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Conjunto de questões de Língua Portuguesa sobre gramática e interpretação: análise de poema e crônica, colocação pronominal, conectivos e coesão textual, concordância, regência, crase, acentuação, pontuação, identificação de conjunções e análise de verbete ('panela').

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Questões resolvidas

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Enunciado A B C D
O mundo é grande O mundo é grande e cabe Nesta janela sobre 
o mar. O mar é grande e cabe Na cama e no colchão de amar. O 
amor é grande e cabe No breve espaço de beijar. Neste poema, 
o poeta realizou uma opção estilística: a reiteração de 
determinadas construções e expressões linguísticas, como o 
uso da mesma conjunção para estabelecer a relação entre as 
frases. Essa conjunção estabelece, entre as ideias relacionadas, 
um sentido de: oposição
 
comparaç
ão conclusão
alternânci
a
Leia o trecho: “Tanto quanto, a colocação pronominal apresenta 
um papel fundamental na coesão textual. A compreensão desse 
fenômeno exige não apenas domínio das regras gramaticais, 
mas também sensibilidade para as nuances semânticas e 
estilísticas que permeiam o uso da língua.” Com base no texto, 
assinale a alternativa que melhor define o papel dos conectivos 
na construção da coesão textual:
Estabelec
em 
relações 
lógicas 
entre as 
ideias.
Servem 
apenas 
para 
separar 
frases.
São 
dispensáv
eis em 
textos 
argument
ativos.
Devem ser 
evitados 
para não 
confundir 
o leitor.
Assinale a alternativa em que todas as palavras destacadas são 
conjunções:
Porque, 
embora, 
mas
Quando, 
casa, azul
Alegre, se, 
bonito
Para, 
com, 
desde
Em “Ela me deu um presente”, a palavra “me” é:
Pronome 
Pessoal Artigo
Preposiçã
o Advérbio 
"Na escola, as crianças aprendem a importância da leitura." 
Assinale a alternativa em que o verbo está corretamente 
flexionado de acordo com a norma-padrão:
As criança 
aprende
As 
crianças 
aprende
As criança 
aprendem
As 
crianças 
aprendem
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão 
corretamente acentuadas conforme o novo acordo ortográfico:
a) Idéia, 
vôo, 
saúde
b) País, 
caráter, 
saúde
c) Pêlo, 
idéia, 
saúde
d) Vôo, 
caráter, 
saúde
Observe a frase:
"Os alunos entregaram os trabalhos ao professor."
O termo "ao" resulta da junção de:
Artigo e 
advérbio
Preposiçã
o e artigo
Preposiçã
o e 
pronome
Conjunçã
o e artigo
Assinale a alternativa em que há erro de concordância verbal:
Os 
meninos 
brincam 
no parque
As 
meninas 
chegou 
cedo.
O 
professor 
explicou a 
matéria.
Os alunos 
estudam 
para a 
prova.
Em qual alternativa o uso da crase está correto?
Fui à 
escola 
ontem.
Cheguei à 
casa do 
amigo.
Entreguei 
o presente 
à ele.
Fui à um 
restaurant
e.
Assinale a alternativa em que o pronome está corretamente 
colocado, de acordo com a norma-padrão:
Me 
empresta 
o livro?
 Empresta-
me o 
livro?
Empresta 
o livro-
me?
O livro me 
empresta
?
Assinale a alternativa em que há erro de pontuação:
Maria, foi 
ao 
mercado.
João 
comprou 
pão, leite 
e café.
O aluno 
estudou 
muito 
para a 
prova.
Ana gosta 
de ler 
livros.
Em "Ela sempre chega cedo à escola", a palavra "sempre" é 
classificada como:
Preposiçã
o
Conjunçã
o Advérbio Pronome
Assinale a alternativa em que há erro de regência verbal:
Assisti ao 
filme 
ontem.
Prefiro 
estudar 
em casa.
Cheguei 
no 
trabalho 
cedo.
Preciso de 
ajuda.
Assinale a alternativa em que há coesão e coerência textual:
O aluno 
estudou, 
passou na 
prova.
O aluno 
estudou 
muito, por 
isso 
passou na 
prova.
