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Coronavírus (COVID-19) 
COVID-19 é uma doença causada por um vírus da família 
dos coronavírus. Registros da doença iniciaram-se no ano de 
2019, mas a identificação do agente causador e as 
consequências dessa infecção só ocorreram no ano de 2020. 
Responsável por causar febre, dificuldade respiratória e tosse, 
essa infecção assemelha-se a uma gripe. Entretanto, a COVID-
19 pode levar a complicações sérias e até mesmo à morte, 
devendo ser, portanto, encarada como um grave problema de 
saúde pública. A transmissão da COVID-19 ocorre de uma 
pessoa para outra por meio do contato com gotículas 
respiratórias. Assim sendo, uma das medidas para se prevenir é 
evitar locais com aglomerações de pessoas. 
 
ATENÇÃO: A COVID-19 é uma doença nova e muitos estudos 
estão sendo feitos a respeito dessa infecção. Assim sendo, 
novas informações podem ser adicionadas a este texto na 
medida em que as pesquisas sobre o tema avançarem. 
O que é a COVID-19? 
A COVID-19 é uma doença causada por um vírus da família do 
coronavírus, o SARS-CoV-2. Esse vírus, assim como outros 
dessa família, é capaz de provocar infecções que afetam 
o sistema respiratório. Desse modo, ela pode facilmente ser 
confundida com uma gripe ou resfriado. 
 
 
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/virus-2.htm
https://brasilescola.uol.com.br/doencas/coronavirus.htm
https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/biologia/o-que-e-infeccao.htm
https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/biologia/o-que-e-febre.htm
https://brasilescola.uol.com.br/doencas/gripe.htm
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sistema-respiratorio.htm
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sistema-respiratorio.htm
https://brasilescola.uol.com.br/saude-na-escola/diferenca-entre-gripe-resfriado.htm
A COVID-19 é uma doença causada por um vírus da família dos 
coronavírus. 
Os primeiros casos da doença ficaram conhecidos no final de 
2019, quando a Organização Mundial da Saúde foi comunicada 
sobre vários casos de pneumonia, sem causa definida, 
ocorrendo na cidade de Wuhan, província de Hubei, na China. 
No dia 7 de janeiro de 2020, as autoridades identificaram o 
agente causador da doença. 
 
Rapidamente a COVID-19 espalhou-se por vários locais do 
planeta, levando a Organização Mundial de Saúde a classificar 
a doença como uma pandemia. Até às 10:34 h do dia 25 de 
fevereiro de 2021, haviam 111.999.954 casos confirmados de 
COVID-19, incluindo 2.486.679 mortes, e notificados à OMS. 
 
 
Quais os sintomas da COVID-19? 
 
Como a COVID-19 é uma doença que afeta o sistema 
respiratório, seus sintomas estão, principalmente, relacionados 
a esse sistema, o que a torna semelhante, muitas vezes, a uma 
gripe ou resfriado. Entre os sintomas mais frequentes, estão 
https://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/organizacao-mundial-saude-oms.htm
https://brasilescola.uol.com.br/doencas/pneumonia.htm
https://brasilescola.uol.com.br/doencas/pandemia.htm
a febre, tosse seca e cansaço. Contudo, outros sintomas podem 
ser observados, como coriza, dor de garganta, perda ou redução 
do olfato e paladar, dificuldade respiratória, náuseas, 
vômitos e diarreia. 
 
Vale salientar que algumas pessoas podem ser 
assintomáticas, ou seja, estarem infectadas, mas não 
desenvolverem sintomas. Outras, no entanto, podem ter 
a doença de maneira grave. Essa última situação ocorre, 
principalmente, em pessoas idosas e naquelas que possuem 
outros problemas de saúde, como hipertensão, problemas 
cardíacos e diabetes. Estima-se que cerca de 20% dos casos de 
COVID-19 necessitem de atendimento hospitalar devido à 
dificuldade respiratória, deles, cerca de 5% necessitam de 
suporte ventilatório. 
 
 
Os principais sintomas da COVID-19 são febre, dificuldade 
respiratória e tosse. 
 
Como é a transmissão da COVID-19? 
 
A COVID-19 pode ser transmitida de uma pessoa para outra por 
meio de gotículas respiratórias eliminadas pelo doente ao 
espirrar ou tossir. Essas gotículas podem também contaminar 
superfícies, assim, uma pessoa pode adquirir a infecção ao tocar 
nessas superfícies contaminadas, pois corre o risco de transferir 
o vírus para os olhos, nariz ou boca. É por isso que devemos 
https://brasilescola.uol.com.br/saude-na-escola/nausea-vomito.htm
https://brasilescola.uol.com.br/saude-na-escola/nausea-vomito.htm
https://brasilescola.uol.com.br/saude/diarreia.htm
https://brasilescola.uol.com.br/doencas/hipertensao.htm
https://brasilescola.uol.com.br/doencas/diabetes-mellitus.htm
manter uma distância de, pelo menos, 2 metros de outras 
pessoas e não tocar nos olhos, nariz ou boca com as mãos sem 
que elas tenham recebido a devida higienização. 
Vale salientar que não se sabe ao certo quanto tempo o vírus 
sobrevive em uma superfície, no entanto, o SARS-CoV-2 parece 
se comportar como outros coronavírus. Isso significa que 
ele pode permanecer vários dias sobre superfícies, sendo esse 
tempo variável a depender das características do ambiente e da 
superfície em que ele se encontra. Sendo assim, é importante 
higienizar lugares e objetos que são tocados com frequência, 
tais como maçanetas, celulares, brinquedos e computadores. 
 
