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pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA== www.pciconcursos.com.br 27/11/03 - 08:35 2 SESEP-SE-C.Basicos-4 CONHECIMENTOS BÁSICOS 1. Segundo Luiz Antônio Cunha, o dualismo do sistema de educação brasileiro vem sendo considerado um obstáculo ao seu desenvolvimento porque (A) esta questão não tem sido reconhecida como objetivo de políticas educacionais. (B) inexiste a preocupação dos governantes em relação à resolução deste problema. (C)) persiste a resistência daqueles que se beneficiam do sistema vigente, até hoje. (D) as políticas educacionais não se propõem a organizar a gestão democrática nas escolas. (E) inexistem projetos educacionais que tenham como objetivo o acesso da população à escola pública. _________________________________________________________ 2. A escola tem por função preparar os indivíduos para o desempenho de papéis sociais, de acordo com aptidões individuais. Para isso, os indivíduos precisam aprender a adaptar-se aos valores e às normas vigentes na sociedade de classes, através do desenvolvimento da cultura individual. A ênfase no aspecto cultural esconde a realidade das diferenças de classe, pois, embora difunda a idéia de igualdade de oportunidade não leva em conta a desigualdade de condições. A educação e a escola a que se refere o texto acima representam concepções e tendências da Educação no Brasil da pedagogia (A)) liberal. (B) construtivista. (C) progressista libertária. (D) progressista libertadora. (E) crítico-social dos conteúdos. _________________________________________________________ 3. Historicamente, o ensino obrigatório ficava restrito ao período necessário ao domínio da habilidade de ler, escrever e contar. A partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional � LDB (no 9.394/96), observa-se um alargamento nesta concepção, constituindo a Educação Básica em: (A) pré-escola – ensino fundamental – ensino superior. (B) ensino fundamental – ensino médio – ensino superior. (C) pré-escola – ensino fundamental – educação de jovens e adultos. (D)) educação infantil – ensino fundamental – ensino médio. (E) educação especial – educação infantil – educação de jovens e adultos. 4. Segundo Maria Teresa Mantoan, a adesão à inclusão exige dos educadores a compreensão de que os alunos são diferentes uns dos outros e que os ambientes inclusivos devem concorrer para estimular os alunos, em geral, a se comportarem (A) disciplinadamente, para que se possa desenvolver atividades iguais para todos os alunos. (B) naturalmente, para que o professor possa atender individualmente todas as dificuldades dos alunos. (C) passivamente, para que o professor possa desen- volver seu planejamento de aula. (D) espontaneamente, diante das dificuldades cogni- tivas, sem a preocupação constante de produção de conhecimento. (E)) ativamente, diante dos desafios do meio escolar, abandonando os estereótipos, os condicionamentos, as dependências. _________________________________________________________ 5. Para Paulo Freire, ensinar é desafiar os educandos a que pensem sua prática, a partir da prática social, e com eles (os educandos), em busca dessa compreensão, estudar rigorosamente (A) os parâmetros curriculares nacionais. (B)) a teoria da prática. (C) os conteúdos do núcleo comum dos currículos das escolas. (D) a metodologia dos conteúdos. (E) a dinâmica do mercado de trabalho. _________________________________________________________ 6. Segundo José Carlos Libâneo, a primeira condição para se realizar um planejamento é saber com segurança a (A) grade de conteúdos que se irá ensinar aos alunos. (B) metodologia de trabalho a ser adotada em sala de aula. (C) organização disciplinar de cada série e o perfil dos professores. (D)) direção que queremos dar ao processo educativo na nossa sociedade. (E) noção do que é plano, planejamento, programa e projeto e suas etapas. _________________________________________________________ 7. Na verdade, esses professores, ao resistirem a uma mudança que não corresponda às suas condições materiais de trabalho, acabam definindo, dentro de um espaço fora do controle do Estado – a sala de aula – o que se deve ensinar. Segundo João Baptista Bastos, o plano prioritário da escola é o de gestão; no entanto, as condições materiais desumanas do trabalho escolar podem gerar (A)) não só o conformismo, mas também sentimento de impotência dos educadores. (B) contraditoriamente, a construção de um projeto pedagógico adequado à realidade dos alunos. (C) um trabalho coletivo, mas corporativista pois consegue envolver somente parte dos professores. (D) principalmente, um projeto pedagógico de má quali- dade pela falta de competitividade. (E) o descompromisso de professores com baixa capa- cidade técnica de ensinar. MODELO − Opcao de Cargo D04, Tipo 1 www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA== www.pciconcursos.com.br 27/11/03 - 08:35 SESEP-SE-C.Basicos-4 3 8. A valorização dos profissionais da educação, através da garantia de "aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive com licenciamento periódico remunerado para este fim"; de "período reservado a estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga de trabalho", bem