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RELATORIO DE Anatomia Aplicada a Enfermagem 3 PERIODO-

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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS - EaD
	
AULA ____
	
	
	DATA:
______/______/______
VERSÃO:01
Atenção:
Os trabalhos postados aqui já foram avaliados com notas entre 10 e 9 e têm autorização dos clientes.
Evite copiar, pois eles já estão no banco de dados da universidade e podem gerar plágio.
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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: ANATOMIA APLICADA A ENFERMAGEM –
 AULA 1
DADOS DO(A) ALUNO(A):
	NOME:
	MATRÍCULA:
	CURSO:
	POLO:
	PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A):
				TEMA DE AULA: SISTEMA NERVOSO 
RELATÓRIO:
1) Descrever a anamnese e exame físico neurológico
A anamnese neurológica é uma parte crucial da avaliação clínica, onde o enfermeiro coleta informações sobre o histórico do paciente, incluindo queixas principais, histórico médico prévio, fatores de risco, medicamentos em uso, e dados sobre sintomas como cefaleia, tontura, perda de memória ou alterações sensoriais. A anamnese busca identificar sinais e sintomas que possam indicar alterações no sistema nervoso central ou periférico.
O exame físico neurológico é realizado para avaliar a função neurológica do paciente. Ele inclui a avaliação do nível de consciência, teste de força muscular, sensibilidade (tátil, dolorosa, térmica e proprioceptiva), reflexos, coordenação motora e marcha, além de examinar os nervos cranianos. A observação de qualquer déficit neurológico é fundamental para direcionar o diagnóstico e os cuidados de enfermagem adequados.
2) Apontar os principais sinais de um TCE
O Traumatismo Cranioencefálico (TCE) pode ter sintomas variáveis, dependendo da gravidade e da localização da lesão. Os principais sinais a serem observados incluem:
· Alterações no nível de consciência: desde confusão leve até coma profundo.
· Cefaleia intensa e contínua.
· Náuseas e vômitos (geralmente em casos mais graves).
· Amnésia (principalmente anterógrada ou retrógrada).
· Convulsões em casos de lesões mais severas.
· Dificuldade motora: paresias ou paralisias.
· Sinais de hérnia cerebral: como alteração pupilar (pupila dilatada ou não reativa).
· Alteração na respiração: respiratória irregular, como a respiração de Cheyne-Stokes ou respiração agônica.
Esses sinais requerem intervenção imediata, pois indicam a possibilidade de aumento da pressão intracraniana ou lesão cerebral grave.
3) Descrever a escala de coma de Glasgow e Ramsay e sua aplicabilidade
A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é uma ferramenta amplamente utilizada para avaliar o nível de consciência de um paciente com TCE. Ela é dividida em três parâmetros:
· Abertura ocular: varia de 1 (nenhuma abertura) a 4 (abre os olhos espontaneamente).
· Resposta verbal: vai de 1 (nenhuma resposta) a 5 (orientado e conversando normalmente).
· Resposta motora: varia de 1 (nenhuma resposta) a 6 (resposta motora adequada a comandos). A pontuação final varia de 3 a 15, sendo 3 um coma profundo e 15 totalmente consciente.
A Escala de Ramsay é uma escala utilizada para avaliar o nível de sedação e a resposta dos pacientes a estímulos, especialmente em pacientes que estão sendo monitorados em unidades de terapia intensiva. A pontuação vai de 1 (agitado) a 6 (sem resposta). Ela é útil para monitorar pacientes sedados ou sob efeito de anestesia.
Ambas as escalas têm aplicação clínica importante, ajudando a guiar a conduta terapêutica e a monitorar a evolução do paciente.
4) Descrever os casos de monitoramento da PIC e seus parâmetros ideais
O monitoramento da Pressão Intracraniana (PIC) é realizado em pacientes com TCE grave ou outras condições neurológicas que possam causar aumento da pressão no crânio. A PIC é monitorada para prevenir danos cerebrais adicionais causados pela compressão do cérebro.
Os parâmetros ideais para a PIC são geralmente mantidos entre 5 e 15 mmHg. A pressão intracraniana é considerada elevada quando ultrapassa 20 mmHg, e valores superiores a 30 mmHg são críticos, podendo levar à herniação cerebral e risco de morte.
O monitoramento da PIC envolve o uso de cateteres inseridos no espaço subaracnóideo, ventrículos cerebrais ou tecido cerebral, e é acompanhado juntamente com a pressão arterial, fluxo sanguíneo cerebral, oxigenação e outros parâmetros fisiológicos, de modo a garantir a estabilidade do paciente.
