Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

JAINE MATEUS DA SILVA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DO 
ESTÁGIO EDUCAÇÃO INFANTIL 
 
 
 
UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ 
LICENCIATURA EM PEDAGOGIA 
 
Cornélio Procópio 
2023 
 
 
 
 
Cornélio Procópio 
2023 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DO 
ESTÁGIO EDUCAÇÃO INFANTIL 
 
 
Relatório apresentado à UNOPAR, como 
requisito parcial para o aproveitamento da 
disciplina de Estágio Supervisionado do curso 
de Pedagogia. 
 
 
JAINE MATEUS DA SILVA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 SUMÁRIO 
1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS ........................................................ 6 
2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) ........... 8 
3 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA ..................... 4 
4 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE ........................... 6 
5 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS 
PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS .... 8 
6 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS 
PELO PROFESSOR ............................................................................................ 9 
7 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO 
ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA ............................................................ 11 
8 RELATO DA OBSERVAÇÃO............................................................................. 13 
9 PLANOS DE AULA ............................................................................................ 14 
10 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE aula AO PROFESSOR...... 23 
11 RELATO DA REGÊNCIA ................................................................................... 24 
12 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO .......................................................................... 25 
CONSIDERAÇÕES FINAIS ..................................................................................... 26 
REFERÊNCIAS ....................................................................................................... 27 
 
 
INTRODUÇÃO 
 
 
Neste relatrio, buscamos apresentar elementos que possibilitam uma reflexão 
sobre a importância do Estágio Supervisionado para os alunos do curso de Pedagogia, 
pois consideramos que este é um espaço rico de possibilidades de articulação entre 
teoria e prática. 
Consideramos o estágio e um dos momentos mais ricos e importantes em 
aprendizagens significativas com que o aluno de graduação se depara ao longo do 
curso, já que traz situações reais, proporcionando aos educandos espaços de reflexão-
ação-reflexão, como defende Paulo Freire, das práticas pedagógicas no processo de 
ensino e aprendizagem. 
O trabalho está dividido em capítulos organizados por temáticas diversas. Alguns 
apresentam subitens, que consideramos de extrema importância para a compreensão 
das atividades realizadas durante o Estágio Supervisionado. No decorrer da escrita, 
registramos imagens que foram feitas durante o processo de intervenção e observação. 
A escolha por inseri-las neste trabalho se dá porque compreendemos que facilitam 
o entendimento do leitor e expõem alguns desses momentos de formação, 
principalmente nos segmentos destinados às práticas educacionais desenvolvidas em 
sala de aula. 
Tem como objetivo principal apresentar um relatório das experiências vivenciadas 
no espaço escolar, que é essencial para a formação integral do aluno, o estágio oferece 
a possibilidade de relacionar a teoria e a prática, conhecer a realidade do dia a dia, 
descrevendo as experiências que permita seu plano desenvolvido vivenciadas. 
Com o objetivo de supervisionar e desenvolver habilidades e competências de 
conteúdos. Inicialmente será feita as principais informações como localização, dados 
físicos e quantidades de alunos e funcionários que compõem a instituição. Apresenta-se 
um breve relato das aulas observadas, as dificuldades encontradas, tornando possível 
relacionar teoria e prática. 
A escola trabalha de forma coletiva, procurando democratizar as decisões e 
descentralizar as responsabilidades, as quais precisam ser tomadas e assumidas pela 
coletividade que compõem a escola buscando, dessa forma, despersonalizar o poder, no 
intuito de formar cidadãos que participem ativamente da vida econômica e social do país 
contribuindo para a transformação da mesma. 
 
A prática em sala me levou a refletir como será meu dia a dia atuando como 
professora. O estágio é importante pelo fato de nos fazer perceber a realidade da escola, 
dessa forma podemos observar os aspectos físicos, o corpo docente, a didática do 
professor em sala e sua formação, onde se percebe o domínio e o despreparo do 
docente e sua avaliação na sala de aula é importante verificar o relacionamento do 
professor aluno, mas não é só isso, o relatório servirá para uma experiência importante 
para nossa formação acadêmica. 
“O estágio de regência contribui para uma experiência importante nas atividades 
que nós discentes deverão usar durante o curso de formação junto ao futuro no campo 
de trabalho (Pimenta, 1997)”. 
Tacz (2011), diz que o estágio é uma chance que o acadêmico tem para 
aprofundar conhecimentos e habilidades nas áreas de interesse do aluno. Desta forma, o 
estágio poderá utilizar essas informações como base da sua formação para poder aplicá-
la na sua pratica docente, constante processo de decisão e reflexão crítica, acredita que 
esse estágio mim proporcionou uma prática pedagógica reflexiva, crítica e criativa no 
âmbito escolar. 
 
