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Língua Portuguesa
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c) metonímia, metonímia, metáfora, metonímia
d) metonímia, metáfora, metonímia, metáfora
e) metáfora, metáfora, metonímia, metáfora
4. (COMLURB - Técnico de Segurança do Trabalho – 
IBFC/2016)
Leia o poema abaixo e assinale a alternativa que indica a 
� gura de linguagem presente no texto:
Amor é fogo que arde sem se ver Amor é fogo que arde sem se 
ver; É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente; É dor que desatina sem 
doer;
(Camões)
a) Onomatopeia
b) Metáfora
c) Personi� cação
d) Pleonasmo
5. (Prefeitura de Chapecó/SC - Engenheiro de Trânsito – 
IOBV/2016)
O OUTRO LADO
só assim o poema se constrói: quando o desejo tem forma de 
ilha e todos os planetas são luas, embriões da magia então po-
demos atravessar as chamas sentir o chão respirar ver a dança 
da claridade ouvir as vozes das cores fruir a liberdade animal 
de estarmos soltos no espaço ter parte com pedra e vento se-
guir os rastros do in� nito entender o que sussurra o vazio – e 
tudo isso é tão familiar para quem conhece a forma do sonho.
(WILLER, Claudio, Estranhas experiências, 2004, p. 46)
No poema acima, do poeta paulista Claudio Willer (1940), no 
verso “ouvir as vozes das cores”, entre outros versos, é ex-
pressa uma � gura de linguagem. Esta pode ser assim de� nida: 
“Figura que consiste na utilização simultânea de alguns dos 
cinco sentidos”
(CAMPEDELLI, S. Y. e SOUZA, J. B. Literatura, produção de textos & gramática. 
São Paulo, Saraiva, 1998, p. 616).
Como é denominada esta � gura de linguagem?
a) Eufemismo.
b) Hipérbole.
c) Sinestesia.
d) Antítese.
Respostas
1. Resposta D
“Eu sou de lá / Onde o Brasil verdeja a alma e o rio é mar / Eu 
sou de lá / Terra morena que eu
amo tanto, meu Pará.”
Comparação implícita
Metáfora - Figura de Palavra.
Antítese, Eufemismo, Ironia - Figura de Pensamento. Silepse - 
Figura de Construção.
2. Resposta C
Note que ambas são � guras de linguagem, e cada uma tem 
suas características:
A - Metáfora. Comparação implícita entre seres que nós fa-
zemos. Nessa comparação não usamos a palavra ‘como’. 
Exemplo: Meu cartão de crédito é uma navalha. [Navalha = no 
sentido que corta profundo, cartão como navalha signi� ca que 
prejudica muito a vida � nanceiro]. Outro exemplo: Essa mulher 
é uma cobra [cobra = sentido de perigosa, astuta]
B - Metonímia. Substitui um ser por outro com alguma relação 
de signi� ca. Exemplo: O bonde passa cheio de pernas. [Pernas 
= pessoas].
Com isso vamos analisar as alternativas:
a) ” Calções negros corriam, pulavam durante o jogo.” - cal-
ções = jogadores. Metonímia
b) A mulher conquistou o seu lugar! - mulher = mulheres [re-
presentando todas as classes de mulheres]. Metonímia.
c) Todo cais é uma saudade de pedra. Comparação do cais 
com uma saudade de pedra. Metáfora.
d) Os microfones foram implacáveis com os novos artistas. 
[Microfones = os críticos] Metonímia.
3. Resposta B
METÁFORA: Apresenta uma palavra utilizada em sentido � gu-
rado, uma palavra utilizada fora da sua acepção real, em vir-
tude de uma semelhança submetida. É uma comparação sem 
elementos comparativos.
4. Resposta D
Dia mundial da água: Dia de comemorar
Porém, não há tanto o que comemorar diante de tantos fatos 
“ruins” ocorridos com a água. Logo, uma ironia.
5. Resposta C
Sinestesia ocorre quando há uma combinação de diversas 
impressões sensoriais (visuais, auditivas, olfativas, gustativas 
e táteis) entre si, e também entre as referidas sensações e 
sentimentos.
5. Ortografia
A palavra ortogra� a é formada pelos elementos gregos orto 
“correto” e gra� a “escrita” sendo a escrita correta das palavras 
da língua portuguesa, obedecendo a uma combinação de crité-
rios etimológicos (ligados à origem das palavras) e fonológicos 
(ligados aos fonemas representados).
Somente a intimidade com a palavra escrita, é que acaba tra-
zendo a memorização da gra� a correta.
Deve-se também criar o hábito de consultar constantemente 
um dicionário.
