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Prévia do material em texto

Profª Cláudia U. B. Andrade
Universidade Prof. Edson Antônio Velano
Curso de Enfermagem
Administração de medicamentos em Pediatria
(COREN, 2017, GUARESCHI,CARAVALHO, SALATI,2017)
Etapas do sistema de 
medicamentos
Prescrição (médico) 
Dispensação (Farmácia)
Preparo (Equipe de Enfermagem) 
Administração (Equipe de Enfermagem)
Monitoramento (técnico e clínico)
Administração de medicamentos em Pediatria
Segurança do Paciente
“Talvez pareça estranho enunciar como primeiro dever de um hospital não causar mal ao paciente...” 
(Florence Nightingale, 1859)
O número crescente de pesquisas e dados epidemiológicos demonstra 
que erros de medicação estão presentes em diferentes cenários da 
assistência à saúde.
Uma prática segura e livre de danos é considerada uma meta global
World Health Organization (WHO). WHO Global Patient Safety Challenge: Medication WithoutHarm. Geneva: WHO; 2017.
Administração de medicamentos em Pediatria
6 metas para segurança do paciente:
1.Identificação do paciente corretamente;
2.Melhoria da comunicação efetiva entre profissionais de saúde;
3.Melhorar a segurança na prescrição, no uso e na administração de 
medicamentos;
4.Garantia de cirurgias com local de intervenção, procedimento e paciente
corretos;
5.Redução do risco de infecções associadas aos cuidados de saúde/higiene 
das mãos;
6.Redução do risco de queda e úlcera por pressão
Ação Global para a Segurança do Paciente 2021-2030: escopo é atingir a máxima 
redução possível na ocorrência de danos evitáveis em razão de cuidados de saúde 
inseguros
(WHO; 2021)
Segurança do Paciente
Administração de medicamentos em Pediatria
Fatores de risco contribuintes para o erro do
profissional
▪ Inexperiência profissional;
▪ Pressa, como em situações de emergência;
▪ Realização de multitarefas;
▪ Interrupções;
▪ Fadiga;
▪ Ausência de supervisão;
▪ Falta de hábito de realização de dupla checagem ou checagem por diferentes 
pessoas, de acordo com as recomendações do serviço;
▪ Trabalho em equipe ineficaz;
▪ Falha de comunicação entre os profissionais;
▪ Relutância em usar memória auxiliar como bulas, protocolos, livros, 
artigos, ou outras fontes de informação.
(COREN, 2017)
Medicamentos - confundidos devido a ambiguidade quanto ao nome,
rótulo, embalagem, cor e forma.
Estudo aponta uma taxa de 
6,7 interrupções de trabalho 
por hora, durante 
administração de 
medicamentos, sendo que 
36,5% destas interrupções 
foram feitas por outro 
profissional da equipe de 
Enfermagem (BRIDI, 2014)
Administração de medicamentos em Pediatria
 Algumas medicações tem
nomes e embalagensparecidas
porém com 
Observar o 
medicação 
prescrição,
ao transcrever 
preparar
Ações diferentes.
frasco e dose da
medicação e administrar.
MUITAATENÇÃO!!!
Administração de medicamentos em Pediatria
Responsabilidade ética e legal
(Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (CEPE) e Lei do Exercício Profissional ( Lei N. 7.498/86)
Conhecimento fisiológico e farmacológico (Artigo 10 da CEPE proíbe
“Administração de medicamentos sem conhecer a ação das drogas e certificar- se dos
riscos)
Segurança do Paciente: 5 certos
(COREN, 2017, GUARESCHI,CARAVALHO, SALATI, 2017; IBSP,2016)
PACIENTE MEDICAMENTO DOSE VIA HORÁRIO
Registro correto Orientação correta
Forma
Farmacêutica
Monitoramento
Administração de medicamentos em 
Pediatria
Segurança do Paciente
✔ A família é considerada uma aliada na segurança do paciente, em especial
em Pediatria;
COMUNICAÇÃO EFETIVA
 Informar sobre a terapêutica medicamentosa, finalidade, via de
administração, horário e possíveis efeitos adversos;
 Informar sobre os procedimentos de segurança
no momento de administração, como checar nome do
prontuário e pulseira de identificação;
 Estimular o paciente/família a questionar o profissional de saúde caso tenha
dúvidas;
Quais os desafios da 
administração de 
medicamentos em 
Pediatria ?
