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FACULDADE NATALENSE DE ENSINO E CULTURA - FANEC 
CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA 
 
 
 
 
 
 
 
A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DO HANDEBOL DE CADEIRA DE 
RODAS EM NATAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DANIEL DANNYSON ALVES LINS 
 
SANNY BRUNER FREIRE DE MELO SILVA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 NATAL-RN 
2017 
 
 
 
DANIEL DANNYSON ALVES LINS 
SANNY BRUNER FREIRE DE MELO SILVA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DO HANDEBOL DE CADEIRA DE 
RODAS EM NATAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso - 
Artigo Científico – submetido ao Curso de 
Educação Física da Faculdade 
Natalense de Ensino e Cultura - FANEC, 
como requisito parcial para a obtenção 
do título de Licenciado em Educação 
Física. 
Orientador (a): Esp. Eloyse Emanuele 
Benjamin Braz 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 NATAL-RN 
2017 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ficha catalográfica 
 Elaboração: Marta Raquel S. de Oliveira CRB15/601 – PB 
 
 L735a Lins, Daniel Dannyson Alves. 
 A possibilidade da inclusão do handebol de cadeira de Rodas 
 Em Natal / Daniel Dannyson Alves Lins, Sanny Brune Freire de Melo. 
 Orientadora: Esp. Eloyse Emmanuelle Rocha Braz Benjamim.--,Natal, 
 2017. 
 25 f. : il. Color. 
 
 Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação Educação 
 Física Licenciatura ) apresentado à Faculdade Natalense de 
 Ensino e Cultura, FANEC, Natal, 2018. 
 
 Orientadora: Esp. Eloyse Emmanuelle Rocha Braz Benjamim. 
 
 1. Handebol 2. Cadeira de Rodas. 3. SADEF. 
 I.Esp.Eloyse Emmanuelle Rocha Braz Benjamim. II. Lins, Daniel 
 Dannyson Alves. III.Melo, Sanny Brune Freire de. 
 IV.Título. A possibilidade da inclusão do handebol de cadeira de 
 Rodas em Natal. 
 CDU796 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DANIEL DANNYSON ALVES LINS 
 SANNY BRUNER FREIRE DE MELO SILVA 
 
 
 
 
 A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DO HANDEBOL DE CADEIRA DE 
RODAS EM NATAL 
 
 
 
 
Trabalho aprovado como requisito parcial para obtenção do título de Licenciado 
em Educação Física, na Faculdade Natalense de Ensino e Cultura – FANEC/UNIP, 
pela comissão abaixo assinada. 
 
 
 
 
 
 
 
_____________________________________________________________ Prof. 
Esp. Eloyse Emmanuelle Rocha Braz Benjamim - FANEC 
 
 
 
 
 
 
_________________________________________________________________________ Profª. 
Esp. Henrique César dos Santos Costa - UFRN 
 
 
 
 
 
 
 
 
_________________________________________________________________________ Profª. 
Me. Anderson Felipe Jácome de França - FANEC 
 
Trabalho aprovado em Natal/RN, de de 2017. 
 
 
 
AGRADECIMENTOS 
 
 
Eu, Daniel, devo meus agradecimentos principalmente a Deus e a pessoas 
que sempre me apoiaram em minhas decisões, que por muitas vezes pareceram 
confusas. Meu pai Xavier e minha mãe Sônia têm sido meu alicerce, me ajudando 
nos meus trabalhos, no meu curso de graduação, como em toda minha vida. Sempre 
me apoiando, me mandando mensagens de confiança, elogios e sempre oferecendo 
ajuda e planejando meu futuro acadêmico, enfim, também gostaria de deixar aqui meu 
agradecimento a minha fiel companheira Byanca, onde tem se mostrado sempre 
compreensiva quando não pude estar com ela devido atividades acadêmicas e tem 
escutado com atenção meus desabafos sobre os desafios que cheguei a enfrentar. 
Também não poderia deixar de agradecer o pessoal do meu trabalho. Todos sabem 
o quão é difícil conciliar trabalho e faculdade. Graças a essas pessoas, consigo me 
divertir durante meu expediente de trabalho, fazendo com que eu relaxe e esqueça 
meus estresses acadêmicos, mesmo que momentâneos. Aos demais familiares que 
me apoiaram e não me criticaram por não seguir a carreira de meu pai, um muito 
obrigado com muito carinho e dedico todo o meu sucesso a vocês. Obrigado! 
Eu, Sanny, agradeço a minha família, principalmente a minha mãe, que 
sempre me apoiou e incentivou a nunca desistir. Também queria agradecer a minha 
namorada Milenna que me apoiou em dias difíceis. Apesar de não estar mais 
conosco, meu principal agradecimento vai acima de tudo a Deus e a meu avô que 
sempre sonhou ter alguém formado na família e pude ter o privilégio de ser o primeiro. 
À minha avó Maria Selma, meus agradecimentos por cada centavo investido na minha 
formação. Também queria agradecer a minha irmã Clarissa, pois tem sido uma 
válvula de escape dos meus estresses e tem me ajudado a sorrir em momentos 
difíceis. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
A POSSIBILIDADE DA INCLUSÃO DO HANDEBOL DE CADEIRA DE 
RODAS EM NATAL 
 
