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JAINE MATEUS DA SILVA RELATÓRIO DO ESTÁGIO EDUCAÇÃO INFANTIL UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Cornélio Procópio 2023 Cornélio Procópio 2023 RELATÓRIO DO ESTÁGIO EDUCAÇÃO INFANTIL Relatório apresentado à UNOPAR, como requisito parcial para o aproveitamento da disciplina de Estágio Supervisionado do curso de Pedagogia. JAINE MATEUS DA SILVA SUMÁRIO 1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS ........................................................ 6 2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) ........... 8 3 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA ..................... 4 4 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE ........................... 6 5 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS .... 8 6 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR ............................................................................................ 9 7 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA ............................................................ 11 8 RELATO DA OBSERVAÇÃO............................................................................. 13 9 PLANOS DE AULA ............................................................................................ 14 10 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE aula AO PROFESSOR...... 23 11 RELATO DA REGÊNCIA ................................................................................... 24 12 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO .......................................................................... 25 CONSIDERAÇÕES FINAIS ..................................................................................... 26 REFERÊNCIAS ....................................................................................................... 27 INTRODUÇÃO Neste relatrio, buscamos apresentar elementos que possibilitam uma reflexão sobre a importância do Estágio Supervisionado para os alunos do curso de Pedagogia, pois consideramos que este é um espaço rico de possibilidades de articulação entre teoria e prática. Consideramos o estágio e um dos momentos mais ricos e importantes em aprendizagens significativas com que o aluno de graduação se depara ao longo do curso, já que traz situações reais, proporcionando aos educandos espaços de reflexão- ação-reflexão, como defende Paulo Freire, das práticas pedagógicas no processo de ensino e aprendizagem. O trabalho está dividido em capítulos organizados por temáticas diversas. Alguns apresentam subitens, que consideramos de extrema importância para a compreensão das atividades realizadas durante o Estágio Supervisionado. No decorrer da escrita, registramos imagens que foram feitas durante o processo de intervenção e observação. A escolha por inseri-las neste trabalho se dá porque compreendemos que facilitam o entendimento do leitor e expõem alguns desses momentos de formação, principalmente nos segmentos destinados às práticas educacionais desenvolvidas em sala de aula. Tem como objetivo principal apresentar um relatório das experiências vivenciadas no espaço escolar, que é essencial para a formação integral do aluno, o estágio oferece a possibilidade de relacionar a teoria e a prática, conhecer a realidade do dia a dia, descrevendo as experiências que permita seu plano desenvolvido vivenciadas. Com o objetivo de supervisionar e desenvolver habilidades e competências de conteúdos. Inicialmente será feita as principais informações como localização, dados físicos e quantidades de alunos e funcionários que compõem a instituição. Apresenta-se um breve relato das aulas observadas, as dificuldades encontradas, tornando possível relacionar teoria e prática. A escola trabalha de forma coletiva, procurando democratizar as decisões e descentralizar as responsabilidades, as quais precisam ser tomadas e assumidas pela coletividade que compõem a escola buscando, dessa forma, despersonalizar o poder, no intuito de formar cidadãos que participem ativamente da vida econômica e social do país contribuindo para a transformação da mesma. A prática em sala me levou a refletir como será meu dia a dia atuando como professora. O estágio é importante pelo fato de nos fazer perceber a realidade da escola, dessa forma podemos observar os aspectos físicos, o corpo docente, a didática do professor em sala e sua formação, onde se percebe o domínio e o despreparo do docente e sua avaliação na sala de aula é importante verificar o relacionamento do professor aluno, mas não é só isso, o relatório servirá para uma experiência importante para nossa formação acadêmica. “O estágio de regência contribui para uma experiência importante nas atividades que nós discentes deverão usar durante o curso de formação junto ao futuro no campo de trabalho (Pimenta, 1997)”. Tacz (2011), diz que o estágio é uma chance que o acadêmico tem para aprofundar conhecimentos e habilidades nas áreas de interesse do aluno. Desta forma, o estágio poderá utilizar essas informações como base da sua formação para poder aplicá- la na sua pratica docente, constante processo de decisão e reflexão crítica, acredita que esse estágio mim proporcionou uma prática pedagógica reflexiva, crítica e criativa no âmbito escolar. 