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SISTEMA DE ENSINO VIGILÂNCIA EM SAÚDE Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento Livro Eletrônico 2 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza Sumário Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente, Medidas de Prevenção e Controle .. 3 1. Conceitos Básicos da Epidemiologia ....................................................................................... 3 2. Aplicações da Epidemiologia .................................................................................................... 4 2.1. Epidemiologia Ambiental ........................................................................................................ 5 2.2. Meio Ambiente e Saúde .......................................................................................................... 5 Exercícios .......................................................................................................................................... 9 Gabarito ............................................................................................................................................12 Gabarito Comentado .....................................................................................................................13 Referências Bibliográficas ........................................................................................................... 17 O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 3 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza NOÇÕES BÁSICAS DE EPIDEMIOLOGIA, MEIO AMBIENTE, MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE 1. ConCeitos BásiCos da epidemiologia A epidemiologia é uma disciplina básica da saúde pública voltada para a compreensão do processo saúde-doença no âmbito de populações. Os primeiros registros sobre a concepção da epidemiologia enquanto manifestação da doença nos indivíduos e nas populações datam da Grécia Antiga, período em que se acreditava que as enfermidades e seus desfechos (cura ou morte) eram consequências da punição ou indulgência dos deuses e demônios. Contrapondo-se a tal crença, o médico grego Hipócrates, ao analisar o processo de adoe- cimento com base no pensamento racional, afastou-se das teorias sobrenaturais vigentes na época e a elas se contrapôs, introduzindo o conceito de doença como produto das relações complexas entre o indivíduo e o ambiente que o cerca. A teoria de Hipócrates foi perpetuada na Roma Antiga pelo médico Galeno, mas perdeu força e foi substituída pela Teoria Miasmáti- ca ou Teoria dos Miasmas, que perdurou até meados do século XIX. Tal teoria explicava a má qualidade do ar como causa das doenças. Epidemiologia pode ser definida como a ciência que estuda o processo saúde-doença em coletividades humanas: Analisando a distribuição e os fatores determinantes das enfermidades, danos à saúde e eventos associados à saúde coletiva; Propondo medidas específicas de prevenção, controle ou erradicação de doenças; e Fornecendo indicadores que sirvam de suporte ao planejamento, admi- nistração e avaliação das ações de saúde. O termo “epidemiologia” significa o estudo sobre a população, que direcionado para o cam- po da saúde pode ser compreendido como o estudo sobre o que afeta a população. A epidemiologia congrega métodos e técnicas de três áreas principais de conhecimento: A área de atuação da epidemiologia é bastante ampla e compreende em linhas gerais: • O ensino e pesquisa em saúde; • A descrição das condições de saúde da população; • A investigação dos fatores determinantes da situação de saúde; • A avaliação do impacto das ações para alterar a situação de saúde. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 4 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza A epidemiologia tem como princípio básico o entendimento de que os eventos relaciona- dos à saúde como • Doenças • Seus determinantes e • O uso de serviços de saúde Podemos dizer que a distribuição das doenças na população é influenciada Pelos aspectos biológicos dos indivíduos Pelos aspectos socioculturais e econômicos de sua comunidade e Pelos aspectos ambientais do seu entorno Fazendo com que o processo saúde-doença se manifeste de forma diferenciada entre as populações. O termo distribuição pode ser observado em qualquer definição de Epidemiologia. Distri- buição, neste sentido, é entendida como “o estudo da variabilidade da frequência das doenças de ocorrência em massa, em função de variáveis ambientais e populacionais ligadas ao tempo e ao espaço” (ALMEIDA FILHO e ROUQUAYROL, 1992). Dessa forma, um