Administração de medicamentos em Pediatria
Desafios
Apresentaçã
o imprópria 
para 
crianças
Cálculo individualizado da dose, 
baseada na idade, peso e 
superfície corpórea da criança, 
envolvendo operações 
matemáticas em várias fases do 
processo de medicação 
(prescrição, dispensação, preparo, 
administração e monitorização)
Medicamentos 
prescritos em 
pediatria não foram 
adequadamente 
estudados nesta 
população
Aumento dos riscos de 
ocorrerem erros e eventos 
adversos
Administração de medicamentos em Pediatria
Características de absorção, distribuição, metabolismo e excreção dos 
fármacos, diferem do RN ao adolescente.
CUIDADOS PRÉVIOS
 História da criança (alergia)
 Idade
 Peso
 Formas de administração
 Vias de administração
Administração de medicamentos em Pediatria
• Via oral (VO)
• Via sublingual
• Via retal
• Via vaginal
• Via ocular
• Instilação nasal
• Instilação otológica
• Via cutânea (tópica)
• Inalação
• Via parenteral
• Via intradérmica
• Via subcutânea
• Via intramuscular
• Via endovenosa (EV)
• Via intraóssea(emergência)
Vias de Administração
▪ Cápsula (invólucro de gelatina com
medicamento internamente
▪ Comprimido (pó comprimido –
sulco para divisão em partes)
▪ Drágea ( comprimido revestido por 
uma solução de queratina 
composta por açúcar e corante –
facilitar a deglutição
▪ Elixir (soluto + 20% de açúcar e 
20% de álcool)
▪ Emulsão (óleo e água)
▪ Gel
Administração de medicamentos em Pediatria
• Loção (líquida ou 
semilíquida)
• Creme (semissólido, 
consistência macia e aquosa)
• Pomada (semissólido, 
consistência macia e oleosa)
▪ Pó (necessidade de ser 
reconstituído)
• Suspensão (mistura não 
homogênea de determinada 
substância sólida e um líquido 
– parte sólida suspensa no 
líquido)
• Xarope ( soluto e solvente e 
2/3 de açúcar)
Administração de medicamentos em Pediatria
Farmacocinética: absorção, distribuição, 
metabolismo/biotransformação e excreção
Crescimento e maturação alteram a capacidade da criança 
metabolizar e eliminar os medicamentos
Considerar
Faixa etária (especialmente primeiros meses);
Peso;
Superfície corpórea (SC) (peso e altura);
Formulação do medicamento;
Via de administração
Farmacologia em crianças
Administração de medicamentos em Pediatria
Farmacologia em crianças
Farmacocinética: absorção
✔ A absorção do fármaco e a sua biodisponibilidade depende, 
principalmente da via de administração.
Via oral- secreção gástrica, tempo de esvaziamento gástrico, motilidade 
intestinal, área de superfície intestinal.
Ex- neonato tem peristaltismo lento - Maior tempo de absorção – maior 
toxicidade
Absorção VO
https://www.youtube.com/watch?list=PLC47B52AF872F9576&v=xiuWdJYyI
Ks
https://www.youtube.com/watch?list=PLC47B52AF872F9576&v=xiuWdJYyIKs
https://www.youtube.com/watch?list=PLC47B52AF872F9576&v=xiuWdJYyIKs
Administração de medicamentos em Pediatria
Farmacologia em crianças
Farmacocinética: absorção
✔ A absorção do fármaco e a sua biodisponibilidade depende, 
principalmente da via de administração.