 
1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS 
 
Segundo o artigo “O Papel do professor e do ensino na educação infantil” a autora 
Juliana Campregher Pasqualini, procura apresentar o que é desenvolvimento infantil e 
em que aspectos da educação escolar podem atuar em auxilio, tendo como foco os 
papeis do educador e ensino. É uma pesquisa de mestrado que a autora realizou um 
estudo de natureza teórico-conceitual que com a finalidade de análise e investigação das 
relações entre desenvolvimento infantil e ensino da faixa etária de 0 a 6 anos. 
Para tanto o texto aponta conceitos sobre o desenvolvimento infantil e em que 
aspectos a educação escolar pode atuar em seu auxílio, tendo como foco os papéis do 
educador e do ensino, esclarecidos por Vigotski, Leontiev e Elkonin. 
Primeiramente a autora aponta que a educação infantil teve função 
assistencialista e que a primeiramente a educação da criança pequena implicava a 
negação e o rompimento dos laços com o modelo escolar de atendimento educacional. 
Entende-se ainda que o ensino não devesse fazer parte do atendimento ofertado à 
criança até os 6 anos. Para essa perspectiva teórica, a Educação Infantil faz parte da 
educação básica, mas não tem como objetivo o ensino e, sim, a educação das crianças 
pequenas. Ou seja, Educação Infantil, não estaria nos processos de ensino-
aprendizagem, mas nas chamadas relações educativo-pedagógicas. O ensino, assim, é 
negado quando se trata da Educação Infantil. 
Sabe-se que antigamente a educação infantil era pouco apreciada no mundo todo, 
quando surgiram as instituições de educação infantil eram resumidamente um “depósito 
de crianças”, onde só cuidavam e não educavam, ou seja, as crianças não tinham 
contato algum com o conhecimento, não tinham ensino-aprendizagem, era um lugar 
onde as crianças passavam o tempo enquanto suas mães trabalhavam. 
Em decorrências de várias lutas e vitórias a educação infantil passou a ser vista 
com outros olhos, e passou a ter objetivos educacionais explícitos, com propostas 
pedagógicas, onde começaram a seguir parâmetros e normas, trabalhando em prol à 
educação, e ao ensino-aprendizagem, os alunos têm acesso ao conhecimento, e ao 
pleno desenvolvimento. 
Na perspectiva da psicologia histórico-cultural, que é do que se trata o texto o 
educador não pode ser visto como alguém que apenas estimula e acompanha a criança 
em seudesenvolvimento. O professor é compreendido como aquele que transmite à 
criança os resultados do desenvolvimento histórico, explicita os traços da atividade 
 
humana cristalizada nos objetos da cultura – mediando sua apropriação – e organiza a 
atividade da criança, promovendo assim seu desenvolvimento psíquico. 
Nesse sentido, vemos que Vygotsky, Leontiev e Elkonin apontam o 
desenvolvimento infantil como fenômeno histórico não determinado por leis naturais 
universais, mas intimamente ligado às condições objetivas da organização social, sendo 
fundamental considerar o lugar ocupado pela criança nas relações sociais. O professor 
por sua vez é compreendido como aquele que transmite à criança os resultados do 
desenvolvimento histórico, explicita os traços da atividade humana cristalizada nos 
objetos da cultura – mediando sua apropriação – e organiza a atividade da criança, 
promovendo assim seu desenvolvimento psíquico. 
 
 
2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) 
 
 
Cada escola tem seus próprios objetivos a alcançar, objetivos a alcançar e 
sonhos a alcançar. A coleção dessas ambições, bem como os meios para 
concretizá- las, dão forma e ganham vida o chamado projeto político de educação (o 
famoso PPP). Se você prestar atenção, as palavras que compõem o nome do 
documento são suficientes para ilustrar este ponto. 
Este é um projeto porque reúne recomendações de ações específicas a 
serem realizadas em um determinado período de tempo. Isso é político porque 
acredita que a escola é um espaço de formação de cidadãos conscientes, 
responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente na sociedade para 
mudar seu rumo de desenvolvimento. É um método de ensino porque define e 
organiza as atividades e projetos pedagógicos necessários ao processo de ensino. 
Ao combinar esses três aspectos, o PPP ganhou uma espécie de orientação 
poder-orientação não apenas aponta a direção a ser seguida por gestores e 
professores, mas também funcionários, alunos e familiares. Ele precisa ser completo 
o suficiente para garantir que esse caminho seja percorrido sem questionamentos e 
flexível o suficiente para se adaptar às necessidades de aprendizagem dos alunos. 
Portanto, os especialistas afirmam que os seguintes tópicos precisam ser 
considerados na sua elaboração: 
• Missão 
• Clientela 
• Dados sobre a aprendizagem 
• Relação com as famílias 
• Recursos 
• Diretrizes pedagógicas 
• Plano de ação 
Por conter muitas informações relevantes, o PPP se configura como uma 
ferramenta de planejamento e avaliação, e você e todos os membros da equipe de 
gestão e ensino devem se consultar sobre todas as decisões. Portanto, se o projeto 
de sua escola está arquivado, desatualizado ou inacabado, é hora de mobilizar 
forças para resgatar e reconsiderar. Paulo Roberto Padilha, Diretor do Instituto Paulo 
Freire em São Paulo, afirmou: “O PPP tornou-se um documento vivo e eficaz porque
3 
 
pode ser utilizado como referência para discussão, experiência e parâmetros de 
atuação no curto, médio e longo prazo. 
 
 
3 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA 
 
 
A Transversalidade é uma forma de organizar o trabalho didático na qual alguns 
temas são integrados nas áreas convencionais de forma a estarem presentesem todas 
elas. Por exemplo, sou professor de português e utilizo do conteúdo transversal de ética e 
moral nas minhas práticas educativas, por meio de textos e atividades mais reflexivas e 
informacionais. "A transversalidade diz respeito à possibilidade de se estabelecer, na 
prática educativa, uma relação entre aprender conhecimentos teoricamente 
sistematizados (aprender sobre a realidade) e as questões da vida real e de sua 
transformação (aprender na realidade e da realidade)." 
Os temas transversais são importantes porque permitem que os alunos construam 
um pensamento crítico, consigam fazer uma reflexão sobre o meio social e os valores na 
sociedade. 
Os temas transversais são obrigatórios na escola, os TCTs atuam dentroda Base 
Nacional Curricular Comum podem ser adotados em temáticas presentesno cotidiano das 
pessoas. 
O professor pode desenvolver um trabalho em sala de aula falando sobre como 
usar o dinheiro, como cuidar do meio ambiente, como adotar a empatia comos outros, etc. 
No curso de graduação podem ser adotados temas como meio ambiente, por 
exemplo. 
Os Temas Contemporâneos Transversais (BNCC) que podem ser trabalhadosna 
Educação Infantil envolvem seis campos: 
• Meio Ambiente (Educação Ambiental, Educação para o consumo, os 
ciclos da natureza, sociedade e meio ambiente, manejo e conservação ambiental), 
• Saúde (Educação Alimentar e nutricional autocuidado, vida coletiva), 
• Multiculturalismo (Diversidade cultural, Educação para valorização do 
culturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras) 
• Ciência e Tecnologia (Ciência e suas tecnologias) 
 
