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Semana 05
2024.1
2024.1
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
AMENORREIA 1
PEDIATRIA
MAUS TRATOS 6
PREVENTIVA
GENOGRAMA 12
CLÍNICA MÉDICA
LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO 16
TUBERCULOSE 18
SEMANA 05
SUMÁRIO
1
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
AMENORREIA
2
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
DEFINIÇÃO
Ausência de menstruação por 3 ciclos consecutivos ou mais (falamos ciclos e não meses porque o 
intervalo menstrual vai de 21 a 35 dias, então dependo do ciclo da paciente pode dar mais que 3 
meses).
EXISTEM 4 TIPOS DE AMENORREIAS:
PRIMÁRIA
• Ausência de menstruação aos 14 anos de idade sem o desenvolvimento dos caracteres sexuais 
secundários.
• Ausência de menstruação aos 16 anos de idade, independentemente dos caracteres sexuais 
secundários estarem formados ou não.
Fiquem de OLHO! No desenvolvimento puberal normal a menina tem primeiro a telarca, seguida 
da pubarca e depois a menarca.
SECUNDÁRIA
Suspeitar quando a mulher menstruou pelo menos uma vez na vida e ficou por 3 ciclos consecutivos 
ou mais sem menstruar (nos cados de mulheres com ciclos regulares) ou 6 meses consecutivos ou 
mais (para mulheres com ciclos irregulares).
FISIOLÓGICA
Momentos esperados na vida de uma mulher que ela fique sem menstruar: infância, gestação, 
lactação e menopausa.
CRIPTOMENORREIA
Conhecida como a falsa amenorreia, a mulher está menstruando, mas não consegue exteriorizar a 
menstruação, por causa de uma uma obstrução da menstruação, que podem ser:
• Congênitas (himem imperfurado, agenesia do colo do útero, septo vaginal transverso, atresia 
do colo do útero).
• Adquiridas (Síndrome de Asherman: mulher que é submetida a uma curetagem uterina muito 
vigorosa e paredes uterinas ficam cruentas, colabam, formam uma sinequia, que obstrui o 
orifício interno do colo do útero).
Independente do tipo de amenorreia o problema esta em um dos compartimentos do eixo 
hipotalâmico hipofisário ovariano uterino.
Se o problema estiver no hipotálamo ou hipófise: é amenorreia CENTRAL.
Se o problema estiver nos ovários: é amenorreia ovariana ou PERIFÉRICA.
Se o problema tiver no útero: é amenorreia útero CANALICULAR.
Se o problema estiver no feedback entre qualquer um dos compartimentos desse eixo: é amenorreia 
por retroalimentação inadequada.
AMENORREIA
3
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
INVESTIGAÇÃO
Amenorreia + Atraso Menstrual = Gravidez.
Toda vez que chega uma paciente com amenorreia e atraso menstrual pensar em gravidez.
Dosar Beta hCG.
Afastado gravidez, nós partimos para propedêutica especifica da amenorreia.
Propedêutica Especifica da Amenorreia.
Teste do progestogênio.
Ofereço progesterona (acetato de medroxiprogesterona 5 a 10mg/dia) pra paciente e espero 5 a 10 
dias e verifico se a paciente sangra ou não (se sangrar o teste é positivo, se não sangrar é negativo).
Se for positivo significa que o endométrio dela foi previamente estimulado pelo estrógeno, mas ela 
não produz progesterona. Nós precisamos dar progesterona para ela sangrar, ou seja, se ela não 
produz progesterona, ela não ovula: mulher anovuladora.
Se o teste vem negativo, a mulher não produz nem estrogênio nem progesterona ou ela tem uma 
obstrução na saída do sangramento, continuamos com a investigação.
Dosagem da prolactina sérica.
Com esses dois exames dividimos as pacientes em 3 grupos específicos:
GRUPO 1
Teste do progestogênio positivo e prolactina normal: Grupo das anovuladoras (hiperestrogenismo, 
só tem a 1 fase do ciclo menstrual).