			TEMA DE AULA: SISTEMA TEGUMENTAR 
RELATÓRIO:
1) Identificar os cuidados de enfermagem com o sistema tegumentar do paciente
Os cuidados de enfermagem com o sistema tegumentar têm como objetivo prevenir lesões, manter a integridade da pele e promover a recuperação de qualquer dano existente. As principais ações incluem:
· Higiene adequada: Manter a pele limpa e seca, utilizando produtos adequados para evitar irritações.
· Hidratação da pele: Uso de hidratantes para evitar ressecamento, especialmente em pacientes com mobilidade limitada.
· Mudanças de posição: Para pacientes acamados, realizar mudanças frequentes de posição para evitar a formação de úlceras de pressão.
· Avaliação diária da pele: Monitorar sinais de lesões, infecções ou mudanças na cor da pele, como vermelhidão ou áreas mais quentes que podem indicar problemas.
· Uso de dispositivos de alívio de pressão: Colocação de almofadas ou colchões especiais para prevenir úlceras de pressão em pacientes acamados.
2) Descrever a escala de Braden e sua aplicabilidade
A escala de Braden é uma ferramenta amplamente utilizada para avaliar o risco de desenvolvimento de úlceras de pressão em pacientes. Ela é composta por seis critérios:
· Percepção sensorial: Avalia a capacidade do paciente de perceber a pressão na pele.
· Umidade: Verifica a quantidade de umidade na pele, o que pode contribuir para o desenvolvimento de lesões.
· Atividade: Avalia a mobilidade e a capacidade de o paciente mudar de posição.
· Mobilidade: Mede a capacidade do paciente de mover-se e mudar de posição sozinho.
· Nutrição: Avalia a ingestão nutricional do paciente, que pode impactar a integridade da pele.
· Fricção e cisalhamento: Avalia o risco de lesões causadas pela fricção ou movimento constante.
A escala de Braden é útil para identificar pacientes em risco de úlceras de pressão e ajudar no planejamento de cuidados preventivos.
3) Definir lesão por pressão e classificá-las
As lesões por pressão (ou úlceras de pressão) são áreas de dano na pele e nos tecidos subjacentes causadas pela pressão prolongada, geralmente em áreas ósseas. Elas podem ser classificadas em estágios, dependendo da gravidade:
· Estágio 1: Eritema não apagável, geralmente em áreas de pressão. A pele permanece intacta, mas apresenta vermelhidão.
· Estágio 2: Perda parcial da espessura da pele, envolvendo a epiderme e a derme. Pode apresentar bolhas ou uma úlcera superficial.
· Estágio 3: Perda total da espessura da pele, afetando a derme, a epiderme e o tecido subcutâneo. A ferida pode se estender até o tecido muscular.
· Estágio 4: Perda extensa da espessura da pele, com danos aos músculos, ossos ou estruturas de apoio. A ferida é profunda e extensa.
· Lesão por pressão de grau não classificável: Quando o tecido é coberto por esfacelo ou escara, o estágio não pode ser determinado.
· Lesão por pressão em tecido profundo: Área de pele intacta, mas com danos nos tecidos subjacentes, resultando em uma área roxa ou escura.
				TEMA DE AULA: SISTEMA CARDIOVASCULAR 
RELATÓRIO:
1) Descrever a circulação pulmonar e sistêmica
A circulação pulmonar começa no ventrículo direito do coração, que bombeia o sangue para os pulmões através da artéria pulmonar. Nos pulmões, o sangue recebe oxigênio e se livra do dióxido de carbono. O sangue oxigenado retorna ao coração, entrando no átrio esquerdo através das veias pulmonares.
A circulação sistêmica inicia no ventrículo esquerdo, que bombeia o sangue oxigenado para a aorta. Esse sangue é então distribuído por todo o corpo através das artérias e seus ramos, fornecendo oxigênio e nutrientes às células. Após a troca de gases e nutrientes, o sangue desoxigenadoretorna ao coração através das veias, entrando no átrio direito para reiniciar o ciclo.
2) Identificar as indicações para realização do ECG
O ECG (Eletrocardiograma) é realizado para monitorar a atividade elétrica do coração e identificar anomalias. As principais indicações para a realização do ECG incluem:
· Dor no peito: Suspeita de infarto do miocárdio.
· Arritmias: Alterações no ritmo cardíaco.
· Fadiga inexplicada: Dificuldade para realizar atividades físicas devido a problemas cardíacos.
· Exames de triagem: Em pacientes com histórico familiar de doenças cardíacas.