 
 
 
• Cidadania e Civismo (Vida familiar e social, Educação para o 
trânsito, Educação em Direitos Humanos, Direitos da criança e do adolescente, 
Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso) 
• Economia (Trabalho, Educação financeira, Educação fiscal) 
Os quatro pilares apresentado no Guia para desenvolvimento dos TCTs são: 
• Problematização da realidade e das situações de aprendizagem 
• Superação da concepção fragmentada do conhecimento para 
uma visão sistêmica 
• Integração da habilidade e competências curriculares à 
resolução de problemas 
• Promoção de um processo educativo continuado e 
do conhecimento como uma construção coletiva. 
Essa metodologia contribuiu para a aplicação do conhecimento teórico 
adquirido pelos alunos, contribuindo para que assimilem o conteúdo de forma prática 
em seus estudos. Portanto é um método de caráter avaliativo, que visa garantir a 
eficácia do aluno, criando uma visão crítica e ampla da área de atuação escolhida. 
 
4 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE 
 
A entrevista com o professor Luciano Balarin da Silveira, formado em 
Pedagogia e Educação Física Bacharelado e Pós-Graduado em Psicopedagogia e 
Supervisão Escolar, Educação Especial e Artes, que atua na Educação Infantil por 5 
anos e atualmente está na Rede Municipal de ensino da cidade de Nova Fátima, a 
fim de conhecer como está sendo desenvolvido o trabalho nas aulas na área da 
Educação Infantil. 
O professor relatou em sua entrevista que a Educação Infantil é a base que 
antecede a alfabetização, a fase que será responsável por contribuir com o 
desenvolvimento físico, psicológico, social e intelectual das crianças. As aulas são 
desenvolvidas de forma de acordo com a necessidade dos alunos, e quando 
falamos em ensino pode, se dizer que na prática tem sido uma forma rápida, porém 
pouco eficaz em relação a Educação infantil já que a mesma visa garantir os 
processos de aprendizagem de forma lúdica e sistemática. Para que as aulas sejam 
adaptadas ao ensino os professores passaram por cursos de formação, ministrados 
pelas técnicas pedagógicas da Smecel, possibilitando assim, desenvolver 
estratégias para que ministre as aulas diariamente. 
Perguntando sobre os seus métodos de ensino o mesmo afirmou que trabalha 
com um diferencial, faz atividades diversificadas, muitas brincadeiras envolvendo o 
ensino aprendizagem, historinhas, faz narrativas, trabalha com bingos etc. 
O docente relata que algumas coisas lhe incomodam, por exemplo, de não vê 
acontecer o que planeja, por mais empenho que a mesma tenha não vê acontecer, 
isso a chateia muito. Que gosta muito do seu trabalho como professor de educação 
infantil, que não vê ensinando uma turma de adolescente, que ama está com as 
crianças, porém se sente cansado, pois já contribuiu muito durante esses anos, mais 
que se sente satisfeito e realizado pelos conhecimentos e experiência alcançado. 
Quanto ao planejamento referente ao ano letivo de 2023, o professor declarouque o ensino impossibilita trabalhar de forma eficaz todos os direitos e objetivos da 
aprendizagem propostos pela BNCC tendo em vista que a presença do professor 
nessa dinâmica é de extrema importância. Desta forma o planejamento foi adaptado 
para que possa se fazer um paralelo entre a BNCC e a realidade atual. O professor 
ainda ressaltou que, os professores estruturam o planejamento coletivamente de 
acordo com as séries e de forma individual estabelecem a melhor estratégia para 
 
desenvolver e aplicar o conteúdo proposto uma vez que cada turma é uma realidade 
diferente, desta forma são mantidas atividades de permanentes como: leitura deleite, 
oração, leitura do calendário e tempo, músicas e brincadeiras que possibilitam 
estabelecer uma rotina em todas as aulas. “ As crianças já conseguem entender 
todos os momentos das aulas, sabem que iniciamos com a oração e por último a 
explicação da atividade do dia. Assim, mantemos um vínculo de rotina e sequência” 
diz a professora. 
Ainda sobre a temática do planejamento o professor ressalta que as 
atividades são cuidadosamente pensadas para que possa garantir os Direitos da 
aprendizagem que segundo a BNCC são: conviver, brincar, participar e explorar, e 
assim minimizar o impacto que o isolamento social tem causado na Educação 
Infantil. 
Explicou que usa de forma sistemática ferramentas tecnológicas e impressas 
para dar continuidade ao processo de ensino aprendizagem, reafirmando o vínculo 
escola/professor/aluno/família. “Procuro lutar com as armas que tenho para facilitar 
todo esse processo para a família, então converso diariamente com os responsáveis 
das crianças como forma de tranquiliza – los e oferecer apoio não só pedagógico, 
esse é um momento de união, tento explicar da melhor forma que somos uma 
equipe e precisamos muito um dos outros”. 
Considerando que a avalição na Educação Infantil se dá por meio de 
observação coletiva e individual, garantindo que todos os direitos sejam aplicados 
afim de contribuir para a evolução individual de cada criança a professora explica 
que, durante as aulas remotas semanalmente faz chamadas de vídeos, realizando 
atividades que possibilitam observar como está o desenvolvimento de cada um, 
além das chamadas ela pede as devolutivas das atividades impressas diariamente, 
desta forma por meio de fotos, vídeos e relatos consegue produzir informações 
sobre o desenvolvimento de cada um, fazendo assim um caderno de campo 
facilitando a criação dos relatórios que são entregues bimestralmente á coordenação 
pedagógica. Salienta também que observar atentamente e individualmente é de 
extrema importância para que possa planejar estratégias para as crianças que estão 
com dificuldades contribuindo assim para avanços significativos, “ A Educação 
infantil necessita de um olhar de amor e compreensão, entender que cada criança 
possui um universo de possibilidade ajuda a compreende – la e descobrir qual a 
melhor forma para trabalhar com cada uma” – ressalta o professor. 
 
