Prévia do material em texto
19/03/2023 Evolução da doença pulpar para doença periapical Ι PULPITE REVERSÍVEL VASODILATAÇÃO (HIPEREMIA) ↑ DA PERMEABILIDADE VASCULAR EXSUDAÇÃO LÍQUIDA EXSUDAÇÃO CELULAR (MÍNIMA) Ι PULPITE AGUDA IRREVERSÍVEL VASODILATAÇÃO (HIPEREMIA) DA PERMEABILIDADE VASCULAR EXSUDAÇÃO LÍQUIDA ↑ EXSUDAÇÃO CELULAR Ι DOR PROVOCADA CURTA DURAÇÃO Ι PULPITE AGUDA IRREVERSÍVEL VASODILATAÇÃO (HIPEREMIA) DA PERMEABILIDADE VASCULAR EXSUDAÇÃO LÍQUIDA/CELULAR MICROABCESSOS PULPARES DIFUSA Ι DOR INTENSA ESPONTÂNEA CONTÍNUA PULSÁTIL DIFUSA Ι DOR PROVOCADA LONGA DURAÇÃO Cronologia da dorCronologia da dor NECROSE PULPAR NECROSE PULPAR POLPA NORMAL POLPA NORMAL Região Periapical Também denominada de periápice Capacidade quase ilimitada de defesa pela presença da rica vascularização Cemento Ligamento periodontal Osso Alveolar Necrose Periodontite Apical Aguda Apical Crônica Abcesso Periapical Agudo Periapical Crônico Número de microorganismos patogênicos Grau de virulência 1. Definição Resposta inflamatória aguda no ligamento periodontal. Predominam neutrófilos. 2. Etiologia Agressão de alta intensidade provocada por bactérias extruídas pelo forame apical. Sobre instrumentação Sobre obturação Flare up 3. Sinais e sintomas Dor intensa, espontânea Localizada, sensibilidade extrema ao toque Sensação de dente “crescido” Lopes & Siqueira, 2004 19/03/2023 Teste pulpar - frio • Negativo Testes periapicais • Percussão: Positiva/ Dor acentuada Testes periapicais • Palpação: Negativo/ Sensível Exame radiográfico • Região periapical normal • Espessamento do ligamento periodontal • Se apresentar lesão periapical está associada a agudização de um processo crônico Pe rio do nt ite a pi ca l a gu da PULPITE REVERSÍVELNECROSE PULPAR INSTRUMENTAÇÃO ENDODÔNTICA INFECÇÃO ENDODÔNTICA SOLUÇÕES E MATERIAIS ENDODÔNTICOS TRAUMA ACIDENTAL TRAUMA OCLUSAL FORÇAS ORTODÔNTICAS Fatores EtiológicosFatores Etiológicos Periodontite Apical Aguda Periodontite Apical Aguda PULPITE REVERSÍVELNECROSE PULPAR Periodontite Apical Aguda Periodontite Apical Aguda TratamentoTratamento REMOÇÃO DA CAUSA REPARO TRATAMENTO ENDODÔNTICO 1. Definição - Quando a resposta inflamatória associada à PAA é eficaz na redução da intensidade da agressão, a resposta cronifica. - Resposta imunológica adaptativa 2. Características Se o agente agressor for de baixa intensidade e longa duração, a inflamação crônica pode acontecer sem ser precedida por periodontite apical aguda. 3. Sinais e sintomas Assintomático Pode ter tido histórico prévio de dor M onta gner& Signoretti, 20 0 8 Corrêa ACP, 2010 Teste pulpar - frio • Negativo Testes periapicais • Percussão: Normal Testes periapicais • Palpação: Normal Exame radiográfico • Espessamento do ligamento periodontal • Imagem radiolúcida - reabsorção óssea/ lesão periapical Pe rio do nt ite a pi ca l c rôn ica 19/03/2023 PERIODONTITE APICAL CRÔNICA Histologicamente: - Cisto (cavidade revestida por epitélio e preenchida por fluido eosinófilo ou material semi-sólido) - Granuloma (tecido granulomatoso infiltrado por células de defesa) Suzuki CLS Suzuki CLS Nair, 2006 Persistência da agressão Estímulo à reabsorção óssea pelos osteoclastos presentes no osso perialveolar Osso reabsorvido é substituído por tecido granulomatoso Equilíbrio entre agressão e defesaEquilíbrio entre agressão e defesa Granuloma ou Cisto Periapical Granuloma ou Cisto Periapical Como se forma a Lesão Periapical?Como se forma a Lesão Periapical? Periodontite Apical PeriapicalPeriodontite Apical Periapical Zonas de FishZonas de Fish 1. ZONA DE INFECÇÃO: Zona de tecido infectado. 