como de "condições adequadas de trabalho", dentre outros aspectos, está prevista (A) na Constituição Federal/1988. (B) na Constituição Estadual de Sergipe. (C)) na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB - no 9.394/96). (D) na Emenda Constitucional no 14/96. (E) no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). _________________________________________________________ 9. “Algumas vezes se abandona a escala de 6 a 10 ou de A a E ou deixa-se de utilizar conceitos como ‘ótimo’, ‘bom’ ou ‘regular’ onde o contexto escolar adquire um certo grau de liberdade, mas os processos pedagógicos continuam vinculados a um produto previamente determinado.” O texto acima de Maria Teresa Esteban faz referência às muitas das propostas atuais de avaliação que mantêm o estabelecimento de parâmetros com os quais as respostas dos alunos devem ser comparados (A) para se desenvolver uma avaliação emancipatória. (B)) e não rompem com a prática de avaliação classifica- tória. (C) visando a realização de uma avaliação diagnóstica. (D) visando uma aprendizagem significativa, a partir do erro construtivo. (E) e organizadas de forma a oferecer a idéia exata do rendimento dos alunos. _________________________________________________________ 10. De acordo com o artigo 56 do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n° 8.069/90), serão obrigatoriamente comunicados ao Conselho Tutelar os casos de: I. problemas indisciplinares. II. casos de doenças contagiosas. III. maus tratos envolvendo alunos. IV. reiteração de faltas injustificadas e de evasão escolar, esgotados os recursos escolares. São corretas, APENAS (A) I e II (B) I e III (C) II e III (D) II e IV (E)) III e IV Atenção: As questões de números 11 a 15 baseiam-se no texto apresentado abaixo. O Brasil é, sem favor, a maior reserva folclórica do mundo. O Nordeste, em particular, tem sido uma imensa casa- grande, em torno da qual o povo inventa e conta estórias. Tem cabido ao povo nordestino a guarda dos acervos, que se mostram nos espaços das ruas e das praças, nos mercados e nas feiras, no Natal, no São João ou no carnaval, na quaresma e na aleluia - lugares e ocasiões em que o povo veste sua alma de festa e de arte e professa, entre cantos, danças, gestos, a sua sobrevivência. Há, em meio ao repertório folclórico conhecido, insofis- máveis provas da concepção que o povo brasileiro tem do mundo e da vida. Há, também, protestos óbvios, diretos, duros. Há, predominantemente, uma herança catequética que percorre os contos, os provérbios, os autos e folguedos, as crendices e superstições, as quadrinhas e a literatura de cordel - variadas formas da literatura popular reconhecidapelos letrados e eruditos. Um repertório que é capaz de afirmar um tipo de vida severina, pelo modelo do poema de João Cabral de Melo Neto, ou manter quase intactos gestas e dramas que colocam em oposição cristãos e mouros, religiosos e infiéis. Vigoram ainda nas escolas as quatro características básicas do fato folclórico, fixadas por Luiz da Câmara Cascudo: antigüidade, persistência, anonimato e oralidade. Tais características colidem com a definição de João Ribeiro, de que o folclore é a concepção do mundo e da vida de um povo. Tudo tem uma autoria. Nas comunidades convivem na mesma importância os que puxam os versos, juntamente com os que sustentam o refrão, repetindo-os. No uso, aquilo que nasceu da individualidade passa a pertencer a muitos. A colegialidade, então, passa a ser, também, característica do popular. Por fim, a expressividade do fato cultural do povo, que engloba a mensagem e a linguagem que lhe vale de suporte, adquire, igualmente, feição de característica, por conta do conjunto de expressões que facilitam a aceitação e a sobrevivência do que é produzido. (Adaptado de Luiz Antonio Barreto. Um novo entendimento do folclore. Aracaju: Sociedade Editorial de Sergipe, 1994, p. 27-41) 11. A coesão do 2o parágrafo do texto mantém-se, espe- cialmente, (A) por afirmações opostas quanto ao sentido e quanto à sua organização sintática. (B) pela seqüência cronológica dos fatos apresentados, garantida pelos tempos verbais. (C) pelo uso de conectivos que estabelecem a subordinação coerente entre as orações. (D)) pela repetição de frases de estrutura sintática semelhante e significado coerente. (E) pelo uso coloquial do vocabulário e da ordem direta nas frases. Opcao de Cargo D04, Tipo 1 − MODELO www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA== www.pciconcursos.com.br 27/11/03 - 08:35 4 SESEP-SE-C.Basicos-4 12. ... fixadas por Luiz da Câmara Cascudo: antigüidade, persistência, anonimato e oralidade. (início do 3o pará- grafo) Os dois pontos introduzem, considerando-se o contexto, (A)) uma seqüência enumerativa. (B) a restrição ao que se afirma anteriormente. (C) interrupção intencional do pensamento. (D) transcrição exata de palavras de outro autor. (E) uma repetição desnecessária. _________________________________________________________ 13. Tais características colidem com a definição de João Ribeiro. (início do 3o parágrafo) Emprega-se um sinônimo do verbo grifado na frase acima em: (A) apóiam-se na ... (B) acrescentam à ... (C)) chocam-se com a ... (D) confirmam a ... (E) combinam com a ... _________________________________________________________ 14. ... e professa, entre cantos, danças, gestos, a sua sobrevivência. (final do 1o parágrafo) A mesma regência exigida pelo verbo grifado na frase acima se encontra em: (A) O Nordeste, em particular, tem sido uma imensa casa-grande ... (B)) ... que facilitam a aceitação e a sobrevivência ... (C) Tem cabido ao povo nordestino a guarda dos acervos. (D) Vigoram ainda nas escolas as quatro caracterís- ticas... (E) .... ou manter quase intactos gestas e dramas. 