Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA==
www.pciconcursos.com.br
27/11/03 - 08:35
2 SESEP-SE-C.Basicos-4
CONHECIMENTOS BÁSICOS
1. Segundo Luiz Antônio Cunha, o dualismo do sistema de
educação brasileiro vem sendo considerado um obstáculo
ao seu desenvolvimento porque
(A) esta questão não tem sido reconhecida como
objetivo de políticas educacionais.
(B) inexiste a preocupação dos governantes em relação
à resolução deste problema.
(C)) persiste a resistência daqueles que se beneficiam do
sistema vigente, até hoje.
(D) as políticas educacionais não se propõem a
organizar a gestão democrática nas escolas.
(E) inexistem projetos educacionais que tenham como
objetivo o acesso da população à escola pública.
_________________________________________________________
2. A escola tem por função preparar os indivíduos para o
desempenho de papéis sociais, de acordo com aptidões
individuais. Para isso, os indivíduos precisam aprender a
adaptar-se aos valores e às normas vigentes na
sociedade de classes, através do desenvolvimento da
cultura individual. A ênfase no aspecto cultural esconde a
realidade das diferenças de classe, pois, embora difunda a
idéia de igualdade de oportunidade não leva em conta a
desigualdade de condições.
A educação e a escola a que se refere o texto acima
representam concepções e tendências da Educação no
Brasil da pedagogia
(A)) liberal.
(B) construtivista.
(C) progressista libertária.
(D) progressista libertadora.
(E) crítico-social dos conteúdos.
_________________________________________________________
3. Historicamente, o ensino obrigatório ficava restrito ao
período necessário ao domínio da habilidade de ler,
escrever e contar. A partir da Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional � LDB (no 9.394/96), observa-se um
alargamento nesta concepção, constituindo a Educação
Básica em:
(A) pré-escola – ensino fundamental – ensino superior.
(B) ensino fundamental – ensino médio – ensino
superior.
(C) pré-escola – ensino fundamental – educação de
jovens e adultos.
(D)) educação infantil – ensino fundamental – ensino
médio.
(E) educação especial – educação infantil – educação
de jovens e adultos.
4. Segundo Maria Teresa Mantoan, a adesão à inclusão
exige dos educadores a compreensão de que os alunos
são diferentes uns dos outros e que os ambientes
inclusivos devem concorrer para estimular os alunos, em
geral, a se comportarem
(A) disciplinadamente, para que se possa desenvolver
atividades iguais para todos os alunos.
(B) naturalmente, para que o professor possa atender
individualmente todas as dificuldades dos alunos.
(C) passivamente, para que o professor possa desen-
volver seu planejamento de aula.
(D) espontaneamente, diante das dificuldades cogni-
tivas, sem a preocupação constante de produção de
conhecimento.
(E)) ativamente, diante dos desafios do meio escolar,
abandonando os estereótipos, os condicionamentos,
as dependências.
_________________________________________________________
5. Para Paulo Freire, ensinar é desafiar os educandos a que
pensem sua prática, a partir da prática social, e com eles
(os educandos), em busca dessa compreensão, estudar
rigorosamente
(A) os parâmetros curriculares nacionais.
(B)) a teoria da prática.
(C) os conteúdos do núcleo comum dos currículos das
escolas.
(D) a metodologia dos conteúdos.
(E) a dinâmica do mercado de trabalho.
_________________________________________________________
6. Segundo José Carlos Libâneo, a primeira condição para
se realizar um planejamento é saber com segurança a
(A) grade de conteúdos que se irá ensinar aos alunos.
(B) metodologia de trabalho a ser adotada em sala de
aula.
(C) organização disciplinar de cada série e o perfil dos
professores.
(D)) direção que queremos dar ao processo educativo na
nossa sociedade.
(E) noção do que é plano, planejamento, programa e
projeto e suas etapas.
_________________________________________________________
7. Na verdade, esses professores, ao resistirem a uma
mudança que não corresponda às suas condições
materiais de trabalho, acabam definindo, dentro de um
espaço fora do controle do Estado – a sala de aula – o
que se deve ensinar.
Segundo João Baptista Bastos, o plano prioritário da
escola é o de gestão; no entanto, as condições materiais
desumanas do trabalho escolar podem gerar
(A)) não só o conformismo, mas também sentimento de
impotência dos educadores.
(B) contraditoriamente, a construção de um projeto
pedagógico adequado à realidade dos alunos.
(C) um trabalho coletivo, mas corporativista pois
consegue envolver somente parte dos professores.
(D) principalmente, um projeto pedagógico de má quali-
dade pela falta de competitividade.
(E) o descompromisso de professores com baixa capa-
cidade técnica de ensinar.
 MODELO − Opcao de Cargo D04, Tipo 1
www.pciconcursos.com.br
pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA==
www.pciconcursos.com.br
27/11/03 - 08:35
SESEP-SE-C.Basicos-4 3
8. A valorização dos profissionais da educação, através da
garantia de "aperfeiçoamento profissional continuado,
inclusive com licenciamento periódico remunerado para
este fim"; de "período reservado a estudos, planejamento
e avaliação, incluído na carga de trabalho", bem como de
"condições adequadas de trabalho", dentre outros
aspectos, está prevista
(A) na Constituição Federal/1988.
(B) na Constituição Estadual de Sergipe.
(C)) na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
(LDB - no 9.394/96).
(D) na Emenda Constitucional no 14/96.