2. ZONA DE CONTAMINAÇÃO: Zona exsudativa: macrófagos, linfócitos, elementos fibrovasculares (tentativa de reparo). 3. ZONA DE IRRITAÇÃO: Zona de granulação: atividade fibroblástica mais intensa e formação de novos vasos. 4. ZONA DE ESTIMULAÇÃO: Tecido fibrososo: tecido denso, rico em colágeno que separa a lesão do osso adjacente. Lesão PeriapicalLesão Periapical 1 2 3 4 Característica da lesão se modifica com o passar do tempo e à medida que se distancia do ápice radicular: Cistos Periapicais NAIR et al, 1996; VALOIS E COSTA-JR, 2005; RICUCCI E SIQUEIRA-JR, 2008; ZUOLO et al, 2009; LOUIS et al, 2009 Continuidade com o canal radicular Cistos Periapicais NAIR , 2006 Continuidade com o canal radicular Proservação: Quanto tempo? Proservação: Quanto tempo? INÍCIO EM 6 MESES E ACOMPANHAMENTO ANUAL ATÉ 4 ANOS.INÍCIO EM 6 MESES E ACOMPANHAMENTO ANUAL ATÉ 4 ANOS. 19/03/2023 Proservação: Quanto tempo? Proservação: Quanto tempo? Claudia SuzukiClaudia Suzuki01/03/2019 31/05/2019 22/11/19 Claudia Suzuki 01/02/20 Claudia Suzuki 1. Definição Exacerbação do processo inflamatório visando a eliminação de bactérias nos tecidos perirradiculares. Reação inflamatória aguda intensa. Presença de exsudato purulento 2. Etiologia Bactérias altamente virulentas associadas à infecção. Células inflamatórias (neutrófilos) descarregam enzimas lisosomais que promovem a liquefação tecidual (pus). Duração de 72 a 96 horas. 3. Sinais e sintomas Dor intensa, espontânea, pulsátil Pode haver aumento de volume e apresentar envolvimento sistêmico: linfadenite, febre e mal-estar Teste pulpar - frio • Negativo Testes periapicais • Percussão: Positivo/Dor Testes periapicais • Palpação: Positivo/ Dor Exame radiográfico • Periápice normal/Espessamento= Agudo • Lesão periapical= Crônico (Abcesso Fenix) A bc ess o p eri ap ica l A gu do Corrêa ACP, 2010 Suzuki CLS, Côrrea ACP Abcesso Fenix Sintomas iguais ao abscesso apical agudo Precedido de uma periodontite apical crônica Diferencial: Presença de lesão Suzuki CLS 19/03/2023 Classificação dos abcessos Abcessos Intra-oral Intra-ósseo Subperiósteo Submucoso Extra-oral SOUZA-FILHO et al. In: Endodontia Trauma, 2002. Critérios anatômicos Esquema adaptado por Ademar Takahama Jr de Andreasen et al. 1999. Abcesso intra-ósseo o Sinais e sintomas: • Dor severa, intensa, pulsátil • Ausência de edema o Localização: • Apical o Teste de vitalidade pulpar: • Negativos o Teste de percussão: • Positivo o Teste de palpação: • Negativo Abcesso intra-ósseo Caso clínico: Carlos A. Pantoja Clavijo & Lacerda, 2011. Esquema adaptado por Ademar Takahama Jr de Andreasen et al. 1999. o Sinais e sintomas: • Dor severa • Edema intra-oral/ pouco visível o Localização: • Tecido subperiósteo o Teste de vitalidade pulpar: • Negativos o Teste de percussão: • Positivo o Teste de palpação: • Positivo Abcesso subperiósteo Esquema adaptado por Ademar Takahama Jr de Andreasen et al. 1999. Abcesso submucoso o Sinais e sintomas: • Dor severa • Edema intra-oral o Localização: • Tecido submucoso o Teste de vitalidade pulpar: • Negativos o Teste de percussão: • Positivo o Teste de palpação: • Positivo