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física Médio - Etapa 3 h tt p :/ /i0 .w p .c o m /w w w .s h o w m e te ch .c o m .b r/ w p -c o n te n t/ u p lo a d s/ 2 0 1 5 /0 3 /e in st e in -m a n .jp g Física Etapa 3 3 Ondas I : se o caráter ondulatório nos sugere a ideia de travessia, a areia que passa pela peneira é uma onda? No dia a dia, estamos rodeados por ondas, tais como: ondas sonoras, ondas do mar, radar, telecomunicações, forno de micro-ondas e muito mais. ONDAS a a Elementos de uma Onda Observe a figura: Ex.: Uma pedra jogada em uma piscina (a fonte) provocará ondas na água, pois houve uma perturbação. Essa onda se propagará para todos os lados, quando vemos as perturbações partindo do local da queda da pedra até ir à borda. Uma característica fundamental de todas as ondas que ocorrem na natureza é que uma onda transfere energia de um ponto a outro, sem o transporte de matéria entre os pontos. Classificação das Ondas a) ONDAS MECÂNICAS: São as ondas que precisam de um meio para se propagar. Ex.: Ondas do mar, ondas sonoras, ondas em uma corda. b) ONDAS ELETROMAGNÉTICAS: São as ondas que não precisam de um meio material para se propagar, podendo se propagar no vácuo e em meios materiais. Ex.: A luz emitida por um lanterna, raio-x, sinais de rádio, etc. l l a) Amplitude (a) : é a distância entre o eixo de equilíbrio e uma crista ou um vale. b) Comprimento da onda ( l ): é a distância entre duas cristas consecutivas ou dois vales consecutivos. c) Frequência (f): é o número de oscilações na unidade de tempo. nº oscilações f = tempo decorrido f = frequência - Hertz (Hz) t = tempo - segundos (s)= tempo decorrido T = nº de oscilações T = período tempo (s) Então temos: ou 1 T = f 1f = T = == Problemas: f = f = nº oscilações 20 f = 5 Hz tempo 4 T = T = tempo 4 T = 0,2 s nº oscilações 20 A onda tem uma frequência de 5Hz em 0,2 segundos. 1) Uma onda executa 20 oscilações em 4 segundos. Qual a frequência e o período? f =f = T =T = ONDAS São perturbações que se propaga em um meio. d) Período (T): é o tempo necessário para a fonte produzir uma onda completa. Física 4 2) Qual a diferença entre uma rádio AM para FM? A diferença está no comprimento de onda utilizado. Em FM, o comprimento de onda é de alguns cm e, portanto, qualquer objeto com esse tamanho é suficiente para refletir a onda. Ela é bem penetrante, mas não reflete bem nas camadas da atmosfera. Nas AM, o comprimento de onda é da ordem de metros, usando as camadas atmosféricas para se propagar. 3) Qual o período de uma onda cuja f = 100Hz 4) Qual a frequência de uma onda cujo período é 0,001s. Exercícios: 1) São exemplos de Ondas Eletromagnéticas: a) Wi-fi; b) Ondas sonoras; c) Ondas do mar; d) Ondas em uma corda. 2) São exemplos de Ondas Mecânicas: a) Luz emitida pelo farol do carro; b) Sinais de rádio; c) Raio-x; d) Ondas sonoras. 3) Uma onda executa 45 oscilações em 9 segundos. Qual a frequência e o período, respectivamente? a) 4 Hz e 0,2 s; b) 5 Hz e 0,5 s; c) 5 Hz e 0,2 s; d) 4 Hz e 0,5 s. Física Etapa 3 Anotações: 1 1 0,01s=T= = f 100 1 1 1000Hz ou 1kHz.T= = = f 0,001 Espectro Eletromagnético A luz não consegue atravessar paredes, mas atravessa com facilidade a água, o ar atmosférico, etc. Tanto a luz como as micro-ondas, o infravermelho, ou ondas de rádio são o mesmo tipo de ondas e tem a mesma velocidade, o que diferencia uma da outra é sua frequência. No vácuo, todas as ondas eletromagnéticas tem a mesma velocidade. As ondas eletromagnéticas tem velocidade no vácuo 8de 3.10 m/s ou 300.000.000 m/s (no ar um pouco menor). A ‘‘luz visível’’ é visualizada pelo ser humano, já as ondas do espectro eletromagnético como ondas de TV, calor ou rádio não podem ser vistas. Fenômeno das Ondas a) Reflexão É o fenômeno pelo qual a onda incide numa superfície e volta a sua origem. Quando uma onda sofre reflexão, a frequência (f), a velocidade (v) e o comprimento da onda (l) não variam. Ex.: Nos vemos num espelho porque a luz incide por reflexão. Curioso!!! O som ao bater num obstáculo, se reflete, produzindo o ECO. O nosso ouvido é capaz de diferenciar sons que atingem um intervalo de tempo igual ou superior a 0,1 segundos. O som emitido por uma pessoa diante de uma parede, a distância x vai e volta, percorrendo distância 2x. Para se calcular o valor de x, considera-se a velocidade do som do ar de 340m/s.: Podemos concluir que para haver eco o obstáculo deverá estar no mínimo a uma distância de 17m da fonte. b) Refração É o fenômeno pelo qual uma onda passa de um meio para outro, mas sua frequência não varia. Isso quer dizer que a onda refratada continua com a mesma frequência da onda incidente, porém seu comprimento (l) varia na proporção da velocidade. Se a velocidade aumenta, o comprimento da onda aumenta ou vice-versa. Se colocarmos um lápis dentro de um copo de água, com uma inclinação, observamos pela sua lateral, que parece que o lápis está quebrado. Isso acontece porque a luz, incidindo obliquamente (inclinado), muda de direção quando passa de um meio transparente para outro meio também transparente que tem velocidades diferentes. rt rs = v . t rs 2x = 340 . 0,1 2x = 34 v = velocidade x = 34 rs = distância 2 t = tempo x = 17 m v = 5 Física Etapa 3 Obs:Quanto maior a frequência, maior será a energia de radiação. Física 6 c) Difração É uma propriedade que uma onda possui de contornar um obstáculo, ao ser parcialmente interrompido por ele. Quando uma pessoa fala com outra, ambas separadas por um muro, a voz contorna o muro e as pessoas conseguem se escutar. d) Interferência É o fenômeno resultante da superposição de duas ondas ou mais ondas. A adição ou subtração das amplitudes das ondas depende da fase das ondas em que ocorre a superposição. A Bonda 1 onda 2 superposição de onda 1 com a onda 2 A Bonda 1 onda 2 superposição de onda 1 com a onda 2 CONSTRUTIVAS DESTRUTIVAS Física Etapa 3 e) Decomposição da Luz Ao passar por um prisma a luz se decompõe. A refração é responsável por esta decomposição. As cores da natureza são a decomposição da luz branca. Cada uma destas cores sofre um desvio diferente, como podemos observar num arco-íris. Observamos, na incidência da luz branca no prisma, a luz vermelha é a que menos se desvia e a violeta é a que mais sofre desvio. Como se forma um arco-íris? Um arco-íris aparece quando a luz branca do Sol é interceptada por uma gota d’água da atmosfera. Parte da luz é refratada para dentro da gota, refletida no seu interior e novamente refratada para fora da gota. Quando a luz atravessa uma superfície líquida (chuva), a refração faz aparecer o espectro das cores. Como as rádios piratas influenciam o tráfego aéreo? A comunicação através de rádios é feita por ondas. Como as emissoras de rádio no Brasil são concessões do Estado, o Ministério das Comunicações controla pela aeronáutica a frequência ocupada. Uma rádio pirata, sem registro no ministério, usa uma frequência qualquer que pode acabar sendo a mesma de um aeroporto, causando interferência. 