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Osteologia 
Conceitos gerais
• Trata da forma, disposição e estrutura dos
tecidos e órgãos que formam o corpo.
– Anatomia macroscópica.
• Nomina Anatômica Veterinária (NAV) -
vocabulário internacionalmente aceito.
• Termos – anatomia animal de quadrúpedes
• Estruturas craniais: na direção da cabeça (crânio).
– Na cabeça estruturas voltadas para o focinho (rostro): 
rostrais.
• Caudais: em direção à cauda.
• Estruturas (ou posições) dorsais: região das costas 
(dorso).
• Estruturas ventrais: na barriga (ventre) ou na superfície 
correspondente da cabeça ou da cauda.
• Estruturas mediais: em direção ao plano mediano que 
divide o corpo em metades simétricas (direita e esquerda).
• Estruturas laterais: em direção aos lados (flancos) do 
animal.
• Membros:
– Estruturas que se encontram em direção à junção 
com o corpo: proximais.
– Estruturas mais distantes: distais.
• Membros - na parte proximal:
– Estruturas que se encontram voltadas para a frente – 
craniais.
– Estruturas voltadas para trás: caudais.
• Na parte distal:
– Estruturas voltadas para a frente: dorsais.
– Estruturas voltadas para trás: palmares (palma das mãos) 
nos membros torácicos e plantares (planta, sola dos pés) 
nos membros pélvicos.
• Planos em relação à secção do corpo:
– Mediano: divide o corpo em metades simétricas direita e 
esquerda.
– Sagital: qualquer plano paralelo ao mediano.
– Paramediano: próximo ao mediano.
– Dorsal: secciona o tronco ou outra parte de forma 
paralela à superfície dorsal.
– Transversal: secciona o tronco, a cabeça, o 
membro ou outro apêndice de maneira perpendicular ao seu
próprio eixo longitudinal.
• Planos em relação à secção do corpo - membros:
– Axial: próximo ao eixo do dígito central.
– Abaxial: distante do eixo.
Conceitos gerais
• Osteologia: estudo dos esqueletos axial,
apendicular e cinturas.
• Artrologia ou sindesmologia: classificação e
descrição das articulações.
• Miologia: estudo dos músculos e anexos.
• Angiologia: estudo dos sistemas cardiovascular e
linfático, e circulação fetal.
• Funções primárias do esqueleto:
– Sustentação do corpo,
– Formação do sistema de alavancas utilizado na
locomoção,
– Proteção de partes moles.
• Principal tecido esquelético: osso.
Classificação topográfica dos ossos:
– Esqueleto axial: ossos da cabeça, tronco e cauda.
– Esqueleto apendicular: dos membros.
• Esqueleto axial:
–Crânio
–Mandíbula
–Vértebras
– Cervicais
– Torácicas
– Lombares
– Sacrais
– Coccígeas
–Costelas
–Esterno
• Esqueleto apendicular:
– Escápula
– Úmero
– Rádio
– Ulna
– Carpos
– Metacarpos
– Falanges
– Pelve
– Fêmur
– Patela
– Tíbia
– Fíbula
– Tarsos
– Metatarsos
– Falanges
• Classificação individual dos ossos:
– Ossos longos: característicos de membros, tendem a 
ser cilíndricos.
• Comprimento maior que largura e espessura.
• Desenvolvem-se a partir de três centros de ossificação: 
um no corpo (diáfise) e um em cada 
extremidade (epífise).
• Ex.: úmero, rádio, ulna, metacarpo, fêmur.
– Ossos curtos: não possuem dimensão que exceda, 
significativamente, as demais.
• Muitos estão agrupados juntos (ex. carpo e tarso).
– Ossos planos: expandidos em
duas direções, fina espessura.
• Escápula, ossos do cíngulo
pélvico e muitos dos que formam
o crânio.
• Superfícies amplas: permitem
fixação a grandes massas
musculares e proteção de partes
moles subjacentes.
– Ossos irregulares:
• Forma irregular, situados
geralmente no plano médio.
• Ex.: vértebras.
– Ossos sesamoides:
• Ex.: patela (antiga rótula),
ossos sesamoides da face
palmar.
• Organização osso longo:
– Diáfise: abriga uma cavidade medular central e é rugosa.
– Epífises: ocupadas por osso poroso ou osso esponjoso.
– Cavidade medular e espaços intersticiais de 
osso esponjoso: ocupados pela medula óssea.
– Osso esponjoso: possui trabéculas.
– Osso compacto: sólido.
Osso esponjoso; úmero; bovino.
• Revestimento ósseo:
– Periósteo:
• Membrana de tecido conjuntivo
fibroso, resistente, que envolve o osso
em toda sua extensão, exceto nos
pontos de articulação (revestido por
cartilagem).
– Endósteo:
• Membrana conjuntiva delgada que
reveste a superfície interna da
cavidade medular dos ossos longos.
• Suprimento sanguíneo:
– Significativo: 5-10% do débito cardíaco.
– Diversos tipos de vasos sanguíneos:
• Artéria nutrícia: maior fonte única.
– Penetra em direção ao interior do corpo do osso, em um
ponto razoavelmente constante, e adentra pelo forame.
• Cinturas:
– Unem o esqueleto axial ao esqueleto apendicular.
– Cintura escapular: une o membro torácico ao tronco.
– Cintura pélvica: une o membro pélvico ao tronco.
Acidentes ósseos
• Variações observadas na superfície dos ossos
adaptadas para realizar funções específicas:
– Locais para a fixação de músculos, tendões ou
ligamentos – não articulares.
– Podem participar da articulação entre os ossos -
articulares.
• Exemplos:
– Forame (orifício): abertura através da qual passam vasos
sanguíneos, nervos ou ligamentos; ex: forame nutrício.
