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09/02 - ENDODONTIA ANATOMIA INTERNA ❖ Cavidade pulpar é dívida em: Canal radicular: • Pode ter trajetos diferentes: • Reto; • Curvo; • Sinuoso (presença de mais de uma curvatura); Câmara pulpar: • A anatomia interna reproduz a anatomia externa; • Fica estreita no sentido vestíbulo lingual; • Larga no sentido mésio distal; ❖ OS DENTES PODEM SER: • Uniradiculares: • Teto da câmara pulpar; • Polpa; • Corno pulpar; • Multiradiculares (há presença de assoalho da câmara pulpar): • Teto da câmara pulpar; 09/02 - ENDODONTIA • Polpa; • Corno pulpar; • Assoalho da câmara pulpar; ❖ ENTRADA E SAÍDA DOS CANAIS RADICULARES: • Entra pela câmara pulpar e sai pelo forame apical; Pode apresentar: • 1 entrada →1 saída; • 2 entradas → 1 saída; • 2 entradas → 2 saídas (cada canal tem seu forame apical independente); ❖ HESS (1917): • Anatomia interna se assemelha a anatomia externa; • A câmara pulpar acompanha a forma externa do dente; • Dente irrompe na cavidade oral, apresenta polpa ampla, diminui progressivamente com o passar do tempo (formação da dentina contínua – secundária → fisiológica); • Cavidade pulpar apresenta ramificações laterais e apicais; ❖ FATORES QUE ALTERAM A CAVIDADE PULPAR (CAI NA PROVA): • Deposição de dentina secundária → fisiológica; • Deposição de dentina terciária → patológica; • Calcificações que ocorrem no tecido pulpar (processos degenerativos da polpa → se torna mais calcificada); • Reabsorção dentinária interna (doença degenerativa → cavidade ovalada) dificuldade para realizar a endodontia; • Anomalias de formação; ❖ PONTOS FUNDAMENTAIS (CONHECIMENTO NECESSÁRIO): • Inclinação do dente no arco (dois sentidos para cada dente → mésio distal e vestíbulo lingual); • Avaliar eixo coronário X eixo radicular (coroa não está na mesma inclinação da raiz); • Comprimento da coroa; • Comprimento total do dente; • Número de raízes; ❖ Forma da raiz: • Circular (ideal); • Elíptica (achatada); • Oitóide (formato de 8); 09/02 - ENDODONTIA • Rimiforme (formato de ferradura); • Separadas; • Parcialmente fusionada; • Fusionada; • Divergente; • Convergente; • Forma do canal; • Situação (condição) anatômica da raiz → convergente, divergente; • Curvaturas radiculares (índice de Schineider); • Número de canais e localização; • Tipos de canais; • Outros componentes do sistema de canais radiculares; • Posição do forame apical; ❖ SISTEMAS DE CANAIS (CAI NA PROVA): • Canal principal → maior; • Canal recorrente → sai do canal principal e volta para o mesmo, sem exteriorizar-se; • Ramificação reticular → liga o canal principal ao recorrente; • Canal secundário → sai do principal na região do ápice e alcança o periodonto lateral; • Cavo interradicular → sai do assoalho na região de furca; • Laterias → sai do canal principal e se liga ao periodonto lateral, na região de terço médio; • Colaterais → paralelo ao canal principal; • Interconduto → liga o principal ao colateral; • Acessório → liga o canal secundário até a porção apical; • Delta apical → se ramifica em vários na parte apical; 09/02 - ENDODONTIA ❖ ANATOMIA APICAL: • Zona crítica apical → 3 a 4mm é onde encontramos a maior parte das ramificações → garantir a limpeza, desinfecção e fechamento dessa porção; CONSTRIÇÃO APICAL: • Parte mais estreita e fica próximo à saída do forame maior; FORAME MENOR: • Primeira saída do canal e perto da constrição; • Para cima temos o canal dentinário; • Junção cemento / dentina / canal ❖ KUTTLER (1955): • Centro do forame → desvia o vértice com a idade e com o resultante espessamento do cemento; • DIÂMETRO DO FORAME: • Aumenta com a idade e com o resultante espessamento do cemento → diâmetro