5 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS 
PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS 
 
 
A conjuntura sociocultural e educacional contemporânea aponta a 
atenção para a análise e construção de oportunidades de formação e 
desenvolvimento de competências transversais na educação escolar. 
É conveniente, portanto, que no processo de formação em todas as 
disciplinas escolares e em todas as idades e atividades cognitivas, as decisões 
para a concepção de um ambiente educacional adequado sejam sistematizadas 
e especificadas de forma a garantir que os conhecimentos e habilidades 
possam ser continuamente reagrupados de acordo com o contexto. 
Por outras palavras, estas competências e os conhecimentos em que 
assentam, devem constituir o alicerce de competências transversais que 
podem ser aplicadas independentemente da idade e das atividades. 
Tecnologias invariantes para o desenvolvimento de competências 
transversais está também relacionada com a coordenação de uma 
variedade de abordagens, princípios e condições de ensino de forma a 
proporcionar eficácia quando essas tecnologias são especificamente aplicadas 
como variantes. 
Isso cria a necessidade de uma interpretação didática dos meios de 
desenvolvimento de competências transversais. Além disso, impõe-se a 
necessidade de melhorar a preparação e qualificação especial dos professores 
para conceber um ambiente educacional que garanta a realização de 
competências transversais como resultado educacional. 
Isso, por sua vez, impõe alguns novos requisitos ao sistema de 
educação escolar como um todo. 
 
6 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO 
PROFESSOR 
 
 
No decorrer do ano letivo, nos momentos de hora-atividade, percebemos 
necessidade de estudar e discutir sobre a função e o objetivo dos instrumentos 
de avaliação utilizados no processo avaliativo do ensino-aprendizagem. 
Dentro desse contexto, procuramos refletir sobre os instrumentos de 
avaliação, tema já inserido numa discussão maior, gerada da necessidade 
apresentada pelos professores. Assim, foi agendado um encontro de formação para 
discutir qual a função e os critérios de cada instrumento de avaliação. 
Nossa proposta inicial foi definir a palavra “avaliação”. Apresentamos a função 
da avaliação segundo Luckesi, autor que diz que a avaliação integra o processo de 
ensino-aprendizagem como um todo. Assim, não podemos continuar a tratá-la como 
um elemento à parte, nem apenas com vistas à classificação de nossos alunos. 
Concluímos que o professor que deseja superar o problema da avaliação precisa 
partir de uma autocrítica, rever a sua metodologia de ensino, assim como alterar a 
sua postura diante dos resultados da avaliação. 
Após o debate inicial, solicitamos aos professores que trouxessem um modelo 
de avaliação que já fora utilizado, e propomos que, em duplas, realizassem uma 
análise do instrumento, levando em consideração os seguintes itens: citar um 
exemplo de aplicação em sala de aula (definição); citar as dificuldades encontradas 
(ex.: adequação linguística) e exemplos do aprendizado proporcionado por esse 
instrumento (as vantagens e as desvantagens); pontuar se o instrumento possibilitou 
alcançar os objetivos propostos pelo professor (função); indicar momentos mais 
adequados para aplicar o instrumento avaliativo, ou seja, Como? Quando? Por quê?; 
apresentar a função do instrumento avaliado (diagnóstica, formativa, classificatória); 
como utilizar as informações da avaliação. 
Os instrumentos analisados e apresentados foram: autoavaliação, prova 
dissertativa, prova objetiva, seminário, trabalho em grupo, relatório individual, 
produção de vídeo, entrevista e mapa conceitual. 
Após a análise dos dados coletados, o grupo concluiu que cada disciplina 
apresenta particularidades e diferentes maneiras de avaliar. Todos 
 
concordaram que é melhor mesclar todos os instrumentos de avaliação, 
adaptando- os às necessidades, à realidade de cada turma e aos objetivos de cada 
educador. 
 
