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PROTOCOLOS CLÍNICOS 
- VETERINÁRIA - 
Edição 01 
2023 
 
Escrito por: 
Dr. Ezequiel Grammatico 
Dra. Karen Laurenti 
Professora Elissandra Moreira Zanchin 
 
Autores: 
 
 
Dr. Ezequiel Grammatico 
 Graduado em Medicina Veterinária pelo Centro Universitário 
Central Paulista (UNICEP) – São Carlos-SP 
 Pós Graduando em Clínica Médica e Cirurgia em Pequenos 
Animais pela Faculdade Qualittas – São Paulo. 
 Curso de Cirurgias Especiais Tecidos Moles pela instituição 
MEDVEP – São Paulo. 
 Sócio Proprietário Centro Médico Veterinário Grammatico – São 
Carlos - SP 
 
 
 
 
 
 
 
Profa. Esp. Elissandra Moreira Zanchin 
 Graduada em Enfermagem pela Universidade Paulista (UNIP); 
 Pós Graduação em Urgência, Emergência e Terapia Intensiva pela 
Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP); 
 Pós Graduação em Estomaterapia pela FAMERP (Faculdade de 
Medicina de Rio Preto); 
 Habilitada em Fototerapia e Terapia Fotodinâmica (CEPOF – 
IFSC/USP); 
 Participação em pesquisas de projetos científicos, fototerapia e 
terapia fotodinâmica aplicada a cicatrização de feridas (CEPOF – 
IFSC/USP). 
 Proprietária da Clínica Cicatrizze. 
 Consultora Científica Enfermagem da MM Optics – São Carlos/SP. 
 
 
 
Dra. Karen Cristina Laurenti 
 Bacharel em Fisioterapia pelo Centro Universitário de Araraquara – 
UNIARA (2002); 
 Mestre em Bioengenharia - Universidade de São Paulo/USP - São 
Carlos (2007); 
 Doutora em Ciências - Universidade de São Paulo/USP – São Carlos 
(2011); 
 Pós-doutorado em Física pela Universidade Estadual de Ponta 
Grossa – UEPG/Ponta Grossa/PR (2016); 
 Especialista em Fisioterapia Hospitalar com Enfoque em UTI e, 
 Consultora Científica Fisioterapia da MM Optics – São Carlos/SP. 
 
 
 
 
 
PREFÁCIO 
 
Ter um animal de estimação muda a vida de muita gente. Seja simplesmente pela companhia ou pelas 
lições que essa relação de afeto ensina, a verdade é que o bichinho acaba se tornando membro da 
família. O cão foi um dos primeiros animais domesticados pelos seres humanos. Há mais de 13 mil 
anos, nossos amigos caninos dividem a vida conosco. Cachorros salvam pessoas, ajudam idosos 
e doentes, nos livram de medos e seu espírito abnegado e sua fidelidade são extremamente admiráveis. 
Ter animais de estimação proporciona aos guardiões inúmeros benefícios, principalmente no que se 
refere à melhora da saúde emocional, física e mental. A relação com os pets pode aliviar os sintomas 
de ansiedade, depressão e estresse, bem como estimular a prática de atividades físicas e pode melhorar 
os índices de saúde como redução da pressão arterial, prevenção de doenças cardíacas e combate à 
obesidade. Além disso, facilita o convívio social entre as pessoas. Cães e gatos, dessa forma, tornaram-
se companhias de muitas famílias, de idosos e de crianças, de deficientes visuais, de pessoas que 
moram sozinhas, nas equipes de busca e de resgate, ou como suporte para pessoas com necessidades 
físicas e psicológicas. Os benefícios se estendem para a relação humano-animal em hospitais, 
especialmente para auxiliar na recuperação de pacientes com câncer ou outras doenças graves. Como 
os animais de estimação são considerados membros da família, isso faz com que busquemos sempre 
os melhores serviços disponíveis, com a intenção de melhorar a qualidade de vida dos pets. 
Nos últimos anos, muitas alternativas tem surgido para o tratamento de diversas patologias. O LED é 
um dispositivo emissor de luz que tem características físicas como comprimento de onda, potência, 
cores e doses específicas que é chamado de Fotobiomodulação promovendo o equilíbrio do organismo, 
garantindo mais energia para todas as células. O EMIVET é indicado para tratamentos da pele e tecidos 
moles permitindo a irradiação de grandes áreas, oferecendo um tratamento rápido, indolor, com 
resultados eficazes e protocolos diferenciados para aplicações em diversas patologias. 
Os animais são capazes de nos surpreender, nos fazer sorrir, nos ensinam lições valiosas todos os dias, 
nos dão uma quantidade de amor imensurável, independentemente das circunstâncias e é por isso que 
a MMO desenvolve tecnologia e inovação para esses seres tão amorosos e incríveis que trazem muitas 
alegrias para nossa vida. Brincar com seus animais, sair para passear e dedicar tempo para ficar ao 
lado deles é importante para que eles se sintam amados, acolhidos e felizes. Não perca a importância 
de proporcionar ao seu animal um acompanhamento veterinário adequado e o uso de novas 
tecnologias. 
 