1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS Segundo o artigo “O Papel do professor e do ensino na educação infantil” a autora Juliana Campregher Pasqualini, procura apresentar o que é desenvolvimento infantil e em que aspectos da educação escolar podem atuar em auxilio, tendo como foco os papeis do educador e ensino. É uma pesquisa de mestrado que a autora realizou um estudo de natureza teórico-conceitual que com a finalidade de análise e investigação das relações entre desenvolvimento infantil e ensino da faixa etária de 0 a 6 anos. Para tanto o texto aponta conceitos sobre o desenvolvimento infantil e em que aspectos a educação escolar pode atuar em seu auxílio, tendo como foco os papéis do educador e do ensino, esclarecidos por Vigotski, Leontiev e Elkonin. Primeiramente a autora aponta que a educação infantil teve função assistencialista e que a primeiramente a educação da criança pequena implicava a negação e o rompimento dos laços com o modelo escolar de atendimento educacional. Entende-se ainda que o ensino não devesse fazer parte do atendimento ofertado à criança até os 6 anos. Para essa perspectiva teórica, a Educação Infantil faz parte da educação básica, mas não tem como objetivo o ensino e, sim, a educação das crianças pequenas. Ou seja, Educação Infantil, não estaria nos processos de ensino- aprendizagem, mas nas chamadas relações educativo-pedagógicas. O ensino, assim, é negado quando se trata da Educação Infantil. Sabe-se que antigamente a educação infantil era pouco apreciada no mundo todo, quando surgiram as instituições de educação infantil eram resumidamente um “depósito de crianças”, onde só cuidavam e não educavam, ou seja, as crianças não tinham contato algum com o conhecimento, não tinham ensino-aprendizagem, era um lugar onde as crianças passavam o tempo enquanto suas mães trabalhavam. Em decorrências de várias lutas e vitórias a educação infantil passou a ser vista com outros olhos, e passou a ter objetivos educacionais explícitos, com propostas pedagógicas, onde começaram a seguir parâmetros e normas, trabalhando em prol à educação, e ao ensino-aprendizagem, os alunos têm acesso ao conhecimento, e ao pleno desenvolvimento. Na perspectiva da psicologia histórico-cultural, que é do que se trata o texto o educador não pode ser visto como alguém que apenas estimula e acompanha a criança em seudesenvolvimento. O professor é compreendido como aquele que transmite à criança os resultados do desenvolvimento histórico, explicita os traços da atividade humana cristalizada nos objetos da cultura – mediando sua apropriação – e organiza a atividade da criança, promovendo assim seu desenvolvimento psíquico. Nesse sentido, vemos que Vygotsky, Leontiev e Elkonin apontam o desenvolvimento infantil como fenômeno histórico não determinado por leis naturais universais, mas intimamente ligado às condições objetivas da organização social, sendo fundamental considerar o lugar ocupado pela criança nas relações sociais. O professor por sua vez é compreendido como aquele que transmite à criança os resultados do desenvolvimento histórico, explicita os traços da atividade humana cristalizada nos objetos da cultura – mediando sua apropriação – e organiza a atividade da criança, promovendo assim seu desenvolvimento psíquico. 2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) Cada escola tem seus próprios objetivos a alcançar, objetivos a alcançar e sonhos a alcançar. A coleção dessas ambições, bem como os meios para concretizá- las, dão forma e ganham vida o chamado projeto político de educação (o famoso PPP). Se você prestar atenção, as palavras que compõem o nome do documento são suficientes para ilustrar este ponto. Este é um projeto porque reúne recomendações de ações específicas a serem realizadas em um determinado período de tempo. Isso é político porque acredita que a escola é um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e críticos, que atuarão individual e coletivamente na sociedade para mudar seu rumo de desenvolvimento. É um método de ensino porque define e organiza as atividades e projetos pedagógicos necessários ao processo de ensino. Ao combinar esses três aspectos, o PPP ganhou uma espécie de orientação poder-orientação não apenas aponta a direção a ser seguida por gestores e professores, mas também funcionários, alunos e familiares. Ele precisa ser completo o suficiente para garantir que esse caminho seja percorrido sem questionamentos e flexível o suficiente para se adaptar às necessidades de aprendizagem dos alunos. Portanto, os especialistas afirmam que os seguintes tópicos precisam ser considerados na sua elaboração: • Missão • Clientela • Dados sobre a aprendizagem • Relação com as famílias • Recursos • Diretrizes pedagógicas • Plano de ação Por conter muitas informações relevantes, o PPP se configura como uma ferramenta de planejamento e avaliação, e você e todos os membros da equipe de gestão e ensino devem se consultar sobre todas as decisões. Portanto, se o projeto de sua escola está arquivado, desatualizado ou inacabado, é hora de mobilizar forças para resgatar e reconsiderar. Paulo Roberto Padilha, Diretor do Instituto Paulo Freire em São Paulo, afirmou: “O PPP tornou-se um documento vivo e eficaz porque 3 pode ser utilizado como referência para discussão, experiência e parâmetros de atuação no curto, médio e longo prazo. 