7 Física Etapa 3 Exercícios: 1) Gabriela está procurando sua amiga Rafaela que se perdeu durante o passeio nas cavernas da Capadócia. Ao pronunciar o nome de Rafaela bem alto escutou apenas ELA repetitivamente. Que nome damos a este fenômeno de Onda? a) Reflexão b) Refração c) Difração d) Interferência 2) Márcia estava em um lado do muro e falou com Nádia que estava do outro lado. O fenômeno de Onda que permitiu que Nádia escutasse é chamado de: a) Reflexão b) Refração c) Difração d) Interferência 3) Duas ondas sobrepostas produzem um fenômeno de onda chamado? a) Reflexãob) Refração c) Difração d) Interferência 4) Quando a onda passa de um meio para outro sem variar sua frequência produz um fenômeno de onda chamado: a) Reflexão b) Refração c) Difração d) Interferência Anotações: Física 8 ACÚSTICA As paredes têm ouvidos? Será que ouvimos tudo? Velocidade média do som: * água: 1500 m/s * trilho de aço: 5000 m/s * ar: 340 m/s Níveis de ruído de acordo com a atividade Qualidades Fisiológicas do Som Uma onda sonora precisa de um meio material para se propagar e sua propagação é mais fácil em certos meios. A velocidade do som depende da densidade do meio. O vácuo é a melhor barreira isolante para ondas sonoras. No ar e gases, a velocidade do som depende também da temperatura. Nos líquidos e nos sólidos, a velocidade do som é menos afetada pela variação da temperatura. Note que a velocidade do som é maior nos sólidos, depois nos líquidos e por último nos gases. A voz humana apresenta um grande número de sons produzidos pelos orgãos da fonação. O ser humano não ouve sons os quais tenham frequências abaixo de 20 Hz (infrassom) ou acima de 20000 Hz (ultrassom). Podemos dizer que as frequências audíveis estão entre 20Hz e 20000Hz. Aplicações do ultrassom na medicina: ecografias, ultra-sonografias, na fisioterapia, etc. A unidade de nível sonoro é DECIBEL (dB). Se o ouvido humano for submetido a níveis sonoros acima de 80dB, podemos perder irrecuperavelmente a audição. a) Timbre É a qualidade do som que nos permite identificar sua origem. Permite diferenciar sons de mesma frequência produzidos por fontes sonoras distintas. Cada objeto ou material possui um timbre que é único, assim como cada pessoa possui um timbre próprio de voz. Ex.: Numa orquestra podemos distinguir os diferentes sons de violinos, flautas e baterias. b) Intensidade É a qualidade do som que nos permite distinguir os sons fortes dos fracos. Está relacionada com a amplitude: quanto maior a amplitude, mais intenso é o som e vice-versa. Física Etapa 3 - Frequência Maior: som agudo - Frequência Menor: som grave Ex.: Notas musicais são separadas por intervalos ... ...DÓ DÓRÉ RÉMI FÁ SOL LÁ SI Fenômenos Sonoros: O som sofre difração, ou seja, a pessoa não vê o veículo, mas ouve o ruído do seu motor. Medição de ruído em um ambiente. O Ibama é o orgão governamental r e s p o n s á v e l p e l a s diretivas em relação às fontes de ruído, e cabe aos estados e municípios a fiscalização dos níveis máximos de ruídos das diversas atividades. b) Refração É quando o som que se propaga em um meio passa para outro meio, mudando sua velocidade e seu comprimento de onda, porém a frequência continua a mesma. O raro efeito da refração da luz através da onda de choque pode ser visto nessa passagem baixa de um F/A-18F Super Hornet. (Foto: Bernardo Malfitano / Cavok) c) Difração É quando o som pode ser ouvido mesmo que haja um obstáculo entre quem fala e quem escuta. d) Interferência É quando a superposição de duas ou mais ondas sonoras podem resultar no silêncio ou em sons intensos. - Interferência destrutiva (crista + vale) : SILÊNCIO - Interferência construtiva (crista + crista ou vale + vale): SOM e) Ressonância Esse fenômeno mostra que qualquer fonte sonora produz no ar vibrações em corpos situados nas proximidades. Para pensar ... Qual das três qualidades sonoras, altura, intensidade e timbre é a responsável para que você reconheça a voz de um amigo ao telefone? O reconhecimento se dá pelo TIMBRE da sua voz. A altura da sua voz é constante, pois a frequência da vibração não muda. A intensidade pode variar, falando mais forte (gritando) ou mais fraco (sussurrando), mas mesmo assim sua voz é reconhecida. a) Reflexão É quando a onda sonora atinge um obstáculo e volta. Ex.: ECO. c) Altura: é a qualidade que permite diferenciar um som grave de um som agudo. A altura depende apenas da frequência. 9 Física Etapa 3 Física 10 ÓPTICA Luminoso Iluminado Escala Richter - Medida da Intensidade de Terremotos Quando ocorrem terremotos em diversos locais da Terra, os noticiários fornecem um dado que nos ajuda na avaliação do grau de danos causados pelos tremores. Por exemplo: os tremores ocorridos na Armênia atingiram 6,9 graus de magnitude na escala Richter - cujo recorde é de 9,5 graus, no terremoto que atingiu o Chile em 1960". A escala Richter é uma escala logarítmica de medição indireta da energia liberada pelos terremotos sob a forma de ondas que se propagam pela crosta terrestre, definida por geólogos do California Institute of Technology - CalTech. Nela é utilizado o logaritmo decimal e os valores são chamados de magnitudes. Sendo uma escala logarítmica de base 10, as diferenças entre valores de magnitudes são proporcionais às respectivas energias liberadas: um tremor de intensidade 10 vezes menor em relação à magnitude 9 graus é registrado como tendo a magnitude 8 graus, e a cada grau 3/2de magnitude de diferença, a energia liberada é 10 31,6 vezes a energia anterior. Para se ter uma ideia, um tremor de magnitude de 9 graus pode promover a destruição total de uma grande cidade." A escala Richter foi criada em 1935 pelo sismólogo estadunidense Charles F. Richter, integrante do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Richter, para a realização de sua escala, analisou as ondas sísmicas e coletou números de vários terremotos anteriormente registrados. Essa escala foi desenvolvida para medir a magnitude dos terremotos, que consiste no ato de quantificar a energia liberada no foco do terremoto. Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/escala-richter.htm Charles F. Richter f) Efeito Doppler É uma característica observada nas ondas quando emitidas ou refletidas por um objeto que está em movimento com relação a um observador. Para pensar ... Uma cantora de ópera pode quebrar uma taça com sua voz? É possível sim. Isso ocorre por meio da ressonância, na qual a voz (onda sonora) alcança a taça (corpo próximo) com uma frequência ressonante. A velocidade com que vibra quando se choca ou recebe outro estímulo. A luz que usamos e dependemos é formada pela luz BRANCA (sol e lâmpadas). Ela é enviada até um corpo, refletindo-se nele. A luz refletida chega aos nossos olhos produzindo a imagem. Ondas II - Somos todos iluminados. Será que isso é possível? Corpos Luminosos São aqueles que emitem luz; vela acesa, Sol, estrelas, etc. Corpos Iluminados São aqueles que não emitem luz, mas refletem a luz de outros corpos. Ex.: Lua, quadro iluminado pela luz branca,etc. A óptica estuda fenômenos, propriedades e aplicações das ondas eletromagnéticas chamada luz visível. A luz é uma fração do espectro eletromagnético que impressiona os olhos. Independente do corpo ser luminoso ou iluminado, ele deve refletir a luz e esta deve penetrar nos nossos olhos para que possamos vê-lo. Física Etapa 3 ~= Assim V 00 E O ar é, na maioria das vezes, um meio material transparente, que permite ao observador ver o objeto com nitidez. O meio material translúcido permite que o observador veja o objeto, mas não com nitidez. O meio material opaco não permite que o veja o objeto. Luz Branca l uz A z u L Luz Branca e dre V z u L Luz Branca alera m A z u L Corpo Azul Corpo Verde Corpo Amarelo A cor apresentada por um corpo depende da cor da luz que nele reflete. A cor dos objetos Esse fenômeno está associado ao fato de vermos as coisas. Podemos ver um objeto quando a luz sobre ele reflete e vem até os nossos olhos formando uma imagem. Quando estamos no escuro, não havendo luz para refletir no objeto, não podemos vê-lo. Além do fenômeno da reflexão, quando a luz incide sobre um objeto qualquer, parte dessa luz é absorvida por ele. A luz branca é formada por ondas de diversas frequências e, para cada uma delas, damoso nome de uma cor: vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta. Quando todas elas estão juntas elas formam a luz branca. a) Objetos Transparentes: A luz atravessa totalmente o objeto. Ex.: Ar, vidro, papel celofane. b)Objetos Translúcidos: A luz atravessa parcialmente o objeto. Ex.: Papel vegetal, vidro fosco, tecido fino. c) Objetos Opacos: A luz não atravessa o objeto. Ex.: Madeira, pessoa, porta, tijolo. Raio de luz É a representação retilínea da trajetória da luz, indicando a direção e o sentido de sua propagação. Princípios da Óptica geométrica 1) Propagação retilínea da luz A luz propaga-se em linha reta quando em meios transparentes (luz atravessa totalmente) e homogêneos (propriedades físicas são iguais em todos pontos). 2) Independência dos raios luminosos Quando dois raios se cruzam, cada um segue o seu destino como se não tivesse havido cruzamento. 3) Reversibilidade dos raios luminosos O trajeto de um raio luminoso não se modifica quando trocamos as posições entre uma fonte luminosa e o observador. Observando as figuras, podemos claramente verificar a capacidade que a luz possui de atravessar os obstáculos. Se a luz do Sol, que é branca, ilumina todos os corpos da mesma forma, por que alguns deles são vistos verdes, outros amarelos, vermelhos ou azuis, etc? Para responder a esta pergunta vamos a cor dos objetos. Pela reflexão, um feixe luminoso incide sobre uma superfície e retorna para o mesmo meio no qual é proveniente. A reflexão pode ser ordenada quando a superfície for polida e difusa ou quando a superfície for rugosa. A luz parte da fonte, incide num objeto e volta a se propagar no mesmo meio, atingindo o olho do observador. 11 Física Etapa 3 observador Física REFRAÇÃO ATMOSFÉRICA: É o desvio da luz ou outra onda eletromagnética de uma linha reta assim que passa pela atmosfera devido a variação na densidade do ar, como em função da altitude. Refração atmosférica próxima ao chão produz MIRAGENS e pode fazer objetos distantes parecem cintilantes ou ondulados. Ex: A ilusão de existência de poças d'água em estradas asfaltadas em dias quentes e secos, como também nos desertos ocorrem as miragens. A explicação está na refração do ar atmosférico com a temperatura. Nas condições em que acontecem tais fenômenos, o ar em contato com o solo fica muito quente e, por isso, menos refringente que as camadas superiores. Então, os raios luminosos que partem de um objeto a distância, ao descerem, passam de regiões mais refringentes para regiões sucessivamente menos refringentes (mais quentes), até sofrerem reflexão total numa camada próxima ao solo. A partir daí, os raios sobem e podem atingir um observador, que terá a impressão de que existe no solo uma imagem especular do objeto (figura abaixo). Obs: Refringente é a propriedade de fazer desviar os raios luminosos. Exercício Proposto: 1. O fenômeno MIRAGEM é consequência direta: a) dispersão da luz pela atmosfera. b) da grande distância dos objetos. c) da variação do índice de refração do ar com sua densidade. d) da forma esférica da Terra. REFRAÇÃO E LENTES: Como você já sabe, uma parte dos raios luminosos que incidem numa superfície de separação de dois meios diferentes penetra no segundo meio. Ao penetrar sofre um desvio de sua direção inicial. A refração ocorre porque a luz se propaga com velocidade diferente em materiais diferentes. É por causa da refração que as piscinas e as lagoas, por exemplo, parecem mais rasas do que realmente são: a luz refratada se desvia ao sair da água. LENTES São dispositivos muito comuns em nosso dia a dia, utilizados para ampliar ou reduzir o tamanho dos objetos. Podem ter diferentes formas, pois são utilizadas e aplicadas em instrumentos diversos como óculos, máquina fotográfica, lupa, microscópio e telescópio. São formadas por um meio transparente: vidro ou plástico, por exemplo, e limitados por faces curvas que na maioria das vezes são esféricas. Existem dois tipos de lentes: LENTES CONVERGENTES: fazem os raios luminosos convergir para o ponto. LENTES DIVERGENTES: afastam os raios. OLHO: O instrumento óptico mais comum e mais perfeito que existe é o olho humano e o dos outros animais em geral. O fenômeno da visão está intimamente ligado ao perfeito funcionamento de um sistema de lentes. O olho emétrope (olho normal) é praticamente esférico e constituído de camadas de proteção (a esclerótica e a coróide), que mantêm a forma do olho e, ao mesmo tempo, conservam-no alimentado, vivo. Os meios transparentes – córnea, humor aquoso, cristalino e humor vítreo – funcionam como um sistema de lentes que refratam a luz, permitindo a formação de imagens exatamente sobre a retina, que é um pro-longamento do nervo óptico. Através da retina as imagens se formam no olho e são levadas ao cérebro, para serem interpretadas. Raios incidentes paralelos Raios divergentes Raios convergentes Miragem numa estrada asfáltica córnea lente eixo cristalino retina óptico 5,5mm 18,5mm O olho reduzido e suas dimensões médias aproximadas. 