O aluno 
estudou, 
passou, 
por isso.
O aluno, 
por isso, 
passou 
estudou.
panela
[Do lat. *pannella, dim. do lat. vulg. panna, ‘frigideira’.] 
Substantivo feminino.
1. Vasilha de barro ou de metal destinada à cocção de 
alimentos.
2. O conteúdo desse recipiente: Comeu uma panela de feijão.
3. Fig. V. panelinha (1 a 4).
4. Gír. Nádegas, traseiro.
5. Bras. Cavidade subterrânea onde as formigas depositam suas 
larvas.
PANELA. In: Novo Dicionário Eletrônico Aurélio, versão 5.0.
Os verbetes constituem um conjunto de acepções, isto é, 
pequenas notas e apontamentos que compõem as entradas de 
um dicionário. Com base na leitura do verbete “panela”, vê-se 
que a função da linguagem predominante é a metalinguística, 
pois nele se
[Do lat. *pannella, dim. do lat. vulg. panna, ‘frigideira’.] 
Substantivo feminino.
1. Vasilha de barro ou de metal destinada à cocção de 
alimentos.
2. O conteúdo desse recipiente: Comeu uma panela de feijão.
3. Fig. V. panelinha (1 a 4).
4. Gír. Nádegas, traseiro.
5. Bras. Cavidade subterrânea onde as formigas depositam suas 
larvas.
discute 
uma 
concepçã
o.
apresenta 
um 
argument
o.
influencia 
o leitor.
define um 
conceito.
Irmãos em livros
 Outro dia, num táxi, o motorista me disse que “gostava de ler” 
e “comprava muitos livros”. Dei-lhe parabéns e perguntei qual 
era sua livraria favorita. Respondeu que “gostava de todas”, 
mas, de há alguns anos, só comprava livros pela internet. Ah, 
sim? Comentei que também gostava de todos os táxis, mas, a 
partir dali, passaria a andar só de transporte por aplicativo. Ele 
diminuiu a marcha, como se processasse a informação. Virou-
se para mim e disse: “Entendi. O senhor tem razão.”.
CASTRO, R. Folha de S. Paulo, 7 dez. 2018.
Nessa crônica, a ironia é utilizada com o objetivo de
criticar a 
mudança 
no padrão 
de 
consumo 
dos 
leitores.
valorizar o 
nível de 
informaçã
o dos 
motorista
s de táxi.
questiona
r a oferta 
do 
transporte 
público no 
país.
contestar 
a 
qualidade 
dos livros 
impressos
.
 Num mundo ideal, o cronista funcionaria como o paciente de 
Lacan. Ficaria por aí, tocando sua vida, indo ao banco, 
almoçando no quilo, olhando vitrines atrás de um presente de 
Dia das Mães, até que surgisse uma ideia. Imediatamente, ele 
encontraria uma praça, se acomodaria num banco — se possível 
fosse, até alugaria um quartinho de hotel —, tiraria o laptop da 
mochila e escreveria seu texto, com todos os ingredientes 
colhidos na hora.
 Um romancista não precisa levar o laptop na mochila. Suas 
ideias podem amadurecer antes de ir pro papel. Ele está 
contando uma longa história, é bom que tenha algumas pistas 
de para onde está indo. Já o cronista, quanto mais cego ao 
iniciar seu passeio, maiores as chances de conhecer lugares 
novos no caminho.
PRATA, A. Trinta e poucos. São Paulo: Cia. das Letras, 2016.
Nesse texto, a reflexão acerca dos processos de elaboração que 
resultam em crônica ou em romance baseia-se na 
semelhan
ça formal 
dos 
elemento
s 
narrativos
.
força do 
impacto 
psicológic
o sobre o 
cronista.
forma 
como as 
temáticas 
ganham 
corpo na 
obra.
conformid
ade com 
estilos de 
outros 
escritores
.
Quaresma despiu-se, lavou-se, enfiou a roupa de casa, veio para 
a biblioteca, sentou-se a uma cadeira de balanço, descansando. 
Estava num aposento vasto, e todo ele era forrado de estantes 
de ferro. Havia perto de dez, com quatro prateleiras, fora as 
pequenas com os livros de maior tomo. Quem examinasse 
vagarosamente aquela grande coleção de livros havia de 
espantar-se ao perceber o espírito que presidia a sua reunião. 