7 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO 
ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA 
 
 
O diretor e o coordenador de ensino são as funções duplas de dirigir as 
operações da escola. O diretor é responsável por organizar todos os processos, 
expressão da equipe e tomada de decisões, enquanto o coordenador está envolvido no 
planejamento dos professores, cursos, avaliação da aprendizagem e formação 
continuada. Outros participantes menos comuns na maioria das escolas também 
podem formar uma equipe de gestão, como o vice-diretor (também chamado de diretor 
assistente em algumas redes), supervisores e consultores pedagógicos. Se a relação de 
cooperação entre as duas partes for bem ajustada, a escola terá uma equipe de gestão 
na qual o objetivo final de ensinar e aprender merece mais. 
Interdisciplinar. A função do diretor e do coordenador é integraro conteúdo 
dos professores das diferentes disciplinas e esclarecer as diferentes séries e níveis. 
Ambas as partes devem investir nessa área, e o horário coletivo de ensino (HTPC) é 
fundamental. Processos e registros. Monitorar e registrar as atividades de ensino, 
incluindo arquivos dos alunos e planos de ação, para melhor compreender a escola e o 
ambiente em que as atividades são realizadas. Ambos são responsáveis pela análise 
dos dados e acompanhamento dos alunos. 
Articular e organizar recursos. A coordenadora esclareceu todo o trabalho da 
escola, organizou recursos, espaço e atividades pedagógicas. O supervisor garante que 
os materiais e recursos necessários sejam fornecidos. Abordagem inovadora. Com o 
apoio dos gestores, o coordenador promove e incentiva o uso da tecnologia educacional. 
Para isso, além do quadro negro e do giz, é necessário investir e estimular a educação 
continuada para a adoção de novos métodos 
Avaliação interna. Com base na análise do mapa de desempenho escolar, o 
diretor e o coordenador avaliarão continuamente todos os trabalhos escolares. O diretor 
de recepção e o coordenador têm diferentes funções para promover o acolhimento de 
professores, funcionários, alunos e pais. Faça parte da comunidade. A gestão e a 
coordenação podem criar um fórum permanente de discussão com todos os níveis da 
comunidade escolar para garantir o sucesso do trabalho. As conversas devem ocorrer 
em reuniões envolvendo toda a equipe, deixando claro que todos são responsáveis 
pelo desempenho acadêmico do aluno. 
 
 
Regras e horários. Para garantir a gestão eficaz da escola, é necessário ter 
em atenção as regras da unidade de gestão e a escolha do horário, tendo em atenção 
os melhores resultados. 
 
8 RELATO DA OBSERVAÇÃO 
 
 
Nestes dias pudemos observar que a escola e a professora regente têm uma 
rotina, ao chegarem os alunos cantam o hino nacional e o hino de Nova Fátima, o 
professor lê todos os dias um versículo da bíblia e faz uma reflexão sobre o que diz. 
Logo após a leitura fazem oração do pai-nosso, ao término a professor recolhe as 
tarefas de casa, pastas com provas para os pais assinarem. O professor trabalha 
muito bem com seus alunos e tem domínio com seus conteúdos e com a turma, pois 
os alunos falam muitos, mas são inteligentes e rápidos nas atividades. 
Observamos que alguns alunos têm dificuldades nas aprendizagens e 
também tem déficit de atenção. Algumas observações tiveram aulas de educação 
física e artes, observamos nas aulas de educação física que a professora trabalha 
muito com corrida, coordenação motora e agilidade. Os alunos brincam de queimada 
e fazem corrida com bastão. Na aula de arte os alunos fazem desenhos e pintam 
com cores primares e secundárias, assistem desenhos relacionadas a cada assunto 
trabalhado. 
A professora regente trabalha muito com situações problemas com os alunos 
na disciplina de matemática e de português trabalha com leitura de redação. 
Tivemos oportunidade de observar os alunos fazerem um teatro da historinha do 
patinho amarelo. 
Podemos perceber a relação entre alunos e professor é muito amorosa e eles 
se sentem muito acolhidos pela professora, os alunos os ás respeitam muito. O 
horário de entrada e treze horas e saída dezessete horas. 
Portanto durante esses dias de observações, podemos conhece-los mais os 
alunos e podemos perceber os gostos de cada um, as disciplinas que mais gostam e 
quais alunos têm dificuldade de aprendizado. Foi bom observar como a professora 
trabalha com os alunos assim pegamos o jeito de se lidar com a turma. E para os 
alunos com dificuldades procuramos atividade e explicações com fácil entendimento, 
para serem aplicadas nas docências que ocorrem. 
 
9 PLANOS DE AULA 
 
Tema Cores 
Campo de 
experiência 
Traços, sons, cores e formas 
Habilidades 
(EI02TS02) Utilizar materiais variados com possibilidades de 
manipulação (argila, massa de modelar), explorando cores, 
texturas, superfícies, planos, formas e volumes ao criar objetos 
tridimensionais. 
Objetivos 
Identificar as cores amarelo e vermelho e desenvolver a 
coordenação motora fina. 
Conteúdo Amarelo e vermelho 
Duração 40 minutos 
Recursos 
didáticos 
1. papel crepom amarelo, 2. papel crepom vermelho, 3. massa de 
modelar amarela 4. massa de modelar vermelha 5. cola. 
Metodologia 
Aula dialogada: 1. conversar com as crianças sobre as cores e 
estimular as crianças a identificarem objetos da sala de aula que 
sejam amarelos e/ou vermelhos. 2. mostrar um cartaz com imagens 
de alimentos amarelos e/ou vermelhos e aproveitar para 
conscientizar sobre o que é saudável e sobre o que não é 3. falar 
sobre a importância de comer frutas e mostrar às crianças frutas de 
verdade nessas cores (exemplo: maçã, morango, banana, pera) - 
permitir que as crianças manuseiem, sintam o cheiro, a textura, etc. 
de cada fruta 4. reforçar que a banana e a pera são de cor amarela 
e o morango e a maçã, de cor vermelha. 
Avaliação 
1. entregar a cada criança um pedaço de massinha amarela e um 
pedaço de massinha vermelha e pedir que modelem uma das frutas 
que manusearam em sala. 2. distribuir folhinhas de atividades com 
imagens de frutas usadas em aula como exemplo e dar às crianças 
pequenos pedaços de papel crepom nas cores correspondentes (as 
folhinhas estão disponíveis abaixo; basta clicar e imprimir) 3. pedir 
que as crianças amassem os pedaços de papel crepom formando 
pequenas bolinhas e que colem tais bolinhas na folhinha até 
preencher as imagens (o professor deve auxiliar a criança, 
mostrando como amassar o papel para fazer bolinhas, passando a 
cola na folha de atividades e colando a primeira bolinha de cada 
cor). 
Referências - 
 
https://static.todamateria.com.br/upload/co/re/coresnaeducacaoinfantilamarelovermelho-14-cke.jpg
 