12 Física Etapa 3 Anotações: Principais defeitos da visão são: a) MIOPIA – O olho míope é mais alongado que o olho normal. Em consequência disso, a imagem de um objeto situado a longa distância se forma antes da retina. A correção é feita com lentes divergentes, pois a imagem se forma “antes” da retina. b) HIPERMETROPIA – É o inverso da miopia. Neste caso, o olho é menos alongado que o normal e, consequentemente, a imagem se forma depois da retina, perdendo sua nitidez. A correção é feita com lentes convergentes, pois a imagem se forma “depois” da retina. c) PRESBIOPIA OU VISTA CANSADA – É um defeito comum em pessoas idosas e ocorre por falta de acomodação do cristalino. Com o passar do tempo, tanto o cristalino quanto os músculos ciliares perdem sua elasticidade original, dificultando cada vez mais a acomodação visual, isto é, aumentando cada vez mais a distância mínima de visão distinta. A correção da presbiopia é feita com o emprego de uma lente convergente. Essa lente soma sua con- vergência à do cristalino, permitindo uma visão perfeita de objetos próximos ao olho. Pessoas idosas muitas vezes precisam usar lentes bifocais ou, então, dois pares de óculos: um para leitura e outro para a visão normal dos objetos. pupila lente retina córnea diafragma lente película lente Representações esquemáticas e fora de escala de formação de imagens, no olho reduzido e na máquina fotográfica. P a u lo C é sa r P e re ir a No olho reduzido (que pode ser comparado a uma máquina fotográfica) a lente convergente conjuga imagens reais e invertidas exatamente sobre a retina. A pupila regula a quantidade de luz que penetra no olho: se o ambiente está com pouca luz ela se dilata; caso contrário, a pupila se fecha. Essa função é exercida pelo diafragma na máquina fotográfica, e o filme fotossensível corresponde à retina do olho. A diferença fundamental entre o olho e a máquina está no valor da distância focal f de cada uma das lentes: no olho humano f é variável, devido ao movimento dos músculos ciliares que se contraem ou relaxam e, na máquina fotográfica, f é constante – por esse motivo, a máquina fotográfica possui o mecanismo de focalização que desloca a lente, afastando-a ou aproximando-a do filme. DEFEITOS DE VISÃO: Já sabemos qual é o esquema de visão num olho normal. Porém, basta que haja alguma anormalidade na forma do olho, ou algum problema quanto à acomodação da imagem para que esse esquema se altere. 13 Física Etapa 3 Física d) ASTIGMATISMO – Normalmente esse defeito é provocado pela falta de esfericidade da córnea. Por isso, é corrigido com o auxílio de lentes cilíndricas. As pessoas astigmatas vêem os objetos sem nitidez, como se estivessem superpostos, com pequena sombra lateral. e) ESTRABISMO – É uma anormalidade que consiste no desvio do eixo óptico do globo ocular. Pode sercorrigido com uso de lentes prismáticas. f) CATARATA – Defeito causado pela perda de transparência da lente do olho, que se torna opaco. Normalmente aparece em pessoas idosas e é corrigido por cirurgia substituindo-se a lente do olho por uma lente artificial. g) DALTONISMO – Defeito de causas genéticas que impede a percepção de algumas ou de todas as cores. Seria como ver as imagens de uma TV colorida em preto, branco e cinza, por exemplo, porém na maioria dos casos, a dificuldade está em distinguir o VERDE do VERMELHO. Exercícios Propostos: 1. As figuras 1, 2 e 3 representam formações de imagens nos olhos em indivíduos: a) míopes, normais e hipermetropes. b) hipermetropes, míopes e normais. c) normais, míopes e hipermetropes. d) normais, hipermetropes e míopes. 2. O funcionamento de uma lente se baseia no fenômeno da: a) reflexão b) refração c) difração d) superposição 3. Hipermetropia é um defeito visual que deve ser corrigido com lente: a) convergente b) divergente c) cilíndrica d) virtual Anotações: 14 Física Etapa 3 Figura 1 Figura 2 Figura 3 ESPELHOS Os espelhos podem ser planos ou esféricos. Espelho plano é aquele que a superfície refletora é plana, e espelho esférico, a superfície refletora é uma esfera. A imagem formada por um espelho plano é igual ao objeto e está localizada para dentro do espelho e na mesma distância. A base do ‘‘funcionamento’’ de qualquer espelho é a REFLEXÃO LUMINOSA. l ldd O VIRTUAL: prolongamento dos raios refletidos. IGUAL: mesmo tamanho. DIRETA: não fica de ponta cabeça. Espelhos Planos Características da Imagem: FÍSICA NO COTIDIANO F F F F espelho plano A IMAGEM E O CARIMBO Muito provavelmente você já utilizou um carimbo. Os carimbos são peças de metal, madeira ou borracha que apresentam letras, números e/ou figuras gravadas invertidas em relevo - como imagens vistas através de um espelho plano. Assim, quando carimbadas, as letras, os números e/ou figuras aparecem na disposição normal de leitura. Veja os modelos a seguir: Espelhos Esféricos A superfície refletora é a parte externa A superfície refletora é a parte interna Veículos que precisam ser identificados pelos motoristas de outros veículos pelos retrovisores têm sua identificação gravada no capô de forma invertida; veículos da polícia, bombeiros e ambulâncias são identificados desse modo. 15 Física Etapa 3 Anotações: Física 16 Exercícios: 1. São exemplos de Corpos Luminosos: a) Espelho iluminado pela luz branca; b) Vela acesa; c) Lua; d) Quadro iluminado pela luz branca. 2. São exemplos de corpos Iluminados: a) Sol b) Estrela c) Vela acesa d) Lua 3. Um copo de vidro onde a luz atravessa totalmente é chamado de: a) Objeto transparente; b) Objeto translúcido; c) Objeto opaco; d) Objeto sujo. 4. O vidro de um carro que tem película fosca onde permite entrada parcial de luz é chamado de: a) Objeto transparente; b) Objeto translúcido; c) Objeto opaco; d) Objeto sujo. � 5. Quando a imagem está a mesma distância do objeto a pessoa está diante de um espelho: a) Côncavo b) Plano c) Convexo d) Esférico 6. Uma flor amarela, iluminada pela luz solar: a) reflete todas as cores. b) absorve a luz amarela e reflete as demais. c) reflete a luz amarela e absorve as demais. d) absorve todas as cores e não reflete nenhuma. 7. Uma pessoa corre para um espelho plano vertical com a velocidade de 1,5m/s. Com que velocidade a imagem da pessoa se aproxima do espelho? a) 3 m/s b) 1,5 m/s c) 10 m/s d) a velocidade é nula. Física Etapa 3 Por que, nas primeiras semana de vida, os olhos das crianças mudam de cor? Muitos de nós já tivemos a oportunidade de acompanhar a mudança na cor dos olhos de uma criança de pele clara. Nascem com olhos azuis e com o passar dos dias apresentam mudanças nessa coloração. Para entendermos como ocorre essa transformação, é preciso lembrar que a parte colorida dos olhos (íris) tem na sua constituição células com pigmento (melanina). Ao nascer, essas crianças apresentam a íris com melanina insuficiente, resultando na cor azul. Com a passagem da luz pelo tecido ocular, ocorre um processo semelhante ao que acontece com a dispersão da luz num prisma. A íris, num processo seletivo, deixa absorver a cor azul, refletindo-a. À medida que a melanina passa a ser metabolizada em maior quantidade (devido à maior incidência da luz), a tonalidade dos olhos passa a sofrer adaptações e se modifica. Anotações: ELETROSTÁTICA I ELETROSTÁTICA é a parte da Física que estuda as cargas elétricas em repouso. + - + - + - repulsão atração Eletrostática: esfregar um corpo contra outro produz eletricidade? O termo E L E T R I C I D A D E vem da pa lavra ELEKTRON, nome grego do âmbar, resina que se petrifica séculos depois de secretada por algumas árvores. Quando o âmbar era atritado (esfregado) atraía pequenos corpos, como penas, pergaminhos e folhas. O átomo é por natureza eletricidade pura. Os prótons estão fortemente ligados ao núcleo do átomo, enquanto os elétrons são presos aos átomos por forças muito fracas. Para entendermos a eletrostática, devemos compreender a constituição do átomo. Ele apresenta duas regiões: o núcleo e a eletrosfera. No núcleo existem dois tipos de partículas, os ‘‘prótons’’ e os ‘‘nêutrons’’. Na eletrosfera encontramos os ‘‘elétrons’’. Os prótons e os elétrons têm uma propriedade chamada CARGA ELÉTRICA, que é positiva nos prótons e negativa nos elétrons. É importante saber que o número de prótons é igual ao número de elétrons, dessa forma, o átomo é eletricamente neutro. Física Átomo Eletrosfera Partícula Massa (kg) Carga ( C ) Símbolo Próton Nêutron Elétron -271,67.10 -271,67.10 -319,11.10 Positiva -191,6 . 