SC ou IM - Fluxo sanguíneo no local de aplicação e área de superfície do músculo
✔ Massa muscular reduzida, Perfusão periférica diminuída) – poucos sítios 
recomendados para IM
✔ Volume máximo de fármaco a ser administrado (crianças pequenas/lactentes)em um 
único local- 1ml , lactentes menores- 0,5ml
Administração de medicamentos em Pediatria
Farmacologia em crianças
Farmacocinética: absorção
Absorção IM
https://www.youtube.com/watch?list=PLC47B52AF872F9576&v=6XiuWrgvhyY
https://www.youtube.com/watch?list=PLC47B52AF872F9576&v=6XiuWrgvhyY
https://www.youtube.com/watch?list=PLC47B52AF872F9576&v=6XiuWrgvhyY
Administração de medicamentos em Pediatria
Farmacocinética: metabolismo/biotransformação
✔ Os sistemas enzimáticos hepáticos não estão bem desenvolvidos,
o que compromete a metabolização de alguns fármacos;
✔ Eliminação do fármaco mais lenta – maior potencial toxicológico.
Farmacologiaem crianças
Administração de medicamentos em Pediatria
Farmacocinética: excreção
Farmacologia em crianças
✔ Os RINS são os principais órgãos envolvidos no
processo de eliminação dos fármacos;
✔ Sistema renal imaturo (maturação se inicia com na Organogênese fetal se
desenvolvendo completamente entre os 6 e 12 anos);
✔ Lentidão da filtração glomerular e excreção urinária (maior tempo de permanência
do fármaco no sistema circulatório) - risco de toxicidade
Considerações gerais do desenvolvimento 
infantil na farmacologia e farmacoterapia
• Variação de peso e idade
• Enzimas insuficientes
• Eliminação renal
• Função hepática
.
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.guiadopiaui.com/arquivos/cidades/1/imagens/102008/1223384224.jpg&imgrefurl=http://www.guiadopiaui.com/&usg=__1D7TNqgZFfKJlTgXzTD1JEESTwc=&h=962&w=787&sz=203&hl=pt-BR&start=1&tbnid=OusQXUKXNHNdUM:&tbnh=148&tbnw=121&prev=/images%3Fq%3Dcrian%25C3%25A7a%2Bao%2Badolescente%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.guiadopiaui.com/arquivos/cidades/1/imagens/102008/1223384224.jpg&imgrefurl=http://www.guiadopiaui.com/&usg=__1D7TNqgZFfKJlTgXzTD1JEESTwc=&h=962&w=787&sz=203&hl=pt-BR&start=1&tbnid=OusQXUKXNHNdUM:&tbnh=148&tbnw=121&prev=/images%3Fq%3Dcrian%25C3%25A7a%2Bao%2Badolescente%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG
Considerações gerais 
Em regra, quando não existem dados provenientes de ensaios clínicos,
a dose a administrar é calculada com base em equações matemáticas,
que têm em conta a idade e o peso corporal da criança e ainda a dose
usada no adulto. Alguns autores preconizam que é mais rigoroso
proceder ao cálculo das doses pediátricas com base na superfície
corporal.
Vias de Administração de Medicamentos
Via oral
• TGI uma grande área de absorção;
• pH gástrico, esvaziamento gástrico, 
motilidade, atividade enzimática e fatores 
alimentares alteram a absorção;
Vias de Administração de Medicamentos
Via oral
• Diluir sempre em pequena quantidade de água; 
• Não usar outra substância para a diluição;
Atenção!!!
• Dispositivos como colheres, conta-gotas e copo graduado não são 
especifico para medir doses pequenas.
• Não conectar agulhas na administração oral.
– RESULTADOS E DISCUSSÃO
Bico do dosador oral. Dosador oral com tampa.
Adaptador oral. Forma de utilização.
