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09/02 - ENDODONTIA
ANATOMIA INTERNA
❖ Cavidade pulpar é dívida em: 
Canal radicular: 
• Pode ter trajetos diferentes: 
• Reto;
• Curvo;
• Sinuoso (presença de mais de uma curvatura);
Câmara pulpar: 
• A anatomia interna reproduz a anatomia externa;
• Fica estreita no sentido vestíbulo lingual;
• Larga no sentido mésio distal;
❖ OS DENTES PODEM SER: 
• Uniradiculares: 
• Teto da câmara pulpar;
• Polpa;
• Corno pulpar;
• Multiradiculares (há presença de assoalho da câmara pulpar): 
• Teto da câmara pulpar;
09/02 - ENDODONTIA
• Polpa;
• Corno pulpar;
• Assoalho da câmara pulpar;
❖ ENTRADA E SAÍDA DOS CANAIS RADICULARES: 
• Entra pela câmara pulpar e sai pelo forame apical; 
Pode apresentar:
• 1 entrada →1 saída;
• 2 entradas → 1 saída;
• 2 entradas → 2 saídas (cada canal tem seu forame apical independente);
❖ HESS (1917): 
• Anatomia interna se assemelha a anatomia externa;
• A câmara pulpar acompanha a forma externa do dente;
• Dente irrompe na cavidade oral, apresenta polpa ampla, diminui progressivamente com o 
passar do tempo (formação da dentina contínua – secundária → fisiológica);
• Cavidade pulpar apresenta ramificações laterais e apicais;
❖ FATORES QUE ALTERAM A CAVIDADE PULPAR (CAI NA PROVA): 
• Deposição de dentina secundária → fisiológica;
• Deposição de dentina terciária → patológica;
• Calcificações que ocorrem no tecido pulpar (processos degenerativos da polpa → se torna 
mais calcificada);
• Reabsorção dentinária interna (doença degenerativa → cavidade ovalada) dificuldade 
para realizar a endodontia;
• Anomalias de formação;
❖ PONTOS FUNDAMENTAIS (CONHECIMENTO NECESSÁRIO): 
• Inclinação do dente no arco (dois sentidos para cada dente → mésio distal e vestíbulo 
lingual);
• Avaliar eixo coronário X eixo radicular (coroa não está na mesma inclinação da raiz);
• Comprimento da coroa;
• Comprimento total do dente; 
• Número de raízes;
❖ Forma da raiz: 
• Circular (ideal);
• Elíptica (achatada);
• Oitóide (formato de 8);
09/02 - ENDODONTIA
• Rimiforme (formato de ferradura);
• Separadas;
• Parcialmente fusionada;
• Fusionada;
• Divergente;
• Convergente;
• Forma do canal;
• Situação (condição) anatômica da raiz → convergente, divergente;
• Curvaturas radiculares (índice de Schineider);
• Número de canais e localização;
• Tipos de canais;
• Outros componentes do sistema de canais radiculares;
• Posição do forame apical;
❖ SISTEMAS DE CANAIS (CAI NA PROVA): 
• Canal principal → maior;
• Canal recorrente → sai do canal principal e volta para o mesmo, sem exteriorizar-se;
• Ramificação reticular → liga o canal principal ao recorrente;
• Canal secundário → sai do principal na região do ápice e alcança o periodonto lateral;
• Cavo interradicular → sai do assoalho na região de furca;
• Laterias → sai do canal principal e se liga ao periodonto lateral, na região de terço médio;
• Colaterais → paralelo ao canal principal;
• Interconduto → liga o principal ao colateral;
• Acessório → liga o canal secundário até a porção apical;
• Delta apical → se ramifica em vários na parte apical;
09/02 - ENDODONTIA
❖ ANATOMIA APICAL: 