primeiro passo em um estudo epidemiológico é analisar o padrão de ocor- rência de doenças segundo três vertentes: pessoas, tempo e espaço, método este também co- nhecido como “epidemiologia descritiva” e que responde às perguntas quem? quando? e onde? É importante destacar que: Do final do século XX até os dias atuais, a epidemiologia se firmou enquanto ciência, base- ada em pesquisas e evidências científicas que visam à determinação das condições de saúde da população e à busca sistemática dos agentes etiológicos das doenças ou dos fatores de risco envolvidos no seu aparecimento, através de diferentes tipos de estudos (ex.: estudos de coorte, caso-controle) e da avaliação de intervenções em saúde para o efetivo controle das doenças que acometem a população. 2. apliCações da epidemiologia A epidemiologia tornou-se ao longo dos anos uma ciência ampla que abriga inúmeras áre- as do conhecimento e muitas subdivisões, tais como: • Epidemiologia clínica; • Epidemiologia investigativa; • Epidemiologia nutricional; • Epidemiologia de campo; e • Epidemiologia descritiva. Não se distribuem ao acaso entre as pessoas. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 5 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza Em linhas gerais, a epidemiologia apresenta três grandes áreas de atuação: • Descrição das condições de saúde da população por meio da construção de indicadores de saúde. • Investigação dos fatores determinantes da situação de saúde. • Avaliação do impacto das ações para alterar a situação de saúde. 2.1. epidemiologia amBiental A Epidemiologia Ambiental aplica dois métodos para compreender as relações entre o meio ambiente e a saúde, a saber: • Epidemiologia Descritiva – que utiliza o método científico para estudar a distribuição dos riscos e dos efeitos adversos à saúde da população; e • Epidemiologia analítica – que estuda a relação entre a exposição a um determinado fator e algum efeito adverso à saúde. A Epidemiologia ambiental utiliza informações sobre: • Os fatores de risco existentes (físicos, químicos, biológicos, mecânicos, ergonômicos ou psicossociais); • As características especiais do ambiente que interferem no padrão de saúde da população; e • Os efeitos adversos à saúde relacionados à exposição a fatores de risco ambientais. Arelação entre saúde e ambiente sempre fez parte da saúde pública do Brasil, mas ao longo da história, diferentes concepções de ambiente foram desenvolvidas de acordo com as demandas colocadas pela sociedade e a evolução das disciplinas científicas presentes na saú- de pública. Influenciada por modelos envolvendo relações entre agentes e hospedeiros, ou de fatores de risco biológicos, as ações de prevenção nos sistemas de saúde estruturaram-se por intermédio das várias formas de vigilância, tendo por objeto central o controle dos modos de transmissão das doenças e dos fatores de risco, os quais possibilitou alguma governabilidade e eficácia de sua ação no âmbito do setor saúde, principalmente para as doenças infectocon- tagiosas clássicas (BRASIL, 2002). 2.2. meio amBiente e saúde Toda ação humana tem impacto sobre a natureza, positivo ou negativo. A intensidade e a natureza desse impacto são proporcionais à organização social e às atividades econômi- cas desenvolvidas pelo homem. Entre os problemas apresentados por essa relação entre o homem e a natureza, destacam-se os ambientais, que incidem sobre a saúde. Os efeitos do meio ambiente na saúde humana são acelerados em meados do século XIX, com o intenso processo de industrialização e urbanização, que passaram a acometer as condições de vida e trabalho das populações (RADICCH, 2009). O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 6 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza Saúde ambiental compreende aqueles aspectos da saúde humana, incluindo a qualidade de vida, que são determinados por fatores físicos, químicos, biológicos, sociais e psicológicos no meio ambiente. Refere-se também a teoria e prática de avaliação, correção, controle e pre- venção daqueles fatores que, presentes no ambiente, podem afetar potencialmente de forma adversa a saúde humana das gerações do presente e do futuro. (ORGANIZAÇÃO PANAMERI- CANA DE SAÚDE, 1993). A expressão “meio ambiente” é definida como - “o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas”. No início do século V a.C., na Grécia, escritos da escola Hipocrática, sobretudo Sobre os Ares, as Águas e os Lugares, destacam a relação entre as doenças, principalmente as endêmi- cas, e a localização de seus focos. O reconhecimento da influência do lugar no desencadea- mento de