15. Há palavras escritas de modo INCORRETO na frase: (A) A alegria contagiante do povo nordestino explode nas festas populares, especialmente as que homenageiam São João. (B) Uma análise das manifestações populares não pode deixar de destacar a imensa criatividade dos declamadores nas feiras e mercados. (C) É prodigiosa a capacidade de memorização dos poetas populares e a facilidade de desfiar versos harmoniosos em seus improvisos. (D) O povo iletrado assimilou em sua memória coletiva os fatos folclóricos trazidos pelos colonizadores e cristalizados na literatura de cordel. (E)) As condições de vida do povo nordestino permitiram- lhe ser alegre e expontâneo, gosando da alegria de suas festas regionais. _________________________________________________________ 16. Acaju � Estas árvores são muito grandes, e formosas, perdem a folha em seus tempos, e a flor se dá nos cachos que fazem umas pontas como dedos, e nas ditas pontas nasce uma flor vermelha de bom cheiro, e após ela nasce uma castanha, e da castanha nasce um pomo do tamanho de um repinaldo, ou maçã camoeza; é fruta muito formosa, e são alguns amarelos, e outros vermelhos, e tudo é sumo: são bons para a calma, refrescam muito, e o sumo põe nódoa em pano branco que não se tira senão quando se acaba. É correto afirmar-se que o trecho acima pertence (A)) à literatura informativa sobre a nova terra, cujos autores tentavam descrever para os que permane- ciam no reino as novidades encontradas aqui. (B) ao barroco, pelo uso de uma linguagem rebuscada, plena de figuras e de inversões, além de um tratamento religioso conferido à natureza, como obra de Deus. (C) à época arcádica, em que se pregava a convivência saudável e harmoniosa com a natureza, como fonte de equilíbrio e sabedoria. (D) ao romantismo, em vista de uma percepção idílica da terra, valorizando seus aspectos mais originais, em oposição aos valores trazidos da Europa. (E) ao modernismo, por tratar-se de assunto cotidiano, registrado em linguagem coloquial, direta e objetiva, visando a clareza da informação. MODELO − Opcao de Cargo D04, Tipo 1 www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA== www.pciconcursos.com.br 27/11/03 - 08:35 SESEP-SE-C.Basicos-4 5 17. Atualmente, a luta pela posse da terra em Sergipe, e em várias regiões do Brasil, tem mobilizado diferentes setores sociais, especialmente os ligados ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra. Na história de Sergipe, os problemas da terra estão intrinsecamente relacionados aos mecanismos de exploração colonial, cuja característica marcante foi (A) a forma como se organizou a pecuária, desenvolvida predominantemente para atender ao mercado consumidor europeu. (B) os conflitos entre os colonizadores para a obtenção das melhores terras, visando a exploração de produtos de subsistência, como o feijão e o algodão. (C)) o alto grau de concentração fundiária tanto na produção açucareira como na criação de gado. (D) o tipo de sistema de distribuição das terras, denominado sesmarias, que beneficiou, com pequenos lotes, imigrantes e trabalhadores livres. (E) o predomínio do sistema minifundiário, onde eram produzidos açúcar e bens de produtos intermediários para abastecer o mercado interno. _________________________________________________________ 18. Analise as frases abaixo, procurando detectar as que apresentam coerência de fatos e justificativas sobre a transferência da capital de Sergipe de São Cristóvão para Aracaju. I. A cidade de São Cristóvão recebia grande quantidade de migrantes de diferentes cidades do interior de Sergipe e do Nordeste; isso provocou reações da população desta cidade, que pressionou a Câmara Municipal para votar a transferência da capital para Aracaju. II. A escolha de Aracaju como capital de Sergipe estava diretamente relacionada, entre outros fatores, à força econômica da região de Cotinguaba, que tinha dificuldades de escoar seu principal produto de exportação para o mercado interno e externo. III. Nas décadas de 1910 e 1920, os jornais "O Estado de Sergipe" e o "Correio de Aracaju" exerceram uma poderosa influência sobre a população de São Cristóvão para que ela se manifestasse contra a transferência da capital para Aracaju. IV. A transferência da capital de Sergipe estava inserida no contexto das transformações ocorridas no país das quais, dentre outros aspectos, destacaram-se os processos de modernização, de industrialização e de urbanização. As frases corretas são APENAS (A) I e II (B) I e III (C) II e III (D)) II e IV (E) III e IV 19. Observe o gráfico. 