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RESUMÃO IMUNOLOGIA pt2
· Diagnóstico de infecção por HIV e AIDS:
HIV - características:
- É o vírus da imunodeficiência humana. Causador da AIDS, ataca o sistema imunológico. 
· As células mais atingidas são os linfócitos TCD4+.
- Tipos: 
· HIV 1: mais comum. Possui taxa viral alta, a chance de pegá-lo ao ter relação sexual é praticamente 100%. 
· HIV 2: vírus mais lento e menos variações (a variação do vírus dificulta a vacina). 
- No Brasil: 
· O subtipo B é o mais comum.
· 2 parceiros portadores, ao fazerem sem camisinha, podem gerar novos subtipos ou gerar resistência. Sendo assim, muitos subtipos ou recombinações dificultam o diagnóstico. 
- Incidência e mortalidade: o HIV não mata logo de cara, a não ser que haja também uma doença oportunista. 
- Transmissão: 
· Relação sexual: sêmen, secreção vaginal e secreção retal. 
· Vertical: transplacentária, amamentação (leite materno) ou perinatal.
· Parenteral: sangue (transfusão ou contato com agulhas e seringas contaminadas).
Obs: sendo assim, a transmissão é feita através do contato com fluidos corpóreos contaminados. 
Obs2: portadores não podem doar órgãos para não doentes, porém, receber podem. 
- Como o vírus entra na célula?
· Tanto o HIV 1 quanto o HIV 2 possuem uma célula hospedeira, que é o linfócito TCD4+ (helper – estimula a resposta imune).
· Sendo assim, o HIV é um vírus lítico (quando o vírus assume o comando do funcionamento celular e começa a produzir as moléculas que ele precisa para gerar novos vírus), e destrói o CD4+, não havendo mais resposta imune, podendo gerar graves problemas. 
- Evolução do HIV:
· Fases:
1. Aguda: logo após a infecção, dura em torno de 6-10 meses. O vírus aumenta e o CD4+ vai diminuindo. No pico viral, o CD4+ desmorona e é ai que o paciente tem a primeira infecção (causada pela microbiota). Caso essa fase melhore, o vírus começa a cair e o CD4+ melhora/ aumenta. 
Obs: sintomas inespecíficos da fase aguda – febre, perda de peso, afta, mialgia (dor muscular), enxaqueca, neuropatias, etc. 
2. Crônica: duração de 6 anos. O paciente não apresenta nada, é uma fase de latência (o paciente transmite sem saber). A carga viral aumenta e o CD4+ diminui (sendo minimamente suficiente para uma resposta imune).
3. De AIDS: momento em que o CD4+ está tão baixo que o paciente sofre imunossupressão, não sendo capaz de produzir resposta imune eficaz. É nessa fase que se iniciam as infecções oportunistas (protozoários, cânceres, vírus, bactérias, fungos, etc.). 
HIV – diagnóstico:
- Triagem:
· Exames para a detecção do HIV. 
· Possui diferentes gerações que são divididas de acordo com a tecnologia usada (sendo assim, quanto maior a geração, mais rápido o teste consegue detectar). Sendo elas: 
1° geração: 
· Ensaio indireto: pesquisa de Acs. 
· Cultura de CD4+ infectado com HIV. Lisa-se CD4+, HIV e usa-se um Ag (Ags de lisado de HIV) – baixa especificidade.
· Detecção apenas de IgG (para saber se o paciente já teve contato, no entanto, para o paciente é interessante saber se é recente) – baixa sensibilidade. 
· Janela imunológica (período entre a infecção pelo HIV e a produção de Acs) – 6 a 8 semanas.
2° geração: 
· Ensaio indireto.
· Ags recombinantes ou peptídeos sintéticos derivados de proteínas do HIV.
· Os Ags na placa são obtidos por biologia molecular (puros).
· Detecção de IgM ou IgG.
· Mais sensível e mais específica que a 1° geração. 
· Janela imunológica – 28 a 30 dias.
3° geração: 
· Ensaio indireto sanduíche.
· Detecção simultânea de IgM e IgG anti-HIV (saber se está na fase aguda ou se já foi criado Acs).