P rof.D r. A le xa n d re A u g u sto Za ia Abcesso subcutâneo o Sinais e sintomas: • Dor severa • Edema intra e extra-oral o Localização: • Tecido subcutâneo • Coleção purulenta encontra-se em planos anatômicos mais profundos • Mais comum em dentes inferiores 19/03/2023 Abcesso subcutâneo o Sinais e sintomas: • Dor severa • Edema intra e extra-oral o Localização: • Tecido subcutâneo • Coleção purulenta encontra-se em planos anatômicos mais profundos • Mais comum em dentes inferiores “Processo crônico com foco de supuração localizado próximo a região perirradicular de um canal radicular de polpa necrosada.” Estrela , 2004 Necrose Pulpar √ Microrganismo baixa virulência; √ Longa duração o Evolução lenta o Assintomático/ Sensível o Dente afetado: o Cárie ou restauração extensa o Fratura radicular o Envolvimento endoperiodontal o Infecções secundárias o Mucosa: Fístula ativa ou inativa o Percussão/palpação: Ausente/ligeira sensibilidade AGENTE MICROBIANO Lemos, MVD Corrêa & Clavijo Corrêa& Clavijo RASTREAMENTO DE FÍSTULA Inter-relações Endodônticas e Periodontais Resultado positivo nos testes térmicos e elétricos Bolsa periodontal Resultado negativo nos testes térmicos e elétricos Abcesso Apical Agudo Abcesso Periodontal Scandiuzzi S 19/03/2023 •Dor difusa, púlsatil •Dente pode estar íntegro •Aparecimento de exsudato por compressão •Vitalidade pulpar •Lesão Endo-Perio •Dor localizada, pulsátil e contínua •Dente com cavidade profunda •Ausência de exsudato por compressão •Ausência de vitalidade pulpar •Lesão Endo-Perio Diagnóstico diferencial - Inflamação / Infecção do tecido periapical - Reabsorção do tecido ósseo e formação de lesão periapical (evita a disseminação da infecção) “Infecção endodôntica tem potencial de causar importantes alterações nos tecidos periodontais” Intercomunicação entre o tecido pulpar e o periodontal “Não necessitamos de tanta imaginação para entender como é facil um processo infeccioso se espalhar de fora para dentro, envolvendo a polpa rapidamente , principalmente em dentes que apresentam canais laterais” De Deus Cahn De Deus,1975 A classificação é baseada em aspectos clínicos | Lesões endodônticas primárias | Lesões endodônticas primárias com envolvimento periodontal secundário | Lesões periodontais primárias | Lesões periodontais primárias com envolvimento endodôntico secundário | Lesões combinadas verdadeiras LESÃO ENDODÔNTICA PRIMÁRIA Classificação Gadê-N eto 2000 LESÃO ENDODÔNTICA PRIMÁRIA Classificação -Polpa necrótica. - Desenvolvimento rápido. -Não tem profundidade de sondagem (as vezes é bem localizada) - Sondagem da fístula revela origem no ápice do dente. TT: terapia endodôntica. (não deve ser feita raspagem) Prognóstico: excelente. 19/03/2023 LESÃO ENDODÔNTICA PRIMÁRIA R ot st ei n & S im on , 2 0 0 4 EN D O D O N TIA FO P -U N IC A M P 1991 1998 3 ANOS TRATAMENTO: ENDODÔNTICO PROGNÓSTICO: FAVORÁVEL Classificação LESÃO ENDODÔNTICA PRIMÁRIA COM ENVOLVIMENTO PERIODONTAL SECUNDÁRIO ENDO FOP-UNICAMPENDO FOP-UNICAMP Classificação LESÃO ENDODÔNTICA PRIMÁRIA COM ENVOLVIMENTO PERIODONTAL SECUNDÁRIO Lesão endodôntica não diagnosticada pode levar a problemas periodontais nas vias de drenagem. TRATAMENTO: ENDODÔNTICO/PERIODONTAL PROGNÓSTICO: FAVORÁVEL Classificação LESÃO PERIODONTAL PRIMÁRIA Aquino LMM, 2008 Classificação Agostinho K, 2006 LESÃO PERIODONTAL PRIMÁRIA