Na ficção, havia unicamente autores nacionais ou tidos como 
tais: o Bento Teixeira, da Prosopopeia; o Gregório de Matos, o 
Basílio da Gama, o Santa Rita Durão, o José de Alencar (todo), o 
Macedo, o Gonçalves Dias (todo), além de muitos outros.
BARRETO, L. Triste fim de Policarpo Quaresma. Rio de Janeiro: 
Mediafashion, 2008.
No texto, o uso do artigo definido anteposto aos nomes próprios 
dos escritores brasileiros
demonstr
a a 
familiarid
ade e o 
conhecim
ento que o 
personage
m tem dos 
autores 
nacionais 
e de suas 
obras.
consiste 
em um 
regionalis
mo que 
tem a 
função de 
caracteriz
ar a fala 
pitoresca 
do 
personage
m 
principal.
é uma 
marca da 
linguagem 
culta cuja 
função é 
enfatizar o 
gosto do 
personage
m pela 
literatura 
brasileira.
constitui 
um 
recurso 
estilístico 
do 
narrador 
para 
mostrar 
que o 
personage
m vem de 
uma 
classe 
social 
inferior.
Descubra e aproveite um momento todo seu. Quando você 
quebra o delicado chocolate, o irresistível recheio cremoso 
começa a derreter na sua boca, acariciando todos os seus 
sentidos. Criado por nossa empresa. Paixão e amor por 
chocolate desde 1845.
Veja, n. 2 320, 8 maio 2013 (adaptado).
O texto publicitário tem a intençãode persuadir o público-alvo a 
consumir determinado produto ou serviço. No anúncio, essa 
intenção assume a forma de um convite, estratégia 
argumentativa linguisticamente marcada pelo uso de
conjunção 
(quando).
adjetivo 
(irresistíve
l).
verbo no 
imperativ
o 
(descubra
).
palavra do 
campo 
afetivo 
(paixão).
Em junho de 1913, embarquei para a Europa a fim de me tratar 
num sanatório suíço. Escolhi o de Clavadel, perto de Davos-
Platz, porque a respeito dele me falara João Luso, que ali 
passara um inverno com a senhora. Mais tarde vim a saber que 
antes de existir no lugar um sanatório, lá estivera por algum 
tempo Antônio Nobre. “Ao cair das folhas", um de seus mais 
belos sonetos, talvez o meu predileto, está datado de “Clavadel, 
outubro, 1895". Fiquei na Suíça até outubro de 1914.
BANDEIRA, M. Poesia com pleta e prosa. Rio de Janeiro: Nova 
Aguilar, 1985.
No relato de memórias do autor, entre os recursos usados para 
organizar a sequência dos eventos narrados, destaca-se a
construçã
o de 
frases 
curtas a 
fim de 
conferir 
dinamicid
ade ao 
texto.
presença 
de 
advérbios 
de lugar 
para 
indicar a 
progressã
o dos 
fatos.
alternânci
a de 
tempos do 
pretérito 
para 
ordenar 
os 
aconteci
mentos.
inclusão 
de 
enunciado
s com 
comentári
os e 
avaliaçõe
s 
pessoais.
Devemos dar apoio emocional específico, trabalhando o 
sentimento de culpa que as mães têm de infectar o filho. O 
principal problema que vivenciamos é quanto ao aleitamento 
materno. Além do sentimento muito forte manifestado pelas 
gestantes de amamentar seus filhos, existem as cobranças da 
família, que exige explicações pela recusa em amamentar, sem 
falar nas companheiras na maternidade que estão 
amamentando. Esses conflitos constituem nosso maior desafio. 
Assim, criamos a técnica de mamadeirar. O que é isso? É 
substituir o seio materno por amor, oferecendo a mamadeira, e 
não o peito!
PADOIN, S. M. M. et al. (Org.) Experiências interdisciplinares em 
Aids: interfaces de uma epidemia. Santa Maria: UFSM, 2006 
(adaptado).