Alfabeto
O alfabeto passou a ser formado por 26 letras. As letras “k”, 
“w” e “y” não eram consideradas integrantes do alfabeto (ago-
ra são). Essas letras são usadas em unidades de medida, no-
mes próprios, palavras estrangeiras e outras palavras em geral. 
Exemplos: km, kg, watt, playground, William, Kafka, kafkiano.
Vogais: a, e, i, o, u, y, w.
Consoantes: b,c,d,f,g,h,j,k,l,m,n,p,q,r,s,t,v,w,x,z.
Alfabeto: a,b,c,d,e,f,g,h,i,j,k,l,m,n,o,p,q,r,s,t,u,v,w,x,y,z.
Observações:
A letra “Y” possui o mesmo som que a letra “I”, portanto, ela é 
classi� cada como vogal.
A letra “K” possui o mesmo som que o “C” e o “QU” nas pala-
vras, assim, é considerada consoante.
Língua Portuguesa
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Exemplo: Kuait / Kiwi.
Já a letra “W” pode ser considerada vogal ou consoante, de-
pendendo da palavra em questão, veja os exemplos:
No nome próprio Wagner o “W” possui o som de “V”, logo, 
é classi� cado como consoante. Já no vocábulo “web” o “W” 
possui o som de “U”, classi� cando-se, portanto, como vogal. 
Emprego da letra H
Esta letra, em início ou � m de palavras, não tem valor fonético; 
conservou-se apenas como símbolo, por força da etimologia e 
da tradição escrita. Grafa-se, por exemplo, hoje, porque esta 
palavra vem do latim hodie.
Emprega-se o H
 - Inicial, quando etimológico: hábito, hélice, herói, hérnia, 
hesitar, haurir, etc.
 - Medial, como integrante dos dígrafos ch, lh e nh: chave, 
boliche, telha, � echa, companhia, etc.
 - Final e inicial, em certas interjeições: ah!, ih!, hem?, hum!, 
etc.
 - Algumas palavras iniciadas com a letra H: hálito, harmo-
nia, hangar, hábil, hemorragia, hemisfério, heliporto, hema-
toma, hífen, hilaridade, hipocondria, hipótese, hipocrisia, 
homenagear, hera, húmus;
 - Sem h, porém, os derivados baianos, baianinha, baião, baia-
nada, etc.
Não se usa H
 - No início de alguns vocábulos em que o h, embora etimo-
lógico, foi eliminado por se tratar de palavras que entraram 
na língua por via popular, como é o caso de erva, inverno, e 
Espanha, respectivamente do latim, herba, hibernus e His-
pania. Os derivados eruditos, entretanto, grafam-se com h: 
herbívoro, herbicida, hispânico, hibernal, hibernar, etc.
Emprego das letras E, I, O e U
Na língua falada, a distinção entre as vogais átonas /e/ e /i/, 
/o/ e /u/ nem sempre é nítida. É principalmente desse fato que 
nascem as dúvidas quando se escrevem palavras como quase, 
intitular, mágoa, bulir, etc., em que ocorrem aquelas vogais.
Escreve-se com a letra E:
 - A sílaba � nal de formas dos verbos terminados em –uar: 
continue, habitue, pontue, etc.
 - A sílaba � nal de formas dos verbos terminados em –oar: 
abençoe, magoe, perdoe, etc.
 - As palavras formadas com o pre� xo ante– (antes, anterior): 
antebraço, antecipar, antedatar, antediluviano, antevéspera, 
etc.
 - Os seguintes vocábulos: Arrepiar, Cadeado, Candeeiro, 
Cemitério, Confete, Creolina, Cumeeira, Desperdício, Desti-
lar, Disenteria, Empecilho, Encarnar, Indígena, Irrequieto, La-
crimogêneo, Mexerico, Mimeógrafo, Orquídea, Peru, Quase, 
Quepe, Senão, Sequer, Seriema, Seringa, Umedecer.
Emprega-se a letra I:
 - Na sílaba � nal de formas dos verbos terminados em –air/–
oer /–uir: cai, corrói, diminuir, in� ui, possui, retribui, sai, etc.
 - Em palavras formadas com o pre� xo anti- (contra): antiaé-
reo, Anticristo, antitetânico, antiestético, etc.
 - Nos seguintes vocábulos: aborígine, açoriano, artifício, 
artimanha, camoniano, Casimiro, che� ar, cimento, crânio, 
criar, criador, criação, crioulo, digladiar, displicente, erisipe-
la, escárnio, feminino, Filipe, frontispício, I� gênia, inclinar, 
incinerar, inigualável, invólucro, lajiano, lampião, pátio, peni-
cilina, pontiagudo, privilégio, requisito, Sicília (ilha), silvícola, 
siri, terebintina, Tibiriçá, Virgílio.
