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O poder administrativo que fundamentou a determinação do Município é o poder 
a) de hierarquia, e, pelo seu atributo da coercibilidade, o particular é obrigado a obedecer às ordens emanadas pelos agentes 
públicos, que estão em nível de superioridade hierárquica e podem usar meios indiretos de coerção para fazer valer a supremacia 
do interesse público sobre o privado. 
b) disciplinar, e o particular está sujeito às sanções impostas pela Administração Pública, em razão do atributo da 
imperatividade, desde que haja a prévia e imprescindível chancela por parte do Poder Judiciário. 
c) regulamentar, e os agentes públicos estão autorizados a realizar atos concretos para aplicar a lei, ainda que tenham que se 
valer do atributo da autoexecutoriedade, a fim de concretizar suas determinações, independentemente de prévia ordem judicial. 
d) de polícia, e a fiscalização apresenta duplo aspecto: um preventivo, por meio do qual os agentes públicos procuram 
impedir um dano social, e um repressivo, que, face à transgressão da norma de polícia, redunda na aplicação de uma sanção. 
 
Gabarito: D 
 
Questão 26: FCC - Con Leg (CL DF)/CL DF/Constituição e Justiça/2018 
Assunto: Poder de Polícia 
A atuação da Administração no exercício do poder de polícia, de acordo com os limites do regime jurídico administrativo que a 
informa, 
a) é dotada de exigibilidade, representada por meios indiretos de coerção, como aplicação de multa, e, quando 
expressamente previsto em lei, de auto-executoriedade, que autoriza a Administração a por em execução suas decisões, sem 
necessidade de ordem judicial. 
b) corresponde a atividades de natureza negativa, impondo aos particulares vedações ou restrições no exercício de seus 
direitos em prol do interesse público, daí porque as atividades positivas, como concessão de licenças e autorizações, escapam a 
tal atuação, configurando prestação de serviço público. 
c) é exercida exclusivamente mediante atos materiais praticados pela Administração, de conteúdo preventivo ou repressivo, 
não abrangendo os atos normativos que estabeleçam, em caráter geral e impessoal, restrições ou limitações ao exercício de 
atividades privadas. 
d) é exercida nos limites e condições autorizados por lei, o que significa que não comporta margem de discricionariedade pela 
Administração, correspondendo a atos materiais de natureza vinculada e sempre de cunho repressivo. 
e) corresponde apenas à polícia judiciária, responsável pela repressão de crimes e proteção à segurança e à ordem pública, 
sendo as restrições e limitações às atividades econômicas impostas aos particulares campo reservado à atividade de regulação 
estatal. 
Gabarito: A 
 
Questão 27: FCC - Proc (PGE MA)/PGE MA/2016 
Assunto: Poder de Polícia 
A atividade de polícia administrativa 
a) sempre é exercida de forma discricionária, sendo que tal característica é impositiva, em razão do princípio da 
proporcionalidade. 
b) nem sempre é prestada de forma gratuita pela Administração, havendo situações que implicam em onerosidade de seu 
exercício. 
c) é irrenunciável, de modo que não é possível a revogação de medidas de polícia administrativa, uma vez que tenham sido 
aplicadas pela autoridade competente. 
d) é dotada do atributo de imperatividade, que consiste na possibilidade que a Administração tem de executar suas decisões 
com seus próprios meios, sem necessidade de provocação do Poder Judiciário. 
e) pode ser exemplificada pela atuação das corregedorias, ao fiscalizar a atividades dos órgãos públicos. 
 
Gabarito: B 
 
Questão 28: FGV - Fisc Trib (Osasco)/Pref Osasco/2014 
Assunto: Poder de Polícia 
Sobre o poder de polícia, é lícito afirmar que: 
a) é remunerado por meio de tarifa, ou seja, preço público que é exigível pelo poder público ao particular sobre o qual recai a 
atuação do administrador; 
b) se restringe à atuação das forças de segurança pública, com escopo de prevenir e reprimir a criminalidade; 
c) se trata de direito absoluto da Administração Pública limitar a atuação do particular em prol do interesse público; 
d) tem como característica a autoexecutoriedade, segundo a qual a Administração não depende da intervenção de outro poder 
para tornar o ato efetivo; 
e) tem por fundamento a supremacia do interesse privado sobre o público, respeitados os limites legais.

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