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ENFERMAGEM EM SAÚDE PÚBLICA Doenças de Notificação Compulsória Livro Eletrônico Presidente: Gabriel Granjeiro Vice-Presidente: Rodrigo Calado Diretor Pedagógico: Erico Teixeira Diretora de Produção Educacional: Vivian Higashi Gerência de Produção de Conteúdo: Bárbara Guerra Coordenadora Pedagógica: Élica Lopes Todo o material desta apostila (incluídos textos e imagens) está protegido por direitos autorais do Gran. Será proibida toda forma de plágio, cópia, reprodução ou qualquer outra forma de uso, não autorizada expressamente, seja ela onerosa ou não, sujeitando-se o transgressor às penalidades previstas civil e criminalmente. CÓDIGO: 240708197428 NATALE SOUZA Enfermeira, graduada pela UEFS – Universidade Estadual de Feira de Santana – em 1999; pós-graduada em Saúde Coletiva pela UESC – Universidade Estadual de Santa Cruz – em 2001, em Direito Sanitário pela FIOCRUZ em 2004; e mestre em Saúde Coletiva. Atualmente, é servidora pública da Prefeitura Municipal de Salvador e atua como Educadora/Pesquisadora pela Fundação Osvaldo Cruz – FIOCRUZ – no Projeto Caminhos do Cuidado. Além disso, é docente em cursos de pós-graduação e preparatórios para concursos há 16 anos, ministrando as disciplinas: Legislação do SUS, Políticas de Saúde, Programas de Saúde Pública e específicas de Enfermagem. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. 3 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza SUMÁRIO Doenças de Notificação Compulsória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 1. Notificação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 1.1. Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 1.2. Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) . . . . . . . . . . . . . . 8 1.3. Notificação Compulsória . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 Questões de Concurso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 gabarito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27 gabarito Comentado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28 Referências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 4 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIADOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA 1 . nOTifiCaÇÃO1 . nOTifiCaÇÃO Segundo Brasil (2002), notificação é a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autoridade sanitária por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes. Historicamente, a notificação compulsória tem sido a principal fonte da vigilância epidemiológica, a partir da qual, na maioria das vezes, se desencadeia o processo informação-decisão-ação. A listagem das doenças de notificação nacional é estabelecida pelo Ministério da Saúde entre as consideradas de maior relevância sanitária para o país. Além das doenças ou eventos de “notificação imediata” (informação rápida – ou seja, deve ser comunicada por e-mail, telefone, fax ou web). A escolha dessas doenças obedece a alguns critérios, razão pela qual essa lista é periodicamente revisada, tanto em função da situação epidemiológica da doença, como pela emergência de novos agentes, por alterações. Brasil (2010) traz a seguinte afirmação: Os dados coletados sobre as doenças de notificação compulsória são incluídos no Sistema Nacional de Agravos Notificáveis (SINAN). Estados e municípios podem adicionar à lista outras patologias de interesse regional ou local, justificada a sua necessidade e definidos os mecanismos operacionais correspondentes. Entende-se que só devem ser coletados dados para efetiva utilização no aprimoramento das ações de saúde, sem sobrecarregar os serviços com o preenchimento desnecessário de formulários. Notificação é a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autoridade sanitária por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes. (BRASIL,2002) O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 5 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza Magnitude: aplicável a doenças de elevada frequência, que afetam grandes contingentes populacionais e se traduzem por altas taxas de incidência, prevalência, mortalidade e anos potenciais de vida perdidos. Potencial de disseminação: representado pelo elevado poder de transmissão da doença, por meio de vetores ou outras fontes de infecção, colocando sob risco a saúde coletiva. Transcendência: expressa-se por características subsidiárias que conferem relevância especial à doença ou agravo, destacando-se: severidade, medida por taxas de letalidade, de hospitalização e de sequelas; relevância social, avaliada, subjetivamente, pelo valor imputado pela sociedade à ocorrência da doença, e que se manifesta pela sensação de medo, de repulsa ou de indignação; e relevância econômica, avaliada por prejuízos decorrentes de restrições comerciais, redução da força de trabalho, absenteísmo escolar e laboral, custos assistenciais e previdenciários, entre outros. Vulnerabilidade: medida pela disponibilidade concreta de instrumentos específicos de prevenção e controle da doença, propiciando a atuação efetiva dos serviços de saúde sobre indivíduos e coletividades. Compromissos internacionais: relativos ao cumprimento de metas continentais ou mundiais de controle, de eliminação ou de erradicação de doenças, previstas em acordos firmados pelo governo brasileiro com organismos internacionais. Ocorrência de emergências de saúde pública, epidemias e surtos: situações que impõe notificação imediata de todos os eventos