ligeiramente maior no sentido V-L; • Menor diâmetro usualmente em dentina → constrição apical; • Aspecto de funil mais acentuado com a idade → maior diâmetro do forame, menor o diâmetro do canal; • Espessura do cemento 0,5 mm em mais jovens; • Formação fisiológica de cemento na porção apical → manutenção da DV (Centrípeto → dentro para fora) com uso dos nossos dentes ocorre desgaste ❖ FORAMES APICAIS: • Oval; • Achatado; • Formato de 8; 09/02 - ENDODONTIA • Múltiplas foraminas; • SAÍDA DO FORAME APICAL: • Apenas em 10% é centralizado; • Maior parte para distal 48%; • Pode sair em qualquer direção; 16/02 - ENDODONTIA CIRURGIA DE ACESSO EM DENTES ANTERIORES E PRÉ-MOLARES ➢ Mesiodistal = próximo proximal ➢ O canino superior é o maior dente da boca, e pode chegar a 3 tamanhos, 21mm – 25mm – 33mm A cirurgia de acesso copia o formato da coroa Incisivos = triangular Caninos = losango, forma de lança Preservar a estrutura dental, abrir somente o que preciso, o objetivo é salvar os canais e preservar a estrutura Sequência da cirurgia de acesso 1. Acesso e contorno Ponto de eleição para cada grupo dental 2. Remoção do tecido cariado Restaurações defeituosas também 3. Forma de conveniência Adaptação da forma de contorno relacionada ao preparo cirúrgico da cavidade 4. Tratamento das paredes de esmalte Remoção dos prismas de esmalte sem suporte, cavo-superficiais 5. Limpeza da cavidade Tecido cariado, restos de dentina, pedaços de restaurações Fase de acesso 1. Acesso a câmara pulpar fase de abertura 2. Acesso a entrada do canal e seu preparo Fase de abertura 3. Acesso ao forame apical Fase de preparo (fase de limpeza) Kit de brocas Diamantadas 4114 / acabamento nos ângulos cavo-superficiais 3118F / acabamento nas paredes da câmara pulpar Esféricas 1016HL / (haste longa) (diamantada) 1012HL / (haste longa) diamantada 1014 / diamantada 5 / carbide (usa em dentina) Tronco cônicas 4138 (principalmente em molares) 4138 especial (sem diamante na ponta) – ajuda a não cortar quando se está trabalhando perto de assoalho As brocas de acesso devem ser compatíveis com o tamanho da coroa. 16/02 - ENDODONTIA • Acesos a câmara pulpar e seu preparo Ponto de eleição Onde será feita e começa a abertura Área mais central da superfície lingual Forma de contorno inicial Forma geométrica que se desenha na superfície dentária para que se consiga fazer a abertura Deve ser baseada na anatomia do dente 1º perpendicular ao longo eixo do dente 2º paralelo ao longo eixo do dente Aprofundamento e ampliação da cavidade = Sempre visualizar a forma do grupo dental Manobras sucessivas são feitas até atingir a polpa. Após remoção do teto da câmara pulpar Direção de trepanação Direção dada a broca para se inserir na cavidade pulpar Trepanar é quando se entra em uma cavidade já pré-existente. Quando entramos em algo no organismo que já tem um espaço prévio Paredes cavitarias planas, lisas e levemente divergentes para a oclusal Propicia luminosidade ao campo e acesso direto ao canal Depois de trepanada, a cavidade pulpar vai se removendo Forma de conveniência Resultado final de toda a cirurgia de acesso - Verificamos remanescentes de teto da câmara pulpar por meio da ponta do explorador fragmentos da polpa nesta região resultam em alterações cromáticas da coroa e dificultam o preparo do canal radicular na altura correspondente ao cíngulo encontramos um cotovelo de dentina na câmara pulpar este deve ser removido com o auxílio de brocas esféricas ou gates gilden de HL na baixa rotação • Abertura dos incisivos centrais e laterais Central e lateral superior Forma de conveniência triangular com a base para a incisal 2mm acima do cíngulo se faz a abertura no ponto de