Instrumentos facilitadores
Vias de Administração de Medicamentos
Via oral
Técnica para oferecer o medicamento
• Atividades recreativas
• Direção lateral da boca
Vias de Administração de Medicamentos
Cuidados de enfermagem na administração de 
medicamento via oral
• Posição ortostática 
• Não triturar medicamentos de liberação prolongada;
• Nunca tratar o medicamento como bala;
• Oferecer o gelo após a administração do medicamento com 
sabor desagradável;
• Administrar o medicamento e/ou supervisionar;
Vias de Administração de Medicamentos
Cuidados de enfermagem na administração 
de medicamento por SNG ou SNE
• Cuidados relativos a gavagem 
• Não triturar medicamentos de liberação prolongada;
• Retirar o ar;
• Instalar de 1 a 10 ml de água;
• Fecha-la por 30 min.
Vias de Administração de Medicamentos
Cuidados de enfermagem na administração de 
medicamento via Nasal
• Medicamento em temperatura ambiente;
• Deve ser solução aquosa e não oleosa;
• Higienizar o nariz;
• Mantê-la em posição de decúbito dorsal com a cabeça inclinada para trás;
• Não tocar nas narinas;
• Manter nesta posição por alguns minutos;
Vias de Administração de Medicamentos
Cuidados de enfermagem na administração de 
medicamento Spray Nasal
• Manter uma narina fechada;
• Inspirar profundamente
Vias de Administração de Medicamentos
Cuidados de enfermagem na administração 
de medicamento oftálmica
• Medicamento na temperatura ambiente;
• Limpar o olho;
• Manter o olho fechado, abrir apenas no momento da aplicação;
• Administrar no saco conjuntival;
• Orientar a criança fechar o olhos e movimentá-lo;
• Pomada x colírio
Vias de Administração de Medicamentos
Cuidados de enfermagem na administração de 
medicamento otológico
• Medicamento na temperatura ambiente;
• Retificar o canal auditivo;
• Massagear delicadamente a área anterior do canal auditivo;
• Manter a criança em DD com a cabeça lateralizada por 3 min;
Vias de Administração de Medicamentos
Via retal
• Não é uma via de escolha
• Absorção é afetada pela presença de fezes no cólon e 
reto;
Vias de Administração de Medicamentos
Cuidados de enfermagem na administração de 
medicamento retal
• Cortar o medicamento no sentido longitudinal;
• Posição de sims ou genutopeitoral
• Introduzir o supositório
• Instruir a criança a respirar como cachorrinho;
• Manter as nádegas da criança fechada;
Vias de Administração de Medicamentos
Via subcutânea
• A quantidade a ser injetada não deve exceder de 1 ml;
• Tamanho da agulha e angulação;
• Locais de aplicação;
Vias de Administração de Medicamentos
Cuidados de enfermagem na administração de 
medicamento subcutâneo
• Avaliar o tecido subcutâneo e escolher o local adequado;
• Segurar o local;
• Aspirar;
• Injetar lentamente;
• Imobilizar a criança;
• Realizar rodízio de local;
Vias de Administração de Medicamentos
• Via restrita
• Pequenos volumes – de 0,1 a 0,5 
mililitros
• Usadas em reações de 
hipersensibilidade
• Provas de PPD
• Provas alérgicas
• Aplicação de vacinas: BCG
Via Intradérmica
Via Intradérmica
Local mais apropriado: face 
anterior do antebraço
• Pobre em pelos
• Possui pouca pigmentação
• Possui pouca vascularização
• Ter fácil acesso a leitura
Vias de Administração de Medicamentos
Via Intramuscular
• Absorção rápida da droga;
• Via IM é mais dolorosa;
• Experiência traumática a criança;
• Procedimento x mutilação corporal e 
castigo;
• Só utilize está via em criança quando 
não existir outra via aceitável. 