Ex: SOP.
GRUPO 2
Teste do progestogênio negativo ou positivo e prolactina ALTA.
Grupo das Hiperprolactinemicas. A prolactina alta inibe a secreção pulsátil noturna do GnRH, não 
havendo produção de FSH e LH, bloqueando o ciclo menstrual.
Ex: Prolactinoma – tumor de hipófise que produz prolactina.
Hipotireoidismo: Níveis baixos de T3 e T4 livre na circulação, estimula a hipófise a secretar TSH, o 
local que secreta TSH é grudado ao local de secreção de prolactina, toda vez que a hipófise tem um 
estimulo muito grande para secretar TSH, por proximidade ela secreta prolactina.
Medicamentos: alguns medicamentos aumentam a secreção de prolactina, como por exemplo o 
plasil (metoclopramida).
Estrogenioterapia: o estrogênio e prolactina competem por receptor, o estrogênio ocupa o receptor 
da prolactina, e a hipófise interpreta que tem pouca prolactina e ai produz mais.
AMENORREIA
4
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
GRUPO 3
Teste do progestogênio negativo e a prolactina normal. Problema hormonal (não produz nem 
estrogênio nem progesterona) ou problema uterino (não tem útero ou o útero tem obstrução à 
saída do sangramento).
Neste Grupo 3, continuamos com a investigação!
Para diferenciar se é uterino ou hormonal é o teste estroprogestatinico. Vou dar estrogênio 1,25mg/ 
dia por 21 dias e depois dou progesterona (10mg/dia por 7 dias), espero mais 10 dias.
DEPOIS DESSES 10 DIAS
• Paciente sangra = Teste é POSITIVO.
• Paciente não sangra = Teste é NEGATIVO.
Negativo, sendo feito diagnóstico de amenorreia útero canalicular.
EX: CRIPTOMENORREIAS
• Sd de Asherman.
• Sd de Rokitansky (agenesia dos ductos de muller/paramesonefricos, se a paciente tem agenesia 
desses ductos, ela não tem nem o útero nem o ⅓ superior da vagina), Sd morris/da feminilizacao 
testicular (tem mamas, genitálias externas femininas, mas tem testículo intrapelvico, genótipo 
masculino, fenótipo feminino, mas é uma mulher sem pêlos por uma insensibilidade aos 
androgênios), Sd Youssef-machado (iatrogenia na obstetrícia, quando a paciente tem 2 ou 
mais cesáreas anteriores e durante a cesárea forma-se uma fístuva vesico uterina, devido às 
aderências das cesáreas anteriores. No pós parto a loquiação é eliminada pela urina).
TESTE ESTROPROGESTATÍNICO POSITIVO
Agora temos que dosar FSH e LH. O útero está presente e funcionando, já que houve sangramento 
após a paciente receber estrogênio seguido de progesterna no teste. Temos que ver qual hormônio 
esta em falta pra diferenciar se o problema é periférico ou central.
FSH E LH: BAIXOS
Se o FSH e o LH vierem baixos quer dizer que a hipófise não está conseguindo produzir ou secretar 
FSH e LH ou o hipotálamo não consegue produzir ou secretar o GnRH na forma de pulsos, fechando 
o diagnostico de Amenorreia Central.
CAUSAS DE AMENORREIA CENTRAL
• Tumor de hipófise que não seja o prolactinoma.
• Sd de kalman (doença autossomica dominante, onde a paciente cursa com anosmia e deficiência 
de GnRH).
• Sd de Laurence-moon-biedl (doença autossomica recessiva em que a paciente tem ritinite 
pigmentosa Cegueira pras cores e deficiência de LH e.
• Sd de Sheehan (necrose da hipófise).
• Anorexia nervosa (paciente tem aumento de dopamina que inibe a secreção pulsátil noturna 
de GnRH).