• Zona crítica apical → 3 a 4mm é onde encontramos a maior parte das ramificações → 
garantir a limpeza, desinfecção e fechamento dessa porção;
CONSTRIÇÃO APICAL:
• Parte mais estreita e fica próximo à saída do forame maior;
FORAME MENOR: 
• Primeira saída do canal e perto da constrição;
• Para cima temos o canal dentinário;
• Junção cemento / dentina / canal
❖ KUTTLER (1955): 
• Centro do forame → desvia o vértice com a idade e com o resultante espessamento do 
cemento;
• DIÂMETRO DO FORAME: 
• Aumenta com a idade e com o resultante espessamento do cemento → diâmetro 
ligeiramente maior no sentido V-L;
• Menor diâmetro usualmente em dentina → constrição apical;
• Aspecto de funil mais acentuado com a idade → maior diâmetro do forame, menor o 
diâmetro do canal;
• Espessura do cemento 0,5 mm em mais jovens;
• Formação fisiológica de cemento na porção apical → manutenção da DV
(Centrípeto → dentro para fora) com uso dos nossos dentes ocorre desgaste
❖ FORAMES APICAIS: 
• Oval;
• Achatado;
• Formato de 8;
09/02 - ENDODONTIA
• Múltiplas foraminas;
• SAÍDA DO FORAME APICAL: 
• Apenas em 10% é centralizado;
• Maior parte para distal 48%;
• Pode sair em qualquer direção;
16/02 - ENDODONTIA
CIRURGIA DE ACESSO EM DENTES ANTERIORES E PRÉ-MOLARES
➢ Mesiodistal = próximo proximal 
➢ O canino superior é o maior dente da boca, e pode chegar a 3 tamanhos, 
21mm – 25mm – 33mm 
 A cirurgia de acesso copia o formato da coroa 
 Incisivos = triangular 
 Caninos = losango, forma de lança 
Preservar a estrutura dental, abrir somente o que preciso, o objetivo é salvar os canais 
e preservar a estrutura 
Sequência da cirurgia de acesso 
1. Acesso e contorno
 Ponto de eleição para cada grupo dental 
2. Remoção do tecido cariado
 Restaurações defeituosas também 
3. Forma de conveniência 
 Adaptação da forma de contorno relacionada ao preparo cirúrgico da cavidade 
4. Tratamento das paredes de esmalte 
 Remoção dos prismas de esmalte sem suporte, cavo-superficiais 
5. Limpeza da cavidade 
 Tecido cariado, restos de dentina, pedaços de restaurações 
Fase de acesso 
1. Acesso a câmara pulpar
 fase de abertura 
2. Acesso a entrada do canal e seu preparo 
 Fase de abertura
3. Acesso ao forame apical 
 Fase de preparo (fase de limpeza) 
Kit de brocas 
Diamantadas 
 4114 / acabamento nos ângulos cavo-superficiais 
 3118F / acabamento nas paredes da câmara pulpar 
Esféricas 
 1016HL / (haste longa) (diamantada) 
 1012HL / (haste longa) diamantada
 1014 / diamantada
 5 / carbide (usa em dentina)
Tronco cônicas 
 4138 (principalmente em molares)
 4138 especial (sem diamante na ponta) – ajuda a não cortar quando se está 
trabalhando perto de assoalho 
As brocas de acesso devem ser compatíveis com o tamanho da coroa. 
16/02 - ENDODONTIA
• Acesos a câmara pulpar e seu preparo 
Ponto de eleição 
 Onde será feita e começa a abertura 
 Área mais central da superfície lingual 
Forma de contorno inicial 
 Forma geométrica que se desenha na superfície dentária para que se consiga 
fazer a abertura
 Deve ser baseada na anatomia do dente 
 1º perpendicular ao longo eixo do dente 
 2º paralelo ao longo eixo do dente
 Aprofundamento e ampliação da cavidade = Sempre visualizar a forma do 
