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07/11/2021 1 UNIVERSIDADE DE CUIABÁ FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA Prof: Fabio B. Schein Bioquímica dos ruminantes: Metabolismo de compostos nitrogenados Proteínas ✓Complexos orgânicos compostos de C, H, O, N e S ✓ Diferem dos carboidratos e lipídeos por conterem além de C, H e O, também o Nitrogênio (N) ✓S: compõe alguns aminoácidos (cisteína) Tipos e exemplos Ocorrência e função Enzimas Hexoquinase Fosforila a glicose DNA-polimerase Replica e repara o DNA Armazenamento Ovoalbumina Proteína da clara do ovo Caseína Proteína do leite Transportadoras Hemoglobina Transporta oxigênio no sangue Albumina sérica Transporta lipídios no sangue Contráteis Miosina Filamentos espessos da miofibrila Actina Filamentos delgados da miofibrila Principais funções Classificação dos aminoácidos ✓AAs essenciais: não sintetizados ou sintetizados em quantidade insuficiente pelo organismo ✓AAs não essenciais: sintetizados pelo organismo Arginina, Histidina, Isoleucina, Leucina, Lisina, Metionina, Fenilalanina, Treonina, Triptofano e Valina. Alanina, Ácido aspártico, Asparagina, Cisteína, Ácido glutâmico, Glutamina, Glicina, Prolina, Serina e Tirosina. Classificação dos aminoácidos ✓Glicogênicos: precursores para síntese de glicose (gliconeogênese hepática – ruminantes) ✓Alanina, Arginina, Asparagina, Cisteína, Glutamina, Glicina, Histidina, Metionina, Prolina, Serina, Treonina e Valina. ✓Cetogênicos: corpos cetônicos e síntese de ácidos graxos ✓Leucina e lisina ✓Glicogênicos e cetogênicos: precursores tanto de glicose como de ácidos graxos ✓Isoleucina, Triptofano, Fenilalanina, Treonina e Tirosina. Estrutura - Proteínas PROTEÍNAS POLIPEPTÍDEOS PEPTÍDEOS MENORES (OLIGO OU DI) AMINOÁCIDOS + COMPLEXA - COMPLEXA http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 07/11/2021 2 Caracterização proteica dos alimentos ✓N na forma proteica ✓AA unidos por ligações peptídicas ✓N na forma NNP ✓AA livres, peptídeos, ác. nucléicos, amidas, aminas e amônia Degradação ruminal da proteína Proteína Bruta PDR PNDR Proteína Degradável no Rúmen Proteína NÃO Degradável no Rúmen Degradação ruminal da proteína Proteína Enzimas Microbianas Peptídeos Peptidases Microbiana AAs NH3 + R Deaminase Microbiana CO2 + H2O + AGV R Fermentação Degradação ruminal da proteína Proteína da dieta Microrganismos ruminais PDR PNDR PMic Animal hospedeiro Degradação ruminal da proteína ✓O excesso de amônia produzida no rúmen atravessa a parede ruminal e pode ser perdida via urina na forma de ureia ✓Ser reciclada através da saliva e por absorção pela parede ruminal http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 07/11/2021 3 Degradação ruminal da proteína ✓Bactérias: principais responsáveis pela degradação da proteína ✓Protozoários: são predadores de microrganismos do rúmen (obtenção de proteína) ✓Protozoários: deaminam AA, mas não usam amônia para síntese de Aas ✓Fungos: considerados sem significância, até o momento. Degradação ruminal da proteína Protozoários➔ ativos na degradação da proteína ✓ Ingerem bactérias, fungos, protozoários menores e partículas de alimentos➔ digeridos no interior da célula ✓ Pequena taxa de passagem ➔ Contribuem pouco para o fluxo de proteína microbiana para o intestino A digestão da proteína libera peptídeos e estes são degradados a AA livres que são então incorporados na proteína dos protozoários. Degradação ruminal da proteína a) Solubilização b) Proteólise c) Peptidase extracelular d) Transporte de AAs NH3 + AGV d e no rúmen no microrganismo NH3 + AGV AAs g h Proteína Microbiana c Peptídeos Proteína solúvel Proteína a b AAs e) Transporte de peptídeos f) Peptidase intracelular g) Fermentação de aminoácidos h) Síntese de proteína microbiana f Síntese de proteína microbiana Proteínas microbianas são a principal fonte de proteína metabolizável no intestino do animal ruminante: ✓ 45 a 55% em vacas leiteiras de alta produção ✓ 55 a 65% bovino de corte confinado com rações ricas em energia ✓ +65% em bovinos mantidos exclusivamente em pastagens Valor nutricional da proteína microbiana ✓Nutrição