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Gabryella Romany Eduardo Rabelo Cobre O que é: O cobre é um elemento quimico de simbolo Cu (do latim cuprum), numero atômico 29 e de massa atômica 63,6. A temperatura ambiente, o cobre encontra-se em estado sólido. Classificado como um metal de transição, pertence ao grupo 11 (1B) da Classificação Periódica dos Elementos. Ele participa de diversos processos no organismo, tais como a metabolização do ferro por enzimas, que são cobre-dependentes; a formação de elastina e do colágeno, que são proteínas presentes em várias partes do corpo como, por exemplo, nos vasos sanguíneos, produção de melanina, responsável pela pigmentação da pele e pelos. Dietas bem balanceadas contendo quantidades adequadas deste elemento são de extrema importância para o sucesso de um sistema de produção. Quantidade ideal: Bovinos 5-16ppm/ kg (alguns artigos mostram a tolerância até 100ppm a 700ppm) Equinos 76-127ppm/kg (alguns artigos mostram tolerância até 800ppm) Ovinos 5-15ppm/kg Cachorro 7,3-12,4ppm/kg Representantes: Fígado Forragem Coentro Castanha de caju torrada Castanha do pará Sementes como gergelim e linhaça Mamão formosa Farinha de soja Mariscos Frutos secos Deficiência Redução na produção de leite Problemas reprodutivos Clareamento de pigmentos Anemia Intoxicação intoxicação por cobre pode ocorrer nas seguintes situações: • Uso de aditivos alimentares: como é o caso da utilização deóxido de cobre e sulfato de cobre, que contém altos níveis de cobre em sua composição. • Muitas ezes produtores e técnicos realizam um manejo alimentar para ovinos igual ao que é realizado para os bovinos. Nesse caso, os alimentos e as misturas de minerais utilizados para bovinos contem elevados tores de cobre que está muito acima das necessidades de cobre dos ovinos, o que acaba sendo tóxico. • Fertilização de plantas e solos com esterco de suínos ou cama de aves, os quais têm altos niveis de cobre. • Muitos produtores pulverizam seu pomar com defensivos agrícolas que contém níveis muitos altos de cobre, com, por exemplo, a calda bordalesa. Neste caso quando o produtor tem também ovinos em sua propriedade, ao realizar a aplicação da calda bordalesa no seu pomar, o produtor acaba disponibilizando uma fonte tóxica para os animais presente em sua propriedade. • Utilização de pedilúvios com soluções a base de cobre nos quais os animais ficam muito tempo sem ingerir água e acabam ingerido a solução. Os sinais clínicos observados decorrentes da intoxicação por cobre são: anorexia, sede, depressão, isolamento do rebanho, sonolência, fezes líquidas e escuras, entre outros. Na necropsia, o animal intoxicado por cobre pode ter acúmulo de líquidos na cavidade abdominal, fígado congesto, fígado com tamanho aumentado e coloração amarela, rins dilatados com coloração escura, entre outros achados Pode ocorrer a intoxicação por 3 fases: pré hemolítica; hemolítica e pós hemolítica. Vitamina B1 O que é: A tiamina é também conhecida como vitamina B1. Trata-se de uma vitamina hidrossolúvel (ou seja, solúvel em água), que faz parte do complexo de vitaminas B necessárias ao funcionamento adequado do organismo. Quantidade ideal: Equinos e Bovinos: 3 mL a 5 mL diariamente, durante 5 a 10 dias consecutivos. Potros, Bezerros, Suínos, Caprinos e Ovinos: 1 mL a 2 mL diariamente, durante 5 a 10 dias consecutivos. Cães, Gatos, Leitões e Aves: 0,5 mL a 1mL diariamente, durante 5 a 10 dias consecutivos. Principais representantes: Carnes vermelhas (bife de fígado, carne de porco, presunto cozido); Cereais integrais (arroz, aveia, cevada, gérmen de trigo, pães); Feijão preto ou carioca; Gema de ovo; Legumes (abóbora japonesa, quiabo, couve-flor); Leite e iogurte natural; Milho cozido; Oleaginosas (amêndoa, avelã, castanha, pistache, nozes); Peixes (atum, truta); Vegetais de folhas (alface, espinafre). Deficiência: A carência de vitamina B1 pode provocar, nos animais de grande porte, anorexia, fadiga, perda de peso, dores musculares, cãibras e debilidade muscular geral, além de polineurite e inapetência em felinos e equinos. Intoxicação: Ao ingerir grandes quantidades de vitamina B1, haverá carência das demais e a apresentação de alguns sintomas, tais como: neuropatias, disfunções cerebrais e cardiovasculares, podendo causar também encefalopatia.