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TECIDO NERVOSO PRÁTICA MORFOFUNCIONAL HISTOLOGIA Profa. Dra. Juliana Cristina Magalhães 07/04/2025 NERVOS Nervo, preparação total. Coloração para mielina. Aumento: médio. Eletromicrografia de fibras nervosas de um rato com diabetes induzido experimentalmente. Notam- se fibras amielínicas (FA), fibras mielínicas (FM) e fibra mielínica alterada. Corte transversal de um nervo mostrando o endoneuro (E) e o perineuro (P). HE. Objetiva de 100x Corte transversal de um nervo calibroso formado por quatro fascículos, identificados de 1 – 4. Junto a esse nervo há um delgado nervo apontado pela seta. Nervo - lâmina de língua; coloração de Mallory em formol 100%; médio aumento Endoneuro Perineuro Epineuro Tecido muscular estriado esquelético Todas ou quase todas fibras que compõem este nervo são fibras mielínicas. Isto é evidente por que o interior de cada fibra mostra um grande espaço “vazio”, correspondente à mielina que foi dissolvida durante a feitura deste preparado. No interior de quase todas as fibras nervosas é possível observar um pequeno círculo bastante corado: é o axônio seccionado transversalmente. Nervo (corte longitudinal). Coloração: HE. Aumento: pequeno. Corte longitudinal de nervos calibrosos. Há dois espessos fascículos do nervo, um na porção superior da figura e outro ocupando cerca de 2/3 da porção inferior da figura. Nervo (corte longitudinal). Coloração: HE. Aumento: pequeno. No aumento maior é possível observar o aspecto rendilhado das fibras. Isto é causado pela ausência da mielina, dissolvida ao se preparar o corte. Nem sempre é fácil reconhecer e diagnosticar um nervo seccionado longitudinalmente. Às vezes pode ser confundido com tecido muscular liso ou tecido conjuntivo denso modelado. Nervo Nervos amielínicos (corte transversal). Coloração: HE. Aumento: médio. Os nervos amielínicos são geralmente de pequeno calibre e nem sempre são facilmente visualizados. Não apresentam o aspecto rendilhado dos nervos mielínicos. Nesta imagem os seus perineuros estão bem evidentes. Os núcleos observados no interior dos nervos são em sua maioria das células de Schwann e alguns pertencem a células endoteliais de capilares sanguíneos. GÂNGLIOS Gânglio. Coloração: HE. Aumento: médio. Nesta imagem de um corte de gânglio se observam inúmeras células com citoplasma azulado (basófilo), núcleos grande e com cromatina frouxa e nucléolos volumosos. São corpos celulares de neurônios. GÂNGLIO Corpos neuronais fora do SNC; Neurônios Pseudounipolares; Células satélites ao redor; Gânglio sensorial. Possui uma cápsula de tecido conjuntivo denso não modelado ( ). Os corpos dos neurônios pseudounipolares predominam na zona cortical, e as fibras nervosas, formadas pelo prolongamento dos neurônios envolto pelas células de Schwann, situam-se na zona medular. Elas captam estímulos dos ambientes interno e externo e os enviam para o cérebro pelos nervos cranianos ou para a medula espinal pelos nervos espinais. HE. Objetiva de 4x. Na zona cortical do gânglio sensorial, há os corpos dos neurônios pseudounipolares circundados pelas células satélites. Na zona medular, há as fibras nervosas, ou seja, o prolongamento dos neurônios envolto pelas células de Schwann. Entre os elementos nervosos, há fibroblastos e fibras colágenas. HE. Objetiva de 10x. Placa motora Referências https://mol.icb.usp.br/index.php/9-3-tecido-nervoso/ https://editora.pucrs.br/edipucrs/acessolivre/livros/atlas-de-histologia/tecido- nervoso2.html/ https://histologia.icb.ufg.br/nervo.html#_ https://mol.icb.usp.br/index.php/9-3-tecido-nervoso/ https://editora.pucrs.br/edipucrs/acessolivre/livros/atlas-de-histologia/tecido-nervoso2.html/ https://histologia.icb.ufg.br/nervo.html#_