32% 10% 4% 7% 10% 37% Lavouras permanentes Lavouras temporárias Pastagens naturais Pastagens plantadas Matas Não utilizadas IBGE. Censo agropecuário 1995-1996 A observação dográfico e seus conhecimentos sobre as atividades rurais de Sergipe permitem afirmar que (A) no estado, todas as terras agrícolas são intensamente ocupadas. (B) embora ocupando pequena área, as lavouras permanentes têm alta produtividade. (C) cerca de 1/3 das terras agrícolas do estado são ocupadas por matas. (D) as lavouras temporárias concentram-se no agreste e ocupam cerca de 25% da área do estado. (E)) mais da metade das terras agrícolas sergipanas destinam-se à pecuária. _________________________________________________________ 20. Na festa de São Benedito, celebrada no dia de Reis, em Lagarto, há dois folguedos: no 1o, são pretos, vestidos de reis e de príncipes, que fazem a guarda de honra de três rainhas; no 2o, são mulatas vestidas de branco e enfeitadas com fitas que vão em procissão, dançando e cantando música puramente brasileira. As descrições identificam, respectivamente, (A) Sambas e Folgança dos mouros. (B)) Congadas e Taieiras. (C) Batuques e Cavalo marinho. (D) Espírito Santo e Bumba-meu-boi. (E) Folgança dos marujos e Pastorinhas. Opcao de Cargo D04, Tipo 1 − MODELO www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA== www.pciconcursos.com.br 27/11/03 - 15:01 6 SESEP-SE-D04 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 21. A leitura é a realização do objetivo da escrita. Quem escreve, escreve para ser lido; porém, ela é uma atividade individual e duas pessoas dificilmente fazem a mesma leitura de um texto, mesmo científico. Segundo Luiz Carlos Cagliari, a escola deve (A) aceitar toda e qualquer interpretação produzida pela criança. (B) realizar atividades e dinâmicas distintas de leitura e escrita. (C) desenvolver a capacidade da criança em interpretar corretamente o texto, de acordo com a proposta da professora. (D) facilitar a leitura de forma a oferecer várias interpretações de um mesmo texto e aceitar todas as existentes. (E)) respeitar a leitura de cada criança para que elas possam refletir de acordo com seu mundo interior. _________________________________________________________ 22. Não tratando adequadamente a escrita e a fala na alfabetização, a escola encontrará dificuldades sérias para lidar com a leitura. Afinal, a leitura, na sua função mais básica, nada mais é que a realização do objetivo de quem escreve. Para Cagliari, primordialmente, a alfabetização é a (A) aquisição de uma linguagem escrita. (B)) aprendizagem da escrita e da leitura. (C) aquisição de uma técnica de transcrição. (D) assimilação de um código de transcrição. (E) apropriação do valor convencional de todas as letras. _________________________________________________________ 23. A escola não parte do conhecimento que a criança tem de sua fala e da fala de seus colegas para a partir daí ensinar o que deve. A escola parte de um abecedário e uma fala (típica de “professora primária”) completamente estranha à criança. No ensino de português, é fundamental distinguir três tipos de atividades ligadas respectivamente aos fenômenos da fala, da escrita e da leitura porque, apesar de estarem intimamente ligadas em sua essência, (A) apresentam etapas diferentes a serem ensinadas. (B) apresentam realidades iguais numa língua. (C) apresentam realização totalmente independente. (D)) são três realidades diferentes da vida de uma língua. (E) não apresentam correspondência direta e indireta entre si. 24. Abrahan (4 anos e 7 meses) sabe o que é uma caixa de remédios e acha que as letras na caixa servem ‘para que conheçamos o remédio’, mas quando lhe perguntamos o que o texto diz, responde: ‘ele diz pílulas’. Segundo as pesquisas de Emília Ferreiro, o texto acima identifica, em crianças de classe média, com idades em torno de 4 e 5 anos, (A) que elas não sabem ler. (B) a capacidade cognitiva. (C)) o uso social da escrita. (D) a memória visual. (E) o nível mental. _________________________________________________________ 25. Pode-se dizer que os métodos de alfabetização devem ser considerados em estreita relação com os métodos de aprendizagem. Nessa direção, as teorias sócio-intera- cionistas, anterior à preocupação da escolha de métodos, indicam que para alfabetizar é necessário (A)) conhecer o processo de aprendizagem do aluno. (B) aplicar técnicas de memorização e atenção. (C) conhecer técnicas de alfabetização e letramento. (D) que os alunos tenham pleno conhecimento das letras. (E) que a professora apresente competência técnica específica em alfabetização. _________________________________________________________ 26. A mãe de Joana, menina de três anos e meio, colocava maçã em sua merenda e sua professora descascava-a e partia em quatro fatias todos os dias. Ela então reclamava à sua mãe que a professora não havia dado "toda" a maçã para ela comer. Quando questionada a professora não entendia e cuidava em chamar a atenção da menina que ali estava toda a maçã. Vários dias passaram até ela perceber que a maçã partida em quatro não representava para a menina a maçã toda. Neste caso, a professora precisou observar e estudar a lógica da criança para entender (A) problemas cognitivos por falta de conhecimentos sobre fração. (B) e respeitar a vontade da criança em não querer uma maçã cortada. (C)) questões de conhecimento referentes à noção de conservação do objeto. (D) o