· Mais sensível e específica que a 1° e 2° geração. 
· Janela imunológica – 22 a 25 dias. 
4° geração:
· Procura-se Ags e Acs simultaneamente (IgM e IgG contra as proteínas importantes – principais).
· Janela imunológica – 15 dias. 
- Testes rápidos: 
· Imunoensaios de simples execução com resultados em 30 minutos. 
· Amostras: fluidos.
- Testes confirmatórios:
· Imunofluorescência – teste visual, usado no início da epidemia. 
· Western blot e Imuno blot – custo elevado e interpretação subjetiva. 
· Imuno blot rápido – agentes recombinantes: HIV-1 e HIV-2, em menos de 30 minutos.
· Detecção direta do HIV – é a melhor forma, Ag p24 ou teste molecular para detecção de RNA ou DNA pró-viral. Diagnóstico de crianças com menos de 18 meses e adultos com infecção aguda. 
Obs: o teste molecular melhora o diagnóstico, pois é o primeiro capaz de detectar o RNA do vírus. Já o p24 é o primeiro marcador sorológico. 
- HIV-2 (quando e como pesquisar):
· Quando pesquisar? Comportamento de risco em países endêmicos, suspeita clínica, carga viral indetectável, sintomatologia ou contagem de linfócitos TCD4+ decrescente, triagem reagente e WB ou TM não reagente, sorologia reagente. 
· Como pesquisar? Testes sorológicos de triagem e suspeita de HIV-2 reagente. 
- Acompanhamento de TARV (tratamento antirretroviral da infecção pelo HIV).
· Monitoramento laboratorial. 
· Tipos de monitoramento: carga viral, contagem de linfócito TCD4 e genotipagem. 
- Há muitas campanhas de prevenção pelo mundo todo. 
· Diagnóstico imunológico de HTLV-1 e HTLV-2:
HTLV: 
- Também é chamado de vírus linfotrópico da célula humana. Ele é um vírus da mesma família do HIV e age de forma similar, infectando células T do corpo humano. 
- É transmitido por meio do contato sexual sem proteção, do compartilhamento de seringas e agulhas, em transfusões sanguíneas e de mãe para filho (durante a gestação, no parto ou até mesmo na amamentação - principal).
- Não há tratamento específico. 
- É uma partícula viral.
- Grande variedade genética, com 4 genótipos: HTLV-1, HTLV-2, HTLV-3 e HTLV-4. 
HTLV-1: 
- Sua célula alvo é o linfócito TCD4+.
- Manifestações clínicas: 
· Leucemia/linfoma de células T do adulto.
· Neoplasia – prevalência subestimada. 
· Formas clínicas: aguda/ linfomatosa (forma agressiva) e crônica/smoldering (forma menos agressiva).
· É difícil identificar essa doença pelos sintomas. No HTLV-1 o paciente tem diminuição de linfócitos (TCD4), no entanto, a partir do hemograma é feito citometria de fluxo (analisa as características de células isoladas), sendo possível identificar HIV e HTLV. 
· Célula característica (núcleo em formato de flor):
· Paraparesia espástica tropical: 
· Mielopatia associada ao HTLV-1. 
· Evolução lenta, progressiva e incapacitante. 
· Risco: alto (Acs), alta carga viral e mais comum em mulheres. 
HTLV-2:
- Sua célula alvo é o linfócito TCD8+.
- Usuário de drogas injetáveis, populações indígenas. 
- Manifestações clínicas: mielopatias crônicas semelhantes a paraparesia espástica. 
Diagnóstico laboratorial: 
- Detecção de Ac específicos no soro (identifica TCD8).
· Triagem – ELISA.
· 1° geração: Ag lisado viral de HTLV-1/2.
· 2° geração: Ag recombinante de HTLV 1/2.
· 3° geração: sanduíche – Ag e conjugado recombinantes. 
· Diagnóstico confirmatório: Western blot – identifica as proteínas específicas. 
· Problema: de tempos em tempos a indústria deve atualizar os Ags procurados no exame. 
