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Rafael Chakr e Diego Ustárroz Cantali
DOENÇAS 
REUMATOLÓGICAS 
NO PROCESSO DE 
ENVELHECIMENTO
Letícia Farias Gerlack
Nesse ambiente de saúde, eu sou 
um profissional de saúde e 
a minha decisão vai ser tomada com base 
numa decisão técnico-científica.
2
Conheça o livro da disciplina
CONHEÇA SEUS PROFESSORES 3
Conheça os professores da disciplina. 
EMENTA DA DISCIPLINA 4
Veja a descrição da ementa da disciplina. 
BIBLIOGRAFIA DA DISCIPLINA 5
Veja as referências principais de leitura da disciplina. 
O QUE COMPÕE O MAPA DA AULA? 6
Confira como funciona o mapa da aula.
MAPA DA AULA 7
Veja as principais ideias e ensinamentos vistos ao longo da aula.
RESUMO DA DISCIPLINA 35
Relembre os principais conceitos da disciplina. 
AVALIAÇÃO 36
Veja as informações sobre o teste da disciplina. 
3
 Possui graduação em Medicina pela Pontifícia Universidade 
Católica do Rio Grande do Sul (2013). Foi bolsista do CNPq - 
Graduação Sanduíche no Exterior (SWG) pelo Programa Ciência 
sem Fronteiras na Eberhard Karls Universität Tübingen, Alemanha 
(01/02/2012 - 31/01/2013). Residência Médica em Clínica Médica 
pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre - 
Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre (2015 - 
2017). Residência Médica em Reumatologia pelo Hospital São Lucas 
da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (2017 - 
2019). Título de Especialista em Reumatologia pela Associação 
Médica Brasileira - Sociedade Brasileira de Reumatologia (2019). 
Preceptor voluntário do Serviço de Reumatologia do Hospital 
São Lucas da PUCRS desde Março/2019 e atual Coordenador 
do Programa de Residência Médica de Reumatologia desde 
Janeiro/2021. Doutorando do Programa de Pós-Graduação em 
Gerontologia Biomédica da Pontifícia Universidade Católica do 
Rio Grande do Sul.
DIEGO USTÁRROZ CANTALI 
Professora PUCRS
 É supervisor do programa de residência médica em 
Reumatologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e 
professor do Programa de Pós-Graduação em Medicina: Ciências 
Médicas e da Faculdade de Medicina da Universidade Federal 
do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde ministra as disciplinas de 
Reumatologia (Clínica Médica I) e de Promoção e Proteção da 
Saúde do Adulto e do Idoso.
RAFAEL CHAKR 
Professor Convidado
Conheça seus professores
4
Ementa da Disciplina
Estudo das doenças reumatológicas no processo de envelhecimento.
5
Bibliografia da Disciplina
As publicações destacadas têm acesso gratuito. 
Bibliografia básica
RADOMINSKI, Sebastião Cezar, Shinjo, Samuel Katsuyuki, Marques Neto, João 
Francisco, and Vasconcelos, José Tupinambá Sousa. Livro Da Sociedade Brasileira De 
Reumatologia. 2019. Print. 
MEDGRUPO Entidade Editora. Medcurso : Reumatologia. 2018. Print.
CARVALHO, Marco Antonio P. Reumatologia - Diagnóstico E Tratamento, 5ª Edição. 
Rio De Janeiro: Guanabara Koogan, 2019. Web.
Bibliografia complementar
BAUER, AND BAUER, Moisés Evandro. Imunossenescência: Envelhecimento Do 
Sistema Imune. 2019. Print. 
GARCIA, Eduardo, Ciochetta, Chariel Iserhardt, Mendes, David De Souza, Everling, 