doenças permitiu o desenvolvimento de uma nova visão intelectual da medicina que estudava, refletia e criava hipóteses sobre o papel do meio ambiente nas condições de saúde das populações (BARRET, 2000). Por décadas essa obra constituiu o primeiro trabalho sistemático a apresentar uma relação causal entre fatores ambientais e doenças e foi a base da epidemiologia. O modelo biomédico define a doença como uma falha, um desajuste do organismo huma- no na sua relação com outros seres biológicos, capazes de provocar perdas ou alterações no funcionamento de órgãos e sistemas fisiológicos. A fisiologia, a patologia, a clínica e a micro- biologia alcançaram, assim, extraordinário desenvolvimento. A ênfase está no meio interno contido no corpo humano e na força do microrganismo capaz de produzir doença. O meio externo interessa como habitat dos germes antes de penetrarem ou atingirem o corpo humano (RADICCH, 2009). O modelo sistêmico permite romper a dicotomia entre meio interno e meio externo, presen- te nos modelos biomédico e processual (história natural das doenças). O ecossistema, que envolve os seres humanos, inclui as relações dos homens entre si e com a diversidade biológi- ca presente no planeta, com o substrato inanimado presente no ambiente e de todos entre si. Meio ambiente contém espaço físico, seres biológicos e espaço social. Ambiente pode ser de- finido como o “espaço onde se desenvolvem as populações humanas” (AUGUSTO. et al, 2001) ou, numa visão mais ampliada, o espaço onde se desenvolvem os seres vivos (LISBOA, 1997). O seu caráter social pela presença humana é um dos elementos constitutivos desse grande ecossistema – o planeta Terra. Assim, o ambiente deixa de ser o “meio externo” e passa para o interior do sistema, é inter- nalizado, sendo para a epidemiologia “o conjunto de fatores que mantêm relações interativas com o agente etiológico e o suscetível, sem se confundir com os mesmos” (PAIM; ALMEIDA FILHO, 2000). A alteração de um ou mais elementos do sistema cria desequilíbrio. O sistema tende ao equilíbrio, que pode ser ou não benéfico para os seres humanos e/ou biológicos. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 7 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza Um indivíduo é considerado exposto a um fator de risco quando existem vias de ingresso do fator ao organismo, ou seja, pela inalação, ingestão, contato dérmico etc. No caso da expo- sição a um poluente, é primordial o conhecimento: • Características toxicológicas do contaminante como, por exemplo, capacidade de trans- formação, persistência ambiental e vias ingresso no organismo; • Quem são as pessoas que estão expostas a esse poluente; • O local onde as pessoas estão expostas; • Temporalidade, intensidade e frequência da exposição. De acordo com Radicch (2009), Na saúde ambiental, as principais ocorrências identificá- veis são os acidentes e as doenças e outros agravos causados por condições do ambiente. Entretanto, no caso das doenças e agravos, é difícil a definição de casos em uma situação na qual um exposto teve sua saúde afetada por um fator ambiental adverso a ser estudado. Os sinais e sintomas identificados são inespecíficos, podendo o quadro clínico ficar inalterado muito tempo após a fase inicial da exposição. Esse cenário é evidenciado em estudos epide- miológicos, em que é comum a existência de casos suspeitos, que podem posteriormente ser confirmados ou não. Os estudos epidemiológicos devem valorizar os sinais e sintomas preco- ces dos agravos, uma vez que as ações de saúde nessa fase são mais efetivas e podem evitar o desenvolvimento completo do agravo. 2.2.1. O Saneamento e Saúde A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saneamento como o controle de todos os fatores do meio físico do homem, que exercem ou podem exercer efeito deletério sobre o seu bem-estar físico, mental e social. Portanto, é evidente que, pela sua própria definição, o sanea- mento é indissociável do conceito de saúde. Segundo Radicch (2009), diversas doenças infecciosas e parasitárias têm no meio am- biente uma fase de seu ciclo de transmissão, como, por exemplo, uma doença de veiculação hídrica, com transmissão feco-oral. A implantação de um sistema de saneamento, nesse caso, significaria interferir no meio ambiente, de maneira a interromper o ciclo de transmissão da doença. O controle da transmissão das doenças, além da intervenção em saneamento e dos cuidados médicos, completa-se quando é promovida a educação sanitária, adotando-se hábi- tos higiênicos como: • utilização e manutenção adequadas das instalações sanitárias; • melhoria da higiene