Presença de biofilme bacteriano Presença de inflamação gengival TRATAMENTO: PERIODONTAL E ACOMPANHAMENTO ENDODÔNTICO PROGNÓSTICO: DEPENDE DA EXTENSÃO DA DOENÇA Classificação - Apenas comprometimento periodontal. - Dor mínima ou inexistente. - Testes pulpares normais. LESÃO PERIODONTAL PRIMÁRIA COM ENVOLVIMENTO ENDODÔNTICO SECUNDÁRIO ENDO-FOP-UNICAMP Duque TM, 2010 Classificação 19/03/2023 Classificação LESÃO PERIODONTAL PRIMÁRIA COM ENVOLVIMENTO ENDODÔNTICO SECUNDÁRIO Nobrega LMM | História de tratamento periodontal prévio | Evidência de dor | Lesão periodontal se estendo do ápice até a câmara pulpar. | Bolsas generalizadas. | TTO: periodontal e endodôntico concomitante. | Prognóstico: ruim - depende da extensão da doença | -A cura da lesão periapical não é previsível por causa da comunicação periodontal com o ambiente oral. Classificação LESÃO ENDO-PÉRIO COMBINADA Benatti BBBenatti BB Classificação LESÃO ENDO-PÉRIO COMBINADA (verdadeira) Berber, 2009 Berber, 2009 | União das duas lesões. | Fraturas, trepanações e reabsorção radicular podem produzir estas lesões. | Teste pulpar negativo. | Confirmação pode ser demonstrada radiograficamente. | TTO: não deve ser feito antes do paciente entender as limitações do prognóstico. | Terapia endodôntica para reduzir contaminação. | Terapia periodontal durante ou imediatamente após tto endodôntico. | Hemisecções dentais e amputação radicular podem ser considerados. Qual a relação existente... Cohen & Hargreaves, 2011 Qual a relação existente... Cohen & Hargreaves, 2011 Qual a relação existente... Cohen & Hargreaves, 2011 19/03/2023 TOMADA DE DECISÃO: Considerar: vitalidade pulpar, tipo e extensão do defeito periodontal | L.E.P: polpa necrosada e infectada / realizar terapia endodôntica. | L.P.P: polpa vital / realizar terapia periodontal. | L.E.P + L.P.S: tratar endodônti- camente, seguido do tratamento periodontal. | L.P.P + L.E.S e lesões combinadas: Ambas requerem terapia endodôntica e periodontal, prognóstico depende da doença periodontal e resposta do paciente ao tratamento. Corte sagitalCorte coronal Tomografia inicial 11/11/2019 Corte axial 22/11/2019 Claudia Suzuki 12/02/2020 Claudia Suzuki Patologias de origem não- endodôntica Odontol. Clín.-Cient. (Online) vol.9 no.3 Recife set. 2010 Rânula Mergulhante ≠ Abscesso 19/03/2023 www.medicinageriatrica.com.br Neralgia do Trigêmeo ≠ Odontalgia Distúrbio do sistema nervoso central que afeta o nervo trigêmeo e causa dores intensas que podem ser desencadeadas por qualquer toque no rosto ou por movimentos da boca. Marcia Neri, 2011 Neralgia do Trigêmeo ≠ Odontalgia Paciente com dor aguda intermitente referindo aos dentes 34, 35 e 36. Tratamento endodôntico do 35 e 36 – SEM remissão da dor Presença de dor a palpação da gengiva vestibular- Encaminhamento médico Diagnóstico: Dor de origem neuropática Matwychuk, 2004 Bruxismo Pacientes estressados Dor referente a pericementite Diagnóstico: Realizar avaliação da oclusão, qualidade do sono e dos músculo da mastigação. Sinusite Não dói um dente, dói vários. Testes inconclusivos. www.transpondott.com.br Sinusite Não dói um dente, dói vários. Testes inconclusivos. “Seio velado” www.transpondott.com.br • Lesões inflamatórias • Tumores e lesões císticas odontogênicas • Tumores e lesões císticas não-odontogênicas • Alterações displásicas e idiopáticas dos ossos dos maxilares DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Fotos: DM Moreira Pode ser semelhante à imagem radiolúcida de um dente com problema endodôntico!! 