· Monitoramento de pacientes com risco cardiovascular.
· Avaliação pré-operatória: Para verificar o risco de complicações em procedimentos cirúrgicos.
3) Descrever a técnica para realização de um ECG
A técnica para realização de um ECG envolve os seguintes passos:
1. Preparação do paciente: Explicar o procedimento ao paciente, garantir que ele esteja confortável e relaxado, e pedir para ele permanecer imóvel.
2. Colocação dos eletrodos: Fixar os eletrodos nos pontos específicos do corpo (torso, braços e pernas) para registrar a atividade elétrica do coração.
3. Conexão ao equipamento: Conectar os fios dos eletrodos à máquina de ECG.
4. Registro do ECG: Pedir para o paciente ficar imóvel e sem falar enquanto o ECG é registrado, o que geralmente leva de 3 a 5 minutos.
5. Análise: O médico ou profissional de saúde interpreta os resultados para identificar qualquer anormalidade na atividade elétrica do coração.
4) Identificar os possíveis achados no ECG
O ECG pode revelar várias anomalias, incluindo:
· Arritmias: Como fibrilação atrial, taquicardia ventricular, bradicardia.
· Infarto do miocárdio: Alterações no segmento ST e na onda T.
· Isquemia: Diminuição do suprimento de sangue para o coração, com alterações no segmento ST.
· Hipertrofia ventricular: Aumento das câmaras do coração, com alterações nas ondas R e S.
· Distúrbios eletrolíticos: Como hipocalemia (nível baixo de potássio), que pode afetar o ritmo cardíaco.
5) Descrever as indicações para aferição da PVC e seus objetivos
A Pressão Venosa Central (PVC) é a pressão medida na veia cava superior, perto do átrio direito. Ela é usada para monitorar o retorno venoso e o estado de volume circulatório. As principais indicações para a aferição da PVC incluem:
· Monitoramento de pacientes críticos: Para avaliar o volume de sangue e a função cardíaca em situações de choque ou insuficiência cardíaca.
· Avaliação de fluidos: Em pacientes com desidratação, hipovolemia ou sobrecarga de líquidos.
· Controle de pacientes submetidos a cirurgia: Para monitorar a hemodinâmica em pacientes em pós-operatório.
· Monitoramento em pacientes com insuficiência renal ou hepática: Para avaliar a perfusão de órgãos vitais e o equilíbrio de líquidos.
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: ANATOMIA APLICADA A ENFERMAGEM
 – AULA 2
DADOS DO(A) ALUNO(A):
	NOME:
	MATRÍCULA:
	CURSO:
	POLO:
	PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A):
	ORIENTAÇÕES GERAIS: 
· O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e
· concisa;
· O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema;
· Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado);
· Tamanho: 12;
Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm;
· Espaçamento entre linhas: simples;
· Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). 
				TEMA DE AULA: SISTEMA RESPITARÓRIO 
RELATÓRIO:
1) Descrever a anamnese e exame físico do sistema respiratório
A anamnese do sistema respiratório deve abranger questões sobre a história do paciente, como:
· Queixa principal: Tosse, falta de ar, secreção, dor torácica.
· História de doenças respiratórias anteriores: Asma, DPOC, pneumonia, etc.
· Fatores de risco: Exposição a fumos, poluentes, alergias, ou histórico familiar de doenças respiratórias.
· Sintomas associados: Febre, cianose, sibilância, dificuldade respiratória.
· Hábitos: Tabagismo, exposição ocupacional, uso de medicamentos para doenças respiratórias.
O exame físico inclui:
· Inspeção: Avaliar a simetria torácica, presença de dificuldade respiratória (uso de musculatura acessória, retrações intercostais), padrão respiratório.
· Palpação: Verificar a expansibilidade torácica e a presença de dor ou anormalidades.
· Percussão: Avaliar a sonoridade da caixa torácica e identificar possíveis áreas de consolidação ou estertores.
· Ausculta: Escutar os sons respiratórios (roncos, estertores, estertores crepitantes, sibilos) para avaliar a presença de secreções ou obstruções.
2) Citar os parâmetros adequados de respiração e saturação de O2
· Frequência respiratória: Em adultos, é considerada normal entre 12 a 20 respirações por minuto. Menos de 12 indica bradipneia e mais de 20 indica taquipneia.
· Saturação de O2: A saturação ideal de oxigênio (SpO2) deve ser de 95-100%. Valores abaixo de 90% indicam hipóxia e requerem intervenção imediata.
· Padrão respiratório: Deve ser regular, sem esforço, e com respiração diafragmática eficiente.