– Fossa: depressão sobre um osso; ex: fossa mandibular do
osso temporal, fossa supraespinhosa da escápula.
– Tuberosidade: processo grande, arredondado e
normalmente áspero; ex: tuberosidade deltoide do úmero.
– Espinha ou processo espinhoso: projeção mais fina ou
aguda; ex: espinha da escápula, processo espinhoso das
vértebras.
Acidentes ósseos
• Exemplos:
– Trocânter: projeção grande e romba encontrada no fêmur;
ex: trocânter maior.
– Crista: margem proeminente no osso; ex: crista ilíaca do
quadril.
– Côndilo: elevação arredondada que forma uma
articulação; ex: côndilo do fêmur.
– Cabeça: projeção arredondada que está unida ao restante
do osso por um colo representado por uma porção mais
estreita; ex: cabeça do fêmur.
– Faceta: superfície lisa e plana que forma uma articulação;
ex: faceta das vértebras..
Esqueleto apendicular Membros torácicos:
• Escápula 
— é um osso par, plano, localizado sobre a parte 
craniodorsal, lateralmente comprimida com o tórax, 
articula-se distal mente com o úmero para formar a 
articulação do ombro 
• Possui três bordas 
- dorsal 
- caudal
- cranial 
• Possui três ângulos 
- ventral 
- caudal 
- cranial 
• possui duas faces 
- lateral 
- costal (vista medial)
• Cartilagem da escápula (em grandes animais, calcifica 
com a idade) 
• Fossa supra espinhosa (cranial)
• Fossa infra espinhosa (geralmente é a maior, caudal)
• Tuberosidade da espinha 
• Espinha 
• Acrômio (cavalos e porcos não possuem)
• Colo 
• Tubérculo supraglenoide 
• Cavidade glenoide (articulação com a cabeça do úmero) 
• Face serrata 
• Fossa subescapular 
• Processo coracoide 
• Forame nutrício 
• Sulco vascular 
O acrômio do gato é 
dividido em 2 processos, 
Hemato e Supra-hemato, 
o cão possui apenas o 
processo Hemato
Foráme nutrício
Ângulo cranial 
Ângulo caudal
Ângulo ventral
Borda caudal
Borda cranial
Borda dorsal
Face Lateral
Face costal
• Úmero 
 
— é um osso longo par, que forma o esqueleto do braço, 
articula-se cranioproximal com a escápula (cavidade 
glenoide) e distalmente com o rádio e a ulna. 
Epífise 
Proximal 
Diáfise 
Epífise
Distal
• Cabeça do úmero 
• Colo 
• Tubérculo maior (lateral) 
• Tubérculo menos (medial) 
• Sulco intertubercular 
• Tuberosidade deltóide 
• Tuberosidade redonda maior 
• Côndilo articular 
-Tróclea (se articula com a ulna)
-Capítulo (se articula com o radio)
• Fossa radial 
• Fossa do olécrano 
• Epicôndilo medial e Epicôndilo 
Lateral 
• Côndilo lateral e Côndilo medial
Localizado acima da 
tuberosidade deltóide 
• Possui 
quatro faces 
- lateral 
- medial
- caudal 
- cranial
Face cranialFace caudal
Face lateralFace medial
• Rádio e Ulna 
 
— rádio, mais cranial, ulna mais caudal. Articulam-se nas 
extremidades, possui espaço interósseo em algumas 
especies, equino e bovino são fusionados. 
Epífise 
Proximal 
Diáfise 
Epífise
Distal
• Olécrano 
• Tuber do olécrano 
• Processo ancôneo 
• Incisura troclear 
• Fóvea da cabeça do rádio 
•Tuberosidade do rádio 
• Articulações com capitulo e tróclea 
• Espaço interósseo 
• Corpo da ulna 
• Corpo do rádio 
• Tróclea 
• Processo estiloidemedial do rádio
• Processo estiloide lateral da ulna 
Ossos do carpo,metacarpo e falanges
Equino: a ulna não possui 
epífise distal
Bovino carnívoro e suíno : a 
ulna possui epífise distal 
Nós bovinos o tubérculo maior é 
muito avantajado, nós carnívoros 
existe a fossa do olécrano com o 
forame supratroclear
•Carpos
- ossos curtos, dispostos em duas fileiras. Formam as patas 
juntamente com metacarpos e falanges. Articulam-se entre si.
– Extremidade proximal dos ossos da fileira proximal
articula-se com o rádio.
– Extremidade distal dos ossos da fileira distal se
articula com os ossos do metacarpo.
• Metacarpos
– Número variável de ossos, de acordo com a espécie
animal.
• Bovinos: 2 ossos metacarpianos fundidos;
• Equinos: 3 metacarpianos (dos quais o central é o mais
desenvolvido);
• Suínos: 4 (os 2 centrais são os mais desenvolvidos).
• Carnívoros: 5 metacarpos.
– Entre o metacarpo e a falange proximal, na face palmar:
grandes sesamóides ou proximais - ossos vestigiais pares.
– Entre a falange média e a distal, na face palmar: pequenos
sesamóides ou distais.
Canal proximal do metacarpo 
Canal distal do metacarpo 
Tróclea 
• Falanges 
– ossos que compõem os dígitos:
– Falanges proximais: articulam-se com epífise distal
dos metacarpos.
– Falanges médias: articulam-se com as proximais.
– Falanges distais: articulam-se com as médias.
• Correspondem à forma do casco ou garra que contém.
• Ungulados: falange distal dentro dos cascos.
– Esqueleto digital é completado por:
• Pares de ossos sesamoides proximais na face palmar da
articulação metacarpofalangiana;
• Osso sesamoide distal (cartilagem, em cães) na face
palmar da articulação interfalangiana distal.