comportamento egoísta de uma criança pequena, quando é contrariada. (E) questões de aprendizagem referentes a déficits culturais. MODELO − Opcao de Cargo D04, Tipo 1 www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA== www.pciconcursos.com.br 27/11/03 - 15:01 SESEP-SE-D04 7 27. Nives Garuti (in Miguel A. Zabalza � Qualidade em Edu- cação Infantil), discutindo a educação científica na escola infantil, afirma: Compreender como as crianças entendem, descobrir como elas olham e vêem o mundo é tão importante quanto a forma como os adultos olhamos e vemos o mundo. Nas crianças o olhar e o saber olhar está fortemente ligado à forma como elas aprendem a observar e a ver. (...) Ninguém aprende a olhar ao seu redor do nada. É preciso intervir para colocá-lo em prática e para generalizar as formas de observar que as crianças já trazem consigo. Os ingredientes de dinâmica cognitiva para a autora são: (A) incentivo, memória e relação. (B) motivação, maturidade e atenção. (C) estímulo, hereditariedade, fantasia e criatividade. (D)) pensamento, realidade, comunicação e cultura. (E) informação, relação afetiva, grupo social e repetição mecânica. _________________________________________________________ 28. Nas postulações de Vygotsky, destaca-se a importância da atuação dos outros membros do grupo social na mediação entre cultura e o indivíduo e na promoção dos processos interpsicológicos que serão posteriormente internalizados. Para Vygotsky, a criança não tem condições de percorrer sozinha o caminho do aprendizado; para tanto (A) o único bom ensino é aquele que oferece método apropriado a cada faixa etária. (B) o professor precisa conhecer todos os estágios do desenvolvimento para poder planejar trabalhos específicos para cada faixa de idade. (C) é preciso a organização de trabalhos em grupo para que as crianças possam aprender umas com as outras. (D) a criança precisa desenvolver sua auto-estima para conseguir realizar sozinha suas tarefas. (E)) a intervenção de outras pessoas, como o professor e as outras crianças, é fundamental para a promoção do desenvolvimento do indivíduo. _________________________________________________________ 29. Em muitas instituições de educação infantil ainda se encontra um planejamento rígido de atividades, com rotinas inflexíveis, com temas previamente definidos para unidades de estudo, onde os conhecimentos construídos pelas crianças não são levados em conta. Centrado em sua própria ação e "afazeres" a cumprir, o professor não observa verdadeiramente cada criança, suas histórias, suasperguntas, dificuldades, descobertas. A afirmação acima exemplifica um dos desafios que, segundo Miguel Zabalda, a escola de educação infantil precisa enfrentar: o da organização de um currículo pautado em (A) conhecimentos que supram as carências culturais das crianças. (B)) um novo conceito de criança pequena como “sujeito” da educação. (C) conhecimentos que levem o aluno a se preparar para a alfabetização. (D) uma visão social que leve em conta seu papel de guarda das crianças. (E) conhecimentos voltados para suprir as necessidades imediatas da criança. 30. Mário se mostra dispersivo, desatencioso. É muito agitado, desrespeitando as minhas ordens e agredindo os colegas. Às vezes é agressivo, outras se faz de vítima levando para casa uma imagem distorcida do seu comportamento na sala de aula. Segundo Jussara Hoffman, via de regra, as fichas de ava- liação de creches e pré-escolas dissociam as áreas do desenvolvimento de uma criança, privilegiando sobretudo itens da área afetivo-comportamental, desconectados de (A)) uma visão de totalidade na construção do conhe- cimento. (B) um trabalho específico de desenvolvimento compor- tamental. (C) uma análise prospectiva que possibilite a avaliação psicológica das crianças. (D) um modelo compensatório que desenvolva a socia- lização entre as crianças. (E) uma concepção de educação liberal que permita à criança extravasar sua agressividade. _________________________________________________________ Atenção: As questões de números 31 a 35 baseiam-se no texto apresentado abaixo. Ainda estão vivos e marcantes, na convivência dos grupos sociais nordestinos, repertórios e valores que surgiram no século XVI, ao embalo das epopéias dos mares, de que Camões foi, para Portugal, o maior intérprete. São dessa época os chamados “livros do povo” que, segundo Luiz da Câmara Cascudo, eram os mais lidos do Brasil, como A Donzela Teodora (1524) e a Princesa Magalona (1521). Todos eles estão na literatura de cordel, o romanceiro popular nordestino, em grande parte contido em folhetos pobremente impressos, que realimentam os valores morais e os exemplos religiosos, como extratos comuns de uma doutrinação permanente. São enormes as tiragens dos folhetos da literatura de cordel, vendidos diretamente em feiras do interior, nos mercados, em bancas especiais, como a de João Firmino � cordelista de re- nome �, no Mercado Municipal de Aracaju. A literatura de cordel tem um consumo generalizado. Predo- minava, de início, a oralidade, com a memorização característica. No início do século XX, alguns poetas começaram a registrar as narrativas e desafios memorizados no formato impresso do folheto. Apesar de escrita e impressa, é uma