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O PAPEL DO COORDENADOR PEDAGÓGICO 
NO PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS 
COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS 
ESPECIAIS 
DOS SANTOS Lúbia Gonçalves.1 Inspenção 
escolar e AEE 
 
 
 
RESUMO 
 
Se fizermos uma contextualização histórica vislumbrar-se-á que as pessoas com deficiência 
passaram por grandes dificuldades até estarem com diversos direitos garantidos pelo 
ordenamento jurídico brasileiro e mundial, a educação especial apresentou uma acessão na 
contemporaneidade, com a luta pela igualdade social e responsabilização do estado, da 
escola e da família, bem como, com o dever de construir uma educação para todos. A 
inclusão é uma oportunidade que está sendo aberta para o avanço da educação escolar 
como um todo e para as pessoas com ou sem necessidades especiais. Desta premissa, para 
a efetivação e exteriorização desses direitos na escola, faz-se necessários colaboradores e 
servidores atuantes, destes, focar-se-á no supervisor pedagógico e sua atuação no processo 
de inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais. 
 
Palavras-chave: Educação Especial; Coordenador Pedagógico; Igualdade; Inclusão 
 
 
1 Graduada em Pedagogia pela Pitágoras Unopar Anhaguera. E- mail: lg4435972@gmail.com 
 
INTRODUÇÃO 
 
Para contextualizar a história da educação especial é preciso entender sobre o tratamento 
destinado a pessoas com deficiência, ou seja, se é falado hoje em inclusão é porque durante muito 
tempo as pessoas que não enxergavam, não ouviam ou não se locomoviam eram excluídas 
socialmente. Apesar de não termos indícios de como os primeiros grupos de humanos se 
portavam diante das pessoas com deficiência, a história irá mostrar que nem sempre a relação 
com essas pessoas foi cordial e sociável, se por um lado à evidencias arqueológicas de que no 
Egito antigo as pessoas com deficiência ocupavam um lugar na sociedade, tendo como exemplo a 
estátua de calcário que representava um homem com deficiência e sua família fazendo oferenda a 
deuses, por outro lado na antiguidade clássica, na Grécia, em Atenas, na Roma Antiga, as pessoas 
nascidas deformes ou anormais sofreram práticas de abandono, negligência e em casos extremos, 
morte; mesmo na idade média com a concepção do homem como criatura divina oriunda do 
cristianismo, as pessoas com necessidades especiais eram isoladas em instituições especializadas 
ou asilos ou até mesmo conventos, onde eram colhidas como pecadoras ou como consequências 
de pecados. 
 
Uns dos grandes desafios encontrados na educação contemporânea é assegurar a todas as 
pessoas, inclusive aquelas com algum tipo de deficiência, a permanência na escola e uma 
aprendizagem significativa, de qualidade que rompa os muros escolares. A educação no país faz 
parte da formação humana, porém muitas das vezes se passa despercebida, com rotulagens que na 
prática não se condiz. Diante disto fica evidenciado que precisamos caminhar a passos largos, que 
é preciso movimenta-se em buscar fazer com que as Políticas Públicas deem atenção a uma 
educação centrada a realidade atual, com inclusão, valorização dos profissionais de educação, 
recursos tecnológicos, pedagógicos entre outros. 
 
A inclusão é um dos assuntos mais tratados nos últimos anos. As pessoas consideradas 
“diferentes” estão tendo mais oportunidades, pois a diferença é parte da natureza humana e a 
diversidade é fundamental para que haja mais oportunidades. Com a inclusão, todos têm a ganhar; 
pessoas com algum tipo de deficiência ganham quando a comunidade, em geral, proporciona 
meios de interação; e pessoas ditas “normais” ganham por poder conviver com a diversidade, 
aprendem a respeitar e, também, aprendem um novo sentido de vida. 
 
Um espaço considerado inclusivo deve trabalhar, de forma diversificada, atividades mais 
dinâmicas, com as quais todos possam colaborar de alguma maneira, que possam desenvolver as 
áreas motora, afetiva, cognitiva e, ainda, a linguagem. A inclusão é dever de todos, da escola, da 
comunidade, da família e da sociedade como um todo. Para que a inclusão seja de fato efetivada, 
a família também tem papel muito importante, pois é dela que vêm os primeiros contatos sociais, 
ela é a maior responsável pelos valores adquiridos e também de conhecimento. Unindo família e 
escola, garante-se que os alunos tenham uma educação de mais qualidade, enquanto uma assegura 
a proteção, o processo afetivo, social e cognitivo, a outra o processo de ensino-aprendizagem, 
construindo ainda mais conhecimento. A metodologia é um eixo estruturador de cada ciência. Ela 
teve base numa pesquisa bibliográfica, baseada em leituras, análise e interpretação de livros, 
artigos, leis e revistas, que tratam sobre os assuntos de como se dá, efetivamente, a inclusão e a 
aprendizagem do aluno portador de Deficiência Intelectual. 
 