Desejamos muito sucesso! 
 
Ezequiel, Elissandra e Karen. 
 
 
 
 
Sumário 
1 – INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 5 
1.1 - LIMPEZA DO EQUIPAMENTO EMIVET .............................................. 7 
2 - CONTRAINDICAÇÕES EMIVET ......................................................................... 7 
3 - ADVERTÊNCIAS E/OU PRECAUÇÕES DURANTE O USO DO 
EQUIPAMENTO EMIVET .......................................................................................... 8 
4 - PROFUNDIDADE DAS LUZES ............................................................................. 9 
6 - CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO AUTORIZAÇÃO PARA 
TRATAMENTO DE FOTOBIOMODULAÇÃO NA MEDICINA VETERINÁRIA
 ........................................................................................................................................ 11 
7 - PROTOCOLOS TERAPÊUTICOS ...................................................................... 12 
7.1 - ACNE FELINA ...................................................................................... 12 
7.2 - ALOPECIA ............................................................................................ 13 
7.4 -DERMATOFITOSE ................................................................................ 15 
7.6 - FERIDAS CUTÂNEAS DECORRENTES DE MORDIDAS, ARRANHÕES, 
QUEDAS, DECUBITOS, ATROPELAMENTOS OU INCISÕES CIRURGICAS.
 ........................................................................................................................................ 17 
7.7 – FOLICULITE FURUNCULOSE ........................................................... 19 
7.8 – MASTITE ............................................................................................. 20 
7.9- PÊNFIGO FOLIÁCEO CANINA ............................................................ 21 
7. 10 - PIODERMITE BACTERIANA ........................................................... 22 
7.11– QUEIMADURA .................................................................................... 23 
7.12 - REPARAÇÃO MUSCULAR ................................................................ 24 
8 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ................................................................. 25 
 
 
 
1 – INTRODUÇÃO 
Na sociedade atual, os animais domésticos exercem papel fundamental, principalmente 
no que se refere à afetividade humana (LOPES, 2019). São muitas as razões que levaram a 
sociedade contemporânea mudar seus hábitos, principalmente no que se refere a criação dos 
animais de companhia, que vem ganhando espaço cada vez maior nos lares (DIAS et al., 2017). 
O convívio e o vínculo afetivo com animais de estimação podem trazer inúmeros 
benefícios aos humanos (DOMINGUES et al., 2015). Os benefícios da presença de animais na 
vida das pessoas são a companhia, devido aos fortes vínculos emocionais formados; a promoção 
de mudanças positivas no autoconceito e comportamento das pessoas; auxiliam no 
desenvolvimento de várias habilidades e no exercício de responsabilidades (FARACO, 2008). A 
convivência com animais proporciona ainda, melhor qualidade de vida para seus donos, com 
diminuição na solidão e consequente aumento na felicidade (LOPES, 2019). 
O uso da fisioterapia veterinária surgiu como forma de agregar ao tratamento e 
reabilitação dos animais e, ela pode ser utilizadatanto em tratamento conservador quanto no pós-
cirúrgico (CRUZ E SANTOS, 2017). A fisioterapia na medicina veterinária trata-se de um 
tratamento em sua maioria empírico ou adquirido da medicina humana, pois nesta existem vários 
estudos e relatos da sua eficiência, enquanto na medicina veterinária, há baixos números de 
evidências científicas e de estudos realizados na área (ANDRADES et al., 2018). 
Lampert (2014) descreve que os animais são considerados como parte integrante das 
culturas de todo o mundo, independentemente do grau de civilização alcançado. Compartilhar o 
ambiente com outros animais é algo que tem raízes profundas na evolução humana. A evolução 
do conceito de família acabou por alargar o seu teor e vem trazendo para sua intimidade a presença 
de animais, que passaram a ganhar espécie de compaixão perante os humanos, bem como 
repercussão no meio social, na medida em que foram, aos poucos, sendo contemplados com leis 
de proteção, a fim de garantir o chamado bem-estar animal (BELCHIOR, DIAS, 2020). 
Os animais de estimação são considerados membros da família, isso faz com que seus 
tutores procurem sempre os melhores serviços que estão disponíveis, com o intuito de melhorar 
a qualidade de vida dos pets. 
É responsabilidade do médico veterinário escolher um plano fisioterápico exclusivo para 
cada paciente, de acordo com a necessidade deste, as técnicas utilizadas incluem: eletroterapia, 
magnetoterapia, ultrassom terapêutico, laserterapia, cinesioterapia e hidroterapia (CRUZ, 
SANTOS, 2017). Ao estabelecer um protocolo terapêutico deve assegurar que os métodos 
prescritos causem o mínimo de estresse para o paciente, visando isso, a terapêutica deve ser 
realizada em ambiente tranquilo e a iniciação das atividades feita gradualmente, a fim de permitir 
um tempo de adaptação do animal (KISTEMACHER, 2017). 
 