Eduardo Morais, and Bezerra, Olivia Sorato. Essências Em Geriatria Clínica. 2018. Print. 
MORSCH, Morsch, Patricia, Pereira, Gustavo Nunes, and Bós, Ângelo José Gonçalves. 
Fisioterapia Em Gerontologia. 1ª Edição ed. 2018. Print. 
SCHWANKE, Carla Helena Augustin; SCHNEIDER, Rodolfo Herberto. Atualizações 
em Geriatria e Gerontologia I: Da Pesquisa Básica à Prática Clínica. Porto Alegre: 
EdiPUCRS, 2017. 
TERRA, Newton Luiz. Temas para um envelhecimento com qualidade de vida. Porto 
Alegre: EdiPUCRS, 2021.
6
O que compõe o 
Mapa da Aula?
MAPA DA AULA
São os capítulos da aula, demarcam 
momentos importantes da disciplina, 
servindo como o norte para o seu 
aprendizado.
Frases dos professores que resumem 
sua visão sobre um assunto ou situação. 
DESTAQUES
Conteúdos essenciais sem os quais você 
pode ter dificuldade em compreender a 
matéria. Especialmente importante para 
alunos de outras áreas, ou que precisam 
relembrar assuntos e conceitos. Se você 
estiver por dentro dos conceitos básicos 
dessa disciplina, pode tranquilamente 
pular os fundamentos.
FUNDAMENTOS
Questões objetivas que buscam 
reforçar pontos centrais da disciplina, 
aproximando você do conteúdo de 
forma prática e exercitando a reflexão 
sobre os temas discutidos. Na versão 
online, você pode clicar nas alternativas.
EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO
Fatos e informações que dizem 
respeito a conteúdos da disciplina.
CURIOSIDADES
Conceituação de termos técnicos, 
expressões, siglas e palavras específicas 
do campo da disciplina citados durante 
a videoaula. 
PALAVRAS-CHAVE
Assista novamente aos conteúdos 
expostos pelos professores em vídeo. 
Aqui você também poderá encontrar 
vídeos mencionados em sala de aula. 
VÍDEOS
Inserções de conteúdos para tornar 
a sua experiência mais agradável e 
significar o conhecimento da aula. 
ENTRETENIMENTO
Apresentação de figuras públicas 
e profissionais de referência 
mencionados pelo(a) professor(a).
PERSONALIDADES
Neste item, você relembra o case 
analisado em aula pelo professor. 
CASE
A jornada de aprendizagem não 
termina ao fim de uma disciplina. Ela 
segue até onde a sua curiosidade 
alcança. Aqui você encontra uma lista 
de indicações de leitura. São artigos e 
livros sobre temas abordados em aula. 
LEITURAS INDICADAS
Aqui você encontra a descrição detalhada 
da dinâmica realizada pelo professor. 
MOMENTO DINÂMICA
7
Mapa da Aula
Os tempos marcam os principais momentos das videoaulas.
AULA 1 • PARTE 1
02:45
03:54 ‘‘Os prejuízos na capacidade 
funcional aumentam de forma 
progressiva ao longo das décadas 
de vida.
’’
05:28 ‘‘Das dez principais causas de 
perda de capacidade funcional 
temos, pelo menos, quatro que 
tem uma relação direta com a 
reumatologia.
’’
07:51 ‘‘Indivíduos com doenças 
autoimunes sistêmicas, além de 
terem maior limitação funcional, 
também tem menor sobrevida.
’’
09:55
13:21 ‘‘Uma série de alternativas 
de tratamentos estão sendo 
disponibilizadas, cada vez mais. 
Permitindo que essa trajetória 
de envelhecimento seja, de fato, 
alterada.
’’
16:38‘‘Quando trabalhamos com 
doenças autoimunes sistêmicas 
no idoso, devemos ter como 
constante a segurança desse 
paciente.
’’
 