grupo dental 
 Manobras sucessivas são feitas até atingir a polpa. Após remoção do teto da 
câmara pulpar
Direção de trepanação 
 Direção dada a broca para se inserir na cavidade pulpar 
 Trepanar é quando se entra em uma cavidade já pré-existente. Quando 
entramos em algo no organismo que já tem um espaço prévio 
 Paredes cavitarias planas, lisas e levemente divergentes para a oclusal 
 Propicia luminosidade ao campo e acesso direto ao canal 
 Depois de trepanada, a cavidade pulpar vai se removendo 
Forma de conveniência 
 Resultado final de toda a cirurgia de acesso 
 -
Verificamos remanescentes de teto da câmara pulpar por meio da ponta do explorador 
 fragmentos da polpa nesta região resultam em alterações cromáticas da coroa 
e dificultam o preparo do canal radicular 
na altura correspondente ao cíngulo encontramos um cotovelo de dentina na câmara 
pulpar 
este deve ser removido com o auxílio de brocas esféricas ou gates gilden de HL na 
baixa rotação 
• Abertura dos incisivos centrais e laterais 
Central e lateral superior 
Forma de conveniência triangular com a base para a incisal
2mm acima do cíngulo se faz a abertura no ponto de eleição, avançando aumentando 
e aprofundando o triangulo 
Remoção do teto 
Central e lateral inferior 
1 ou 2mm acima do cíngulo 
Forma de conveniência triangular com a base para a incisal
Remoção do teto e alisamento das paredes 
16/02 - ENDODONTIA
• Caninos 
Ponto de eleição próximo ao cíngulo na face palatina, com desenho em losangular 
Emoção do teto e alisamento das paredes
• Tratamento endodôntico dos Pré-molares 
Complexidades anatômicas = presença do assoalho= zona de risco 
Avaliação preliminar 
Radiografia inicial 
Remoção do tecido cariado 
Radiografias complementares 
Dissociação radicular 
Abertura coronária 
Oferecer acesso fácil direto ao canal 
Incluir no sue interior todos os cornos pulpares (remover todo o teto) 
Eliminar todas as saliências do teto 
O assoalho da câmara pulpar nunca devera ser deformado 
Brocas de haste longa serão uteis em uma câmara pulpar profunda 
Objetivos 
Dar diveregencias e planificar as paredes 
Melhorara visualização das entradas dos canais 
Acesso livre e direto a região do canal 
Facilitar o preparo do canal 
1º e 2º pré-molares superiores
1º PRÉ MOLAR SUPERIOR
Duas raízes 
1 canal vestibular e 1 canal palatino 
 1º PRÉ MOLAR SUPERIOR
1 raiz 
2 ou 3 canais 
Ponto de elição 
Nível da fosseta central 
Forma em elipse (círculo achatado e alongado)
Direção de trepanação 
Direção ao longo eixo do dente 
16/02 - ENDODONTIA
As limas não devem se encostar na entrada, devem estar paralelas, caso ocorra, deve 
ser feita uma abertura maior 
Forma de conveniência 
Remoção de todo prisma de esmalte sem suporte 
1º e 2º pré-molares inferiores
1º PRÉ MOLAR INFERIOR
1 raiz 
2º PRÉ MOLAR INFERIOR
1 raiz 
Abertura eliptiaca ou em forma de 8 
Ponto de eleição
Nível da fosseta central para a mesial, logo ao lado da bossa 
Direção de trepanação
Ao longo eixo do dente
Forma de conveniência
1º pré - Forma circular 
2º pré - Forma ovoide 
Preparo 
Paredes lisas, planas, sem resto de teto, acesos direto, paredes planas e paralelas a 
oclusal
 