3) Identificar as indicações para uso da oxigenoterapia
A oxigenoterapia é indicada nos seguintes casos:
· Hipoxemia: Baixos níveis de oxigênio no sangue (SpO2do útero e as paredes vaginais.
· Toque retal ou vaginal: Para avaliar estruturas internas, como o útero e os ovários, além da próstata no exame masculino.
2) Identificar os cuidados necessários à saúde reprodutora da mulher e do homem
· Mulher:
· Consultas ginecológicas periódicas para monitoramento da saúde reprodutiva.
· Realização de exames preventivos, como o Papanicolau, para detectar alterações celulares.
· Cuidados com a higiene íntima, evitando o uso excessivo de duchas vaginais e produtos irritantes.
· Educação sobre planejamento familiar e métodos contraceptivos.
· Orientação para a prevenção de DSTs e cânceres reprodutivos.
· Homem:
· Exame físico regular, com atenção ao toque testicular para detectar alterações.
· Educação sobre saúde sexual e prevenção de DSTs.
· Monitoramento da saúde da próstata, especialmente a partir dos 50 anos.
· Incentivo à realização de exames de rotina, como PSA (Antígeno Prostático Específico) para rastreamento do câncer de próstata.
3) Identificar as indicações do exame citopatológico do colo do útero
O exame citopatológico (Papanicolau) é indicado para:
· Rastrear alterações celulares precoces no colo do útero que possam indicar a presença de câncer cervical.
· Diagnóstico precoce de infecções cervicais, como HPV (Papilomavírus Humano), que pode levar ao câncer cervical.
· Monitorar lesões benignas ou alterações celulares causadas por inflamações ou infecções.
4) Descrever a técnica para realização do exame citopatológico do colo do útero
A técnica para o exame citopatológico inclui:
1. Posicionamento: A paciente é colocada em posição ginecológica, com os joelhos fletidos e as pernas afastadas.
2. Inserção do espéculo: Um espéculo é inserido na vagina para visualizar o colo do útero.
3. Coleta das células: Utilizando uma espátula de Ayre ou uma escova, o profissional coleta células do colo do útero e da região da junção escamo-cilíndrica.
4. Envio da amostra: As células coletadas são espalhadas em uma lâmina de vidro ou enviadas em meio de conservação para análise laboratorial.
5) Descrever a técnica para realização do autoexame de mama
A técnica para o autoexame de mama inclui:
1. Inspeção: A mulher deve olhar suas mamas em frente a um espelho, com os braços levantados e depois com as mãos nos quadris, observando sinais de alterações como nódulos, retração da pele ou secreção.
2. Palpação: Em pé ou deitada, a mulher deve usar os dedos das mãos para palpar as mamas, indo de fora para dentro, verificando se há nódulos ou alterações.
3. Verificação da axila: A palpação deve incluir também a região das axilas para verificar a presença de nódulos ou alterações.
				TEMA DE AULA: SISTEMA URINÁRIO E GASTROINTESTINAL
RELATÓRIO:
1) Descrever a anamnese e exame físico do sistema urinário
Anamnese do sistema urinário:
· Histórico de sintomas: Incluir dor ao urinar (disúria), frequência urinária aumentada (poliúria), sensação de urgência, incontinência, hesitação, entre outros.
· Quantidade e cor da urina: Observar se há alteração na coloração, odor ou presença de sangue (hematúria).
· Hábitos urinários: Perguntar sobre o padrão de eliminação (frequência, quantidade, período noturno).
· Histórico de infecções urinárias: Indagar sobre infecções anteriores, tratamentos realizados, ou presença de doenças crônicas que afetam o sistema urinário (como diabetes ou hipertensão).
· Uso de medicamentos: Perguntar sobre o uso de diuréticos ou outros medicamentos que possam afetar o sistema urinário.
Exame físico do sistema urinário:
· Inspeção: Avaliar a região suprapúbica para observar distensão abdominal ou sensibilidade que possa indicar retenção urinária.
· Palpação: Palpar a região suprapúbica em busca de dor, distensão ou desconforto.
· Percussão: Realizar a percussão da área suprapúbica para detectar presença de líquido ou distensão da bexiga.
2) Identificar as indicações para sondagem vesical intermitente e de demora
Indicações para sondagem vesical intermitente:
· Retenção urinária aguda: Quando o paciente não consegue urinar espontaneamente.
· Controle de volume residual: Avaliação do volume de urina residual após a micção.
· Drenagem temporária: Em casos de necessidade temporária de esvaziamento da bexiga.