de saúde que impliquem risco de disseminação de doenças, com o objetivo de delimitar a área de ocorrência, elucidar o diagnóstico e deflagrar medidas de controle aplicáveis. Mecanismos próprios de notificação devem ser instituídos, com base na apresentação clínica e epidemiológica do evento. Os parâmetros para inclusão de doenças e agravos na lista de notificação compulsória devem obedecer aos critérios a seguir: Critérios para formação da lista de doenças de notificação compulsória (BRASIL, 2016) O caráter compulsório da notificação implica responsabilidades formais para todo cidadão e umaobrigação inerente ao exercício da medicina, bem como de outras profissões na área de saúde. Mesmo assim, sabe-se que a notificação nem sempre é realizada, o que ocorre por desconhecimento de sua importância e, também, por descrédito nas ações que dela devem resultar (BRASIL, 2016). O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 6 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza Aspectos da notificação Fonte: Brasil, 2016Fonte: Brasil, 2016 Além da notificação compulsória, o Sistema de Vigilância Epidemiológica pode definir doenças e agravos como de notificação simples. O Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN) é o principal instrumento de coleta dos dados de notificação compulsória. (BRASIL, 2016) 001. 001. (PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO-RJ/2016) A comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autoridade sanitária, por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, é conhecida como: a) subnotificação. b) vigilância epidemiológica. c) vigilância em saúde. d) notificação. Notificação é a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autoridade sanitária por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes. Letra d. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 7 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza 002. 002. (BIO RIO/FUNDAÇÃO SAÚDE/2014) O procedimento fundamental para o bom funcionamento da vigilância epidemiológica é a: a) notificação. b) investigação. c) avaliação. d) informatização. e) informação. Notificação é a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autoridade sanitária por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes. Essa comunicação é imprescindível para que sejam tomadas as medidas necessárias inerentes à vigilância epidemiológica. Letra a. 1 .1 . SiSTEma naCiOnal dE VigilÂnCia EPidEmiOlÓgiCa1 .1 . SiSTEma naCiOnal dE VigilÂnCia EPidEmiOlÓgiCa O Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SNVE) compreende o conjunto articulado de instituições do setor público e privado, componente do Sistema Único de Saúde (SUS) que, direta ou indiretamente, notifica doenças e agravos, presta serviços a grupos populacionais ou orienta a conduta a ser tomada para o controle dos mesmos (BRASIL, 2016). Brasil (2016) afirma que: Reorganização do Sistema de Vigilância Epidemiológica: desde a implantação do SUS, o SNVE vem passando por profunda reorganização operacional, para adequar-se aos princípios de descentralização e de integralidade da atenção à saúde. Esse processo encontra-se em fase mais adiantada, na área de assistência médica, na qual a transferência de recursos, ações e atividades vinha ocorrendo desde a publicação da Norma Operacional Básica de 1993 (NOB/93). Diferentemente, até meados da década de 1990, o financiamento das ações de vigilância epidemiológica era realizado mediante convênios do governo federal com as secretarias estaduais e municipais de saúde. Do ponto de vista organizacional, permanecia a atuação simultânea das três esferas de governo em cada território (FUNASA, SES e SMS), o que resultava em descontinuidade e superposição de ações. Em dezembro de 1999, foi redefinida a sistemática de financiamento na área de epidemiologia e controle de doenças, que também passou para a modalidade fundo a fundo. Esses instrumentos legais permitiram o direcionamento de recursos para o nível local do sistema de saúde, com o objetivo de atender, prioritariamente, às ações demandadas por necessidades locais, quanto à doenças e agravos mais frequentes. A partir do ano 2000, o processo de descentralização foi acelerado por várias medidas, que romperam os mecanismos de repasses conveniais e por produção de serviços (BRASIL, 2010). O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 8 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza 1.2. SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO (SINAN)1.2. SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO (SINAN) É o mais importante para a Vigilância Epidemiológica. Desenvolvido entre 1990 e 1993, para tentar sanar as dificuldades do Sistema de Notificação Compulsória de Doenças/SNCD, e substituí-lo, tendo em vista o razoável grau de informatização já disponível no país, o Sinan foi concebido pelo Centro Nacional de Epidemiologia, com o apoio técnico do DataSUS e da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte – Prodabel, para ser operado a partir das Unidades de Saúde, considerando o objetivo de coletar e processar dados sobre agravos de notificação, em todo o território nacional, desde o nível local. Mesmo que o município não disponha de microcomputadores em suas unidades, os instrumentos desse sistema são preenchidos nesse nível, e o processamento eletrônico é feito nos níveis centrais das Secretarias Municipais de Saúde (SMS), regional ou nas Secretarias Estaduais (SES) (CRUZ, 2003). O