 
Tema Conceitos matemáticos 
Campo de 
experiência 
Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações 
Habilidades 
(EI03ET07) Relacionar números às suas respectivas quantidades 
e identificar o antes, o depois e o entre em uma sequência. 
Objetivos Adquirir noções de quantidade 
Conteúdo Números (1 a 10) 
Duração 40 minutos 
Recursos 
didáticos 
1. números de 1 a 10 em material colorido (exemplo: borracha 
EVA), 2. pregadores de roupa, 3. 10 palitos de picolé para cada 
criança, 4. folhinhas de atividades. 
Metodologia 
Aula expositiva: 1. conversar com as crianças sobre a 
importância dos números: servem para nos ajudar a contar (dar 
exemplos mostrando a contagem de objetos como palitos de 
picolé, pregadores de roupa, etc.), para informarmos a nossa 
idade (perguntar às crianças qual a idade delas), etc. 2. iniciar uma 
contagem a partir do número 1: mostrar às crianças o número 
colorido em borracha EVA, perguntar se sabem que número é, 
ensinar o numeral e deixá-lo exposto. Pedir às crianças que 
mostrem com a mão ao alto o número de palitos de picolé 
correspondentes. Fazer isso com todos os números. 3. depois de 
todos os números expostos, fazer uma contagem sequencial e 
pedir para as crianças repetirem o nome de cada número dito 4. 
por fim, de forma a trabalhar a sequência numérica, retirar 
aleatoriamente alguns números que estão expostos e ao refazer a 
contagem, perguntar às crianças que números estão em falta. 
Avaliação 
1. distribuir por toda a turma diversos números coloridos 
confeccionados em borracha EVA (cada aluno deve receber um); 
cantar a música dos indiozinhos pausadamente e pedir aos alunos 
que mostrem o número correspondente conforme ele for dito na 
música. 2. folhinha de atividades para as crianças identificarem as 
quantidades das imagens (as folhinhas de atividades e de 
resposta estão disponíveis abaixo; basta clicar e imprimir) 
Referências - 
 
https://static.todamateria.com.br/upload/mu/si/musicaindiozinhosquantidadesnaeducacaoinfantil-1-cke.jpg
 
https://static.todamateria.com.br/upload/nu/me/numerosequantidadesnaeducacaoinfantil-0-cke.jpg
 
