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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD AULA ____ DATA: ______/______/______ VERSÃO:01 Atenção: Os trabalhos postados aqui já foram avaliados com notas entre 10 e 9 e têm autorização dos clientes. Evite copiar, pois eles já estão no banco de dados da universidade e podem gerar plágio. Fazemos projetos de extensão e outros tipos de trabalhos acadêmicos. Entre em contato pelo WhatsApp: (81) 99135-8482 ou nos siga no Instagram: @js_academicos RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: ANATOMIA APLICADA A ENFERMAGEM – AULA 1 DADOS DO(A) ALUNO(A): NOME: MATRÍCULA: CURSO: POLO: PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): TEMA DE AULA: SISTEMA NERVOSO RELATÓRIO: 1) Descrever a anamnese e exame físico neurológico A anamnese neurológica é uma parte crucial da avaliação clínica, onde o enfermeiro coleta informações sobre o histórico do paciente, incluindo queixas principais, histórico médico prévio, fatores de risco, medicamentos em uso, e dados sobre sintomas como cefaleia, tontura, perda de memória ou alterações sensoriais. A anamnese busca identificar sinais e sintomas que possam indicar alterações no sistema nervoso central ou periférico. O exame físico neurológico é realizado para avaliar a função neurológica do paciente. Ele inclui a avaliação do nível de consciência, teste de força muscular, sensibilidade (tátil, dolorosa, térmica e proprioceptiva), reflexos, coordenação motora e marcha, além de examinar os nervos cranianos. A observação de qualquer déficit neurológico é fundamental para direcionar o diagnóstico e os cuidados de enfermagem adequados. 2) Apontar os principais sinais de um TCE O Traumatismo Cranioencefálico (TCE) pode ter sintomas variáveis, dependendo da gravidade e da localização da lesão. Os principais sinais a serem observados incluem: · Alterações no nível de consciência: desde confusão leve até coma profundo. · Cefaleia intensa e contínua. · Náuseas e vômitos (geralmente em casos mais graves). · Amnésia (principalmente anterógrada ou retrógrada). · Convulsões em casos de lesões mais severas. · Dificuldade motora: paresias ou paralisias. · Sinais de hérnia cerebral: como alteração pupilar (pupila dilatada ou não reativa). · Alteração na respiração: respiratória irregular, como a respiração de Cheyne-Stokes ou respiração agônica. Esses sinais requerem intervenção imediata, pois indicam a possibilidade de aumento da pressão intracraniana ou lesão cerebral grave. 3) Descrever a escala de coma de Glasgow e Ramsay e sua aplicabilidade A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é uma ferramenta amplamente utilizada para avaliar o nível de consciência de um paciente com TCE. Ela é dividida em três parâmetros: · Abertura ocular: varia de 1 (nenhuma abertura) a 4 (abre os olhos espontaneamente). · Resposta verbal: vai de 1 (nenhuma resposta) a 5 (orientado e conversando normalmente). · Resposta motora: varia de 1 (nenhuma resposta) a 6 (resposta motora adequada a comandos). A pontuação final varia de 3 a 15, sendo 3 um coma profundo e 15 totalmente consciente. A Escala de Ramsay é uma escala utilizada para avaliar o nível de sedação e a resposta dos pacientes a estímulos, especialmente em pacientes que estão sendo monitorados em unidades de terapia intensiva. A pontuação vai de 1 (agitado) a 6 (sem resposta). Ela é útil para monitorar pacientes sedados ou sob efeito de anestesia. Ambas as escalas têm aplicação clínica importante, ajudando a guiar a conduta terapêutica e a monitorar a evolução do paciente. 4) Descrever os casos de monitoramento da PIC e seus parâmetros ideais O monitoramento da Pressão Intracraniana (PIC) é realizado em pacientes com TCE grave ou outras condições neurológicas que possam causar aumento da pressão no crânio. A PIC é monitorada para prevenir danos cerebrais adicionais causados pela compressão do cérebro. Os parâmetros ideais para a PIC são geralmente mantidos entre 5 e 15 mmHg. A pressão intracraniana é considerada elevada quando ultrapassa 20 mmHg, e valores superiores a 30 mmHg são críticos, podendo levar à herniação cerebral e risco de morte. O monitoramento da PIC envolve o uso de cateteres inseridos no espaço subaracnóideo, ventrículos cerebrais ou tecido cerebral, e é acompanhado juntamente com a pressão arterial, fluxo