19/03/2023 CASO CLÍNICO Um paciente compareceu ao setor de urgência queixando-se de dor espontânea em toda região mandibular esquerda, relata ainda, que a dor aumenta quando bebe ou come algo gelado. Ao exame clínico, o dentista identificou lesão cariosa extensa no dente 36 e restauração MOD de resina no dente 37. Não foi observada a presença de inchaço/edema, e nem de fistula na região mandibular esquerda. Ao exame radiográfico, notou-se que o dente 36 apresentava lesão cariosa extensa e muito próxima da polpa, e lâmina dura íntegra. Já o dente 37, mostrava uma restauração MOD extensa e com a presença de imagem radiolúda circunscrita associada às suas raízes. Diante deste caso clínico, responda: • a) Qual o dente que está causando a sintomatologia dolorosa queixada pela paciente? Por quê? • b) Qual o diagnóstico endodôntico do dente 36 e 37? • c) Quais os teste que você usaria para confirmar esse diagnóstico? Justifique. • d) Qual (is) o(s) tratamento(s) que você indicaria ao paciente, para o dente 36 e 37? O paciente relata dor no quadrante inferior direito e afirma que a dor se inicia quando mastiga, sendo uma dor forte a ponto do paciente não conseguir ocluir. Clinicamente se vê restaurações de resina realizadas recentemente nos dentes 41, 42 e 43. O teste pulpar (gelo) mostra resposta positiva para os dentes acima, sendo que a dor cessou ao se remover o estímulo. Radiograficamente não se nota lesão periapical, e presença de lâmina dura íntegra em todos os dentes acima. O teste de percussão e palpação não apresentaram dor, exceto no 43 que teve dor a percussão . As sondagens foram normais. Avaliando o quadro clínico acima, pergunta-se: a) Qual o dente que está causando a dor do paciente? Qual o diagnóstico pulpar? Justifique. b). Qual o diagnóstico periapical? Justifique. b) Qual o tratamento indicado? 70 O paciente relata dor na arcada superior e afirma que a dor é intermitente, intensa, que se inicia quando o mesmo ingere qualquer tipo dealimento, sendo uma dor forte a ponto de o paciente não conseguir comer mais. Clinicamente se vê lesões cariosas extensas e presença de fístula entre os dentes 22 e 21 Os testes complementares estão anotados na tabela abaixo. As sondagens foram normais. Avaliando o quadro clínico, responda 71 a) Qual o dente causador da dor e seu provável diagnóstico clínico? b) Qual o diagnóstico do dente 24? c) Qual o diagnóstico do dente 21? (2007). Ao exame clínico, paciente apresenta extensa lesão cariosa e presença de bolsa de 12 milímetros apenas no sítio mesio-vestibular do elemento 11. Os elementos adjacentes apresentam periodonto normal, e o elemento 11 respondeu negativamente ao teste de vitalidade pulpar. Quais são o diagnóstico e o plano de tratamento indicado, respectivamente? A) Lesão periodontal primária e tratamento periodontal, somente. B) Lesão periodontal primária com envolvimento endodôntico secundário, tratamento endodôntico e periodontal. C) Lesão endopério verdadeira, tratamento endodôntico e periodontal. D) Lesão endodôntica primária com envolvimento periodontal secundário, tratamento endodôntico e periodontal. E) Lesão endodôntica primária e tratamento endodôntico, somente. 19/03/2023