Emprega-se a letra O 
Abolir, banto, boate, bolacha, boletim, botequim, bússola, cho-
ver, cobiça, concorrência, costume, engolir, goela, mágoa, mo-
cambo, moela, moleque, mosquito, névoa, nódoa, óbolo, ocor-
rência, rebotalho, Romênia, tribo.
Emprega-secom a letra U
Bulir, burburinho, camundongo, chuviscar, cumbuca, cúpu-
la, curtume, cutucar, entupir, íngua, jabuti, jabuticaba, lóbulo, 
Manuel, mutuca, rebuliço, tábua, tabuada, tonitruante, trégua, 
urtiga.
Parônimos: Registramos alguns parônimos que se diferenciam 
pela oposição das vogais /e/ e /i/, /o/ e /u/. 
Fixemos a gra� a e o signi� cado dos seguintes:
área = superfície
ária = melodia, cantiga
arrear = pôr arreios, enfeitar 
arriar = abaixar, pôr no chão, cair 
comprido = longo
cumprido = particípio de cumprir
comprimento = extensão
cumprimento = saudação, ato de cumprir 
costear = navegar ou passar junto à costa 
custear = pagar as custas, � nanciar 
deferir = conceder, atender
diferir = ser diferente, divergir
delatar = denunciar
dilatar = distender, aumentar
descrição = ato de descrever
discrição = qualidade de quem é discreto
emergir = vir à tona 
imergir = mergulhar 
emigrar = sair do país
imigrar = entrar num país estranho 
emigrante = que ou quem emigra 
imigrante = que ou quem imigra 
eminente = elevado, ilustre 
iminente = que ameaça acontecer 
recrear = divertir
recriar = criar novamente
soar = emitir som, ecoar, repercutir
suar = expelir suor pelos poros, transpirar
sortir = abastecer
surtir = produzir (efeito ou resultado) 
sortido = abastecido, bem provido, variado 
surtido = produzido, causado
vadear = atravessar (rio) por onde dá pé, passar a vau
vadiar = viver na vadiagem, vagabundear, levar vida de vadio
Emprego das letras G e J
Para representar o fonema /j/ existem duas letras; g e j. Gra-
fa-se este ou aquele signo não de modo arbitrário, mas de 
Língua Portuguesa
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acordo com a origem da palavra. Exemplos: gesso (do grego 
gypsos), jeito (do latim jactu) e jipe (do inglês jeep).
Escrevem-se com G:
 - Os substantivos terminados em –agem, -igem, -ugem: gara-
gem, massagem, viagem, origem, vertigem, ferrugem, lanu-
gem. Exceção: pajem
 - As palavras terminadas em –ágio, -égio, -ígio, -ógio, -úgio: 
contágio, estágio, egrégio, prodígio, relógio, refúgio.
 - Palavras derivadas de outras que se grafam com g: mas-
sagista (de massagem), vertiginoso (de vertigem), ferrugino-
so (de ferrugem), engessar (de gesso), faringite (de faringe), 
selvageria (de selvagem), etc.
 - Os seguintes vocábulos: algema, angico, apogeu, auge, 
estrangeiro, gengiva, gesto, gibi, gilete, ginete, gíria, giz, 
hegemonia, herege, megera, monge, rabugento, sugestão, 
tangerina, tigela.
Escrevem-se com J:
 - Palavras derivadas de outras terminadas em –já: laranja (la-
ranjeira), loja (lojista, lojeca), granja (granjeiro, granjense), 
gorja (gorjeta, gorjeio), lisonja (lisonjear, lisonjeiro), sarja (sar-
jeta), cereja (cerejeira).
 - Todas as formas da conjugação dos verbos terminados em 
–jar ou –jear: arranjar (arranje), despejar (despejei), gorjear 
(gorjeia), viajar (viajei, viajem) – (viagem é substantivo).
 - Vocábulos cognatos ou derivados de outros que têm j: 
laje (lajedo), nojo (nojento), jeito (jeitoso, enjeitar, projeção, 
rejeitar, sujeito, trajeto, trejeito).
 - Palavras de origem ameríndia (principalmente tupi-guarani) 
ou africana: canjerê, canjica, jenipapo, jequitibá, jerimum, ji-
boia, jiló, jirau, pajé, etc.
 - As seguintes palavras: alfanje, alforje, berinjela, cafajeste, 
cerejeira, intrujice, jeca, jegue, Jeremias, Jericó, Jerônimo, 
jérsei, jiu-jítsu, majestade, majestoso, manjedoura, manjeri-
cão, ojeriza, pegajento, rijeza, sabujice, sujeira, traje, ultraje, 
varejista.
