGC/SST/CSEG Marcus G. de Drusina Voos Eduardo Silva Mendonça Visto CSEG Pág. 9/11 destacável, os dados do equipamento e o CA; deve também possuir espaço para que o usuário ao receber possa se identificar e assinar o recebimento do manual. . 11.2 ACABAMENTO Os equipamentos devem ter bom acabamento, com ferragens sem cantos vivos ou arestas cortantes ou ásperas que possam causar desfiamento nas costuras ou tecidos, ou ainda, causar escoriações e lesões aos usuários. As costuras devem ser uniformes, simétricas e contínuas. As costuras de segurança devem ser de cores contrastantes ao material de confecção. 11.3 MOSQUETÕES Todos os mosquetões deverão trazer gravados indelevelmente as tensões mínimas de ruptura e o nome do fabricante. Os mosquetões componentes dos equipamentos deverão possuir, no mínimo, dupla trava de segurança. 11.4 PORTA ETIQUETA Destinado para fixar o cartão de identificação do usuário, com o nome e lotação e, deverá estar localizada em local visível e em uma posição que não incomode as atividades do usuário. 12 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE – NORMAS SÉRIE IS O-9000 É recomendável que os fornecedores desenvolvam ações voltadas para Gestão da Qualidade de modo que os materiais e produtos fornecidos à COPEL atendam aos padrões mínimos de qualidade exigidos, com base nas normas da série ISO- 9000 (NBR série 9000) no que julgado aplicável. No processo de produção deve ser minimizada ou evitada a geração de impactos ambientais negativos 13 SISTEMA DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE – NORMAS SÉ RIE ISSO-14000 É recomendável que os fornecedores desenvolvam, também, políticas de proteção ao meio ambiente, fomentandoculturas e ações ecológicas quanto aos processos fabris de materiais e produtos fornecidos à Copel, com base nas normas de série ISO- 14000 (NBR ISO 14000). 14 VALIDADE ou VIDA ÚTIL E REPOSIÇÃO As informações a respeito da vida útil e de reposição devem constar em detalhes no manual de instrução – item 11.1. O fabricante deverá propor uma validade mínima de 5 (cinco) anos no equipamento. 15 CÓDIGO DE BARRAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 1.019 UNIFORMES E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA NO TRABALHO CONJUNTO DE SEGURANÇA PARA TRABALHO EM ALTURA - POSTES Data: 08/2007 Revisão:16 07/02/2013 DGC/SST/CSEG Marcus G. de Drusina Voos Eduardo Silva Mendonça Visto CSEG Pág. 10/11 O equipamento deverá possuir na etiqueta do equipamento um sistema de dados por código de barras com numeração sequencial, onde deverá informar data de fabricação, número de referência de fabricação, lote e certificado de aprovação (CA). 16 CÓDIGOS COPEL Nomenclatura e códigos: a)Conjunto de segurança para trabalhos em altura, Tamanho 1 : Códigos SCM :016990-0 e SAP15004518 Composto por: 01 cinturão tipo pára-quedista tamanho 1, 01 trava-queda para corda, 01 talabarte de nylon com regulador e protetor de corda, dispositivos para fixação de linha de vida na estrutura e 30 m de corda de linha de vida. b)Conjunto de segurança para trabalhos em altura, Tamanho 2 : Códigos SCM: 016991-9 e SAP:15004551 Composto por: 01 cinturão tipo pára-quedista tamanho 2, 01 trava-queda para corda, 01 talabarte de nylon com regulador e protetor de corda, e dispositivos para fixação de linha de vida na estrutura e 30 m de corda de linha de vida. c)Conjunto de segurança para trabalhos em altura, Tamanho 0 : Códigos SCM: 017269-3 e SAP :15007185 Composto por 01 cinturão tipo pára-quedista tamanho 0, 01 trava-queda para corda, 01 talabarte de nylon com regulador e protetor de corda, e dispositivos para fixação de linha de vida na estrutura e 30 m de corda de linha de vida. d)Conjunto de segurança para trabalhos em altura, Tamanho 1 : Códigos SCM: 0173657 e SAP: 15007855 Composto por: 01 cinturão tipo pára-quedista tamanho 1, 01 trava-queda para corda, 01 talabarte de nylon com regulador e protetor de corda. e)Conjunto de segurança para trabalhos em altura, Tamanho 2 : Códigos SCM : 0173665 e SAP:15007859 Composto por: 01 cinturão tipo pára-quedista tamanho 1, 01 trava-queda para corda, 01 talabarte de nylon com regulador e protetor de corda. f)Conjunto de segurança para trabalhos em altura, Tamanho 0 : Códigos SCM: 0173673 e SAP: 15007883 Composto por: 01 cinturão tipo pára-quedista tamanho 0, 01 trava-queda para corda, 01 talabarte de nylon com regulador e protetor de corda. Obs.:No item 8, as linhas “d”, “e” e “f” tratam de códigos sem os dispositivos de ancoragem e a corda de linha de vida, para os usuários que já ten ham adquiridos estes materiais ou estejam com estes materiais em bom estado. 17 OBSERVAÇÕES: 15.1 Os produtos mencionados – Cinturão, talabarte e trava-quedas deverão possuir Certificado de Aprovação (CA) do Ministério do Trabalho, atualizados, sendo registrados em CA – Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho - conjugado. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS Nº 1.019 UNIFORMES E EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA NO TRABALHO CONJUNTO DE SEGURANÇA PARA TRABALHO EM ALTURA - POSTES Data: 08/2007 Revisão:16 07/02/2013 DGC/SST/CSEG Marcus G. de Drusina Voos Eduardo Silva Mendonça Visto CSEG Pág. 11/11 15.2 Os mosquetões devem ser identificados, com letras indeléveis o nome do fabricante e a sua capacidade nominal. 15.3 A identificação da data de fabricação, do número do lote e do nome do fabricante deverá ser informada, por meio de etiquetas resistentes e com letras indeléveis. 15.4 A utilização de materiais similares aos exigidos nesta Especificação, somente será permitida sob consulta e aprovação prévias a COPEL DGC/SST/CSEG, por escrito e em tempo hábil. 15.5 A inspeção e fiscalização sobre a fabricação, embalagem e expedição, serão realizadas segundo as normas de aquisição da Empresa. 15.6 O fornecedor deverá providenciar todos os dispositivos necessários para realização dos ensaios de recebimento dos equipamentos em fábrica, conforme normas mencionadas nos itens 3.1 e 5.4. 15.7 A Corda de Fibra Sintética p/ Linha de Vida, os 30 m de corda apesar de fazer parte integrante do conjunto, poderá ser adquirido em separado conforme Especificação Técnica Nº 1.038. 6.8 A COPEL poderá a qualquer momento verificar se o fabricante fornecedor desenvolve ações voltadas a políticas de proteção ao meio-ambiente e gestão de qualidade.