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ANTIBIOGRAMA SEM COLORAÇÃO: os microrganismos são observados vivos. A observação a fresco é utilizada para visualização da mobilidade e morfologia de bactérias espiraladas; Utiliza-se geralmente um microscópio de campo escuro, pois as bactérias ao microscópio de campo claro tendem a aparecer transparentes. Em uma preparação com a utilização de corantes, os microrganismos são corados, após serem mortos pelas interações químicas que muitas vezes podem ocorrer com auxílio de calor; Quando utilizamos material fixado e corado, além das células ficarem mais visíveis após a coloração, podemos transportar estas lâminas sem risco; DOIS PROCESSOS QUE PERMITEM CORAR AS BACTÉRIAS: COLORAÇÕES SIMPLES: utiliza apenas um corante e ela baseia-se na diferença química existente entre as bactérias e o meio. Uma vez coradas, apresentam contraste, podendo ser visualizadas com mais clareza. CORANTES MAIS UTILIZADOS: AZUL DE METILENO (1-2 min), CRISTAL VIOLETA (60 seg), CARBOLFUCSINA (30 seg). COLORAÇÕES DIFERENCIAIS: utiliza geralmente mais de um corante além de mordentes e do diferenciador. Baseia-se na diferença química existente nas diferentes estruturas celulares, consequentemente na reação diferencial de variadas bactérias e suas estruturas frente a um determinado corante. COLORAÇÃO DE GRAM TÉCNICA: 1. Coloração com violeta cristal (1 min); 2. Aplicação de iodo ou lugol (1 min); 3. Lavagem com álcool (tira o excesso/lava a lâmina); 4. Contra corante (Safranina) (15 a 30 seg); 5. Lava a lâmina delicadamente com água; GRAM (+): COR ROXAS; GRAM (-): A SAFRANINA VAI CORA-LÁS DE ROSA/AVERMELHADAS). COLORAÇÃO ZIEHL-NEELSEN A parede celular das micobactérias contém um alto teor de lipídios, principalmente ácido micólico, tornando-as difíceis de corar por métodos convencionais (ex: método de gram), sendo necessário a utilização do Método de ZIEHL-NEELSEN; São chamadas de bacilos álcool-ácido resistentes (BAAR), pois uma vez sendo coradas, essas bactérias resistem à descoloração até mesmo por solventes orgânicos, como o álcool-ácido; No gênero Mycobacterium incluem-se os agentes da tuberculose humana (M. tuberculosis), e bovina (M. bovis) e da lepra (M. leprae), entre outras; A bacterioscopia do escarro pela coloração de ZIEHL-NEELSEN é de extrema importância no diagnóstico da tuberculose pulmonar e para o diagnóstico da Hanseníase através da linfa. ETAPAS DA COLORAÇÃO DE ZIEHL-NEELSEN A partir de esfregaços em lâminas (ex: escarro de paciente tuberculoso ou linfa colhida das orelhas, cotovelos e lesão), homogêneo, delgado e fixado; TÉCNICA: 1. Cobrir o esfregaço com o corante fucsina de ZIEHL-NEELSEN (5 min), aquecendo a lâmina em chama branda (evitar a fervura) até a emissão de vapores; 2. Escorrer o corante e lavar em água corrente; 3. Descorar com solução de álcool-ácido clorídrico a 1%; 4. Lavar a lâmina em água corrente; 5. Cobrir o esfregaço com azul de metileno (1 min). 