 
Esse tipo de terapia é bem descrito para reabilitação de afecções ortopédicas, neurológicas 
e musculoesqueléticas. É possível observar, com o uso da Fotobiomodulação (FBM) a diminuição 
da dor e do edema, ação anti-inflamatória e analgésica, regeneração tecidual e nervosa. O sucesso, 
depende do comprimento de onda, potência e tempo de tratamento utilizado (KLOS et al., 2020). 
Suas principais contra indicações são em região de olhos, gestação, suspeita de carcinoma e 
também deve ser restrito seu uso em feridas contaminadas, devido sua característica de conseguir 
promover um estímulo no crescimento de fungos e bactérias (FARIAS, 2011; KLOS et al., 2020). 
A Fotobiomodulação consegue estimular a função mitocondrial quando a luz é absorvida 
pelo Citocromo C Oxidase, desse modo é um recurso capaz de promover a regeneração tecidual, 
redução da dor, edema e ainda auxilia no desempenho muscular. A luz decorrente da 
fotobioestimulação tem atuação sobre a célula na permeabilidade sobre as mitocôndrias 
estimuladoras, auxiliando na síntese de ATP (adenosina trifosfato) e nas proteínas como colágeno 
e elastina (BAGNATO, 2008). A FBM aumenta a vascularização e com isso ocorre o aumento do 
fornecimento de nutrientes e oxigênio no local da lesão. Além disso, a ação da FBM promove 
estímulo a cicatrização, por meio da influência positiva na proliferação celular, inclusive dos 
fibroblastos, auxiliando na resposta rápida e organizada de recuperação tecidual (HAWKINS, 
ABRAHAMSE, 2006; MARQUES, 2015). Esta luz também age como agente antimicrobiano e 
anti-inflamatório, dependendo do comprimento de onda e, por isso, os LEDs (diodo emissor de 
luz) são indicados para as mais variadas afecções inflamatórias (BAGNATO, 2008). 
O EMIVET possui LEDS azuis que possui ação bactericida e fungicida, promove 
hidratação, limpeza dos tecidos, previne e trata infecções. Além disso, é capaz de potencializar a 
ação de produtos e fármacos tópicos trazendo mais brilho e sedosidade para os pelos dos animais. 
A luz azul pode influenciar a função da mitocôndria através da citrocomo C-oxidase (SERRAGE 
et al., 2019). Além disso, Dungel e colaboradores (2008) citam que a luz azul reativa a função 
respiratória mitocondrial após inibição com o óxido nítrico. Já o LED vermelho controla 
processos inflamatórios, melhora da vascularização e angiogênese, estimula síntese de colágeno 
e elastina, estimula da produção de ATP. 
Os benefícios da fisioterapia já são conhecidos e amplamente utilizados na medicina e, a 
partir da última década, seu emprego vem sido feito também na veterinária. Por meio do uso de 
terapias manuais, exercícios terapêuticos e agentes físicos, a fisioterapia veterinária tem 
importante papel na prevenção e no tratamento de doenças nos animais (RIOS, 2016). A utilização 
do tratamento fisioterápico em animais tem como objetivos eliminar a causa de disfunção, reduzir 
os sinais clínicos e aliviar a dor, promovendo assim a melhora no bem-estar e na qualidade de 
vida do animal. Em cães, a fisioterapia é incluída durante a recuperação após procedimentos 
cirúrgicos ortopédicos, em programas de monitoramento de perda de peso, para o fortalecimento 
de grupos musculares e no controle de condições crônicas ou progressivas (LEVINE, MILLIS, 
 