 
Daniel Dannyson Alves Lins 
Sanny Bruner Freire de Melo Silva 
 
 
 
 
RESUMO 
 
 
Tendo em vista que o esporte adaptado tem sido uma atividade de extrema importância 
para a sociedade atual, a inclusão de uma nova modalidade na cidade de Natal, capital 
do Rio Grande do Norte, faz com que haja uma repercussão positiva em futuros atletas 
formados na própria cidade. A princípio e em partes, é um projeto social que depende 
do desenvolvimento continuo sendo possível se tornar um esporte a nível de 
competição. Pesquisamos a instituição SADEF (Sociedade Amigos do Deficiente 
Físico) que é uma instituição de apoio ao deficiente físico voltado ao esporte. A 
entidade é destaque em competições nacionais e internacionais nas modalidades 
natação, atletismo e halterofilismo, sendo que o handebol é uma modalidade ausente. 
Neste sentido, estudamos a possibilidade do handebol na instituição e 
consequentemente na cidade Natal. A metodologia utilizada na realização dessa 
pesquisa foi a princípio, um questionando aplicado ao coordenador da SADEF sobre o 
interesse da instituição na aquisição da nova modalidade e também pesquisando o 
possível interesse entre os atletas. O resultado encontrado foi o interesse da população 
pesquisada em desenvolver práticas esportivas na modalidade do HCR, porém não 
para fins competitivos, e sim, para fins simplesmente lúdicos. 
 
 
 
 
Palavras-chave: Handebol, Cadeira de Rodas, SADEF. 
 
 
 
 
THE POSSIBILITY OF THE INCLUSION OF THE WHEELCHAIR 
HANDBALL IN CHRISTMASITLE 
 
 
 
Daniel Dannyson Alves Lins 
Sanny Bruner Freire de Melo Silva 
 
 
 
ABSTRACT 
 
 
Considering that adapted sport has been an activity of extreme importance for today's 
society, the inclusion of a new modality in the city of Natal, capital of Rio Grande do 
Norte, has a positive repercussion for future athletes trained in the same City. In 
principle and in parts, it is a social project that depends on the continuous development 
being possible to become a sport at the level of competition. We researched the 
institution SADEF (Friends of the Physically Disabled Society) which is an institution to 
support the physically challenged for sport. The entity is prominent in national and 
international competitions in the modalities swimming, athletics and weightlifting, being 
handball is a modality absent. In this sense, we study the possibility of handball in the 
institution and consequently in the Natal city. The methodology used to carry out this 
research was at first a questioning applied to the SADEF coordinator about the interestof the institution in the acquisition of the new modality and also researching the 
possible interest among the athletes. The result found was the interest of the 
researched population to develop sports practices in the modality of HCR, but not for 
competitive purposes, but for purely ludic purposes. 
 
 
Keywords: Handball, Wheelchair, SADEF. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
 
1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 9 
2 JUSTIFICATIVA ..................................................................................................... 11 
3 REVISÃO DE LITERATURA .................................................................................. 12 
3.1 O Handebol .......................................................................................................... 12 
3.2 O HCR (Handebol de Cadeira de Rodas) ............................................................ 13 
3.3 Aplicando as Regras, Metodologias e Didática ao Handebol de Cadeira de 
Rodas ......................................................................................................................... 15 
3.4 Caminhos Para Aplicabilidade do Handebol de Cadeira De Rodas na Cidade de 
Natal/RN .................................................................................................................... 16 
4 METODOLOGIA .................................................................................................... 17 
4.1 Tipo de Pesquisa ................................................................................................. 17 
4.2 População e Amostra ........................................................................................... 17 
4.3 Instrumentos de Coleta de Dados ........................................................................ 18 
4.4 Procedimentos de Coleta de Dados ..................................................................... 18 
4.5 Termo de Consentimento ..................................................................................... 18 
4.6 Critérios de Inclusão e Exclusão .......................................................................... 18 
4.7 Procedimentos Estatísticos .................................................................................. 19 
5 RESULTADOS E DISCUSSÕES ........................................................................... 19 
6 CONCLUSÕES ...................................................................................................... 21 
7 REFERÊNCIAS ...................................................................................................... 22 
APÊNDICE .............................................................................................................. 25 
 