Sinan é alimentado, principalmente, pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos, que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória, mas é facultado a estados e municípios incluir outros problemas de saúde, importantes em sua região. Por isso, o número de doenças e agravos contemplados pelo Sinan, vem aumentando progressivamente, desde seu processo de implementação, em 1993, sem uma relação direta com a compulsoriedade nacional da notificação, expressando as diferenças regionais de perfis de morbidade registradas no sistema (BRASIL, 2010). Segundo Brasil (2016), a entrada de dados no Sinan é feita mediante a utilização de alguns formulários padronizados: Ficha Individual de Notificação (Fin): é preenchida para cada paciente. Quando da suspeita da ocorrência de problema de saúde de notificação compulsória (Portaria n. 1.943, de 18 de outubro de 2001) ou de interesse nacional, estadual ou municipal e encaminhada pelas unidades assistenciais, aos serviços responsáveis pela informação e/ou vigilância epidemiológica. Esse mesmo instrumento é utilizado para notificação negativa. Notificação negativa é a notificação da não ocorrência de doenças de notificação compulsória, na área de abrangência da unidade de saúde. Indica que os profissionais e o sistema de vigilância da área estão alertas para a ocorrência de tais eventos. A partir da alimentação do banco de dados do Sinan, pode-se calcular a incidência, prevalência, letalidade e mortalidade, bem como realizar análises, de acordo com as características de pessoa, tempo e lugar, particularmente, no que tange às doenças transmissíveis de notificação obrigatória. Além disso, é possível avaliar-se a qualidade dos dados. (BRASIL, 2010) O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br9 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza Indicadores são variáveis suscetíveis à mensuração direta, produzidos com periodicidade definida e critérios constantes. Disponibilidade de dados, simplicidade técnica, uniformidade, sinteticidade e poder discriminatório, são requisitos básicos para a sua elaboração. Os indicadores de saúde refletem o estado de saúde da população de uma comunidade. (BRASIL, 2010) 003. 003. (BIO RIO/FUNDAÇÃO SAÚDE/2014) Para fins de vigilância epidemiológica, a notificação negativa de uma determinada doença é a: a) não notificação por parte dos médicos. b) notificação da não ocorrência de casos da doença. c) notificação da não ocorrência de doenças infectocontagiosas d) notificação de número de casos abaixo do esperado no período. e) não notificação mensal do sistema de vigilância epidemiológica. Notificação negativa é a notificação da não ocorrência de doenças de notificação compulsória, na área de abrangência da unidade de saúde. Indica que os profissionais e o sistema de vigilância da área estão alertas, para a ocorrência de tais eventos. Letra b. 004. 004. (INSTITUTO AOCP/EBSERH/2015) Este sistema de informação é um dos mais importantes para a Vigilância Epidemiológica e tem o objetivo de coletar e processar dados sobre agravos de notificação em todo o território nacional. O enunciado refere-se ao a) SISREG. b) SINAN. c) SISVE. d) SISMEM. e) SINESP. O Sinan é alimentado, principalmente, pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos, que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória, mas é facultado a estados e municípios incluir outros problemas de saúde, importantes em sua região. Letra b. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 10 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza 005. 005. (CESGRANRIO/PETROBRAS/2014) Um importante Sistema de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, desenvolvido entre os anos de 1990 e 1993, que é alimentado, principalmente, pela notificação e pela investigação de casos de doenças e agravos constantes da lista nacional de doenças de notificação compulsória, é o a) Sistema Integrado de Informações da Saúde (SIIS). b) Sistema de Notificação Compulsória de Doenças (SNCD). c) Sistema de Informação de Mortalidade (SIM). d) Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). e) Sistema Nacional de Notificação de Enfermidades (SNNE). O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) é o mais importante para a Vigilância Epidemiológica. Desenvolvido entre 1990 e 1993, para tentar sanar as dificuldades do Sistema de Notificação Compulsória de Doenças/SNCD, e substituí-lo, tendo em vista o razoável grau de informatização já disponível no país, o Sinan foi concebido pelo Centro Nacional de Epidemiologia, com o apoio técnico do DataSUS e da Prodabel. Letra d. 006. 006. (TBG/PREFEITURA DO RIO DE JANEIRO-RJ/2016) O sistema de informação que reúne todos os dados relativos aos agravos de notificação, alimentado pelas notificações compulsórias, é denominado: a) SINAN. b) SINASC. c) SIA. d) SIAB. O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) é o mais importante para a Vigilância Epidemiológica. Desenvolvido entre 1990 e 1993, para tentar sanar as dificuldades do Sistema de Notificação Compulsória de Doenças/SNCD, e substituí-lo, tendo em vista o razoável grau de informatização já disponível no país, o Sinan foi concebido pelo Centro Nacional de Epidemiologia, com o apoio técnico do DataSUS e da Prodabel. Letra a. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 11 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza 007. 