Esqueleto apendicular Membros pélvicos :
• Pelve (coxal)
• Pelve (cintura pélvica + sacro + 1as vértebras caudais):
– Cintura pélvica: constituída pelos ossos coxais
(ossos do quadril).
• Ílio
• Ísquio
• Púbis
Com o avançar da idade eles se fundem - coxal esquerdo 
e o direito unem-se através da sínfise pélvica ao longo de
toda a extensão da borda medial do ísquio e púbis.
• Pelve - ílio:
– Maior osso do coxal.
– Dispõe-se crâniodorsalmente.
– Articula-se com o sacro e demais ossos do coxal.
– Ventrolateralmente: saliência óssea não articular -
tuberosidade coxal ou ilíaca.
– Dorsomedialmente: tuberosidade sacral.
– Cranial - asa do ílio: une as tuberosidades.
– Caudal – corpo.
• Pelve - ísquio:
– Disposição caudal.
– Caudo- lateralmente: saliência óssea não 
articular - tuberosidade isquiática.
• Pelve - púbis:
– Dispõe-se ventralmente.
– Osso menos volumoso do coxal.
• Fêmur
– Osso mais dorsal do membro pélvico.
– Osso longo.
– Articula-se proximalmente com o coxal (acetábulo).
– Distalmente possui acidentes ósseos articulares para 
articular- se com a tíbia e a patela.
Epífise 
Proximal 
Diáfise 
Epífise
Distal
• Possui 
quatro faces 
- lateral 
- medial
- caudal 
- cranial
• Cabeça
• Colo
• Fóvea
• Trocanter maior
• Fossa trocantérica 
Crista intertrocanterica so bovino
• Trocanter menor
• Terceiro trocanter (equinos)
• Corpo
• Fossa Supracondilar 
• Côndilo medial do lado da cabeça 
e lateral
• Fossa intercondilar
• Epicôndilo lateral e Epicôndilo 
medial
• Tróclea
• Articula-se com a Patela
- Patela: Osso scsamoide que se 
articula com o fêmur
• Diferença entre especies, equino 
possui a presença de um terceiro 
trocanter na direção lateral, e o 
trocanter maior é dividido em parte 
cranial e caudal pela incisura 
trocanterica 
• Patela
– Antiga rótula.
– Osso sesamoide desenvolvido na inserção do
quadríceps femoral.
– Ovoide em cães e prismática em equinos e bovinos.
– Espécimes frescos: patela se estende medial e
lateralmente por meio de cartilagens parapatelares.
– Localiza-se no sulco troclear do fêmur.
• Tíbia e Fíbula
• Tíbia:
– Osso longo.
– Articula-se lateralmente com a fíbula.
– Epífise distal: articula-se com a região társica.
• Fíbula:
– Osso longo.
– Sem articulação com o fêmur.
– Localiza-se lateralmente em relação à tíbia e
articula-se a esta na sua epífise proximal.
– Bem desenvolvida em suínos e carnívoros e
menos em equinos e ruminantes - pode não
acompanhar a tíbia até à sua epífise distal.
• Tarsos
– Ossos curtos.
– Dispostos em três fileiras.
– Articulam-se entre si; extremidade distal dos ossos da
fileira distal articula-se com os ossos do metatarso.
– Proximal: tálus, medialmente, e calcâneo, lateralmente.
– Fileira média: um único osso, o tarso central.
– Fileira distal: até quatro ossos, numerados em sequência
mediolateral.
• O quarto osso társico, lateral, está constantemente presente e,
sendo muito mais profundo do que os demais, se introduz na
fileira média.
M
ed
ia
l Lateral
Carnívoro Suíno Bovino Equino
• Metatarsos
– Similares aos do membro torácico.
– Número variável de ossos, de acordo com a espécie animal:
• Bovinos e ovinos: 2 ossos metatarsianos fundidos,
• Equinos: 3 metatarsianos (dos quais o central é o mais
desenvolvido),
• Suínos: 4 (os 2 centrais são os mais desenvolvidos).
– Através da sua epífise distal, articulam-se com as
falanges proximais.
• Falanges
– Proximais.
– Médias.
– Distais: correspondem à forma do casco ou unha
que contém.
– Número de dedos variável entre as espécies.
Esqueleto Axial :
• Esqueleto completo da cabeça compreende:
– Crânio,
– Mandíbula,
– Aparelho hioide,
– Ossículos da orelha média,
– Cartilagens da orelha externa, das narinas e da laringe.
• Ossos da cabeça:
– Parte do esqueleto responsável por:
• Proteção do encéfalo,
• Sustentação dos órgãos sensoriais,
• Abertura das vias por onde se iniciam os aparelhos
digestivo e respiratório.
– Crânio: parte óssea que rodeia o encéfalo e os
principais órgãos auditivos;
– Ossos da face: restante da estrutura óssea,
responsável pelas principais diferenças
morfológicas apresentadas pelos crânios das
diferentes espécies animais.
• Circundam boca, olhos e nariz.
Carnívoros e suínos– órbita incompleta
– fechada pelo ligamento orbital.
Mandíbula
• Composta de duas metades.
– Em cães unidas firmemente pelos tecidos
conjuntivos da sínfise mandibular.
• Cada metade é composta
por:
– Corpo: parte horizontal, contém os alvéolos dos dentes 
inferiores e é lateralmente comprimido.
– Ramo, parte vertical: mais largo, extremidade dorsal termina 
no processo coronoide.
• Dentes:
– Diferenças entre as espécies.
– Difiodontes– duas dentições ao longo da vida.
• Decíduos;
• Definitivos.
– Incisivos;
– Caninos;
– Pré-molares;
– Molares.
Superiores e inferiores
• Dente- estrutura:
• Periodonto:
• Fixação e manutenção do dente na maxila e mandíbula.