 
QUESTIONÁRIO DE IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO ................................... 24 
 
QUESTIONÁRIO PERFIL DOS ATLETAS ............................................................ 25 
 
 
 
 
 
9 
 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
O esporte em geral tem expandido intensamente ao longo dos anos, em todo 
mundo, com isso a exigência de se desenvolver processo formação, capacitação entre 
seus jogadores, aplicando metodologias que permitam o avanço esportivo como as 
capacidades inerentes aos rendimentos dos atletas. (MENDES, 2006). 
De forma menos intensa como o esporte convencional, o esporte adaptado 
também tem se destacado em algumas modalidades, estas práticas de 
desenvolvimento do esporte adaptado permitem colocar as pessoas com deficiências 
em contanto com a coletividade e a prática esportiva. Sendo adaptadas algumas 
regras, mas mantendo a essência do jogo normal, dando oportunidade aos atletas a 
compreender as adaptações e resignificando a pratica e gerando a participação de 
todos (ARAUJO, 1997). 
 Entre as modalidades hoje já praticadas no Brasil, em alguns estados do país já estão 
sendo desenvolvido o HCR (Handebol de Cadeiras de Rodas), abrindo-se um leque 
de oportunidades, contribuindo diretamente para o desenvolvimento cognitivo, o 
desenvolvimento motor e o desenvolvimento afetivo do atleta, possibilita o praticante 
a conhecer suas limitações, incentiva a superá-las e ainda se relacionam com o meio 
em que vive e suas sensações. (Tsutsumi et al. - 2004). 
O Estado brasileiro tem a competência de proteção e fomentar integração social 
das pessoas portadoras de deficiência. (Constituição de 1988). No entanto, a porta 
que alavanca esse tipo de esporte e acolhe os atletas portadores de deficiências, são 
as entidades civil. filantrópicas, sem finalidades econômicas, que precisa contar, de 
forma imprescindível, com a contribuição da iniciativa pública e privada, visto que os 
gastos são relevantes, que vão desde a saúde do atleta através de suplemento 
alimentar (medicamentos), passando por despesas com técnicos e equipamentos de 
treinamento, compra de uniformes/acessórios, passagens terrestre e aérea, até 
dispêndios com manutenção do escritório (fax/telefone, computador e materiais de 
expediente) e encargos tributários. (SADEF/NATAL 2017). 
Na cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte ainda não despõe de 
equipes nem nenhuma entidade que contemple a modalidade do HCR (Handebol de 
Cadeira de Roda). Entre as instituições de Natal/RN que desempenham o desporto 
adaptado, encontra-se a SADEF (Sociedade Amigos do Deficiente Físico), que já 
 
 
 
 10 
 
 
ganhou notoriedade nas disputas de várias modalidades a nível nacional e 
internacional, como: atletismo, halterofilismo e natação. (SADEF/NATAL 2017). 
 Na busca de garantir a viabilização e implantação da modalidade HCR (Handebol de 
Cadeira de Roda) em Natal/RN, buscamos a SADEF, através de visitas, entrevistas e 
aplicação de pesquisa, tudo visando o acolhimento e estrutura patrimonial, condições 
humanas e profissional. Para implementar o HCR ou qualquer modalidade desportiva 
adaptada o atleta é avaliado sob uma forma protocolar com adaptações especifica às 
suas necessidades, pelos seguintes profissionais: médico Neurologista, 
Fisioterapeutas, Educadores Físicos, Nutricionista, Médico do Esporte. 
(UNIFESP/EPM-2017) 
 Como objetivo desse trabalho, analisar e estudar a possibilidade de incluir o Handebol 
de cadeira de Rodas como uma nova modalidade na cidade de Natal-RN, projetando 
para o futuro termos equipes fortes e competitivas de Handebol de Cadeira de Rodas 
e que cada vez mais, a interações sociais sejam evidenciadas através do esporte. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
11 
 
