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Licenciado para - Lauren Stephanie Vieira Jardim - Protegido por Eduzz.com
2
Apresentação
Autor: Cirurgias da Face - @cirurgiasdaface
1. Você domina completamente os Mecanismos de Ação dos Anestésicos
Locais?
2. Você conhece todas as Técnicas Anestésicas e sabe como aplicá-las na
Prática?
3. Você conhece e sabe como manejar TODAS as complicações relacionadas à
Anestesia Local?
ATENÇÃO: SE VOCE RESPONDEU ‘NÃO’ PARA QUALQUER UMA DESSAS 3
PERGUNTAS, ESSE RESUMO É PARA VOCÊ!
O Resumo Manual de Anestesia Local tem como propósito apresentar
informações objetivas e de forma simplificada sobre os mecanismos de ação,
todas as técnicas anestésicas e as possíveis complicações.
Aqui você vai encontrar um resumo completo, que servirá para todo o
público da Odontologia.
Será ESSENCIAL para: o aluno que está na graduação iniciando os aprendizados
em anestesia local, o profissional formado de qualquer área que gostaria de
aprimorar seus conhecimentos e até os futuros cirurgiões que estão estudando
para provas de Residência em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial
(CTBMF)!!
Estou à disposição para qualquer comentário ou dúvida em relação a temas
relacionados à CTBMF.
Para me encontrar, basta pesquisar Cirurgias da Face no Instagram e me
seguir por lá.
Espero contribuir com os seus estudos.
Cirurgias da Face,
Residente R3 em CTBMF.
2020.
Resumo de Anestesia Local – Cirurgias da Face
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Resumo de Anestesia Local
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Autor: Cirurgias da Face - @cirurgiasdaface
Índice
3
CAP. 1 –NEUROFISIOLOGIA
CAP. 2 – FARMACOCINÉTICA DOS ANESTÉSICOS LOCAIS
CAP. 3 – FARMACOLOGIA DOS VASOCONSTRITORES
CAP.4 –AÇÃO CLÍNICA DE SUBSTÂNCIAS ESPECÍFICAS
CAP. 5 – 9 (ARMAMENTÁRIO)
CAP. 10 – AVALIAÇÃO FÍSICA E PSICOLÓGICA
CAP. 11 – TÉCNICA BÁSICA DE INJEÇÃO
CAP. 12 – CONSIDERAÇÕES ANATÔMICAS
CAP. 13 – TÉCNICAS DE ANESTESIA MAXILAR
CAP. 14 –TÉCNICAS DE ANESTESIA MANDIBULAR
CAP. 15 –TÉCNICAS SUPLEMENTARES DE INJEÇÃO
CAP. 16 – CONSIDERAÇÕES SOBRE ANESTÉSICOS NAS
ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS
CAP. 17 –COMPLICAÇÕES LOCAIS
CAP. 18 –COMPLICAÇÕES SISTÊMICAS
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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Resumo de Anestesia Local – Cirurgias da Face
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CAP. 1 –NEUROFISIOLOGIA
Anestesia: Perda da sensação pela depressão da excitação nas terminações nervosas ou pela
inibição do processo de condução dos nervos periféricos, sem perda de consciência.
Estabelecem um bloqueio da via química entre a origem do impulso e o cérebro.
Anestésicos locais não devem ser irritante aos tecidos, devm ser reversível, ter baixa
toxicidade e duração longa o suficiente para o procedimento apenas.
O anestésico local aumenta o limiar de descarga de um nervo, portanto mais sódio precisa
atravessar a membrana para induzir uma despolarização.
A membrana nervosa é o local onde os anestésicos exercem suas ações, agindo dentro dos
canais de membrana, ligando-se a receptores específicos nos canais de sódio, diminuindo
seletivamente a permeabilidade aos íons sódio interrompendo a condução nervosa. Esse
bloqueio nervoso é chamado “bloqueio nervoso não despolarizante”.