 
ADAPTAÇÕES NO SISTEMA DE ENSINO 
 
Desde o início das eras, existe a exclusão de pessoas que nascem portando algum tipo de 
necessidade especial, uma deficiência. Essas crianças eram discriminadas e até mesmo 
sacrificadas por serem consideradas um mau sinal, um castigo dos deuses. Com o passar dos anos, 
essa cultura foi ficando para trás e, cada vez mais, buscava-se um método para incluir essa criança 
na sociedade em que ela vivia e, a partir de então, frequentar escolas juntamente com as crianças 
normais. Mas qual seria o princípio da inclusão? Essa resposta está descrita em (UNESCO, 1994, 
p. 3) que apresenta da seguinte maneira; “O princípio da inclusão é o reconhecimento da 
necessidade de se caminhar rumo à escola para todos, um lugar que inclua todos os alunos, 
celebre a diferença, apoie a aprendizagem e responda às necessidades individuais”. 
 
É possível entender que a política inclusiva demanda aumento quantitativo e qualitativo 
na produção de recursos humanos e garantia de recursos financistas e função de suporte 
educacional público e privado qualificados para proporcionar a construção pedagógica dos 
alunos. (MANTOAN, 2006, p. 59). 
 
A partir disso, Mantoan aduz que: 
 
Para que se avance nessa direção, é essencial que os sistemas de ensino busquem 
conhecer a demanda real de atendimento a alunos com necessidades educacionais 
especiais, mediante à criação de sistemas de informação e o estabelecimento de 
interface com os órgãos governamentais responsáveis pelo Censo Escolar e pelo 
Censo Demográfico, para atender a todas as variáveis implícitas à qualidade do 
processo formativo desses alunos. Nestes termos a acessibilidade deve ser 
assegurada nos seguintes aspectos: mediante à eliminação de barreiras 
arquitetônicas, urbanísticas, na edificação. Incluem-se também, as instalações, 
equipamentos, mobiliários, nos transportes escolares, nas barreiras nascomunicações 
e informações. (MANTOAN, 2006, p. 64). 
Um processo pelo qual a sociedade se adapta para poder incluir em seus sistemas 
sociais gerais pessoas com necessidades especiais e, simultaneamente, estas se 
preparam para assumir seus papéis na sociedade. (...) incluir é trocar, entender, 
respeitar, valorizar, lutar contra exclusão, transpor barreiras que a sociedade criou 
para as pessoas. É oferecer o desenvolvimento da autonomia, por meio da 
colaboração de pensamentos e formulação de juízo de valor, de modo a poder 
decidir, por si mesmo, como agir nas diferentes circunstâncias da vida. 
 
 Estas exigências especiais apresentam que característica de estratégias contrarias 
das usuais são necessários para aceitar que todos os estudantes, incluindo também as 
pessoas com déficit, utilizem inteiramente das chances didáticas, com efeitos favoráveis, 
inclusos no planejamento com normas capazes. Tais modos analisam ações que 
demandam de atribuições e instâncias político-administrativas que são excelentes 
Adaptações Curriculares de grande porte. Contrapondo as demais adaptações que 
abrangem alternativas menores, de poder exclusivo do educador que podem ser pequenos 
ajustes e especificaçõesque são conhecidas como Adaptações Curriculares de Pequeno 
Porte. Exemplo disso é a capacitação dos docentes; em alguns casos pequenas atitudes 
que podem gerar benefícios em grande escala. Docente capacitado terá competência para 
colocar em prática as normas previstas no currículo, neste mesmo sentido, faz-se 
necessário políticas públicas que coloquem em prática todos os objetivos que visam a 
inclusão e melhoria das instituições de ensino. 
 Deste modo, ao passo que se relatam necessidades educacionais especiais, 
precisase salientar a necessidade de adaptar o sistema educacional a servir ao estudante, 
não nas complicações que ele indica. Assim, considerar-se-á a diversidade e continuará o 
trabalho educativo, transformando o desafio na construção de algo positivo para os alunos 
que apontam necessidades especiais. Não obstante, a “Política Nacional de Educação 
Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva” afirma que: 
 
Os sistemas de ensino devem organizar as condições de acesso aos 
espaços, aos recursos pedagógicos e à comunicação que favoreçam a 
promoção da aprendizagem e a valorização das diferenças, de forma a 
atender as necessidades educacionais de todos os estudantes. A 
acessibilidade deve ser assegurada mediante a eliminação de barreiras 
arquitetônicas, urbanísticas, na edificação incluindo instalações, 
equipamentos e mobiliários – e nos transportes escolares,bem como as 
barreiras nas comunicações e informações. 
(...) O atendimento educacional especializado não deve ser uma atividade 
que tenha como objetivo o ensino escolar especial adaptado para 
desenvolver conteúdos acadêmicos, tais como a Língua Portuguesa, a 
Matemática, dentre outros. Com relação à Língua Portuguesa e à 
Matemática, o atendimento educacional especializado pode desenvolver o 
conhecimento que permite ao aluno a leitura, a escrita e a quantificação, 
conforme a necessidade e o interesse de cada um, sem o compromisso de 
sistematizar essas noções, como é o objetivo da escola (MANTOAN, 
2011,p. 126). 
 