sanguíneo cerebral, oxigenação e outros parâmetros fisiológicos, de modo a garantir a estabilidade do paciente. TEMA DE AULA: SISTEMA TEGUMENTAR RELATÓRIO: 1) Identificar os cuidados de enfermagem com o sistema tegumentar do paciente Os cuidados de enfermagem com o sistema tegumentar têm como objetivo prevenir lesões, manter a integridade da pele e promover a recuperação de qualquer dano existente. As principais ações incluem: · Higiene adequada: Manter a pele limpa e seca, utilizando produtos adequados para evitar irritações. · Hidratação da pele: Uso de hidratantes para evitar ressecamento, especialmente em pacientes com mobilidade limitada. · Mudanças de posição: Para pacientes acamados, realizar mudanças frequentes de posição para evitar a formação de úlceras de pressão. · Avaliação diária da pele: Monitorar sinais de lesões, infecções ou mudanças na cor da pele, como vermelhidão ou áreas mais quentes que podem indicar problemas. · Uso de dispositivos de alívio de pressão: Colocação de almofadas ou colchões especiais para prevenir úlceras de pressão em pacientes acamados. 2) Descrever a escala de Braden e sua aplicabilidade A escala de Braden é uma ferramenta amplamente utilizada para avaliar o risco de desenvolvimento de úlceras de pressão em pacientes. Ela é composta por seis critérios: · Percepção sensorial: Avalia a capacidade do paciente de perceber a pressão na pele. · Umidade: Verifica a quantidade de umidade na pele, o que pode contribuir para o desenvolvimento de lesões. · Atividade: Avalia a mobilidade e a capacidade de o paciente mudar de posição. · Mobilidade: Mede a capacidade do paciente de mover-se e mudar de posição sozinho. · Nutrição: Avalia a ingestão nutricional do paciente, que pode impactar a integridade da pele. · Fricção e cisalhamento: Avalia o risco de lesões causadas pela fricção ou movimento constante. A escala de Braden é útil para identificar pacientes em risco de úlceras de pressão e ajudar no planejamento de cuidados preventivos. 3) Definir lesão por pressão e classificá-las As lesões por pressão (ou úlceras de pressão) são áreas de dano na pele e nos tecidos subjacentes causadas pela pressão prolongada, geralmente em áreas ósseas. Elas podem ser classificadas em estágios, dependendo da gravidade: · Estágio 1: Eritema não apagável, geralmente em áreas de pressão. A pele permanece intacta, mas apresenta vermelhidão. · Estágio 2: Perda parcial da espessura da pele, envolvendo a epiderme e a derme. Pode apresentar bolhas ou uma úlcera superficial. · Estágio 3: Perda total da espessura da pele, afetando a derme, a epiderme e o tecido subcutâneo. A ferida pode se estender até o tecido muscular. · Estágio 4: Perda extensa da espessura da pele, com danos aos músculos, ossos ou estruturas de apoio. A ferida é profunda e extensa. · Lesão por pressão de grau não classificável: Quando o tecido é coberto por esfacelo ou escara, o estágio não pode ser determinado. · Lesão por pressão em tecido profundo: Área de pele intacta, mas com danos nos tecidos subjacentes, resultando em uma área roxa ou escura. TEMA DE AULA: SISTEMA CARDIOVASCULAR RELATÓRIO: 1) Descrever a circulação pulmonar e sistêmica A circulação pulmonar começa no ventrículo direito do coração, que bombeia o sangue para os pulmões através da artéria pulmonar. Nos pulmões, o sangue recebe oxigênio e se livra do dióxido de carbono. O sangue oxigenado retorna ao coração, entrando no átrio esquerdo através das veias pulmonares. A circulação sistêmica inicia no ventrículo esquerdo, que bombeia o sangue oxigenado para a aorta. Esse sangue é então distribuído por todo o corpo através das artérias e seus ramos, fornecendo oxigênio e nutrientes às células. Após a troca de gases e nutrientes, o sangue desoxigenadoretorna ao coração através das veias, entrando no átrio direito para reiniciar o ciclo. 2) Identificar as indicações para realização do ECG O ECG (Eletrocardiograma) é realizado para monitorar a atividade elétrica do coração e identificar anomalias. As principais indicações para a realização do ECG incluem: · Dor no peito: Suspeita de infarto do miocárdio. · Arritmias: Alterações no ritmo cardíaco. · Fadiga inexplicada: Dificuldade para realizar atividades físicas devido a problemas cardíacos. · Exames de triagem: Em pacientes com histórico familiar de doenças cardíacas. · Monitoramento de pacientes com risco cardiovascular. · Avaliação pré-operatória: Para verificar o risco de complicações em procedimentos cirúrgicos. 