O envelhecimento populacional é uma 
realidade contemporânea. Alguns países 
estão atravessando o processo de 
inversão de sua pirâmide etária, e o Brasil 
é um deles. É natural que tenhamos uma 
redução da capacidade funcional e motora 
ao longo desse processo, e as condições 
musculoesqueléticas são extremamente 
relevantes nesse contexto.
Entre as principais condições reumáticas 
associadas ao envelhecimento, podemos 
listar: osteoartrite, osteoporose, gota 
e fibromialgia. Ainda assim, temos 
outras condições, especialmente as 
autoimunes, que, apesar de não serem as 
mais frequentes, também precisam ser 
destacadas por seu impacto individual e 
pelo aumento de sua incidência recente, 
afetando a qualidade de vida e sobrevida 
de pacientes idosos.
Quando se utiliza o tratamento 
imunossupressor, temos maiores chances 
de gerar uma melhora ou manutenção da 
capacidade funcional e da qualidade de 
vida dos pacientes. Da mesma forma, o 
controle de inflamações e fatores de risco 
para doenças cardiovasculares também 
contribui nesse sentido. Entretanto, o uso 
prolongado de imunossupressores está 
relacionado ao aumento de infecções e 
neoplasias.
A transição demográfica
‘‘O quanto que essa repercussão 
de autoimunidade laboratorial se 
reflete em autoimunidade clínica, 
ainda precisamos entender melhor 
esse nexo.
’’
8
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: 
3
. 
A Organização Mundial da Saúde estabeleceu 
a década de 2020 até 2030 como sendo a 
do envelhecimento saudável. Por meio dessa 
iniciativa, alguns princípios foram criados no 
sentido de objetivarmos ações para obtermos 
um ambiente mais seguro e acolhedor para 
as populações idosas e suas demandas 
assistenciais.Entre alguns desses princípios, podemos 
listar:
1. Interconectividade e indivisibilidade - 
diz respeito ao compromisso de cumprir 
todas as metas objetivadas e não metas 
específicas;
2. Caráter inclusivo - envolver todos os 
segmentos da sociedade na realização de 
ações para atingir os objetivos propostos 
e gerar benefícios também para gerações 
futuras;
3. Multissetorialidade - o compartilhamento 
de conhecimento e experiências torna-se 
fundamental para uma percepção mais 
abrangente dos problemas e na criação de 
soluções efetivas;
4. Universalidade - diz respeito a atender 
todas as populações idosas, adaptando-
se ao seu contexto cultural e nível de 
necessidade;
5. Equidade - disponibilizar oportunidades 
iguais e justas para que todos tenham 
acesso às iniciativas independentemente 
de posição social, econômica e outros 
fatores segregadores;
6. Solidariedade intergeracional - contar 
com a participação das novas gerações 
no processo, objetivando ganhos de 
bem-estar, saúde e qualidade de vida. 
Em última análise, a ideia principal é 
desenvolver e manter as capacidades 
funcionais em idosos, permitindo uma 
melhor qualidade de vida em idade 
avançada. Ainda assim, é preciso também 
agir de forma preventiva, buscando 
melhores práticas e hábitos que 
promovam uma saúde mais íntegra. Isso 
deve ser feito por meio de um processo 
educacional, que requer tempo e adesão.
O envelhecimento saudável17:09
19:45‘‘O benefício vai muito além 
daquelas pessoas que já estão 
envelhecidas. Temos que pensar 
nessa ação como algo que inclui 
e beneficia, também, indivíduos 
que estão no processo de 
envelhecimento.
’’
 