 
2 JUSTIFICATIVA 
 
Diante de um público significativo de deficientes que faz uso de cadeira de 
rodas e a grande maioria já desempenham algum tipo de esporte e percebendo que 
na cidade Natal, capital do Rio Grande do Norte ainda não dispor do HCR (handebol 
de cadeira de roda), visualizamos uma oportunidade inovadora e desafiadora a 
inclusão dessa modalidade seja do ponto de vista, lúdica e competitiva. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 12 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 REVISÃO DE LITERATURA 
 
 
3.1 O HANDEBOL 
 
O termo Handebol ou Handball é a junção das palavras hand que significa mão 
em inglês e Ball que significa bola, é um esporte coletivo, podendo ser praticado na 
areia (beach Handball), em campo de Futebol que hoje é praticamente extinto e em 
quadras cobertas. O Handebol apesar de ter características bem fortes com o futebol, 
também traz características do Basquetebol, com regras diferentes. Trata-se de uma 
modalidade de base que permite desenvolver nos seus praticantes as mais variadas 
qualidades: físicas, psíquicas, sociais e morais. (Tenroler, 2004). 
A prática do esporte na modalidade do Handebol exige no mínimo três esforçosfísico naturais de grande importância: correr, saltar e arremessar. Trata-se de uma das 
modalidades de jogos coletivos mais ricos como forma de educação, recreação, lazer 
ou praticada de forma competitiva. 
 
Segundo ZAMBERLAN (1999, p. 37) 
O handebol é entre os esportes coletivos o mais fácil 
e um dos que oferece maior conteúdo físico. O mais 
fácil porque não oferece dificuldade na execução 
dos movimentos básicos: correr, saltar e lançar; pela 
 
 
13 
 
 
rapidez que é compreendido pelos principiantes; por 
que pode ser jogado de improviso despertando 
maior atenção entre as crianças, dado a facilidade 
em executar as mais variadas formas de 
lançamentos e jogadas. 
 
 
Nos dias de hoje o handebol é um dos esportes mais praticados no âmbito das 
escolas brasileiras. O Handebol Brasileiro vem participando de forma pífia nos 
campeonatos mundiais e jogos olímpicos. Contudo, estas participações não são 
traduzidas em grandes avanços. Segundo Mendes, (2006), parecem existir alguns 
equívocos no processo ensino-aprendizagem-treinamento desta modalidade que 
ocasiona certa distância das grandes potências mundiais, necessitando o 
desenvolvimento de novos métodos e formas de treinamento para a diminuição desta 
distância. 
 
Para Costa (2003), a importância da aprendizagem do método de ensino, 
justifica-se pela necessidade da formação de um aluno inteligente que possa resolver, 
da maneira mais apropriada, os problemas que ele encontra em forma de situação de 
jogo. 
 
 
3.2 O HCR (HANDEBOL DE CADEIRA DE RODAS) 
Partindo do entendimento que pessoa em condição de deficiência física, 
precisam de políticas públicas e ferramentas desportivas viáveis que além de lhe 
garantir a inclusão nas práticas esportivas, também lhe proporcione o bem-estar e 
alegria de viver. Seabra Jr. (2006) afirma que o necessário para que um PCDF (Pessoa 
em Condição de Deficiência Física) pratique o esporte é vivenciar, experimentar, 
aprender o movimento, sendo qualquer que seja seu grau de amplitude, intensidade 
ou faixa etária. Assim poderá sentir-se vivo, valorizado, integrado, tendo sua 
autoestima e individualidade preservadas e validadas. 
 
 
 
 14 
 
 
O atleta em condição de deficiência deve ser visto como os demais atletas. 
Sendo assim, as implementações desportivas deveriam buscar maior igualdade em 
relação ás direcionadas aos atletas sem a condição de Deficiência. Assim reforça Silva 
et al (2008, p.165): 
 
Segundo Steinberg apud Araújo, Almeida e Itani (2004) “a prática de atividades 
físicas proporciona o bem-estar físico e psicológico em todas as pessoas, portadoras 
ou não de deficiência”. 
 
O termo HCR (Handebol de Cadeira de Rodas) atualmente já é conhecido e 
praticado no Brasil, a primeira referência científica sobre o Handebol Adaptado no 
Brasil surgiu oficialmente na Universidade de Campinas – Unicamp no ano de 2004, 
partindo de estudos sobre o desenvolvimento e a prática do Handebol Adaptado para 
pessoas com deficiência, elaborado pelos professores Daniela Eiko Itani, Paulo 
Ferreira de Araújo e José Gavião de Almeida (ITANI, ARAÚJO e ALMEIDA, 2004). 
Um ano depois, em 2005 docentes da Universidade Paranaense – UNIPAR/PR 
(Décio Roberto Calegari, José Irineu Gorla e Ricardo Alexandre Carminato) iniciaram 
a adaptação do Handebol em Cadeira de Rodas (HCR), para a prática por pessoas 
com Deficiência Física, (CALEGARI, GORLA e CARMINATO, 2005). Desse ponto em 
diante está modalidade vem alcançando um crescimento significativo, abrindo 
caminho também para outros estudos, no sentido de fornecer base científica a este 
crescimento, como: Costa e Silva et. al. (2007), Calegari et. al (2007), e Calegari et. 
al. (2008). 
 