3) Descrever a técnica para realização de um ECG A técnica para realização de um ECG envolve os seguintes passos: 1. Preparação do paciente: Explicar o procedimento ao paciente, garantir que ele esteja confortável e relaxado, e pedir para ele permanecer imóvel. 2. Colocação dos eletrodos: Fixar os eletrodos nos pontos específicos do corpo (torso, braços e pernas) para registrar a atividade elétrica do coração. 3. Conexão ao equipamento: Conectar os fios dos eletrodos à máquina de ECG. 4. Registro do ECG: Pedir para o paciente ficar imóvel e sem falar enquanto o ECG é registrado, o que geralmente leva de 3 a 5 minutos. 5. Análise: O médico ou profissional de saúde interpreta os resultados para identificar qualquer anormalidade na atividade elétrica do coração. 4) Identificar os possíveis achados no ECG O ECG pode revelar várias anomalias, incluindo: · Arritmias: Como fibrilação atrial, taquicardia ventricular, bradicardia. · Infarto do miocárdio: Alterações no segmento ST e na onda T. · Isquemia: Diminuição do suprimento de sangue para o coração, com alterações no segmento ST. · Hipertrofia ventricular: Aumento das câmaras do coração, com alterações nas ondas R e S. · Distúrbios eletrolíticos: Como hipocalemia (nível baixo de potássio), que pode afetar o ritmo cardíaco. 5) Descrever as indicações para aferição da PVC e seus objetivos A Pressão Venosa Central (PVC) é a pressão medida na veia cava superior, perto do átrio direito. Ela é usada para monitorar o retorno venoso e o estado de volume circulatório. As principais indicações para a aferição da PVC incluem: · Monitoramento de pacientes críticos: Para avaliar o volume de sangue e a função cardíaca em situações de choque ou insuficiência cardíaca. · Avaliação de fluidos: Em pacientes com desidratação, hipovolemia ou sobrecarga de líquidos. · Controle de pacientes submetidos a cirurgia: Para monitorar a hemodinâmica em pacientes em pós-operatório. · Monitoramento em pacientes com insuficiência renal ou hepática: Para avaliar a perfusão de órgãos vitais e o equilíbrio de líquidos. RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: ANATOMIA APLICADA A ENFERMAGEM – AULA 2 DADOS DO(A) ALUNO(A): NOME: MATRÍCULA: CURSO: POLO: PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): ORIENTAÇÕES GERAIS: · O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e · concisa; · O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; · Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); · Tamanho: 12; Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; · Espaçamento entre linhas: simples; · Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). TEMA DE AULA: SISTEMA RESPITARÓRIO RELATÓRIO: 1) Descrever a anamnese e exame físico do sistema respiratório A anamnese do sistema respiratório deve abranger questões sobre a história do paciente, como: · Queixa principal: Tosse, falta de ar, secreção, dor torácica. · História de doenças respiratórias anteriores: Asma, DPOC, pneumonia, etc. · Fatores de risco: Exposição a fumos, poluentes, alergias, ou histórico familiar de doenças respiratórias. · Sintomas associados: Febre, cianose, sibilância, dificuldade respiratória. · Hábitos: Tabagismo, exposição ocupacional, uso de medicamentos para doenças respiratórias. O exame físico inclui: · Inspeção: Avaliar a simetria torácica, presença de dificuldade respiratória (uso de musculatura acessória, retrações intercostais), padrão respiratório. · Palpação: Verificar a expansibilidade torácica e a presença de dor ou anormalidades. · Percussão: Avaliar a sonoridade da caixa torácica e identificar possíveis áreas de consolidação ou estertores. · Ausculta: Escutar os sons respiratórios (roncos, estertores, estertores crepitantes, sibilos) para avaliar a presença de secreções ou obstruções. 2) Citar os parâmetros adequados de respiração e saturação de O2 · Frequência respiratória: Em adultos, é considerada normal entre 12 a 20 respirações por minuto. Menos de 12 indica bradipneia e mais de 20 indica taquipneia. · Saturação de O2: A saturação ideal de oxigênio (SpO2) deve ser de 95-100%. Valores abaixo de 90% indicam hipóxia e requerem intervenção imediata. · Padrão respiratório: Deve ser regular, sem esforço, e com respiração diafragmática eficiente. 