(E) no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
_________________________________________________________
9. “Algumas vezes se abandona a escala de 6 a 10 ou de A
a E ou deixa-se de utilizar conceitos como ‘ótimo’, ‘bom’
ou ‘regular’ onde o contexto escolar adquire um certo grau
de liberdade, mas os processos pedagógicos continuam
vinculados a um produto previamente determinado.”
O texto acima de Maria Teresa Esteban faz referência às
muitas das propostas atuais de avaliação que mantêm o
estabelecimento de parâmetros com os quais as respostas
dos alunos devem ser comparados
(A) para se desenvolver uma avaliação emancipatória.
(B)) e não rompem com a prática de avaliação classifica-
tória.
(C) visando a realização de uma avaliação diagnóstica.
(D) visando uma aprendizagem significativa, a partir do
erro construtivo.
(E) e organizadas de forma a oferecer a idéia exata do
rendimento dos alunos.
_________________________________________________________
10. De acordo com o artigo 56 do Estatuto da Criança e do
Adolescente (Lei n° 8.069/90), serão obrigatoriamente
comunicados ao Conselho Tutelar os casos de:
I. problemas indisciplinares.
II. casos de doenças contagiosas.
III. maus tratos envolvendo alunos.
IV. reiteração de faltas injustificadas e de evasão
escolar, esgotados os recursos escolares.
São corretas, APENAS
(A) I e II
(B) I e III
(C) II e III
(D) II e IV
(E)) III e IV
Atenção: As questões de números 11 a 15 baseiam-se no
texto apresentado abaixo.
O Brasil é, sem favor, a maior reserva folclórica do
mundo. O Nordeste, em particular, tem sido uma imensa casa-
grande, em torno da qual o povo inventa e conta estórias. Tem
cabido ao povo nordestino a guarda dos acervos, que se
mostram nos espaços das ruas e das praças, nos mercados e
nas feiras, no Natal, no São João ou no carnaval, na quaresma
e na aleluia - lugares e ocasiões em que o povo veste sua alma
de festa e de arte e professa, entre cantos, danças, gestos, a
sua sobrevivência.
Há, em meio ao repertório folclórico conhecido, insofis-
máveis provas da concepção que o povo brasileiro tem do
mundo e da vida. Há, também, protestos óbvios, diretos, duros.
Há, predominantemente, uma herança catequética que percorre
os contos, os provérbios, os autos e folguedos, as crendices e
superstições, as quadrinhas e a literatura de cordel - variadas
formas da literatura popular reconhecidapelos letrados e
eruditos. Um repertório que é capaz de afirmar um tipo de vida
severina, pelo modelo do poema de João Cabral de Melo Neto,
ou manter quase intactos gestas e dramas que colocam em
oposição cristãos e mouros, religiosos e infiéis.
Vigoram ainda nas escolas as quatro características
básicas do fato folclórico, fixadas por Luiz da Câmara Cascudo:
antigüidade, persistência, anonimato e oralidade. Tais
características colidem com a definição de João Ribeiro, de que
o folclore é a concepção do mundo e da vida de um povo. Tudo
tem uma autoria. Nas comunidades convivem na mesma
importância os que puxam os versos, juntamente com os que
sustentam o refrão, repetindo-os. No uso, aquilo que nasceu da
individualidade passa a pertencer a muitos. A colegialidade,
então, passa a ser, também, característica do popular. Por fim,
a expressividade do fato cultural do povo, que engloba a
mensagem e a linguagem que lhe vale de suporte, adquire,
igualmente, feição de característica, por conta do conjunto de
expressões que facilitam a aceitação e a sobrevivência do que
é produzido.
(Adaptado de Luiz Antonio Barreto. Um novo entendimento do
folclore. Aracaju: Sociedade Editorial de Sergipe, 1994,
p. 27-41)
11. A coesão do 2o parágrafo do texto mantém-se, espe-
cialmente,
(A) por afirmações opostas quanto ao sentido e quanto
à sua organização sintática.
(B) pela seqüência cronológica dos fatos apresentados,
garantida pelos tempos verbais.
(C) pelo uso de conectivos que estabelecem a
subordinação coerente entre as orações.
(D)) pela repetição de frases de estrutura sintática
semelhante e significado coerente.
(E) pelo uso coloquial do vocabulário e da ordem direta
nas frases.
 Opcao de Cargo D04, Tipo 1 − MODELO
www.pciconcursos.com.br
pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA==
www.pciconcursos.com.br
27/11/03 - 08:35
4 SESEP-SE-C.Basicos-4
12. ... fixadas por Luiz da Câmara Cascudo: antigüidade,
persistência, anonimato e oralidade. (início do 3o pará-
grafo)
Os dois pontos introduzem, considerando-se o contexto,
(A)) uma seqüência enumerativa.
(B) a restrição ao que se afirma anteriormente.
(C) interrupção intencional do pensamento.
(D) transcrição exata de palavras de outro autor.
(E) uma repetição desnecessária.
_________________________________________________________
13. Tais características colidem com a definição de João
Ribeiro. (início do 3o parágrafo)
Emprega-se um sinônimo do verbo grifado na frase acima
em:
(A) apóiam-se na ...
(B) acrescentam à ...
(C)) chocam-se com a ...
(D) confirmam a ...
(E) combinam com a ...
_________________________________________________________
14. ... e professa, entre cantos, danças, gestos, a sua
sobrevivência. (final do 1o parágrafo)
A mesma regência exigida pelo verbo grifado na frase
acima se encontra em:
(A) O Nordeste, em particular, tem sido uma imensa
casa-grande ...