007. (INSTITUTO EXCELÊNCIA/PREFEITURA DE MONTE AZUL PAULISTA-SP/2016) Referente ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação, assinale a alternativa que apresente alguns aspectos que devem ser considerados na notificação: a) Notificar a simples suspeita da doença. Deve-se aguardar a confirmação do caso para se efetuar a notificação, pois isto pode significar perda da oportunidade de intervir eficazmente. b) A notificação tem de ser compartilhada, só podendo ser divulgada dentro do âmbito médico sanitário em caso de risco para a comunidade, respeitando-se o direito de anonimato dos cidadãos. c) O envio dos instrumentos de coleta de notificação deve ser feito mesmo na ausência de casos, configurando-se o que se denomina notificação negativa, que funciona como um indicador de eficiência do sistema de informações. d) Nenhuma das alternativas. Vamos relembrar: Letra c. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 12 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza 1 .3 . nOTifiCaÇÃO COmPUlSÓria1 .3 . nOTifiCaÇÃO COmPUlSÓria De acordo com a Lei n. 6.259/1975, notificação compulsória é a notificação obrigatória de casos e surtos de doenças e outros agravos constantes da listagem de doenças de notificação, cujos critérios de elaboração serão vistos adiante. É dever de todo cidadão notificar, sendo uma obrigação inerente aos profissionais da área da saúde. Sua obrigatoriedade consta da Lei n. 6.259/1975. 1 .3 .1 POrTaria n . 204, dE 17 dE fEVErEirO dE 2016 Define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional, nos termos do anexo, e dá outras providências. Considerando a necessidade de padronizar os procedimentos normativos relacionados à NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), resolve: CaPÍTUlO iCaPÍTUlO i daS diSPOSiÇÕES iniCiaiSdaS diSPOSiÇÕES iniCiaiS Art. 1º Esta Portaria define a LISTA NACIONAL DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA de doenças, agravos e eventos de saúde pública: Art. 2º Para fins de notificação compulsória de importância nacional, serão considerados os seguintes conceitos: O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 13 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 14 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 15 de 38gran.com.br EnfErmagEmEm SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza O prazo da notificação compulsória é frequentemente cobrado em provas! DECORE! O prazo para a NCI é de 24 horas! O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 16 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 17 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza CaPÍTUlO iiCaPÍTUlO ii da nOTifiCaÇÃO COmPUlSÓriada nOTifiCaÇÃO COmPUlSÓria Art. 3º A NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA é OBRIGATÓRIA para: Em conformidade com o art. 8º da Lei n. 6.259, de 30 de outubro de 1975. É muito comum questões provas afirmarem que a notificação compulsória pode ser realizada APENAS por médicos, o que está ERRADO. Perceba que qualquer profissional de saúde pode realizá-la. § 1º A NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA será realizada diante: De doença ou agravo, de acordo com o estabelecido no anexo, observando-se, também, as normas técnicas estabelecidas pela SVS/MS. 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(CESGRANRIO/PETROBRAS/2014) A notificação compulsória é a comunicação obrigatória sobre a ocorrência de suspeita ou confirmação de doença, agravo ou evento de saúde pública que deve ser feita à autoridade de saúde. Essa notificação NÃO é feita por a) médicos. b) enfermeiros. c) responsáveis pelos serviços privados de saúde. d) responsáveis pelos serviços públicos de saúde. e) qualquer cidadão que tenha conhecimento dessa(s) ocorrência(s). Essa questão é uma boa pegadinha! A notificação é OBRIGATÓRIA para médicos, enfermeiros e profissionais responsáveis pelos serviços públicos e privados de saúde. Ou seja, caso não o façam estarão sujeitos às penalidades previstas em legislações inerentes à cada um. A comunicação de doença, agravo ou evento de saúde pública de notificação compulsória: pode ser realizada à autoridade de saúde por QUALQUER CIDADÃO que deles tenha conhecimento. Veja a diferença e interprete a questão: qualquer cidadão pode, porém aos profissionais de saúde não é facultado, e sim OBRIGATÓRIO. Letra e. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 19 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza Art. 4º A NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA IMEDIATA: DEVE SER REALIZADA: 009. 009. (FGV/TCE-SE/2015) A Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde faz parte das ações de Vigilância desenvolvidas pelo Ministério da Saúde. Sobre as disposições legais relacionadas ao processo de notificação, é correto afirmar que: a) agravo é definido como a situação que pode constituir potencial ameaça à saúde pública, como a ocorrência de surto ou epidemia de causa desconhecida. b) o modelo de vigilância realizada a partir de estabelecimento de saúde estratégico para a vigilância de morbidade e mortalidade de interesse para a saúde pública é denominado vigilância de notificação. c) a notificação compulsória realizada em até 7 (sete) dias, a partir do conhecimento da ocorrência de doença ou agravo, é denominada notificação compulsória negativa. d) os casos de dengue, leishmaniose visceral e hepatites virais fazem parte da lista de doenças ou agravos de notificação compulsória imediata. e) a notificação compulsória imediata deve ser realizada pelo profissional de saúde ou responsável pelo serviço assistencial que prestar o primeiro atendimento ao paciente, em até 24 horas desse atendimento. 