• Gengiva; cemento; ligamento
periodontal; osso alveolar.
• Localizado abaixo da mandíbula.
• Composto por uma série de hastes ósseas unidas, que
suspendem a língua e a laringe.
• Ligado ao temporal por cartilagens.
Aparelho hioide
• Não se articula com nenhum osso, é sustentado pelos
músculos do pescoço.
Esqueleto Axial Vértebras :
• Coluna vertebral:
– Estende-se do crânio à extremidade final da cauda.
– Composta pelas vértebras.
– Sustenta o eixo do corpo - contribui para a
manutenção da postura.
– Envolve e protege a medula espinal e as estruturas
acessórias contidas em seu canal central.
– Protege as estruturas do pescoço, tórax, abdome e
pelve.
- vértebras:
– Cervical (pescoço),
– Torácica (dorso),
– Lombar (lombo),
– Sacral (garupa),
– Caudal (cauda).
– Número de vértebras que compõem as regiões varia
conforme a espécie.
• Pode ser representado por fórmulas.
– vértebra típica:
– Composta por: corpo maciço (ventral) e arco que completa
o fechamento de um forame vertebral; soma dos forames:
canal vertebral.
– Corpo:
• Em grande parte cilíndrico, e achatado em sua superfície 
dorsal, voltada para o canal vertebral, e pode apresentar uma 
crista mediana ventral.
• Extremidades curvas: a cranial é convexa e a caudal é 
côncava.
– Arco:
• Composto de dois pedículos verticais e, a partir de cada um, 
projeta-se medialmente uma lâmina para encontrar o seu par 
e, assim, completar o
anel que circunda a medula espinal.• Col
– Processos:
• Espinhoso: dorsal, resulta da união das lâminas e,
geralmente, é saliente.
• Transversos: projetam-se a cada lado, na junção entre o
corpo e o arco.
• Articulares. C3-C5 típicas
• Cervicais:
Atlas
Áxis
Cervicais típicas 
Esqueleto Axial Vértebras :
• Torácicas:
– Espécies domésticas: 13– 18 (pode haver
variações).
– Articulam-se com as costelas e correspondem às
mesmas em número.
– Compartilham características comuns. 
• Lombares:
– Espécies domésticas: até 7.
– Diferem das torácicas por apresentarem corpos
mais extensos e uniformes; longos processos
transversos.
• Sacrais:
– Sacro: continuação da coluna vertebral caudal ao
lombo.
• Osso único formado pela fusão de várias vértebras
sacrais (até 5).
• Caudais:
– Número varia entre espécies e entre indivíduos de
uma mesma espécie.
– Além das características usuais, as vértebras mais
craniais de algumas espécies protegem a artéria
principal da cauda, sob a forma de arcos ventrais
(hemais).
Costelas
• Juntamente com esterno, completam o
esqueleto torácico.
• Ossos alongados, dispostos em pares.
• Articulam-se com duas vértebras sucessivas.
– Vértebras apresentam a mesma designação
numérica que as costelas.
Artrologia
Junção entre os ossos
• algumas projetadas para unir firmemente os ossos e não 
permitir movimento, outras permitem a livre movimentação. 
Os ligamentos também fazem parte das articulações 
— Fibrosa 
Imóveis, ossos unidos por tecido conjuntivo fibroso, maioria 
ossifica, não apresenta cavidade articular. 
— Cartilaginosa
Levemente móveis, ossos unidos por cartilagem, não 
apresenta cavidade articular
— Sinoviais 
Móveis maior liberdade de movimentos, apresenta 
cavidade sinovial entre os ossos, contem líquido sinovial 
que é responsável por garantir a lubrificação. Pode ser 
simples entre apenas dois ossos, ou composta entre 3 
ossos ou mais
Articulações sinoviais MOVIMENTOS
- uniaxial, permite apenas um eixo de rotação (úmero 
e ulna)
- biaxial, permite dois eixos de rotação (punha)
- poliaxial, permite três eixos de rotação (ombro)
Articulações sinoviais TIPOS
- plana, vértebras 
- dobradiça (gínglimo) úmero radio e ulna, cilíndrico 
mais escavada 
- pivô, pino encaixado em anel
- condilar, dois condilos femoratibial 
- elipsoidea, ovóide mais concavidade 
correspondente 
-selar
Esferoidea, esfera contida em uma cúpula 
correspondente 
• Articulação do membro torácico com tórax:
– Não convencional – sem conexão entre ossos.
– Membros torácicos são unidos ao tórax através dos
músculos, tendões e fáscias.
• Articulação do ombro (umeral): 
—une escápula
(cavidade glenoide) ao úmero (cabeça).
– Características:
• Sinovial;
• Esferoide;
• Flexão e extensão – principais movimentos.
• Rotação, adução e abdução – menos.
– Ligamentos (ligam um osso a outro):
• Ligamentos colaterais ausentes.
• Músculos e tendões exercem função:
– Tendão do músculo subescapular – ligamento
colateral medial;
– Tendão do músculo infraespinhal – ligamento
colateral lateral.
• Articulação do cotovelo: 
articulação entre o úmero (côndilo) e o rádio (fóvea da cabeça) e ulna 
(incisura troclear).
– Características:
• Composta – mais que dois ossos;
– Úmeroulnar;
– Úmeroradial.
• Dobradiça;
• Movimentos: flexão e extensão.
• Articulação do antebraço
(rádio e ulna):
– Características:
• Sinoviais: radioulnar proximal e radioulnar distal
(carnívoros).
• Equinos e bovinos: porções proximais do rádio e ulna são
unidos por tecido conjuntivo fibroso – ossificam com a idade
(sindesmose).
• Capacidade de movimento:
– Ausente em animais de grande porte e em suínos;
– Restrita em carnívoros - articulação proximal e distal.