(B)) ... que facilitam a aceitação e a sobrevivência ...
(C) Tem cabido ao povo nordestino a guarda dos
acervos.
(D) Vigoram ainda nas escolas as quatro caracterís-
ticas...
(E) .... ou manter quase intactos gestas e dramas.
15. Há palavras escritas de modo INCORRETO na frase:
(A) A alegria contagiante do povo nordestino explode
nas festas populares, especialmente as que
homenageiam São João.
(B) Uma análise das manifestações populares não pode
deixar de destacar a imensa criatividade dos
declamadores nas feiras e mercados.
(C) É prodigiosa a capacidade de memorização dos
poetas populares e a facilidade de desfiar versos
harmoniosos em seus improvisos.
(D) O povo iletrado assimilou em sua memória coletiva
os fatos folclóricos trazidos pelos colonizadores e
cristalizados na literatura de cordel.
(E)) As condições de vida do povo nordestino permitiram-
lhe ser alegre e expontâneo, gosando da alegria de
suas festas regionais.
_________________________________________________________
16. Acaju � Estas árvores são muito grandes, e formosas,
perdem a folha em seus tempos, e a flor se dá nos cachos
que fazem umas pontas como dedos, e nas ditas pontas
nasce uma flor vermelha de bom cheiro, e após ela nasce
uma castanha, e da castanha nasce um pomo do tamanho
de um repinaldo, ou maçã camoeza; é fruta muito
formosa, e são alguns amarelos, e outros vermelhos, e
tudo é sumo: são bons para a calma, refrescam muito, e o
sumo põe nódoa em pano branco que não se tira senão
quando se acaba.
É correto afirmar-se que o trecho acima pertence
(A)) à literatura informativa sobre a nova terra, cujos
autores tentavam descrever para os que permane-
ciam no reino as novidades encontradas aqui.
(B) ao barroco, pelo uso de uma linguagem rebuscada,
plena de figuras e de inversões, além de um
tratamento religioso conferido à natureza, como obra
de Deus.
(C) à época arcádica, em que se pregava a convivência
saudável e harmoniosa com a natureza, como fonte
de equilíbrio e sabedoria.
(D) ao romantismo, em vista de uma percepção idílica
da terra, valorizando seus aspectos mais originais,
em oposição aos valores trazidos da Europa.
(E) ao modernismo, por tratar-se de assunto cotidiano,
registrado em linguagem coloquial, direta e objetiva,
visando a clareza da informação.
 MODELO − Opcao de Cargo D04, Tipo 1
www.pciconcursos.com.br
pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA==
www.pciconcursos.com.br
27/11/03 - 08:35
SESEP-SE-C.Basicos-4 5
17. Atualmente, a luta pela posse da terra em Sergipe, e em
várias regiões do Brasil, tem mobilizado diferentes setores
sociais, especialmente os ligados ao Movimento dos
Trabalhadores Sem Terra. Na história de Sergipe, os
problemas da terra estão intrinsecamente relacionados
aos mecanismos de exploração colonial, cuja
característica marcante foi
(A) a forma como se organizou a pecuária, desenvolvida
predominantemente para atender ao mercado
consumidor europeu.
(B) os conflitos entre os colonizadores para a obtenção
das melhores terras, visando a exploração de
produtos de subsistência, como o feijão e o algodão.
(C)) o alto grau de concentração fundiária tanto na
produção açucareira como na criação de gado.
(D) o tipo de sistema de distribuição das terras,
denominado sesmarias, que beneficiou, com
pequenos lotes, imigrantes e trabalhadores livres.
(E) o predomínio do sistema minifundiário, onde eram
produzidos açúcar e bens de produtos intermediários
para abastecer o mercado interno.
_________________________________________________________
18. Analise as frases abaixo, procurando detectar as que
apresentam coerência de fatos e justificativas sobre a
transferência da capital de Sergipe de São Cristóvão para
Aracaju.
I. A cidade de São Cristóvão recebia grande
quantidade de migrantes de diferentes cidades do
interior de Sergipe e do Nordeste; isso provocou
reações da população desta cidade, que
pressionou a Câmara Municipal para votar a
transferência da capital para Aracaju.
II. A escolha de Aracaju como capital de Sergipe
estava diretamente relacionada, entre outros
fatores, à força econômica da região de
Cotinguaba, que tinha dificuldades de escoar seu
principal produto de exportação para o mercado
interno e externo.
III. Nas décadas de 1910 e 1920, os jornais "O Estado
de Sergipe" e o "Correio de Aracaju" exerceram
uma poderosa influência sobre a população de São
Cristóvão para que ela se manifestasse contra a
transferência da capital para Aracaju.
IV. A transferência da capital de Sergipe estava
inserida no contexto das transformações ocorridas
no país das quais, dentre outros aspectos,
destacaram-se os processos de modernização, de
industrialização e de urbanização.
As frases corretas são APENAS
(A) I e II
(B) I e III
(C) II e III
(D)) II e IV
(E) III e IV
19. Observe o gráfico.
32%
10%
4% 7%
10%
37%
Lavouras permanentes
Lavouras temporárias
Pastagens naturais
Pastagens plantadas
Matas
Não utilizadas
IBGE. Censo agropecuário 1995-1996
A observação dográfico e seus conhecimentos sobre as
atividades rurais de Sergipe permitem afirmar que
(A) no estado, todas as terras agrícolas são
intensamente ocupadas.