 - Atenção: Moji, palavra de origem indígena, deve ser escrita 
com J. Por tradição algumas cidades de São Paulo adotam 
a gra� a com G, como as cidades de Mogi das Cruzes e Mo-
gi-Mirim.
Representação do fonema /S/
O fonema /s/, conforme o caso, representa-se 
por:
 - C e Ç: acetinado, açafrão, almaço, anoitecer, censura, ci-
mento, dança, dançar, contorção, exceção, endereço, 
Iguaçu, maçarico, maçaroca, maço, maciço, miçanga, mu-
çulmano, muçurana, paçoca, pança, pinça, Suíça, suíço, 
vicissitude.
 - S: ânsia, ansiar, ansioso, ansiedade, cansar, cansado, des-
cansar, descanso, diversão, excursão, farsa, ganso, hor-
tênsia, pretensão, pretensioso, propensão, remorso, sebo, 
tenso, utensílio.
 - SS: acesso, acessório, acessível, assar, asseio, assinar, car-
rossel, cassino, concessão, discussão, escassez, escasso, 
essencial, expressão, fracasso, impressão, massa, massa-
gista, missão, necessário, obsessão, opressão, pêssego, 
procissão, pro� ssão, pro� ssional, ressurreição, sessenta, 
sossegar, sossego, submissão, sucessivo.
 - - SC, SÇ: acréscimo, adolescente, ascensão, consciência, 
consciente, crescer, cresço, descer, desço, desça, discipli-
na, discípulo, discernir, fascinar, � orescer, imprescindível, 
néscio, oscilar, piscina, ressuscitar, seiscentos, suscetível, 
suscetibilidade, suscitar, víscera.
 - X: aproximar, auxiliar, auxílio, máximo, próximo, proximida-
de, trouxe, trouxer, trouxeram, etc.
 - XC: exceção, excedente, exceder, excelência, excelente, 
excelso, excêntrico, excepcional, excesso, excessivo, exce-
to, excitar, etc.
Homônimos
acento = in� exão da voz, sinal grá� co
assento = lugar para sentar-se
acético = referente ao ácido acético (vinagre) 
ascético = referente ao ascetismo, místico 
cesta = utensílio de vime ou outro material 
sexta = ordinal referente a seis
círio = grande vela de cera 
sírio = natural da Síria 
cismo = pensão
sismo = terremoto 
empoçar = formar poça 
empossar = dar posse a 
incipiente = principiante 
insipiente = ignorante
intercessão = ato de interceder
interseção = ponto em que duas linhas se cruzam
ruço = pardacento
russo = natural da Rússia
Emprego de S com valor de Z
 - Adjetivos com os su� xos –oso, -osa: gostoso, gostosa, gra-
cioso, graciosa, teimoso, teimosa, etc.
 - Adjetivos pátrios com os su� xos –ês, -esa: português, por-
tuguesa, inglês, inglesa, milanês, milanesa, etc.
 - Substantivos e adjetivos terminados em –ês, feminino –esa: 
burguês, burguesa, burgueses, camponês, camponesa, 
camponeses, freguês, freguesa, fregueses, etc.
 - Verbos derivados de palavras cujo radical termina em –s: 
analisar (de análise), apresar (de presa), atrasar (de atrás), 
extasiar (de êxtase), extravasar (de vaso), alisar (de liso), etc.
 - Formas dos verbos pôr e querer e de seus derivados: 
pus, pusemos, compôs, impuser, quis, quiseram, etc.
 - Os seguintes nomes próprios de pessoas: Avis, Balta-
sar, Brás, Eliseu, Garcês, Heloísa, Inês, Isabel, Isaura, Luís, 
Luísa, Queirós, Resende, Sousa, Teresa, Teresinha, Tomás, 
Valdês.
 - Os seguintes vocábulos e seus cognatos: aliás, anis, 
arnês, ás, ases, através, avisar, besouro, colisão, convés, 
cortês, cortesia, defesa, despesa, empresa, esplêndido, es-
pontâneo, evasiva, fase, frase, freguesia, fusível, gás, Goiás, 
groselha, heresia, hesitar, manganês, mês, mesada, obsé-
quio, obus, paisagem, país, paraíso, pêsames, pesquisa, 
presa, presépio, presídio, querosene, raposa, represa, re-
quisito, rês, reses, retrós, revés, surpresa, tesoura, tesouro, 
três, usina, vasilha, vaselina, vigésimo, visita.
Emprego da letra Z
 - Os derivados em –zal, -zeiro, -zinho, -zinha, -zito, -zita: cafe-
zal, cafezeiro, cafezinho, avezinha, cãozito, avezita, etc.

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