• Articulações da mão: 
cárpicas (punho): antebraquicárpica, intercárpica e 
carpometacárpica.
– Composta.
• Articulação cárpica- antebraquicárpica:
– Radiocárpica: entre extremidade distal do rádio (facetas
articulares) e fileira proximal dos ossos do carpo.
– Ulnocárpica: entre ulna e fileira proximal dos ossos do
carpo.
– Dobradiça.
– Entre as fileiras proximal e distal dos ossos do carpo.
– Dobradiça.
• Articulação cárpica– carpometacárpica:
– Entre os ossos distais do carpo e extremidades proximais
dos ossos metacarpais.
– Plana.
– Sem movimento.
• Articulações da mão - intermetacárpicas:
– Entre os ossos do metacarpo (mão).
– Diferenças entre as espécies:
• Carnívoros e suínos: metacarpos se articulam uns com
os outros nas extremidades proximais.
– Diferenças entre as espécies:
• Ruminantes: ossos metacarpais 3 e 4 remanescentes são
fusionados.
• Equinos: pequenas articulações entre
extremidades proximais do 2º e 4º metacarpos e
3º metacarpo.
• Articulações da mão – falângica (dedos):
– Cada dedo possui as articulações:
• Metacarpofalângica (boleto);
• Interfalângica proximal (quartela);
• Interfalângica distal (úngula).
• Flexão e extensão.
• Articulação metacarpofalângica:
– Entre a extremidade distal do metacarpo e
extremidade proximal da falange proximal e ossos
sesamoides proximais.
– Dobradiça.
• Articulação interfalângica proximal:
– Entre a extremidade distal da falange proximal e
extremidade proximal da falange média.
– Dobradiça.
• Articulação interfalângica distal:
– Entre a extremidade distal da falange média e
extremidade proximal da falange distal e
sesamoide distal.
– Dobradiça.
• Articulações dos membros pélvicos 
• Articulação pélvica:
– Membros pélvicos se unem ao tronco através da
cintura pélvica ou cíngulo pélvico.
– Articulação sacroilíaca: sacro está encaixado entre
as duas metades do cíngulo pélvico.
– Sínfise pélvica - articulação cartilaginosa
secundária que se ossifica com o avanço da idade.
Artrologia membros pélvicos
• Articulação pélvica – articulação sacroilíaca:
Artrologia membros pélvicos
• Articulação pélvica - articulação sacroilíaca:
– Sinovial plana – estabilidade na articulação.
– Cada asa sacral apresenta uma superfície articular
(face auricular) que se combina à superfície ilíaca
correspondente (face auricular).
• Articulação pélvica – sínfise pélvica:
• Articulação do quadril (coxofemoral):
– Sinovial, simples, esferoide.
Artrologia membros pélvicos
• Articulação do quadril (coxofemoral): formada
entre a face lunata do acetábulo e a cabeça do
fêmur.
Movimentos:
- Flexão e extensão
(principais);
- Adução, abdução e
rotação – restritos
(especialmente nos
grandes animais).
• Articulação do joelho:
• Composta, incongruente.
• Meniscos compensam
incongruência.
• Como um todo –
dobradiça.
• Composta pelas articulações
femorotibial e femoropatelar
e tíbiofibular proximal.
• Em cães, inclui também as
articulações entre o fêmur e o
par de sesamoides localizado
na origem do gastrocnêmio e
entre a tíbia e o sesamoide do
tendão poplíteo.
Artrologia membros pélvicos
• Articulação do joelho:
– Femoropatelar: face articular da patela com
tróclea do fêmur – patela desliza na tróclea.
Bovino
Artrologia membros pélvicos
• Articulação do joelho:
– Femorotibial: condilar - côndilo do fêmur se
articula com o côndilo da tíbia (e meniscos) –
flexão e extensão (rotação limitada).
• Articulação tíbiofibular - varia de
acordo com a espécie:
• Carnívoros: articulações sinoviais rígidas em
cada extremidade – articulação tíbiofibular
proximal e distal.
• Ligamento interósseo une o corpo da fíbula
à borda lateral da tíbia.
Artrologia membros pélvicos
• Articulação tíbiofibular - varia de acordo com
a espécie:
• Ruminantes: cabeça da fíbula fusionada ao côndilo
lateral da tíbia.
• Só há articulação distal – sem movimento.
Importante: nos bovinos a fíbula consiste em
duas extremidades (epífises proximal e distal)
unidas por um corpo fibrocartilaginoso
delgado, em alguns casos bem reduzida e
modificada.
Artrologia membros pélvicos
• Articulação tíbiofibular - varia de acordo com
a espécie:
• Equinos: articulação proximal – sem movimento.
Artrologia
• Articulação do tarso (tornozelo) – jarrete:
– Composta:
• Tíbia + fíbula + ossos do tarso + ossos do 
metatarso.
– Articulação tarsocrural - dobradiça;
• Única com movimento – flexão e extensão.
• Entre a tíbia (cóclea) e o tálus (tróclea).
Artrologia membrospélvicos
• Articulação do tarso (tornozelo) – jarrete:
– Articulações intertársicas;
– Articulações tarsometatársicas.
Planas
(pequeno deslizamento)
• Articulação intermetatarsal (pé):
– Semelhante às do membro torácico.
– Entre os ossos do metatarso.
– Diferenças entre as espécies:
• Carnívoros e suínos: metatarsos se articulam uns 
com os
outros nas extremidades proximais.
• Ruminantes: ossos metatarsais 3 e 4 
remanescentes são
fusionados.
• Equinos: pequenas articulações entre extremidades
proximais do 2 e 4 metatarsos e 3 metatarso – 
movimento
limitado.