pessoal, doméstica e dos alimentos. As ações voltadas para as questões de saúde ambiental devem buscar prioritariamente ações de promoção e prevenção, realçando, desta forma, o controle dos riscos ambientais e a melhoria das condições do meioambiente e da saúde das pessoas. Isso significa, ao mesmo tempo, um dilema e um desafio permanente da saúde pública desde a sua criação: o fato de O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 8 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza que a saúde se realiza, fundamentalmente, fora do setor saúde. O complexo processo saúde/ doença que culmina por levar determinada população à rede assistencial, seja ela pública ou privada, é revestido de inúmeros condicionantes “externos” que moldam o ambiente ao redor das pessoas (RADICCH, 2009). As ações específicas do setor saúde tradicionalmente se concentram sobre os efeitos dos problemas ambientais, a partir das ações de assistência e recuperação das pessoas para a saúde pública, bem como da sistematização e análise dessas informações, por exemplo, por meio de estudos epidemiológicos descritivos sobre a distribuição de certas doenças na po- pulação. Mas esses efeitos são apenas as consequências finais para a saúde humana de um longo processo, em que vários determinantes e condicionantes gerais atuaram sobre certas regiões e grupos populacionais. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 9 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza EXERCÍCIOS 001. (INSTITUTO AOCP/CASAN/2016) A disciplina que corresponde ao estudo da frequên- cia, da distribuição e dos determinantes dos estados ou eventos relacionados à saúde em específicas populações e a aplicação desses estudos no controle dos problemas de saúde é a) toxicologia. b) biologia. c) epidemiologia. d) antropologia. e) bioestatística. 002. (IDECAN/PREFEITURA DE IPATINGA-MG/2010) Uma das questões centrais da epide- miologia é a busca da causa e dos fatores que influenciam a ocorrência dos eventos relaciona- dos ao processo saúde-doença. Com este objetivo, a epidemiologia descreve e compara: a) A frequência e a distribuição destes eventos, comparando sua ocorrência em diferentes grupos populacionais. b) Estados ou eventos expostos e sem características comparativas. c) A distribuição geográfica que se torna única num estudo comparativo. d) Condições ideais comparadas com medidas de controle reais. e) Características genéticas, comportamentais e imunológicas de controle reais. 003. (INSTITUTO AOCP/IBC/2013) Em termos gerais, os indicadores são medidas-síntese que contêm informação relevante sobre determinados atributos e dimensões do estado de saúde, bem como do desempenho do sistema de Saúde. Sobre os indicadores de saúde, assi- nale a alternativa INCORRETA. a) A qualidade de um indicador depende das propriedades dos componentes utilizados em sua formulação (frequência de casos, tamanho da população em risco) e da precisão dos sistemas de informação empregados (registro, coleta, transmissão dos dados). b) O grau de excelência de um indicador deve ser definido por sua validade (capacidade de medir o que se pretende) e confiabilidade (reproduzir os mesmos resultados quando aplicado em condições similares). c) Em geral, a validade de um indicador é determinada por sua sensibilidade (capacidade de detectar somente o fenômeno analisado) e especificidade (capacidade de detectar o fenôme- no analisado). d) A construção de um indicador é um processo cuja complexidade pode variar desde a sim- ples contagem direta de casos de determinada doença, até o cálculo de proporções, razões, taxas ou índices mais sofisticados, como a esperança de vida ao nascer. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 10 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza e) A disponibilidade de um conjunto básico de indicadores tende a facilitar o monitoramento de objetivos e metas em saúde, estimular o fortalecimento da capacidade analítica das equi- pes e promover o desenvolvimento de sistemas de informação intercomunicados. 004. (VUNESP/MPE-SP/2016) Um dos atributos que definem o grau de excelência dos indica- dores de saúde é a validade que a) reflete a capacidade do indicador para reproduzir os mesmos resultados quando aplicado em condições similares. b) é a qualidade essencial do indicador utilizada para justificar o investimento de tempo e recursos. c) é um componente exclusivo dos indicadores qualitativos. d) corresponde à capacidade do indicador para medir o que se pretende. e) é o atributo que define o uso exclusivo do indicador para a comparação temporal de dados. 