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EDUCAÇÃO FINANCEIRA AULA 1 Prof. Palminor de Paula Bueno Sobrinho 2 CONVERSA INICIAL Relação com o dinheiro De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), educação financeira é “um processo mediante o qual os indivíduos e as sociedades melhoram a sua compreensão em relação aos conceitos e produtos financeiros, a ser desenvolvido por três vertentes – informação, formação e orientação”. É inegável que quando estamos com a parte financeira controlada, há um impacto positivo em vários outros aspectos da nossa vida. Este estudo tem o objetivo principal de criar habilidades em todos os cidadãos, visando à melhoria de vida nesse campo. Cidadãos educados financeiramente exigirão um mercado igualmente organizado. Em nossa jornada, abordaremos conteúdos envolvendo educação financeira, que nada mais é do que um processo que visa preparar o cidadão a entender o funcionamento do mercado, praticar um consumo consciente, fazer escolhas adequadas e dar importância a um planejamento pessoal ou familiar. É de fundamental importância o conhecimento sobre educação financeira adequada para evitar acumular dívidas e pagar altos juros abusivos que ocasionam um total descontrole do orçamento pessoal ou familiar. Nesta etapa, veremos os seguintes tópicos: • relacionamento com o dinheiro; • sonhos e projetos; • escolhas, equilíbrio entre emoção e razão; • troca intertemporal; • necessidade e desejo. Esperamos que ao final você seja capaz de entender a relação diária dos cidadãos com o dinheiro e tomar melhores decisões quanto a escolhas financeiras, tornando viáveis seus sonhos e projetos. Além disso, nossa expectativa é que saiba administrar satisfatoriamente a busca constante pelo equilíbrio entre a emoção e a razão, realizar a troca intertemporal de modo a não comprometer o orçamento pessoal e não confundir necessidade com desejo e, fundamentalmente, identificar a forma correta de usar o dinheiro. 3 TEMA 1 – RELACIONAMENTO COM O DINHEIRO Existe algum relacionamento entre você e o dinheiro? A resposta a essa pergunta é sim. Não existe quem não se relacione com o dinheiro, a grande questão é saber como isso acontece. Há os que defendem que ele deve ser tratado como um amigo íntimo pessoal, ou seja, estabelecer um relacionamento emocional, dedicado e frequente. Emocional, como todas as decisões que tomamos ao longo da vida, e dedicado e frequente, pois essa relação ocorre o tempo todo. Como escreveu o compositor Silvio Brito, em sua canção intitulada “Pare o mundo que eu quero descer”, “tem que pagar pra nascer, tem que pagar pra viver, tem que pagar pra morrer”. Quando falamos em relacionamento com o dinheiro, há os que acreditam que são três tipos diferentes de pessoas quanto ao comportamento: o amigo, o colega e o inimigo do dinheiro. O amigo do dinheiro fica o maior tempo possível com ele, muitas vezes nem o gasta integralmente, mas apenas parte do que recebeu de proventos. Por sua vez, o colega tem muito apreço por ele, porém o gasta incansavelmente quando recebe os proventos. Já o inimigo nem espera que ele caia na conta, o gasta antecipadamente. Nesse caso, um dos grandes inimigos do dinheiro é o cartão de crédito, considerado sinônimo de distanciamento do dinheiro. Com o avanço da tecnologia, o mundo financeiro está cada vez mais complexo. Porém, o nosso conhecimento financeiro e a consequente educação financeira não acompanharam essa evolução, há uma defasagem aparente que contribui para um endividamento financeiro excessivo. Se conhecermos e entendermos nossa atual situação financeira e o que queremos ou planejamos para o futuro, nosso relacionamento com o dinheiro será muito melhor. É inegável que se praticarmos e aplicarmos adequadamente conhecimentos de educação financeira, no que diz respeito ao controle financeiro, nossas vidas deverão ser muito melhores. A maioria das pessoas não conhecem e não