 
Para que essa aprendizagem ocorra da melhor forma, é necessário que o professor busque 
novas formações, esteja sempre atualizado com o que há de novo na educação, novas maneiras e 
formas de ensinar, principalmente no que se refere aos alunos portadores de necessidades 
especiais. Segundo Soares e Carvalho (2012, p. 23) “A formação de professores de educação 
especial no Brasil tem sido objeto de preocupação dos governantes e gestores, bem como de 
estudos e pesquisas, desde, pelo menos, a década de 1950”. 
 
As escolas são encarregadas pela promoção de recursos materias, metodologias e 
adequação do currículo para receber toda a diversidade de alunos que frequentam as escolas hoje 
em dia. Não é mais de responsabilidade da escola dizer se um aluno tem ou não capacidade de 
aprender, todos são alunos com direitos iguais, de aprender dentro de seus limites. 
No parecer nº 17, de 3 de julho de 2001, do Conselho Nacional de Educação, diz que a 
escola inclusiva: 
 
 
Em vez de focalizar a deficiência da pessoa, enfatiza o ensino e escola, 
bem como as formas e condições de aprendizagem; em vez de procurar, no 
aluno, a origem de um problema, define-se pelo tipo de resposta educativa e 
de recursos e apoio que a escola deve proporcionar-lhes para que obtenha 
sucesso escolar; por fim, em vez de pressupor que o aluno deve ajustar-se a 
padrões de “normalidade” para aprender, aponta para a escola o desafio de 
ajustar-se apara atender à diversidade de seus alunos. (BRASIL, 2001, p. 
15). 
 
 
 
 
As pessoas portadoras de deficiência são capazes de aprender, se desenvolver e interagir 
em diversos ambientes; a escola, por sua vez, é o principal ambiente para que ocorra a inclusão, 
aprendizagem e socialização entre os estudantes, por meio das práticas pedagógicas. Assim, a Lei 
Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Lei Nº 13.146, de 6 de julho de 2015, em seu 
Artigo 1º, tem a premissa de “assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos 
direitos e das liberdades fundamentais por pessoas com deficiência, visando à sua inclusão social 
e cidadania.” (BRASIL, 2015). 
 
Alunos especiais habitualmente necessitam de PEI (Plano Educacional Individualizado), 
suas necessidades devem ser analisadas conforme seu grau, tipo e natureza para que o PEI seja 
estruturado da melhor maneira possível para cada aluno. Para que se consiga planejar de forma 
adequada, devem ser realizadas avaliações com os alunos portadores de deficiência, avaliações 
essas que levam o professor a conhecer melhor seu aluno e suas aptidões. 
 
Os alunos portadores de Deficiência Intelectual (DI) são aqueles que possuem um 
funcionamento intelectual muito abaixo da média, sendo percebida na comunicação, higiene 
pessoal, contato social, lazer e na aprendizagem. O deficiente intelectual deve ser visto como uma 
pessoa que possui direitos e deveres e deve ser estimulado para perceber seu próprio potencial, ter 
uma visão positiva de suas habilidades e aumentar sua autoconfiança, bem como, sua autoestima. 
 
Para o autor supracitado, atualmente o cenário educacional é bem diversificado. Existem 
muitas maneiras de buscar conhecimento e informações. Levando isso em consideração, deve-se, 
sempre, “enfatizar a contextualização do saber e sua relação com o indivíduo que aprende, que, 
considerando sua integralidade, juntamente ao saber, é o pressuposto do sucesso no processo de 
ensino-aprendizagem” (TRANCOSO, 2020, p. 128). 
 
As crianças portadoras de deficiência intelectual podem ser diagnosticadas logo nos 
primeiros meses de vida. Ela apresenta dificuldades motoras como, por exemplo, para engatinhar, 
falar e andar. Por isso, elas precisam de mais estímulos frequentemente. Relvas (2011), diz que a 
criança com deficiência intelectual tem “dificuldades na discriminação de objetos, percepção 
exata que, por deficiência dos sentidos, prejudicam o aprendizado”. 
 
Ainda considerando os estudos do autor supracitado, “o aluno deve ser considerado um 
ser total que possui outras inteligências, além da linguística e da lógico-matemática, que devem 
ser desenvolvidas” (RELVAS, 2011, p. 121). A inteligência emocional vem contribuindo para a 
descontinuação do ensino tradicional. Esse tipo de inteligência é o que as pessoas usam para 
conhecer a si próprias, suas próprias emoções. Ponderando os alunos com deficiência intelectual 
essa inteligência é o que os leva a se descobrirem como um todo, desenvolvendo o seu potencial 
para tratar com situações que são vivenciadas no cotidiano. Assim, Relvas (2011, p. 122) 
acrescenta que “o cultivo de uma inteligência não implica que as outras não possam ser 
adquiridas: indivíduos diferentes, em culturas diferentes, desenvolvem, em maior ou menor grau, 
diferentes tipos de inteligências”. 
 