Artrologia membros torácicos
• Articulação intermetatarsal (pé):
Osteologia – esqueleto apendicular
Membros pélvicos
• Articulação metatarsofalângica (pé):
– Extremidade distal do metatarso e extremidade
proximal da falange proximal e sesamoides.
• Articulação interfalângica (dedos):
– Semelhante às do membro torácico.
– Interfalângica proximal: entre a extremidade distal
da falange proximal e extremidade proximal da
falange média.
– Interfalângica distal: entre a extremidade distal da
falange média e extremidade proximal da falange
distal e sesamoide distal.
Artrologia
Artrologia cabeça
• Articulações do crânio: suturas - principal tipo.
– Exceções:
• Temporomandibular– sinovial.
• Intermandibular - sínfise/sincondrose.
• Dentes e alvéolos– gonfose.
• Base do crânio– sincondrose.
– Denominadas de acordo com os ossos que se
articulam.
• Articulações do crânio:
– Ex.: frontonasal; nasolacrimal.
• Articulação entre o osso temporal do crânio (fossa
mandibular) e a mandíbula (processo condilar):
articulação temporomandibular (ATM)– sinovial
simples condilar.
• Articulação entre as metades da mandíbula:
sínfise mandibular/sincondrose.
• Articulações entre dentes e alvéolos: gonfose.
Artrologia da coluna vertebral 
• Articulação atlantoccipital:
– Superfícies articulares: côndilos do occipital do
crânio e fóveas articulares craniais do atlas.
– Dobradiça: flexão e extensão (“SIM”).
• Articulação atlantoaxial:
– 2ª articulação: entre atlas (fóvea articular caudal e
arco ventral) e áxis (processos articulares craniais e dente).
– Pivotante: rotação no eixo
longitudinal do áxis (“NÃO”).
• Demais vértebras - formam dois conjuntos de
articulações:
• Cartilaginosa: sínfises entre
os corpos vertebrais (com
auxílio dos discos
intervertebrais).
• Sinovial: entre as facetas dos
arcos vertebrais.
• Movimentos: lateralização,
flexão e extensão.
• Articulações intervertebrais:
– Combinam sínfises entre os corpos, e articulações
sinoviais planas entre os processos articulares.
- discos
intervertebrais:
– Tecido cartilaginoso e elástico.
– Pontos de apoio: previnem o desgaste das
vértebras durante os movimentos da coluna.
• Ligamentos:
– Curtos: unem vértebras vizinhas.
• Entre os arcos– ligamento amarelo;
• Entre os processos espinhosos– interespinhoso;
• Entre os processos transversos das vértebras lombares -
intertransversal.
– Longos: unem segmentos longos da coluna– alcançam
várias vértebras.
• Sobre a superfície dorsal dos corpos vertebrais (do áxis ao
sacro)– longitudinal dorsal;
• Sobre a superfície ventral dos corpos vertebrais (da T8 ao
sacro)– longitudinal ventral.
• Supraespinhoso - sobre os ápices dos processos espinhosos
das vértebras torácicas e lombares ou ao lado deles.
• Nucal– sustenta boa parte do peso da cabeça (quando
ereta); ausente em felinos e suínos.
– Fixam-se nos processos espinhosos.
• Maioria das costelas estabelecem duas
articulações separadas com a coluna
vertebral.
• Costelas se articulam dorsalmente com as
vértebras e ventralmente com o esterno.
– Costovertebral e costotranversária;
– Costoesternal.
• Sinovial pivotante.
• Articulação costovertebral:
• Articulação dorsal do tórax.
• Participa da respiração– ampliação e estreitamento da 
cavidade torácica.
• Articulação da cabeça da costela às facetas
articulares de duas vértebras torácicas vizinhas.
• Tipo esferoide, sinovial– mas com mobilidade restrita.
• Articulação costotransversária:
• Superfície articular do tubérculo da costela se articula com
processo transverso da vértebra torácica.
• Plana, sinovial - sustentada por um ligamento que passa
entre o colo da costela e o processo transverso da vértebra.
• Articulação costoesternal:
– Costelas esternais ou verdadeiras:
• Costelas e cartilagem costal se articulam diretamente com o
esterno– sinovial pivotante.
– Costelas asternais ou falsas:
• Cartilagens das costelas se unem umas às outras (arco
costal) para se articularem com o esterno - sindesmose.
– Costelas flutuantes:
• Costelas que não se conectam ao esterno– extremidade
ventral livre.
• Só se articulam dorsalmente com as vértebras.
• Articulações interesternais– sincondrose
esternal:
– União das esternebras (segmentos do esterno):
• Manúbrio - cranial;
• Processo xifoide - caudal;
• Demais esternebras– corpo do esterno.
– Articulação manubrioesternal;
– Articulação xinfoesternal.
• Ossificam-se gradualmente (idosos)– articulações
temporárias.
Miologia 
(Estudo dos músculos)
Os músculos são órgãos constituídos por tecido muscular e 
derivam do folheto embrionário
Mesoderme. São capazes de se contrair e de se relaxar, gerando 
movimentos que permitem os animais de andar, correr, saltar, 
nadar, urinar, detecar, piscar os olhos, respirar...
Existem 3 tipos de tecidos muscular:
•Tecido muscular liso
•Tecido muscular estriado cardíaco
•Tecido muscular estriado esquelético
Tecido muscular liso
- Apresenta miócitos fusiformes, mononucleados e sem estriações 
transversais.
- É encontrado na parede de vasos sanguíneos e órgãos ocos 
(estômago, bexiga, intestino, útero, ureteres, baço).
- É responsável por contrações involuntárias, lentas e rítmicas 
como, por exemplo, piloereção e movimentos peristálticos.
Tecido muscular estriado cardíaco 
- Apresenta miócitos alongados, estriados transversalmente e com 
ramificações.