24:34‘‘Quando falamos de 
envelhecimento saudável estamos 
falando de uma condição do 
indivíduo, mas que tem um 
impacto coletivo muito grande.
’’
 
26:03‘‘O resultado final do 
envelhecimento saudável que 
queremos buscar depende de 
questões próprias, da pessoa e de 
questões políticas, públicas, coletivas 
em que ela se encontra.
’’
 
Qual dos sintomas descritos abaixo 
não é associado à fibromialgia:
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
9
30:53 ‘‘A educação das pessoas 
tem que ser uma constante 
em qualquer serviço de 
saúde. Quando nos tornamos 
profissionais da saúde, também 
nos tornamos educadores.
’’
Para que consigamos extrair a maior 
quantidade e qualidade de informações a 
respeito da saúde de um paciente idoso, 
a anamnese é imprescindível. É basilar 
que exista um acompanhamento próximo 
do paciente idoso, compreendendo 
seu histórico de saúde, desenvolvendo 
estratégias que sejam específicas a cada 
paciente, em particular, explicitando 
suas singularidades e trabalhando sobre 
elas. Essa também é uma maneira de 
economizar recursos, dispensando exames 
ou procedimentos desnecessários e 
possivelmente arriscados.
A criação de um vínculo entre médico 
e paciente garante um atendimento 
mais empático e gera maior confiança 
na relação entre profissional e paciente. 
Rafael traz a Caderneta de Saúde da 
Pessoa Idosa, ilustrando alguns pontos que 
devem ser abordados quando avaliamos 
pacientes idosos. Eles servem como 
guias para que possamos entender o 
tipo de tratamento a que o paciente está 
submetido, como é seu histórico e como 
administrar novas recomendações de 
forma segura e eficaz.
Abordagem diagnóstica I 35:11
37:35 ‘‘Pedir um exame em uma 
teleconsulta, sem que tenhamos 
as informações essenciais para 
aquilo, é uma decisão que tem um 
risco inerente, tanto para a pessoa 
quanto para o coletivo.
’’
41:03 ‘‘Muitas vezes, as pessoas 
idosas vão ter dificuldade de ouvir 
e a questão da linguagem corporal 
ganha um aspecto maior nessa 
comunicação.
’’
44:27 ‘‘Questões relacionadas a 
doenças crônicas frequentes no 
envelhecimento, além das doenças 
reumatológicas, como pressão 
arterial, glicemia e vacinação são 
sempre importantes de serem 
consideradas.
’’
AULA 1 • PARTE 2
Sem dúvida, a dor é o vetor mais explorado 
quando estamos tratando de condições 
reumatológicas. A rigor, os sintomas se 
manifestam antes do aparecimento de 
lesões irreversíveis, o que permite uma 
atuação preventiva eficaz. Rafael determina 
uma metodologia que caracteriza a dor sob 
quatro aspectos, criando um diagnóstico 
sindrômico que servirão como guias para 
explorar a condição do paciente.
Abordagem diagnóstica II00:26
02:30‘‘Quando falamos de sintomas 
músculo esqueléticos estamos 
falando, principalmente, de dor. 
Dor é o sintoma guia de boa 
parte da anamnese que é feita 
na rotina no consultório da 
reumatologia.
’’
 
10
Esses aspectos são: 
1. Natureza - determina se a dor é 
inflamatória ou mecânica, estabelecendo 
assim, os possíveis níveis de perda 
tecidual e desgaste. O professor pontua 
as principais distinções entre sintomas 
inflamatórios e mecânicos; 
2. Localização - É fundamental identificar 
se a dor reportada pelo paciente advém 
da articulação ou de fora dela. Em geral, 
as dores atreladas à articulação são a 
artrite, sinovite e as principais dores 
periarticulares são as bursites e tendinites; 
3. Cronologia - o fator tempo também 
é relevante nessa abordagem. É por 
meio dessa avaliação que conseguimos 
diferenciar a dor crônica da aguda. Em 
geral, a dor aguda é aquela que tem 
duração inferior a seis meses e a crônica, a 
que supera esse período; 
4. Ocupação - é o parâmetro que definirá 
se a dor analisada é localizada ou 
difusa. Rafael pontua a importância 
de pesquisarmos outras dores que o 
paciente possa estar sentindo e procurar 
correlações entre os sintomas reportados.
‘‘Uma dor articular inflamatória, 
normalmente, tem uma intensidade 
maior do que uma dor mecânica 
e tende a ter um comportamento 
bem típico.
’’
 
07:47‘‘Dor, calor, tumor ou edema 
e rubor são os sinais flogísticos 
clássicos que vamos procurar em 
toda a abordagem semiológica da 
dor articular.
’’
 
11:14‘‘A artrite se trata de uma forma e 
se investiga de uma forma diferente 
da tendinite e da bursite.
’’
 