se interessam em saber como administrar suas finanças. Essa cultura tende a mudar com a implantação da educação financeira nas escolas básicas a partir das séries iniciais, oferecendo às crianças esse conhecimento e consequentemente estendendo-o ao âmbito familiar. Precisamos estudar mais sobre esse tema, e há diversas fontes disponíveis para ser acessadas sem necessidade de sair de casa, como 4 canais do YouTube, livros, artigos etc. Quanto mais for aplicado esse conhecimento, mais difícil será desconstruir atitudes já consolidadas em adolescentes e adultos. Vamos iniciar uma série de exercícios sobre educação financeira. É muito importante que você responda a todas as perguntas de maneira pessoal, sem a preocupação de utilizar definições prévias. O seu entendimento e reflexão fazem parte do processo prático da inserção da educação financeira no seu cotidiano. • Exercício 1 Escreva em uma frase qual é o significado do dinheiro. • Exercício 2 Agora, escreva detalhadamente como está sua situação financeira atual. • Exercício 3 Quais são as aplicações financeiras existentes no mercado financeiro brasileiro que você conhece? • Exercício 4 Quais são os benefícios de guardar dinheiro em uma conta-poupança? • Exercício 5 Quais são as consequências de não guardar dinheiro? • Exercício 6 Você conversa com seus familiares sobre dinheiro? • Exercício 7 Você gostaria de adquirir conhecimento sobre educação financeira? Se sim, de que maneira? TEMA 2 – SONHOS E PROJETOS Se fizermos uma busca a respeito dos significados da palavra sonho, vamos encontrar, dentre muitos, que é um ideal ou ideia dominante perseguidos com interesse e paixão. E todos os sonhos envolvem dinheiro? A resposta é não. Podemos sonhar com o fim da guerra da Ucrânia, sonhar com nosso time sendo campeão ou, ainda, sonhar que as pessoas no mundo inteiro tenham mais compaixão com o próximo. Porém, um dos diversos benefícios que a educação financeira pode nos trazer é propiciar melhores condições para a realização de alguns sonhos. Não podemos ignorar o fato de que a maioria dos nossos sonhos dependem de 5 dinheiro: as viagens, os carros e a casa própria, entre tantos outros. Mas, e para realizá-los, o que efetivamente estamos fazendo? Apostando em loterias? Esperando cair do céu? Evidentemente, dessa maneira teremos que fazer cálculos de probabilidades para que ocorra o evento favorável, que muitas vezes está próximo de zero. O recomendável é termos condições de realizar nossos sonhos mediante a criação de projetos bem planejados e elaborados. Com o mesmo grau de importância da realização dos sonhos, está o planejamento. Sonhos e projetos são complementares e devem chegar juntos a um final único. Não é incomum encontrarmos pessoas que desistam dos seus sonhos, pois não confiam em que possam realizá-los ou não têm a clareza necessária de como obtê-los. Muitas vezes a falta de projetos, organização e planejamento está associada a essa desistência. No caso da casa própria, o planejamento deve ser financeiro. Como ponto de partida, é preciso saber exatamente qual é a sua renda mensal, o montante de suas despesas e, principalmente, se há uma parte desse dinheiro que pode ser utilizada no projeto até mesmo para poupar. Em seguida, deve-se verificar se é necessário realizar uma operação financeira visando alcançar o objetivo para, finalmente, definir o tempo que levará para a concretização do sonho. Nesse sentido, é importante definir dois conceitos que serão utilizados e aplicados no planejamento: objetivo e meta. O primeiro diz respeito à descrição do sonho ou, ainda, daquilo que se pretende atingir; o segundo é um detalhamento do objetivo, o tão propagado “passo a passo” para alcançá-lo. Alguns aspectos caracterizam os projetos, dentre os quais o fato de que um projeto é temporário,com começo, meio e fim devidamente definidos. Outro ponto importante deles é que devem ser planejados, colocados em