10 0 Negativa -191,6 . 10 P N e Características da Carga Elétrica PCargas elétricas de mesmo sinal se repelem e de sinal contrário se atraem. P Em todo átomo neutro, o número de prótons é igual ao número de elétrons. P A carga elétrica se conserva. CARGA ELÉTRICA É uma quantidade de eletricidade. O nêutron tem carga elétrica nula. O próton, carga positiva ( + ) e o elétron, carga negativa ( - ), ambos exatamente iguais. 17 Física Etapa 3 18 Isolantes e Condutores Na eletrização por atrito, os corpos ficam carregados com cargas iguais, porém de sinais contrários. Na eletrização por contato, os corpos ficam eletrizados com carga de mesmo sinal. Condutores É o corpo por meio do qual as partículas portadoras de cargas elétricas podem se mover com facilidade. Ex.: corpo humano, metais , terra, etc. Maus Condutores É o corpo onde as partículas portadoras de cargas elétricas conseguem se mover com muita dificuldade. Também são conhecidos comercialmente como “Isolantes”. Ex.: borracha, ar, plástico, madeira, etc. Tempestade com raios: como posso me proteger? P Evite ficar perto de arames, grades, tubos metálicos, linhas telefônicas e de energia elétrica. P Na praia ou na piscina, saia da água imediatamente e procure lugar seguro. P Na casa em que estiver, caso não haja para-raio próximo, evite ficar perto de janelas metálicas, geladeiras, televisores e próximo de tomadas elétricas. P Nunca procure abrigo sob árvores e, principalmente, se elas estiverem isoladas. P Evite usar o telefone. P Fuja de locais altos. P Deixe para tomar banho quando a tempestade passar. P Não ligue aparelhos e motores elétricos. Retire da tomada os aparelhos eletrônicos como TV, som, computador, etc. P Não fique em campo aberto, lagos e descampados. P Fique longe de tratores, bicicletas e motocicletas. Caso esteja dentro de um carro não saia e mantenha as janelas fechadas. Esses pequenos choques acon- tecem pela eletricidade estática (parada) que adquirem por algum processo de eletrização. Quando precisamos neutralizar um objeto carregado fazemos o aterramento (fio ou barra de cobre por onde passa a corrente elétrica para osolo). Quando o objeto está carregado negativamente, os elétrons em excesso escoam para a terra. Quando o objeto está carregado positivamente, os elétrons da Terra sobem e o neutralizam. Num condutor eletrizado, as cargas elétricas se localizam na sua superfície. Devemos lembrar que não existem isolantes ou condutores perfeitos. Em alguns momentos da nossa vida cotidiana, nos deparamos com situações um pouco estranhas. Nos surpreendemos quando tomamos choques em maçanetas, na tela da TV ou quando encostamos em alguém. PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO a) Eletrização por Atrito Esfregando dois corpos diferentes e inicialmente neutros, um deles cede elétrons e o outro recebe elétrons. No final, os dois corpos estarão eletrizados com cargas opostas. b) Eletrização por Contato Quando um corpo eletrizado é colocado em contato com um corpo neutro, ocorre a passagem de elétrons do corpo neutro para o corpo eletrizado. Física Etapa 3 Eletroscópio a) O pêndulo elétrico b) Eletroscópio de Folhas Anotações: c) Eletrização por Indução A eletrização de um corpo neutro pode ocorrer com uma simples aproximação de um corpo eletrizado, sem que haja contato entre eles. A carga do corpo neutro (induzido) se alinha, conforme a figura a seguir: Pindutor: corpo carregado positivamente ou negativamente; Pinduzido: corpo neutro (aquele que sofre o processo de separação das cargas). Obs.: Não esqueça que, normalmente, os corpos são neutros eletricamente, ou seja, o número de cargas positivas (prótons) e negativas (elétrons) é o mesmo. Quando ocorre uma perda ou ganho de elétrons, o corpo torna-se carregado ou eletrizado. Quando o corpo ganha elétrons, ele fica carregado negativamente e quando perde elétrons, fica carregado positivamente. Con- cluímos, então, que são os elétrons que se movimentam. Na Eletrização por Indução, o induzido eletriza-se com carga de sinal contrário ao indutor. A carga do indutor não se altera. É um aparelho que serve para indicar a existência de cargas elétricas, ou seja, identificar se um corpo está ou não eletrizado. Os eletroscópios mais comuns são: Exercícios: 1. Se um chumaço de lã atritado em uma barra de chum- bo fica eletrizado positivamente, afirma-se que: a) A lã perdeu elétrons; b) A lã ganhou elétrons; c) A lã ganhou prótons; d) Não há perda nem ganho de elétrons por parte da lã. � 2. Um corpo que apresente excesso de elétrons é: a) Carregado negativamente; b) Carregado positivamente; c) Tem carga nula; d) Não altera a sua carga. 3. Um corpo que apresente falta de elétrons e: � a) Carregado negativamente; b) Carregado positivamente; c) Tem carga nula; d) Não altera a sua carga. 19 Física Etapa 3 Física 20 ELETROSTÁTICA II k . | Q | . | q | d² Q e q = valores das cargas elétricas (C) 9 2k = constante de coulomb. No vácuo vale 9 . 10 N . m²/C d = distância entre as cargas (m) Q1 Q2 Q1 Q2 d d Cargas de mesmo sinal. Cargas de sinais contrários. Problema: F = k . |Q| . |q| , substituindo pelos dados: d² Q = 6 C F = 9 9 . 10 . 6 . 2 q = 2 C 3² 9k = 9 . 10 N . m²/C² d = 3 m F = 9 9 . 10 . 12 9 F = 9 108 . 10 9 9F = 12 . 10 N F = força elétrica (N) Lei de Coulomb Quando um corpo está eletrizado é porque o número de prótons é diferente do número de elétrons. O valor da carga de um corpo pode ser medido pelo que ele g a n h o u o u p e r d e u d e e lé t rons. Dessa forma, usamos a representação Q ou q para carga. No SI, usamos a unidade de carga C (coulomb) em homenagem ao cientista Charles Coulomb (1736 - 1806). A lei de Coulomb é também conhecida pela lei de atração e repulsão entre as cargas elétricas. Obs.: Não esqueça que: PCaso a carga do corpo seja positiva, teremos falta de elétrons. PCaso a carga do corpo seja negativa, teremos excesso de elétrons. Eletrostática: como os corpos “sabem” que há um corpo nas proximidades para atrair? F = F = F = F = Em linguagem matemática podemos escrever: Obs.: k é uma constante e seu valor depende do meio material em que as cargas se encontram. A força de interação entre dois corpos pequenos, carregados eletr icamente, é diretamente proporcional ao produto das cargas elétricas e inversamente proporcional ao quadrado da distância que separa esses corpos. 