Deve-se sempre ter em mente que o deficiente intelectual é uma pessoa como as outras, 
possui vontades, capacidades, especialidades e características particulares. Não se deve olhar 
somente para o “problema” ou sua “incapacidade”, essas pessoas podem carregar consigo 
inúmeras qualidades que, se bem trabalhadas, podem trazer vários benefícios para a comunidade 
como um todo. 
 
Porém, os alunos portadores de Deficiência Intelectual enfrentam grandes desafios no que 
se refere à aprendizagem escolar, como, por exemplo, professores despreparados, falta de 
adaptações curriculares e pouco uso de tecnologias. Os professores precisam “utilizar-se de 
experiências concretas para aprender, estímulos e motivações para aprender, elogio e recompensa, 
individual e em grupo e atenção individual” (RELVAS, 2011, p. 86). 
 
O uso da tecnologia pode garantir que o estudante portador de deficiência se sinta mais 
seguro com relação à aprendizagem, oportunidades e novas possibilidades de conhecimento. “Ela 
pode permitir a comunicação, a escrita, o registro e a autonomia em diversas tarefas, auxiliandoimensamente no processo de aprendizagem” (KLEINA, 2012, p. 30). 
 
A educação de crianças portadoras de deficiência intelectual deve começar tão logo 
quanto a educação de uma criança dita “normal”, junto com outras atividades que estimulem mais 
o desenvolvimento dessas crianças e se construa novos aprendizados. Fierro (1995, p 247) afirma 
que, “a detecção precoce dos problemas de desenvolvimento contribui para orientar, 
adequadamente, os programas educacionais, nesses primeiros anos”. A aprendizagem envolve 
habilidades cognitivas, e algumas são fundamentais para o processo de aquisição de 
conhecimento. Os alunos portadores de deficiência intelectual precisam que várias áreas sejam 
estimuladas para que ocorra a aprendizagem. “A neurociência dialoga com várias áreas do 
conhecimento, entre e as a educação. Esse diálogo é fundamental para ajudar todas as pessoas no 
processo de ensino e aprendizagem, principalmente as que possuem algum tipo de deficiência” 
(GROSSI, 2018, p. 131). 
 
A educação convencional não é suficiente para o aluno portador de deficiência intelectual; 
as abordagens tradicionais não dão conta da aprendizagem de diversos alunos que se encontram 
em nossas escolas hoje, não conseguem abordar como o conhecimento é adquirido conforme suas 
capacidades. Assim, uma nova educação inclusiva, uma reorganização para atender as diferenças 
existentes na sala de aula, é o caminho para que ocorra a aprendizagem. Isso é favorecer ao aluno 
deficiente uma nova abordagem para que se efetive o conhecimento, respeitando suas condições 
de aprendizagem, sem igualá-lo aos outros. Como diz Padilha (2001, p. 135) “vencer as barreiras 
de sua deficiência – expandir possibilidades, diminuir limites, encontrar saídas para estar 
no mundo, mais do que ser apenas uma pessoa no mundo”. 
 
Apresentar atividades digitais para alunos portadores de deficiência intelectual é 
uma boa oportunidade de fazer com que eles consigam superar certas dificuldades 
encontradas durante as atividades escritas. Com o tempo e insistência pode-se notar 
que esse tipo de atividade é significativo. Logo no início pode gerar um pouco mais de 
esforço dos profissionais, mas em longo prazo os benefícios para toda turma serão 
notórios. O aluno com deficiência intelectual pode realizar várias vezes a mesma 
atividade, convertendo-se quase que em um reforço, pois pode realizar essas atividades 
no seu ritmo e no seu tempo, sempre exigindo mais de seu raciocínio, transferindo todo 
o seu aprendizado em sala de aula. (KLEINA, 2012). 
 
Para que essas atividades sejam realizadas na escola, normalmente existem 
laboratórios de informática carregados com Software Educativos, encarregados de 
colaborar com a aprendizagem dos alunos, reforçando os conteúdos trabalhados em 
sala de aula. Para Lucena (1992, apud. KLEINA, 2012, p. 142) esse software é “todo 
programa que possa ser usado para algum objetivo educacional, pedagogicamente 
defensável, por professores e alunos, qualquer que seja a natureza ou finalidade para a 
qual tenha sido criado”. 
 