(B) embora ocupando pequena área, as lavouras
permanentes têm alta produtividade.
(C) cerca de 1/3 das terras agrícolas do estado são
ocupadas por matas.
(D) as lavouras temporárias concentram-se no agreste e
ocupam cerca de 25% da área do estado.
(E)) mais da metade das terras agrícolas sergipanas
destinam-se à pecuária.
_________________________________________________________
20. Na festa de São Benedito, celebrada no dia de Reis, em
Lagarto, há dois folguedos: no 1o, são pretos, vestidos de
reis e de príncipes, que fazem a guarda de honra de três
rainhas; no 2o, são mulatas vestidas de branco e
enfeitadas com fitas que vão em procissão, dançando e
cantando música puramente brasileira.
As descrições identificam, respectivamente,
(A) Sambas e Folgança dos mouros.
(B)) Congadas e Taieiras.
(C) Batuques e Cavalo marinho.
(D) Espírito Santo e Bumba-meu-boi.
(E) Folgança dos marujos e Pastorinhas.
 Opcao de Cargo D04, Tipo 1 − MODELO
www.pciconcursos.com.br
pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA==
www.pciconcursos.com.br
27/11/03 - 15:01
6 SESEP-SE-D04
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
21. A leitura é a realização do objetivo da escrita. Quem
escreve, escreve para ser lido; porém, ela é uma atividade
individual e duas pessoas dificilmente fazem a mesma
leitura de um texto, mesmo científico.
Segundo Luiz Carlos Cagliari, a escola deve
(A) aceitar toda e qualquer interpretação produzida pela
criança.
(B) realizar atividades e dinâmicas distintas de leitura e
escrita.
(C) desenvolver a capacidade da criança em interpretar
corretamente o texto, de acordo com a proposta da
professora.
(D) facilitar a leitura de forma a oferecer várias
interpretações de um mesmo texto e aceitar todas as
existentes.
(E)) respeitar a leitura de cada criança para que elas
possam refletir de acordo com seu mundo interior.
_________________________________________________________
22. Não tratando adequadamente a escrita e a fala na
alfabetização, a escola encontrará dificuldades sérias para
lidar com a leitura. Afinal, a leitura, na sua função mais
básica, nada mais é que a realização do objetivo de quem
escreve.
Para Cagliari, primordialmente, a alfabetização é a
(A) aquisição de uma linguagem escrita.
(B)) aprendizagem da escrita e da leitura.
(C) aquisição de uma técnica de transcrição.
(D) assimilação de um código de transcrição.
(E) apropriação do valor convencional de todas as
letras.
_________________________________________________________
23. A escola não parte do conhecimento que a criança tem de
sua fala e da fala de seus colegas para a partir daí ensinar
o que deve. A escola parte de um abecedário e uma fala
(típica de “professora primária”) completamente estranha à
criança.
No ensino de português, é fundamental distinguir três tipos
de atividades ligadas respectivamente aos fenômenos da
fala, da escrita e da leitura porque, apesar de estarem
intimamente ligadas em sua essência,
(A) apresentam etapas diferentes a serem ensinadas.
(B) apresentam realidades iguais numa língua.
(C) apresentam realização totalmente independente.
(D)) são três realidades diferentes da vida de uma língua.
(E) não apresentam correspondência direta e indireta
entre si.
24. Abrahan (4 anos e 7 meses) sabe o que é uma caixa de
remédios e acha que as letras na caixa servem ‘para que
conheçamos o remédio’, mas quando lhe perguntamos o
que o texto diz, responde: ‘ele diz pílulas’.
Segundo as pesquisas de Emília Ferreiro, o texto acima
identifica, em crianças de classe média, com idades em
torno de 4 e 5 anos,
(A) que elas não sabem ler.
(B) a capacidade cognitiva.
(C)) o uso social da escrita.
(D) a memória visual.
(E) o nível mental.
_________________________________________________________
25. Pode-se dizer que os métodos de alfabetização devem ser
considerados em estreita relação com os métodos de
aprendizagem. Nessa direção, as teorias sócio-intera-
cionistas, anterior à preocupação da escolha de métodos,
indicam que para alfabetizar é necessário
(A)) conhecer o processo de aprendizagem do aluno.
(B) aplicar técnicas de memorização e atenção.
(C) conhecer técnicas de alfabetização e letramento.
(D) que os alunos tenham pleno conhecimento das
letras.
(E) que a professora apresente competência técnica
específica em alfabetização.
_________________________________________________________
26. A mãe de Joana, menina de três anos e meio, colocava
maçã em sua merenda e sua professora descascava-a e
partia em quatro fatias todos os dias. Ela então reclamava
à sua mãe que a professora não havia dado "toda" a maçã
para ela comer. Quando questionada a professora não
entendia e cuidava em chamar a atenção da menina que
ali estava toda a maçã. Vários dias passaram até ela
perceber que a maçã partida em quatro não representava
para a menina a maçã toda.
Neste caso, a professora precisou observar e estudar a
lógica da criança para entender
(A) problemas cognitivos por falta de conhecimentos
sobre fração.
(B) e respeitar a vontade da criança em não querer uma
maçã cortada.
(C)) questões de conhecimento referentes à noção de
conservação do objeto.
(D) o comportamento egoísta de uma criança pequena,
quando é contrariada.
(E) questões de aprendizagem referentes a déficits
culturais.