23/02 - ENDODONTIA
PREPARO PARA TERAPIA ENDODÔNTICA: ISOLAMENTO ABSOLUTO
• Vantagens 
Ergonomia 
Campo operatório seco
Melhora visualização 
Elimina interferências de língua, lábios, bochechas e gengiva 
Previne o embaçamento do espelho
Diminui perda de tempo 
Relaxa o paciente 
Biossegurança 
Efetiva barreira mecânica 
Reduz contaminação por aerossóis 
Manutenção da cadeia asséptica 
Diminui infecção cruzada 
Isolamento absoluto - Padrão mínimo de atendimento 
Ético – legais 
Proteção ao paciente 
Proteção dos tecidos gengivais adjacentes a ação caustica das SQA (substâncias químicas 
auxiliares)
Proteção contra os instrumentos rotatórios e manuais 
Proteção ao profissional 
• Isolamento absoluto 
Técnica de stephan  leva-se todo o conjunto de uma vez 
Técnica da fenda  usa-se os dentes vizinhos, um para distal e um para mesial do dente 
tratado, sendo o grampo no dente para distal. Faz-se 3 furos no lençol e corta se tornando 
uma fenda só. 
Pacientes alérgicos a látex  se usa lençóis sem látex, PVC magipack, usar proteção por cima 
da pele do paciente 
Instrumental necessário 
Lençol de borracha, pinça perfuradora, pinça porta grampo, grampos, arco de ostby, fio dental, 
sugador, tira de lixa metálica, materiais vedados, álcool iodado ou clorexidina (limpeza do 
campo), tesoura, lubrificante, caneta de ponta rosca (marcação do furo).
O arco de plástico em endodontia é para não atrapalhar a radiografia.
23/02 - ENDODONTIA
Arco dobrável  facilita radiografia 
 Pacientes fóbicos 
Vedar 
Interface dente-lençol de borracha 
Usar a vedação para limitar qualquer espaço que fique entre o dente e o lençol
01/03 – ENDODONTIA 
RADIOLOGIA APLICADA NA ENDODONTIA
❖ Inicial diagnostico
• Radiografia não dá diagnostico, apenas é um exame complementar
• Estudo anatômico 
• Planejamento 
• Radiografia pré-operatória 
❖ Tratamento 
• Odontometria 
• Preparo do canal 
• Seleção do cone 
• Obturação 
• Ira fazer radiografias para o tratamento também 
• Radiografias trans operatórias 
❖ Controle pós-operatória
❖ Qualidade da radiografia 
• Máxima nitidez 
• Mínima distorção 
• Grau médio de contraste 
➢ O tempo da revelação, depende da temperatura 
➢ Tempo do fixador, 3 minutos para poder olhar e depois deixar mais 7 minutos 
➢ 20 minutos na agua corrente 
➢ A radiografia não pode estar cortada, apenas em odontometria 
✓ A fistula normalmente não dói 
❖ Radiografia pré-operatória 
• O distanciamento tende a diminuir distorções da imagem 
• Colocar o cano do raio X mais distante, para evitar distorção 
❖ Radiografia inicial 
• Suporte radiográfico – técnica do paralelismo 
• Tamanho aproximado do dente 
• Calcificações – nódulos pulpares 
• Localizações das entradas dos canais 
• Inclinações das raízes 
• Fraturas radiculares 
• Presença de material obturador 
01/03 – ENDODONTIA 
• Instrumentos fraturados 
• Curvatura das raízes 
• Avaliação do forame apical 
• Reabsorções radiculares externas e internas 
❖ Estruturas anatômicas 
Mandíbula
• Forame mentoniano (podem ser confundidos com lesões)
• Fóveas submandibulares 
• Canais nutritivos 
Maxila 
• Forame palatino anterior/forame incisivo 