O esporte adaptado vem sendo pauta no quesito de esporte. Pois a inclusão de 
pessoas com deficiência tem sido cada vez mais fortificada pela sociedade que se 
torna mais igualitária. O esporte é praticado com suas ideias centrais permanecentes, 
porém com adaptações para que a pessoa com deficiência possa praticar tal 
modalidade. 
O esporte adaptado é o esporte modificado ou criado 
para suprir as necessidades especiais de pessoas com 
deficiência, podendo ser entendido como adaptação de 
um esporte já conhecido pela população com relação à 
sua prática e regras (ARAÚJO, 1997; WINNICK, 2004). 
 
 
15 
 
 
 
Partindo dessa sistemática, destaca-se o HCR (Handebol de Cadeira de Rodas) 
por possibilitar sua prática sem comprometer tanto com a deficiência, pois ela não 
exige um grau muito expressivo de movimentos e arremessos como o basquete por 
exemplo, onde neste o tamanho da cesta é bem inferior ao tamanho da trave do 
handebol. Ressaltando também a movimentação da cadeira e outros fatores. 
O handebol em cadeira de rodas vem para contribuir com a 
diversificação de conteúdos que a Educação Física Adaptada possui 
para trabalhar com as diversas deficiências, e neste caso, com a 
deficiência física. Os benefícios da prática dessa modalidade são os 
inerentes a qualquer prática de atividade física, promovendo à 
pessoa com deficiência física experiências motoras que poderão ser 
“ampliadas através de conhecimento de novas possibilidades de 
movimentos, novos jogos adaptados às suas limitações e potencialidades 
(FREITAS e CIDADE, 2000, p. 30). 
 
 
 
3.3 APLICANDO AS REGRAS, METODOLOGIAS E DIDÁTICA AO HANDEBOL 
DE CADEIRA DE RODAS 
A Ideia do HCR (Handebol de Cadeiras de Rodas) é semelhante a modalidade 
do Handebol tradicional, com algumas adaptações, como a redução da trave para 
1,60m de altura e 3,0m de largura e a implementação de uma placa de 40 cm para 
possibilita a defesa do goleiro. Atualmente esta modalidade está dividida em duas 
categorias, HCR4 e HCR7. Handebol em Cadeiras de Rodas 4(HCR4) tem por base 
as regras do Handebol de Areia, a partida é em quadra de basquete, equipe composta 
por quatro jogadores, mais quatro reservas onde o goleiro não é fixo, dois períodos 
quinze minutos e cinco minutos de intervalo, ao final de cada período o placar é zerado, 
persistindo empate e acrescentado mais 10 minutos para decidir o vencedor através 
de um gol de ouro, não esquecendo que durante a partida, existe gol espetacular, que 
é o giro de 360 graus, valendo dois gols. O Handebol em cadeiras de rodas 7(HCR7) 
é semelhante ao Handebol de Salão com adaptações, disputado em quadra oficial da 
modalidade, com sete componentes e o mesmo número de reservas, são dois 
períodos de vinte minutos e intervalo de dez minutos, todos os jogadores podem ficar 
como goleiro a qualquer momento do jogo, desde que não tenha dois jogadores de 
defesa dentro da área do goleiro, havendo tal situação a punição e um tiro de sete 
metros (CALEGARI, GORLA e CARMINATO, 2005). 
 