3 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA A Transversalidade é uma forma de organizar o trabalho didático na qual alguns temas são integrados nas áreas convencionais de forma a estarem presentesem todas elas. Por exemplo, sou professor de português e utilizo do conteúdo transversal de ética e moral nas minhas práticas educativas, por meio de textos e atividades mais reflexivas e informacionais. "A transversalidade diz respeito à possibilidade de se estabelecer, na prática educativa, uma relação entre aprender conhecimentos teoricamente sistematizados (aprender sobre a realidade) e as questões da vida real e de sua transformação (aprender na realidade e da realidade)." Os temas transversais são importantes porque permitem que os alunos construam um pensamento crítico, consigam fazer uma reflexão sobre o meio social e os valores na sociedade. Os temas transversais são obrigatórios na escola, os TCTs atuam dentroda Base Nacional Curricular Comum podem ser adotados em temáticas presentesno cotidiano das pessoas. O professor pode desenvolver um trabalho em sala de aula falando sobre como usar o dinheiro, como cuidar do meio ambiente, como adotar a empatia comos outros, etc. No curso de graduação podem ser adotados temas como meio ambiente, por exemplo. Os Temas Contemporâneos Transversais (BNCC) que podem ser trabalhadosna Educação Infantil envolvem seis campos: • Meio Ambiente (Educação Ambiental, Educação para o consumo, os ciclos da natureza, sociedade e meio ambiente, manejo e conservação ambiental), • Saúde (Educação Alimentar e nutricional autocuidado, vida coletiva), • Multiculturalismo (Diversidade cultural, Educação para valorização do culturalismo nas matrizes históricas e culturais brasileiras) • Ciência e Tecnologia (Ciência e suas tecnologias) • Cidadania e Civismo (Vida familiar e social, Educação para o trânsito, Educação em Direitos Humanos, Direitos da criança e do adolescente, Processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso) • Economia (Trabalho, Educação financeira, Educação fiscal) Os quatro pilares apresentado no Guia para desenvolvimento dos TCTs são: • Problematização da realidade e das situações de aprendizagem • Superação da concepção fragmentada do conhecimento para uma visão sistêmica • Integração da habilidade e competências curriculares à resolução de problemas • Promoção de um processo educativo continuado e do conhecimento como uma construção coletiva. Essa metodologia contribuiu para a aplicação do conhecimento teórico adquirido pelos alunos, contribuindo para que assimilem o conteúdo de forma prática em seus estudos. Portanto é um método de caráter avaliativo, que visa garantir a eficácia do aluno, criando uma visão crítica e ampla da área de atuação escolhida. 4 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE A entrevista com o professor Luciano Balarin da Silveira, formado em Pedagogia e Educação Física Bacharelado e Pós-Graduado em Psicopedagogia e Supervisão Escolar, Educação Especial e Artes, que atua na Educação Infantil por 5 anos e atualmente está na Rede Municipal de ensino da cidade de Nova Fátima, a fim de conhecer como está sendo desenvolvido o trabalho nas aulas na área da Educação Infantil. O professor relatou em sua entrevista que a Educação Infantil é a base que antecede a alfabetização, a fase que será responsável por contribuir com o desenvolvimento físico, psicológico, social e intelectual das crianças. As aulas são desenvolvidas de forma de acordo com a necessidade dos alunos, e quando falamos em ensino pode, se dizer que na prática tem sido uma forma rápida, porém pouco eficaz em relação a Educação infantil já que a mesma visa garantir os processos de aprendizagem de forma lúdica e sistemática. Para que as aulas sejam adaptadas ao ensino os professores passaram por cursos de formação, ministrados pelas técnicas pedagógicas da Smecel, possibilitando assim, desenvolver estratégias para que ministre as aulas diariamente. Perguntando sobre os seus métodos de ensino o mesmo afirmou que trabalha com um diferencial, faz atividades diversificadas, muitas brincadeiras envolvendo o ensino aprendizagem, historinhas, faz narrativas, trabalha com bingos etc. O docente relata que algumas coisas lhe incomodam, por exemplo, de não vê acontecer o que planeja, por mais empenho que a mesma tenha não vê acontecer, isso a chateia muito. Que gosta muito do seu trabalho como professor de educação infantil, que não vê ensinando uma turma de adolescente, que ama está com as crianças, porém se sente cansado, pois já contribuiu muito durante esses anos, mais que se sente satisfeito e realizado pelos conhecimentos e experiência alcançado. Quanto ao planejamento referente ao ano letivo de 2023, o professor declarouque o ensino impossibilita trabalhar de forma eficaz todos os direitos e objetivos da aprendizagem propostos pela BNCC tendo em vista que a presença do professor nessa dinâmica é de extrema importância. Desta forma o planejamento foi adaptado para que possa se fazer um paralelo entre a BNCC e a realidade atual. O professor ainda ressaltou que, os professores estruturam o planejamento coletivamente de acordo com as séries e de forma individual estabelecem a melhor estratégia para desenvolver e aplicar o conteúdo proposto uma vez que cada turma é uma realidade diferente, desta forma são mantidas atividades de permanentes como: leitura deleite, oração, leitura do calendário e tempo, músicas e brincadeiras que