 MODELO − Opcao de Cargo D04, Tipo 1
www.pciconcursos.com.br
pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA==
www.pciconcursos.com.br
27/11/03 - 15:01
SESEP-SE-D04 7
27. Nives Garuti (in Miguel A. Zabalza � Qualidade em Edu-
cação Infantil), discutindo a educação científica na escola
infantil, afirma:
Compreender como as crianças entendem, descobrir
como elas olham e vêem o mundo é tão importante quanto
a forma como os adultos olhamos e vemos o mundo. Nas
crianças o olhar e o saber olhar está fortemente ligado à
forma como elas aprendem a observar e a ver. (...)
Ninguém aprende a olhar ao seu redor do nada. É preciso
intervir para colocá-lo em prática e para generalizar as
formas de observar que as crianças já trazem consigo.
Os ingredientes de dinâmica cognitiva para a autora são:
(A) incentivo, memória e relação.
(B) motivação, maturidade e atenção.
(C) estímulo, hereditariedade, fantasia e criatividade.
(D)) pensamento, realidade, comunicação e cultura.
(E) informação, relação afetiva, grupo social e repetição
mecânica.
_________________________________________________________
28. Nas postulações de Vygotsky, destaca-se a importância
da atuação dos outros membros do grupo social na
mediação entre cultura e o indivíduo e na promoção dos
processos interpsicológicos que serão posteriormente
internalizados.
Para Vygotsky, a criança não tem condições de percorrer
sozinha o caminho do aprendizado; para tanto
(A) o único bom ensino é aquele que oferece método
apropriado a cada faixa etária.
(B) o professor precisa conhecer todos os estágios do
desenvolvimento para poder planejar trabalhos
específicos para cada faixa de idade.
(C) é preciso a organização de trabalhos em grupo para
que as crianças possam aprender umas com as
outras.
(D) a criança precisa desenvolver sua auto-estima para
conseguir realizar sozinha suas tarefas.
(E)) a intervenção de outras pessoas, como o professor e
as outras crianças, é fundamental para a promoção
do desenvolvimento do indivíduo.
_________________________________________________________
29. Em muitas instituições de educação infantil ainda se
encontra um planejamento rígido de atividades, com
rotinas inflexíveis, com temas previamente definidos para
unidades de estudo, onde os conhecimentos construídos
pelas crianças não são levados em conta. Centrado em
sua própria ação e "afazeres" a cumprir, o professor não
observa verdadeiramente cada criança, suas histórias,
suasperguntas, dificuldades, descobertas.
A afirmação acima exemplifica um dos desafios que,
segundo Miguel Zabalda, a escola de educação infantil
precisa enfrentar: o da organização de um currículo
pautado em
(A) conhecimentos que supram as carências culturais
das crianças.
(B)) um novo conceito de criança pequena como “sujeito”
da educação.
(C) conhecimentos que levem o aluno a se preparar
para a alfabetização.
(D) uma visão social que leve em conta seu papel de
guarda das crianças.
(E) conhecimentos voltados para suprir as necessidades
imediatas da criança.
30. Mário se mostra dispersivo, desatencioso. É muito
agitado, desrespeitando as minhas ordens e agredindo os
colegas. Às vezes é agressivo, outras se faz de vítima
levando para casa uma imagem distorcida do seu
comportamento na sala de aula.
Segundo Jussara Hoffman, via de regra, as fichas de ava-
liação de creches e pré-escolas dissociam as áreas do
desenvolvimento de uma criança, privilegiando sobretudo
itens da área afetivo-comportamental, desconectados de
(A)) uma visão de totalidade na construção do conhe-
cimento.
(B) um trabalho específico de desenvolvimento compor-
tamental.
(C) uma análise prospectiva que possibilite a avaliação
psicológica das crianças.
(D) um modelo compensatório que desenvolva a socia-
lização entre as crianças.
(E) uma concepção de educação liberal que permita à
criança extravasar sua agressividade.
_________________________________________________________
Atenção: As questões de números 31 a 35 baseiam-se no
texto apresentado abaixo.
Ainda estão vivos e marcantes, na convivência dos grupos
sociais nordestinos, repertórios e valores que surgiram no
século XVI, ao embalo das epopéias dos mares, de que
Camões foi, para Portugal, o maior intérprete. São dessa época
os chamados “livros do povo” que, segundo Luiz da Câmara
Cascudo, eram os mais lidos do Brasil, como A Donzela
Teodora (1524) e a Princesa Magalona (1521). Todos eles
estão na literatura de cordel, o romanceiro popular nordestino,
em grande parte contido em folhetos pobremente impressos,
que realimentam os valores morais e os exemplos religiosos,
como extratos comuns de uma doutrinação permanente. São
enormes as tiragens dos folhetos da literatura de cordel,
vendidos diretamente em feiras do interior, nos mercados, em
bancas especiais, como a de João Firmino � cordelista de re-
nome �, no Mercado Municipal de Aracaju.
A literatura de cordel tem um consumo generalizado. Predo-
minava, de início, a oralidade, com a memorização característica.
No início do século XX, alguns poetas começaram a registrar as
narrativas e desafios memorizados no formato impresso do
folheto. Apesar de escrita e impressa, é uma forma de literatura
popular consumida pelos que não sabem ler. Na realidade, ela
passou a existir a partir das cantorias orais, existentes já no final
do século XIX. A vigorosa prática cultural dos cantadores nor-
destinos levava-os a arrebatar públicos ouvintes com sua genia-
lidade em improvisar redondilhas e rimar versos em narrativas
espirituosas e desafios. A mobilização do público e dos poetas �
que se confundiam � em torno dessas manifestações artísticas
era intensa; havia uma identificação e apreciação mútuas.