 
 
 16 
 
 
 As necessárias adaptações em algumas das regras desse esporte permitem 
desenvolver grandes dinâmicas gerando uma forte motivação nos jogadores, sem fugir 
da grande essência da modalidade e não foge dos fundamentos padrões e básicos do 
handebol convencional. Com relação ao objetivo de superação entre os participantes 
e na busca do alvo de marcar gols, feitos através de lançamentos permite o 
desenvolvimento de habilidades motoras, cognitivas e do jogo coletivo. Essas 
adaptações buscam minimizar obstáculos e auxiliar nas necessidades das pessoas 
com deficiência física, possibilitando a oportunidade da pratica do esporte igual a 
qualquer outra pessoa sem deficiência. A adaptação do handebol para o HCR 
(Handebol de Cadeiras de Rodas) para esse grupo específico de deficiência supre as 
necessidades em questões de desenvolvimento físico- motor, cognitivo, socio-afetivo 
visando a inclusão passo a passo e possibilita a construí novos grupos, expandindo 
assim essa modalidade do esporte adaptado (ITANI, ARAUJO e ALMEIDA, 2004) 
3.4 CAMINHOS PARA APLICABILIDADE DO HANDEBOL DE CADEIRA DE 
RODAS NA CIDADEDE NATAL/RN 
Notadamente vem crescendo a participação de pessoas deficientes na prática 
esportiva, com isso existiu a necessidade de criar entidades com o foco voltado para 
atender as diferentes necessidades. O esporte adaptado se expandindo pelo Brasil 
após a fundação das entidades nacionais de administração esportiva que iniciaram os 
trabalhos na área no ano de 1975. O CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro), órgão 
superior na administração do paradesporto no Brasil, foi fundado em 30 de agosto de 
1994, na cidade do Rio de Janeiro. (GORGATTI, 2005) 
 Mesmo sendo de competência do estado brasileiro a proteção e integração 
social das pessoas portadoras de deficiência. (Constituição de 1988, Art. 24, Inc. 
XVI). Os avanços nas implementações do esporte adaptado estão diretamente ligados 
as entidades (associações, federações, Organizações e outros) criadas para esta 
finalidade. 
Na cidade de Natal, capital do Rio Grande do Norte existe algumas entidades 
que auxiliam nos cuidados a portadores de deficiências físicas, oportunizando assim 
a pratica do esporte e o lazer. Contudo em nossa pesquisa não identificamos nenhuma 
entidade que tivesse a modalidade do handebol de cadeiras de rodas já implantado. 
Diante dessa realidade e mediante visitas “In loco”, destacamos a SADEF (Sociedade 
 
 
17 
 
 
Amigos do Deficiente Físico) como uma entidade em potencial para desenvolver o 
projeto objeto dessa pesquisa, entidade essa que se destaca por buscar o desporto 
adaptado não somente para desenvolvimento lúdico, mais também para o competitivo 
coletivo. 
A Sociedade Amigos do Deficiente Físico (SADEF) foi fundada em 1995 e foi 
reconhecida como instituição de utilidade pública municipal e estadual, através das 
Leis n.º(s) 4.629 e 6.817, de 20/06/1995 e 31/07/1995, porém sem fins lucrativos. É 
uma associação que busca a inclusão social através do esporte. Essa associação 
investe com parceria do governo em busca de novos atletas e fortes preparações no 
paradesporto. Atender a todo cidadão que a ela se dirigir, independentemente de 
classe social, nacionalidade, sexo, raça, cor ou crença religiosa, para praticar esporte 
de alto rendimento. Por esse motivo a SADEF é destaque como representante do Rio 
Grande do Norte em todo o país com grandes conquistas regionais, nacionais e 
internacionais, contando com mais de 100 atletas, conquistas individuais e coletivas 
nas modalidades de natação, halterofilismo e atletismo têm estado presentes fazendo 
jus à sua fama no Estado. (Jornal Tribuna do Norte, edição do dia 06/04/2017 e 
http://sadefrn.com.br/p/historia). 
 
 
 
 
4. METODOLOGIA 
 
 
4.1 Tipos de Pesquisa 
 
Os tipos de estudo escolhidos foram o descritivo, de campo, quantitativo e 
observacional. 
 
4.2 População e Amostra 
 
 
O público pesquisado para o presente trabalho, foi realizado por amostragem 
com 18 atletas, sendo 08 do sexo feminino e 10 do sexo masculino, com faixa etária 
entre 20 e 45 anos, todos participantes da SADEF (Sociedade Amigos do Deficiente 
Físico), localizada na Avenida Jeronimo Câmara, Lagoa Nova, CAIC – Natal/RN, 
CEP. 59.063-100. 
 
 
 
 18 
 
 
 
4.3 Instrumentos de Coleta de Dados 
 
Foram elaborados dois questionários, de autoria dos pesquisadores, sendo o 
primeiro, de cunho individual, entrevistando o coordenador da SADEF (Sociedade 
Amigos do Deficiente Físico), O Senhor Phelippe Michel M. dos Santos e segundo 
questionário direcionado aos 18 atletas da mesma instituição, identificando o interesse 
pela modalidade HCR e qual tipo de interesse, se lúdico ou competitivo. 
 