eleição, avançando aumentando e aprofundando o triangulo Remoção do teto Central e lateral inferior 1 ou 2mm acima do cíngulo Forma de conveniência triangular com a base para a incisal Remoção do teto e alisamento das paredes 16/02 - ENDODONTIA • Caninos Ponto de eleição próximo ao cíngulo na face palatina, com desenho em losangular Emoção do teto e alisamento das paredes • Tratamento endodôntico dos Pré-molares Complexidades anatômicas = presença do assoalho= zona de risco Avaliação preliminar Radiografia inicial Remoção do tecido cariado Radiografias complementares Dissociação radicular Abertura coronária Oferecer acesso fácil direto ao canal Incluir no sue interior todos os cornos pulpares (remover todo o teto) Eliminar todas as saliências do teto O assoalho da câmara pulpar nunca devera ser deformado Brocas de haste longa serão uteis em uma câmara pulpar profunda Objetivos Dar diveregencias e planificar as paredes Melhorara visualização das entradas dos canais Acesso livre e direto a região do canal Facilitar o preparo do canal 1º e 2º pré-molares superiores 1º PRÉ MOLAR SUPERIOR Duas raízes 1 canal vestibular e 1 canal palatino 1º PRÉ MOLAR SUPERIOR 1 raiz 2 ou 3 canais Ponto de elição Nível da fosseta central Forma em elipse (círculo achatado e alongado) Direção de trepanação Direção ao longo eixo do dente 16/02 - ENDODONTIA As limas não devem se encostar na entrada, devem estar paralelas, caso ocorra, deve ser feita uma abertura maior Forma de conveniência Remoção de todo prisma de esmalte sem suporte 1º e 2º pré-molares inferiores 1º PRÉ MOLAR INFERIOR 1 raiz 2º PRÉ MOLAR INFERIOR 1 raiz Abertura eliptiaca ou em forma de 8 Ponto de eleição Nível da fosseta central para a mesial, logo ao lado da bossa Direção de trepanação Ao longo eixo do dente Forma de conveniência 1º pré - Forma circular 2º pré - Forma ovoide Preparo Paredes lisas, planas, sem resto de teto, acesos direto, paredes planas e paralelas a oclusal 23/02 - ENDODONTIA PREPARO PARA TERAPIA ENDODÔNTICA: ISOLAMENTO ABSOLUTO • Vantagens Ergonomia Campo operatório seco Melhora visualização Elimina interferências de língua, lábios, bochechas e gengiva Previne o embaçamento do espelho Diminui perda de tempo Relaxa o paciente Biossegurança Efetiva barreira mecânica Reduz contaminação por aerossóis Manutenção da cadeia asséptica Diminui infecção cruzada Isolamento absoluto - Padrão mínimo de atendimento Ético – legais Proteção ao paciente Proteção dos tecidos gengivais adjacentes a ação caustica das SQA (substâncias químicas auxiliares) Proteção contra os instrumentos rotatórios e manuais Proteção ao profissional • Isolamento absoluto Técnica de stephan leva-se todo o conjunto de uma vez Técnica da fenda usa-se os dentes vizinhos, um para distal e um para mesial do dente tratado, sendo o grampo no dente para distal. Faz-se 3 furos no lençol e corta se tornando uma fenda só. Pacientes alérgicos a látex se usa lençóis sem látex, PVC magipack, usar proteção por cima da pele do paciente Instrumental necessário Lençol de borracha, pinça perfuradora, pinça porta grampo, grampos, arco de ostby, fio dental, sugador, tira de lixa metálica, materiais vedados, álcool iodado ou clorexidina (limpeza do campo), tesoura, lubrificante, caneta de ponta rosca (marcação do furo). O arco de plástico em endodontia é para não atrapalhar a radiografia. 