A forma poética das narrativas era rigorosa e regular � nor-
malmente, versos setessilábicos com rimas ABCBDB. A regula-
ridade na estrutura poética favorecia a memorização, que é,
sobretudo, proeza típica de culturas de tradição oral e
representa o principal meio de se transmitir o pensamento/sen-
timento social. O contato com o cordel é uma verdadeira escola
da maioria das crianças que não tinham condições de
freqüentá-la. É a fonte de informação nas cidades do interior,
onde não chegavam jornais nem televisão.
(Texto baseado em Luiz Antonio Barreto. Um novo entendi-
mento do folclore. Sociedade Editorial de Sergipe, 1994. Paulo
Lima. Tradição do cordel se mantém viva, in Balaio de
notícias, 20 de outubro de 2002)
 Opcao de Cargo D04, Tipo 1 − MODELO
www.pciconcursos.com.br
pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA==
www.pciconcursos.com.br
27/11/03 - 15:01
8 SESEP-SE-D04
31. O título adequado ao texto seria:
(A) A influência da literatura de cordel na economia da
região nordestina.
(B) Importância da literatura oral no processo de
alfabetização no Nordeste.
(C) Aspectos culturais e econômicos das feiras e
mercados nordestinos.
(D)) A literatura de cordel � aspectos e importância ao
longo da história.
(E) Transformação atual do cordel � da oralidade à
língua escrita.
_________________________________________________________
32. ... alguns poetas começaram a registrar as narrativas e
desafios memorizados no formato impresso do folheto.
(início do 2o parágrafo)
Para tornar a frase inteiramente clara, desfazendo a
ambigüidade sem alterar o sentido original do texto, é
preciso
(A) colocar um ponto final depois de registrar.
(B) separar por vírgulas, colocadas antes e depois, a
expressão desafios memorizados.
(C)) colocar após o verbo registrar a expressão no
formato impresso do folheto, mantendo-a entre
vírgulas.
(D) iniciar a frase com a expressão no formato impresso
do folheto.
(E) substituir por um travessão a conjunção e da
expressão narrativas e desafios memorizados.
_________________________________________________________
33. A vigorosa prática cultural dos cantadores nordestinos le-
vava-os a arrebatar públicos ouvintes ... (8a e 9a linhas do
2o parágrafo)
Considerando-se o contexto, o pronome grifado na frase
acima substitui corretamente
(A)) os cantadores nordestinos.
(B) públicos ouvintes.
(C) alguns poetas.
(D) folhetos pobremente impressos.
(E) os valores morais e os exemplos religiosos.
_________________________________________________________
34. O texto se desenvolve em língua
(A) oral, porque trata de assunto informal, intimamente
ligado à tradição popular.
(B) oral, para reproduzir com fidelidade as carac-
terísticas dos folhetos da literatura de cordel.
(C) escrita, embora reproduzindo informalmente aspec-
tos característicos da oralidade.
(D) escrita, porém informal, para adequar-se ao assunto
desenvolvido nos folhetos.
(E)) escrita e formal, de acordo com o padrão culto, por
ser uma exposição objetiva de um assunto.
35. A concordância está correta na frase:
(A) Um estudo do conteúdo dos folhetos de cordel
remetem às influências medievais européias como
uma de suas fontes.
(B) Redondilhas são versos de sete sílabas que é usado
nas histórias que os cantadores declamam nas
feiras e mercados.
(C)) Ritmo e rima � recursos utilizados na literatura popu-
lar � favorecem a memorização, capacidade ex-
traordinária demonstrada pelos cantadores nordes-
tinos.
(D) Declamadores de histórias de cordel usa de certas
artimanhas para vender seus folhetos, como
interromper a narrativa perto do final.
(E) São assuntos muito variados os que se encontra nos
inúmeros folhetos da literatura popular nordestina,
que atesta a capacidade criadora do povo.
_________________________________________________________
36. Reconhecer e resolver problemas é uma grande
preocupação da metodologia do ensino da Matemática. O
trecho seguinte aborda um dos aspectos da questão.
Dito de outra forma, um problema se diferencia de um
exercício na medida em que, neste último caso dispomos
e utilizamos mecanismos que nos levam, de forma
imediata, à solução.
(POZO, Juan Ignacio. A solução de problemas. Porto
Alegre: Artmed, 1998)
Com base no texto e apoio de outras fontes de conhe-
cimentos metodológicos, é correto o que se afirma em:
(A) A resolução de problemas se baseia exclusivamente
no uso de técnicas ou habilidades aprendidas,
automatizadas por prática contínua.
(B)) Um problema é uma situação nova ou diferente do
que já foi aprendido, que requer a utilização
estratégica de técnicas já conhecidas.
(C) Para resolver um problema é suficiente o uso do
raciocínio lógico.
(D) Um problema tem natureza única: é problema para
qualquertipo de pessoa que queira resolvê-lo.
(E) Para que um exercício se torne um problema é
suficiente contextualizá-lo.
