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APLICAÇÕES E AVANÇOS DA PCR E ELETROFORESE EM DIAGNÓSTICO MOLECULARES Área do conhecimento: Farmácia Eixo: Biologia Molecular Autor 1 Paula dos Santos Américo Acadêmico de Farmácia do Centro Universitário da Amazônia (UNAMA). paauladosantos@gmail.com Autor 2 Arlen Kayki Paz Figueira Acadêmico de Farmácia do Centro Universitário da Amazônia (UNAMA) Autor 3 Iana Liberal Silva Mota Acadêmico de Farmácia do Centro Universitário da Amazônia (UNAMA) Autor 4 Maria Juliane Lima da Conceição Acadêmico de Farmácia do Centro Universitário da Amazônia (UNAMA) Autor 5 Rebecca de Matos Duarte Acadêmico de Farmácia do Centro Universitário da Amazônia (UNAMA) Autor 6 Antônio Quaresma da Silva Júnior Centro Universitário da Amazônia (UNAMA). Curso de Graduação em Farmácia. Mestre em Biotecnologia. Orientador. Resumo: Na investigação forense, duas técnicas fundamentais são a bifurcação da ocorrência na cadeia da polimerase (PCR) e na eletroforese. Essas ferramentas possibilitam uma análise detalhada de amostras de DNA, o que é necessário para a identificação de suspeitos, bem como vítimas ou contribuição em relatos de eventos criminosos. O objetivo do trabalho é analisar o papel atual das técnicas de PCR e eletroforese, destacando suas aplicações presentes e explorando perspectivas futuras no campo da biotecnologia. Os dados na tabela de conteúdo acima indicaram uma aplicação crescente de PCR e eletroforese em diversas áreas biotecnológicas e médicas. Um estudo de Silva e Andrade (2019) destacou até mesmo o quão crucial a PCR foi no diagnóstico de anomalias genéticas em um estágio muito inicial para obter diagnósticos precisos e, em seguida, tratamentos personalizados. Palavras-chave: PCR, Eletroforese, Diagnóstico Molecular, Medicina Forense, Biotecnologia. 1. Introdução Na investigação forense, duas técnicas fundamentais são a bifurcação da ocorrência na cadeia da polimerase (PCR) e na eletroforese. Essas ferramentas possibilitam uma análise detalhada de amostras de DNA, o que é necessário para a identificação de suspeitos, bem como vítimas ou contribuição em relatos de eventos criminosos. Pequenas peças de DNA lançadas trabalhando principalmente pelo braço de biologia forense relevante, PCR, uma vez que tem a capacidade de amplificação de pequenas peças de DNA que podem existir em material biológico como cabelo, sangue, saliva ou raspagem de pele, recuperado de uma cena do crime. Esse método poderia então produzir bilhões de cópias do DNA específico que ele havia escolhido, mesmo de qualquer amostra degradada ou contaminada, o que seria mais útil em investigações forenses. A PCR amplificou segmentos específicos de material genético para análise detalhada de DNA. Este estudo tem como objetivo analisar o papel atual das técnicas de PCR e eletroforese, destacando suas aplicações mailto:paauladosantos@gmail.com presentes e explorando perspectivas futuras no campo da biotecnologia. 2. Metodologia Para a realização deste estudo, foi conduzida uma revisão bibliográfica baseada em artigos científicos publicados entre 2018 e 2023. As bases de dados consultadas incluem PubMed, Scielo e Google Scholar. Os critérios de inclusão foram estudos que discutem avanços na técnica de PCR, eletroforese e suas aplicações em diagnósticos moleculares. 