possibilitam estabelecer uma rotina em todas as aulas. “ As crianças já conseguem entender todos os momentos das aulas, sabem que iniciamos com a oração e por último a explicação da atividade do dia. Assim, mantemos um vínculo de rotina e sequência” diz a professora. Ainda sobre a temática do planejamento o professor ressalta que as atividades são cuidadosamente pensadas para que possa garantir os Direitos da aprendizagem que segundo a BNCC são: conviver, brincar, participar e explorar, e assim minimizar o impacto que o isolamento social tem causado na Educação Infantil. Explicou que usa de forma sistemática ferramentas tecnológicas e impressas para dar continuidade ao processo de ensino aprendizagem, reafirmando o vínculo escola/professor/aluno/família. “Procuro lutar com as armas que tenho para facilitar todo esse processo para a família, então converso diariamente com os responsáveis das crianças como forma de tranquiliza – los e oferecer apoio não só pedagógico, esse é um momento de união, tento explicar da melhor forma que somos uma equipe e precisamos muito um dos outros”. Considerando que a avalição na Educação Infantil se dá por meio de observação coletiva e individual, garantindo que todos os direitos sejam aplicados afim de contribuir para a evolução individual de cada criança a professora explica que, durante as aulas remotas semanalmente faz chamadas de vídeos, realizando atividades que possibilitam observar como está o desenvolvimento de cada um, além das chamadas ela pede as devolutivas das atividades impressas diariamente, desta forma por meio de fotos, vídeos e relatos consegue produzir informações sobre o desenvolvimento de cada um, fazendo assim um caderno de campo facilitando a criação dos relatórios que são entregues bimestralmente á coordenação pedagógica. Salienta também que observar atentamente e individualmente é de extrema importância para que possa planejar estratégias para as crianças que estão com dificuldades contribuindo assim para avanços significativos, “ A Educação infantil necessita de um olhar de amor e compreensão, entender que cada criança possui um universo de possibilidade ajuda a compreende – la e descobrir qual a melhor forma para trabalhar com cada uma” – ressalta o professor. 5 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS A conjuntura sociocultural e educacional contemporânea aponta a atenção para a análise e construção de oportunidades de formação e desenvolvimento de competências transversais na educação escolar. É conveniente, portanto, que no processo de formação em todas as disciplinas escolares e em todas as idades e atividades cognitivas, as decisões para a concepção de um ambiente educacional adequado sejam sistematizadas e especificadas de forma a garantir que os conhecimentos e habilidades possam ser continuamente reagrupados de acordo com o contexto. Por outras palavras, estas competências e os conhecimentos em que assentam, devem constituir o alicerce de competências transversais que podem ser aplicadas independentemente da idade e das atividades. Tecnologias invariantes para o desenvolvimento de competências transversais está também relacionada com a coordenação de uma variedade de abordagens, princípios e condições de ensino de forma a proporcionar eficácia quando essas tecnologias são especificamente aplicadas como variantes. Isso cria a necessidade de uma interpretação didática dos meios de desenvolvimento de competências transversais. Além disso, impõe-se a necessidade de melhorar a preparação e qualificação especial dos professores para conceber um ambiente educacional que garanta a realização de competências transversais como resultado educacional. Isso, por sua vez, impõe alguns novos requisitos ao sistema de educação escolar como um todo. 6 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR No decorrer do ano letivo, nos momentos de hora-atividade, percebemos necessidade de estudar e discutir sobre a função e o objetivo dos instrumentos de avaliação utilizados no processo avaliativo do ensino-aprendizagem. Dentro desse contexto, procuramos refletir sobre os instrumentos de avaliação, tema já inserido numa discussão maior, gerada da necessidade apresentada pelos professores. Assim, foi agendado um encontro de formação para discutir qual a função e os critérios de cada instrumento de avaliação. Nossa proposta inicial foi definir a palavra “avaliação”. Apresentamos a função da avaliação segundo Luckesi, autor que diz que a avaliação integra o processo de ensino-aprendizagem como um todo. Assim, não podemos continuar a tratá-la como um elemento à parte, nem apenas com vistas à classificação de nossos alunos. Concluímos que o professor que deseja superar o problema da avaliação precisa partir de uma autocrítica, rever a sua metodologia de ensino, assim como alterar a sua postura diante dos resultados da avaliação. Após o debate inicial, solicitamos aos professores que trouxessem um modelo de avaliação que já fora utilizado, e propomos que, em duplas, realizassem uma análise do instrumento, levando em consideração os seguintes itens: citar um exemplo de aplicação em sala de aula (definição); citar as dificuldades encontradas (ex.: adequação linguística) e exemplos do aprendizado proporcionado por esse instrumento (as vantagens e as desvantagens); pontuar se o instrumento possibilitou alcançar os objetivos propostos pelo professor (função); indicar momentos mais adequados para aplicar o instrumento avaliativo, ou seja, Como? Quando? Por quê?; apresentar a função do instrumento avaliado (diagnóstica, formativa, classificatória); como utilizar as informações da avaliação. Os instrumentos analisados e apresentados foram: autoavaliação, prova dissertativa, prova objetiva, seminário, trabalho em grupo, relatório individual, produção de vídeo, entrevista e mapa conceitual. Após a análise dos dados coletados, o grupo concluiu que cada disciplina apresenta particularidades e diferentes maneiras de avaliar. Todos concordaram que é melhor mesclar todos os instrumentos de avaliação, adaptando- os às necessidades, à realidade de cada turma e aos objetivos de cada educador. 