· Critério de positividade no WB: no blot, faz-se pesquisa simultânea de Acs específicos para várias proteínas (Ags) de um mesmo agente infeccioso. Sendo assim, há esse critério: quais Acs devem estar presentes para considerar amostra reagente?
Obs: alguns agentes infecciosos compartilham Ags, principalmente se forem parecidos (como HTLV e HIV).
- Imunocromatografia.
- Técnica de amplificação de material genético: 
· Mais específica e sensível. 
· Respostas rápidas, mais caras. 
· Exames moleculares, como PCR.
Profilaxia: 
- Notificação compulsória, uso de preservativos, triagem de sangue, triagem pré-natal (por ser difícil o controle da transmissão materno-infantil), não existe vacina. 
· Diagnóstico laboratorial das hepatites virais: 
Hepatites virais:
- É a inflamação do fígado devido a uma infecção viral (causadas pelo vírus da hepatite).
· O fígado é um órgão que consegue se reconstituir, no entanto, essa reconstituição depende do limite da lesão. 
- Agentes etiológicos: HAV, HBV, HCV, HDV e HEV. 
- Têm amploaspecto clínico: formas assintomáticas, formas ictéricas típicas, insuficiência hepática fulminante e carcinoma hepático. 
- Podem ser:
· Agudas: podem ser assintomáticas ou ter manifestações clínicas, como: causar fadiga, mal-estar, náuseas, dor abdominal, anorexia e icterícia. 
· Crônicas: curso variável – assintomático com aparecimento de sintomas somente em estágio avançado. 
Hepatite A:
- Representam 50% das hepatites agudas. 
- A estrutura desse vírus é simples, porém, extremamente resistente à temperatura. 
- O vírus não se incorpora no DNA do hepatócito (célula do fígado), ele entra na célula, produz a partícula viral e sai, causando um processo inflamatório, porém nada grave. Sendo o seu ciclo replicativo: 
1. Ligação ao receptor.
2. Desnudamento do RNA.
3. Tradução e processamento proeteolítico.
4. Replicação do RNA.
5. Montagem.
6. Maturação e brotamento. 
- Transmissão: 
· Fecal-oral: contato inter-humano e consumo de água/alimentos contaminados. 
· Parenteral: rara – fase de viremia (vírus no sangue).
- Manifestações clínicas:
· Em sua maioria, infecção autolimitada e benigna. 
· Sintomatologia clássica sem cronificação, ex. crianças – diarreia / adultos – infecção sintomática / +50 anos – icterícia.
· Há produção de Acs juntamente com os sintomas. 
- Evolucção: 
· Fase de incubação (15-45 dias): Ag viral circulando.
· Fase aguda recente (0-14 dias).
· Fase de convalescência (3-6 meses): ainda há vírus circulante, porém ele está isolado.
· Fase de recuperação e longa imunidade (anos) – produção de IgG Anti-HAV ou IgM Anti-HAV (marcadores de imunidade, quando o IgM acaba = recuperação).
- Diagnóstico laboratorial: 
· Avaliação do perfil hepático (ALT e AST).
· Janela diagnóstica (5-10 dias).
· Imunodiagnóstico (amostras – fluido oral, soro, urina e fezes).
 
- Tratamento: sem medicamentos específicos, repouso na fase aguda e recuperação em 5 semanas. 
- Profilaxia: higiene alimentar, pessoal, saneamento básico, tratamento de água para consumo, vacinação. 
Hepatite B
- Doença com manifestação variável.
- Estrutura:
· HBsAg = Ags de superfície, se desprendem do vírus e se tornam circulantes (são usados no diagnóstico).
· HbeAg = indica dano hepático/alta infecciosidade. 
· HbcAg (core) = encontrado dentro do hepatócito por biópsia. 
- O vírus não se incorpora no DNA da célula, ele produz uma partícula viral dentro do hepatócito.
- Sua prevalência é alta pois possui muitas vias de transmissão, sendo elas:
· Parenteral: pérfuro-cortantes.
· Sexual: sêmen e secreção vaginal.
· Vertical: 
· Transplacentária: sangue materno.
· Perinatal: sangue, secreções matinais e líquido amniótico.
· Pós-natal: contato próximo e leite materno. 