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O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 21 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza Parágrafo único. A autoridade de saúde que receber a notificação compulsória IMEDIATA Deverá informá-la, em até 24 (vinte e quatro) horas desse recebimento, às demais esferas de gestão do SUS, o conhecimento de qualquer uma das doenças ou agravos constantes no anexo. Art. 5º A notificação compulsória SEMANAL: Será feita à Secretaria de Saúde do Município do local de atendimento do paciente com suspeita ou confirmação de doença ou agravo de notificação compulsória. Parágrafo único. No Distrito Federal, a notificação será feita à Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Art. 6º A NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA, independente da forma como realizada, Também será registrada em sistema de informação em saúde e seguirá o fluxo de compartilhamento entre as esferas de gestão do SUS estabelecido pela SVS/MS. CaPÍTUlO iiiCaPÍTUlO iii daS diSPOSiÇÕES finaiSdaS diSPOSiÇÕES finaiS Art. 7º As autoridades de saúde Garantirão o SIGILO das informações pessoais integrantes da notificação compulsória que estejam sob sua responsabilidade. Art. 8º As autoridades de saúde: Garantirão a divulgação atualizada dos dados públicos da notificação compulsória para: Art. 9º A SVS/MS e as Secretarias de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: Divulgarão, em endereço eletrônico oficial, O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.brhttps://www.gran.com.br 22 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza Art. 10. A SVS/MS publicará normas técnicas complementares relativas: aos fluxos, prazos, instrumentos, definições de casos suspeitos e confirmados, funcionamento dos sistemas de informação em saúde e demais diretrizes técnicas para o cumprimento e operacionalização desta Portaria, No prazo de até 90 (noventa) dias, contados a partir da sua publicação. Art. 11. A relação das doenças e agravos MONITORADOS por meio da estratégia de vigilância em unidades sentinelas e suas diretrizes Constarão em ato específico do Ministro de Estado da Saúde. Art. 12. A relação das EPIZOOTIAS e suas diretrizes de notificação Constarão em ato específico do Ministro de Estado da Saúde. Art. 13. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Art. 14. Fica revogada a Portaria n. 1.271/GM/MS, de 06 de junho de 2014, publicada no Diário Oficial da União, n. 108, Seção 1, do dia 09 de junho de 2014, p. 37. Clique no link para visualizar, no anexo da Portaria, as doenças de notificação compulsória: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2016/prt0204_17_02_2016.html O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 23 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza QUESTÕES DE CONCURSOQUESTÕES DE CONCURSO 001. 001. (NUCEPE/PREFEITURA DE PARNARAMA-MA/2014) A dengue é uma doença em que os casos suspeitos ou confirmados são notificados ao serviço de vigilância epidemiológica. Portanto, é um caso de: a) notificação imprópria. b) notificação complementar. c) notificação não compulsória. d) notificação dermatográfica. e) notificação compulsória. 002. 002. (AMEOSC/PREFEITURA DE PALMA SOLA-SC/2016) Complete a lacuna corretamente. A notificação é a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autoridade sanitária por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes. Historicamente, a ________________________________ tem sido a principal fonte da vigilância epidemiológica, a partir da qual, na maioria das vezes, se desencadeia o processo de informação-decisão-ação: 003. 003. (CONPASS/PREFEITURA DE CARNAÍBA-PE/2013) Assinale qual das doenças não é de Notificação Compulsória: a) AIDS. b) Tuberculose. c) Hipertensão. d) Sarampo. e) Doença de Chagas. 004. 004. (COPEVE-UFMS/2015) A hanseníase é uma doença de notificação compulsória: a) Semanal. b) Imediata. c) Positiva. d) Negativa. e) Mensal. 005. 005. (UFMA/UFMA/2016) São doenças de notificação compulsória: a) Leptospirose, raiva humana, diabetes, sífilis congênita b) Diabetes, tuberculose, hanseníase, febre amarela c) Malária, leptospirose, tétano e leishmaniose visceral O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 24 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza d) DPOC, hipertensão arterial, diabetes, pneumonia e) Botulismo, giardíase, hantavirose e febre tifoide 006. 006. (CESPE/INCA/2010) Não compete ao técnico ou auxiliar de enfermagem do trabalho a identificação e notificação de doenças de notificação compulsória. 007. 007. (INTEGRI/PREFEITURA DE VOTORANTIM-SP/2010) São consideradas doenças de notificação compulsória, exceto: a) Cólera e febre amarela b) Coqueluche e poliomielite c) Difteria e meningite d) Amigdalite e laringite. 008. 008. (IDECAN/PREFEITURA DE MIRAÍ-MG/2016) Entre as parasitoses a seguir NÃO é necessária a notificação compulsória de: a) Malária. b) Toxoplasmose. c) Leishmaniose visceral. d) Doença de Chagas em sua fase aguda. 009. 009. (SEGPLAN-GO/SEAP-GO/2016) São consideradas Doenças e Agravos de Notificação Compulsória: a) difteria, sarampo e anemia. b) tuberculose, hanseníase e dengue. c) malária, rubéola e cefaleia. d) tétano, raiva humana e diverticulite. e) leishmaniose visceral, leptospirose e psoríase. 010. 