forma de literatura popular consumida pelos que não sabem ler. Na realidade, ela passou a existir a partir das cantorias orais, existentes já no final do século XIX. A vigorosa prática cultural dos cantadores nor- destinos levava-os a arrebatar públicos ouvintes com sua genia- lidade em improvisar redondilhas e rimar versos em narrativas espirituosas e desafios. A mobilização do público e dos poetas � que se confundiam � em torno dessas manifestações artísticas era intensa; havia uma identificação e apreciação mútuas. A forma poética das narrativas era rigorosa e regular � nor- malmente, versos setessilábicos com rimas ABCBDB. A regula- ridade na estrutura poética favorecia a memorização, que é, sobretudo, proeza típica de culturas de tradição oral e representa o principal meio de se transmitir o pensamento/sen- timento social. O contato com o cordel é uma verdadeira escola da maioria das crianças que não tinham condições de freqüentá-la. É a fonte de informação nas cidades do interior, onde não chegavam jornais nem televisão. (Texto baseado em Luiz Antonio Barreto. Um novo entendi- mento do folclore. Sociedade Editorial de Sergipe, 1994. Paulo Lima. Tradição do cordel se mantém viva, in Balaio de notícias, 20 de outubro de 2002) Opcao de Cargo D04, Tipo 1 − MODELO www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA== www.pciconcursos.com.br 27/11/03 - 15:01 8 SESEP-SE-D04 31. O título adequado ao texto seria: (A) A influência da literatura de cordel na economia da região nordestina. (B) Importância da literatura oral no processo de alfabetização no Nordeste. (C) Aspectos culturais e econômicos das feiras e mercados nordestinos. (D)) A literatura de cordel � aspectos e importância ao longo da história. (E) Transformação atual do cordel � da oralidade à língua escrita. _________________________________________________________ 32. ... alguns poetas começaram a registrar as narrativas e desafios memorizados no formato impresso do folheto. (início do 2o parágrafo) Para tornar a frase inteiramente clara, desfazendo a ambigüidade sem alterar o sentido original do texto, é preciso (A) colocar um ponto final depois de registrar. (B) separar por vírgulas, colocadas antes e depois, a expressão desafios memorizados. (C)) colocar após o verbo registrar a expressão no formato impresso do folheto, mantendo-a entre vírgulas. (D) iniciar a frase com a expressão no formato impresso do folheto. (E) substituir por um travessão a conjunção e da expressão narrativas e desafios memorizados. _________________________________________________________ 33. A vigorosa prática cultural dos cantadores nordestinos le- vava-os a arrebatar públicos ouvintes ... (8a e 9a linhas do 2o parágrafo) Considerando-se o contexto, o pronome grifado na frase acima substitui corretamente (A)) os cantadores nordestinos. (B) públicos ouvintes. (C) alguns poetas. (D) folhetos pobremente impressos. (E) os valores morais e os exemplos religiosos. _________________________________________________________ 34. O texto se desenvolve em língua (A) oral, porque trata de assunto informal, intimamente ligado à tradição popular. (B) oral, para reproduzir com fidelidade as carac- terísticas dos folhetos da literatura de cordel. (C) escrita, embora reproduzindo informalmente aspec- tos característicos da oralidade. (D) escrita, porém informal, para adequar-se ao assunto desenvolvido nos folhetos. (E)) escrita e formal, de acordo com o padrão culto, por ser uma exposição objetiva de um assunto. 35. A concordância está correta na frase: (A) Um estudo do conteúdo dos folhetos de cordel remetem às influências medievais européias como uma de suas fontes. (B) Redondilhas são versos de sete sílabas que é usado nas histórias que os cantadores declamam nas feiras e mercados. (C)) Ritmo e rima � recursos utilizados na literatura popu- lar � favorecem a memorização, capacidade ex- traordinária demonstrada pelos cantadores nordes- tinos. (D) Declamadores de histórias de cordel usa de certas artimanhas para vender seus folhetos, como interromper a narrativa perto do final. (E) São assuntos muito variados os que se encontra nos inúmeros folhetos da literatura popular nordestina, que atesta a capacidade criadora do povo. _________________________________________________________ 36. Reconhecer e resolver problemas é uma grande preocupação da metodologia do ensino da Matemática. O trecho seguinte aborda um dos aspectos da questão. Dito de outra forma, um problema se diferencia de um exercício na medida em que, neste último caso dispomos e utilizamos mecanismos que nos levam, de forma imediata, à solução. (POZO, Juan Ignacio. A solução de problemas. Porto Alegre: Artmed, 1998) Com base no texto e apoio de outras fontes de conhe- cimentos metodológicos, é correto o que se afirma em: (A) A resolução de problemas se baseia exclusivamente no uso de técnicas ou habilidades aprendidas, automatizadas por prática contínua. (B)) Um problema é uma situação nova ou diferente do que já foi aprendido, que requer a utilização estratégica de técnicas já conhecidas. (C) Para resolver um problema é suficiente o uso do raciocínio lógico. (D) Um problema tem natureza única: é problema para qualquertipo de pessoa que queira resolvê-lo. (E) Para