Como é feito o diagnóstico da COVID-19? 
 
A COVID-19 é diagnosticada por meio da análise dos 
sintomas do paciente bem como pela realização de exames 
laboratoriais e de imagem. A doença é suspeitada quando o 
indivíduo apresenta associação de sintomas como febre, 
sintomas respiratórios (como tosse e dificuldade respiratória), 
perda ou diminuição do olfato ou do paladar, diarreia, náusea e 
vômitos. 
 
O paciente suspeito de COVID-19 deverá realizar exames 
laboratoriais para a confirmação do diagnóstico. Entre os 
exames que podem ser solicitados, estão o de biologia 
molecular (PCR) e o imunológico, que detecta a presença 
de anticorpos nas amostras de sangue. 
 
Como é o tratamento da COVID-19? 
 
A COVID-19, até o momento, não apresenta tratamento 
específico, assim como a maioria das doenças virais. A 
recomendação é o repouso e hidratação nos casos leves da 
doença. Os sintomas, como febre e dor, são tratados com uso 
de medicamentos antitérmicos e analgésicos. Alguns 
medicamentos já existentes foram testados a fim de se curar a 
COVID-19, entretanto, nenhum se mostrou eficaz na cura da 
doença. Apesar da falta de evidências científicas, alguns 
https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/biologia/o-que-e-anticorpo.htm
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sangue.htm
https://brasilescola.uol.com.br/doencas/doencas-causadas-virus.htm
medicamentos continuam sendo utilizados, o que gera muita 
discussão entre os especialistas. 
 
Os casos graves da doença requerem internação, sendo esta, 
muitas vezes, em Unidade de Terapia Intensiva. A internação 
está relacionada, geralmente, com quadros de dificuldade 
respiratória, quando se faz necessário o uso de ventilação 
mecânica. 
 
Como podemos nos prevenir e evitar a transmissão da 
COVID-19? 
 
A COVID-19 é uma doença grave e potencialmente fatal, sendo 
assim, é fundamental prevenir-se dela e evitar sua transmissão 
para outras pessoas. Veja, a seguir, algumas dicas importantes 
para a prevenção e o controle da COVID-19: 
• Lave as mãos frequentemente com água e sabão ou faça 
higienização utilizando álcool em gel 70%. 
• Evite tocar olhos, nariz e boca com as mãos sem a devida 
higienização. 
 
• Mantenha distância de, pelo menos, 2 metros de outras 
pessoas. 
• Evite abraços, beijos e apertos de mão. 
 
• Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, 
pratos, copos e toalhas. 
 
• Limpe objetos que são utilizados com frequência, como 
celulares e brinquedos de crianças. 
 
• Ao tossir ou espirrar, utilize lenço ou a parte interna do 
cotovelo para cobrir o nariz e a boca. 
 
• Se não estiver se sentindo bem, permaneça em casa, e, 
em caso de febre, tosse e dificuldade para respirar, procure 
um médico. 
• Mantenha os ambientes ventilados e limpos. 
 
• Utilize máscara em todos os lugares que tiver contato com 
outras pessoas fora do seu convívio diário. As máscarascaseiras de tecido não são consideradas um equipamento 
de proteção individual (EPI), entretanto, são uma boa 
forma de impedir a disseminação da doença, pois 
funcionam como barreira física, reduzindo a quantidade de 
gotículas eliminadas no ambiente. 
• 
 
Vacinas contra COVID-19 
 
Com o início da pandemia e o aumento de mortes em 
decorrência da COVID-19, iniciou-se uma busca mundial por 
uma vacina eficiente que conseguisse barrar o avanço da 
doença. Em todo o mundo, várias indústrias farmacêuticas 
iniciaram pesquisas e o desenvolvimento das vacinas. 
Atualmente, algumas vacinas já estão liberadas para uso 
emergencial ou definitivo, e outras estão em fase de testes. 
 
No Brasil, a campanha de vacinação iniciou-se em janeiro de 
2021. A primeira pessoa a ser vacinada foi uma enfermeira 
intensivista do hospital paulista Emílio Ribas, chamada Mônica 
Calazans. A vacina administrada na enfermeira foi a CoronaVac, 
produzida em uma parceria entre o Instituto Butantan e 
biofarmacêutica chinesa Sinovac. 
 
• Mutações e as vacinas contra COVID-19 
Durante a pandemia de COVID-19, observou-se o surgimento de 
variantes do vírus SARS-CoV-2. O surgimento dessas variantes 
causou uma séria preocupação: as vacinas desenvolvidas até o 
momento serão eficientes? 
 
Algumas vacinas apresentaram resultados mostrando que sua 
eficácia foi reduzida, entretanto, ainda são capazes de garantir 
certa proteção contra a doença. Outras empresas não 
divulgaram resultados. Isso tudo nos mostra a necessidade de 
que a população seja vacinada rapidamente, a fim de evitar que 
novas mutações surjam e que as vacinas se tornem cada vez 
https://brasilescola.uol.com.br/saude-na-escola/importancia-vacinacao.htm
https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/biologia/o-que-e-mutacao.htm
menos eficazes. Apenas com a diminuição da circulação do 
SARS-CoV-2, seremos capazes de reduzir as mutações. 
Infográfico

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