1) Duas cargas elétricas de 6 C e 2 C , no vácuo, estão separadas entre si por uma distância de 3 m. Qual a intensidade da força de repulsão entre elas? 9(Dado K = 9 . 10 N . m²/C²) Física Etapa 3 Anotações: Campo Elétrico ( E ) E = F E = campo elétrico (N/C) q F = força elétrica (N) q = carga de prova ( C ) Problema: E = F 500 = F q 2 E = 500 N/C 1000N = F F = ? q = 2C Características do Campo Elétrico E = 0 representação de um campo elétrico por linhas imaginárias. Q É uma região do espaço ao redor de uma carga elétrica, na qual a carga faz sentir seu efeito de interação elétrica sobre outras cargas aí colocadas. Essa região recebe o nome de CAMPO ELÉTRICO. Em experiências feitas com uma esfera oca, verificou- se que no seu interior ela não se eletriza, mas essa eletrização aparece na superfície da esfera. Campo interno e externo de uma esfera E = E = 500 = Obs.: Dizemos que um condutor está em equilíbrio quando nele não há movimento de CARGAS ELÉTRICAS. Qual a intensidade da força elétrica que atua numa carga de 2C, quando esta é colocada em um ponto do campo elétrico cujo valor é 500 N/C ? 21 Física Etapa 3 Blindagem Eletrostática E = 0 Você sabe que o vetor campo elétrico no interior de um condutor em equilíbrio eletrostático é sempre nulo. Uma das aplicações dessa propriedade é a blindagem eletrostática. Em eletricidade, blindar significa isolar um corpo de influências elétricas. Assim, se queremos proteger um aparelho contra essas influências, colocamos sobre ele uma capa ou uma rede metálica. Como no interior da capa ou da rede o campo elétrico é nulo, o aparelho não será afetado por nenhum efeito elétrico exterior. A proteção que um automóvel oferece contra possíveis danos elétricos às pessoas que estão dentro dele, explica- se a partir dessa mesma propriedade. Se um carro for atingido por um raio, por exemplo, as pessoas que estiverem no seu interior nada sofrerão, porque a estrutura metálica do carro isola o seu interior de qualquer influência elétrica externa. Com o equilíbrio temos: PO campo elétrico no interior de um condutor eletrizado em equilíbrio é nulo qualquer que seja o formato do corpo. PNa superfície de um condutor eletrizado em equilíbrio, o campo elétrico é normal e não-nulo. Normal é formar com ela (superfície) um ângulo de 90°. PEssas conclusões são válidas para condutores ocos ou maciços. Física Exercícios Propostos: 1. Duas cargas elétricas de 16 C e 4 C, no vácuo estão separadas entre si por uma distância de 8 m. Qual a intensidade da força de repulsão entre elas? 9 2 2(Dado K = 9 . 10 N . m /C ) 9 a) 2 . 10 N 9 b) 4 . 10 N 10 c) 2 . 10 N 9 d) 9 . 10 N 2. Duas cargas elétricas de 2 C e 3 C, no vácuo estão separadas entre si por uma distância de 3 m. Qual a intensidade da força de repulsão entre elas? 9 2 2(Dado K = 9 . 10 N . m /C ) 9 a) 3 . 10 N 9 b) 4 . 10 N 9 c) 2 . 10 N 9 d) 6 . 10 N 3. Qual a intensidade da força elétrica que atua numa carga de 4 C, quando esta é colocada em um ponto do campo elétrico cujo valor é 600 N/C? a) 2400 N b) 1500 N c) 2500 N d) 1750 N As tensões podem ser 127V e 220V. Uma tensão de 127V necessita de uma maior corrente elétrica para suprir uma dada potência solicitada pelo sistema. Caso a tensão seja 220V é necessário uma corrente menor para mesma potência. Resistência nada mais é do que a perda de energia enquanto os elétrons trafegam pelo fio. Quanto maior a voltagem, menor a resistência. A energia elétrica é conduzida a longas distânciaspor fios de alta tensão (6000 volts usualmente). Quando chega na nossa rua, naqueles três fios mais altos do poste, a energia está em 6000V ou 3000V e precisa passar por um transformador para ser convertido a 127V ou 220V. Repare que os fios mais altos entram nos transformadores e saem para a fiação mais baixa do poste. Eles vem em alta tensão para diminuir a resistência e são convertidos para baixa tensão perto da nossa casa. Em alguns locais, onde inicialmente a ‘‘densidade habitacional é menor’’, como cidades do interior e zonas rurais, as distâncias entre os transformadores e as casas podem ser muito grandes. Desta forma, a eletricidade tem que ‘‘viajar’’ um longo trajeto em baixa voltagem. Usualmente, cidades do interior possuem corrente em 220V, pois a densidade habitacional é mais baixa e um mesmo transformador precisa servir casas muito distantes umas das outras. ELETRODINÂMICA I A eletrodinâmica estuda os fenômenos que ocorrem com a carga elétrica em movimento. Corrente Elétrica (i) VA VB A B F = q . E F = força elétrica (N) q = carga de prova (C) E = campo elétrico (N/C) Uma pilha estabelece uma diferença de potencial (ela realiza um trabalho sobre as cargas elétricas dando-lhes energia e possibilitando seu movimento) ou tensão entre dois pontos do circuito. Sabemos da eletrostática que os condutores sólidos possuem elétrons e que se movem facilmente, enquanto as cargas positivas (prótons) estão fortemente presas ao núcleo. Como eles são livres, podem entrar em movimento a qualquer momento, só que esse movimento dos elétrons no interior dos condutores é desordenado. Para que eles se desloquem ordenadamente é preciso estabelecer uma diferença de potencial (ddp) entre dois pontos do condutor. Com isso, eles passam a ‘‘caminhar’’ no sentido do potencial mais alto, devido à ação da forma elétrica. Eletrodinâmica: a corrente elétrica é portadora de carga elétrica. O que isso tem a ver comigo? Como imaginar nossas vidas sem corrente elétrica? Uma situação complicada no mundo moderno, que a cada dia precisa mais e mais de máquinas, lâmpadas e equipamentos elétricos para nosso conforto pessoal. Quando ficamos sem luz por alguns momentos temos uma sensação estranha, pois nos habituamos a ligar o interruptor e ver a lâmpada acender, ligar o botão e ver a televisão funcionar ou ligar o registro e tomar um banho quente. Então, nada melhor que conhecermos os conceitos físicos que explicam os fenômenos elétricos que regem o funcionamento de nossos aparelhos elétricos. A corrente eletrônica é aquela constituída pelo deslocamento dos e l é t r o n s l i v r e s . O c o r r e , principalmente, nos condutores metálicos. Nos líquidos, as cargas livres são chamadas de íons positivos e negativos. Exemplos: Baterias de automóveis = 6V ou 12V em geral. Pilhas, lanternas = 1,5V. As residências recebem uma tensão em geral de 127V ou 220V.Qual a diferença entre elas? A corrente iônica é constituída pelo deslocamento dos íons posi t ivos e negat ivos, movendo-se simultaneamente em sentidos opostos. Acontece nas soluções eletrolíticas, soluções de ácidos, sais ou bases e nos gases ionizados. É o processo que ocorre nas lâmpadas fluorescentes. 