• Atletas: bailarinas (excesso de endorfinas que inibem a secreção de GnRH).
• FSH e LH: ALTOS.
AMENORREIA
5
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
• Se o FSH e o LH vierem elevados quer dizer que a hipófise está bombardeando a circulação com 
FSH e LH e os ovários que não conseguem produzir o estrógeno e a progesterona, fechando o 
diagnostico de Amenorreia Periférica.
CAUSAS DE AMENORREIA PERIFÉRICA
• Agenesia Gonadal.
• Disgenesia gonadal (gonada presente, mas não funcionante, como na sd de turner)
• Sd de savage (ovários resistentes as gonadotrofinas)
• Sd de swyer
• Menopausa precoce (folículos acabaram antes do tempo).
 
Atualmente a maioria das escolas e, o Ministério da Saúde, não recomendam a realização desses 
testes de progestogênio e nem estroprogestatínico, apesar de ainda aparecerem nas provas. A 
recomendação frente aos casos de amenorreia é a realização de anamnese e exame físico e, após 
isso, a investigação vai depender do tipo de amenorréia:
Primária: após anamnese e exame físico, realizar dosagem sérica de FSH, cariótipo e ultrassonografia 
pélvica.
Secundária: após anamnese e exame físico, afastar gravidez com dosagem de beta hCG, seguida 
de dosagem sérica de FSH e prolactina.
AMENORREIA
6
PEDIATRIA
INEP 2015
MAUS TRATOS
7
PEDIATRIA
MAUS TRATOS
INEP 2017
8
PEDIATRIA
DEFINIÇÃO
Violênciacontra criança e adolescente (Ministério da Saúde): quaisquer atos ou omissões dos pais, 
parentes, responsáveis e, em última instância, da sociedade em geral, que resulta, em dano físico, 
emocional sexual e/ou moral das vítimas. 
Maus tratos (art. 136 do Código Penal): toda ação ou omissão que prejudique o bem-estar, integridade 
física, psicológica ou a liberdade e o direito pelo desenvolvimento de pessoas da família. 
FORMAS DE VIOLÊNCIA
Violência extrafamiliar: institucional, social, urbana, macroviolência, bullying, violência virtual, cultos 
ritualísticos.
• Violência doméstica: violência física, sexual, psicológica, negligência, síndrome de Munchausen 
por procuração, violência química, autoagressão, suicídio.
VIOLÊNCIA FÍSICA (25% dos casos): Uso da força física de forma intencional, não acidental, 
praticada por pais, responsáveis, familiares ou pessoas próximas à criança ou adolescente, deixando 
ou não marcas evidentes no corpo; pode ferir, lesar, provocar dor ou sofrimento e, em casos graves, 
causar a morte.
• Fatores de risco: história de violência doméstica, famílias disfuncionais, uso de álcool e outras 
drogas ilícitas, baixa renda, baixo nível de escolaridade, doenças psiquiátricas, crianças com 
doença crônica ou déficit intelectual.
ANAMNESE
• Incompatibilidade entre a história e achados clínicos.
• Condições socioculturais da família: alcoolismo, uso de drogas, história de maus tratos na 
infância dos pais.
• Alterações do comportamento da criança: mau rendimento escolar de início repentino, distúrbios 
do sono, distúrbios de alimentação, autoagressão.
EXAME FÍSICO:
• Comportamento agressivo ou apático, medo excessivo da avaliação. 
• Lesões de pele em diferentes estágios de cicatrização, marcas de objetos, lesões em locais 
não usuais.
• Fraturas não usuais ou múltiplas.
• forma mais comum de maus tratos): Não atendimento das 
necessidades básicas da criança > submissão a atos ou atitudes de omissão de forma crônica, 
intencional (sociocultural) ou não, com prejuízos à higiene, saúde, nutrição, educação, estímulo ao 
desenvolvimento, proteção e atividade da criança.