4
PARTE I –MEDICAMENTOS
Autor: Cirurgias da Face - @cirurgiasdaface
Resumo de Anestesia Local – Cirurgias da Face
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CAP.4 –AÇÃO CLÍNICA DE SUBSTÂNCIAS ESPECÍFICAS
ANESTÉSICOS TIPO ÉSTER
- CLORIDRATO DE PROCAÍNA (procaína 2%)
O que mais provoca vasodilatação, por isso provoca maior sangramento em cirurgias.
- CLORIDRATO DE PROPOXICAÍNA
São todos praticamente inutilizados na forma de tubetes na odontologia.
ANESTÉSICOS TIPO AMIDA
Reações alérgicas as amidas são praticamente inexistentes, mas possíveis.
- CLORIDRATO DE LIDOCAÍNA
Metabolizada no fígado, excretada pelos rins, moderada vasodilatação. (Lidocaína 2% e 5% em 
tópica). Começa mais rápido, dura mais, é mais profunda que a Procaína. Padrão ouro dos 
anestésicos locais. 
> A lidocaína sem vaso é pouco usada, pois suas atividades vasodilatadores limitam o uso. 
> A lidocaína 2% com 1:50 000 de adrenalina melhora a questão do sangramento e perfusão, 
tendo absorção mais lenta – 60 minutos pulpar e 3 a 5 horas de tecido mole. Devido a 
concentração alta de adrenalina é ideal para hemostasia.
> Lidocaina 2% com 1:100 000 de adrenalina é semelhante à anterior, mas não proporciona a 
hemostasia da 1:50 000. Ela é mais indicada quando se trata de pacientes ASA 3 ou 4, que 
podem ser mais sensíveis a concentração de 1:50 000
- CLORIDRATO DE MEPIVACAÍNA
Metabolizada no fígado e excretada pelos rins, produz ligeira vasodilatação (duração mais
longa). Mepivacaína 3% sem vaso e 2% com vaso. Dose máxima recomendada 6,6mg/kg com
max em 400mg. A mepi 3% é indicada para pacientes com contraindicação de vasoconstritor. A
mepi 2% com vaso, anestesia 60 min pulpar e 3 a 5 horas tecido mole.
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Autor: Cirurgias da Face - @cirurgiasdaface
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PARTE III –TÉCNICAS DE ANESTESIA REGIONAL 
EM ODONTOLOGIA
Autor: Cirurgias da Face - @cirurgiasdaface
CAP. 10 –AVALIAÇÃO FÍSICA E PSICOLÓGICA
Avaliar se o paciente pode tolerar o procedimento com segurança. Deve-se avaliar o risco
relativo apresentado pelo paciente. Função hepática, renal, cardiovascular devem ser avaliadas
antes da administração de anestésico local. A maioria das reações indesejáveis, não são pela
droga do anestésico, mas sim de origem psicogênica (síncope vasodepressora e
hiperventilação).
OBJETIVOS
Determinar a capacidade do paciente do paciente tolerar fisicamente e psicologicamente o
estresse envolvido. Determinar se modificações no tratamento estão indicadas, se precisa de
sedação e determinar se há contra-indicações.
Avaliação Física: Questionário da história médica, exame físico e história obtida por entrevista.
Assim o CD é capaz de determinar o estado físico e psicológico, encaminhar para consulta
medica se indicado e modificar o tratamento.
Questionário da História Médica: necessidade moral e legal – dão informações importantes
sobre a condição física e psicológica.
A validade de um questionário se dá pela capacidade do CD interpretar o significado das
respostas.
O questionário é dividido em seções: sinais e sintomas (Você já teve?), doenças diagnosticadas
(Você tem ou já teve?), tratamentos médicos.
- Dor no peito (Angina) – indica habitualmente doença coronariana com isquemia do
miocárdio, fator de risco desse típico paciente é ASA 3. Sedação é indicada em pacientes com
angina. Angina instável é ASA 4.
- Alteração no peso pode indicar, hipo ou hipertireoidismo, carcinoma disseminado, diabetes
melito não controlado.