prática e constantemente controlados. Relacionamos a seguir alguns passos a serem seguidos para a criação desses projetos. • Primeiro passo: acreditar no seu sonho. • Segundo passo: saber exatamente qual é o seu sonho e as características dele. Por exemplo, de nada adianta sonhar em fazer um curso superior sem saber qual é o curso, em que instituição ele vai ser feito, se esta será pública ou privada e, ainda, quando isso vai acontecer. • Terceiro passo: fazer todo o detalhamento para a realização do sonho. Por exemplo, se ele for a aquisição da casa própria daqui a dez anos, 6 verificar se não é melhor poupar e aplicar o valor da prestação a partir de hoje e, quando for comprar, utilizá-lo como entrada. • Quarto passo: administrar corretamente possíveis alterações durante o processo para a realização do sonho, o que fazer se uma dívida inesperada surgir ou, ainda, como agir se houver um prêmio, de qualquer origem, também inesperado. • Exercício 8 Escreva um sonho que deseja realizar. • Exercício 9 Descreva os quatro passos a serem seguidos para a criação do projeto referente ao sonho que deseja realizar. TEMA 3 – ESCOLHAS, EQUILÍBRIO ENTRE EMOÇÃO E RAZÃO Para se tomarem boas decisões, é fundamental buscar o equilíbrio entre a emoção e a razão. Quando fazemos nossas escolhas, muitas vezes apenas a emoção entra em cena, causando problemas difíceis de se reverter. O caso mais comum é o endividamento que frequentemente é totalmente evitável. Aprender a reconhecer as emoções, entender quando se está muito feliz, ansioso, eufórico e evitar tomar decisões nesses momentos é fundamental para a prática da educação financeira, até o fato de que não escolher também ser uma escolha. Na sociedade consumista em que vivemos, as inúmeras propagandas atrativas, com promoções ou não, podem nos influenciar a desejar determinado produto mesmo que não seja de extrema necessidade. Portanto, o equilíbrio entre a emoção e a razão é recomendado sempre no processo das escolhas, afinal muitas são feitas com base em emoções, superestimando ou subestimando as consequências. Devemos nos esforçar para incluir a razão em todas as nossas decisões financeiras. De maneira alguma devemos excluir as emoções, o objetivo principal é buscar a medida adequada entre esses dois sentimentos. Há momentos em que podemos deixar uma delas se sobressair e falar mais alto, sendo estes não muito fáceis de se encontrar. Cada pessoa vai, aos poucos, aprendendo a discerni-los. Precisamos tanto das razões quanto das emoções para fazer boas escolhas, não garantindo o acontecimento do desejo, porém, aumentando as suas possibilidades. 7 Há algumas dicas importantes para tentar encontrar o equilíbrio entre a razão e a emoção numa prática de escolha. Inicialmente, é preciso reconhecer em que situação estão suas emoções. Embora pareça óbvio saber se estamos tristes ou alegres, nem todas as pessoas conseguem administrar a emoção. Devemos evitar a tomada de decisão em situações extremas, ou seja, quando estivermos muito felizes ou muito tristes. Além disso, é crucial fazer uma relação dos pontos positivos, e outra, dos pontos negativos, antes de tomar a decisão. Relacionar, nesse caso, significa anotar mesmo, escrever, e não confiar apenas nos pensamentos. Assim, será possível realizar uma análise prévia detalhada das consequências e escolher a opção mais apropriada. Se você for decidir por algo, provavelmente irá renunciar alguma coisa; avalie as perdas e ganhos para que possa fazer a melhor escolha. • Exercício 10 Escreva uma situação de escolha em que seja interessante que a razão se sobressaia. • Exercício 11 Escreva uma situação de escolha em que seja interessante que a emoção se sobressaia. • Exercício 12 Escreva duas situações em que, na sua opinião, você tenha feito uma boa escolha relacionada às suas finanças. • Exercício 13 Escreva duas situações em que, na sua opinião você tenha feito uma má escolha relacionada às suas finanças. • Exercício 14 Escreva as razões que o levaram a fazer as escolhas positivas. • Exercício 15 Escreva as razões que o levaram a fazer as escolhas negativas. • Exercício 16 Escreva algumas medidas que podem ser tomadas para evitar as escolhas negativas. • Exercício 17 Imagine que você tenha recebido uma proposta de um novo emprego. O que deve ser levado em consideração em sua decisão? 