• Extensões sinusais
• Arco zigomático 
• Canais nutritivos 
❖ Radiografia trans-operatorias 
• Odontometria (no mínimo duas radiografias) 
• Prova do cone 
• Qualidade de obturação 
• Utilizada a técnica da bissetriz 
➢ Técnica da bissetriz, fazer perpendicular ao filme 
➢ Le máster que iniciou a ideia do rolete de algodão 
➢ No mínimo 6 radiografias totais 
1. Radiografia inicial
2. Odontometria 1º
3. Odontometria 2º
4. Prova do cone 
5. Qualidade de obturação 
6. Radiografia final 
❖ Técnica da bissetriz 
Superior 
• Plano de camper 
01/03 – ENDODONTIA 
Inferior 
• 0,5mm a 01 cm da borda inferior da mandíbula 
❖ Posição supina 
• Manutenção do paciente na posição de trabalho 
• Menor manutenção do equipamento 
• Economia de tempo 
• Visão direta para posicionar o cilindro 
❖ Alongamento radiográfico 
• Se diminuir a angulação vai aumentar o dente, mas vai ter uma distorção 
❖ Encurtamento 
• Maior ângulo vertical 
• Existem a variações do ângulo vertical: 
1. Forame incisivo 
2. Seio maxilar 
3. Fraturas radiculares 
4. Inclinações nos molares 
• Alteração do ângulo vertical dissocia a linha de fratura 
➢ Feixe do raio x, precisa estar paralelo a asa do grampo em molares inferiores 
❖ Isolamento absoluto 
• Superior, radiografar o lado oposto que está fazendo o procedimento, com o 
dedo polegar 
• Inferior utilizar o dedo indicador 
❖ Radiografia final 
• Sem isolamento absoluto 
• Técnica do paralelismo 
❖ Variação do ângulo horizontal 
• Dissociação de raízes 
• Utiliza-se o método de clark que tem como importância de dissociar objetos em 
uma imagem bidimensional 
• O objeto mais distante ou a raiz palatina/lingual, vai acompanhar o movimento 
da ampola do raio x 
01/03 – ENDODONTIA 
• Variação do ângulo horizontal clark, varia 20°, e em pré-molar superior varia 
em 30°
• 1º molar superior tem 3 raízes e 4 canais, a melhor visualização dos 4 canais, é 
a radiação distorradial 
❖ Incidências 
• Pré-molar superior – mediorradial
• Molar superior – ortorradial 
• Canal mésio-palatino MS – distorradial 
• Molar inferior – distorradial 
❖ Técnica de le máster 
• Técnica do rolete de algodão 
• Mais utilizado em molares superiores, mas pode ser utilizado em todos os dentes
• Para evitar a sobreposição do seio maxilar nas raízes dos molares superiores, por 
exemplo 
❖ Técnica de fixot 
• Utiliza-se uma tela/grade milimétrica sobreposta no dente, que tinha como função de 
medir o dente 
❖ Outros recursos 
• Radiovisiografia – radiografia digital periapical, funciona por um sensor, tempo de 
exposição é bem menor, você pode movimentar o sensor de acordo com o que 
necessita 
• Radiografia digital – uso de sensor intra-oral sensível ao RX conectado ao computador, 
imagem visualizada no monitor 
Vantagens
1. Ganha tempo, maior captação imediata da imagem 
2. Redução das doses de RX
3. Supressão de películas e líquidos para revelação 
4. Melhoramento na capacidade de diagnóstico 
• Radiografia periapical
• Radiografia panorâmica não dá muitos detalhes, então faz a radiografia 
periapical e por último a tomografia 
08/03 – ENDODONTIA 
TECNICA TRIANGULAR DE RASTREAMENTO RADIOGRAFICO 
 