- Tosse associada à infecção respiratória confere ao paciente ASA 2.
- Hemofilia está associado à sangramento prolongado.
Resumo de Anestesia Local – Cirurgias da Face
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Autor: Cirurgias da Face - @cirurgiasdaface
CAP. 10 –AVALIAÇÃO FÍSICA E PSICOLÓGICA
- Desmaio (síncope vasodepressora) é a emergência médica mais comum na odontologia.
- Convulsão é comum (paciente epilético) – estresse. Sedação é altamente indicada. Epiléticos
controlados são ASA 2, com crises frequentes ASA 3 ou 4. Intoxicação por anestésico induz
convulsão tônico-clônica.- Casos de infarto do miocárdio devem ser considerados ASA 4 até que haja uma consulta com o
cardiologista, ASA 3 se o acidente ocorreu dentro de 6 meses até o procedimento eletivo e ASA
2 após 6 meses.
- Insuficiência cardíaca: controle da dor adequado é imprescindível para os que são ASA 2 ou 3,
ter O2 suplementar.
- AVC: Pode apresentar outro AVC ou convulsão em caso de hipóxia, por isso usar anestésico
com vaso para controle efetivo da dor. Pacientes pós-AVC são ASA 4 até 6 meses e ASA 3 após
isso.
- Hipertensão: Ver interações com os remédios que ele toma, reduzir estresse.
- Doenças respiratórias: Asma controlado é ASA 2, diminuir estresse. DPOC, é importante ter O2
suplementar, pode ser ASA 2, 3 ou 4 dependendo do grau de incapacidade.
- Doenças hepáticas: podem ser transmissíveis, cuidado ao selecionar drogas metabolizadas no
fígado, está indicado anestésico com vaso com ajuste de dose levando em conta como pacientes
considerados ASA 4.
- História de tumor ou câncer: Tecido irradiados tem menos resistência a infecções,
vascularização diminuída e menor capacidade de reparo. Deve conversar com oncologista.
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CAP. 12 –CONSIDERAÇÕES ANATÔMICAS
NERVO TRIGÊMIO: Quinto par do nervo craniano. Inervação sensorial dos dentes, ossos e
tecidos moles da cavidade oral. Tem raiz motora e raiz sensorial.
Raiz motora: Nervo mandibular (misto) – forame oval.
Raiz sensorial: Divisão oftálmica – fissura orbital superior. Divisão maxilar – forame redondo
- Divisão Oftálmica (V1): Supre o globo ocular, a conjuntiva, a glândula lacrimal, mucosa do
nariz e seios paranasais e pele da testa. Quando o V1 é paralisado a conjuntiva ocular se torna
insensível ao tato. São eles: Nervo Nasociliar, Nervo Frontal e Nervo Lacrimal.
- Divisão Maxilar (V2): Sensorial. Inerva: Parte média da face, pálpebra inferiro, lateral do
nariz, lábio superior, nasofaringe, seio maxilar, palato mole, tonsila e palato duro, dentes e
tecidos periodontais. Divide-se em Ramos Intracranianos, Ramos a Fossa Pterigopalatina,
Ramos do canal infraorbital N alveolar superior médio e anterior) e Ramos para a face.
- Divisão Mandibular (V3): Maior ramo do nervo trigêmeo, é um nervo misto. Divisão anterior:
inervação motora dos músculos da mastigação e sensorial a bochecha e mucosa bucal de
molares – nervo bucal. Divisão posterior: nervo auriculotemporal, lingual e alveolar inferior (N
milo-hioideo ramifica antes de entrar no canal mandibular).
Osteologia: O osso na região dos dentes maxilares é comumente esponjoso e mais poroso,
ocasionando maior anestesia do que em áreas com osso cortical mais denso como na mandíbula.
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CAP. 13 –TÉCNICAS DE ANESTESIA MAXILAR
O local de infiltração do anestésico determina o tipo de injeção administrada.