Vias de Administração de Medicamentos
Cuidados de enfermagem na administração de medicamento 
por Via Intramuscular
• Medicamento na temperatura ambiente;
• Não aspirar ar para seringa;
• Avaliar o local;
• Realizar rodízio na aplicação;
• Realizar a restrição física;
• O pai não deve ser o responsável pela restrição;
• Aspirar o embolo;
• Administrar lentamente;
• Bisel da agulha;
Vias de Administração de Medicamentos
Via Intramuscular
• Seleção da agulha
Vias de Administração de 
Medicamentos
Via Intramuscular
• Seleção da agulha
 Peso ( Kg) Agulha 
 2500 25X6,0 
 
Vias de Administração de Medicamentos
Via Intramuscular
Determinação do local
Peso da criança e do tipo de medicação
Músculo escolhido
Deve ser bem desenvolvido
Ter fácil acesso
Não possuir vasos de grande calibre e nem nervos 
Vias de Administração de Medicamentos
Músculo deltóide
• Maior ocorrência de vasopunção;
• Posição da criança;
• Contraindicação total no seu uso para crianças
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://static.blogstorage.hi-pi.com/bebeblog.com.br/c/cr/crisete/images/gd/1226880611.jpg&imgrefurl=http://crisete.bebeblog.com.br/24741/Imunizacao-em-Adolescentes/&usg=__ner_-LHmNas02NukRigY2DA-GtY=&h=370&w=300&sz=53&hl=pt-BR&start=27&tbnid=blvFlLg9-_DpAM:&tbnh=122&tbnw=99&prev=/images%3Fq%3Dvia%2Bsubcut%25C3%25A2nea%2Bna%2Bcrian%25C3%25A7a%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D20
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O uso do músculo 
deltoide deve ser 
limitado a aplicações 
em todas as idades, 
por se tratar de 
uma área próxima 
ao nervo radial e 
artéria braquial
Vias de Administraçãode Medicamentos
Músculo Vasto lateral
• Delimitação
• Angulação
• Posição da criança;
• Volume
Lactente- 0,5 ml
Todller: 0,5 ml a 1 ml
Pré-escolar: 1 ml
Escolar:1,5-2ml
Crianças de 0 a 3 
anos (vasto lateral 
é 1ª opção e 
ventroglútéa é a 
2ª opção)
A região 
dorsoglútea deve 
ser evitada nessa 
idade, por ainda 
estar pouco 
desenvolvida, 
principalmente em 
crianças que 
andam há menos 
de 1 ano
Vias de Administração de Medicamentos
Músculo Dorso-glúteo
• Delimitação
• Angulação
• Posição da criança;
• Volume
Escolar:1,5-2ml
Atenção!!!
Contra-indicado em crianças que não deambule
Vias de Administração de Medicamentos
Músculo Glúteo: Ventro- glúteo
Volume:
Lactente- 0,5 ml
Todller: 1 ml
Pré-escolar: 1,5 ml
Escolar:1,5-2ml
http://1.bp.blogspot.com/_r8zLYBTSlNo/TA3CZMb5kwI/AAAAAAAAAK8/BCiXZCtwlV4/s1600/ventroglutea.png
http://1.bp.blogspot.com/_r8zLYBTSlNo/TA3CZMb5kwI/AAAAAAAAAK8/BCiXZCtwlV4/s1600/ventroglutea.png
Administração de medicamento por via 
endovenosa
• Via muito utilizada, com introdução de medicação 
diretamente na veia;
• IV é menos traumática na presença de um acesso já 
estabelecido;
CÁLCULO DE MEDICAMENTO
MATÉMATICA!!!
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://elaehfanta.zip.net/images/susto.jpeg&imgrefurl=http://www.elaehfanta.zip.net.zip.net/&h=179&w=175&sz=25&tbnid=V5DwX42k0zYJ:&tbnh=95&tbnw=92&hl=pt-BR&start=9&prev=/images%3Fq%3DCHORANDO%2BCRIANCA%2B%2B%2B%2B%2B%2
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CÁLCULO DE MEDICAÇÃO SEGURO
▪ 1kg =1000g
▪ 1g = 1000mg
▪ 1 mg = 1000 mcg (µg)
▪ 1L =1000ml
▪ 1 colher de chá = 5ml
▪ 1 colher sopa =15ml
▪ 1 ml = 20 gts (gotas)
▪ 1 gota = 3 mgts(microgotas)
▪ 1 ml = 60mgts
▪ 1% = 1 g em 100ml = 1.000mg/100ml = 10mg/ml
▪ 10% = 10g em 100ml = 10.000mg/100ml=100mg/ml
(COREN, 2011)
▪ 1 hora = 60min
Unidades
de medida
PARARELEMBRAR:
CÁLCULO DE MEDICAÇÃO SEGURO
Graduação das seringas
PARA RELEMBRAR:
(COREN, 2011)
20mL: graduação mínima de 1mL, com numeração a cada 5mL.