Sabe-se que esses softwares são mais voltados para alunos sem deficiência, 
pois quanto maior forem os elementos que compõe o software, maior será seu preço. 
Por isso deve-se estar bem atentos na escolha do software que a escola terá, precisam-
se levar em consideração os alunos com e sem deficiência, para que o investimento 
sirva para todos os educandos. “A escolha do software educativo deve favorecer a 
aprendizagem do educando com deficiência, com suas características e necessidades 
individuais, quanto dos demais estudantes” (KLEINA, 2012, p. 145). Para alunos 
portadores de deficiência intelectual, os níveis de dificuldade devem ir aumentando aos 
poucos, para chegar a níveis mais complexos de aprendizagem nosso softwares 
educativos. 
 
 
 
O PAPEL DO COORDENADOR PEDAGÓGICO DIANTE A INCLUSÃO ESCOLAR 
 
O Projeto Política Educacional nos dá a identidade da escola e mostra o caminho que deve 
ser percorrido para se receber de fato uma boa educação, pois toda escola tem seus objetivos, 
sonhos e ideais, portanto, na perspectiva do PPP, a escola tem o norte , que se torna um meio de 
ajuda para encontrar maneiras de realizar os objetivos da escola. Toda escola formula PPP com o 
auxílio de professores, funcionários e familiares indicados pela LDB, pois quem tem a 
responsabilidade pelas normas básicas do auxílio educacional é ela, principalmente quando nos 
referimos aos alunos com necessidades especiais como auxílio especial, pois este é as escolas que 
regulamentam a educação especial são uma forma de lei escolar, mas mesmo que sejam 
regulamentações, o sistema em última análise as exclui porque o ensino precisa se adaptar às 
diferenças e necessidades de todos. 
 
Para os profissionais que trabalham com esse cliente, é necessário oferecer cursos de 
formação que levem em conta a heterogeneidade da sala de aula e ensinar a esses professores 
como usar todas as diferenças da sala de aula, desde alunos modelo, alunos em situações difíceis, 
até pessoas em sociedades marginalizadas precisam de ajuda especial, elas ajudam a usar 
materiais de ensino, recursos de ensino, tecnologia e, em suma, tudo que proporciona aos alunos 
um melhor aprendizado e interação. 
 
Pode-se ver que o papel do supervisor não é nada fácil, e muitas vezes é confundido com 
um burocrata supervisor puro, que falha em promover a integração do comportamento docente, 
comportamento do supervisor e a cooperação coletiva do supervisor devem ser considerados. 
A escola e seu foco principal são os professores, pois o trabalho de orientação é trabalho 
do instrutor e dá sentido à orientação, pois parte da realidade e das dificuldades encontradas pelo 
professor, assim formaram uma ação comum, e voltaram-se para o trabalho docente pautado na 
democracia e princípios do diálogo, em um ambiente onde a burocracia é mais valiosa do que 
completar um trabalho bem desenvolvido, o supervisor muitas vezes está no meio da "papelada" e 
precisa prestar contas ao superior e parar de cooperar com mais atividades de ensino pode de fato 
fazer a diferença, porque é necessário supervisionar as atividades de ensino, implementar as 
normas e regulamentos dos superiores, avaliar os resultados do ensino, cuidar dos planos 
curriculares, fornecer atividades de formação aos professores e fazer a distinção entre a formação, 
como na educação especial. 
 
Ou seja, para ser um excelente orientador, devemos entender o conhecimento da sala de aula 
e todas as dificuldades que os professores encontram no dia a dia, para que possamos começar a 
realizar um trabalho destacado na supervisão e dar o suporte necessário aos professores. Cada 
educador escolar procura auxiliá-los da melhor forma, buscando formas de suprir todas as suas 
necessidades, seja por meio de projetos, treinamentos ou auxiliando no dia a dia, quando sabemos 
os resultados que queremos, é possível supervisionar com sucesso. Cabe ao supervisor inspecionar 
acerca de todo o sistema educacional, para que a escola possa alcançar as metas do saber e as metas 
da escola, agindo numa administração que auxilie os professores na orientação dos alunos especiais 
ou não, aumentando o currículo escolhendo e instruindo, fornecendo junto a escola circunstâncias 
de trabalho, preparando material e meios educativos. Nesse caso é concernente ao supervisor 
assessorar as circunstâncias do conhecimento como “ensino de qualidade”. Controlando a ética 
competente para conseguir um ensino de importância especialmente numa escola inclusiva. 
 