8 TEMA 4 – TROCA INTERTEMPORAL Muitas vezes ouvimos as frases “Poupe hoje para ter amanhã” e “Se gastar muito hoje, amanhã nada terá”. A troca intertemporal está intimamente relacionada a ambas as situações e é considerada uma escolha no tempo. Para compreender um pouco mais sobre como isso funciona, vamos exemplificar. Você deseja comprar uma TV de 50 polegadas, que custa R$ 3.000,00, mas dispõe de apenas de R$ 1.800,00, ou seja, faltam R$ 1.200,00. Após analisar seu orçamento, verifica que consegue poupar R$ 200,00 por mês, o que significa que levará seis meses para adquirir o aparelho, desde que o preço seja o mesmo até lá. Nesse caso, você poupará sem rendimento de juros. Com a intenção de adquirir imediatamente a TV, você poderia recorrer a um empréstimo e antecipar sua aquisição, pensando ser a melhor solução para o problema. Engano seu! O empréstimo deve gerar juros, e você acabou de antecipar a aquisição, mas pagará mais em comparação à hipótese de poupar R$ 200,00 durante seis meses. No entanto, a situação poderia ser a seguinte: você deseja adquirir a TV de 50 polegadas, que custa R$ 3.000,00; ao verificar sua conta bancária, percebe que possui essa quantia e poderá comprá-la imediatamente. Surge, nesse momento, uma dúvida: será que é melhor comprar agora ou aplicar essa quantia, rendendo juros durante seis meses e aí sim adquiri-la, e ainda, caso queira, gastar os juros obtidos em qualquer outro produto? Essa é uma reflexão muito relevante, envolvendo os fatores tempo, causa e possíveis consequências na escolha do curto prazo ou do longo prazo. É razoável pensar que não há uma decisão certa ou uma decisão errada; o fundamento está na análise das consequências. Muita atenção quando envolver juros, seja a seu favor, seja contra. Portanto, a troca intertemporal é um campo de estudo muito importante na vida econômica, que avalia as escolhas das pessoas entre adquirir hoje e pagar amanhã com maior desembolso, ou pagar hoje e adquirir amanhã com uma recompensa maior. Devemos aprender a utilizar os objetivos a nosso favor. • Exercício 18 Como você paga pelas coisas que compra? 9 • Exercício 19 Cartão de débito ou cartão de crédito? Ou nenhum deles? Qual opção é a melhor? Justifique sua resposta. • Exercício 20 O que é melhor: comprar à vista ou comprar a prazo? Justifique sua resposta. TEMA 5 – NECESSIDADE E DESEJO Devemos entender claramente a diferença entre necessidade e desejo. Necessidade é tudo o que for considerado indispensável para nossas vidas, ao passo que desejo é tudo o que queremos ter, sendo necessário ou não. Por exemplo, todos nós, na maior parte do dia, precisamos usar um calçado. Nesse sentido, ele é indispensável, portanto é uma necessidade. Mas, se você quer calçar um tênis da melhor marca, isso é um desejo. Perceba que nesse caso sua necessidade está sendo suprida, mas a forma como foi satisfeita caracterizou um desejo. Outro exemplo é a alimentação, que é uma necessidade básica e independe da nossa vontade; porém, se você vai a um restaurante de luxo para saborear pratos caríssimos, trata-se de um desejo. Um grande problema vai surgir quando tentarmos suprir as necessidades apenas com desejos. Estamos nos referindo ao endividamento como consequência da perda do controle sobre as finanças. Temos de pôrum limite em nossos desejos, viver de acordo com as nossas possibilidades. Em se tratando do que é essencial para satisfazer nossas necessidades, devemos considerar bens duradouros, aqueles que vamos fazer uso ao longo