4.4 Procedimentos de Coleta de Dados 
 
Através de visita “in loco” na SADEF (Sociedade Amigos do Deficiente Físico), 
recebidos pelo Senhor Coordenador Phelippe Michel M. dos Santos, onde na 
oportunidade podemos desenvolver uma entrevista, baseado no questionário 
previamente elaborado pelos pesquisadores, contendo perguntas que abrangiam um 
conhecimento da instituição e das modalidades esportivas já desempenhadas, 
finalizando pela a possível abertura da SADEF para uma nova modalidade, como o 
HCR (Handebol de Cadeira de Rodas). Em outras visitas foi buscado atingir as 
entrevistas com os 18 atletas, público alvo previamente discutido, no sentido de 
consolidar uma pesquisa robusta, que pudesse apontar para o real interesse daquele 
grupo. Ao mesmo tempo, definir perfil, quantitativos por sexo e faixa etária. 
 
 
4.5 Termos de Consentimento 
 
 
O Termo de Consentimento foi preenchido e assinado pelo Coordenador da 
SADEF, o senhor Phelippe Michel M. dos Santos, no dia 28 de novembro de 2017, no 
apêndice desse trabalho. 
 
 
4.6 Critérios de Inclusão e Exclusão 
 
Utilizamos como critério de inclusão, pessoas com deficiência física, motoras 
e cognitivas e como critério de exclusão, pessoas sem deficiências e pessoas com 
deficiências físicas nos membros superiores. 
 
 
19 
 
 
 
 
 
 
4.7 Procedimentos Estatísticos 
 
 
A apuração da pesquisa foi realizada em planilha de Microsoft Excel e 
consolidada através de gráfico demonstrativo quanto o interesse dos entrevistados 
(pesquisados). 
 
 
5 RESULTADOS E DISCUSSÕES 
 
 
 
Com base nos questionários podemos identificar por amostragem a faixa 
etária dos pesquisados, quantidade por sexo e tipo de interesse na modalidade, seja 
lúdica ou competitiva. 
 
 
 
 
 
 
 20 
 
 
 
 
Supreendentemente constatou-se que a modalidade de HCR é desconhecida dos 
atletas cadeirantes de Natal/RN, porem demonstram com entusiasmo o desejo de 
conhecer e participar. 
 
 
 
 
 
 
21 
 
 
 
 
 
 
 
A pesquisa aponta para a viabilidade da implementação da modalidade HCR em 
Natal/RN, utilizando associados da SADEF, por dispor de condições estruturais, 
técnicas e multiprofissionais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6 CONCLUSÕES 
 
 
 
A proposta da presente pesquisa alcançou viabilidade, alcançando público 
especifico em entidades do ramo, que já desempenham outras atividades esportivas, 
que utiliza a cadeira de rodas. A modalidade HCR (Handebol de Cadeira de Rodas), 
foi recebida pelos atletas e pela entidade pesquisada. Ao termino desse trabalho 
concluímos que o Handebol de Cadeira de Rodas seria uma oportunidade para a 
cidade de Natal/RN, pois houve uma repercussão positiva, porém, nos 
surpreendemos com o foco da competição não ser tão relevante quanto o lúdico da 
atividade em questão. 
 
 
 
 22 
 
 
O fato do HCR ser uma novidade em Natal/RN, teve uma relevante aceitação 
das pessoas que aceitaram a modalidade como um desafio no seu dia-adia, porém 
bem distante da competição. A prática dos esportes para eles se tornou de prazer 
lúdico, onde havia uma despreocupação com o alto-rendimento na realização das 
atividades. 
Partindo desse pressuposto, vimos nesse interesse a possibilidade de forma 
indireta de prepará-los para competições, através de treinos e atividades onde 
desenvolveriam seu potencial até atingirem um rendimento ao nível competitivo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
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2008, p. 59-60. 
 
 
 
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atualidade. 140 p. Tese (Doutorado em Educação Física e Adaptação) – Faculdade 
de Educação Física, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1997. 
 
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http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em: 29novembro 2017. 
 
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(Resumo). ANAIS do CONBRACE. Porto Alegre, 2005. 
 
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Copa Oeste de HCR. In: XXX SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE DICÊNCIAS DO 
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medulares praticantes de Handebol em Cadeira de Rodas (HCR). In: XXX 
SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE DICÊNCIAS DO ESPORTE: Mitos e Evidências na 
Atividade Física e no Esporte. São Paulo, 2007. Anais... 2007. v. 15. p. 164-164. 
 