O texto é o relato de uma enfermeira no cuidado de gestantes e 
mães soropositivas. Nesse relato, em meio ao drama de mães 
que não devem amamentar seus recémnascidos, observa-se um 
recurso da língua portuguesa, presente no uso da palavra 
"mamadeirar", que consiste
na 
manifesta
ção do 
preconcei
to 
linguístico
.
na 
recorrênci
a a um 
neologism
o.
no registro 
coloquial 
da 
linguagem
.
na 
expressivi
dade da 
ambiguida
de lexical.
Qual é um substantivo? Alegre Casa Correr Rápido
A palavra "felizmente" é formada por:
Substantiv
o + verbo
Adjetivo + 
sufixo
Verbo + 
advérbio
 Advérbio 
+ verbo
Em “O menino correu rápido”, “correu” é:
Substantiv
o Verbo Adjetivo Advérbio 
Em “Os amigos chegaram”, “os” é: Verbo
Substantiv
o Artigo Advérbio 
A palavra “beijódromo” é um exemplo de:
Derivação 
prefixal
Composiç
ão por 
justaposiç
ão
Derificaçã
o sufixial
Palavra 
primitiva
Quando um texto usa palavras como “rápido”, “fácil” ou 
“prático” para descrever um serviço, ele quer:
Criticar o 
serviço
Dizer que 
é 
demorado
Destacar 
uma 
qualidade
Ensinar a 
fazer o 
serviço
Se um texto fala sobre “memórias do autor”, ele está:
Dando 
uma 
opiniao
Contando 
fatos do 
passado
Explicand
o uma 
regra
Vendendo 
algo
Se um texto diz "é como se", isso mostra:
Uma 
comparaç
ão
Uma 
ordem
Uma 
dúvida
Uma 
certeza
Quando um texto pede “Entre no site para ver mais receitas”, ele 
está:
Dando 
uma 
ordem
Fazendo 
um 
convite
Contando 
uma 
historia
Explicand
o uma 
regra
Se um texto diz “Ela é uma fera nos estudos”, isso é: Metáfora Hipérbole Ironia
Eufemism
o
Quando alguém fala “Estou morrendo de fome”, está usando: Meonímia Hipérbole Antitese Paradoxo
Na frase “O silêncio gritava”, temos: Gradação
Eufemism
o Ironia Metáfora
Se um texto diz “Ele partiu para sempre” em vez de “Ele 
morreu”, isso é: Hipérbole Metáfora
Eufemism
o Ironia
Na frase “Ele chorou rios de lágrimas”, há: Catacrese Antítese Hipérbole Ironia
Quando alguém diz “Que belo dia para ficar preso no trânsito!”, 
está usando: Ironia
Eufemism
o Metáfora Hipérbole
Na frase “Ela sorriu e chorou ao mesmo tempo”, temos: Antítese Paradoxo Hipérbole Metáfora
Se um texto diz “O fogo gelado do seu olhar”, isso é: Metáfora Hipérbole
Eufemism
o Antítitese
Quando dizemos “Vou passar a noite em claro”, estamos 
usando:
Pleonasm
o
Metoními
a Catacrese Hipérbole
Na frase “A cidade acordou triste”, há: Ironia
Eufemism
o Metáfora
Prosopoei
a
E
finalidade
Muito, 
então, 
tarde
Conjunçã
o
expõe um 
objeto.
estimular 
o 
comércio 
eletrônico 
de livros.
organizaç
ão prévia 
dos 
recursos 
expressivo
s. 
indica o 
tom 
depreciati
vo com o 
qual o 
narrador 
se refere 
aos 
autores 
nacionais, 
reforçado 
pela 
expressão 
“tidos 
como 
tais”.
expressão 
sensorial 
(acarician
do).
alusão a 
pessoas 
marcante
s na 
trajetória 
de vida do 
escritor.
na 
contribuiç
ão da 
justaposiç
ão na 
formação 
de 
palavras.
Bonito
Substantiv
o + prefixo
Artigo
Pronome
Verbo
Contar 
uma piada
Falando 
de Política
Uma 
pergunta
Escrevend
o um 
poema
Antítese
Pleonasm
o
Prosopop
eia
Paradoxo
Metáfora
Paradoxo
Eufemism
o
Ironia
Posopoeia
Hipérbole

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