7 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA O diretor e o coordenador de ensino são as funções duplas de dirigir as operações da escola. O diretor é responsável por organizar todos os processos, expressão da equipe e tomada de decisões, enquanto o coordenador está envolvido no planejamento dos professores, cursos, avaliação da aprendizagem e formação continuada. Outros participantes menos comuns na maioria das escolas também podem formar uma equipe de gestão, como o vice-diretor (também chamado de diretor assistente em algumas redes), supervisores e consultores pedagógicos. Se a relação de cooperação entre as duas partes for bem ajustada, a escola terá uma equipe de gestão na qual o objetivo final de ensinar e aprender merece mais. Interdisciplinar. A função do diretor e do coordenador é integraro conteúdo dos professores das diferentes disciplinas e esclarecer as diferentes séries e níveis. Ambas as partes devem investir nessa área, e o horário coletivo de ensino (HTPC) é fundamental. Processos e registros. Monitorar e registrar as atividades de ensino, incluindo arquivos dos alunos e planos de ação, para melhor compreender a escola e o ambiente em que as atividades são realizadas. Ambos são responsáveis pela análise dos dados e acompanhamento dos alunos. Articular e organizar recursos. A coordenadora esclareceu todo o trabalho da escola, organizou recursos, espaço e atividades pedagógicas. O supervisor garante que os materiais e recursos necessários sejam fornecidos. Abordagem inovadora. Com o apoio dos gestores, o coordenador promove e incentiva o uso da tecnologia educacional. Para isso, além do quadro negro e do giz, é necessário investir e estimular a educação continuada para a adoção de novos métodos Avaliação interna. Com base na análise do mapa de desempenho escolar, o diretor e o coordenador avaliarão continuamente todos os trabalhos escolares. O diretor de recepção e o coordenador têm diferentes funções para promover o acolhimento de professores, funcionários, alunos e pais. Faça parte da comunidade. A gestão e a coordenação podem criar um fórum permanente de discussão com todos os níveis da comunidade escolar para garantir o sucesso do trabalho. As conversas devem ocorrer em reuniões envolvendo toda a equipe, deixando claro que todos são responsáveis pelo desempenho acadêmico do aluno. Regras e horários. Para garantir a gestão eficaz da escola, é necessário ter em atenção as regras da unidade de gestão e a escolha do horário, tendo em atenção os melhores resultados. 8 RELATO DA OBSERVAÇÃO Nestes dias pudemos observar que a escola e a professora regente têm uma rotina, ao chegarem os alunos cantam o hino nacional e o hino de Nova Fátima, o professor lê todos os dias um versículo da bíblia e faz uma reflexão sobre o que diz. Logo após a leitura fazem oração do pai-nosso, ao término a professor recolhe as tarefas de casa, pastas com provas para os pais assinarem. O professor trabalha muito bem com seus alunos e tem domínio com seus conteúdos e com a turma, pois os alunos falam muitos, mas são inteligentes e rápidos nas atividades. Observamos que alguns alunos têm dificuldades nas aprendizagens e também tem déficit de atenção. Algumas observações tiveram aulas de educação física e artes, observamos nas aulas de educação física que a professora trabalha muito com corrida, coordenação motora e agilidade. Os alunos brincam de queimada e fazem corrida com bastão. Na aula de arte os alunos fazem desenhos e pintam com cores primares e secundárias, assistem desenhos relacionadas a cada assunto trabalhado. A professora regente trabalha muito com situações problemas com os alunos na disciplina de matemática e de português trabalha com leitura de redação. Tivemos oportunidade de observar os alunos fazerem um teatro da historinha do patinho amarelo. Podemos perceber a relação entre alunos e professor é muito amorosa e eles se sentem muito acolhidos pela professora, os alunos os ás respeitam muito. O horário de entrada e treze horas e saída dezessete horas. Portanto durante esses dias de observações, podemos conhece-los mais os alunos e podemos perceber os gostos de cada um, as disciplinas que mais gostam e quais alunos têm dificuldade de aprendizado. Foi bom observar como a professora trabalha com os alunos assim pegamos o jeito de se lidar com a turma. E para os alunos com dificuldades procuramos atividade e explicações com fácil entendimento, para serem aplicadas nas docências que ocorrem. 