- Podem apresentar um ou dois núcleos centrais e é o tecido 
presente no coração.
- Responsável por contrações rápidas e involuntárias e sua ação é 
comandada por impulsos elétricos gerados no próprio coração.
Tecido muscular estriado esquelético 
- Apresenta miócitos estriados transversalmente, cilíndricos, 
longos, com nucleação múltipla periférica.
- Ao menos uma de suas extremidades é fixada ao esqueleto, 
tendo a isso a associação com o nome.
- A contração é rápida e voluntária. Esse tipo de tecido corresponde 
a aproximadamente 40% do peso corporal dos animais.
Miologia cão 
Miologia gato
Miologia equino
Miologia bovino
Miologia suíno 
• Constituição dos músculos esqueléticos:
– Dividido em:
• Porção média – ventre – contração.
• Extremidades – tendões e aponeuroses – origem e
inserção (conectam músculos aos ossos).
– Estruturas acessórias: bainhas tendíneas e bolsas
sinoviais.
• Facilitam o deslizamento muscular.
Miologia do membro apendicular torácico 
Miologia do membro apendicular torácico cão 
Miologia do membro apendicular torácico equino 
Miologia cíngulo torácico
• Braquiocefálico: 
Origem: crânio e vértebras cervicais
Inserção: tuberosidade
deltoide e crista do úmero
Função: estende cabeça, pescoço e ombro;
traciona membro cranialmente
• Omotransverso ou omotransversário:
Origem: asa do atlas Inserção: espinha da escápula
Função: traciona membro cranialmente
• Trapézio:
Origem: rafe mediana dorsal Inserção: espinha da 
escápula
Função: eleva e movimenta escápula cranial e 
caudalmente
• Rombóide:
Embaixo do trapézio
Origem: rafe mediana dorsal
Inserção: cartilagem da escápula
Função: puxa escápula dorsal e cranialmente,
levanta o pescoço
• Grande dorsal:
Origem: tórax - vértebras
Inserção: tuberosidade
redonda maior do úmero
Função: flexiona ombro,
puxa úmero dorsal e
caudalmente
• Peitoral superficial:
Origem: esterno
Inserção: tuberosidade deltoide e crista do úmero
Função: suspensor do tronco; adutor do membro, avança 
o membro
• Peitoral profundo:
Origem: esterno e cartilagens costais
Inserção: tubérculos do úmero
Função: suspensor do tronco; adutor do membro
• Serrátil ventral: 
Medial, Origem: vértebrascervicais (processos 
transversos) e costelas
Inserção: face serrátil da escápula
Função: suspensor do tronco, movimenta a escápula 
cranial e caudalmente
• Supraespinhal:
Lateral, Origem: fossa supraespinhal da escápula, 
espinha e cartilagem da escápula
Inserção: partes craniais dos tubérculos maior e menor 
do úmero
Função: extensor do ombro
• Infraespinhal: 
Lateral, Origem: fossa infraespinhal e cartilagem da 
escápula
Inserção: parte caudal do tubérculo maior do úmero
Função: abdutor do braço
• Deltoide:
Lateral (recobre parcialmente infra e redondo menor)
Origem: borda caudal e espinha da escápula
Inserção: tuberosidade deltoide do úmero
Função: flexor do ombro, abdutor do braço
• Redondo menor:
Lateral – revestido pelo deltoide
Origem: linhas musculares da fossa infraespinhal da 
escápula e tubérculo para o músculo redondo menor
Inserção: tuberosidade para o músculo redondo menor e 
deltoide do úmero
Função: flexor do ombro, abdutor do braço
• Subescapular: 
Medial, Origem: fossa subescapular da escápula
Inserção: parte caudal do tubérculo menor do úmero
Função: adutor do braço
• Redondo maior:
Medial, Origem: borda caudal da escápula
Inserção: tuberosidade redonda maior do úmero
Função: flexor do ombro, adutor do braço
• Coracobraquial:
Medial, Origem: processo coracoide da escápula
Inserção: faces cranial e medial do úmero (perto da 
tuberosidade redonda maior)
Função: flexor do ombro, adutor do braço
• Bíceps braquial: 
Cranial, Origem: tubérculo supraglenoide da escápula
Inserção: tuberosidade radial
Função: flexor do cotovelo, fixa ombro
• Braquial:
Lateral, Origem: face caudal do úmero – passa pelo 
sulco musculoespiral 
Inserção: borda medial do rádio
Função: flexor do cotovelo
• Tríceps braquial:
Origem: cabeça longa – borda caudal da
escápula; cabeça medial – face medial do úmero;
cabeça lateral – tuberosidade deltoide do úmero
Inserção: olécrano da ulna
Função: extensor do cotovelo, flexor do ombro 
(cabeça longa)
• Tensor da fáscia do antebraço:
Medial, Origem: borda caudal da escápula
Inserção: olécrano da ulna 
Função: tensor da fáscia do antebraço; extensor do 
cotovelo
• Ancôneo ou anconeu:
Medial – embaixo do tríceps Origem: face caudal do 
úmero
Inserção: face lateral do olécrano
Função: extensor do cotovelo
• Extensor radial do carpo: 
Craniolateral, Origem: epicôndilo lateral do úmero
Inserção: tuberosidade do metacarpo
Função: flexor do cotovelo e extensor da 
articulação do carpo
• Extensor digital comum:
Lateral, Origem: parte cranial da extremidade distal do
úmero (proximal à tróclea), tuberosidade lateral da 
extremidade proximal do rádio, face lateral do corpo da 
ulna
Inserção: superfícies dorsais das bases das falanges 
proximal e média, processo extensor da falange distal
Função: estende carpo e dígitos e flexiona cotovelo
• Extensor lateral dos dedos:
Origem: tuberosidade lateral e borda lateral do rádio, 
corpo da ulna