3) Identificar as indicações para uso da oxigenoterapia A oxigenoterapia é indicada nos seguintes casos: · Hipoxemia: Baixos níveis de oxigênio no sangue (SpO2do útero e as paredes vaginais. · Toque retal ou vaginal: Para avaliar estruturas internas, como o útero e os ovários, além da próstata no exame masculino. 2) Identificar os cuidados necessários à saúde reprodutora da mulher e do homem · Mulher: · Consultas ginecológicas periódicas para monitoramento da saúde reprodutiva. · Realização de exames preventivos, como o Papanicolau, para detectar alterações celulares. · Cuidados com a higiene íntima, evitando o uso excessivo de duchas vaginais e produtos irritantes. · Educação sobre planejamento familiar e métodos contraceptivos. · Orientação para a prevenção de DSTs e cânceres reprodutivos. · Homem: · Exame físico regular, com atenção ao toque testicular para detectar alterações. · Educação sobre saúde sexual e prevenção de DSTs. · Monitoramento da saúde da próstata, especialmente a partir dos 50 anos. · Incentivo à realização de exames de rotina, como PSA (Antígeno Prostático Específico) para rastreamento do câncer de próstata. 3) Identificar as indicações do exame citopatológico do colo do útero O exame citopatológico (Papanicolau) é indicado para: · Rastrear alterações celulares precoces no colo do útero que possam indicar a presença de câncer cervical. · Diagnóstico precoce de infecções cervicais, como HPV (Papilomavírus Humano), que pode levar ao câncer cervical. · Monitorar lesões benignas ou alterações celulares causadas por inflamações ou infecções. 4) Descrever a técnica para realização do exame citopatológico do colo do útero A técnica para o exame citopatológico inclui: 1. Posicionamento: A paciente é colocada em posição ginecológica, com os joelhos fletidos e as pernas afastadas. 2. Inserção do espéculo: Um espéculo é inserido na vagina para visualizar o colo do útero. 3. Coleta das células: Utilizando uma espátula de Ayre ou uma escova, o profissional coleta células do colo do útero e da região da junção escamo-cilíndrica. 4. Envio da amostra: As células coletadas são espalhadas em uma lâmina de vidro ou enviadas em meio de conservação para análise laboratorial. 5) Descrever a técnica para realização do autoexame de mama A técnica para o autoexame de mama inclui: 1. Inspeção: A mulher deve olhar suas mamas em frente a um espelho, com os braços levantados e depois com as mãos nos quadris, observando sinais de alterações como nódulos, retração da pele ou secreção. 2. Palpação: Em pé ou deitada, a mulher deve usar os dedos das mãos para palpar as mamas, indo de fora para dentro, verificando se há nódulos ou alterações. 3. Verificação da axila: A palpação deve incluir também a região das axilas para verificar a presença de nódulos ou alterações. TEMA DE AULA: SISTEMA URINÁRIO E GASTROINTESTINAL RELATÓRIO: 1) Descrever a anamnese e exame físico do sistema urinário Anamnese do sistema urinário: · Histórico de sintomas: Incluir dor ao urinar (disúria), frequência urinária aumentada (poliúria), sensação de urgência, incontinência, hesitação, entre outros. · Quantidade e cor da urina: Observar se há alteração na coloração, odor ou presença de sangue (hematúria). · Hábitos urinários: Perguntar sobre o padrão de eliminação (frequência, quantidade, período noturno). · Histórico de infecções urinárias: Indagar sobre infecções anteriores, tratamentos realizados, ou presença de doenças crônicas que afetam o sistema urinário (como diabetes ou hipertensão). · Uso de medicamentos: Perguntar sobre o uso de diuréticos ou outros medicamentos que possam afetar o sistema urinário. Exame físico do sistema urinário: · Inspeção: Avaliar a região suprapúbica para observar distensão abdominal ou sensibilidade que possa indicar retenção urinária. · Palpação: Palpar a região suprapúbica em busca de dor, distensão ou desconforto. · Percussão: Realizar a percussão da área suprapúbica para detectar presença de líquido ou distensão da bexiga. 