23/02 - ENDODONTIA Arco dobrável facilita radiografia Pacientes fóbicos Vedar Interface dente-lençol de borracha Usar a vedação para limitar qualquer espaço que fique entre o dente e o lençol 01/03 – ENDODONTIA RADIOLOGIA APLICADA NA ENDODONTIA ❖ Inicial diagnostico • Radiografia não dá diagnostico, apenas é um exame complementar • Estudo anatômico • Planejamento • Radiografia pré-operatória ❖ Tratamento • Odontometria • Preparo do canal • Seleção do cone • Obturação • Ira fazer radiografias para o tratamento também • Radiografias trans operatórias ❖ Controle pós-operatória ❖ Qualidade da radiografia • Máxima nitidez • Mínima distorção • Grau médio de contraste ➢ O tempo da revelação, depende da temperatura ➢ Tempo do fixador, 3 minutos para poder olhar e depois deixar mais 7 minutos ➢ 20 minutos na agua corrente ➢ A radiografia não pode estar cortada, apenas em odontometria ✓ A fistula normalmente não dói ❖ Radiografia pré-operatória • O distanciamento tende a diminuir distorções da imagem • Colocar o cano do raio X mais distante, para evitar distorção ❖ Radiografia inicial • Suporte radiográfico – técnica do paralelismo • Tamanho aproximado do dente • Calcificações – nódulos pulpares • Localizações das entradas dos canais • Inclinações das raízes • Fraturas radiculares • Presença de material obturador 01/03 – ENDODONTIA • Instrumentos fraturados • Curvatura das raízes • Avaliação do forame apical • Reabsorções radiculares externas e internas ❖ Estruturas anatômicas Mandíbula • Forame mentoniano (podem ser confundidos com lesões) • Fóveas submandibulares • Canais nutritivos Maxila • Forame palatino anterior/forame incisivo • Extensões sinusais • Arco zigomático • Canais nutritivos ❖ Radiografia trans-operatorias • Odontometria (no mínimo duas radiografias) • Prova do cone • Qualidade de obturação • Utilizada a técnica da bissetriz ➢ Técnica da bissetriz, fazer perpendicular ao filme ➢ Le máster que iniciou a ideia do rolete de algodão ➢ No mínimo 6 radiografias totais 1. Radiografia inicial 2. Odontometria 1º 3. Odontometria 2º 4. Prova do cone 5. Qualidade de obturação 6. Radiografia final ❖ Técnica da bissetriz Superior • Plano de camper 01/03 – ENDODONTIA Inferior • 0,5mm a 01 cm da borda inferior da mandíbula ❖ Posição supina • Manutenção do paciente na posição de trabalho • Menor manutenção do equipamento • Economia de tempo • Visão direta para posicionar o cilindro ❖ Alongamento radiográfico • Se diminuir a angulação vai aumentar o dente, mas vai ter uma distorção ❖ Encurtamento • Maior ângulo vertical • Existem a variações do ângulo vertical: 1. Forame incisivo 2. Seio maxilar 3. Fraturas radiculares 4. Inclinações nos molares • Alteração do ângulo vertical dissocia a linha de fratura ➢ Feixe do raio x, precisa estar paralelo a asa do grampo em molares inferiores ❖ Isolamento absoluto • Superior, radiografar o lado oposto que está fazendo o procedimento, com o dedo polegar • Inferior utilizar o dedo indicador ❖ Radiografia final • Sem isolamento absoluto • Técnica do paralelismo ❖ Variação do ângulo horizontal • Dissociação de raízes • Utiliza-se o método de clark que tem como importância de dissociar objetos em uma imagem bidimensional • O objeto mais distante ou a raiz palatina/lingual, vai acompanhar o movimento da ampola do raio x 01/03 – ENDODONTIA • Variação do ângulo horizontal clark, varia 20°, e em pré-molar superior varia em 30° • 1º molar superior tem 3 raízes e 4 canais, a melhor visualização dos 4 canais, é a radiação distorradial ❖ Incidências • Pré-molar superior – mediorradial • Molar superior – ortorradial • Canal mésio-palatino MS – distorradial • Molar inferior – distorradial ❖ Técnica de le máster • Técnica do rolete de algodão • Mais utilizado em molares superiores, mas pode ser utilizado em todos os dentes • Para evitar a sobreposição do seio maxilar nas raízes dos molares superiores, por exemplo ❖ Técnica de fixot • Utiliza-se uma tela/grade milimétrica sobreposta no dente, que tinha como função de medir o dente ❖ Outros