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Prof.a Dr.a Suellen Albuquerque FARMACOLOGIA Do grego pharmakon ü Farmaco = Fármacos/Drogas ü Logia = Estudo Estudo do mecanismo pelo qual a função dos sistemas vivos é afetada por agentes químicos. DOSE: Quantidade a ser administrada para obter efeito terapêutico. Dose eficaz mediana (DE50): Dose necessária para produzir determinado efeito em 50% da população. Dose letal (DL50): Dose necessária para morte de 50% de uma população de animais em experimentos. ÍNDICE TERAPÊUTICO (IT): Relação entre DL50/DE50. Quanto maior o índice terapêutico, mais segura é a droga. Dose máxima: Maior quantidade da droga capaz de produzir efeitos terapêuticos. Dose mínima: Menor quantidade da droga capaz de produzir efeitos terapêuticos. Dose tóxica: Maior quantidade de droga que causa efeitos adversos. Droga: Qualquer substância química capaz de produzir efeito farmacológico, provocando alterações somáticas ou funcionais benéficas ou maléficas. Fármaco: Substânc ia que é o pr inc íp io at ivo do medicamento. Forma farmacêutica: Forma de apresentação do medicamento (comprimido, drágea, cápsula). Posologia: Estudo da dosagem. Remédio: Palavra usada pelo leigo como sinônimo de medicamento e especialidade farmacêutica; refere-se a qualquer procedimento que possa ser usado para tratamento (ex: acupuntura). Pró-droga: Substância química que precisa transformar-se no organismo a fim de tornar-se uma droga ativa. Medicamento: Droga ou preparação com drogas de ação farmacológica benéfica, quando utilizada de acordo com suas indicações e propriedades. Medicamento oficial: Faz parte da Farmacopeia. Medicamento oficinal: Preparado na farmácia de acordo com normas e doses estabelecidas em farmacopeias. Medicamento magistral: Prescrito pelo médico e preparado para cada caso, com indicação de composição qualitativa e quantitativa da forma farmacêutica e maneira de administração. Fórmula ou formulação: Conjunto de componentes de uma receita ou a composição de uma especialidade farmacêutica. Especialidade farmacêutica: Medicamento de fórmula conhecida de ação terapêutica comprovável, em forma farmacêutica estável embalado de modo uniforme e comercializado com nome convencional. Medicação: Drogas usadas no tratamento ou processo de t r a t a r - s e u m a c o n d i ç ã o c o m u m a o u m a i s drogas/medicamentos. Veículo: Excipiente; substância mais ou menos inerte que confere consistência ou forma adequada. Radiofármaco: Droga à qual se incorpora um átomo radioativo ou radioisótopo artificial. • Nome químico; • Nome genérico; • Nome comercial. 8-cloro-1-metil-6-fenil- 4H-[1,2,4]tiazol[4,3- a][1,4]benzodiazepina Alprazolam Frontal ü Medicamento original; üProduto inovador, primeiro registrado; üPrimeiro a mostrar eficácia e segurança; üPatente: 10 a 20 anos. ü Mesmo princípio ativo, dosagem e forma farmacêutica; üPode ser usado substituindo o de referência (ensaios de equivalência e bioequivalência farmacêutica); üSem nome de marca, ou fantasia; üAprovado pela ANVISA; üMedicamento Genérico – lei n°9787/99. ü Mesmo princípio ativo, dosagem e forma farmacêutica; üAlguns podem substituir os de marca; üPossui nome fantasia; üEnsaios de equivalência e bioequivalência farmacêutica. Resposta terapêutica üResultado dos fenômenos que ocorrem após a administração de um medicamento; üDepende das características do fármaco e do indivíduo, e da interação entre estes; ü3 fases: Fase Farmacêutica üConjunto de fenômenos entre a administração do medicamento e absorção do mesmo. Forma farmacêutica Via de administração Fase Farmacocinética ü Fase Farmacocinét ica: evolução temporal do movimento do fármaco in vivo (absorção, distribuição, biotransformação e excreção). Absorção Distribuição Eliminação Metabolismo Fase Farmacodinâmica üInteração do fármaco com receptor; alterações moleculares e celulares. Local de ação Receptores Mecanismo de ação Ação dos fármacos Sucesso terapêutico üPara haver sucesso, é necessário que o paciente responda ao tratamento - resposta terapêutica; üDepende de bases farmacológicas para escolha do fármaco adequado (tipo, posologia, dose); üDeve-se levar em consideração também características fisiopatológicas (idade, sexo, peso corporal); ü Intensidade dos efeitos depende da concentração alcançada para ação; üDevem-se escolher doses e intervalos de administração que garantam a chegada e a manutenção da concentração; üQuantidades insuficientes - resposta inadequada; üQuantidades elevadas - toxicidade. e-mail: suellen.smas@gmail.com Professora Faculdade Estácio Bacharel em Farmácia – UFAL Doutora em Biotecnologia - RENORBIO/UFAL Mestra em Ciências Farmacêuticas - PPGCF/UFAL Pós-graduada em Farmacologia Clínica e Prescrição Farmacêutica - IBRAS