MARCELIN-LITTLE, 2008). Atualmente, a fisioterapia veterinária é prática privativa do Médico 
Veterinário, protegida pela Legislação Federal, sob a Resolução no 850 de 05/12/2006, do 
Conselho Federal de Medicina Veterinária. Segundo o documento, somente este profissional é 
capacitado para interpretar os sinais clínicos e laboratoriais, as alterações multifuncionais e 
instituir diagnóstico, tratamento, prognóstico e medidas profiláticas relativas à saúde e bem-estar 
animal. 
A MMO que atua em tecnologia e inovação através do EMIVET para uso veterinário é 
composto de 2 LEDs no espectro de luz azul com comprimento de onda em 470+/-10nm estes 
resultam em uma potência óptica de 100mW+/- 20% por emissor e 3 LEDs no espectro de luz 
vermelho com comprimento de onda em 630+/- 10nm, estes resultam em uma potência óptica de 
100mW+/- 20% por emissor com finalidade de tratamentos na área da veterinária. 
 
1.1 - LIMPEZA DO EQUIPAMENTO EMIVET 
 Para limpeza, pode-se utilizar substâncias bactericidas como: álcool 70% ou desinfetante de 
superfície que possua características similares aos produtos com princípio ativo: cloreto de 
benzalcônio – tri-quaternário de amônio – sol à 50%....0,329%. Não deixar o líquido penetrar no 
interior do equipamento ou carregador de bateria; 
 A limpeza dos óculos pode ser realizada lavando com água e sabão neutro, secando levemente com 
lenços de papel ou papel toalha; 
 O equipamento não pode ser mergulhado em líquidos (água, álcool, solvente, etc); 
 O equipamento EMIVET não pode ser colocado em estufas ou autoclaves. 
 
2 - CONTRAINDICAÇÕES EMIVET 
 Cadelas prenhas ainda que não haja estudos demonstrando efeitos colaterais; 
 Tecidos ou feridas com suspeita de tumores malignos; 
 Irradiação de áreas com hemorragias; 
 Irradiação de áreas infectadas; 
 Irradiação de área com hipoestesia ao calor; 
 Irradiação sobre áreas com tumor maligno ou câncer; 
 Irradiação de área sob tratamento dermatológico com substâncias fotossensíveis; 
 Seguir regras de biossegurança para evitar contaminação; 
 O veterinário deve fazer uso de proteção ocular durante todo o tratamento. 
 
 
 
3 - ADVERTÊNCIAS E/OU PRECAUÇÕES DURANTE O USO DO EQUIPAMENTO 
EMIVET 
 Assepsia habitual deve ser feita, antes e depois de receber cada animal, inclusive para a primeira 
utilização do equipamento; 
 Proteger sempre todo o equipamento com filme PVC transparente e trocar o filme PVC sempre que 
realizar a assepsia entre pacientes para evitar contaminação cruzada em caso de lesões; 
 Atenção para aplicações dos LEDs na região próxima aos olhos. Não incida diretamente sobre os 
olhos, pois pode danificar a retina; 
 Utilize sempre os óculos de proteção durante as aplicações com o equipamento EMIVET, para 
segurança doprofissional; 
 Para segurança do profissional utilize somente os óculos que acompanham o equipamento. Caso 
necessário óculos extras, adquirir somente os óculos recomendados pelo fabricante (consulte nosso 
departamento comercial); 
 O equipamento não deve ser operado por pessoas ou profissionais sem a devida habilitação e, 
 O equipamento não pode sofrer quedas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 - PROFUNDIDADE DAS LUZES 
 