 
A ATUAÇÃO DO COORDENADOR PEDAGÓGICO NOS PROJETOS DE INCLUSÃO 
 
O coordenador tem tarefas diárias. Ele precisa acompanhar e registrar o ensino e 
aprendizagem e intervir de forma ética e empática. Além disso, ele precisa dialogar e estar bem 
informado. Essas iniciativas objetivam promover e detalhar planos de ação que procuram 
enfrentar as dificuldadesdo cotidiano escolar. 
A resiliência e empenho da coordenação escolar tendem a promover melhores condições 
de trabalho na escola por meio da valorização de professores. Seu trabalho também contribui para 
o acolhimento de jovens alunos, a inserção de seus responsáveis na rotina de aprendizagem e a 
formação continuada de todos os envolvidos no processo. 
Segundo Celso Vasconcellos (2010), um coordenador não deve ser confundido com um 
fiscal de professor, pombo correio ou quebra-galho (p. 86- 87). É fundamental que haja um 
ambiente de trabalho adequado. Em outras palavras, ambientes escolares com culturas saudáveis 
de trabalho não enxergam a função da coordenação como punitivista de colegas ou generalista. 
Além disso, não é adequado que coordenadores exerçam serviços de outros campos de atuação, 
como inspeção escolar, enfermagem, secretaria e afins. 
Nas últimas décadas, o foco da educação inclusiva no Brasil foi o de garantir o acesso de 
crianças, adolescentes e jovens com deficiência à escola comum. Hoje, mais de dez anos após a 
implementação da política que orienta a educação especial na perspectiva inclusiva, a 
preocupação dos educadores é garantir o direito à aprendizagem. Afinal, incluir não é só estar no 
mesmo espaço, mas também possibilitar que todos possam se desenvolver integralmente e ter 
sucesso escolar. 
 
Como a perspectiva inclusiva prevê a colaboração de todos, os coordenadores 
são responsáveis por garantir que informações trazidas pelos próprios estudantes, seus 
familiares, outros profissionais envolvidos e parceiros da escola sejam contempladas 
nos momentos coletivos. Samuel conta: “Na nossa escola, esses encontros reúnem os 
professores da sala regular, os profissionais do atendimento educacional especializado 
(AEE), outros de apoio, tudo em diálogo com as famílias”. 
A presença do docente do AEE nas horas de trabalho pedagógico, aliás, é 
fundamental para superar os desafios encontrados na sala comum. Quando ele 
participa, pode propor atividades ao colega da sala comum considerando os interesses 
e as necessidades de cada aluno com deficiência, identificar possíveis barreiras à 
aprendizagem e apontar estratégias para que o estudante tenha as mesmas 
oportunidades que toda a turma. “Os coordenadores devem garantir que eles estejam 
presentes”, afirmam as especialistas do IRM. E, ao trabalhar essas questões 
coletivamente, as soluções encontradas potencializam a aprendizagem de todos os 
alunos, com ou sem deficiência. 
Na relação com mães, pais ou responsáveis, Katia reforça que cabe à 
coordenação pedagógica buscar informações sobre a vida do estudante que podem ser 
úteis para a escola. “Juntar o que a família traz com aquilo que os educadores veem em 
sala de aula”, reforça. Chamá-los para contar como se comunicam com a criança, o que 
ela gosta de fazer, o que ela comenta sobre a escola em casa são maneiras de se 
aproximar dos familiares de modo propositivo. 
 
O TRABALHO DO COORDENADOR EM ARTICULAR O AEE COM OS 
DEMAIS EDUCADORES 
 
Percebo e entendo a atuação docente como um trabalho interativo sobre o outro 
e com o outro, uma construção coletiva de “fazer com” e não “fazer para” alguém. 
Sendo assim, o papel do professor do atendimento educacional especializado (AEE) é 
também encontrar maneiras para somar à gestão escolar, aos professores regentes, a 
todos os profissionais da escola e com aos familiares para possibilitar, efetivamente, 
uma educação inclusiva. 
Desde 2009, com a implementação da Política Nacional de Educação Especial 
na Perspectiva Inclusiva (PNEEPEI), o trabalho dos professores do AEE nas salas de 
recursos multifuncionais se estabeleceu, predominantemente, no contraturno da 
escolarização para crianças e adolescentes que têm necessidades de uma intervenção 
mais individualizada. Isso foi feito para que essa atuação fosse complementar às aulas 
regulares, e não substitutiva. Mas também provocou um distanciamento que parece 
inevitável, como se a ponte que interligasse os dois serviços [AEE e ensino regular] 
estivesse interditada pelas barreiras de espaço e tempo, uma vez que ocorrem em 
horários diferentes e até mesmo em lugares distintos, no caso dos estudantes que 
precisam ir para outra escola ou instituição para participar do AEE. Alguns profissionais 
relatam que se sentem isolados, pela escassez de encontros ou pela impossibilidade da 
troca com os professores regentes. Em meio às questões burocráticas, administrativas, 
pedagógicas e barreiras atitudinais, acaba-se tendo rupturas na comunicação entre os 
dois serviços. 
O sentimento de isolamento não é de todos, mas é real, existe e precisa ser 
validado e discutido. A cultura escolar também precisa mudar para que os professores 
do AEE se sintam abraçados como parte da equipe que compõe a escola. Percebo que, 
nos locais nos quais isso acontece, há uma diferença nítida no resultado do trabalho do 
profissional, que se sente valorizado. 
O professor regente também é afetado pela falta de parceria com os profissionais 
da educação especial. Quando eu era professora regente, meu contato com as 
docentes do AEE era limitado a poucas conversas realizadas por telefone e às 
devolutivas feitas por meio do plano de ensino individualizado (PEI). Agora, como 
coordenadora do AEE, sei que a elaboração desses planos requer muito tempo de 
observação dos educadores. Ainda assim, também sei que, às vezes, as informações 
contidas no documento não respondem a algumas das questões pontuais vividas no dia 
a dia da sala de aula regular. Eu sentia falta de orientações dentro do contexto da aula. 
É preciso, portanto, cautela para que o trabalho do AEE no contraturno não se 
torne estanque. Essa via não é de mão dupla, é de mão única! As equipes gestoras das 
escolas devem possibilitar meios de articular e promover trocas para que professores do 
AEE e professores regentes, em colaboração com coordenadores e diretores, 
caminhem juntos, no diálogo e na prática, buscando pertencimento e firmando 
parcerias. 
Nós, profissionais do AEE, precisamos nos fazer presentes nos espaços que 
compõem o todo da escola, marcando nosso lugar de fala, tecendo diálogos com as 
famílias, com os gestores das instituições, com os professores regentes e demais 
profissionais, dando passos na mesma direção, o que beneficiará crianças e 
adolescentes público-alvo das ações do AEE. 
Os desafios para articular tudo isso são muitos e estamos começando o trabalho. 
Mas ele é essencial porque todo estudante tem direito de ser, estar e pertencer à 
escola. E os profissionais da educação especial têm o direito de serem acolhidos como 
equipe. Os gestores precisam articular meios para efetivação desses direitos e todos os 
envolvidos precisam se sentir parte do processo, acessando rampas, em linguagem 
literal e figurada que viabilizem uma escola para todos e para cada um. Isso é uma 
construção coletiva! Seguimos quebrando paradigmas, em constante alerta para que 
ninguém se sinta isolado, deixe de ser ouvido ou respeitado por seus pares nem fique à 
beira do caminho. O trajeto é longo, mas estamos dando passos nessa direção. 
 