• Fatores de risco: ausência de atenção / afeto por parte dos pais, responsáveis sem interesse 
de conhecer suas necessidades, crianças aos cuidados de terceiros ou ao seu próprio, ausência 
de acompanhamento de saúde adequado, descaso à proteção de traumas não intencionais, 
ausência de incentivo ou supervisão de atividades escolares.
VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA: Palavras, atitudes, comportamentos e/ou ambientes negativos criados 
por adultos e/ou crianças e adolescentes em torno destes, de caráter repetitivo, extensivo e 
deliberado.
• Rejeição afetiva, alto grau de expectativa e exigência, terrorismo, isolamento, omissão, alienação 
parental.
• Sinais de alerta: baixo ganho ponderal de origem não orgânica, atraso psicomotor, distúrbio 
alimentar, distúrbio de excreção, distúrbio cognitivo, distúrbio de comportamento.
SÍNDROME DE MÜNCHAUSSEN POR PROCURAÇÃO: Cuidador "fabrica" ou induz uma doença na 
criança ou adolescente com o objetivo de manter e prolongar o contato com sistema de saúde > 
mentira x simulação x indução.
• Sinais de alerta: doença prolongada e inexplicável, sinas e sintomas incongruentes que só 
ocorrem na presença da agressora, tratamento ineficaz, piora do quadro próximo da alta, 
entusiasmo com realização de exames, busca em diferentes serviços de saúde.
VIOLÊNCIA SEXUAL: Todo ato ou jogo sexual com intenção de estimular sexualmente a criança ou 
adolescente, visando utilizá-lo para obter satisfação sexual, em que os autores estão em estágio 
de desenvolvimento psicossexual mais adiantado. Abrange relações homo ou heterossexuais. Pode 
ocorrer várias situações (estupro, incesto, assédio, pornografia, pedofilia, manipulação de órgãos 
sexuais, imposiçao de intimidades, exibicionismo, jogos sexuais, práticas eróticas não consentidas, 
penetração e “voyeurismo”). 
• CÓDIGO PENAL: crime de estupro de vulnerável é qualquer tipo de relacionamento sexual 
com crianças e adolescentes vacinação incompleta.
• Esquema: imunoglobulina anti-hepatite B em até 14 dias do contato + completar esquema 
vacinal.
PROFILAXIA HIV
• Início até 72h do contato.
• Não recomendado: Penetração oral sem ejaculação, uso de preservativos, agressor HIV negativo, 
abuso crônico.
• Esquema: manter 28 dias.
• 6 anos: Tenofovir + Lamivudida + Dolutegravir.
CONTRACEPÇÃO DE EMERGÊNCIA
• Início até 5 dias do contato em meninas na menacme.
• Levonorgestrel 1,5 mg VO dose única.
• Gestação confirmada: Informar sobre possibilidade de aborto liberado por lei.
MAUS TRATOS
11
PEDIATRIA
NOTIFICAÇÕES
TODOS OS CASOS
• Avaliação do domicílio e da dinâmica familiar. 
• Levantamento da situação escolar. 
• Encaminhamento da vítima e agressor para atendimento psicoterapêutico, social e de proteção 
legal. 
• Reavaliação em tempo breve. 
LESÕES LEVES E SEM RISCO DE REVITALIZAÇÃO 
• Orientar sobre consequências da violência. 
• Retorno para moradia com responsável legal.
• Notificar ao conselho tutelar: relatório institucional. 
• Ausência de conselho tutelar: notificar vara da infância e juventude. 
• Notificar ao SINAN: notificação compulsória em impresso próprio. 
LESÕES GRAVES OU COM RISCO DE REVITALIZAÇÃO 
• Internação hospitalar. 
• Levantamento de ocorrências anteriores. 
• Notificar ao conselho tutelar: relatório institucional. 
• Ausência de conselho tutelar: notificar vara da infância e juventude. 