que um exercício se torne um problema é suficiente contextualizá-lo. _________________________________________________________ 37. Geraldo gasta mensalmente de seu salário 20% com aluguel, 35% com alimentação e manutenção básica da casa e 30% com saúde e educação. Usa 30% do que sobra em vestuário, que equivalem a R$ 135,00. O salário de Geraldo, em reais, é (A) 450,00 (B) 900,00 (C)) 3 000,00 (D) 3 500,00 (E) 4 500,00 MODELO − Opcao de Cargo D04, Tipo 1 www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA== www.pciconcursos.com.br 27/11/03 - 15:01 SESEP-SE-D04 9 38. Em conclusão, o objetivo para “ensinar" o número é o da construção que a criança faz da estrutura mental do nú- mero. Uma vez que esta não pode ser ensinada direta- mente, o professor deve priorizar o ato de encorajar a criança a pensar ativa e autonomamente em todos os tipos de situações. Uma criança que pensa ativamente à sua maneira, incluindo quantidades, inevitavelmente constrói o número. (KAMII, Constance. A criança e o número. Campinas: Papirus, 1982) Com o auxílio do texto acima e o conhecimento da metodologia que envolve a construção do conceito de número, é correto o que se afirma em: (A)) Para construir o conceito de número, a criança deve primeiramente estabelecer relações mentais, de natureza reflexiva, entre os objetos que precisa quantificar. (B) Para que a criança construa seu próprio conhe- cimento de número, o professor deve deixar a criança inteiramente só nessa construção. (C) A ordenação é a única operação mental da criança sobre os objetos, para quantificá-los. (D) Como os signos numéricos mantêm semelhança com os objetos que representam, é fácil utilizá-los na conceituação de número. (E) Para construir o conceito de número, basta que a criança perceba as propriedades dos objetos que precisa quantificar. _________________________________________________________ 39. O retângulo abaixo, com medidas x e y, está decomposto em quatro quadrados. y x A razão entre a área do retângulo e a do quadrado maior é (A) 3 25 (B) 4 (C) 3 (D) 9 25 (E)) 3 5 _________________________________________________________ 40. Com os participantes de uma gincana, é possível formar um número exato de grupos com 3 elementos, com 5 ele- mentos ou com 25 elementos. Porém, não é possível formar um número exato de grupos de 4 elementos ou de 9 elementos. O número de participantes dessa gincana pode ser: (A) 1 005 (B) 1 140 (C) 1 230 (D)) 1 275 (E) 1 290 41. O Brasil colonial estava submetido às normas definidas pelo governo português que criou, na década de 1530, o sistema de capitanias hereditárias e instituiu, em 1548, o Governo Geral. Sobre esses dois sistemas políticos adotados no Brasil colônia pelas autoridades portuguesas, pode-se afirmar que (A)) a instituição do Governo Geral estava inserido em um contexto da centralização do Estado metropo- litano, com vistas ao aumento do controle econômico da colônia. (B) o sistema de capitanias hereditárias fracassou totalmente, pois não atingiu seu objetivo de garantir a posse da terra nas mãos dos portugueses, motivo pelo qual foi abolido, em 1548. (C) os sistemas de capitanias hereditárias e os de governos gerais eram incompatíveis com a forma de exploração econômica da colônia, razão que explica a vinda da família real ao Brasil, para garantir a posse da colônia. (D) o governo português acabou com o sistema de capitanias hereditárias porque este beneficiava principalmente o pequeno produtor, que não possuía os recursos necessários para pagar os tributos reais. (E) o sistema de capitanias hereditárias contribuiu para a crise do sistema colonial, pois os donatários não repassavam à burguesia portuguesa e ao rei os lucros que obtinham com a exploração da colônia. _________________________________________________________ 42. A história do Brasil registra vários períodos de intensa agitação social e política, motivada pela insatisfação das camadas populares contra as classes dominantes e entre facções da própria classe dominante na luta pelo controle do poder central, regional ou local. Durante o Império, particularmente no período Regencial (1831-1840), (A) as únicas províncias que mantiveram estabilidade política foram as de Sergipe, Bahia e São Paulo porque elas tinham privilégios especiais na Câmara Federal. (B) os partidos políticos de Sergipe, chamados de "Camondongo" e de "Rapina", superaram proviso- riamente suas rivalidades, unindo-se aos movimen- tos regionais que reivindicavam maior autonomia das províncias. (C) os conflitos sociais que ocorreram em todo o país estiveram limitados à atuação dos setores da classe dominante na disputa pelo poder político, estando as camadas populares completamente à margem desse processo. (D) a Revolta de Santo Amaro (Sergipe) representou um símbolo da união entre trabalhadores urbanos e camponeses, uma vez que eles protestaram contra as fraudes eleitorais cometidas pelos partidos Liberal e Conservador. (E)) algumas rebeliões tiveram grande participação das camadas populares contra as condições sociais, econômicas e políticas em que viviam, como pode ser constatado na Revolta dos Malês (Bahia), na Cabanagem (Pará) e na Balaiada (Maranhão). Opcao de Cargo D04, Tipo 1 − MODELO www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA== www.pciconcursos.com.br 27/11/03 - 15:01 10 SESEP-SE-D04 43. Considere os gráficos sobre a distribuição da população economicamente ativa de Sergipe no período de 1970 a 1990. 