 INDICAÇÕES 
 Curvaturas radiculares 
 Degraus 
 Perfurações 
 Instrumentos fraturas Canais calcificados 
 
 Quando a perfuração e bem na mesial, as três radiografias vão estar na mesial 
 Quando a perfuração é bem na mesial, as três radiografias vão estar na distal 
 
ODONTOMETRIA 
 
 Odontometria serve para medir o canal radicular 
 
 O que é o limite C.D.C 
 Limite cemento dentina canal 
 É o ponto de maior constrição do canal 
 
 Biologicamente 
 Reação inflamatória não prolongada, tem um menor tempo para cura 
 
 Consequências 
 Sub – obturações 
 Se caso deixar um dente sem fazer uma parte, uma obturação mais curta da raiz, 
sobrando assim microrganismos, causa infecções na região apical 
 
 Sobre obturações e sobre extensão 
 As duas obturações estão para fora do que deveria, estão além 
 Sob obturações é quando tem extravasamento de materiais, mais comum o cimento, 
mas o organismo reabsorve o cimento, raiz fica vedada 
 Sob extensão é quando a obturação esta falha, coloca o material para fora, e a raiz não 
está vedada 
 
 Métodos 
 Senso tátil 
 Usa nossa capacidade, olhos, cérebro e habilidade com as mãos 
 
 Radiográfico 
08/03 – ENDODONTIA 
 Métodos eletrônicos 
 Localizadores foraminais eletrônicos 
 
 Formula da odontometria 
 CAD – 4mm = comprimento real do instrumento 
 CRI + X = CRD 
 CRD – 1mm =CRT 
 
 A odontometria faz parte do preparo do orifício de entrada do canal radicular 
 Utiliza broca de gates 
 
 Escolha do primeiro instrumento 
 Baseado em condições anatômicas do canal radicular 
 Instrumento que se ajuste no que eu estou precisando 
 O primeiro instrumento é uma lima tipo K 
 Pode ser triangular ou retangular 
 
 CAD (comprimento aparente do dente) 
 Comprimento aparente do dente, obtém esse comprimento na radiografia inicial 
 Se chama comprimento aparente pois a primeira radiografia pode ter distorção 
 Medir quanto tem da borda incisal até o final da raiz (vértice radiográfico) 
 Ponto de referência – escolhe o ponto de referência o mais próximo do canal a ser 
tratado 
 Radiografia inicial e final sempre paralelismo com posicionador, para ter mínima 
distorção 
 
 Tratamento 
 Da uma tratada no dente, para ser um ponto de referência fiel, serve para não perder 
a odontometria 
 Remoção do esmalte sem suporte 
 Planificações da parede 
 
 CRI 
 Comprimento real do instrumento 
 Resultado dado por, CAD - 4mm 
 Retiramos os 4mm por medidas de segurança para compensar distorções radiográficas 
 Coloco o stop no instrumento, para calibrar e se adequar ao tamanho do canal 
 Passa o resultado que obtive e passa para o instrumento endodôntico, necessário 
calibrar 
 
08/03 – ENDODONTIA 
 RX-4mm = CRI 
 24,0 – 4,00 = 20,00 mm 
 Movimentos de penetração, entra oscilando, direita/esquerda 
 
 X 
 Com a lima dentro do canal que já obteve o resultado da calibração 
 Medida entre o vértice radiográfico e a ponta da lima 
 Técnica de bissetriz para a segunda tomada radiográfica 
 Medida do instrumento até o vértice radiográfico 
 
 CRD (comprimento real do dente) 
 CRI + X 
 
 CRT 
 CRD – 1mm 
 Pode ter polpa viva ou polpa morta 
 Na polpa viva, não invade o canal cementario, para não ser agredido e ajudar na 
obturação fisiológica 
 Polpa morta, tem modificação do tecido pulpar e tem uma mortificação na superfície 
externa, reabsorção da superfície apical, 1 mm de segurança já imaginando essa 
 
 Terceira radiografia 
 Necessário fazer uma radiografia de confirmação 
 Pegar outro instrumento, não pode ser o mesmo do CRI, as vezes precisa ser mais fino 
 Precisa enxergar o halo de dentina ao redor do instrumento, a 1 mm do vértice 
radiográfico 
 
 Correta odontometria, tem um pós-operatório bom, pois não deixa partes 
contaminadas no canal radicular 
 CRT não é uma medida estática, pode ser que precise fazer o reajuste para obter um 
comprimento real de trabalho dinâmico, principalmente em canais curvos 
 