22 220V 110V Física Etapa 3 Efeito Joule Qualquer condutor sofre a q u e c i m e n t o a o s e r a t r a v e s s a d o p o r u m a cor ren te e lé t r i ca . Ex . : C h u v e i r o e l é t r i c o e aquecedores elétricos. Efeito Magnético Um condutor, percorrido por uma corrente elétrica, cria, na região próxima dele, um campo magné t i co . Devido ao efeito magnético, se colocam em movimentos m o t o r e s e l é t r i c o s , transformadores, etc. Efeito Químico A corrente elétrica através de uma solução eletrolítica provoca reações químicas. É muito aplicado, por exemplo, no recobrimento de metais como niquelação, cromação, prateação, etc. Efeito Fisiológico Esses efeitos consistem na ação da corrente elétrica sobre o corpo humano (ou a n i m a l ) , c a u s a n d o sensações dolorosas e contrações musculares. Em situações de eletricidade estática (parada), embora a c o n t e ç a m t e n s õ e s elevadas, as cargas elétricas envolvidas são normalmente muito pequenas e seus choques não representam riscos. 23 Efeitos da Corrente Elétrica i = Q i = corrente elétrica (A) t polo negativo da pilha polo positivo da pilha Q = quantidade de carga (C ) t = tempo decorrido (s) Medida da Corrente Elétrica A quantidade de elétrons que passa em uma secção de um fio condutor em 1 segundo é chamada de intensidade da corrente, medida em ampéres (A). Se a tensão sobe, a corrente aumenta nos fios condutores. A quantidade de carga elétrica sendo 1 C, a corrente elétrica será de 1A. i = 2) Por um fio condutor passam 900C em 2min e 30s. Qual o valor da corrente elétrica que atravessa o fio condutor? i = ? rQ = 900C rt = 2min e 30s (2 . 60 + 30 = 150) rt = 150s rQ 900C rt 150s i = i = i = 6A i = ? i = Q Q = 300C t t = 20s i = 300 20 i = 15A i = i = Física Etapa 3 Exercícios: 1) Por um fio condutor de cobre passam 625 C de carga em 25 s. Qual a intensidade da corrente elétrica no condutor? a) 15 A b) 20 A c) 25 A d) 30 A 2) Por um fio condutor de cobre passam 400 C de carga. Este fio tem 100 A de intensidade. Com base nestas informações determine o tempo em que esta carga percorre este fio. a) 6 s b) 8 s c) 2 s d) 4 s Anotações: Problema: 1) Por um fio condutor de cobre passam 300 C de carga elétrica em 20s. Qual a intensidade da corrente elétrica no condutor? Física A resistência elétrica de um condutor metálico é definida pela relação: R = U i Unidade de R no SI: R = resistência elétrica do condutor metálico, ohm (W). U = d.d.p. ou tensão, volts (V) i = corrente elétrica, ampéres (A) O símbolo utilizado para representarmos uma resistência elétrica pode ser: ou Símbolos utilizados para resistência elétrica. Problema: Um aparelho elétrico ligado a uma tensão de 220V é percorrido por uma corrente elétrica de 5A. Determine a resistência do aparelho. R = ? U = 220V i = 5A R = U i 220 5 R = R = 44W Elementos de um Circuito Elétrico Para a existência da corrente elétrica é necessário: uma fonte de energia elétrica, um condutor em circuito fechado e um elemento para utilizar a energia da fonte. Instrumentos de medida elétrica: P Amperímetro: É um aparelho que serve para medir a corrente elétrica num circuito. P Voltímetro: É um aparelho que serve para medir a diferença de potencial elétrico (voltagem - tensão) num circuito elétrico. P Ohmímetro: É um aparelho utilizado para medir o valor da resistência elétrica. Exercício Proposto: 1. Um aparelho ligado a uma tensão de 127V é percorrido por uma corrente de 15A. Qual a resistência dele ? a) 127Ω b) 15Ω c) 8,46Ω d) 12,46Ω Anotações: 24 Física Etapa 3 Resistência elétrica Num fio condutor, percebemos que ocorre um certo aquecimento quando o mesmo é percorrido por uma corrente elétrica. Este aquecimento, às vezes imperceptível, se dá em função da oposição do material à passagem da corrente elétrica. Esta característica do material chamamos de resistência elétrica (R). 25 ELETRODINÂMICA II - + i - + i Difere do gerador no sentido de entrada da corrente. Resistores - Gerador elétrico: Na realidade, o seu nome é impróprio, pois esse dispositivo não gera ou cria cargas elétricas, sua função é fornecer energia às cargas que o atravessam. Essa energia é a potencial, que é atribuída às cargas elétricas pelo gerador ao fazê-lo percorrer um caminho contrário às suas tendências naturais. Os geradores mais comuns são químicos e mecânicos. Exemplo: Químico - bateria, pilha. Mecânico - dínamo do motor de um automóvel. Sua representação: O geradorvai repondo a energia perdida pelos elétrons durante seu movimento pelo fio, até que o próprio gerador acabe se esgotando. De acordo com o Princípio da Conservação da Energia, a energia não pode ser criada nem destruída. Esse esgotamento ocorre já que ao transferir energia para os elétrons sem que haja reposição, o gerador vai enfraquecendo até esgotar-se totalmente, momento que deve ser trocado ou reabastecido, para que o circuito possa funcionar. - Receptor elétrico: O principal receptor é o motor elétrico, que transforma energia elétrica em mecânica, além da parcela de energia dissipada sob a forma de calor. - Dispositivos de segurança: São dispositivos que, ao serem atravessados por uma corrente elétrica de intensidade maior que um certo limite, fundem-se causando interrupção da corrente elétrica, preservando os elementos do circuito da destruição. São, em geral, resistores de baixo ponto de fusão, como fios de chumbo e estanho, recebendo o nome genérico de fusíveis. Eletrodinâmica - Elementos de um circuito Associação de Resistores Dependendo da necessidade, pode-se aumentar a resistência quando a corrente é maior do que suporta o resistor. Neste caso, usa-se a associação de resistores. Resistência Elétrica A resistência elétrica é uma propriedade dos resistores que oferece oposição à passagem da corrente elétrica em um circuito. A resistência nos fios varia de acordo com a sua natureza (tipo de material), suas dimensões (comprimento e área) e com a temperatura, a qual altera, principalmente, as dimensões. Para verificar qual resistor oferece maior ou menor resistência, observamos um fio que, quanto mais grosso, oferece menor resistência à passagem da corrente. 1) Associação em Série: É quando os resistores estão ligados um em seguida do outro e são percorridos pela mesma corrente elétrica. - Resistor elétrico: É um dispositivo que transforma toda a energia elétrica consumida integralmente em calor. Exemplos: lâmpada comum, ferro elétrico, etc. - Dispositivos de manobra: São elementos que servem para ligar ou desligar um circuito elétri- co.Exemplos: chaves e interruptores. Resistor: Resistor é todo componente de um circuito que transforma energia elétrica. Exemplo: ferro elétrico, chuveiro elétrico, os quais tem resistores no seu interior. Física Etapa 3 Física R = R + R + RT 1 2 3 R = resistência totalT Exemplo: A 1W 4W 3W B R = 1 + 4 + 3T R = 8WT Símbolo A B R1 R2 R = R + R + RT 1 2 3 1 Req 1 R1 1 R2 += Exemplos: a) 1 Req 1 6 1 6 += 6W 6W = 1+1 6 = 2 6 Req = 6 2 = 3W b) 1 Req 1 10 1 10 += 10W 10W = 1+1+1+1 10 = 4 10 Req = 10 4 = 2,5 W 10W 10W 1 10 1 10 ++ Obs: Quando houver num circuito um caminho alternativo, a corrente elétrica irá passar nesse caminho, ignorando a resistência. 