9 PLANOS DE AULA Tema Cores Campo de experiência Traços, sons, cores e formas Habilidades (EI02TS02) Utilizar materiais variados com possibilidades de manipulação (argila, massa de modelar), explorando cores, texturas, superfícies, planos, formas e volumes ao criar objetos tridimensionais. Objetivos Identificar as cores amarelo e vermelho e desenvolver a coordenação motora fina. Conteúdo Amarelo e vermelho Duração 40 minutos Recursos didáticos 1. papel crepom amarelo, 2. papel crepom vermelho, 3. massa de modelar amarela 4. massa de modelar vermelha 5. cola. Metodologia Aula dialogada: 1. conversar com as crianças sobre as cores e estimular as crianças a identificarem objetos da sala de aula que sejam amarelos e/ou vermelhos. 2. mostrar um cartaz com imagens de alimentos amarelos e/ou vermelhos e aproveitar para conscientizar sobre o que é saudável e sobre o que não é 3. falar sobre a importância de comer frutas e mostrar às crianças frutas de verdade nessas cores (exemplo: maçã, morango, banana, pera) - permitir que as crianças manuseiem, sintam o cheiro, a textura, etc. de cada fruta 4. reforçar que a banana e a pera são de cor amarela e o morango e a maçã, de cor vermelha. Avaliação 1. entregar a cada criança um pedaço de massinha amarela e um pedaço de massinha vermelha e pedir que modelem uma das frutas que manusearam em sala. 2. distribuir folhinhas de atividades com imagens de frutas usadas em aula como exemplo e dar às crianças pequenos pedaços de papel crepom nas cores correspondentes (as folhinhas estão disponíveis abaixo; basta clicar e imprimir) 3. pedir que as crianças amassem os pedaços de papel crepom formando pequenas bolinhas e que colem tais bolinhas na folhinha até preencher as imagens (o professor deve auxiliar a criança, mostrando como amassar o papel para fazer bolinhas, passando a cola na folha de atividades e colando a primeira bolinha de cada cor). Referências - https://static.todamateria.com.br/upload/co/re/coresnaeducacaoinfantilamarelovermelho-14-cke.jpg Tema Conceitos matemáticos Campo de experiência Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações Habilidades (EI03ET07) Relacionar números às suas respectivas quantidades e identificar o antes, o depois e o entre em uma sequência. Objetivos Adquirir noções de quantidade Conteúdo Números (1 a 10) Duração 40 minutos Recursos didáticos 1. números de 1 a 10 em material colorido (exemplo: borracha EVA), 2. pregadores de roupa, 3. 10 palitos de picolé para cada criança, 4. folhinhas de atividades. Metodologia Aula expositiva: 1. conversar com as crianças sobre a importância dos números: servem para nos ajudar a contar (dar exemplos mostrando a contagem de objetos como palitos de picolé, pregadores de roupa, etc.), para informarmos a nossa idade (perguntar às crianças qual a idade delas), etc. 2. iniciar uma contagem a partir do número 1: mostrar às crianças o número colorido em borracha EVA, perguntar se sabem que número é, ensinar o numeral e deixá-lo exposto. Pedir às crianças que mostrem com a mão ao alto o número de palitos de picolé correspondentes. Fazer isso com todos os números. 3. depois de todos os números expostos, fazer uma contagem sequencial e pedir para as crianças repetirem o nome de cada número dito 4. por fim, de forma a trabalhar a sequência numérica, retirar aleatoriamente alguns números que estão expostos e ao refazer a contagem, perguntar às crianças que números estão em falta. Avaliação 1. distribuir por toda a turma diversos números coloridos confeccionados em borracha EVA (cada aluno deve receber um); cantar a música dos indiozinhos pausadamente e pedir aos alunos que mostrem o número correspondente conforme ele for dito na música. 2. folhinha de atividades para as crianças identificarem as quantidades das imagens (as folhinhas de atividades e de resposta estão disponíveis abaixo; basta clicar e imprimir) Referências - https://static.todamateria.com.br/upload/mu/si/musicaindiozinhosquantidadesnaeducacaoinfantil-1-cke.jpg https://static.todamateria.com.br/upload/nu/me/numerosequantidadesnaeducacaoinfantil-0-cke.jpg https://static.todamateria.com.br/upload/nu/me/numerosequantidadesnaeducacaoinfantilresposta-0-cke.jpgTema Linguagem Campo de experiência Escuta, fala, pensamento e imaginação Habilidades (EI03EF04) Recontar histórias ouvidas e planejar coletivamente roteiros de vídeos e de encenações, definindo os contextos, os personagens, a estrutura da história. Objetivos Reproduzir histórias e desenvolver a comunicação e a criatividade através da encenação. Conteúdo Linguagem teatral Duração 1h Recursos didáticos 1. livro de história "Os três porquinhos", 2. palitos de picolé, 3. papel vermelho (papel glacê, cartolina, etc.), 4. papel pardo. Metodologia Dramatização: 1. contar a história dos três porquinhos com o auxílio de imagens de um livro ou com cartazes. 2. em seguida, pedir aos alunos para recontarem a história (se necessário, auxiliar fazendo perguntas. Exemplo: quem eram os personagens? O que eles construíram? Por que? O que o lobo queria? Os porquinhos tinham medo do lobo?, etc.). 3. depois, dividir a turma em três grupos, e cada um deles ficará responsável por decorar a casinha de um porquinho (o professor já deve levar as casinhas prontas, que podem ser feitas de cartolina com um quadrado, que será a base da casa, e um triângulo, que será o telhado). 4. para cada casinha, usar os seguintes materiais: os palitos de picolé podem representar a madeira, retângulos de papel glacê vermelho podem representar os tijolos, tiras de papel pardo podem representar a palha. 