INSTRUMENTAL E MATERIAL ENDODÔNTICO 
EXPLORADORES 
•Ponta reta N5
•Ponta angulada N5 modificado 
PINÇAS 
•Pinça clinica pediátrica 
•Pinça perry 
Elas tem a mesma função, a diferença é o preço e a perry tem uma canaleta 
CURETAS 
•Cureta de pescoço longo - serve para fazer a pulpotomia (remoção da polpa coronária)
ESPÁTULA PARA SILICATO E GUTA PERCHA 
•N1 para o silicato 
•N2 para guta percha 
ESPELHO DE PRIMEIRO PLANO 
•Considerado como espelho falso 
SERINGA DE IRRIGAÇÃO 
•Seringa e agulha 
•Agulha endo-eze - agulha que tem uma canaleta na ponta 
SUGADOR ENDODÔNTICO 
•Duas pontas 
•1 ponta serve para sugar em todo o tratamento endodôntico, com isolamento absoluto 
•2 ponta serve para sugar dentro do canal radicular, indicado usar no final do tratamento 
PASTA DE HIDRÓXIDO DE CÁLCIO 
•Remédio utilizado dentro do canal, ação antibacteriana e anti-inflamatória 
BROCAS PARA ALTA ROTAÇÃO 
•4138 - utilizada em molares e pré-molares 
•4114 - utilizada para acabamento em dentes anteriores 
•3118F- utilizada para acabamento dos esmaltes 
•1014, 1012HL, - para acesso 
BROCAS ESFÉRICAS E DE GATES (BAIXA ROTAÇÃO) 
•Broca esférica de haste longa
•Broca de gates - preparo do canal 
- Não pode fazer movimentos de lateralidade, apenas ‘’vai e vem’'’
LIMAS 
•Lima tipo K (Kerr), (guia de penetração ativa)
•Lima tipo H
•Lima tipo FLEX (guia de penetração inativa)
•Lima NitiFlex
•Tipo H e tipo K, são mais rígidas e tipo FLEX e Niti são flexíveis 
•Depois de utilizar a lima, colocar no tamboréu - mergulhar a esponja no
hipoclorito de sódio, para limpar as limas 
ESTANDARDIIZACAO 
•Normas instituídas pela especificação 28 da ADA
•Fabricados em aço inoxidável 
•Cabo plástico com cores padronizadas 
•Conicidade 0,02mm de diâmetro 
•Parte ativa de no mínimo 16mm
•Instrumentos de 06 a 10 aumento de 0,02 no diâmetro da ponta 
•Instumentos de 10 a 60 aumento de 0,05 no diâmetro da ponta
•Instrumentos de 60 a 140 aumento de 0,10 no diâmetro da ponta
NORMAS INSTITUÍDAS PELA ESPECIFICAÇÃO N 28 
•Numeração 
•Cor do cabo
•Diâmetro da ponta 
•Comprimento da ponta ativa 
•Guia de penetração 
•Conicidade 
•LIMA
- Cabo (parte do plástico)
- Ponta ativa (guia de penetração 
- Haste 
- Numeração do cabo = tamanho do diâmetro da ponta ativa em
centésimos, EX: cabo 30 = 0,30mm 
- Comprimento da parte ativa - normalmente tem 16mm
- Comprimento da lima - 21mm, 25mm, 31mm
- O que diferencia uma lima da outra é o tamanho da haste
- Guia de penetração: inativo ou ativo (com angulo de transição), não e
recomendado utilizar com corte 
- Conicidade da lima é de 0,02mm
- Tamanho do diâmetro inicial + 0,02mm, de mm em mm até chegar em 16mm que é o
tamanho do comprimento da parte ativa, EX: cabo 30= 0,30mm de diâmetro,
0,02mmX16 = 0,32mm, 0,30mm (DIÂMETRO) +0,32mm (CONICIDADE INICIAL X
TAMANHO DA PARTE ATIVA = 0,62mm (TOTAL CONICIDADE)
- DIÂMETRO = N DO CABO EM CENTÉSIMOS 
- CONICIDADE INICIAL X TAMANHO DA PARTE ATIVA = 0,02 X 16mm
- CONICIDADE TOTAL = DIÂMETRO + (CI x TPA)
	TECNICA TRIANGULAR DE RASTREAMENTO RADIOGRAFICO
	ODONTOMETRIA