https://static.todamateria.com.br/upload/nu/me/numerosequantidadesnaeducacaoinfantilresposta-0-cke.jpgTema Linguagem 
Campo de 
experiência 
Escuta, fala, pensamento e imaginação 
Habilidades 
(EI03EF04) Recontar histórias ouvidas e planejar coletivamente 
roteiros de vídeos e de encenações, definindo os contextos, os 
personagens, a estrutura da história. 
Objetivos 
Reproduzir histórias e desenvolver a comunicação e a criatividade 
através da encenação. 
Conteúdo Linguagem teatral 
Duração 1h 
Recursos 
didáticos 
1. livro de história "Os três porquinhos", 2. palitos de 
picolé, 3. papel vermelho (papel glacê, cartolina, etc.), 4. papel 
pardo. 
Metodologia 
Dramatização: 1. contar a história dos três porquinhos com o 
auxílio de imagens de um livro ou com cartazes. 2. em seguida, 
pedir aos alunos para recontarem a história (se necessário, auxiliar 
fazendo perguntas. Exemplo: quem eram os personagens? O que 
eles construíram? Por que? O que o lobo queria? Os porquinhos 
tinham medo do lobo?, etc.). 3. depois, dividir a turma em três 
grupos, e cada um deles ficará responsável por decorar a casinha 
de um porquinho (o professor já deve levar as casinhas prontas, 
que podem ser feitas de cartolina com um quadrado, que será a 
base da casa, e um triângulo, que será o telhado). 4. para cada 
casinha, usar os seguintes materiais: os palitos de picolé podem 
representar a madeira, retângulos de papel glacê vermelho podem 
representar os tijolos, tiras de papel pardo podem representar a 
palha. 5. depois de ter as 3 casinhas decoradas, sortear os alunos 
que representarão os personagem e pedir que encenem a história. 
O professor deve auxiliar, fazendo o papel do narrador, de forma a 
orientar as crianças. 
Avaliação 
Avaliar a habilidade das crianças de recontarem uma história 
através da linguagem teatral enquanto forma de expressão. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tema Psicomotricidade global 
Campo de 
experiência 
Corpo, gestos e movimentos 
Habilidades 
(EI03CG02) Demonstrar controle e adequação do uso de seu corpo 
em brincadeiras e jogos, escuta e reconto de histórias, atividades 
artísticas, entre outras possibilidades. 
Objetivos 
Desenvolver a coordenação motora, ampliar o equilíbrio e trabalhar 
o tônus muscular. 
Conteúdo Coordenação motora ampla 
Duração 40 minutos 
Recursos 
didáticos 
Fita adesiva ou fita crepom ou durex, cadeiras e mesas da sala de 
aula, barbante, elástico ou qualquer outro tipo de material do tipo 
fita/fio e guizos. 
Metodologia 
Gamificação ou Ludicidade: 1. em um espaço adequado, colar 
previamente as fitas/elásticos/fios de lado a lado do local, ou seja, 
cada extremidade deve ser colada em uma parede, de forma a criar 
uma espécie de cama de gato. Na impossibilidade de colar as 
extremidades dos fios nas paredes, opte por prendê-los/amarrá-los 
onde for possível (cercas, portas, móveis, mesas, cadeiras, 
etc.) 2. em alguns desses fios, prender guizos. A ideia é criar um 
ambiente com vários fios presos e cruzados entre si de forma 
irregular e, se possível, em diferentes alturas para que as crianças 
tenham que passar por cima, por baixo ou pelo meio deles, etc. 3. o 
professor deve fazer pequenos cartazes (tamanho A4) com o nome 
de cada criança e deixá-los embaralhados do outro lado da cama de 
gato. O objetivo é a criança atravessar a cama de gato até o fim, 
buscar o cartaz com o seu nome e voltar novamente pela cama de 
gato, tentando não encostar nos fios. 
Avaliação 
Atividade "cama de gato": reparar se os alunos tiveram bom 
desempenho motor, se tiveram domínio do equilíbrio do próprio 
corpo ao passar por cima dos fios, se apresentaram alguma 
dificuldade em passar por baixo deles e se conseguiram atravessar 
o percurso sem tocar na cama de gato (a presença dos guizos será 
útil nessa avaliação). 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tema Acolhimento 
Campo de 
experiência 
O eu, o outro e o nós 
Habilidades 
(EI01EF06) Comunicar-se com outras pessoas usando 
movimentos, gestos, balbucios, fala e outras formas de expressão. 
Objetivos 
Demonstrar reações ao relacionar-se com o outro (sorrisos, 
expressões faciais, sons, etc.). 
Conteúdo Sentimentos e emoções 
Duração 30 minutos 
Recursos 
didáticos 
Fralda, toalha, lenço ou qualquer pedaço de pano cujo tamanho 
seja suficiente para cobrir o rosto. 
Metodologia 
Dramatização: 1. interagir com o bebê usando diferentes nuances 
de voz, brincar, chamá-lo pelo nome e depois cobrir o rosto com o 
pano e aguardar alguns segundos. 2. Retirar o pano de rosto e 
cumprimentar o bebê com um “olá” efusivo. Observar a reação da 
criança. 3. Feito isso algumas vezes, alternar: cobrir o rosto da 
criança e depois de alguns segundos perguntar “Onde está o/a 
(nome do bebê)?. Retirar o pano e dizer: “Achou!” 4. Estimular a 
capacidade de interação do bebê, de forma a facilitar a adaptação 
na transição casa/berçário da instituição de ensino. 
Avaliação 
Verificar se o bebê tem reações de alegria, surpresa, felicidade ou 
qualquer outro tipo de sentimento/emoção quando o professor 
interage com ele, e se demonstra reações a esse estímulo. 
 
 
10 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR 
 
 
Início a programação das aulas com uma boa conversa com a Professor 
Luciano, para poder conhecer quais os assuntos e conteúdo que serão trabalhados 
com os alunos e quais dicas ela tem para poder me ajudar a se sair bem com os 
alunos. 
E quais serão os conteúdos que eu iriei praticar com os alunos na minha 
regência. Em todas as aulas procurei diversificar de forma clara as práticas 
pedagógicas através de conversa, atividades digitadas, priorizando a forma de 
aprendizagem lúdica, sabendo que a essência da educação infantil é ludicidade, e 
com isso o a forma deles aprenderem foi muito mais interativa e dinâmica. 
As crianças se comunicaram muito mais e demonstraram mais curiosidade e 
gosto para aprender durante o processo de ensino-aprendizagem e a professora fez 
elogios sobre minha prática de ensino dando-me mais motivação para continuar 
nessa jornada. É pertinente afirmar que para que qualquer método de ensino seja 
eficaz, o professor precisa planejar suas ações didática pedagógicas objetivando 
sistematizar suas ações docentes, pois só assim poderá saber o conteúdo a ser 
desenvolvido e os objetivos a serem levantados para ensinar determinado conteúdo, 
além de refletir sobre os meios, as metodologias, as estratégias de ensino e 
aprendizagem e os recursos necessários para o desenvolvimento desse conteúdo. 
Pois é por meio dos métodos de ensino, utilizados em sala de aula, que o 
professor terá subsídio para identificar os problemas de aprendizagem do aluno, 
bem como para perceber e avaliar os erros e acertos durante o processo e também 
avaliá-los.
 