5. depois de ter as 3 casinhas decoradas, sortear os alunos que representarão os personagem e pedir que encenem a história. O professor deve auxiliar, fazendo o papel do narrador, de forma a orientar as crianças. Avaliação Avaliar a habilidade das crianças de recontarem uma história através da linguagem teatral enquanto forma de expressão. Tema Psicomotricidade global Campo de experiência Corpo, gestos e movimentos Habilidades (EI03CG02) Demonstrar controle e adequação do uso de seu corpo em brincadeiras e jogos, escuta e reconto de histórias, atividades artísticas, entre outras possibilidades. Objetivos Desenvolver a coordenação motora, ampliar o equilíbrio e trabalhar o tônus muscular. Conteúdo Coordenação motora ampla Duração 40 minutos Recursos didáticos Fita adesiva ou fita crepom ou durex, cadeiras e mesas da sala de aula, barbante, elástico ou qualquer outro tipo de material do tipo fita/fio e guizos. Metodologia Gamificação ou Ludicidade: 1. em um espaço adequado, colar previamente as fitas/elásticos/fios de lado a lado do local, ou seja, cada extremidade deve ser colada em uma parede, de forma a criar uma espécie de cama de gato. Na impossibilidade de colar as extremidades dos fios nas paredes, opte por prendê-los/amarrá-los onde for possível (cercas, portas, móveis, mesas, cadeiras, etc.) 2. em alguns desses fios, prender guizos. A ideia é criar um ambiente com vários fios presos e cruzados entre si de forma irregular e, se possível, em diferentes alturas para que as crianças tenham que passar por cima, por baixo ou pelo meio deles, etc. 3. o professor deve fazer pequenos cartazes (tamanho A4) com o nome de cada criança e deixá-los embaralhados do outro lado da cama de gato. O objetivo é a criança atravessar a cama de gato até o fim, buscar o cartaz com o seu nome e voltar novamente pela cama de gato, tentando não encostar nos fios. Avaliação Atividade "cama de gato": reparar se os alunos tiveram bom desempenho motor, se tiveram domínio do equilíbrio do próprio corpo ao passar por cima dos fios, se apresentaram alguma dificuldade em passar por baixo deles e se conseguiram atravessar o percurso sem tocar na cama de gato (a presença dos guizos será útil nessa avaliação). Tema Acolhimento Campo de experiência O eu, o outro e o nós Habilidades (EI01EF06) Comunicar-se com outras pessoas usando movimentos, gestos, balbucios, fala e outras formas de expressão. Objetivos Demonstrar reações ao relacionar-se com o outro (sorrisos, expressões faciais, sons, etc.). Conteúdo Sentimentos e emoções Duração 30 minutos Recursos didáticos Fralda, toalha, lenço ou qualquer pedaço de pano cujo tamanho seja suficiente para cobrir o rosto. Metodologia Dramatização: 1. interagir com o bebê usando diferentes nuances de voz, brincar, chamá-lo pelo nome e depois cobrir o rosto com o pano e aguardar alguns segundos. 2. Retirar o pano de rosto e cumprimentar o bebê com um “olá” efusivo. Observar a reação da criança. 3. Feito isso algumas vezes, alternar: cobrir o rosto da criança e depois de alguns segundos perguntar “Onde está o/a (nome do bebê)?. Retirar o pano e dizer: “Achou!” 4. Estimular a capacidade de interação do bebê, de forma a facilitar a adaptação na transição casa/berçário da instituição de ensino. Avaliação Verificar se o bebê tem reações de alegria, surpresa, felicidade ou qualquer outro tipo de sentimento/emoção quando o professor interage com ele, e se demonstra reações a esse estímulo. 10 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR Início a programação das aulas com uma boa conversa com a Professor Luciano, para poder conhecer quais os assuntos e conteúdo que serão trabalhados com os alunos e quais dicas ela tem para poder me ajudar a se sair bem com os alunos. E quais serão os conteúdos que eu iriei praticar com os alunos na minha regência. Em todas as aulas procurei diversificar de forma clara as práticas pedagógicas através de conversa, atividades digitadas, priorizando a forma de aprendizagem lúdica, sabendo que a essência da educação infantil é ludicidade, e com isso o a forma deles aprenderem foi muito mais interativa e dinâmica. As crianças se comunicaram muito mais e demonstraram mais curiosidade e gosto para aprender durante o processo de ensino-aprendizagem e a professora fez elogios sobre minha prática de ensino dando-me mais motivação para continuar nessa jornada. É pertinente afirmar que para que qualquer método de ensino seja eficaz, o professor precisa planejar suas ações didática pedagógicas objetivando sistematizar suas ações docentes, pois só assim poderá saber o conteúdo a ser desenvolvido e os objetivos a serem levantados para ensinar determinado conteúdo, além de refletir sobre os meios, as metodologias, as estratégias de ensino e aprendizagem e os recursos necessários para o desenvolvimento desse conteúdo. Pois é por meio dos métodos de ensino, utilizados em sala de aula, que o professor terá subsídio para identificar os problemas de aprendizagem do aluno, bem como para perceber e avaliar os erros e acertos durante o processo e também avaliá-los. 11 RELATO DA REGÊNCIA O estágio supervisionado tem grande importância na vida do acadêmico, pois será uma forma, de se inserir no ambiente onde futuramente, irá atuar profissionalmente (PASCOAL; NASCIMENTO, 2013). O estágio é a etapa onde o acadêmico