010. (IF-CE/IF-CE/2017) São doenças de Notificação Compulsória no Brasil, exceto a) hantavirose. b) coqueluche. c) esquistossomose. d) shigelose. e) leptospirose. 011. 011. (UEM/UEM/2017) São consideradas doenças de notificação compulsória imediata: a) Varíola, Febre Amarela, Dengue, Febre Maculosa. b) Botulismo, Cólera, Coqueluche, Difteria, Sarampo. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 25 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza c) Ebola, Rubéola, Febre Tifoide, Raiva Humana, Sífilis Congênita. d) Tuberculose, Febre Chikungunya, Tétano Neonatal, Leptospirose. e) Leishmaniose Visceral, Hepatites Virais, Poliomielite por Poliovírus Selvagem. 012. 012. (IBFC/EBSERH/2017) No Brasil, são doenças de notificação compulsória imediata: a) Síndrome da Rubéola Congênita, Sífilis adquirida, congênita e em gestante. b) Tétano, Toxoplasmose Gestacional e Congênita. c) Raiva Humana, Sarampo e Rubéola. d) Tuberculose, Leishmaniose Visceral e Leishmaniose Tegumentar Americana. e) HIV/AIDS – Infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, Hepatites Virais e Hanseníase. 013. 013. (FCC/INSS/2012) Qual das alternativas abaixo contém exclusivamente doenças que não são de notificação compulsória: a) amigdalite bacteriana, pneumonia bacteriana, varicela. b) pneumonia bacteriana, hanseníase, hepatite B. c) dengue, hepatite C, tricomoníase. d) gonorreia, sífilis, conjuntivite. e) tuberculose, hanseníase, gardnerella. 014. 014. (FUNCAB/SESACRE/2013) Segundo o Ministério da Saúde é doença de notificação compulsória: a) amebíase. b) criptosporidíase. c) ascaridíase. d) sífilis. e) ancilostomiase. 015. 015. (BIO RIO/FUNDAÇÃO SAÚDE/2014) Para fins de vigilância epidemiológica, a notificação negativa de uma determinada doença é a: a) não notificação por parte dos médicos. b) notificação da não ocorrência de casos da doença. c) notificação da não ocorrência de doenças infectocontagiosas d) notificação de número de casos abaixo do esperado no período. e) não notificação mensal do sistema de vigilância epidemiológica. 016. 016. (FGV/FIOCRUZ2010) Em relação à notificação compulsória das doenças pode-se afirmar que: a) apenas os casos com confirmação laboratorial devem ser notificados. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 26 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza b) apenas os casos com confirmação clínica devem ser notificados. c) nenhum caso suspeito deve ser notificado antes de sua confirmação clínica e/ou laboratorial. d) a notificação de casos suspeitos é fundamental para o controle de determinadas doenças. e) não há a necessidade de sigilo ao se notificar essas doenças. 017. 017. (CONSULPLAN/HOB/2015) Entre as situações relacionadas a seguir há a necessidade de notificação na seguinte circunstância: a) Um casode sífilis. b) Um caso de ascaridíase. c) Um caso de toxoplasmose crônica. d) Um caso de doença de Chagas (fase crônica). 018. 018. (FUNCAB/EMSERH/2016) A notificação compulsória deve ocorrer no caso das seguintes doenças: a) coqueluche e criptococose. b) candidíase e estrongiloidíase. c) herpes simples e sífilis congênita. d) botulismo e cancro mole. e) botulismo e síndrome da rubéola congênita. 019. 019. (SEGPLAN-GO/SEAP-GO/2016) A notificação compulsória de doenças, agravos e eventos em saúde é obrigatória: a) aos responsáveis por estabelecimentos de saúde, contanto que sejam públicos. b) apenas aos médicos e enfermeiros. c) a todos os profissionais de saúde no exercício da profissão, bem como os responsáveis por organizações e estabelecimentos públicos e particulares de saúde e de ensino. d) aos responsáveis por organizações de ensino, apenas quando se tratar de instituição privada. e) a todo cidadão. 020. 020. (SEGPLAN-GO/SEAP-GO/2016) São Doenças e Agravos de Notificação Compulsória no território nacional, exceto: a) Botulismo. b) Eventos adversos pós-vacinação. c) Hantavirose. d) Rubéola. e) Toxoplasmose. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 27 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza GABARITOGABARITO 1. e 2. c 3. c 4. a 5. c 6. E 7. d 8. b 9. b 10. d 11. b 12. c 13. a 14. d 15. b 16. d 17. a 18. e 19. c 20. e O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 28 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza GABARITO COMENTADOGABARITO COMENTADO 001. 001. (NUCEPE/PREFEITURA DE PARNARAMA-MA/2014) A dengue é uma doença em que os casos suspeitos ou confirmados são notificados ao serviço de vigilância epidemiológica. Portanto, é um caso de: a) notificação imprópria. b) notificação complementar. c) notificação não compulsória. d) notificação dermatográfica. e) notificação compulsória. A dengue é uma doença de notificação compulsória. Vide relação no link: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2016/prt0204_17_02_2016.html Letra e. 002. 002. (AMEOSC/PREFEITURA DE PALMA SOLA-SC/2016) Complete a lacuna corretamente. A notificação é a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autoridade sanitária por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes. Historicamente, a ________________________________ tem sido a principal fonte da vigilância epidemiológica, a partir da qual, na maioria das vezes, se desencadeia o processo de informação-decisão-ação: a) Notificação sanitária. b) Notificação de segurança. c) Notificação compulsória. d) Notificação intermitente. Segundo Brasil (2002), notificação é a comunicação da ocorrência de determinada doença ou agravo à saúde, feita à autoridade sanitária por profissionais de saúde ou qualquer cidadão, para fins de adoção de medidas de intervenção pertinentes. Historicamente, a notificação compulsória tem sido a principal fonte da vigilância epidemiológica, a partir da qual, na maioria das vezes, se desencadeia o processo informação-decisão-ação. Letra c. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 29 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza 003. 003. (CONPASS/PREFEITURA DE CARNAÍBA-PE/2013) Assinale qual das doenças não é de Notificação Compulsória: a) AIDS. b) Tuberculose. c) Hipertensão. d) Sarampo. e) Doença de Chagas. A hipertensão não consta na lista de doenças de notificação compulsória. Letra c. 004. 004. (COPEVE-UFMS/2015) A hanseníase é uma doença de notificação compulsória: a) Semanal. b) Imediata. c) Positiva. d) Negativa. e) Mensal. De acordo com a Portaria n. 204/2016, a notificação compulsória pode ser imediata ou semanal, sendo que a Hanseníase é de notificação semanal. Letra a. 005. 005. (UFMA/UFMA/2016) São doenças de notificação compulsória: a) Leptospirose, raiva humana, diabetes, sífilis congênita b) Diabetes, tuberculose, hanseníase, febre amarela c) Malária, leptospirose, tétano e leishmaniose visceral d) DPOC, hipertensão arterial, diabetes, pneumonia e) Botulismo, giardíase, hantavirose e febre tifoide De acordo com a Portaria n. 204/2016 são doenças de notificação compulsória: malária, leptospirose, tétano e leishmaniose visceral. Link: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/ gm/2016/prt0204_17_02_2016.html Letra c. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 30 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza 006. 006. (CESPE/INCA/2010) Não compete ao técnico ou auxiliar de enfermagem do trabalho a identificação e notificação de doenças de notificação compulsória. A notificação de doenças é obrigatória para todos os profissionais. Errado. 007. 007. (INTEGRI/PREFEITURA DE VOTORANTIM-SP/2010) São consideradas doenças de notificação compulsória, exceto: a) Cólera e febre amarela b) Coqueluche e poliomielite c) Difteria e meningite d) Amigdalite e laringite. De acordo com a Portaria n. 204/2016, amigdalite e laringite NÃO são doenças de notificação compulsória. Letra d. 008. 008. (IDECAN/PREFEITURA DE MIRAÍ-MG/2016) Entre as parasitoses a seguir NÃO é necessária a notificação compulsória de: a) Malária. b) Toxoplasmose. c) Leishmaniose visceral. d) Doença de Chagas em sua fase aguda. De acordo com a Portaria n. 204/2016, a toxoplasmose não é doença de notificação compulsória. Letra b. 009. 009. (SEGPLAN-GO/SEAP-GO/2016) São consideradas Doenças e Agravos de Notificação Compulsória: a) difteria, sarampo e anemia. b) tuberculose, hanseníase e dengue. c) malária, rubéola e cefaleia. d) tétano, raiva humana e diverticulite. e) leishmaniose visceral, leptospirose e psoríase. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 31 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza De acordo com a Portaria n. 204/2016, tuberculose, hanseníase e dengue são doenças de notificação compulsória. Letra b. 010. 010. (IF-CE/IF-CE/2017) São doenças de Notificação Compulsória no Brasil, exceto a) hantavirose. b) coqueluche. c) esquistossomose. d) shigelose. e) leptospirose. De acordo com a Portaria n. 204/2016, shigelose NÃO é doença de notificação compulsória. Letra d. 011. 011. (UEM/UEM/2017) São consideradas doenças de notificação compulsória imediata: a) Varíola, Febre Amarela, Dengue, Febre Maculosa. b) Botulismo, Cólera, Coqueluche, Difteria, Sarampo. c) Ebola, Rubéola, Febre Tifoide, Raiva Humana, SífilisCongênita. d) Tuberculose, Febre Chikungunya, Tétano Neonatal, Leptospirose. e) Leishmaniose Visceral, Hepatites Virais, Poliomielite por Poliovírus Selvagem. De acordo com a Portaria n. 204/2016, que define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional, nos termos do anexo, e dá outras providências, são doenças de NOTIFICAÇÃO IMEDIATA (ATÉ 24 HORAS): botulismo, cólera, coqueluche, difteria, sarampo. Letra b. 012. 012. (IBFC/EBSERH/2017) No Brasil, são doenças de notificação compulsória imediata: a) Síndrome da Rubéola Congênita, Sífilis adquirida, congênita e em gestante. b) Tétano, Toxoplasmose Gestacional e Congênita. c) Raiva Humana, Sarampo e Rubéola. d) Tuberculose, Leishmaniose Visceral e Leishmaniose Tegumentar Americana. e) HIV/AIDS – Infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, Hepatites Virais e Hanseníase. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 32 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza De acordo com a Portaria n. 204/2016, que define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional, nos termos do anexo, e dá outras providências, são doenças de NOTIFICAÇÃO IMEDIATA (ATÉ 24 HORAS): raiva humana, sarampo e rubéola. Letra c. 013. 013. (FCC/INSS/2012) Qual das alternativas abaixo contém exclusivamente doenças que não são de notificação compulsória: a) amigdalite bacteriana, pneumonia bacteriana, varicela. b) pneumonia bacteriana, hanseníase, hepatite B. c) dengue, hepatite C, tricomoníase. d) gonorreia, sífilis, conjuntivite. e) tuberculose, hanseníase, gardnerella De acordo com a Portaria n. 204/2016, que define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional, nos termos do anexo, e dá outras providências, NÃO são doenças de NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA: amigdalite bacteriana, pneumonia bacteriana e varicela. Letra a. 014. 