2) Associação em Paralelo É quando os resistores estão ligados no mesmo ponto, ou seja, ligados de maneira que todos recebem a mesma diferença de potencial. Nesse caso, a corrente elétrica vai se dividir em cada resistor. A corrente elétrica em paralelo é a soma das correntes nos resistores associados. 3) Associação Mista É quando associamos resistores em série paralelo no mesmo circuito. Exemplo: 12W 12W 12W 1W2W Req 2W 12W 3 += + 1W Req 2W 4W+= + 1W Req 7W= 26 Física Etapa 3 5W 6W 2W 4W 6W Em 5 W teremos o desvio da corrente elétrica. R = 2 W + 4 W + 3 W = 9Weq Obs: Para iluminar uma árvore de natal, usam-se lâmpadas de baixa tensão associadas em série. Associação em série Exercício Resolvido: Dada a associação a seguir, calcule a resistência equivalente: R = 5 W + 10W/4 + 4 Weq R = 5 W + 2,5W + 4 W = 11,5 Weq Resolva as associações a seguir, encontrando os valores da resistência equivalente. a) b) c) 27 4W5W 10W 10W 10W 10W 10 W 2 W 3 W 4 W A B 8W 8W A B 12W 12W A B 3W 1W 6W A B 3W 6W 9W 9W 6W 9W Anotações: Física Etapa 3 Física d) e) 3W 12W A B 4W 28 Física Etapa 3 REVISÃO [1] Ondas eletromagnéticas são aquelas que: [2]Ondas mecânicas são aquelas que: [3] Descreva os seguintes fenômenos: [4] São exemplos de Ondas Mecânicas. (a) Ondas sonoras, Luz visível. (b) Ondas sonoras, ondas produzidas por uma corda. (c) Ondas de tv à cabo, Ondas de telefonia móvel. (d) Luz visível e Ondas de telefonia móvel. [5] Fenômeno pelo qual uma onda incide e volta para o meio é chamado de: (a) reflexão (b) refração (c) Difração (d) Interferência [6] O fenômeno pelo qual uma onda passa de um meio para outro é chamado de: (a) Refração (b) Interferência (c) Difração (d) Reflexão [7] Fenômeno que a onda contorna obstáculos, ao ser parcialmente interrompido por ele é chamado de: (a) reflexão (b) Interferência (c) difração (d) ressonância [8] O fenômeno resultante da superposição de duas ou mais ondas é chamado de: (a) Reflexão (b) refração (c) Interferência (d) Difração [9] A lua é: (a) um corpo luminoso (b) um corpo iluminado (c) um corpo luminoso, também conhecido por fonte primária. (d) nenhuma alternativa [10] São considerados corpos opacos: (a) Corpos que permitem a entrada parcial de luz (b) Corpos que permitem a total entrada de luz (c) Corpos que não deixam a luz ultrapassar (d) Nenhuma das alternativas [11] São considerados corpos transparentes: (a) Corpos que permitem a entrada parcial de luz (b) corpos que permitem a total entrada de luz (c) corpos que não deixam a luz ultrapassar (d) nenhuma das alternativas [12] São considerados corpos translúcidos: (a) Corpos que permitem a entrada parcial de luz (b) corpos que permitem a total entrada de luz (c) corpos que não deixam a luz ultrapassar (d) nenhuma das alternativas [13] Uma pessoa Míope necessita de que tipo de lente para a correção de seu problema? (a) Cilíndrica (b) Prismática (c) Divergente (d) Convergente [14] Uma Flor Vermelha iluminada pela luz solar: (a) reflete todas as cores (b) absorve a luz vermelha e reflete as demais (c) reflete a luz vermelha e absorve as demais (d) absorve todas as cores e não reflete nenhuma [15] Quando uma pessoa está diante de um espelho plano: (a) a imagem está a mesma distância da pessoa (b) a imagem está o dobro da distância da pessoa (c) a imagem está a metade da distância da pessoa (d) a imagem está invertida e a mesma distância da pessoa a) Reflexão: b) Refração: c) Difração: d) Interferência: e) O que é um corpo luminoso? f) O que é um corpo iluminado? 29 Física Etapa 3 Física [16] Qual a distância da imagem ao objeto em um espelho plano, sendo que o objeto está a 100cm do espelho? (a) 100 cm (b) 50 cm (c) 150 cm (d) 200 cm [17] São exemplos de maus condutores de eletricidade: (a) corpo humano e borracha (b) ar e plástico (c) ar e água (d) terra e madeira [18] São exemplos de bons condutores de eletricidade: (a) borracha e metais (b) corpo humano e terra (c) metais e ar (d) plástico e madeira [19] Ao atritarmos um pedaço de lã contra um bastão plástico, verifica-se que o bastão fica eletrizado negativamente. Assim, pode-se dizer que: (a) a lã perdeu elétrons (b) o bastão ganhou prótons (c) a lã ganhou elétrons (d) o bastão ganhou nêutrons [20] A força de repulsão entre uma carga de 4C e outra de 3 C separadas, no vácuo, por uma distância de 4m é: 9 2 2( Dado K = 9.10 N.m /C ) [21] A força de repulsão entre uma carga de 5C e outra de 2 C separadas, no vácuo, por uma distância de 3m é: 9 2 2(Dado K = 9.10 N.m /C ) [22] Qual a intensidade da força elétrica que atua numa carga de 8C, quando esta é colocada em um ponto do campo elétrico cujo valor é de 300N/C? [23] Qual a intensidade da força elétrica que atua numa carga de 4C, quando esta é colocada em um ponto do campo elétrico cujo valor é de 150N/C? [24] Qual a intensidade da força elétricaque atua numa carga de 6C, quando esta é colocada em um ponto do campo elétrico cujo valor é de 200N/C? (a) 1400 N (b) 120 N (c) 1200N (d) 140 N [25] Um aparelho ligado a uma tensão de 220v é percorrido por uma corrente de 11 A. Qual é a resistência dele? (a) 10Ω (b) 12Ω (c) 20Ω (d) 22Ω [26] Um aparelho ligado a uma tensão de 127v é percorrido por uma corrente de 5 A. Qual é a resistência dele? (a) 25Ω (b) 254Ω (c) 25,4Ω (d) 24Ω [27] A secção transversal de um condutor é atravessada por 300 C de carga em 25 segundos. Pode-se dizer que a intensidade da corrente elétrica que atravessa o condutor é: (a) 12 A (b) 10 A (c) 8 A (d) 15 A [28] Calcule a resistência equivalente as associações: a) b) c) 8W 8W A B 5W 15W A B 10W 6W 4W 10W 10W A B 3W 3W 30 Física Etapa 3 Eletrostática F = k . | Q | . | q | d² ________ F = Força 9.10⁹ Nm²k = Constante eletrostática - Q e q = Cargas d = Distância entre as cargas E = F q ________ E = Campo elétrico F = Força elétrica q = Carga de prova F = q . Eou Eletrodinâmica i = ΔQ Δt ________ i = Corrente elétrica ΔQ = Quantidade de Carga Δt = Tempo decorrido R = U i ________ R = Resistência elétrica U = Tensão ou ddp i = Corrente elétrica Resistores Série R = R� + R� + R�T ________ Paralelo 1 1 1 1 = + + RT R� R� R� Se R� = R� = R� = R R = RT n ________ ________ ________ Ondas número de oscilações f = tempo decorrido _____________________________________________________ tempo decorrido T = número de oscilações _____________________________________________________ Podemos dizer, também, que: 1 T = f __________________ 1 f = T __________________ou f = Frequência • T = Tempo C² ________ ]] ________ Página 1 Página 2 Página 3 Página 4 Página 5 Página 6 Página 7 Página 8 Página 9 Página 10 Página 11 Página 12 Página 13 Página 14 Página 15 Página 16 Página 17 Página 18 Página 19 Página 20 Página 21 Página 22 Página 23 Página 24 Página 25 Página 26 Página 27 Página 28 Página 29 Página 30