6. Escorrer o corante e lavar em água corrente; 7. Esperar a lâmina secar e examinar no microscópio com a objetiva de imersão (100x). Para coloração de linfa não se aquece a lâmina e o tempo da Fucsina passa a ser 20 minutos TESTE DE SENSIBILIDADE AOS ANTIMICROBIANOS (TSA) Técnica de sensibilidade bacteriana in vitro diante de agentes antimicrobianos, também conhecido por Teste de Sensibilidade a Antimicrobianos (TSA); ANTIMICROBIANOS: são drogas que têm a capacidade de inibir o crescimento de microrganismos, indicadas, portanto, apenas para o tratamento de infecções microbianas sensíveis; ANTIBIOGRAMA – TSA AGENTE ANTIMICROBIANO Composto químico que mata ou inibe o crescimento de microrganismos, podendo ser natural ou sintético. AGENTES QUIMIOTERÁPICOS Agentes químicos, naturais ou sintéticos, usados no tratamento de doenças. Atuam matando ou inibindo o desenvolvimento dos microrganismos, em concentrações baixas o suficiente para evitar efeitos danosos ao paciente. BACTERICIDAS São drogas capazes de matar ou lesar irreversivelmente as bactérias. BACTERIOSTÁTICOS Drogas que inibem o crescimento e a reprodução bacteriana sem provocar sua morte imediata, sendo reversível o efeito, uma vez retirada a droga. TSA – MÉTODOS CONCENTRAÇÃO INIBITÓRIA MÍNIMA (CIM ou CMI) o DISCO-DIFUSÃO; o MACRODILUIÇÃO; o MICRODILUIÇÃO; o ETEST. TSA – DISCO-DIFUSÃO O teste fornece resultados qualitativos; É um dos métodos de suscetibilidade mais simples, confiável e mais utilizado pelos laboratórios de microbiologia; No método de disco-difusão, um disco de papel filtro impregnado com uma concentração conhecida de um composto antimicrobiano é colocado na placa de ágar Mueller-Hinton (MH). Este método apresenta algumas limitações: a dificuldade na avaliação da suscetibilidade aos antimicrobianos que se difundem mal através do ágar, como, por exemplo, a polimixina; COMO É FEITO O TESTE? Após o crescimento e identificação bacteriana a próxima etapa será avaliar a sensibilidade bacteriana aos antimicrobianos; É confeccionado um inóculo com salina das colônias bacterianas isoladas (4-5 colônias) a serem testadas; Em uma placa com Ágar Mueller-Hinton, deve-se cobrir toda a superfície da placa com auxílio do SWAB ou alça, e aguardar em média 5 minutos; Em seguida, é colocado os discos de antibióticos e levados á estufa por 24h. HALO DE INIBIÇÃO – CRESCIMENTO BACTERIANO SENSÍVEL: identifica que “tal” medicamento será o recomendado; INTERMEDIÁRIO: identifica que o microrganismo pode ser inibido por concentrações maiores de certas drogas; RESISTENTE: identifica que a medicação não terá efeito terapêutico positivo. A CONCENTRAÇÃO INIBITÓRIA MÍNIMA (CIM) CONSISTE NA MENOR CONCENTAÇÃO de um determinado antimicrobiano; É a concentração mínima de um antibiótico para matar a bactéria! Inibe o crescimento de um microrganismo em teste, sob condições in vitro bem definidas, durante um determinado intervalo de tempo; O exame pode ser realizado por diversas metodologias, como a macrodiluição, microdiluição, sendo o gradiente de concentração em fita (etest) a mais utilizada, aplicável praticamente a todos os antimicrobianos disponíveis; TSA – MACRODILUIÇÃO Oito ou mais concentrações do agente antimicrobiano são preparadas em um volume final de 1 a 2 mL por tubo; Os tubos contendo antimicrobianos são inoculados com uma suspensão bacteriana padronizada em unidades formadoras de colônias (UFC) por ml; Após o período de incubação de 20 horas, a 37ºC, os tubos são examinados para comprovar o crescimento bacteriano que se revela em um aumento da turbidez; Um tubo límpido demonstra que não houve crescimento bacteriano e representa a concentração inibitória mínima (CIM). TSA – MICRODILUIÇÃO A técnica de microdiluição em caldo utiliza placas plásticas