Infiltração Local: Ramos terminais do nasopalatino e palatino maior (tecidos moles). Indicado
normalmente para obter certa hemostasia e controle da dor local. Não utilizar solução
vasoconstritora muito concentrada.
Bloqueio de Campo: Infiltração próximo às terminações dos ramos maiores. Tratamento é
realizado mais distante – Administração acima do ápice.
Bloqueio de Nervo: Anestésico próximo a um campo nervoso, distante do local de intervenção.
A escolha da técnica adequada depende sempre do procedimento a ser realizado.
DENTES E TECIDOS MOLES E DUROS BUCAIS
- Injeção Supraperiosteal: Mais usada para anestesia dos dentes superiores (infiltração
local). Não indicada quando vai tratar mais de 3 dentes. Anestesia ramos do plexo dentário,
periósteo vestibular e tecido conjuntivo e mucosa. Contra-indicada quando tem inflamação.
Realizada na altura da prega mucovestibular.
- Bloqueio do Nervo Alveolar Superoposterior: Tem certo potencial de formar hematomas.
Eficaz para 1, 2 e 3 molares, exceto raiz mésio-vestibular do 1, e tecido periodontal vestibular e
osso. Usa agulha curta, em prega mucobucal. É contra-indicada quando o risco de hemorragia é
grande (hemofilia), ai usa supraperiosteal ou no ligamento periodontal. Injeção pra cima, para
trás e para dentro. Se aplicar muito posterior o plexo pterigoideo ou a artéria maxilar podem
ser lesionadas, causando hematoma. O ramo mandibular do nervo trigêmeo passa
lateralmente ao ASP, podendo apresentar graus variáveis de anestesia com esse procedimento
- Bloqueio do Nervo Alveolar Superior Médio: Pré-molares e raiz mesio-vestibular do 1
molar, tecido moles e duros vestibulares da região. É indicado quando a anestesia do nervo
infra-orbitário não produzir efeito ao canino superior.
- Bloqueio do Nervo Alveolar Superoanterior (infraorbitário): Polpa e tecidos moles desde
incisivo central superior até pré-molares. Necessita de menor volume de anestésico. Não
oferece risco ao olho. É indicada quando tem inflamação e a supraperiosteal não funciona.
Inserção na prega mucovestibular diretamente sobre o 1 pré-molar, a área alvo é o forame
infra-orbitário. Dormencia na pálpebra inferior, lateral do nariz e lábio superior. Hematoma é
raro.
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CAP. 16 – CONSIDERAÇÕES SOBRE ANESTÉSICOS NAS
ESPECIALIDADES ODONTOLÓGICAS
ODONTOPEDIATRIA
Técnicas: crânio infantil apresenta diferenças anatômicas em relação aos adultos. Ossos são
menos densos, que permite uma difusão mais rápida do anestésico. Na maxila todos os dentes
podem ser anestesiados por infiltração supraperiosteal. Na mandíbula, a infiltração
supraperiosteal pode ser suficiente para o controle da dor em dentes decíduos inferiores. BNAI
- O forame mandibular em crianças localiza-se na altura do plano oclusal, diferentemente dos
adultos que é cerca de 7mm acima do plano. Usar agulha curta
PERIODONTIA
Vasoconstritores para hemostasia e controle da dor. Infiltração intrasseptal apenas pode ser
suficiente para procediementos de retalho periodontal.
CIRURGIA BUCOMAXILOFACIAL
Mesmo com o paciente sob anestesia geral, a anestesia local é utilizada pois:
- A anestesia geral impede que o SNC identifique a dor e que haja resposta, porém não impede
que a PA, FC e FR se alterem com o estímulo cirúrgico.
- Promover hemostasia durante o procedimento. A anestesia residual melhora o controle da dor
no PO.