começa a agregar conhecimentos e experiências sobre a vida docente, que são cruciais para a sua formação profissional e sua construção do conhecimento (LIMA, 2004). A observação se torna importante, pois é dessa maneira que podemos conhecer a realidade dos alunos, professores e do ambiente escolar, além de perceber a metodologia utilizada pelo professor, os recursos utilizados, como vídeos, saídas a campo e laboratórios, afim de podermos usar tais ideias em prol a nosso futuro. Segundo Aguiar (2012), o estágio em forma de observação é o primeiro passo do acadêmico ao mundo escolar, onde ele pode organizar-se e situar-se no mesmo. Na fase de observação, criou-se um vínculo com a turma observada, na qual, serão ministradas as aulas, de forma a cumprir a carga horária relacionada à regência de classe. A observação durante o estágio foi de suma importância, visto que ele oferece uma maior preparação ao envolvido que deseja seguir pela carreira docente (AGUIAR, 2012). A regência de classe tornou-se fundamental, pois, segundoScalabrini e Molinare (2010), propiciou ao aluno de licenciatura a observação, pesquisa, planejamento, execução e avaliação de todos os diferentes tipos de atividades pedagógicas. Nesta etapa, entramos em contato com a sala de aula de fato, e assim transmitimos conhecimentos aos alunos e por um momento, e fomos aqueles que fizeram a mediação entre o conhecimento e a realidade. O estágio ocorreu na Escola Municipal maria Pura Martinez Fraiz, através de aulas observacionais. A escola é situada no município de Nova Fátima, Paraná.. Sua nova sede foi construída recentemente e ganhou uma estrutura ainda melhor, com novos recursos tecnológicos, novos laboratórios e novas salas de aula. Neste relatório, serão apresentados os dados obtidos durante o processo de observação e regência em sala de aula, onde foi possível ter o primeiro contato com as turmas, seu ritmo e sua individualidade. 12 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO Eu, Jaine Mateus da Silva, RA 3300033904 matriculado no 4º semestre do Curso de Pedagogia da modalidade a Distância da UNOPAR, realizei as atividades de estágio Educação Infantil na escola Escola Municipal Maria Pura, cumprindo as atividades e a carga horária previstas no respectivo Plano de Trabalho. ___________________________ Assinatura do(a) Estagiário(a) ___________________________ Assinatura Supervisor de Campo CONSIDERAÇÕES FINAIS A experiência de Estágio Supervisionado no quarto período proporcionaram momentos de reflexão nos estagiários por ser aquele momento professores de uma sala de aula, e ter uma responsabilidade enorme por cuidar e passar conhecimentos para os alunos. Em todas as observações conhecíamos mais os alunos, víamos quais alunos tinha dificuldades e aqueles que tinham rapidez em elaborar as tarefas. A cada situação que ocorreram em sala de aula, nos proporcionou um novo olhar, de como resolver os problemas e agir no ambiente escolar, pois alguns alunos dependem de um olhar especial e que devemos sempre criar alternativas e proporcionar estratégias de aprendizagem para que possam atingir os objetivos, que é acima de tudo se desenvolverem integralmente. A realização do estágio supervisionado, foi muito significante para o nosso processo de formação docente, formam momentos ricos e importantes, onde pude evidenciar o contexto de sala de aula, fazendo uma relação dialética entre a teoria e a prática. Agradecimento imensamente a professora Andriana Araujo por nos passar todos os conhecimentos e todas as normas de estagiário. Pois este estágio foi de extrema importância nas nossas vidas, levarei todos os conhecimentos aprendidos nas aulas de Estágio Supervisionado, e tenho certeza com todos as aulas aprendidas serei um excelente professor. Acreditamos que contribuímos de alguma maneira, na formação dos alunos, para que sejam cidadãos críticos e reflexivos, pois a partir das experiências vivenciadas, mas troca escolar é possível desenvolver um trabalho de parceria, onde a educação possa ser mais significativa e contextualizada. REFERÊNCIAS ALMEIDA, Maria I.; PIMENTA, Selma G. Estágios supervisionados na formação docente. São Paulo: Cortez, 2014. BARREIRO, Iraíde M. de F.; GEBRAN, Raimunda A. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. São Paulo: Ed. Avercamp, 2006. FRANCO, Maria Amélia do R. S. Pedagogia e prática docente. São Paulo: Cortez, 2012. IMBERNÓN, Francisco. Formação docente e profissional: formar-se para a mudança e a incerteza. São Paulo: Cortez, 2014. LEFFA, Vilson (Org.). O professor de línguas: construindo a profissão. Pelotas: Ed. Educat, 2001. LEMKE, Cibele Krause e IENKE, Ana Camila Gaspar. O processo de formação docente a partir da análise de relatórios de estágio supervisionado em língua espanhola. Revista Escrita. Vol. 5, 2014, pg. 251-265. PIMENTA, Selma G. O estágio na formação de professores: unidade, teoria e prática? São Paulo: Cortez, 2012. PIMENTA, Selma G.; LIMA, Maria S. L. Estágio e docência. São Paulo: Cortez, 2012. SILVA, W. R. Estudos do Letramento do professor e formação inicial nos estágios supervisionados das licenciaturas. In.: SILVA, W. R. Letramento do professor em formação inicial: interdisciplinaridade no estágio supervisionado da licenciatura. São Paulo: Ed. Pontes Editores, 2012, p. 27-49. TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. Petrópolis: Vozes, 2005.