Obs: mulheres que possuem a HB ativa, podem transmitir 70-90% para os bebês. 
- Manifestações clínicas: 
· Período de incubação: 30-180 dias. 
· Infecção aguda (benigna com leves alterações gastrintestinais, forma ictérica e progressiva. Se der sorte, o vírus circula e produz Acs, com isso podemos controlar o vírus. Se não der sorte, há produção de HB e Ag, o vírus replica e pode se direcionar para a fase crônica).
· Infecção crônica (produção de HBsAg sem produção de anti-HBs.
Obs: a diferença entre essas duas fases é: na fase aguda ocorre produção de Anti-HBs, controlando a infecção, já na fase crônica, não há produção de Anti-HBs e o vírus continua se replicando e circulando. 
- Diagnóstico laboratorial:
· Avaliação do perfil hepático – ALT e AST. 
· Imunodiagnóstico: amostras (soro, plasma e sangue total) e marcadores (como HBsAg, anti-HBs, etc.).
· Testes moleculares: detecção precoce – confirmação de casos em que o HBsAg não é detectado – infecção oculta. 
Obs: o HBsAg é o primeiro marcador imunológico que aparece.
- Tratamento: 
· Só é feito com a carga viral alta, pois a chance de cronificar é maior. 
- Profilaxia e controle: 
· Triagem de doadores de sangue e órgãos. 
· Normas de segurança para utilização e descarte de pérfuro-cortantes. 
· Pré-natal. 
· Preservativo.
· Imunoprofilaxia
Hepatite C
- O início da doença é lenta e silenciosa, alguns pacientes demoram 20 anos para descobri-la. 
- O vírus gosta de se incorporar no DNA da célula hospedeira, alterando o hepatócito, podendo causar câncer. 
- Transmissão: 
· Parenteral – transfusão, drogas injetáveis, tatuagem, piercings, exposição percutânea. 
· Sexual – menos de 1%.
· Vertical – rara (gestantes com carga viral elevada).
- Manifestações clínicas: 
· Incubação de 15-150 dias. 
· Fase aguda – evolução subclínica (80% casos assintomáticos e anictéricos / 20-30% icterícia / 10-20% sintomatologia clássica).
· Fase crônica – evolução lenta por anos ou décadas (cirrose e carcinoma hepatocelular – danos irreversíveis – carga viral e genótipo X resposta imunológica).
Obs: na fase crônica, os danos irreversíveis necessitam de transplante, por esse motivo é preciso diagnosticar a hepatite C na fase aguda, antes do fígado sofrer lesões. 
- Diagnóstico laboratorial: 
· Avaliação do perfil hepático – ALT e AST.
· Janela diagnóstica. 
· Imunodiagnóstico.
· Ac totais Anti-HCV – tiveram contato com o HCV.
· Ag core do HCV – indicador de infecção ativa. 
Obs: a primeira forma de diagnóstico é a pesquisa da carga viral. Logo após, procuramos Ags do vírus (Ag core do HCV). Os Acs começarão a ser detectados entre 2-3 meses de infecção. 
· Teste molecular quantitativo: diagnóstico precoce, confirmação de sorologia, acompanhamento terapêutico, genotipagem. 
- Estadiamento: classificação da gravidade da doença. 
· Biópsia hepática: exame padrão-ouro – avaliação de fibrose – invasiva. 
· Elastografia hepática: verifica os estágios de fibrose hepática – não invasiva (ultrassonografia ou RMN).
- Tratamento: enquanto a carga viral não for controlada, é necessário continuar tomando a medicação. 
- Profilaxia e controle: 
· Não existe vacina, pela grande variedade genética. 
· Triagem de doadores de sangue e órgãos. 
· Normas de segurança para a utilização e descarte de pérfuro-cortantes, 
· Identificação e tratamento dos doentes. 
· A chance de transmissão durante a gestação e a relação sexual é baixa, por isso focar nessas questões na profilaxia não vale muito a pena.
Hepatite D: 
- Vírus satélite: não consegue produzir a partícula viral sozinho, usando o HBsAg para produzir seu capsídeo (capa que protege o material genético).