ANESTESIA DE LONGA DURAÇÃO
Em procedimentos mais longos (+2horas), é indicado usar a: bupivacaína devido à sua ação
mais prolongada – 8 horas na mandíbula e 5 na maxila. O vasoconstritor da Bupivacaína não
altera seu tempo de ação. A anestesia de longa duração tem ação importante no controle da dor
pós-operatória. - Procedimentos cirúrgicos leves tem dor PO bem controlada com AINES e
analgésicos.
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Autor: Cirurgias da Face - @cirurgiasdaface
Resumo de Anestesia Local – Cirurgias da Face
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CAP. 17 –COMPLICAÇÕES LOCAIS
Para qualquer complicação deve-se fazer uma anotação na ficha do paciente.
- Fratura de agulha: Rara (1:14 milhões). Maioria em BNAI. O problema não é afratura em si,
mas sim se não conseguir remover o fragmento, pois ele pode provocar lesões aos tecidos
moles e migrar para outros locais, podendo ser necessário a remoção em ambiente hospitalar.
- Parestesia ou Anestesia Prolongada: Pacientes hiper-reativos podem experimentar anestesia
prolongada (não é problema). Quando persiste por vários dias, deve-se investigar. Parestesia:
anestesia persistente, sensação alterada além da duração da anestesia, hiperestesia e disestesia.
Pode ocorrer por trauma mecânico ao nervo, contaminação do tubete com álcool (neurolítico)
ou substancia para esterilização. Alguns autores dizem que a articaina não deve ser usada para
BNAI devido à seu maior risco de causar parestesia (lesão ao nervo). *A lesão pode ser
mecânica, isquemia neural ou toxicidade do anestésico. A maioria dos casos se resolve
espontaneamente em 8 semanas, a não ser que a lesão seja grave a ponto de ser permanente
(raro). Geralmente é indicado aguardar alguma resolução dentro de 2 meses antes de
considerar intervenção cirúrgica.
- Paralisia do Nervo Facial: 7º nervo craniano. Impulsos motores. Ocorre normalmente quando
da infiltração infraorbitária ou nos caninos superiores. Quando introduz acidentalmente
anestésico no lobo profundo da parótida (mais comum). A paralisia é transitória, porém o
paciente fica sem piscar, além de perder os outros movimentos da face – unilateral.
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PARTE IV –COMPLICAÇÕES
Autor: Cirurgias da Face - @cirurgiasdaface
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CAP. 18 –COMPLICAÇÕES SISTÊMICAS
Manejo:
Reações cutâneas tardias e imediatas: P>A>B>C>D – Bloqueador de histamina 50mg de
difenidramina ou 10mg clorfenidramina, monitorar sinais vitais, prescrever bloqueador de
histamina por 3 dias.
Reações respiratórias: (broncoespasmo) P>A>B>C>D – adm O2, epinefrima IM ou Albuterol
(broncodilatador inalatório), ambulância. (Edema de laringe) – leva a perda de consciência pela
falta de O2. P>A>B>C>D – epinefrina IM, chama ambulância, manter via aérea, adm bloqueador
de histamina, corticosteroide IM. Se necessário deve-se realizar cricotirotomia para criar via
aérea adequada.
(Anafilaxia generalizada) – Improvável para anestésico local. P>A>B>C>D – epinefrina
(seringas pré-carregadas), ambulância, adm O2, monitoriar sinais vitais.
Se o paciente perder a consciência mas não apresenta sinais de alergia, o diagnóstico
diferencial inclui síncope vasodepressora – decúbito dorsal com pernas ligeiramente elevadas,
monitorar sinais vitais, adm O2.
Mesilato de Fentolamina: Antagonista dos receptores alfa-adrenérgicos, bloqueando a ação a
adrenalina. Tem efeitos de vasodilatação que aumentam a perfusão do anestésico, revertendo
seu efeito. Indicado para evitar a anestesia de tecidos moles residual. Indicado para uso em
crianças (+6anos/15kg), adultos com necessidades especiais, pacientes com diabetes (que pode
ficar sem comer devido a dormência).
Idiossincrasia: Reação inversa do esperado. Exemplo: Excitação do SNC, ao invés de Depressão.
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