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2003. 
FREITAS, Patrícia S.; CIDADE, Ruth E. Desporto e Deficiência. In: FREITAS, Patrícia 
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Uberlândia: UFU, 2000, p. 25-40. 
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Adaptada: Qualidade de vida para pessoas com necessidades especiais. 2. ed. 
Barueri, SP: Manole, 2008. 660 p. 
 
ITANI, D. E. ; ARAUJO, P. F.; ALMEIDA, J. L. G. Esporte Adaptado construído a 
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Jornal Tribuna do Norte, edição do dia 06/04/2017, Disponível em: 
http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/sadef-festeja-renovaa-a-o-e-conquista-
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MENDES, José Carlos. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA 
Programa de Pós-Graduação em Educação Física. O processo de 
ensinoaprendizagem-treinamento do handebol no estado do Paraná: um 
estudo da categoria infantil. Florianópolis, 2006. 102 f. Dissertações (Mestrado) - 
 
 
 
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Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Desportos. Programa de 
PósGraduação em Educação Física. 
 
SADEFRN – Sociedade Amigos do Deficiente Físico do Rio Grande do Norte. 
Disponível em Acesso em: 28/11/2017. 
 
SEABRA, Jr. Inclusão, Necessidades e Educação Física: Considerações sobre Ação 
Pedagógica no Ambiente Escolar. Campinas (SP), 2006, 110 f. Dissertação de 
Mestrado ligada ao Departamento de Estudos da Atividade Física Adaptada – 
UNICAMP. 
 
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TENROLER, Carlos. Handebol teoria e prática. Rio de Janeiro: Sprint Ltda., 2004. 
 
TSUTSUMI, O. et al. Os Benefícios da Natação Adaptada em Indivíduos com Lesões 
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ZAMBERLAN, E. Handebol: escolar e de iniciação. Cambé: Imagem, 1999. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
25 
 
 
APÊNDICE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
QUESTIONÁRIO DE PRÁTICAS ATIVIDADES HABITUAIS 
 
1. Quais as modalidades presentes na instituição? 
R: Natação, Atletismo e Halterofilismo. 
 
2. Qual foi o processo de inclusão de uma modalidade nova na SADEF? R: 
Investimentos por parte do governo, divulgação pelas mídias e profissionais 
capacitados na área. 
 
3. Qual a possibilidade de inclusão de uma nova modalidade atualmente? 
R: A possibilidade é sempre existente. A SADEF sempre está aberta para novas 
modalidades. Infelizmente o que falta é investimento e profissionais capacitados. 
 
4. A instituição tem estrutura apta a receber o handebol? 
R: Se tratando da estrutura física, sim. Temos a quadra que pode se adaptar o 
tamanho da trave, porém a maior problemática é a aquisição das cadeiras. Já que 
uma cadeira de roda esportiva tem um custo bem elevado. 
 
5. Qual a melhor forma de atrair novos atletas? 
R: Meios de divulgação em massa. Panfletagem, redes sociais e convites orais são 
boas alternativas. 
 
 
 
 
 26 
 
 
6. Quais as possíveis dificuldades que podemos nos deparar? 
R: O interesse dos futuros alunos. Muitos deles têm receio de tentar algo novo, sair da 
sua zona de conforto e se arriscar a praticar uma modalidade diferente. 
 
7. A SADEF está aberta para a inclusão da modalidade do handebol de 
cadeiras de rodas? 
R. Sim, sempre estaremos de portas abertas para qualquer modalidade que venha 
agregar o esporte aos nossos atletas. 
 
 
 
 
 
 
 
Entrevistadores: 
Daniel Dannyson Alves Lins 
Sanny Bruner Freire De Melo Silva 
Alunos do Curso de Licenciatura em Educação Física. 
 
 
 
 
 ENTREVISTA DE CAMPO 
 
Nome do entrevistado: _____________________________________________ 
Idade: ___________ Sexo: ________________ 
Modalidade (s) que participa: 
____________________________________________________________________ 
__________________________________________________________ 
 
1 – Você já conhece o esporte na modalidade HCR? 
 
 
 
 
 
27 
 
 
 
 
 
2 – Você tem interesse de participar da modalidade esportiva denominada de 
Handebol de Cadeiras de Rodas? _______, caso seja sim, a intenção é apenas de 
forma lúdica ou competitiva? 
____________________________________________ 
__________________________________________________________________
_. 
Entrevistadores: 
Daniel Dannyson Alves Lins 
Sanny Bruner Freire De Melo Silva 
Alunos do Curso de Licenciatura em Educação Física.

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