_________________________________________________________
37. Geraldo gasta mensalmente de seu salário 20% com
aluguel, 35% com alimentação e manutenção básica da
casa e 30% com saúde e educação. Usa 30% do que
sobra em vestuário, que equivalem a R$ 135,00. O salário
de Geraldo, em reais, é
(A) 450,00
(B) 900,00
(C)) 3 000,00
(D) 3 500,00
(E) 4 500,00
 MODELO − Opcao de Cargo D04, Tipo 1
www.pciconcursos.com.br
pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA==
www.pciconcursos.com.br
27/11/03 - 15:01
SESEP-SE-D04 9
38. Em conclusão, o objetivo para “ensinar" o número é o da
construção que a criança faz da estrutura mental do nú-
mero. Uma vez que esta não pode ser ensinada direta-
mente, o professor deve priorizar o ato de encorajar a
criança a pensar ativa e autonomamente em todos os
tipos de situações. Uma criança que pensa ativamente à
sua maneira, incluindo quantidades, inevitavelmente
constrói o número.
(KAMII, Constance. A criança e o número. Campinas:
Papirus, 1982)
Com o auxílio do texto acima e o conhecimento da
metodologia que envolve a construção do conceito de
número, é correto o que se afirma em:
(A)) Para construir o conceito de número, a criança deve
primeiramente estabelecer relações mentais, de
natureza reflexiva, entre os objetos que precisa
quantificar.
(B) Para que a criança construa seu próprio conhe-
cimento de número, o professor deve deixar a
criança inteiramente só nessa construção.
(C) A ordenação é a única operação mental da criança
sobre os objetos, para quantificá-los.
(D) Como os signos numéricos mantêm semelhança
com os objetos que representam, é fácil utilizá-los na
conceituação de número.
(E) Para construir o conceito de número, basta que a
criança perceba as propriedades dos objetos que
precisa quantificar.
_________________________________________________________
39. O retângulo abaixo, com medidas x e y, está decomposto
em quatro quadrados.
y
x
A razão entre a área do retângulo e a do quadrado maior é
(A)
3
25
(B) 4
(C) 3
(D)
9
25
(E)) 
3
5
_________________________________________________________
40. Com os participantes de uma gincana, é possível formar
um número exato de grupos com 3 elementos, com 5 ele-
mentos ou com 25 elementos. Porém, não é possível
formar um número exato de grupos de 4 elementos ou de
9 elementos. O número de participantes dessa gincana
pode ser:
(A) 1 005
(B) 1 140
(C) 1 230
(D)) 1 275
(E) 1 290
41. O Brasil colonial estava submetido às normas definidas
pelo governo português que criou, na década de 1530, o
sistema de capitanias hereditárias e instituiu, em 1548, o
Governo Geral. Sobre esses dois sistemas políticos
adotados no Brasil colônia pelas autoridades portuguesas,
pode-se afirmar que
(A)) a instituição do Governo Geral estava inserido em
um contexto da centralização do Estado metropo-
litano, com vistas ao aumento do controle econômico
da colônia.
(B) o sistema de capitanias hereditárias fracassou
totalmente, pois não atingiu seu objetivo de garantir
a posse da terra nas mãos dos portugueses, motivo
pelo qual foi abolido, em 1548.
(C) os sistemas de capitanias hereditárias e os de
governos gerais eram incompatíveis com a forma de
exploração econômica da colônia, razão que explica
a vinda da família real ao Brasil, para garantir a
posse da colônia.
(D) o governo português acabou com o sistema de
capitanias hereditárias porque este beneficiava
principalmente o pequeno produtor, que não possuía
os recursos necessários para pagar os tributos
reais.
(E) o sistema de capitanias hereditárias contribuiu para
a crise do sistema colonial, pois os donatários não
repassavam à burguesia portuguesa e ao rei os
lucros que obtinham com a exploração da colônia.
_________________________________________________________
42. A história do Brasil registra vários períodos de intensa
agitação social e política, motivada pela insatisfação das
camadas populares contra as classes dominantes e entre
facções da própria classe dominante na luta pelo controle
do poder central, regional ou local. Durante o Império,
particularmente no período Regencial (1831-1840),
(A) as únicas províncias que mantiveram estabilidade
política foram as de Sergipe, Bahia e São Paulo
porque elas tinham privilégios especiais na Câmara
Federal.
(B) os partidos políticos de Sergipe, chamados de
"Camondongo" e de "Rapina", superaram proviso-
riamente suas rivalidades, unindo-se aos movimen-
tos regionais que reivindicavam maior autonomia
das províncias.
(C) os conflitos sociais que ocorreram em todo o país
estiveram limitados à atuação dos setores da classe
dominante na disputa pelo poder político, estando as
camadas populares completamente à margem desse
processo.
(D) a Revolta de Santo Amaro (Sergipe) representou um
símbolo da união entre trabalhadores urbanos e
camponeses, uma vez que eles protestaram contra
as fraudes eleitorais cometidas pelos partidos Liberal
e Conservador.
(E)) algumas rebeliões tiveram grande participação das
camadas populares contra as condições sociais,
econômicas e políticas em que viviam, como pode
ser constatado na Revolta dos Malês (Bahia), na
Cabanagem (Pará) e na Balaiada (Maranhão).
 Opcao de Cargo D04, Tipo 1 − MODELO
www.pciconcursos.com.br
pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA==
www.pciconcursos.com.br
27/11/03 - 15:01
10 SESEP-SE-D04
43. Considere os gráficos sobre a distribuição da população
economicamente ativa de Sergipe no período de 1970 a
1990.