recursos • Radiovisiografia – radiografia digital periapical, funciona por um sensor, tempo de exposição é bem menor, você pode movimentar o sensor de acordo com o que necessita • Radiografia digital – uso de sensor intra-oral sensível ao RX conectado ao computador, imagem visualizada no monitor Vantagens 1. Ganha tempo, maior captação imediata da imagem 2. Redução das doses de RX 3. Supressão de películas e líquidos para revelação 4. Melhoramento na capacidade de diagnóstico • Radiografia periapical • Radiografia panorâmica não dá muitos detalhes, então faz a radiografia periapical e por último a tomografia 08/03 – ENDODONTIA TECNICA TRIANGULAR DE RASTREAMENTO RADIOGRAFICO INDICAÇÕES Curvaturas radiculares Degraus Perfurações Instrumentos fraturas Canais calcificados Quando a perfuração e bem na mesial, as três radiografias vão estar na mesial Quando a perfuração é bem na mesial, as três radiografias vão estar na distal ODONTOMETRIA Odontometria serve para medir o canal radicular O que é o limite C.D.C Limite cemento dentina canal É o ponto de maior constrição do canal Biologicamente Reação inflamatória não prolongada, tem um menor tempo para cura Consequências Sub – obturações Se caso deixar um dente sem fazer uma parte, uma obturação mais curta da raiz, sobrando assim microrganismos, causa infecções na região apical Sobre obturações e sobre extensão As duas obturações estão para fora do que deveria, estão além Sob obturações é quando tem extravasamento de materiais, mais comum o cimento, mas o organismo reabsorve o cimento, raiz fica vedada Sob extensão é quando a obturação esta falha, coloca o material para fora, e a raiz não está vedada Métodos Senso tátil Usa nossa capacidade, olhos, cérebro e habilidade com as mãos Radiográfico 08/03 – ENDODONTIA Métodos eletrônicos Localizadores foraminais eletrônicos Formula da odontometria CAD – 4mm = comprimento real do instrumento CRI + X = CRD CRD – 1mm =CRT A odontometria faz parte do preparo do orifício de entrada do canal radicular Utiliza broca de gates Escolha do primeiro instrumento Baseado em condições anatômicas do canal radicular Instrumento que se ajuste no que eu estou precisando O primeiro instrumento é uma lima tipo K Pode ser triangular ou retangular CAD (comprimento aparente do dente) Comprimento aparente do dente, obtém esse comprimento na radiografia inicial Se chama comprimento aparente pois a primeira radiografia pode ter distorção Medir quanto tem da borda incisal até o final da raiz (vértice radiográfico) Ponto de referência – escolhe o ponto de referência o mais próximo do canal a ser tratado Radiografia inicial e final sempre paralelismo com posicionador, para ter mínima distorção Tratamento Da uma tratada no dente, para ser um ponto de referência fiel, serve para não perder a odontometria Remoção do esmalte sem suporte Planificações da parede CRI Comprimento real do instrumento Resultado dado por, CAD - 4mm Retiramos os 4mm por medidas de segurança para compensar distorções radiográficas Coloco o stop no instrumento, para calibrar e se adequar ao tamanho do canal Passa o resultado que obtive e passa para o instrumento endodôntico, necessário calibrar 08/03 – ENDODONTIA RX-4mm = CRI 24,0 – 4,00 = 20,00 mm Movimentos de penetração, entra oscilando, direita/esquerda X Com a lima dentro do canal que já obteve o resultado da calibração Medida entre o vértice radiográfico e a ponta da lima Técnica de bissetriz para a segunda tomada radiográfica Medida do instrumento até o vértice radiográfico CRD (comprimento real do dente) CRI + X CRT CRD – 1mm Pode ter polpa viva ou polpa morta Na polpa viva, não invade o canal cementario, para não ser agredido e