014. (FUNCAB/SESACRE/2013) Segundo o Ministério da Saúde é doença de notificação compulsória: a) amebíase. b) criptosporidíase. c) ascaridíase. d) sífilis. e) ancilostomiase. A sífilis é uma doença de notificação compulsória, segundo a Portaria n. 204/2016. Letra d. 015. 015. (BIO RIO/FUNDAÇÃO SAÚDE/2014) Para fins de vigilância epidemiológica, a notificação negativa de uma determinada doença é a: a) não notificação por parte dos médicos. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 33 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza b) notificação da não ocorrência de casos da doença. c) notificação da não ocorrência de doenças infectocontagiosas d) notificação de número de casos abaixo do esperado no período. e) não notificação mensal do sistema de vigilância epidemiológica. Notificação negativa é a notificação da não ocorrência de doenças de notificação compulsória, na área de abrangência da unidade de saúde. Indica que os profissionais e o sistema de vigilância da área estão alertas, para a ocorrência de tais eventos. Letra b. 016. 016. (FGV/FIOCRUZ2010) Em relação à notificação compulsória das doenças pode-se afirmar que: a) apenas os casos com confirmação laboratorial devem ser notificados. b) apenas os casos com confirmação clínica devem ser notificados. c) nenhum caso suspeito deve ser notificado antes de sua confirmação clínica e/ou laboratorial. d) a notificação de casos suspeitos é fundamental para o controle de determinadas doenças. e) não há a necessidade de sigilo ao se notificar essas doenças. A notificação deve ser feita NA SUSPEITA DA DOENÇA, para que possam ser tomadas as medidas de controle. Letra d. 017. 017. (CONSULPLAN/HOB/2015) Entre as situações relacionadas a seguir há a necessidade de notificação na seguinte circunstância: a) Um caso de sífilis. b) Um caso de ascaridíase. c) Um caso de toxoplasmose crônica. d) Um caso de doença de Chagas (fase crônica). A sífilis é uma doença de notificação compulsória, segundo a Portaria n. 204/2016. Letra a. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 34 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza 018. 018. (FUNCAB/EMSERH/2016) A notificação compulsória deve ocorrer no caso das seguintes doenças: a) coqueluche e criptococose. b) candidíase e estrongiloidíase. c) herpes simples e sífilis congênita. d) botulismo e cancro mole. e) botulismo e síndrome da rubéola congênita. De acordo com a Portaria n. 204/2016, que define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional, nos termos do anexo, e dá outras providências, são doenças de NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA: botulismo e síndrome da rubéola congênita. Letra e. 019. 019. (SEGPLAN-GO/SEAP-GO/2016) A notificação compulsória de doenças, agravos e eventos em saúde é obrigatória: a) aos responsáveis por estabelecimentos de saúde, contanto que sejam públicos. b) apenas aos médicos e enfermeiros. c) a todos os profissionais de saúde no exercício da profissão, bem como os responsáveis por organizações e estabelecimentos públicos e particulares de saúde e de ensino. d) aos responsáveis por organizações de ensino, apenas quando se tratar de instituição privada. e) a todo cidadão. De acordo com o art. 3º: Art. 3º A notificação compulsória é obrigatória para os médicos, outros profissionais de saúde ou responsáveis pelos serviços públicos e privados de saúde, que prestam assistência ao paciente, em conformidade com o art. 8º da Lei n. 6.259, de 30 de outubro de 1975. § 2º A comunicação de doença, agravo ou evento de saúde pública de notificação compulsória à autoridade de saúde competente também será realizada pelos responsáveis por estabelecimentos públicos ou privados educacionais, de cuidado coletivo, além de serviços de hemoterapia, unidades laboratoriais e instituições de pesquisa. Letra c. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 35 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza 020. 020. (SEGPLAN-GO/SEAP-GO/2016) São Doenças e Agravos de Notificação Compulsória no território nacional, exceto: a) Botulismo. b) Eventos adversos pós-vacinação. c) Hantavirose. d) Rubéola. e) Toxoplasmose. De acordo com a Portaria n. 204/2016, que define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional, nos termos do anexo, e dá outras providências, a Toxoplasmose NÃO é doença de NOTIFICAÇÃOCOMPULSÓRIA. Letra e. O conteúdo deste livro eletrônico é licenciado para JOSÉ AMILTON DE JESUS SANTOS JÚNIOR - , vedada, por quaisquer meios e a qualquer título, a sua reprodução, cópia, divulgação ou distribuição, sujeitando-se aos infratores à responsabilização civil e criminal. https://www.gran.com.br https://www.gran.com.br 36 de 38gran.com.br EnfErmagEm Em SaúdE PúbliCa Doenças de Notificação Compulsória Natale Souza REFERÊNCIASREFERÊNCIAS ALBUQUERQUE, C.M.S.; OLIVEIRA C.P.F. Saúde e doença: significações e perspectivas em mudança. Revista do ISP. 2002. Disponível em: [http://www.ipv.pt/millenium/ Millenium25/25_27.htm] Acesso em: 30 novembro 2010. ALMEIDA, E.S.; CASTRO, C.G. J.; VIEIRA, C.A.L. Distritos sanitários: concepção e organização. Para gestores municipais de serviços de saúde. 2ª. ed. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública, 2002. BARROS, José Augusto C. Pensando o processo Saúde-Doença: a que responde o modelo biomédico? Saude soc. [online]. 2002, v. 11, n. 1, p. 67-84. BERLINGUER, G. 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Notificação Compulsória Questões de Concurso Gabarito Gabarito Comentado Referências