Inserção: eminência na superfície dorsal da base
da falange proximal
Função: estende dígito e carpo
Carnívoros – inserção nos três dedos laterais – III, IV e V
• Extensor oblíquo do carpo (equinos):
Abdutor longo do dedo I
Origem: borda lateral do Rádio e passa por cima do
extensor radial do carpo
Inserção: cabeça do segundo osso do metacarpo (nos 
carnívoros até o dedo I)
Função: estende carpo
• Pronador redondo (carnívoros):
Medial, Origem: epicôndilo medial do úmero
Inserção: borda medial do rádio
Função: rotação medial
• Pronador quadrado (carnívoros): 
Passa medialmente pelo rádio - profundo
Origem: ulna
Inserção: rádio
Função: rotação medial
• Supinador (carnívoros):
Passa cranialmente pelo rádio - profundo
Origem: ligamento colateral lateral da articulação do cotovelo
Inserção: face cranial do rádio
Função: rotação lateral
• Braquiorradial (carnívoros):
Nem todos os cães possuem
Origem: epicôndilo lateral do úmero
Inserção: terço distal do rádio
Função: rotação lateral
• Flexor ulnar lateral (extensor ulnar do carpo):
Caudalmente ao extensor lateral dos dedos
Origem: epicôndilo lateral do úmero
Inserção: superfície lateral e borda proximal do carpo 
acessório, extremidade proximal do IV metacarpo
Função: flexiona carpo e estende cotovelo
• Flexor radial do carpo:
Passa medialmente sobre o rádio, caudal à sua borda
Origem: epicôndilo medial do úmero
Inserção: extremidade medial do II metacarpo
Função: flexiona carpo e estende cotovelo
• Flexor ulnar do carpo:
Caudomedial, Origem: cabeça umeral – epicôndilo medial do 
úmero e cabeça ulnar – superfície medial e borda caudal do 
olécrano
Inserção: borda proximal do carpo acessório
Função: flexor do carpo e extensor do cotovelo
• Flexor superficial dos dedos:
Caudomedial, Origem: epicôndilo medial do úmero e face 
caudal do rádio
Inserção: base das falanges proximal e média – palmar aos
ligamentos colaterais
Função: flexiona dígitos e carpo, estende cotovelo
• Flexor profundo dos dedos:
Caudomedial (próximo à ponta do cotovelo) – embaixo do 
superficial
Origem: epicôndilo medial do úmero, superfície medial do
olécrano, superfície caudal do rádio
Inserção: linha semilunar da falange distal
Função: flexiona dígitos e carpo, estende cotovelo
Angiologia 
• Ramo que estuda os sistemas vascular sanguíneo e
linfático.
• Sistema sanguíneo:
– Garante o transporte de sangue pelo corpo - células
recebem o oxigênio.
– Formado pelo coração e pelos vasos sanguíneos.
• Sistema linfático:
– Principal sistema de defesa do organismo - transporta a
linfa dos tecidos para o sistema circulatório.
– Formado por vasos e nódulos linfáticos.
• Artérias: trazem sangue do coração para tecidos.
– Paredes brancas, espessas e relativamente rígidas.
• Veias: retornam sangue dos tecidos ao coração.
– Paredes mais finas, aparência frequentemente
colapsada e capacidade maior do que a de artérias
associadas.
• Capilares: conexões entre arteríolas e vênulas no
interior dos tecidos.
Circuitos: grande circulação ou sistêmica e pequena circulação ou
pulmonar.
• Coração:
– Órgão central que, por contrações rítmicas, 
bombeia continuamente o sangue
através dos vasos sanguíneos.
– Quatro câmaras: átrio direito, átrio esquerdo, 
ventrículo direito e ventrículo esquerdo.
• Coração:
– Os dois átrios são separados por um septo interno, 
assim como os dois ventrículos.
– Átrio e ventrículo de cada um dos lados comunicam-se 
por meio de uma ampla abertura.
– Tamanho variável entre as espécies e entre os
indivíduos.
• Relativamente maior nas espécies e indivíduos menores,
mas pode tornar-se hipertrofiado através de exercícios
intensos.
– Representa cerca de 0,75% do peso corporal.
– Morfologia e posição similares entre os mamíferos.
• Equinos e ruminantes: vertical;
• Carnívoros e suínos: horizontal.
– morfologia e posicionamento:
– Cônico, base dorsal e ápice posicionado perto do
esterno, oposto à sexta cartilagem costal.
– Posicionado assimetricamente dentro do tórax, no
mediastino.
• Cerca de 60% permanece à esquerda do plano
mediano.
– Projeção na parede do tórax se estende entre a
terceira e a sexta costelas.
• Coração– pericárdio:
– Envolve o coração.
• Parietal: saco pericárdico.
• Visceral: aderido ao órgão; epicárdio.
• Espaço entre visceral e parietal: fluido seroso,
normalmente em quantidade suficiente para facilitar a
movimentação da parede cardíaca contra sua
cobertura.
– Constituído por duas bombas combinadas em um
único órgão.
• Bomba direita: recebe o sangue desoxigenado (venoso)
do corpo e o envia ao tronco pulmonar, que o conduz
aos pulmões para a reoxigenação.
• Bomba esquerda: recebe o sangue oxigenado dos
pulmões através das veias pulmonares e o lança na
aorta, que o distribui ao corpo.
– Suprimento sanguíneo conduzido pelas artérias 
coronárias.
• Originam-se de dois dos três seios sobre as válvulas 
semilunares no início da aorta (ascendente).
– Veias cardíacas drenam sangue desoxigenado do
tecido cardíaco para o átrio direito, de onde segue até 
chegar aos pulmões para ser oxigenado.

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