• Notificar ao SINAN: notificação compulsória em impresso próprio.
• Notificar Vara da Infância e Juventude: ofício com relatório da equipe multi.
• Alta a depender da decisão da Vara da Infância e Juventude.
• Informar a família sobre realização do Boletim de Ocorrência. 
VIOLÊNCIA GRAVÍSSIMA E RISCO DE MORTE
• Mau estado geral, sequelas de violência crônica e grave, agressor com transtorno de 
comportamento/pedófilo/sociopata/psicopata, agressão que precisa de tratamento hospitalar, 
família conivente ou agressora. 
• Solicitar a presença de membro do Conselho Tutelar que fará o boletim de ocorrência. 
MAUS TRATOS12
PREVENTIVA
GENOGRAMA
13
PREVENTIVA
GENOGRAMA
DEFINIÇÃO
O Genograma é um instrumento clínico de trabalho para o profissional de saúde. É uma ferramenta 
uniformizada na qual símbolos e códigos podem ser compreendidos como uma linguagem 
compartilhada por aqueles interessados em visualizar e monitorar a história familiar e os vínculos 
entre seus membros.
Sua criação facilita a visualização do contexto familiar, funcionando como uma "radiografia" 
psicossocial do paciente, e com isso, torna possível a identificação de estressores no contexto 
familiar, no estabelecimento da relação entre estes e o processo saúde-doença além de evidenciar a 
identificação de possíveis padrões transgeracionais de doença e de redes de apoio psicossocial. 
Ainda com a análise de um genograma, é possível ampliar estratégias terapêuticas mais adequadas 
ao paciente em questão.
Resumindo, o genograma possibilita analisar o contexto psicossocial do paciente, sua família e sua 
doença, assim como o diagnóstico e melhor plano terapêutico familiar e pessoal do paciente em 
avaliação.
OBJETIVOS
• Ampliar a capacidade de resolver situações conflituosas (crises) e de desenvolvimento do 
sistema.
• Detectar situações disfuncionais.
• Fortalecer papéis e funções.
• Promover resiliência.
• Melhorar canais de comunicação.
SÍMBOLOS
Os genogramas utilizam uma variedade de símbolos para representar diferentes membros da família 
e seus relacionamentos. 
Aqui estão alguns símbolos comuns usados em genogramas:
14
PREVENTIVA
CICLOS DE VIDA
• São as etapas de evolução da vida.
• Situações de vida com problemas previsíveis e imprevisíveis que precisamos resolver para 
evoluirmos.
• A família passa por vários estágios que se caracterizam por etapas que, necessariamente, 
provocam mudanças na organização do sistema familiar.
• Modelo para acessar rapidamente as preocupações do desenvolvimento do paciente e da 
família.
ETAPAS PREVISÍVEIS
• Nascimento.
• Casamento.
• Filhos.
GENOGRAMA
15
PREVENTIVA
ETAPAS NÃO-PREVISÍVEIS
• Desemprego.
• Doença.
• Morte Acidental.
GENOGRAMA
16
CLÍNICA MÉDICA
LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO
17
CLÍNICA MÉDICA
DEFINIÇÃO
Doença auto-imune contra o núcleo celular de manifestação clínica variada.
CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS
• Não são aplicáveis se houver uma explicação mais plausível do que LÚPUS para o quadro.
• Não há necessidade dos critérios ocorrerem simultaneamente.
• É obrigatório ao menos 1 CRITÉRIO CLÍNICO.
• Em cada um dos sistemas somente a pontuação mais alta é contabilizada!!!
NECESSÁRIO PONTUAR ≥ 10
TRATAMENTO
• Imunossupressores “fracos” (articular, cutâneo, serosite leve sem derrame).
• Metotrexato.
• Hidroxicloroquina.
• Prednisona tópica ou oral em dose baixa a moderada.
• Imunossupressores “fortes” (hematológico, renal, neuropsiquiátrico).