2) Identificar as indicações para sondagem vesical intermitente e de demora Indicações para sondagem vesical intermitente: · Retenção urinária aguda: Quando o paciente não consegue urinar espontaneamente. · Controle de volume residual: Avaliação do volume de urina residual após a micção. · Drenagem temporária: Em casos de necessidade temporária de esvaziamento da bexiga. Indicações para sondagem vesical de demora: · Monitoramento contínuo de diurese: Para pacientes críticos que necessitam de controle rigoroso da diurese. · Pré e pós-operatório: Para cirurgias pélvicas ou abdominais que necessitam de esvaziamento da bexiga. · Pacientes com bexiga neurogênica: Quando há perda da capacidade de esvaziamento espontâneo da bexiga. 3) Descrever a técnica para realização da sondagem vesical intermitente e de demora Técnica para sondagem vesical intermitente: 1. Higienização das mãos e uso de luvas estéreis. 2. Posicionar o paciente de maneira confortável e expor a região genital, mantendo a privacidade. 3. Assepsia da região genital com solução antisséptica. 4. Lubrificar a sonda e introduzi-la suavemente na uretra até que a urina comece a sair. 5. Drenagem da urina: Deixar a urina sair até esvaziar a bexiga completamente. 6. Remoção da sonda: Retirar cuidadosamente a sonda e descartar o material de forma adequada. Técnica para sondagem vesical de demora: 1. Preparação inicial e higienização semelhante à sondagem intermitente. 2. Inserção da sonda: Lubrificar e introduzir a sonda na uretra até o ponto de drenagem de urina. 3. Insuflar o balão: Com uma seringa, inflar o balão com solução salina para manter a sonda em posição na bexiga. 4. Conectar ao sistema de drenagem: Fixar o coletor de urina ao sistema de drenagem. 5. Cuidados com a sonda: Monitorar e higienizar regularmente para prevenir infecções. 4) Descrever a anamnese e exame físico do sistema gastrointestinal Anamnese do sistema gastrointestinal: · Histórico alimentar: Indagar sobre hábitos alimentares, apetite, intolerâncias alimentares e alergias. · Sintomas gastrointestinais: Presença de náuseas, vômitos, dor abdominal, constipação, diarreia, gases e mudanças nos hábitos intestinais. · Hábitos intestinais: Frequência, consistência e características das fezes. · Histórico de doenças gastrointestinais: Doenças como úlcera, refluxo, hepatite, pancreatite, entre outras. Exame físico do sistema gastrointestinal: · Inspeção: Observar a região abdominal, notando distensão, cicatrizes, massas ou sinais de inflamação. · Ausculta: Escutar os sons intestinais para avaliar a atividade peristáltica. · Percussão: Avaliar a presença de áreas de timpanismo ou macicez que indiquem acúmulo de gás, líquidos ou massas. · Palpação: Avaliar sensibilidade, rigidez e presença de massas abdominais. 5) Identificar as indicações para sondagem gástrica Indicações para sondagem gástrica: · Descompressão gástrica: Em casos de obstrução, distensão ou acúmulo de líquidos e gases. · Administração de nutrição enteral: Para pacientes que necessitam de alimentação por sonda. · Aspiração de conteúdo gástrico: Em casos de intoxicação ou para monitoramento de sangramentos gastrointestinais. · Administração de medicamentos: Quando o paciente não pode ingerir medicamentos por via oral. 6) Descrever a técnica para realização da sondagem gástrica Técnica para sondagem gástrica: 1. Higienização das mãos e uso de equipamentos de proteção. 2. Posicionamento do paciente: Colocar o paciente em posição de Fowler (semi-sentado) para facilitar a inserção. 3. Medir a sonda: Medir a distância entre a ponta do nariz, lóbulo da orelha e o apêndice xifoide para determinar o comprimento necessário da sonda. 4. Lubrificar a sonda: Aplicar lubrificante na ponta da sonda para facilitar a inserção. 5. Inserção da sonda: Introduzir a sonda pela narina até a marcação, pedindo ao paciente para engolir enquanto a sonda avança até o estômago. 6. Verificação do posicionamento: Aspirar conteúdo gástrico ou utilizar um estetoscópio para auscultar a presença de ar no estômago ao insuflar ar pela sonda. 7. Fixação da sonda: Fixar a sonda ao nariz do paciente e conectar ao sistema desejado (coletor, seringa ou dispositivo de alimentação).8. Monitoramento e cuidados: Observar a posição da sonda regularmente, evitando deslocamento e mantendo a higiene da área. REFERENCIAS PIRES, Gustavo Martins. Anatomía humana. 1978. MARIEB, Elaine N.; WILHELM, Patricia Brady; MALLATT, Jon. Anatomia humana. 2014. CODEA, André; VICENTINI, Caio. Anatomia Humana. Clube de Autores, 2015. ANDRADE FILHO, Eládio Pessoa de. Anatomia geral. 2015. image1.jpeg image2.emf