10mL: graduação mínima de 0,2mL, com numeração a cada 1mL. 
5mL: graduação mínima de 0,2mL, com numeração a cada 1mL.
3mL: graduação mínima de 0,1mL, com numeração a cada 1mL. 
1mL: graduação mínima de 0,02mL, com numeração a cada 
0,1mL.
CÁLCULO DE MEDICAÇÃO SEGURO
(COREN, 2011)
FÓRMULAS
PARARELEMBRAR:
▪ Gotejamento = fluxo da medicação em gts/min
▪ V = volume (ml) a ser infundido
▪ Tmin = tempo (minutos)
▪Ths= tempo (horas)
gts/min =V x20
Tmin
mgts/min =V x 60
Tmin
 Exemplo: 250ml de medicação para correr em 3 horas
gts/min =V
Ths x3
mgts/min = V
Ths
gts/min = 250ml x 20 = 27,8gts/min
180min
gts/min = 250ml = 27,8gts/min
3hs x 3
BURETA –
equipo com 
câmera 
graduada
CÁLCULO DE MEDICAÇÃO SEGURO
PARARELEMBRAR:Graduação
das seringas
de insulina
adequadas àSão graduadas em unidades, 
concentração U-100
1 ml = 100 unidades (UI) de 
insulina
30UI: escala de graduação de 1 em 1UI
(0,3 ml). 50UI: escala de graduação de 1
em 1UI (0,5 ml). 100UI: escala de
graduação de 2 em 2 UI (1 ml).
CÁLCULO DE MEDICAÇÃO SEGURO
Diluir: significa dissolver. Adiciona-
se a solução solvente não alterando 
a massa do soluto
PARARELEMBRAR:
Diluição
Rediluição 
Reconstituiç
ão
Rediluição: É diluir mais ainda o medicamento,
aumentando o volume do solvente.
Objetivo: obter concentrações menores de soluto 
com um volume que possa ser trabalhado
(aspirado) com segurança
Reconsituir: retornar um 
medicamento da forma liofilizada 
para sua forma original líquida
•Regra de Young: 2 até 12 anos
•Regra de Clark
Dose a administrar = Peso corporal x dose do adulto
70
Dose administrar= idade anos x dose do adulto
idade anos+12
• Regra de Friend
• Regra de Shyrkey
Dose infantil= Idade em meses x dose média para adulto 
150
Dose infantil= área de superfície x dose adulto
1,73
Vamospraticar?
Medicamento prescrito: Ampicilina frasco 1g – dose 125mg – via EV
1g = 1000mg
1000mg ------- 10ml
125mg ------- X
1000 x X = 10 x125
X = 1250= 1,25ml
1000
A medicação vem em pó, devendo ser
reconstituída. Seguir orientação da instituição.
Nesse caso diluiremos com 10ml, logo a
apresentação será de 1g/10ml.
Será aspirado 1,25 ml de ampicilina
Vamospraticar?
Medicamento prescrito: Ampicilina frasco 1g – dose 125mg – via EV
Seráaspirado 1,25 ml de ampicilina
O POP do hospital indica que a concentração máxima é de5mg/ml.
Qual é o volume mínimo para diluir a medicação paraadministração?
5mg ---- 1ml
125mg ---- x
X= 125/5
x= 25 ml (volume para administração do medicamento)
Vídeo: minuto 6 https://drive.google.com/open?id=1KBPNK6Ph2rlh4lXXBuTz1US25biztk43
https://drive.google.com/open?id=1KBPNK6Ph2rlh4lXXBuTz1US25biztk43
Vamospraticar?
Medicamento prescrito: Penicilina Cristalina frasco 5.000.000 UI – dose
300.000 UI -viaEV
5.000.000 UI ------- 8ml + 2ml 
300.000 ------- X
5.000.000 x X = 10 x 300.000
X = 3.000.000 = 0,6 ml
5.000.000
Atenção: Deve-se considerar o volume do soluto:
• frasco-ampola de 5.000.000 UI equivale a 2 ml
• frasco de 10.000.000 UI equivale a 4 ml
Para obter 10ml de Penicilina 5.000.000 UI deve-se
acrescentar 8 ml de AD e a medicação expande 2ml
no total. Para o cálculo considerar o volume total.
Será aspirado 0,6ml de Penicilina
Vamospraticar?
Medicamentoprescrito: Prednisona 5mg –dose 2mg –via -VO
5mg ------- 5ml
2mg ------- X
5 x X = 2 x5
X =10 = 2ml
5
O comprimido pode ser macerado 
e diluído em água filtrada.
Nesse caso maceramos
até virar pó e 
diluímos com 5ml de água.
Será administrado 2ml da solução
TIRA DÚVIDAS 
SOBRE A LISTA 
DE EXERCÍCIOS
Administração de medicamentos em 
Pediatria
Para estudo:CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO ESTADO DE SÃO PAULO (COREN-SP).Uso seguro de medicamentos: guia para 
preparo, administração e monitoramento / Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo. – São Paulo: COREN-SP, 
2017. Disponível em: https://portal.coren-sp.gov.br/wp-content/uploads/2010/01/uso-seguro-medicamentos.pdf
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO ESTADO DE SÃO PAULO (COREN-SP). Boas práticas: Cálculo 
seguro Volume II: Cálculo e diluição de medicamentos. – São Paulo: COREN-SP, 2011. Disponível em: 
https://portal.coren- sp.gov.br/sites/default/files/boas-praticas-calculo-seguro-volume-2-calculo-e-diluicao-de-
medicamentos_0.pdf
CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO ESTADO DE SÃO PAULO (COREN-SP). Boas práticas: Cálculo 
seguro Volume I: Revisão das operações básicas. – São Paulo: COREN-SP, 2011. Disponível em: https://portal.coren-
sp.gov.br/sites/default/files/boas- praticas-calculo-seguro-volume-1-revisao-das-operacoes-basicas_0.pdf
Instituto Brasileiro de Segurança do Paciente (IBSP). Administração segura de medicamentos depende dos 9 certos. 
Disponível em: https://www.segurancadopaciente.com.br/seguranca-e-gestao/administracao-segura-de-medicamentos-
depende-dos-9-certos/
https://portal.coren-sp.gov.br/sites/default/files/boas-praticas-calculo-seguro-volume-2-calculo-e-diluicao-de-medicamentos_0.pdf
https://www.segurancadopaciente.com.br/seguranca-e-gestao/administracao-segura-de-medicamentos-depende-dos-9-certos/
 Administração de medicamentos c/ restrição de
volume: 
https://drive.google.com/open?id=1KBPNK6Ph2rlh4lXXBuTz 
1US25biztk43
 Administração de medicamentos s/ restrição de
volume: https://drive.google.com/open?id=1BTaLOp4F0zCwC_Fat 
bRugz47-IygXggf
 Rediluição:
https://drive.google.com/open?id=1j2kcLNcOvS3mfxtR
uoYkD9jZpI8Jp1bS
VÍDEOS:
https://drive.google.com/open?id=1KBPNK6Ph2rlh4lXXBuTz1US25biztk43
https://drive.google.com/open?id=1BTaLOp4F0zCwC_FatbRugz47-IygXggf
https://drive.google.com/open?id=1j2kcLNcOvS3mfxtRuoYkD9jZpI8Jp1bS
https://drive.google.com/open?id=1j2kcLNcOvS3mfxtRuoYkD9jZpI8Jp1bSREFERENCIAS
CONSELHOREGIONALDEENFERMAGEMDOESTADODESÃOPAULO(CORENSP).Boaspráticas:Cálcul
oseguroVolumeII:Cálculoediluiçãodemedicamentos.–SãoPaulo:COREN 
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