 
5 - FICHA DE ANAMNESE DO PACIENTE 
 
6 - CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO AUTORIZAÇÃO PARA 
TRATAMENTO DE FOTOBIOMODULAÇÃO NA MEDICINA VETERINÁRIA 
Nome do responsável:___________________________________________________________ 
Endereço:_____________________________________________________________________ 
CEP: ___________Cidade: ________________ Estado: _______________ Brasil. 
Tel/Cel:________________ e-mail:_______________ Idade: ____ Sexo: ___ 
Profissão:_________________________ RG: ______________ CPF: _______________ 
Identificação do animal 
Nome:___________________________ Espécie:____________________________ Raça: 
________________________ Idade:____________ Sexo: ____ 
Diagnóstico clínico:_____________________________________________________________ 
Queixa: ______________________________________________________________________ 
Tipo de fontes de luz a ser utilizada: na LEDterapia: 
( ) Vermelho 630nm ( ) Azul 470nm 
Fotobiomodulação na Medicina Veterinária 
A Fotobiomodulação é o uso de fontes de luz, nas áreas da saúde, com a finalidade de tratamento. 
Considerando procedimentos não-invasivos, a Fotobiomodulação é a área da Biofotônica onde 
fontes de luz operando em baixa intensidade são utilizadas. LEDS vermelhos controla processos 
inflamatórios, melhora da vascularização e angiogênese, estimula síntese de colágeno, elastina e 
aceleram a cicatrização. LEDS azuis que possui ação bactericida e fungicida, promove hidratação, 
limpeza dos tecidos, previne e trata infecções. Além disso, é capaz de potencializar a ação de 
produtos e fármacos tópicos trazendo mais brilho e sedosidade para os pelos dos animais. 
Riscos: Se todas as normas de segurança para aplicação dessas fontes de luz forem corretamente 
respeitadas, não existe nenhum risco ao paciente, operador e equipe, durante e após o 
procedimento clínico. 
Benefícios: Permite um tratamento não invasivo, rápido, indolor e eficaz, podendo ter efeitos 
locais e/ou sistêmicos em busca de restabelecer o equilíbrio fisiológico do paciente. 
Alternativas: O tratamento veterinário convencional adequado para cada caso. 
Eu, ________________________________________________ RG: _____________________, 
CPF: ________________, responsável pelo animal _______________________, concordo que 
ele (a) receba essa terapia com LEDS (vermelho e/ou azul). Eu tive a oportunidade de questionar 
o(a) operador(a) sobre os riscos, benefícios e alternativas para o meu tratamento. Eu também tive 
a oportunidade de questionar sobre as atuais pesquisas e sobre a importância desse procedimento. 
Não me foram feitas promessas ou garantias em relação aos procedimentos em obter resultados 
miraculosos, existem hipóteses e resultados clínicos e experimentais que têm sido satisfatórios. 
Eu dou a permissão para que o tratamento do meu animal seja documentado com fotografias e 
radiografias com finalidade didática e profissional. Eu dou a permissão para receber a 
Fotobiomodulação na Medicina Veterinária. 
Médico(a) Veterinário (a):________________________________________CRMV: ________ 
 
___________________,______de_____________________de 20____ 
 
 
 
Assinatura do Responsável pelo animal 
 
7 - PROTOCOLOS TERAPÊUTICOS 
7.1 - ACNE FELINA 
É uma condição dermatológica comum caracterizada pela queratinização e proliferação 
glandular de tecido na zona do mento (REES, 2011). A sua apresentação varia entre comedões a 
furunculose severa (MORIELLO, 2012). 
 
Protocolo de tratamento: 
Aplicação pontual de LED Azul (L2) 10 J (470 nm) por ponto. 
Aplicação pontual de LED Vermelho (L1) (630 nm) 3 a 5 J por ponto. 
2 X por semana, em dias alternados. 
A escolha da luz e os pontos de aplicação dependerá da característica da lesão. 
 
 
 
 
 
 
 
 
7.2 - ALOPECIA 
Nuttal (2010) descreve alopecia como a ausência de pelos em áreas que deveriam ser 
cobertas, devido a variadas causas, sendo comumente encontrada em diversas dermatopatias. O 
termo “alopecia X” ou aprisionamento do folículo piloso é utilizado para definir um conjunto de 
manifestações cutâneas em cães, como alopecia não inflamatória, bilateral, simétrica, 
normalmente sem prurido associado (GROSS et al., 2008; PARADIS, 2012). O animal acometido 
também apresenta pelagem sem brilho, que se desprende com facilidade da pele, melanodermia, 
além de outras alterações clínicas inespecíficas, quadro semelhante a diversas doenças endócrinas 
que também causam alopecia, porém sem sinais sistêmicos (GROSS et al., 2008; MELIÁN, 2004; 
NUTTAL, 2010; PARADIS, 2012). 
 
Protocolo de tratamento: 
Aplicação pontual de LED Azul (L2) 10 J (470 nm) por ponto. 
Aplicação pontual de LED Vermelho (L1) (630 nm) 10 J por ponto. 
2 X por semana, em dias alternados. 
A escolha da luz e os pontos de aplicação dependerá da característica da lesão. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7.3 - DERMATITE ATÓPICA (DA) 
É definida como uma doença cutânea alérgica pruriginosa e inflamatória geneticamente 
predisposta, frequentemente associada à produção de imunoglobulina (Ig) E contra alérgenos 
ambientais (HALLIWELL, 2006). Embora a patogênese não seja completamente compreendida, 
há evidências de anormalidades genéticas, um sistema imunológico alterado com inflamação 
cutânea e um defeito na barreira cutânea (MARSELLA, OLIVRY, CARLOTTI, 2011; 
MARSELA, DE BENEDETTO, 2017). 
 
Protocolo de tratamento: 
Aplicação pontual de LED Azul (L2) 10 J (470 nm) por ponto. 
Aplicação pontual de LED Vermelho (L1) (630 nm) 3 a 5 J por ponto. 
2 X por semana, em dias alternados. 
A escolha da luz e os pontos de aplicação dependerá da característica da lesão. 
 
 
 
 
 
 
 
7.4 -DERMATOFITOSE 
Os dermatófitos são fungos que pertencem aos gêneros Trichophyton, Microsporum e 
Epidermophyton (BRASCH 2010, SEGAL, FRENKEL, 2015). De acordo com Siqueira e 
colaboradores (2015) são capazes de causar infecções na pele, no cabelo, pelos e unhas, 
denominadas de dermatofitoses e são altamente contagiosas. A dermatofitose é uma infecção 
zoonótica, transmissível, em condições naturais, dos animais vertebrados ao homem, por contato 
direto de lesões e fômites contaminados (CABAÑES, 2000, MADRID, MATTEI, 2011). Cães e 
gatos desempenham um papel importante na disseminação dos dermatófitos por serem uma fonte 
primária e direta de infecção (BERALDO et al., 2011; SHEINBERG et al., 2017). 
 
Protocolo de tratamento: 
Aplicação pontual de LED Azul (L2) 10 J (470 nm) por ponto. 
Aplicação pontual de LED Vermelho (L1) (630 nm) 4 a 6 J por ponto. 
2 X por semana, em dias alternados. 
A escolha da luz e os pontos de aplicação dependera da característica da lesão. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7.5 - ESPOROTRICOSE FELINA 
A esporotricose é uma micose profunda que pode ser apresentada na forma cutânea 
localizada, linfocutânea, linfática ou disseminada, e raramente evolui para a forma extracutânea. 
(SILVA, Marcia Ramos et al., 2007) É causada pelo fungo dimórfico e saprófito Sporothrix 
schenckii, S. brasiliensis, S. globosa, S. mexicana e S. luriei, dos quais o S. brasiliensis é o mais 
prevalente no Brasil. A infecção ocorre por inoculação traumática no subcutâneo através de 
feridas ou por inalação de esporos através do trato respiratório superior. Transmissão zoonótica 
de arranhões ou mordidas de gatos. (PIRES, 2017). 
 
Protocolo de tratamento: 
Aplicação pontual de LED Azul (L2) 10 J (470 nm) por ponto. 
2 X por semana, em dias alternados.7.6 - FERIDAS CUTÂNEAS DECORRENTES DE MORDIDAS, ARRANHÕES, 
QUEDAS, DECUBITOS, ATROPELAMENTOS OU INCISÕES CIRURGICAS. 
Ferida é toda e qualquer solução de continuidade da pele, geralmente produzida por ação 
traumática externa (MELO et al., 2009). Com relação à classificação, as feridas podem ser abertas 
ou fechadas, sendo que ferimentos fechados se relacionam às contusões, pois não há ruptura da 
pele, já nas feridas abertas, ocorre laceração ou perda cutânea e são classificadas em abrasão, 
avulsão, incisas, laceradas e por punção. As feridas abertas também são classificadas com base 
no tempo de exposição e contaminação bacteriana. 
As feridas cutâneas em cães e gatos são frequentes na rotina da clínica veterinária e, na 
maior parte dos casos, são decorrentes de mordidas, arranhões, quedas ou atropelamentos por 
veículos automotores (WINGFIELD, 2001; MAITRE, CAROZZO, 2014). Estes últimos ocorrem 
com frequência e o risco de morte é alto para os animais (FREITAS, BARSZCZ, 2015; HARRIS 
et al., 2018). 
 
Protocolo de tratamento: 
Aplicação pontual de LED Azul (L2) 10 J (470 nm) por ponto. 
Aplicação pontual de LED Vermelho (L1) (630 nm) 4 a 6 J por ponto. 
2 X por semana, em dias alternados até a cicatrização total da lesão. Ao término da aplicação, 
cabe ao profissional a escolha da melhor cobertura para auxiliar no processo de reparação tecidual. 
 
OBSERVAÇÃO: A escolha da luz e os pontos de aplicação dependerá da característica da lesão. 
Aplicar direto na lesão. Antes da aplicação, deve ser feita a limpeza da lesão com tricotomia 
ampla e lavar com solução fisiológica a 0,9% em toda a extensão da ferida. Nas feridas 
contaminadas pode se fazer aplicação de fotosensibilizador a base de azul de metileno a 0,01%. 
Após aplicar o azul de metileno a 0,01% em toda a ferida, envolvê-la com papel alumínio e 
aguardar 5 minutos período de pré-irradiação. Fazer aplicação do LED luz vermelha em toda a 
extensão da lesão. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7.7 – FOLICULITE FURUNCULOSE 
A foliculite furunculose, é uma piodermite profunda, causada por uma foliculite profunda 
levando, a formação de fistulas, liberação de conteúdo purulento, degeneração do folículo piloso 
com liberação de pelo, sebo e queratina (SANTOS et al., 2017). 
 
Protocolo de tratamento: 
Aplicação pontual de LED Azul 10 J por ponto. 
Aplicação pontual de LED Vermelho 4 J por ponto. 
2 X por semana, em dias alternados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7.8 – MASTITE 
A Mastite é definida como uma doença inflamatória das glândulas mamárias que ocorre 
de forma ascendente, iniciando pelo teto, causada por agentes patogênicos, ou devido a trauma 
durante a lactação, alergias ou neoplasias. Pode ocorrer no período puerperal, ou durante 
pseudogestação, ou na retirada ou perda prematura da ninhada ou, ainda, devido à presença, no 
ambiente, de agentes infecciosos responsáveis por essa patologia (CRIVELLENTI, BORIN-
CRIVELLENTI, 2015). Causa sérios problemas na saúde dos filhotes e da mãe, pois prejudica o 
aleitamento materno, os lactentes podem apresentar deficiência nutricional e, no caso, das mães 
a infecção intramamária. Aparentemente pode ser um problema simples, mas se não for tratado, 
a cadela pode vir a óbito devido à progressão dessa infecção (COSTA, GUIMARÃES, 2014). 
 
Protocolo de tratamento: 
Aplicação pontual de LED Azul 10 J por ponto 
Aplicação pontual de LED Vermelho 5 J por ponto. 
2 X por semana, em dias alternados. 
A escolha da luz e os pontos de aplicação dependerá da característica da lesão (INFLAMATÓRIA 
OU ULCERATIVA). 
 
