Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Migrantes Internacionais no contexto educacional brasileiro
	Ao considerarmos os migrantes se faz necessário pensar que diferentes motivos os levaram a mudança de país, por isso, se faz preciso ter empatia para a história dessas pessoas e respeitar cada uma de acordo com suas singularidades e diferenças.
	Como o próprio enunciado do estudo de caso em questão nos apresenta, os países que recebem migrantes internacionais precisam “praticar preceitos democráticos, a pensar políticas públicas para conciliar as diferenças e a criar estratégias de convívio social.” (SOUZA, 2017, p. 142)
	Diante desse trecho, considera-se aqui como política pública a educação, que deve ser garantida aos migrantes internacionais sem qualquer forma de discriminação por conta de diferenciação cultural, étnico racial ou linguística. 
	Como forma de acolher esses migrantes garantindo uma equidade nos aprendizados educacionais, o Parecer CNE / CEB n°01/2020 apresenta que “questões étnico-educacionais e especificidades socioculturais e linguísticas devem ser consideradas na formulação de estratégias pedagógicas das comunidades envolvidas.” (BRASIL, 2020, p. 5).
	O que indica que as instituições de ensino necessitam promover um ambiente no qual o aluno migrante internacional se sinta pertencente, necessitando haver por parte da escola a garantia da equidade para esses alunos, ou seja, promover estratégias diferenciadas de ensino, nas quais esse aluno tenha contato sua linguagem materna até sua adaptação completa com a língua nacional do Brasil, para que sua aprendizagem seja de qualidade, e que o direito previsto em legislação quanto a educação seja efetivado com eficiência.
REFERÊNCIAS:
BRASIL. Ministério da Educação. Parecer CNE/CEB nº 01/2020. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/programa-mais-educacao/30000-uncategorised/85191-parecer-ceb-2020
SOUZA, M. C. de. Sociologia do consumo e indústria cultural. Curitiba: Intersaberes, 2017.

Mais conteúdos dessa disciplina