0
1 2 3
30
60
90
120
150
180
210
1.000 empregados
1970
0 0
1 12 23 3
30 30
60 60
90 90
120 120
150 150
180 180
210 210
240
1.000 empregados
1.000 empregados1980
1990
PRIMÁRIO SECUNDÁRIO TERCIÁRIO
(Maria da Glória Santana de Almeida. Atividades produtivas.
In: Textos para a História de Sergipe. Aracaju: UFS/BES,
1991. p. 69)
Análise as afirmações abaixo, procurando perceber a
coerência entre os dados apresentados pelos gráficos e o
contexto histórico de Sergipe no referido período.
I. O setor agropecuário manteve a tendência de
crescimento acentuado no intervalo de tempo
apresentado, o que confirma a tese de que a
economia sergipana mantém a mesma estrutura
social desde a época colonial.
II. A atividade industrial de Sergipe acompanhou a
tendência de crise vigente no país, com uma queda
abrupta na oferta de trabalho nesse setor da
economia.
III. O crescimento do setor terciário na economia
sergipana tem intrínsecas relações com o processo
de urbanização e de informatização e terceirização
de determinadas áreas da economia.
IV. O aumento do processo de mecanização do campo
atinge diretamente a oferta de trabalho no setor
primário, com a redução de trabalho nesse setor da
economia.
V. O aumento do desemprego na cidade de Aracaju
está diretamente relacionado à queda do valor real
dos salários dos trabalhadores das atividades
comerciais e de serviços.
É correto APENAS o que se afirma em
(A) I e II
(B) I e V
(C) II e III
(D)) III e IV
(E) IV e V
44. A questão está relacionada ao mapa do Brasil e aos textos
apresentados abaixo.
ESCALA
0 380 760
1
2
4
5
3
km
I. Rios extensos e volumosos, florestas densas, baixa
densidade populacional, localizada principalmente
junto aos rios, predomínio de atividades
extrativistas vegetais e minerais.
II. Os imigrantes europeus tiveram grande influência
não só no tipo físico de boa parte da população da
região como também nas atividades agrícolas ali
desenvolvidas.
Os textos I e II descrevem, respectivamente, caracte-
rísticas das regiões indicadas no mapa pelos números
(A) 1 e 3.
(B)) 1 e 5.
(C) 2 e 4.
(D) 3 e 5.
(E) 4 e 2.
_________________________________________________________
45. Atualmente, dentre os produtos exportados pelo Brasil,
podem-se destacar:
(A) o cacau e os computadores.
(B)o café e os navios.
(C) o trigo e o carvão mineral.
(D)) a soja e o minério de ferro.
(E) a laranja e petróleo.
 MODELO − Opcao de Cargo D04, Tipo 1
www.pciconcursos.com.br
pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA==
www.pciconcursos.com.br
27/11/03 - 15:01
SESEP-SE-D04 11
46. As setas numeradas no esquema abaixo indicam fatores
necessários para a vida das plantas.
III
II
I
LUZ
Assinale a alternativa na qual esses fatores são citados
corretamente.
(A) Os vegetais absorvem água, gás oxigênio e luz,
usados na fotossíntese, que produz glicose e gás
carbônico.
(B) Os vegetais absorvem água, gás carbônico e luz,
usados na respiração, que produz glicose e gás
oxigênio.
(C)) Os vegetais absorvem água, gás carbônico e luz,
usados na fotossíntese, que produz glicose e gás
oxigênio.
(D) Os vegetais absorvem água e gás oxigênio, usados
na respiração, que produz glicose e gás carbônico.
(E) Os vegetais absorvem gás carbônico e glicose,
usados na respiração, que produz gás oxigênio e
água.
_________________________________________________________
47. O esquema mostra duas situações em que um observador
ocupa uma mesma posição, mas apenas em uma delas
consegue visualizar a moeda colocada no recipiente.
Este fato ocorre porque
(A)) a água e o ar refratam a luz de formas diferentes.
(B) a água decompõe a luz e o ar não.
(C) o ar decompõe a luz e a água não.
(D) a água e o ar refletem a luz de formas diferentes.
(E) a água e o ar decompõem a luz de formas diferentes.
48. As ondas sonoras recebidas pela orelha humana passam
por três meios diferentes desde que são recebidas pelo
pavilhão auditivo até serem transformadas em estímulo
nervoso.
A ordem em que esses meios são percorridos é:
(A) sólido - líquido - gasoso
(B) sólido - gasoso - líquido
(C) líquido - gasoso - sólido
(D) gasoso - líquido - sólido
(E)) gasoso - sólido - líquido
_________________________________________________________
49. Esfregando-se um pente de plástico várias vezes em um
pedaço de pano, ele atrairá pequenos pedaços de papel.
Este fato ocorre porque o
(A) pente adquiriu magnetismo.
(B)) pente adquiriu eletricidade estática.
(C) pente adquiriu corrente elétrica.
(D) papel tornou-se magnetizado.
(E) papel adquiriu corrente elétrica.
_________________________________________________________
50. Entre as muitas funções importantes do sangue que
circula pelo corpo de uma pessoa, pode-se destacar o
transporte de gás
(A) nitrogênio, dos tecidos para os pulmões.
(B) nitrogênio, dos pulmões para os tecidos.
(C) carbônico, dos pulmões para os tecidos.
(D)) oxigênio, dos pulmões para os tecidos.
(E) oxigênio, dos tecidos para os pulmões.
 Opcao de Cargo D04, Tipo 1 − MODELO
www.pciconcursos.com.br

Mais conteúdos dessa disciplina