005. (ESAF/MPOG/2012) Dada a complexidade do conceito de saúde, a tarefa de mensurá-lo é também complexa, o que torna de suma importância a existência de indicadores confiáveis. Sobre os indicadores em saúde é correto afirmar: a) os indicadores de saúde constituem ferramenta fundamental para a gestão e avaliação da situação de saúde, em todos os níveis. b) são um recurso para a obtenção de informações sobre situações de saúde nas quais não é possível a quantificação. c) a confiabilidade de um indicador em saúde é decorrente de sua não vinculação ao problema, evento ou tema a ser observado ou medido. d) os indicadores de processo são aqueles nos quais os gestores buscam saber os benefícios reais que uma dada ação de saúde provocou na população. 006. (QUESTÃO INÉDITA/2020) A Epidemiologia ambiental utiliza informações sobre: a) Os fatores de risco não existentes. b) As características especiais do ambiente que interferem no padrão de saúde da população. c) Os efeitos adversos à saúde relacionados à não exposição a fatores de risco ambientais. d) Ações de promoção e prevenção. A Epidemiologia ambiental utiliza informações sobre: Os fatores de risco existentes (físicos, químicos, biológicos, mecânicos, ergonômicos ou psicossociais); as características especiais do ambiente que interferem no padrão de saúde da população; e os efeitos adversos à saúde relacionados à exposição a fatores de risco ambientais. Letra b. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 11 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza 007. (QUESTÃO INÉDITA/2020) Julgue o item abaixo: O saneamento é definido como o descontrole de todos os fatores do meio físico do homem, que exercem ou podem exercer efeito deletério sobre o seu bem-estar físico, mental e social. Portanto, o saneamento não é indissociável do conceito de saúde. 008. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE CAMPO VERDE-MT/2010) A epidemiologia ambien- tal com indicador de saúde aplica dois métodos para compreender as relações entre meio ambiente e saúde: epidemiologia descritiva e analítica. Utiliza, portanto informações tais como, EXCETO: a) Fatores de risco existentes: físicos, químicos e biológicos. b) Características especiais do ambiente queinterferem no padrão de saúde da população. c) Efeitos adversos a saúde relacionados à exposição a fatores de riscos ambientais. d) Fatores de riscos ergonômicos ou psicossociais e mecânicos. e) Relação entre fatores e fatos diversificados de forma científica ou analítica. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 12 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza GABARITO 1. c 2. a 3. c 4. d 5. a 6. b 7. E 8. e O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 13 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza GABARITO COMENTADO 001. (INSTITUTO AOCP/CASAN/2016) A disciplina que corresponde ao estudo da frequên- cia, da distribuição e dos determinantes dos estados ou eventos relacionados à saúde em específicas populações e a aplicação desses estudos no controle dos problemas de saúde é a) toxicologia. b) biologia. c) epidemiologia. d) antropologia. e) bioestatística. Epidemiologia é o estudo da frequência, da distribuição e dos determinantes dos estados ou eventos relacionados à saúde em específicas populações e a aplicação desses estudos no controle dos problemas de saúde. (J. Last, 1995). Letra c. 002. (IDECAN/PREFEITURA DE IPATINGA-MG/2010) Uma das questões centrais da epide- miologia é a busca da causa e dos fatores que influenciam a ocorrência dos eventos relaciona- dos ao processo saúde-doença. Com este objetivo, a epidemiologia descreve e compara: a) A frequência e a distribuição destes eventos, comparando sua ocorrência em diferentes grupos populacionais. b) Estados ou eventos expostos e sem características comparativas. c) A distribuição geográfica que se torna única num estudo comparativo. d) Condições ideais comparadas com medidas de controle reais. e) Características genéticas, comportamentais e imunológicas de controle reais. A epidemiologia preocupa-se com a frequência e o padrão dos eventos relacionados com o processo saúde-doença na população. A frequência inclui não só o número desses eventos, mas também as taxas ou riscos de doença nessa população. O padrão de ocorrência dos even- tos relacionados ao processo saúde-doença diz respeito à distribuição desses eventos. Letra a. 003. (INSTITUTO AOCP/IBC/2013) Em termos gerais, os indicadores são medidas-síntese que contêm informação relevante sobre determinados atributos e dimensões do estado de saúde, bem como do desempenho do sistema de Saúde. Sobre os indicadores de saúde, assi- nale a alternativa INCORRETA. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 14 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza a) A qualidade de um indicador depende das propriedades dos componentes utilizados em sua formulação (frequência de casos, tamanho da população em risco) e da precisão dos sistemas de informação empregados (registro, coleta, transmissão dos dados). b) O grau de excelência de um indicador deve ser definido por sua validade (capacidade de medir o que se pretende) e confiabilidade (reproduzir os mesmos resultados quando aplicado em condições similares). c) Em geral, a validade de um indicador é determinada por sua sensibilidade (capacidade de detectar somente o fenômeno analisado) e especificidade (capacidade de detectar o fenôme- no analisado). d) A construção de um indicador é um processo cuja complexidade pode variar desde a sim- ples contagem direta de casos de determinada doença, até o cálculo de proporções, razões, taxas ou índices mais sofisticados, como a esperança de vida ao nascer. e) A disponibilidade de um conjunto básico de indicadores tende a facilitar o monitoramento de objetivos e metas em saúde, estimular o fortalecimento da capacidade analítica das equi- pes e promover o desenvolvimento de sistemas de informação intercomunicados. a) Certa. A qualidade de um indicador depende das propriedades dos componentes utilizados em sua formulação (frequência de casos, tamanho da população em risco etc.) e da precisão dos sistemas de informação empregados (registro, coleta, transmissão dos dados etc). b) Certa. O grau de excelência de um indicador deve ser definido por sua validade (capacidade de medir o que se pretende) e confiabilidade (reproduzir os mesmos resultados quando aplica- do em condições similares). c) Errada. Em geral, a validade de um indicador é determinada pelas características de sensibilida- de (medir as alterações desse fenômeno) e especificidade (medir somente o fenômeno analisado). d) Certa. A construção de um indicador é um processo cuja complexidade pode variar desde a simples contagem direta de casos de determinada doença, até o cálculo de proporções, ra- zões, taxas ou índices mais sofisticados, como a esperança de vida ao nascer. e) Certa. Além de prover matéria prima essencial para a análise de saúde, a disponibilidade de um conjunto básico de indicadores tende a facilitar o monitoramento de objetivos e metas em saúde, estimular o fortalecimento da capacidade analítica das equipes de saúde e promover o desenvolvimento de sistemas de informação de saúde intercomunicados. Letra c. 004. (VUNESP/MPE-SP/2016) Um dos atributos que definem o grau de excelência dos indica- dores de saúde é a validade que a) reflete a capacidade do indicador para reproduzir os mesmos resultados quando aplicado em condições similares. b) é a qualidade essencial do indicador utilizada para justificar o investimento de tempo e recursos. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 15 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza c) é um componente exclusivo dos indicadores qualitativos. d) corresponde à capacidade do indicador para medir o que se pretende. e) é o atributo que define o uso exclusivo do indicador para a comparação temporal de dados. O grau de excelência de um indicador deve ser definido por sua validade (capacidade de medir o que se pretende) e confiabilidade (reproduzir os mesmos resultados quando aplicado em condições similares). Letra d. 005. (ESAF/MPOG/2012) Dada a complexidade do conceito de saúde, a tarefa de mensurá-lo é também complexa, o que torna de suma importância a existência de indicadores confiáveis. Sobre os indicadores em saúde é correto afirmar: a) os indicadores de saúde constituem ferramenta fundamental para a gestão e avaliação da situação de saúde, em todos os níveis. b) são um recurso para a obtenção de informações sobre situações de saúde nas quais não é possível a quantificação. c) a confiabilidade de um indicador em saúde é decorrente de sua não vinculação ao problema, evento ou tema a ser observado ou medido. d) os indicadores de processo são aqueles nos quais os gestores buscam saber osbenefícios reais que uma dada ação de saúde provocou na população. Se forem gerados de forma regular e manejados em um sistema dinâmico, os indicadores de saúde constituem ferramenta fundamental para a gestão e avaliação da situação de saúde, em todos os níveis. Letra a. 006. (QUESTÃO INÉDITA/2020) A Epidemiologia ambiental utiliza informações sobre: a) Os fatores de risco não existentes. b) As características especiais do ambiente que interferem no padrão de saúde da população. c) Os efeitos adversos à saúde relacionados à não exposição a fatores de risco ambientais. d) Ações de promoção e prevenção. A Epidemiologia ambiental utiliza informações sobre: Os fatores de risco existentes (físicos, químicos, biológicos, mecânicos, ergonômicos ou psicossociais); as características especiais do ambiente que interferem no padrão de saúde da população; e os efeitos adversos à saúde relacionados à exposição a fatores de risco ambientais. Letra b. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 16 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza 007. (QUESTÃO INÉDITA/2020) Julgue o item abaixo: O saneamento é definido como o descontrole de todos os fatores do meio físico do homem, que exercem ou podem exercer efeito deletério sobre o seu bem-estar físico, mental e social. Portanto, o saneamento não é indissociável do conceito de saúde. A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saneamento como o controle de todos os fa- tores do meio físico do homem, que exercem ou podem exercer efeito deletério sobre o seu bem-estar físico, mental e social. Portanto, é evidente que, pela sua própria definição, o sanea- mento é indissociável do conceito de saúde. Errado. 008. (CONSULPLAN/PREFEITURA DE CAMPO VERDE-MT/2010) A epidemiologia ambien- tal com indicador de saúde aplica dois métodos para compreender as relações entre meio ambiente e saúde: epidemiologia descritiva e analítica. Utiliza, portanto informações tais como, EXCETO: a) Fatores de risco existentes: físicos, químicos e biológicos. b) Características especiais do ambiente que interferem no padrão de saúde da população. c) Efeitos adversos a saúde relacionados à exposição a fatores de riscos ambientais. d) Fatores de riscos ergonômicos ou psicossociais e mecânicos. e) Relação entre fatores e fatos diversificados de forma científica ou analítica. Não é utilizada a Relação entre fatores e fatos diversificados de forma científica ou analítica. A Epidemiologia Ambiental aplica dois métodos para compreender as relações entre o meio ambiente e a saúde, a saber: • Epidemiologia Descritiva – que utiliza o método científico para estudar a distribuição dos riscos e dos efeitos adversos à saúde da população; e • Epidemiologia analítica – que estuda a relação entre a exposição a um determinado fator e algum efeito adverso à saúde. Letra e. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br 17 de 18www.grancursosonline.com.br Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente e Saneamento VIGILÂNCIA EM SAÚDE Natale Souza REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALBUQUERQUE, C.M.S.; OLIVEIRA C.P.F. Saúde e doença: significações e perspectivas em mu- dança. Revista do ISP. 2002. Disponível em: [http://www.ipv.pt/millenium/ Millenium25/25_27. htm] Acesso em: 30 novembro 2010. ALMEIDA, E.S.; CASTRO, C.G. J.; VIEIRA, C.A.L. Distritos sanitários: concepção e organização. Para gestores municipais de serviços de saúde. 2ª. ed. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública, 2002. BARROS, José Augusto C. Pensando o processo Saúde-Doença: a que responde o modelo biomédico? Saude soc. [online]. 2002, v. 11, n. 1, p. 67-84. Radicchi, Antonio Leite Alves R129s Saúde ambiental/ Antônio Leite Alves Radicchi e Alysson Feliciano Lemos. --Belo Horizonte: Nescon/UFMG, Coopmed, 2009. 76p.: il., 22x27cm. https:// ares.unasus.gov.br/acervo/html/ARES/144/1/saude_ambiental.pdf O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.grancursosonline.com.br https://www.grancursosonline.com.br Natale Souza Enfermeira, graduada pela UEFS – Universidade Estadual de Feira de Santana – em 1999; pós-graduada em Saúde Coletiva pela UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz – em 2001, em Direito Sanitário pela FIOCRUZ em 2004; e mestre em Saúde Coletiva. Atualmente, é servidora pública da Prefeitura Municipal de Salvador e atua como Educadora/Pesquisadora pela Fundação Osvaldo Cruz – FIOCRUZ – no Projeto Caminhos do Cuidado. Além disso, é docente em cursos de pós-graduação e preparatórios para concursos há 16 anos, ministrando as disciplinas: Legislação do SUS, Políticas de Saúde, Programas de Saúde Pública e específicas de Enfermagem. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. Noções Básicas de Epidemiologia, Meio Ambiente, Medidas de Prevenção e Controle 1. Conceitos Básicos da Epidemiologia 2. Aplicações da Epidemiologia 2.1. Epidemiologia Ambiental 2.2. Meio Ambiente e Saúde Exercícios Gabarito Gabarito Comentado Referências Bibliográficas AVALIAR 5: Página 18: