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AO2 - Princípios Jurídicos nas Organizações

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Leia o texto abaixo: O sinalagma é, na síntese de TRABUCCHI, o liame recíproco que existe em alguns contratos, entre a prestação e a contraprestação (obligatio ultro citroque). Contratos sinalagmáticos caracterizam-se pela circunstância de a prestação de cada uma das partes encontrar sua justificativa e seu fundamento na prestação da contraparte [do ut des, do ut facias, facio ut facias, facio ut des]. Essa ligacáo funcional entre as duas prestacóes — que assume releváncia tanto no momento da conclusáo do contrato [sinalagma genético] quanto no momento da sua execucáo [sinalagma funcional] — é típica dos contratos onerosos, nos quais, na diceño de MOTA PINTO, “cada uma das prestagdes ou atribuicdes patrimoniais é o correspectivo (a contrapartida) da outra, pelo que, se cada parte obtém da outra uma vantagem, está a pagá-la com um sacrifício que é visto pelos sujeitos do negócio como correspondente”.
Considerando as informacóes apresentadas, avalie as afirmagdes a seguir:
|- O sinalagma é fundamento de duas figuras jurídicas, quais sejam, a lesáo e a revisáo ou resolugáo do contrato por onerosidade excessiva.
|l - Alesáo ocorre quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiéncia, se obriga a prestacáo manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta.
lll. Quando há quebra do sinalagma contratual, tornando excessivamente oneroso o cumprimento da obrigacáo por uma das partes, admite-se a revisáo ou resolucáo judicial do contrato por onerosidade excessiva.
É correto o que se afirma em: |-, apenas
Il e lll, apenas
ll, apenas
|, apenas
I, 11 e III

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Leia o texto abaixo: O sinalagma é, na síntese de TRABUCCHI, o liame recíproco que existe em alguns contratos, entre a prestação e a contraprestação (obligatio ultro citroque). Contratos sinalagmáticos caracterizam-se pela circunstância de a prestação de cada uma das partes encontrar sua justificativa e seu fundamento na prestação da contraparte [do ut des, do ut facias, facio ut facias, facio ut des]. Essa ligacáo funcional entre as duas prestacóes — que assume releváncia tanto no momento da conclusáo do contrato [sinalagma genético] quanto no momento da sua execucáo [sinalagma funcional] — é típica dos contratos onerosos, nos quais, na diceño de MOTA PINTO, “cada uma das prestagdes ou atribuicdes patrimoniais é o correspectivo (a contrapartida) da outra, pelo que, se cada parte obtém da outra uma vantagem, está a pagá-la com um sacrifício que é visto pelos sujeitos do negócio como correspondente”.
Considerando as informacóes apresentadas, avalie as afirmagdes a seguir:
|- O sinalagma é fundamento de duas figuras jurídicas, quais sejam, a lesáo e a revisáo ou resolugáo do contrato por onerosidade excessiva.
|l - Alesáo ocorre quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiéncia, se obriga a prestacáo manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta.
lll. Quando há quebra do sinalagma contratual, tornando excessivamente oneroso o cumprimento da obrigacáo por uma das partes, admite-se a revisáo ou resolucáo judicial do contrato por onerosidade excessiva.
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Pontuação deste teste: 6 de 6 Enviado 5 de jun de 2023 em 9:35 Esta tentativa levou 115 minutos. Pergunta 1 0,6 / 0,6 pts Leia o texto abaixo: trabalhador que já tiver o direito de se aposentar poderá utilizar as regras atuais mesmo que entre com pedido após a aprovação da reforma da Previdência. relatório com as novas regras da aposentadoria deve ser discutido no plenário da Câmara nesta terça-feira (9), com previsão de aprovação antes do dia 18, quando começa o recesso parlamentar. Quem cumpriu os requisitos para se aposentar pelas regras atuais está preservado pelo direito adquirido e não será afetado pela reforma da Nesses casos, o trabalhador mantém o direito de se aposentar pelos critérios presentes, mesmo que Projeto de Emenda à Constituição da reforma entre em vigor. Isso vale para qualquer direito, porque a legislação, em tese, não pode retroagir, apenas ser aplicada a partir do momento em que passar a vigorar. "Essa é uma questão definida dentro do sistema judiciário. Durante a reforma da Previdência no fim dos anos 1990, houve uma controvérsia, mas o STF [Supremo Tribunal Federal] se posicionou na época sobre o assunto e determinou que o direito adquirido vale para quem tenha completado os requisitos nos termos da norma anterior. Não precisa ter feito o requerimento, basta ter completado o direito", explica o mestre em direito constitucional Rodrigo Mello professor de direito no Centro Universitário de Brasília (Uniceub). (R7. Quem tem já direito a se aposentar pode usar regra atual após reforma. Disponível pode-usar-regra-atual-apos-reforma-08072019. Acesso em: 30 jul. 2019) direito adquirido revela-se como uma faceta de qual princípio constitucional? Princípio do devido processo legal Princípio do contraditório e da ampla defesa Princípio da proporcionalidade Princípio da segurança jurídica Princípio da legalidade A resposta está correta. princípio da segurança jurídica está relacionado à sucessão das leis no tempo e no espaço, e está ligado à confiança que o cidadão tem de que as mudanças no ordenamento jurídico não irão afetar os direitos existentes quando da promulgação de uma nova lei, e é por isso que o inc. XXXVI do art. 5° da Constituição Federal determina que "a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada". Se um direito não foi exercido e uma nova lei é promulgada, ele se transforma em direito adquirido, porque esse direito era exercitável e exigível à época da lei antiga, e a lei nova não prejudicá-lo. Pergunta 2 0,6 0,6 pts Leia o texto abaixo: A DPU (Defensoria Pública da União) elaborou uma nota técnica em que afirma que a portaria publicada nesta semana pelo ministro Sérgio Moro (da Justiça e Segurança Pública) sobre a deportação de "pessoa perigosa" violaa Constituição e legislações sobre o direito migratório. A análise, feita por coordenadores da DPU, afirma que a portaria 666/2019 fere diversos dispositivos da Constituição, da Lei de Migração (13.445/2017) e da Lei do Refúgio (9.474/1997). Segundo o texto, ficam prejudicados em especial a garantia do devido processo legal no âmbito migratório, o contraditório e a ampla defesa. (...) O documento chama atenção para o fato de a portaria criar um novo mecanismo no direito migratório chamado de "deportação sumária" Os técnicos afirmam que o instituto não existe no ordenamento brasileiro e permitirá, com base em portaria ministerial, que qualquer imigrante esteja sob risco de ser deportado a qualquer momento "sob alegações genéricas de periculosidade, por meio de um processo administrativo materialmente inexistente, sem a adequada possibilidade de defesa e produção de prova e sem qualquer vinculação com a regularidade, ou não, de sua situação migratória no País". SUL. Portaria de Sergio Moro sobre a deportação de estrangeiros viola a Constituição, diz a Defensoria da Disponível em: http://www.osul.com.br/a- em: 31 jul. 2019). De acordo com o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I. A Portaria 666/2019 viola a Constituição Federal, em especial, os princípios do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa. PORQUE II. Pelo princípio do devido processo legal, que compreende os princípios do contraditório e da ampla defesa, a parte de um processo tem direito à plenitude de defesa, consistente em conhecer as alegações relevantes do processo e contrapondo-se a elas, utilizar todos os meios jurídicos disponíveis para se defender, e produzir as provas que entende cabíveis. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta: A asserção é uma proposição falsa, e a asserção é uma proposição verdadeira. As asserções e são proposições A asserção é uma proposição verdadeira, e a asserção é uma proposição falsa. As asserções e II são proposições verdadeiras, e a asserção é uma justificativa correta da asserção I. As asserções e II são proposições verdadeiras, mas a asserção não é uma justificativa correta da asserção Alternativa A: A resposta está correta, pois as asserções e são proposições verdadeiras, e a asserção é uma justificativa correta da asserção I. De acordo com o texto apresentado, a Portaria 666/2019 viola a Constituição Federal, em especial, os princípios do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa, pois esses princípios asseguram à parte envolvida em um processo que conheça as alegações em seu desfavor, contrapondo-se a elas, utilize todos os meios jurídicos disponíveis para se defender, e produza as provas que entende cabíveis, no que se chama de "plenitude de defesa". Segundo a Defensoria da União, o instituto da "deportação sumária", por não possibilitar ao imigrante a apresentação de defesa técnica por advogado e a produção de provas, viola os princípios do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa Pergunta 3 0,6 0,6 pts Leia o texto a seguir: A hermenêutica, enquanto problema teórico autônomo, é algo que se no contexto do renascimento e ganha fôlego com a reforma protestante e a questão da recepção do direito romano.Por óbvio, isso não significa que a filosofia não conhecesse problemas envolvendo a compreensão e a interpretação antes desse marco temporal. Na verdade, questões elementares para o tratamento atual do problema da interpretação, tais quais as relações entre todo e parte que presidem a lógica do círculo hermenêutico, possui um desenvolvimento ligado às regras da retórica e podem ter seus rudimentos encontrados já em Aristóteles e em seu Peri hermeneias. Todavia, a palavra posta assim, como título de livro e com uma intenção metodológica mais ou menos precisa, só aparece em 1654 com o teólogo J. Dannhauer. Desde então, distingue-se entre uma hermenêutica sacra (arte de interpretar as Sagradas Escrituras), uma hermenêutica juris (que cuida da arte de interpretar corretamente os textos jurídicos), e uma hermenêutica profana (também chamada de filológica, considerada a arte de interpretar os textos clássicos da literatura). Disponível em: Acesso em: 19 de maio de 2021. Considerando a situação expressa no texto, avalie as afirmações a seguir: I. As hermenêuticas especiais não se constituem almejando algum objetivo filosófico. II. A hermenêutica contemporânea não representa um método para auxiliar na interpretação. III. A hermenêutica não buscava alcançar uma compreensão daquilo que havia corrompido. É correto o que se afirma em: apenas. III, apenas. II e III. e apenas. apenas A alternativa está correta. A afirmação está correta, porque são fortemente fragmentárias, já que seus objetivos são didáticos, de apoio das disciplinas principais do conhecimento teológico, humanístico ou jurídico. A afirmação está incorreta, pois a hermenêutica mais contemporânea representa algo maior do que simplesmente um repositório de métodos para auxiliar o intérprete em sua tarefa de compreensão do direito. Trata-se de verdadeira filosofia e não de uma disciplina acessória, mas sim fundante e vinculada à própria existência e à linguagem. A afirmação III também está incorreta, pois a hermenêutica buscava alcançar uma nova compreensão daquilo que se havia corrompido, por distorção ou mau uso. Pergunta 4 0,6 0,6 pts Leia o texto abaixo: Dona Maria trabalha como copeira na empresa XYZ Corporate há mais de 15 anos. Nos últimos 6 meses, o salário de Dona Maria foi pago em atraso, e houve rumores de que a empresa estava "mal das pernas". Certo dia, Dona Maria chegou para trabalhar e encontrou a empresa fechada. Todos os funcionários estavam do lado de fora do prédio, sem poder entrar para trabalhar, e sem qualquer explicação a respeito do ocorrido. Nos dias que se seguiram, Dona Maria soube que a empresa foi encerrada na Junta Comercial, que os sócio-proprietários fugiram para o exterior sem pagar as verbas trabalhistas a que seus funcionários incluindo Dona Maria teriam direito, e que também havia pedido de decretação de falência da empresa formulado por seus credores. De acordo com o texto apresentado, avalie as afirmações a seguir:O encerramento irregular da empresa na Junta Comercial, sem o pagamento das verbas trabalhistas dos funcionários, configura fraude e abuso de direito, e autoriza a desconsideração da personalidade jurídica. Pelo princípio da autonomia patrimonial, é impossível os sócios responderem por dívidas assumidas pela sociedade, ainda que tenha havido fraude contra os credores. III. Pelo princípio da subsidiariedade da responsabilidade dos sócios, os sócios apenas responderão pelas dívidas da sociedade após o esgotamento dos bens dela, e mesmo assim observando-se as limitações impostas pela lei. IV intuito da desconsideração da personalidade jurídica é considerar os bens dos sócios e da sociedade como uma universalidade que deve responder pelas dívidas da sociedade em caso de fraude ou abuso de direito. É correto o que se afirma em: I, e IV, apenas II, apenas e apenas I, apenas A resposta está correta, pois apenas as afirmações I, e IV são verdadeiras. A asserção é verdadeira, pois o encerramento irregular da empresa na Junta Comercial, sem o pagamento das verbas trabalhistas dos funcionários, configura fraude e abuso de direito, autorizando a desconsideração da personalidade jurídica, nos termos do art. 28 do Código de Defesa do Consumidor. A asserção é falsa. Pelo princípio da autonomia patrimonial, os bens, direitos e obrigações da pessoa jurídica não se confundem com os dos seus sócios, porém, estes poderão ser responsabilizados depois de executados os bens da sociedade e se constatada a fraude ou abuso de direito. A asserção III é verdadeira, pois o princípio da subsidiariedade da responsabilidade dos sócios pelas obrigações sociais significa que, em caso de dívida assumida pela sociedade, os bens dos sócios apenas poderão ser executados após a execução dos bens da sociedade, e mesmo assim observando-se eventuais limitações impostas pela lei. Esse princípio é uma decorrência do princípio da autonomia patrimonial. A asserção IV é verdadeira, pois o intuito da desconsideração da personalidade jurídica é afastar a divisão existente entre os bens dos sócios e da empresa, considerando-os como uma universalidade de bens que deve responder pelas dívidas da sociedade assumidas pelos sócios com fraude ou abuso de direito. Pergunta 5 0,6 0,6 pts Leia o texto abaixo: As normas jurídicas são normas de comportamento ou de organização que emanam do Estado ou por ele têm sua realização garantida. Pertencem, portanto, à ordem ética, que estabelece as leis do dever ser. Sua existência prende-se à necessidade de se estabelecer uma ordem que permita a vida em sociedade, evitando ou solucionando conflitos, garantindo a segurança nas relações sociais e jurídicas, promovendo a justiça, a segurança, o bem comum, com o que também garante a realização da liberdade, da igualdade e da paz social, os chamados valores fundamentais e consecutivos da axiologia jurídica. Seu objeto é, em suma, o comportamento das pessoas, que se visa disciplinar ou orientar de acordo com os valores fundamentais de cada grupo social. (AMARAL, Francisco. Direito Civil: introdução. ed. revista e modificada. São Paulo: Saraiva Educação, 2018, p. 153). Os atributos da norma jurídica são os traços técnicos que as situam no ordenamento jurídico. Esses atributos são: Validade, vigência e eficáciaValidade, vigência, vigor e eficácia Vigência, coercibilidade, abstratividade e eficácia coercibilidade, vigor e eficácia Vigor, eficácia e imperatividade Alternativa A: A alternativa está correta. Os atributos da norma jurídica são: validade, vigência, vigor e eficácia. Validade é o atributo que diz se uma norma é legal ou ilegal, constitucional ou inconstitucional. Vigência é um atributo temporal, e se refere ao momento em que a norma começa a produzir efeitos. Vigor é a capacidade que a norma tem de obrigar as pessoas e as autoridades, impondo comportamentos. Eficácia é o atributo que corresponde à verificação dos efeitos sociais da norma. Pergunta 6 0,6 / 0,6 pts Leia o texto abaixo: Código Civil de 2002 trata, no seu Livro II, Título I, do "Direito de Empresa". Desaparece a figura do comerciante, e surge a figura do empresário (da mesma forma, não se fala mais em sociedade comercial, mas em sociedade empresarial). A mudança, porém, está longe de se limitar a aspectos terminológicos. Ao disciplinar o direito de empresa, o direito brasileiro afasta-se, definitivamente, da ultrapassada teoria dos atos de comércio, e incorpora a teoria da empresa ao nosso ordenamento jurídico, adotando o conceito de empresarialidade para delimitar o âmbito de incidência do regime jurídico comercial. Não se fala mais em comerciante, como sendo aquele que pratica habitualmente atos de comércio. Fala-se agora em empresário, sendo este o que "exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços" (CC/02, art. 966). (RAMOS, Luiz Santa Cruz. Direito Comercial ou Direito Empresarial? Notas sobre a evolução do mercatorum. Disponível em: Acesso em: 29 jul. I. É obrigatória a inscrição do empresário ou da sociedade na Junta Comercial PORQUE II. registro na Junta Comercial confere existência e regularidade à atividade empresarial, sendo que a principal sanção pela ausência de registro é a responsabilização ilimitada dos sócios pelas obrigações empresariais.2019) As asserções e são proposições falsas. A asserção é uma proposição verdadeira, e a asserção é uma proposição falsa. A asserção é uma proposição falsa, e a asserção é uma proposição verdadeira As asserções e são proposições verdadeiras, mas a asserção não é uma justificativa correta da asserção As asserções e II são proposições verdadeiras, e a asserção é uma justificativa correta da asserção I.Alternativa A: A alternativa está correta, pois as asserções e são proposições verdadeiras, e a asserção é uma justificativa da I. A asserção é verdadeira, pois a inscrição do empresário ou da sociedade na Junta Comercial é requisito obrigatório, pois é ele que dá existência legal à atividade empresária e confere a ela regularidade. A asserção é verdadeira, pois a exploração de atividade econômica sem o devido registro sujeita o seu titular a várias sanções, dentre elas, a responsabilização ilimitada dos sócios pelas obrigações empresariais. Pergunta 7 0,6 0,6 pts Leia o texto a seguir: Através da definição legal de empresário podem ser extraídos os seus principais elementos caracterizadores: economicidade; organização; profissionalidade; assunção do risco; e direcionamento ao mercado. A economicidade relaciona-se ao fato do empresário enquanto sujeito de direitos que exerce a empresa -, desenvolver atividades econômicas, ou seja, atividades voltadas para a produção de riquezas. A organização é essencial na vida de qualquer empresário, pois para o bom exercício da atividade empresarial, é preciso organizar os fatores de produção. Vale lembrar que essa organização também pode ser de trabalho alheio, de bens, ou de ambos. em: 04 de maio de 2021. Adaptado Considerando as informações apresentadas, assinale a opção correta. Nem sempre o empresário se vale do trabalho de outras pessoas e usa o capital próprio na empresa. Os produtores rurais e "empresários do campo" são distintos, pois produtor rural exerce atividade fora da atividade econômica Empresário é a pessoa que exerce de forma profissional a atividade econômica organizada. A empresa não representa aparato produtivo que coordena a produção Os produtores rurais e "empresários do campo" são distintos, pois produtor rural exerce atividade fora da atividade econômica A alternativa está artigo 966 do Código Civil traz de forma expressa o conceito de empresário como sendo aquele que exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços. Diante dessa definição legal podem ser extraídos os seus principais elementos caracterizadores: economicidade; organização; profissionalidade; assunção do risco; e direcionamento ao mercado Pergunta 8 0,6 0,6 ptsLeia o texto a seguir: Contrato é o termo surgido no Direito Romano que é um termo jurídico-histórico, isto é, compreende não só a ordem jurídica que teve lugar ao longo da história de Roma, mas também as ideias e experiências surgidas desde o momento da fundação da cidade até a desagregação do Império após a morte de Justiniano, num clima de formalismo, de inspiração religiosa, o contrato se firmou, no direito canônico assegurando à vontade humana a possibilidade de criar direitos e obrigações. Natural dos canonistas, a teoria da autonomia da vontade foi desenvolvida pelos enciclopedistas filósofos e juristas que perceberam a Revolução Francesa e afirmaram a obrigatoriedade das convenções, equiparando-as, para as partes contratantes à própria Surge assim o princípio: "pacta sunt São os jusnaturalistas que levam o contratualismo ao seu apogeu, baseando num contrato a própria estrutura estatal (O Contrato Social de Rousseau) e fazendo com que, em determinadas legislações, o contrato não mais se limite a criar obrigações podendo criar, modificar ou extinguir qualquer direito, inclusive os direitos reais. Disponível em: Acesso em: 20 de maio de 2021 No contexto da definição de contratos, assinale a opção correta. Com advento do novo código civil em 2002, as relações civis passam por grandes mudanças, sendo as partes relacionadas a contratos as menos afetadas. Contrato é um negócio jurídico pelo qual as partes se ajustam para alcançar objetivos específicos. Ato unilateral é outro termo que pode ser utilizado no lugar de contrato. contrato jurídico é inerente e é a partir dele que surge a manifestação de vontade. Diante da formalização do contrato, objeto ou conteúdo requer que seja A alternativa está correta. contrato é um negócio jurídico pelo qual as partes se ajustam para alcançar objetivos específicos, dessa forma, contrato trata-se de um acordo de vontades com a finalidade de produzir efeitos jurídicos. negócio jurídico são atos jurídicos que decorrem da manifestação de vontade das partes com o objetivo de atingir uma finalidade específica. É por meio dele que as partes se vinculam e estabelecem regras que irão disciplinar seus interesses. Pergunta 9 0,6 0,6 pts Leia o texto a seguir: Toda a caracterização do Constitucionalismo ao longo da história se funda na pluralidade de teorizações e práticas jurídicas construídas em torno do pressuposto de limitar os poderes do Estado e defender os direitos fundamentais do ser humano. Esses traços essenciais permanecem em vigor e fazem parte do transfundo dos atuais debates sobre a razão de ser das Constituições e as tarefas do Direito Constitucional. Certamente, o Constitucionalismo contemporâneo apresenta traços que o diferenciam daquele surgido no bojo dos processos revolucionários do século XVIII e que permaneceu à sombra dos códigos durante o século XIX. Amparados nessa constatação alguns autores identificam o surgimento de uma possível nova cultura jurídica e recorrem à expressão neoconstitucionalismo para sintetizar essa mudança. Como veremos no decurso da exposição, o que seja inédito ou realmente inovador é algo que deve ser convenientemente estudado, detectandosuas virtudes e dificuldades. A expressão é polêmica, muito embora seja aglutinadora de uma série de tópicos que marcam um processo crescente de constitucionalização dos ordenamentos jurídicos. A advertência resulta a nosso juízo importante porque é de se considerar que a Ciência do Direito e a cultura jurídica se encontram numa espécie de "revolução permanente". Isso significa que o que seja o Constitucionalismo de nossos dias contém algo do pretérito, remoto ou imediato. Sabe-se que não há cortes epistemológicos tão radicais que não permitam pensar no passado para negar ou confirmar categorias jurídicas que viajam no tempo. Como tampouco, que não fórmulas constitucionais desprendidas de intenções e esperanças para o futuro. Disponível Acesso em: 19 de maio de 2021 É preciso dizer que o constitucionalismo é um movimento social, político, jurídico e ideológico. surgiu junto com a Constituição de 88 por ser considerado moderno. é definido como conjunto de princípios escritos ou costumeiros não tem um objetivo definido não é marcado por movimento sociais no início de sua fase. A alternativa está O constitucionalismo é um movimento social político, jurídico e ideológico que parte da ideia de que os Estados devem ter constituições escritas, que limitem o poder do Estado e garantam o atendimento aos direitos fundamentais dos cidadãos. Esse conceito é chamado de constitucionalismo moderno. Pergunta 10 0,6 0,6 pts Leia o texto abaixo: O sinalagma é, na síntese de TRABUCCHI, o liame recíproco que existe em alguns contratos, entre a prestação e a contraprestação ultro citroque). Contratos sinalagmáticos caracterizam-se pela circunstância de a prestação de cada uma das partes encontrar sua justificativa e seu fundamento na prestação da contraparte [do ut des, do ut facias, facio ut facias, facio ut des]. Essa ligação funcional entre as duas prestações que assume relevância tanto no momento da conclusão do contrato [sinalagma genético] quanto no momento da sua execução [sinalagma funcional] é típica dos contratos onerosos, nos quais, na dicção de MOTA PINTO, "cada uma das prestações ou atribuições patrimoniais é o correspectivo (a contrapartida) da outra, pelo que, se cada parte obtém da outra uma vantagem, está a pagá-la com um sacrifício que é visto pelos sujeitos do negócio como correspondente". (STF. Ações Diretas de Inconstitucionalidade 3105 e 3128. Voto do Ministro Eros Grau. Disponível em: Acesso em: 30 jul. 2019) Considerando as informações apresentadas, avalie as afirmações a seguir: I- sinalagma é fundamento de duas figuras jurídicas, quais sejam, a lesão e a revisão ou resolução do contrato por onerosidade excessiva. A lesão ocorre quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta. III. Quando há quebra do sinalagma contratual, tornando excessivamente oneroso o cumprimento da obrigação por uma das partes, admite-se a revisão ou resolução judicial do contrato por onerosidade excessiva. É correto o que se afirma em:e apenas e III, apenas II, apenas apenas I, Alternativa A: A resposta está correta, pois todas as afirmações são verdadeiras. A afirmação é verdadeira, pois o sinalagma corresponde ao princípio do equilíbrio econômico, e está previsto no Código Civil como fundamento de duas figuras jurídicas: a lesão e a revisão ou resolução do contrato por onerosidade excessiva. A afirmação é verdadeira, pois a lesão está prevista no art. 157 do Código Civil: "ocorre a lesão quando uma pessoa, sob premente necessidade, ou por inexperiência, se obriga a prestação manifestamente desproporcional ao valor da prestação oposta". A afirmação III é verdadeira, pois quando há quebra do sinalagma contratual, ou seja, quando há desequilíbrio entre as prestações, a parte poderá requerer a revisão judicial do contrato naqueles casos em que ainda for possível manter o vínculo contratual, apenas modificando-se a prestação (arts. 317 e 479, CC), ou poderá requerer a resolução do contrato (arts. 317 e 478, CC). Pontuação do teste: 6 de 6