do tempo, já que têm um período de duração normalmente longo (como um imóvel ou ainda um móvel residencial), e os não duradouros, utilizados apenas uma vez ou por um período muito curto (como bebidas e alimentos). Podemos dizer que as únicas coisas que se enquadram como necessidade são aquelas de que realmente precisamos: moradia, roupa, água, luz e comida. As compras por impulso geram os supérfluos em nossas vidas. Para tentar cortar gastos, é recomendável rever alguns itens que porventura façam parte da vida, como academia, restaurante, carro, plataformas de filmes, celular, internet, tv a cabo etc. Avalie o que realmente você precisa. 10 Antes de comprar, são sugeridas algumas perguntas que vão indicar se você está confundindo necessidades com desejos: • É o que eu quero mesmo? • Tenho necessidade disso? • Vou utilizar por um longo tempo? • Tenho condições de comprar à vista? • Preciso agora disso? • Vai impactar meu orçamento? Anote todas as respostas. Após dois ou três dias, volte às perguntas e repita o mesmo exercício sem consultar o que escreveu no primeiro dia. Na sequência, compare as respostas que deu nos dois dias. A ideia foi a de responder em momentos de emoções diferentes. Ao avaliar essas indagações, na maioria das vezes desistimos de nossas compras; não desistiremos quando realmente for uma necessidade. Faça agora alguns testes sobre alguma necessidade que você tem. • Exercício 21 Escreva, detalhadamente, qual é a necessidade. • Exercício 22 Agora, responda: • É o que eu quero mesmo? • Tenho necessidade disso? • Vou utilizar por um longo tempo? • Tenho condições de comprar à vista? • Preciso agora disso? • Vai impactar meu orçamento? • O que você escreveu como necessidade era um desejo? Justifique sua resposta. Espere um ou dois dias e responda novamente a todas as indagações. Em seguida, compare as duas anotações. NA PRÁTICA Para iniciar uma atividade sobre educação financeira, escreva cinco sonhos que deseja realizar e os coloque em ordem de prioridade. Relacione 11 aqueles que irão depender de um planejamento financeiro. Em seguida, identifique os que serão realizáveis no curto prazo e os de longo prazo. Por fim, verifique o que é necessidade e o que é desejo. FINALIZANDO Nesta etapa, estudamos os seguintes temas: • Relacionamento com o dinheiro: nos mostrou a importância de sermos educados financeiramente. • Sonhos e projetos: ficou claro que, mediante projetos, nossos sonhos podem se tornar realidade. • Escolhas, equilíbrio entre emoção e razão: ficou evidenciada a necessidade de fazermos nossas escolhas com base principalmente na razão, pois sob forte emoção podemos cometer erros que nos causarão problemas por um longo tempo. • Troca intertemporal: consiste em refletir sobre a compra à vista ou a prazo ou, ainda, sobre investir e esperar o momento certo para fazer a compra. • Necessidade e desejo: nos permitiu estabelecer a diferença entre necessitar e desejar algum bem material ou não. Com os temas vistos nesta etapa, pudemos entender que um cidadão educado financeiramente poderá controlar sua vida financeira adequadamente. 12 REFERÊNCIAS BCB – Banco Central do Brasil. Caderno de educação financeira – gestão de finanças pessoais. Brasília: BCB, 2013. CONEF – Comitê Nacional de Educação Financeira. Educação financeira nas escolas: ensino fundamental: livro do aluno. Brasília: Conef, 2014. _____. Educação financeira nas escolas: ensino médio: livro do professor. Brasília: Conef, 2013. CVM – Comissão de Valores Mobiliários. Planejamento financeiro pessoal. Rio de Janeiro: CVM, 2019. EKER, T. H. Os segredos da mente milionária. Rio de Janeiro: Sextante, 2006. KIYOSAKI, R. T.; LECHTER, S. L. Pai rico, pai pobre. Amadora: Vogais, 2017. OUPS – Organização Universitária de Apoio às Entidades Públicas-Sociais da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis – UFJF. Cartilha de educação financeira. Juiz de Fora: OUPS, 2019.