 
 
 
 
 
 
7.9- PÊNFIGO FOLIÁCEO CANINA 
O pênfigo foliáceo é uma doença autoimune pertencente ao complexo pênfigo, sendo, 
apesar de rara, a doença autoimune mais frequentemente observada na rotina de atendimento 
dermatológico veterinário, acometendo várias espécies, sendo mais comum em cães (MACÊDO 
et al., 2008; MEDLEAU et al., 2003; PEREIRA et al., 2018; SCOTT, 2001). Estudos indicam 
que o pênfigo foliáceo tem causa idiopática, mas pode-se classificar a doença nas formas 
espontânea, mais comum em cães de raças predispostas como Akita e Chow chow; e induzida por 
drogas, doenças crônicas e outros fatores, tais como luz ultravioleta, queimaduras, neoplasias, 
fatores emocionais e nutricionais, entre outros (BALDA et al., 2008; SCOTT, 2001), sendo está 
mais frequentemente observada em raças como Labrador, Dobermann e Pinscher (MUELLER et 
al., 2006) 
 
Protocolo de tratamento: 
Aplicação pontual de LED Vermelho (L1) (630 nm) 5 J por ponto. 
2 X por semana, em dias alternados. 
 
 
 
 
 
 
 
7. 10 - PIODERMITE BACTERIANA 
A piodermite bacteriana superficial é uma das dermatopatias mais frequentes em cães e é 
definida como uma infecção dos folículos pilosos e epiderme adjacente que é na grande maioria 
das vezes secundária a uma causa de base (MILLER, GRIFFIN, CAMPBELL, 2013). 
 
Protocolo de tratamento: 
Aplicação pontual de LED Azul (L2) 10 J (470 nm) por ponto. 
Aplicação pontual de LED Vermelho (L1) (630 nm) 4 a 6 J por ponto. 
2 X por semana, em dias alternados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7.11– QUEIMADURA 
As queimaduras podem ser classificadas quanto ao seu mecanismo de lesão, grau, 
profundidade e área corporal acometida. Queimaduras de primeiro grau ou de espessura parcial 
superficial são aquelas que atingem a epiderme e resultam em uma simples resposta inflamatória. 
As lesões de segundo grau ou de espessura parcial profunda são consequência de uma lesão que 
ultrapassa a epiderme se infiltrando na derme. Já as queimaduras de terceiro grau ou de espessura 
total são aquelas em que há lesão difusa na pele, com destruição de folículos pilosos, glândulas 
sudoríparas e sebáceas e como resultado da destruição das camadas da pele, as feridas não se 
regeneram (MOSER, 2013). Sahin e colaboradores (2011) descrevem que geralmente as feridas 
por queimadura são de difícil tratamento e podem ter custo alto quando tratadas pela forma 
tradicional, principalmente as de terceiro grau de grande extensão e que muitas vezes necessitam 
de uma intervenção cirúrgica reconstrutiva da pele (ARISTIZABAL, 2016). 
 
Protocolo de tratamento: 
Aplicação pontual de LED Azul (L2) 10 J (470 nm) por ponto. 
Aplicação pontual de LED Vermelho (L1) (630 nm) 4 a 6 J por ponto. 
2 X por semana, em dias alternados até a cicatrização total da lesão. Ao término da aplicação, 
cabe ao profissional a escolha da melhor cobertura para auxiliar no processo de reparação tecidual. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7.12 - REPARAÇÃO MUSCULAR 
De acordo com Chargé, Brack e Hughes (2002) a manutenção do potencial regenerativo 
do músculo esquelético depende da idade do indivíduo. As alterações morfofisiológicas que 
ocorrem nos tecidos em decorrência do envelhecimento acarretam declínio da ativação e 
proliferação das células satélites, desequilíbrio nas vias de sinalização Notch e Wnt, lenta ativação 
de células inflamatórias, aumento da produção de fibroblastos, diminuição da vascularização, 
espessamento da lâmina basal e redução no nível de IGF-I. Em conjunto, essas alterações 
desencadeiam um ambiente celular desfavorável à regeneração muscular do idoso (DESAKI, 
2008; SILVA, CONBOY, 2010; CAROSIO et al., 2011, DEGENS, 2010). 
 
Protocolo de tratamento: 
Aplicação pontual de LED Vermelho (L1) (630 nm) 4 a 6 J por ponto. 
2 X por semana, em dias alternados. 
 
 
 
 
 
8 – REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
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