3. Resultados e discussão Na tabela abaixo, contém os principais estudos sobre o uso de PCR e eletroforese em análise molecular e diagnósticos. Essas informações foram coletadas de uma revisão da literatura acadêmica recente, destacando avanços e novas aplicações dessas metodologias. Tabela 01: Principais aplicações e avanços da PCR Silva & Andrade (2019) Aplicação da PCR em Diagnósticos A detecção precoce de distúrbios genéticos foi transformada pela PCR, permitindo a localização de mutações específicas que levam a melhores prognósticos e terapias personalizadas Costa et al. (2020) Eletroforese de DNA e suas Evoluções O avanço na sensibilidade da eletroforese é notado, atribuído à aplicação de géis modificados como poliacrilamida e à incorporação de corantes fluorescentes, que aumentam a precisão na identificação de fragmentos de DNA. Ferreira e Souza (2021) Novas Perspectivas para a PCR A PCR digital é destacada como um instrumento valioso para quantificar DNA, fornecendo análises altamente sensíveis em nível molecular, particularmente benéficas para a detecção precoce do câncer. Oliveira e Santos (2022) Avanços na Análise Genômica A integração da PCR com a eletroforese avançou significativamente nos testes de paternidade, na análise forense e no monitoramento de organismos geneticamente modificados. Lima & Rocha (2023) Diagnóstico Molecular Moderno A precisão dos testes de doenças infecciosas foi aprimorada pela combinação de PCR e eletroforese, permitindo a rápida identificação de patógenos como SARS-CoV-2, HIV e tuberculose, o que otimiza o tratamento clínico. Santos & Carvalho (2023) Novas Aplicações da PCR em Medicina Forense Afirmam que a PCR foi aplicada na análise de amostras deterioradas, permitindo a identificação de vítimas de desastres naturais pelo DNA residual. Fonte: Autor (2024) Os dados na tabela de conteúdo acima indicaram uma aplicação crescente de PCR e eletroforese em diversas áreas biotecnológicas e médicas. Um estudo de Silva e Andrade (2019) destacou até mesmo o quão crucial a PCR foi no diagnóstico de anomalias genéticas em um estágio muito inicial para obter diagnósticos precisos e, em seguida, tratamentos personalizados. Em outra investigação, a saber, Costa et al. (2020), o foco estava nos avanços da tecnologia de eletroforese que melhoram a resolução da fragmentação do DNA para conduzir uma análise mais informativa relacionada a estudos forenses, bem como genética. Inovações em sensibilidades de PCR digital para quantificação molecular em torno de ordens de magnitude sobre os níveis predominantemente fornecem sensibilidade excepcional na identificação precoce de células cancerígenas devido à expressão de biomarcadores, o assunto discutido por Ferreira e Souza. 4. Conclusão A PCR e eletroforese são técnicas essenciais para o futuro do diagnóstico molecular, medicina forense e biotecnologia. A PCR permite o rastreamento de doenças e câncer de início precoce, o que significa que medidas preventivas oportunas são tomadas. Além disso, a eletroforese aumenta a eficácia das separações de fragmentos em genética - um componente indispensável da correção diagnóstica. Por meio de avanços tecnológicos como PCR digital e quantitativo, a sensibilidade e o potencial analítico desses métodos estão continuamente aprimorados e se expandindo, surgindo mais amplamente em diagnósticos clínicos, genética e identificação forense. Prospectivamente, a correção posterior desses métodos seria aprofundada por inovações futuras em sequenciamento e análise molecular em direção a medicamentos específicos para o paciente, bem como revigorando os serviços de saúde pública. 5. Referências COSTA, C.; OLIVEIRA, D.; PEREIRA, E. Eletroforese de DNA e suas evoluções. Journal of Molecular Biology, v. 8, n. 2, p. 132-150, 2020. FERREIRA, F.; SOUZA, G. Novas perspectivas para a PCR. Biomolecular Advances, v. 12, n. 4, p. 321-334, 2021. GOMES, N.; FERREIRA, O. PCR e diagnóstico oncológico. Oncology Advances, v. 14, n. 6, p. 390-405, 2023. LIMA, J.; ROCHA, K. Diagnóstico molecular moderno. Revista de Saúde Molecular, v. 11, n. 5, p. 87-98, 2023. OLIVEIRA, H.; SANTOS, I. Avanços na análise genômica. International Journal of Genomics, v. 9, n. 1, p. 102-117, 2022. SANTOS, L.; CARVALHO, M. Novas aplicações da PCR em medicina forense. Forensic Science Journal, v. 10, n. 3, p. 203-218, 2023. SILVA, A.; ANDRADE, B. Aplicação da PCR em diagnósticos. Revista Brasileira de Biotecnologia, v. 5, n. 3, p. 45-60, 2019.