11 RELATO DA REGÊNCIA 
 
 
O estágio supervisionado tem grande importância na vida do acadêmico, pois 
será uma forma, de se inserir no ambiente onde futuramente, irá atuar 
profissionalmente (PASCOAL; NASCIMENTO, 2013). O estágio é a etapa onde o 
acadêmico começa a agregar conhecimentos e experiências sobre a vida docente, 
que são cruciais para a sua formação profissional e sua construção do conhecimento 
(LIMA, 2004). 
A observação se torna importante, pois é dessa maneira que podemos 
conhecer a realidade dos alunos, professores e do ambiente escolar, além de 
perceber a metodologia utilizada pelo professor, os recursos utilizados, como vídeos, 
saídas a campo e laboratórios, afim de podermos usar tais ideias em prol a nosso 
futuro. Segundo Aguiar (2012), o estágio em forma de observação é o primeiro passo 
do acadêmico ao mundo escolar, onde ele pode organizar-se e situar-se no mesmo. 
Na fase de observação, criou-se um vínculo com a turma observada, na qual, 
serão ministradas as aulas, de forma a cumprir a carga horária relacionada à regência 
de classe. A observação durante o estágio foi de suma importância, visto que ele 
oferece uma maior preparação ao envolvido que deseja seguir pela carreira docente 
(AGUIAR, 2012). 
A regência de classe tornou-se fundamental, pois, segundoScalabrini e 
Molinare (2010), propiciou ao aluno de licenciatura a observação, pesquisa, 
planejamento, execução e avaliação de todos os diferentes tipos de atividades 
pedagógicas. Nesta etapa, entramos em contato com a sala de aula de fato, e assim 
transmitimos conhecimentos aos alunos e por um momento, e fomos aqueles que 
fizeram a mediação entre o conhecimento e a realidade. 
O estágio ocorreu na Escola Municipal maria Pura Martinez Fraiz, através de 
aulas observacionais. A escola é situada no município de Nova Fátima, Paraná.. Sua 
nova sede foi construída recentemente e ganhou uma estrutura ainda melhor, com 
novos recursos tecnológicos, novos laboratórios e novas salas de aula. 
Neste relatório, serão apresentados os dados obtidos durante o processo de 
observação e regência em sala de aula, onde foi possível ter o primeiro contato com 
as turmas, seu ritmo e sua individualidade. 
 
12 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO 
 
 
 
 
Eu, Jaine Mateus da Silva, RA 3300033904 matriculado no 4º semestre do 
Curso de Pedagogia da modalidade a Distância da UNOPAR, realizei as 
atividades de estágio Educação Infantil na escola Escola Municipal Maria Pura, 
cumprindo as atividades e a carga horária previstas no respectivo Plano de 
Trabalho. 
 
 
 
 
 ___________________________ 
Assinatura do(a) Estagiário(a) 
___________________________ 
Assinatura Supervisor de Campo 
 
 
 
 
 
 
 
 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
 
A experiência de Estágio Supervisionado no quarto período 
proporcionaram momentos de reflexão nos estagiários por ser aquele momento 
professores de uma sala de aula, e ter uma responsabilidade enorme por cuidar e 
passar conhecimentos para os alunos. Em todas as observações conhecíamos 
mais os alunos, víamos quais alunos tinha dificuldades e aqueles que tinham 
rapidez em elaborar as tarefas. 
A cada situação que ocorreram em sala de aula, nos proporcionou um 
novo olhar, de como resolver os problemas e agir no ambiente escolar, pois 
alguns alunos dependem de um olhar especial e que devemos sempre criar 
alternativas e proporcionar estratégias de aprendizagem para que possam atingir 
os objetivos, que é acima de tudo se desenvolverem integralmente. 
A realização do estágio supervisionado, foi muito significante para o nosso 
processo de formação docente, formam momentos ricos e importantes, onde 
pude evidenciar o contexto de sala de aula, fazendo uma relação dialética entre 
a teoria e a prática. 
Agradecimento imensamente a professora Andriana Araujo por nos 
passar todos os conhecimentos e todas as normas de estagiário. Pois este 
estágio foi de extrema importância nas nossas vidas, levarei todos os 
conhecimentos aprendidos nas aulas de Estágio Supervisionado, e tenho 
certeza com todos as aulas aprendidas serei um excelente professor. 
Acreditamos que contribuímos de alguma maneira, na formação dos 
alunos, para que sejam cidadãos críticos e reflexivos, pois a partir das 
experiências vivenciadas, mas troca escolar é possível desenvolver um trabalho 
de parceria, onde a educação possa ser mais significativa e contextualizada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
 ALMEIDA, Maria I.; PIMENTA, Selma G. Estágios supervisionados na 
formação docente. São Paulo: Cortez, 2014. 
 
 BARREIRO, Iraíde M. de F.; GEBRAN, Raimunda A. Prática de ensino e 
estágio supervisionado na formação de professores. São Paulo: Ed. Avercamp, 
2006. 
 
 FRANCO, Maria Amélia do R. S. Pedagogia e prática docente. São Paulo: 
Cortez, 2012. 
 
 IMBERNÓN, Francisco. Formação docente e profissional: formar-se para 
a mudança e a incerteza. São Paulo: Cortez, 2014. 
 
 LEFFA, Vilson (Org.). O professor de línguas: construindo a profissão. 
Pelotas: Ed. Educat, 2001. 
 
 LEMKE, Cibele Krause e IENKE, Ana Camila Gaspar. O processo de 
formação docente a partir da análise de relatórios de estágio supervisionado em 
língua espanhola. Revista Escrita. Vol. 5, 2014, pg. 251-265. 
 
 PIMENTA, Selma G. O estágio na formação de professores: unidade, 
teoria e prática? São Paulo: Cortez, 2012. 
 
 PIMENTA, Selma G.; LIMA, Maria S. L. Estágio e docência. São Paulo: 
Cortez, 2012. 
 
 SILVA, W. R. Estudos do Letramento do professor e formação inicial nos 
estágios supervisionados das licenciaturas. In.: SILVA, W. R. Letramento do 
professor em formação inicial: interdisciplinaridade no estágio supervisionado da 
licenciatura. São Paulo: Ed. Pontes Editores, 2012, p. 27-49. 
 
 
 TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: 
Vozes, 2005.

Mais conteúdos dessa disciplina