- A HD está sempre junta da HB (obrigatoriamente), pois necessita do HBs. 
- Coinfecção (1) ou superinfecção (2): 
1. O paciente adquire simultaneamente HB e HD, e a doença vai evoluir para uma hepatite aguda rapidamente. 
· Diagnóstico HB: HbsAg reagente + AntiBcIgM reagente. 
· Diagnóstico HD: AntiDIgM reagente + RNA do vírus delta. 
2. Paciente com HB crônica se expõe e é infectado por HB e HD. Neste caso, ocorre evolução para hepatite fulminante (leva à necrose hepática), o vírus da HD é lítico e citopático, ou seja, destrói rapidamente o hepatócito infectado. 
Obs: transmissão vertical rara, pois geralmente a gestante more.
· Diagnóstico HB: HBsAg reagente + AntiHBcIgG reagente.
· Diagnóstico HD: carga viral + IgM antidelta.
- Transmissão (similar a HBV): parenteral – pérfuro-cortantes / sexual – sêmen e secreção vaginal / vertical – rara.
- Manifestações clínicas: 
· Coinfecção: infecção simultânea por HB e HD. Geralmente autolimitada, sintomatologia clássica. 
· Superinfecção: infecção por HD em pacientes com hepatite B crônica. Hepatite aguda fulminante ou crônica severa com cirrose hepática.
- Diagnóstico laboratorial: 
· Avaliação do perfil hepático – ALT e AST.
· Imunodiagnóstico: amostras (soro), IgM e IgG Anti-HDV, presença de HBsAg e AntiHBc IgM. 
· Teste molecular – soro ou biópsia hepática – HDV Ag. 
- Tratamento:
· Não existem medicamentos específicos.
· Na hepatite fulminante é necessário transplante.
- Profilaxia e controle: 
· Triagem de doadores de sangue e órgãos. 
· Normas de segurança para utilização e descarte de pérfuro-cortantes. 
· Pré-natal.
· Preservativo.
· Imunoprofilaxia contra VHB – soro ou vacina. 
Hepatite E: 
- Doença autolimitada. 
- Formasclínicas graves em gestantes, podendo ser fatal. 
- O vírus da hepatite E possui 4 genótipos, sendo os genótipos 1 e 2 com ocorrência em humanos. 
- O vírus de RNA apresenta proteínas importantes como Ags. 
- Normalmente os vírus só destroem o hepatócito, não incorporam nele. 
- Transmissão: 
· Fecal-oral: água e alimentos contaminados.
· Consumo de carne e contato com fluido corporal de animal infectado.
· Transfusão de sangue. 
· Vertical. 
- Manifestações clínicas:
· Período de incubação: 15-60 dias.
· Maioria assintomático.
· Infecção aguda (jovens e adultos, sintomas clássicos, autolimitada – breve período de 1 mês).
· Infecção crônica (rara – imunossuprimidos).
· Hepatite fulminante – gestantes no 3° trimestre. 
- Diagnóstico laboratorial: 
· Avaliação do perfil hepático ALT e AST.
· Janela diagnóstica – 14 dias, 
· Imunodiagnóstico – amostras: soro. 
· Teste molecular: fezes (1 semana antes dos sintomas) e soro (2 semanas após o início da doença).
Obs: o primeiro marcador para detecção são os vírus nas fezes. Além disso, nela é possível identificar carga viral por meio do teste molecular. 
· Preferível detecção de Acs totais (IgM e IgG) pois graficamente sobem ao mesmo tempo. 
- Tratamento: não existem medicamentos específicos. 
- Profilaxia e controle: higiene alimentar e pessoal, saneamento básico, tratamento de água para consumo humano, vacinação. 
· Laboratório: 
Aula 1:
- Biolisa HIV ½ O Ag+Ac. 
Aula 2: 
- Teste de aglutinação:
· É rápido.
· Leitura visual (necessita de um complexo Ag-Ac).
· Usa reagente não marcado (quando o reagente identifica o Ag na He, ele se liga e junta diferentes He, por isso descobre-se o tipo sanguíneo do indivíduo). 
· Hemaglutinação – indireta / tipagem – direta. 
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