proteica do ruminante: exigência de aminoácidos e/ou peptídeos Os aminoácidos devem estar disponíveis para o metabolismo dos tecidos em quantidades e proporções adequadas para a máxima eficiência de utilização→ Conversão em produto. O valor nutricional da Proteína Metabolizável (PM) depende do seu perfil de aminoácidos. Síntese de proteína microbiana Fatores que afetam a síntese de proteína microbiana Fonte: Adaptado de Owens e Zinn, 1988. http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 07/11/2021 4 Digestão e absorção intestinal Processo de digestão: Digestão Inicia - Abomaso Continua - ID Neutralização lenta da acidez na digesta duodenal Digestão e absorção intestinal Pmic PNDR P endógena PROTEÍNA METABOLIZÁVEL Digestão Processo de digestão: → Similar em Ruminantes e não ruminantes Digestão da proteína – abomaso e ID ◼ Abomaso: secreção de HCl ◼ Enzima secretada no estômago (abomaso) – forma inativa (zimogênio) ◼ Pepsinogênio (estômago) pepsina Ligações peptídicas (degradação da proteína a oligopeptídeos) ◼ Início no estômago continua no ID ◼ ID: ação da secretina (hormônio) >> liberação de bicarbonato para neutralização do pH do quimo (bolo alimentar). Digestão da proteína – ID ◼ Secreção das enzimas no duodeno: através da ação da Colecistoquinina (CCK) ◼ Primeira ativação ocorre pela enteroquinase Tripsinogênio tripsina Quimiotripsinogênio, proelastase, procarboxipeptidase A e B Quimotripsina Elastase Carboxipeptidase A e B ENDOPEPTIDADES EXOPEPTIDADES Abomaso Metabolismo de AAs pelos tecidos Após a absorção: Síntese de proteína Síntese de glicose (fígado) Síntese de lipídeos Outros compostos: Grupo heme, Purinas, Pirimidinas, Hormônios e Neurotransmissores Aminoácidos Aminoácidos não utilizados→ NH3 e esqueleto de carbono Energia http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 07/11/2021 5 Síntese hepática de ureia e reciclagem de N A amônia presente no rúmen é originária da: ✓ Degradação da proteína verdadeira do alimento ✓ Nitrogênio não proteico da dieta ✓ Degradação das células microbianas mortas no rumen ✓ Reciclagem N (saliva e difusão sangue-rúmen) Pico de amônia no rúmen após a alimentação: ✓ 1 a 2 horas: quando a ureia é fornecida ✓ 3 a 5 horas: quando o animal recebe uma fonte de proteína verdadeira Síntese hepática de ureia e reciclagem de N ✓ Eficiência de utilização da amônia para síntese de proteína depende, principalmente da disponibilidade de energia no rúmen. ✓ Amônia não utilizada: Absorvida através da parede ruminal (forma não ionizada) e transportada pela veia porta até o fígado. Fígado: 2 moléculas de amônia são transformadas em uma molécula de ureia Síntese hepática de ureia e reciclagem de N 1) A primeira molécula de amônia é carboxilada pela enzima cabamoil fosfato sintetase, originando o carbamoil fosfato (gasta 2 ATP); 2) O carbamoil fosfato reage com a ornitina para formar a citrulina; 3) A segunda molécula de amônia que entra no ciclo é originada do aspartato que reage com a citrulina formando o arginino-succinato; 4) Este composto é clivado a arginina e fumarato; 5) A arginina é então quebrada pela arginase regenerando a ornitina e produzindo uma molécula de uréia. Compostos NNP Ureia → Aproximadamente 45% nitrogênio Equivalente proteico : 45 x 6,25 = 281,25% → Aproximadamente 280% 100 g de ureia → 280 g PB Fontes de Ureia: ✓Exógena ✓Endógena (Ciclo de ureia) Finalidade da Ureia: ✓Substituir parte da proteína verdadeira da dieta ✓Acrescentar nitrogênio em sistemas com baixo teor de proteína (forragens com baixo valor nutritivo) Metabolismo da ureia nos ruminantes ??? Dúvidas http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1 http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.sct.embrapa.br/dctv/2007/img/23-Integracao_lavoura_pecuaria2.jpg&imgrefurl=http://hotsites.sct.embrapa.br/diacampo/programacao/2007/integracao-lavoura-pecuaria-maior-eficiencia-dos-sistemas-produtivos&usg=__dE6MKibnwh5TqNzKub4NM5EIgD4=&h=221&w=350&sz=25&hl=pt-br&start=3&zoom=1&itbs=1&tbnid=3QV5L8j8SQMk1M:&tbnh=76&tbnw=120&prev=/images?q=INTEGRA%C3%87%C3%83O+LAVOURA+PECU%C3%81RIA&hl=pt-br&sa=G&gbv=2&tbs=isch:1