DESAFIOS E POSSIBILIDADES: ADAPTAÇÕES CURRICULARES 
 
Nesse sentido, para que aconteça a inclusão social na escola, é preciso uma 
adequação curricular para incluir essa demanda, abraçando e traçando metas para 
superar desafios, e que os professores abracem a causa, participando das capacitações 
(formação continuada), que servirão de suporte para sua prática pedagógica. A 
formação continuada possibilita aos profissionais junção teoria/prática, metodologias, 
dinamismo e aprendizagens, sendo expostos em discussão/diálogo permitindo a troca 
de ideias, atualizando e apresentandoas de modo mais significativo, com aprendizagens 
que possam vir a beneficiar as crianças e ao mesmo tempo ao professor. Neste sentido 
Batista e Mantoan (20007, p. 17), destacam que: Aprender é umaação humana 
criativa, individual, heterogênea e regulada pelo sujeito da aprendizagem, 
independentemente de sua condição intelectual ser mais ou ser menos privilegiada. São 
as diferentes ideias, opiniões e níveis de compreensão que enriquecem o processo 
escolar e clareiam o entendimento dos alunos e professores. 
Desse modo, as crianças com DI ganham experiências e estímulos de novas 
habilidades através das práticas que lhe são ensinadas, eliminando barreiras e dando-
lhes autonomia e oportunidade sem descriminação, com criatividade e acessibilidade 
segundo a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, artigo 4° 13.146/2015 
(BRASIL, 2015). Conforme Carvalho (1999), para que essas barreiras sejam superadas 
faz-se necessário entender que a inclusão à pessoas com DI não é apenas uma 
responsabilidade da escola ou professores mais da sociedade como um todo, pois a 
inclusão vai além da escola. 
 
Vale salientar que o documento a qual norteia a educação inclusiva é a 
Declaração de Salamanca, apresentando os direitos e de uma proposta de ação para 
pessoas com deficiência. A declaração surgiu em uma Conferência Mundial, 
patrocinada pela UNESCO, em Salamanca, na Espanha, entre os dias 07 e 10 de junho 
de 1994, em prol dos direitos a alunos com qualquer grau de deficiência ou distúrbio 
neurológico de aprendizagem. A pessoa com deficiência intelectual pode ter 
comprometimento em áreas específicas do cérebro, por ele fazer menor quantidade de 
conexões neurais entre as células nervosas, porém isso não quer dizer que elas não 
sejam capazes, pois todas as pessoas, com ou sem deficiência, tem suas próprias 
limitações e potencialidades em diversas áreas de conhecimento e até na sua atuação 
social. Existem diversas pessoas com deficiência e conseguem vencer desafios e se 
tornam destaque nas mídias sociais, na carreira acadêmica, profissional entre outras. 
Da mesma maneira a pessoa com DI, que tem suas potencialidades e podem não ser 
percebidas pela falta de credibilidade ou preconceito da comunidade a qual está 
inserida, bem como o capacitismo, mas na atualidade a superação e aceitação pela 
deficiência vem ganhando um novo cenário, em vez de serem segregados ou se 
esconderem, estão a cada dia empoderados e mostrando que a deficiência não os 
impedem de viver, existem músicos com DI, cantor, comediante, ator, entre outros, isto 
é, estão em todo lugar sejam eles anônimos/ desconhecidos ou famosos conquistando 
seu espaço e demostrando para sociedade que todos temos as mesmas capacidades 
mesmo com limitações. 
O coordenador pedagógico desempenha um papel essencial nas instituições de 
ensino, sendo um dos pilares fundamentais para a evolução constante da prática 
educacional. Especialmente no que diz respeito à formação continuada dos docentes, 
esse profissional tem a responsabilidade de desenvolver e implementar projetos que 
estejam alinhados ao projeto político pedagógico da escola. Tais projetos são criados 
para enriquecer o ambiente educacional, oferecendo aos professores espaços de 
estudo, reflexão e diálogo colaborativo sobre suas práticas docentes. 
 