Indicações para sondagem vesical de demora:
· Monitoramento contínuo de diurese: Para pacientes críticos que necessitam de controle rigoroso da diurese.
· Pré e pós-operatório: Para cirurgias pélvicas ou abdominais que necessitam de esvaziamento da bexiga.
· Pacientes com bexiga neurogênica: Quando há perda da capacidade de esvaziamento espontâneo da bexiga.
3) Descrever a técnica para realização da sondagem vesical intermitente e de demora
Técnica para sondagem vesical intermitente:
1. Higienização das mãos e uso de luvas estéreis.
2. Posicionar o paciente de maneira confortável e expor a região genital, mantendo a privacidade.
3. Assepsia da região genital com solução antisséptica.
4. Lubrificar a sonda e introduzi-la suavemente na uretra até que a urina comece a sair.
5. Drenagem da urina: Deixar a urina sair até esvaziar a bexiga completamente.
6. Remoção da sonda: Retirar cuidadosamente a sonda e descartar o material de forma adequada.
Técnica para sondagem vesical de demora:
1. Preparação inicial e higienização semelhante à sondagem intermitente.
2. Inserção da sonda: Lubrificar e introduzir a sonda na uretra até o ponto de drenagem de urina.
3. Insuflar o balão: Com uma seringa, inflar o balão com solução salina para manter a sonda em posição na bexiga.
4. Conectar ao sistema de drenagem: Fixar o coletor de urina ao sistema de drenagem.
5. Cuidados com a sonda: Monitorar e higienizar regularmente para prevenir infecções.
4) Descrever a anamnese e exame físico do sistema gastrointestinal
Anamnese do sistema gastrointestinal:
· Histórico alimentar: Indagar sobre hábitos alimentares, apetite, intolerâncias alimentares e alergias.
· Sintomas gastrointestinais: Presença de náuseas, vômitos, dor abdominal, constipação, diarreia, gases e mudanças nos hábitos intestinais.
· Hábitos intestinais: Frequência, consistência e características das fezes.
· Histórico de doenças gastrointestinais: Doenças como úlcera, refluxo, hepatite, pancreatite, entre outras.
Exame físico do sistema gastrointestinal:
· Inspeção: Observar a região abdominal, notando distensão, cicatrizes, massas ou sinais de inflamação.
· Ausculta: Escutar os sons intestinais para avaliar a atividade peristáltica.
· Percussão: Avaliar a presença de áreas de timpanismo ou macicez que indiquem acúmulo de gás, líquidos ou massas.
· Palpação: Avaliar sensibilidade, rigidez e presença de massas abdominais.
5) Identificar as indicações para sondagem gástrica
Indicações para sondagem gástrica:
· Descompressão gástrica: Em casos de obstrução, distensão ou acúmulo de líquidos e gases.
· Administração de nutrição enteral: Para pacientes que necessitam de alimentação por sonda.
· Aspiração de conteúdo gástrico: Em casos de intoxicação ou para monitoramento de sangramentos gastrointestinais.
· Administração de medicamentos: Quando o paciente não pode ingerir medicamentos por via oral.
6) Descrever a técnica para realização da sondagem gástrica
Técnica para sondagem gástrica:
1. Higienização das mãos e uso de equipamentos de proteção.
2. Posicionamento do paciente: Colocar o paciente em posição de Fowler (semi-sentado) para facilitar a inserção.
3. Medir a sonda: Medir a distância entre a ponta do nariz, lóbulo da orelha e o apêndice xifoide para determinar o comprimento necessário da sonda.
4. Lubrificar a sonda: Aplicar lubrificante na ponta da sonda para facilitar a inserção.
5. Inserção da sonda: Introduzir a sonda pela narina até a marcação, pedindo ao paciente para engolir enquanto a sonda avança até o estômago.
6. Verificação do posicionamento: Aspirar conteúdo gástrico ou utilizar um estetoscópio para auscultar a presença de ar no estômago ao insuflar ar pela sonda.
7. Fixação da sonda: Fixar a sonda ao nariz do paciente e conectar ao sistema desejado (coletor, seringa ou dispositivo de alimentação).8. Monitoramento e cuidados: Observar a posição da sonda regularmente, evitando deslocamento e mantendo a higiene da área.
REFERENCIAS
PIRES, Gustavo Martins. Anatomía humana. 1978.
MARIEB, Elaine N.; WILHELM, Patricia Brady; MALLATT, Jon. Anatomia humana. 2014.
CODEA, André; VICENTINI, Caio. Anatomia Humana. Clube de Autores, 2015.
ANDRADE FILHO, Eládio Pessoa de. Anatomia geral. 2015.
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