0 1 2 3 30 60 90 120 150 180 210 1.000 empregados 1970 0 0 1 12 23 3 30 30 60 60 90 90 120 120 150 150 180 180 210 210 240 1.000 empregados 1.000 empregados1980 1990 PRIMÁRIO SECUNDÁRIO TERCIÁRIO (Maria da Glória Santana de Almeida. Atividades produtivas. In: Textos para a História de Sergipe. Aracaju: UFS/BES, 1991. p. 69) Análise as afirmações abaixo, procurando perceber a coerência entre os dados apresentados pelos gráficos e o contexto histórico de Sergipe no referido período. I. O setor agropecuário manteve a tendência de crescimento acentuado no intervalo de tempo apresentado, o que confirma a tese de que a economia sergipana mantém a mesma estrutura social desde a época colonial. II. A atividade industrial de Sergipe acompanhou a tendência de crise vigente no país, com uma queda abrupta na oferta de trabalho nesse setor da economia. III. O crescimento do setor terciário na economia sergipana tem intrínsecas relações com o processo de urbanização e de informatização e terceirização de determinadas áreas da economia. IV. O aumento do processo de mecanização do campo atinge diretamente a oferta de trabalho no setor primário, com a redução de trabalho nesse setor da economia. V. O aumento do desemprego na cidade de Aracaju está diretamente relacionado à queda do valor real dos salários dos trabalhadores das atividades comerciais e de serviços. É correto APENAS o que se afirma em (A) I e II (B) I e V (C) II e III (D)) III e IV (E) IV e V 44. A questão está relacionada ao mapa do Brasil e aos textos apresentados abaixo. ESCALA 0 380 760 1 2 4 5 3 km I. Rios extensos e volumosos, florestas densas, baixa densidade populacional, localizada principalmente junto aos rios, predomínio de atividades extrativistas vegetais e minerais. II. Os imigrantes europeus tiveram grande influência não só no tipo físico de boa parte da população da região como também nas atividades agrícolas ali desenvolvidas. Os textos I e II descrevem, respectivamente, caracte- rísticas das regiões indicadas no mapa pelos números (A) 1 e 3. (B)) 1 e 5. (C) 2 e 4. (D) 3 e 5. (E) 4 e 2. _________________________________________________________ 45. Atualmente, dentre os produtos exportados pelo Brasil, podem-se destacar: (A) o cacau e os computadores. (B)o café e os navios. (C) o trigo e o carvão mineral. (D)) a soja e o minério de ferro. (E) a laranja e petróleo. MODELO − Opcao de Cargo D04, Tipo 1 www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MjgwNDowMjE0Ojg4ZTE6NjdkZTphNGFkOmVmZmY6ZmU1YjozNDQ3:VGh1LCAyNyBNYXIgMjAyNSAwMDoxOTozMSAtMDMwMA== www.pciconcursos.com.br 27/11/03 - 15:01 SESEP-SE-D04 11 46. As setas numeradas no esquema abaixo indicam fatores necessários para a vida das plantas. III II I LUZ Assinale a alternativa na qual esses fatores são citados corretamente. (A) Os vegetais absorvem água, gás oxigênio e luz, usados na fotossíntese, que produz glicose e gás carbônico. (B) Os vegetais absorvem água, gás carbônico e luz, usados na respiração, que produz glicose e gás oxigênio. (C)) Os vegetais absorvem água, gás carbônico e luz, usados na fotossíntese, que produz glicose e gás oxigênio. (D) Os vegetais absorvem água e gás oxigênio, usados na respiração, que produz glicose e gás carbônico. (E) Os vegetais absorvem gás carbônico e glicose, usados na respiração, que produz gás oxigênio e água. _________________________________________________________ 47. O esquema mostra duas situações em que um observador ocupa uma mesma posição, mas apenas em uma delas consegue visualizar a moeda colocada no recipiente. Este fato ocorre porque (A)) a água e o ar refratam a luz de formas diferentes. (B) a água decompõe a luz e o ar não. (C) o ar decompõe a luz e a água não. (D) a água e o ar refletem a luz de formas diferentes. (E) a água e o ar decompõem a luz de formas diferentes. 48. As ondas sonoras recebidas pela orelha humana passam por três meios diferentes desde que são recebidas pelo pavilhão auditivo até serem transformadas em estímulo nervoso. A ordem em que esses meios são percorridos é: (A) sólido - líquido - gasoso (B) sólido - gasoso - líquido (C) líquido - gasoso - sólido (D) gasoso - líquido - sólido (E)) gasoso - sólido - líquido _________________________________________________________ 49. Esfregando-se um pente de plástico várias vezes em um pedaço de pano, ele atrairá pequenos pedaços de papel. Este fato ocorre porque o (A) pente adquiriu magnetismo. (B)) pente adquiriu eletricidade estática. (C) pente adquiriu corrente elétrica. (D) papel tornou-se magnetizado. (E) papel adquiriu corrente elétrica. _________________________________________________________ 50. Entre as muitas funções importantes do sangue que circula pelo corpo de uma pessoa, pode-se destacar o transporte de gás (A) nitrogênio, dos tecidos para os pulmões. (B) nitrogênio, dos pulmões para os tecidos. (C) carbônico, dos pulmões para os tecidos. (D)) oxigênio, dos pulmões para os tecidos. (E) oxigênio, dos tecidos para os pulmões. Opcao de Cargo D04, Tipo 1 − MODELO www.pciconcursos.com.br