 
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
 O supervisor pedagógico tem grande importância em todo o processo 
ensinoaprendizado, tendo a função de auxiliar o professor a atingir metas pré-
estabelecidas, bem como, garantir que os alunos efetivamente assimilem o conhecimento 
lecionado. No que tange inclusão, cabe ao supervisor pedagógico buscar junto ao 
professor mecanismos adequados para efetivar os direitos humanos inerentes quaisquer 
necessidades especiais. Desta premissa, o grande desafio da educação inclusiva é 
expandir-se, tendo como objetivo principal a pedagogia centrada no discente. Tal 
centralização não deve separar alunos, mas sim, incluí-los e principalmente adaptar-se as 
peculiaridades individuais. Como outrora apresentado, a inclusão é uma oportunidade que 
está sendo aberta para o avanço da educação escolar como um todo e para as pessoas 
com ou sem necessidades especiais. A inclusão implica em uma alternativa de conduta 
que é primordial para a formação dos cidadãos. Inserir totalmente as crianças na escola, 
bem como, tratalas com igualdade ética, equidade e respeito, é um direito fundamental; 
todos devem ter acesso ao saber e a formação. 
 Desta premissa, faz-se necessário para um desenvolvimento social benéfico para 
todos, que docentes e discentes, governo e sociedade em geral, trabalhem a educação 
como mecanismo para desconstruir preconceitos, estereótipos, discriminações, bem como, 
rompendo barreiras físicas e mentais; adaptando-se para que todos, independentemente 
de quaisquer condições, têm iguais condições de aprender; outrossim, vislumbra-se a 
necessidade ter como objetivo principal o bem estar de todos que no meio do processo 
educacional entenderiam a necessidade do respeito às diversidades existentes. 
 As contribuições deste estudo são múltiplas. Primeiramente, ele oferece insights 
valiosos sobre como a coordenação pedagógica pode efetivamente melhorar a prática 
educativa em contextos inclusivos, servindo como um guia para políticas educacionais 
futuras. Além disso, destaca a importância da formação continuada como um processo 
dinâmico e adaptativo que precisa ser constantemente revisado e aprimorado para atender 
às exigências de um ambiente educacional em constante mudança. 
 Assim, conclui-se que a coordenação pedagógica tem um papel inestimável na 
configuração da educação inclusiva. Sua atuação eficaz não só melhora a prática 
pedagógica, mas também modela o ambiente educacional de maneira a refletir os valores 
de uma sociedade que respeita e valoriza a diversidade. O estudo, portanto, serve como 
um chamado para um investimento contínuo na formação e desenvolvimento profissional 
dos coordenadores pedagógicos, para que possam continuar a ser os agentes de mudança 
necessários na promoção de uma educação verdadeiramente inclusiva. 
 
REFERÊNCIAS 
 
 
 
ALARCÃO, Isabel. Supervisão Pedagógica: princípios e práticas. Campinas, SP: Papirus, 2001, b. 
 
BARRETO, Angela Maria R. F. A educação infantil no contexto das políticas públicas. 
Revista Brasileira de Educação, Brasília, n. 24, dez. 2003. 
 
MANTOAN, M. T. E. Inclusão Escolar. Editora Moderna, 2006. 
 
MANTOAN, Maria Tereza Egler. (Org.) Caminhos pedagógicos da inclusão. São Paulo: 
Memnon, 2001. 
 
MENDES, Enicéia Gonçalves; FERREIRA, Júlio Romero; NUNES, Leila Regina d'Oliveira de 
Paula. Integração/inclusão: o que revelam as teses e dissertações em educação e psicologia. In: 
NUNES SOBRINHO, Francisco de Paula (Org.). Inclusão educacional: pesquisas e interfaces. 
 
SASSAKI, Romeu K. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. 7. ed. Rio de Janeiro:WVA, 
2006.

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