estéreis, com 96 poços, com o fundo em formato de “U”, para permitir melhor visualização do crescimento bacteriano; Nesta placa, um número variável de antimicrobianos, em torno de 12 drogas, é colocado em distintas concentrações (4 a 8 diluições logarítmicas); Os painéis de microdiluição devem permanecer incubados a 37ºC por 16 a 20 horas (dependendo do gênero bacteriano e do antimicrobiano testado); Após a incubação, a leitura da placa, com a determinação da CIM, será realizada visualmente, com o auxílio de um espelho que amplifica a imagem e facilita a leitura. TSA - FITA CONCENTRADA (ETEST) É uma fita plástica carregada por concentrações crescentes de antimicrobiano na face ventral e marcada, na face dorsal, com a escala das concentrações testadas a fimde facilitar a leitura do resultado; Este teste baseia-se na difusão do gradiente antimicrobiano no ágar para a determinação da sensibilidade da amostra bacteriana ao antimicrobiano testado; A preparação do inóculo é feita da mesma maneira que no teste de disco- difusão; A CIM é determinada pela intersecção da parte inferior da zona de inibição de crescimento, em forma de elipse com a tira do teste. STAPHYLOCOCCUS GRAM +; COCOS; CATALASE POSITIVA Isolados ou aos pares, em cadeias curtas ou agrupados; O aspecto macroscópico da colônia em meio sólido; Presença de pigmento; Anaeróbios facultativos; ÁGAR SANGUE: HEMÓLISE ESPÉCIES DE IMPORTÂNCIA CLÍNICA S. AUREUS: é o patógeno mais importante entre os estafilococos. Coloniza 20 a 40% dos adultos; S. EPIDERMIDIS: relacionado com infecções associadas ao uso de cateteres endovenosos e endocardites, entre outras; S. SAPROPHYTICUS: causa infecções urinárias agudas, sobretudo em mulheres jovens, saudáveis e sexualmente ativas. STAPHYLOCOCCUS AUREUS Aureus = ouro (devido a pigmentação no Agar) cor amarelada; Uma das espécies patogênicas mais comuns, é a mais virulenta espécie do seu gênero; Encontrada na pele e trato respiratório (fossas nasais); Cresce em ambientes salinos; COAGULASE POSITIVA (+); Formação de pequenos agregados resultantes do fato das bactérias ficarem aprisionadas na rede de fibrina. ENZIMA HIALURONIDADE: degrada a matriz extracelular humana abrindo abertura para entrada de patógenos; ENZIMA CATALASE: transforma peróxido de oxigênio em água e oxigênio inofensivo; QUADROS CLÍNICOS: Infeções superficiais: foliculite, terçol, furúnculo, extensão da foliculite, impetigo, carbúnculo; Infecções sistêmicas: (síndrome de pele escamosa), características de queimadura de sol, na qual ocorre a descamação da pele, pode evoluir para quadros tóxicos. QUADROS TÓXICOS: Síndrome do choque térmico: ocasionando por uma toxina bacteriana produzida pelos GRAM + (Aureus e pyogenes); Ocorre muitas vezes devido ao uso prolongado de absorvente interno e diafragma; Quando uma incisão cirúrgica for infectada; Quando o útero fica infectado após o parto; SINTOMAS: Febre, hipotensão e prurido eritematoso; Pode evoluir e causar falência de órgãos. TRANSMISSÃO Pessoa a pessoa, pelo contato direto ou pelo contato indireto (via objetos); As feridas e outras aberturas na pele (os estados de debilidade, as feridas cirúrgicas e as doenças em geral), incrementam a possibilidade desses microrganismos invadirem o organismo humano passando a atuar como patógenos. ISOLAMENTO TÉCNICA DE SEMEADURA Estrias por esgotamento/ estrias