ajudar na obturação fisiológica Polpa morta, tem modificação do tecido pulpar e tem uma mortificação na superfície externa, reabsorção da superfície apical, 1 mm de segurança já imaginando essa Terceira radiografia Necessário fazer uma radiografia de confirmação Pegar outro instrumento, não pode ser o mesmo do CRI, as vezes precisa ser mais fino Precisa enxergar o halo de dentina ao redor do instrumento, a 1 mm do vértice radiográfico Correta odontometria, tem um pós-operatório bom, pois não deixa partes contaminadas no canal radicular CRT não é uma medida estática, pode ser que precise fazer o reajuste para obter um comprimento real de trabalho dinâmico, principalmente em canais curvos INSTRUMENTAL E MATERIAL ENDODÔNTICO EXPLORADORES •Ponta reta N5 •Ponta angulada N5 modificado PINÇAS •Pinça clinica pediátrica •Pinça perry Elas tem a mesma função, a diferença é o preço e a perry tem uma canaleta CURETAS •Cureta de pescoço longo - serve para fazer a pulpotomia (remoção da polpa coronária) ESPÁTULA PARA SILICATO E GUTA PERCHA •N1 para o silicato •N2 para guta percha ESPELHO DE PRIMEIRO PLANO •Considerado como espelho falso SERINGA DE IRRIGAÇÃO •Seringa e agulha •Agulha endo-eze - agulha que tem uma canaleta na ponta SUGADOR ENDODÔNTICO •Duas pontas •1 ponta serve para sugar em todo o tratamento endodôntico, com isolamento absoluto •2 ponta serve para sugar dentro do canal radicular, indicado usar no final do tratamento PASTA DE HIDRÓXIDO DE CÁLCIO •Remédio utilizado dentro do canal, ação antibacteriana e anti-inflamatória BROCAS PARA ALTA ROTAÇÃO •4138 - utilizada em molares e pré-molares •4114 - utilizada para acabamento em dentes anteriores •3118F- utilizada para acabamento dos esmaltes •1014, 1012HL, - para acesso BROCAS ESFÉRICAS E DE GATES (BAIXA ROTAÇÃO) •Broca esférica de haste longa •Broca de gates - preparo do canal - Não pode fazer movimentos de lateralidade, apenas ‘’vai e vem’'’ LIMAS •Lima tipo K (Kerr), (guia de penetração ativa) •Lima tipo H •Lima tipo FLEX (guia de penetração inativa) •Lima NitiFlex •Tipo H e tipo K, são mais rígidas e tipo FLEX e Niti são flexíveis •Depois de utilizar a lima, colocar no tamboréu - mergulhar a esponja no hipoclorito de sódio, para limpar as limas ESTANDARDIIZACAO •Normas instituídas pela especificação 28 da ADA •Fabricados em aço inoxidável •Cabo plástico com cores padronizadas •Conicidade 0,02mm de diâmetro •Parte ativa de no mínimo 16mm •Instrumentos de 06 a 10 aumento de 0,02 no diâmetro da ponta •Instumentos de 10 a 60 aumento de 0,05 no diâmetro da ponta •Instrumentos de 60 a 140 aumento de 0,10 no diâmetro da ponta NORMAS INSTITUÍDAS PELA ESPECIFICAÇÃO N 28 •Numeração •Cor do cabo •Diâmetro da ponta •Comprimento da ponta ativa •Guia de penetração •Conicidade •LIMA - Cabo (parte do plástico) - Ponta ativa (guia de penetração - Haste - Numeração do cabo = tamanho do diâmetro da ponta ativa em centésimos, EX: cabo 30 = 0,30mm - Comprimento da parte ativa - normalmente tem 16mm - Comprimento da lima - 21mm, 25mm, 31mm - O que diferencia uma lima da outra é o tamanho da haste - Guia de penetração: inativo ou ativo (com angulo de transição), não e recomendado utilizar com corte - Conicidade da lima é de 0,02mm - Tamanho do diâmetro inicial + 0,02mm, de mm em mm até chegar em 16mm que é o tamanho do comprimento da parte ativa, EX: cabo 30= 0,30mm de diâmetro, 0,02mmX16 = 0,32mm, 0,30mm (DIÂMETRO) +0,32mm (CONICIDADE INICIAL X TAMANHO DA PARTE ATIVA = 0,62mm (TOTAL CONICIDADE) - DIÂMETRO = N DO CABO EM CENTÉSIMOS - CONICIDADE INICIAL X TAMANHO DA PARTE ATIVA = 0,02 X 16mm - CONICIDADE TOTAL = DIÂMETRO + (CI x TPA) TECNICA TRIANGULAR DE RASTREAMENTO RADIOGRAFICO ODONTOMETRIA