• Corticóide oral em doses altas.
• Micofenolato.
• Imunobiológicos e pulsoterapia (corticoide, ciclofosfamida, ciclosporina.
LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO
18
CLÍNICA MÉDICA
TUBERCULOSE
19
CLÍNICA MÉDICA
DIAGNÓSTICO
2 DE 3 CRITÉRIOS.
Tosse > = 3 semanas ( No Brasil primeira hipótese diagnóstica) Febre.
Perda ponderal / Sudorese.
RX DE TÓRAX. 
Imagem mostrada sinais: tuberculose com cavitação em ápice em re- gião superior.
SINAIS SUGESTIVOS DE TUBERCULOSE ATIVA:
• Cavidades de paredes espessas.
• Nódulos.
• Nódulos centrolobulares de distribuição segmentar.
• Nódulo centrolobulares confluentes.
• Consolidações.
• Espessamento de paredes brônquicas. 
• Aspecto de “árvore brônquicas”.
• Aspecto de “árvore em brotamento”.
• Massas.
• Bronquiectasias.
SINAIS SUGESTIVOS DE SEQUELA DE TUBERCULOSE:
• Bandas.
• Nódulos calcificados.
• Cavidades de paredes finas.
• Bronquiectasias de tração.
• Espessamento pleural.
• Escarro.
• Baciloscopia BAAR pelo Ziehl-Nielsen.
• Pelo menos 2 amostras para garantir o diagnóstico.
• Cultura em casos duvidosos.
• Teste Rápido -> Teste de Escolha atualmente.
TUBERCULOSE
20
CLÍNICA MÉDICA
TRATAMENTO:
PULMONAR:
RIPE por 6 meses.
• 2 primeiros meses: RIPE.
• 4 meses seguintes: RI.
Meníngea ou Osteoarticular.
• Corticoide 1-3 Meses.
• RIPE por 12 meses.
2 primeiros meses.
RIPE 10 meses seguintes RI.
DOSES:
• RIFAMPICINA : 600 mg.
• ISONIAZIDA: 300 mg.
• PIRAZINAMIDA: 1600 mg.
• ETAMBUTOL : 1100 mg.
EFEITOS ADVERSOS:
• INTOLER NCIA GÁSTRICA.
• HEPATOTOXICIDADE (R/I/P).
• SUOR LARANJA E ALERGIA (R).
• NEUROPATIA PERIFÉRICA (I).
• HIPERURICEMIA (P).
• NEURITE ÓPTICA (E).
CONTROLE:
• Tratar bacilíferos - Principal método de controle.
• Vacina de BCG : Lembrar que ela não impede de ter a TB más impede as formas graves.
• Avaliar contactantes por meio de convocação, lembrar da Prova tuberculínica PPD. Avaliamos 
o tamanho do enduramento.
• Retorno mensal com baciloscopia mensalmente; Todo paciente deve ser tratado com TDO 
podendo ser observado por qualquer pessoa da Equipe da saúde da família.
TUBERCULOSE
21
CLÍNICA MÉDICA
TRATAMENTO DE TUBERCULOSE LATENTE:
ISONIAZIDA
• 5 a 10 mg/kg ATÉ A DOSE MÁXIMA DE 300 mg/dia em tomada única diária.
• POR 6 MESES (6H) OU 9 MESES (9H).
RIFAMPICINA
• 10 mg/kg, até a dose máxima de 600 mg/dia.
• POR 4 MESES (4R).
RIFAPENTINA 
Associada á Isoniazida.
• Isoniziada : 900 mg/semana + Rifapentina: 900mg/semana.
• POR 3 MESES (3HP).
TUBERCULOSE
	GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA
	AMENORREIA
	PEDIATRIA
	MAUS TRATOS
	PREVENTIVA
	GENOGRAMA
	CLÍNICA MÉDICA
	LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO
	TUBERCULOSE

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