múltiplas ÁGAR MANITOL SALGADO: altera de rosa para amarelo em 24h: positivo para Aureus; ÁGAR SANGUE: Lisas, com coloração branco- porcelana, ou cinza. Também podem apresentar pigmento amarelo ou amarelo-alaranjado, podendo ter hemólise. Incubar a placa inoculada à 37ºC por 24 horas; A coloração amarelada no S. aureus aparece MAIS articulada após a incubação de 72 horas em temperatura ambiente; PROVAS BIOQUÍMICAS CATALASE (+); COAGULASE (-); DNASE (+) - formação de halo transparente ao entorno da colônia; AGLUTINAÇÃO (+) TRATAMENTO PENICILINA; VANCOMICINA METICILINA RESISTENTE (MRSA) - STAPHYLOCOCCUS AUREUS Staphylococcus aureus resistente a maioria dos antibióticos betalactâmicos, a penicilinas; As infecções por MRSA associado à comunidade: infecções cutâneas e do tecido mole e o tratamento geralmente é feito com antibióticos orais; Infecções hospitalares associadas a MRSA o tratamento geralmente é feito com antibióticos intravenosos; As bactérias colonizam-se através do contato com alguém que esteja infectado, e também por contato com objetos que alguém com a bactéria tenha tocado. STAPHYLOCOCCUS EPIDERMIDIS Bactéria GRAM (+); Não produz toxinas; Coloniza a pele humana: mucosas, axilas, narinas; COAGULASE (-); CATALASE (+); Patógeno oportunista, sendo um dos mais comumente associado a infecções hospitalares; CAUSA INFECÇÕES AOS: Pacientes submetidos a terapia intravenosa, recém-nascidos, imunocomprometidos (idosos); Pessoas que utilizam cateteres e outros produtos médicos como bolsas, respiradores, próteses. IDENTIFICAÇÃO No ÁGAR MANITOL SALGADO - colônias vermelhas e SEM alteração na cor do indicador vermelho de fenol; No ÁGAR SANGUE - colônias lisas, coloração branco-porcelana ou cinzas com ausência de hemólise; NOVOBIOCINA - SENSÍVEL ao antibiótico. STAPHYLOCOCCUS SAPROPHYTICUS Bactéria GRAM (+); COAGULASE (-); CATALASE (+); Segundo agente mais comum causador de infecções do trato urinário, afetando principalmente mulheres sexualmente ativas; Mulheres infectadas apresentam disúria, leucocitúria e numerosos microrganismos na urina; Respondem rapidamente a antibióticos; IDENTIFICAÇÃO No ÁGAR MANITOL SALGADO - colônias vermelhas e SEM alteração na cor do indicador vermelho de fenol; No ÁGAR SANGUE - colônias lisas, coloração branco-porcelana ou cinzas com ausência de hemólise; NOVOBIOCINA - bactéria RESISTENTE ao antibiótico. PROVA DA CATALASE 1. Em uma lâmina, colocar duas amostras da bactéria isolada; 2. Pingar sobre a amostra uma gota de peróxido de hidrogênio 3%; 3. Observar a produção da liberação de O2 com a formação de bolhas. O teste é POSITIVO para Staphylococcus sp. PROVA DA DNAse É um teste utilizado na diferenciação de microrganismos com base na atividade da desoxirribonuclease (DNAse), tais como o Staphylococcus aureus e Streptococcus pyogenes; Semear uma colônia em ÁGAR DNAse e incubar a 35 graus por 24 horas; No momento da leitura adicionar HCl sobre a placa, aguardar 30 segundos e observar a formação de um halo claro ao redor da colônia. STREPTOCOCCUS Bactéria capaz de causar infecções do trato respiratório, pele e tecidos moles, endocardites, sepse e meningites; COCOS GRAM (+); Pares, cadeias curtas ou longas; CATALASE (–); Aeróbicos; Anaeróbicos: São microrganismos que não crescem na presença do ar e podem ser mortos pelo oxigênio; Imóveis e não formam esporos; Facultativos: São microrganismos que tanto crescem na presença de oxigênio como na ausência do mesmo e (anaerobiose); Fazem parte da microbiota normal da boca, pele, intestinos e trato respiratório superior. Fermentam carboidratos resultando na produção de ácido lático; Necessitam do uso de meios enriquecidos com sangue para o isolamento. Streptococcus elaboram fatores de virulência, como a estreptolisinas, desoxirribonucleases (DNases) e hialuronidase, o que contribui para a destruição tecidual e a disseminação da infecção. Maioria são SENSÍVEIS a PENICILINA. CLASSIFICAÇÃO POR HEMÓLISE o BETA: a hemólise for total / o ALFA: a hemólise for parcial / o GAMA: não havendo hemólise / BETA ALFA GAMA CLASSIFICAÇÃO DE LANCEFIELD Características antigênicas de um polissacarídeo de composição variável, chamado CARBOIDRATO C, localizado na parede da célula, que pode ser detectado por diferentes técnicas imunológicas; Os estreptococcus foram divididos em 20 grupos sorológicos, designados por letras do alfabeto; A fenotipagem dogrupo de Lancefield, é somente usada em algumas espécies de Streptococcus (espécies pertencentes aos grupos A, B, C, F e G); STREPTOCOCCUS PYOGENES Pertence ao grupo A; Anaeróbico facultativo; BETA-HEMOLÍTICO (hemólise total); Bactéria geradora de pus; Conhecida como bactéria comedora de carne, pode causar doenças supurativas e não supurativas (com ou sem pus); Ela reduz a quantidade de hemácias, leucócitos e plaquetas, por isso a uma demora na cicatrização de feridas; Positivo no teste de ASLO (serve para saber se o organismo teve contato com a bactéria). QUADROS CLÍNICOS Faringite; Escarlatina; Erisipela; Fascite necrosante; Febre reumática; Glomerulonefrite. ISOLAMENTO: ÁGAR SANGUE PROVAS BIOQUÍMICAS BETA-HEMÓLISE: destruição completa das hemácias que rodeiam a colônia; CATALASE NEGATIVA; CAMP; TEST negativo; PYR positivo. TRATAMENTO Bacitracina; Penicilina; STREPTOCOCCUS AGALACTIAE Grupo B de LANCIFIELD; Anaeróbico facultativo; BETA-HEMÓLISE (hemólise total); Responsável pelas principais infecções neonatal; Causadora de pneumonia e meningite em recém-nascido; Colonizadora do trato respiratório, afinidade de aderência em mucosas. ISOLAMENTO ÁGAR SANGUE, pelo meio nutritivo. PROVAS BIOQUÍMICAS BETA-HEMOLÍTICO (destruição completa das hemácias que rodeiam a colônia, ocasionando transparência ao redor; CATALASE negativa, não forma bolhas; CAMP, teste POSITIVO, reage na presença de aureus formando uma sepa ou meia; Resistente a Bacitracina. STREPTOCOCCUS PNEUMONIAE Não participa de LANCIFIELD por não possuir CARBOIDRATO C; Colonizadora a orofaringe, sendo capaz de disseminar para os pulmões, seios paranasais e ouvidos médios; Alfa hemolítica (hemólise parcial) mas também pode ser beta hemolítica. QUADRO CLÍNICO: Pneumonia ISOLAMENTO CATALASE NEGATIVA: não forma bolhas; ALFA-HEMOLÍTICO: perda parcial de hemoglobina pelas hemácias; OPTOQUINA POSITIVA: sensível; Inibe crescimento da bactéria. ENTEROCOCCUS Grupo D de LANCIFIELD; GRAM +; Presente na microbiota do trato gastrointestinal; CATALASE NEGATIVA; Espécies patogênicas a humanos: E. Faecalis e E. Faecium; Infecções adquiridas em hospitais; ISOLAMENTO: Ágar sangue. PROVAS BIOQUÍMICAS GAMA HEMÓLISE; NaCL POSITIVA (cresce em alta concentração de sal); BILI ESCULINA POSITIVA (quebra de moléculas) da esculina em esculetina, formação de precipitado negro.