14:15‘‘Aquela dor que existe, tanto na 
movimentação ativa pelo paciente, 
quanto na passiva pelo examinador, 
costuma ser uma dor articular.
’’
 
Também é importante que olhemos para 
além dos aspectos que determinam 
a natureza, localização, cronologia e 
ocupação da dor ao coletarmos dados 
relevantes, na busca de um diagnóstico 
reumatológico mais preciso. Ainda mais, 
quando estamos tratando de pacientes 
com possíveis condições autoimunes. 
Determinados sintomas e queixas que 
extrapolam o quesito da dor, podem servir 
como base para um diagnóstico completo.
Rafael apresenta alguns dos principais 
sintomas reportados e identificados e 
destaca a importância de conhecermos o 
histórico de saúde familiar e ocupacional 
do paciente em investigação.
Abordagem diagnóstica III 19:02
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
Um paciente com diagnóstico de 
doença por deposição de cristais de 
pirofosfato de cálcio, geralmente, 
também está acometido de:
11
Identificar condições autoimunes e outras 
comorbidades pode ser determinante para 
a prescrição de determinadas alternativas 
de tratamento, visando melhores 
desfechos e garantindo maior qualidade 
de vida para esse indivíduo.
Em seguida, o professor sugere um roteiro 
de perguntas básicas que devem ser 
feitas para que conheçamos a situação 
real desse paciente. Além disso, ele 
destaca algumas condições que servem de 
alerta para a identificação de problemas 
reumatológicos e que requerem atenção 
especial, em pacientes idosos.
21:37 ‘‘Uma doença autoimune, 
mesmo de um órgão específico, 
aumenta a chance de termos 
doenças autoimunes sistêmicas, 
de uma forma geral, que são as 
doenças da reumatologia.
’’
24:29 ‘‘Em um paciente idoso, nem 
sempre a apresentação clínica vai 
ser a mais típica possível, como 
imaginamos em um paciente mais 
jovem.
’’
O exame físico para a identificação e 
categorização de condições do sistema 
músculo esquelético deve seguir uma 
sequência de ações, compostas por: 
1. Visuais - é preciso analisar visualmente 
pontos de inchaço, deformidades, 
eventuais lesõesde pele e como o 
paciente se movimenta e se posiciona 
fisicamente ao longo da consulta, tanto 
em repouso quanto em movimentação; 
2. Toque - a palpação também deve ser 
realizada, para que identifiquemos 
sinais de sensibilidade a dor, inchaço e 
temperatura. Aqui, também podemos 
investigar sinais de crepitação óssea ou 
articular; 
3. Movimentação - avaliar o paciente em 
ação e repouso e testar sua resistência 
com manobras e exercícios específicos 
também é uma forma de identificar 
condições músculo esqueléticas. 
Ademais, são imprescindíveis o exame 
de marcha; a capacidade ortostática; 
posição da coluna; capacidade de 
movimentação e articulação de 
membros superiores e inferiores. 
Por fim, o professor resume alguns dos 
principais exames complementares que 
podem ser solicitados para doenças 
reumatológicas e seus autoanticorpos 
associados e específicos e também traz um 
caso clínico para análise a título de exemplo.
Abordagem diagnóstica IV26:10
27:56‘‘Os testes de estabilidade 
podem compor essa 
abordagem inicial, mas eles 
estão muito mais associados, 
muito mais usados em questões 
de trauma e ortopedia.
’’
 
31:28‘‘Sinais sutis são a tônica do 
exame físico na reumatologia.
’’
 
38:33‘‘Quando se fala em exames 
complementares em reumatologia 
uma das principais questões que 
vem são autoanticorpos. Mas, 
temos muito mais do que isso 
em termos de abordagem de 
investigação.
’’
 
39:28‘‘A investigação complementar 
tem que ser feita a partir da 
suspeita clínica e os exames são 
selecionados com base nessa 
suspeita.
’’
 
12
AULA 1 • PARTE 3
Quando objetivamos a abordagem 
terapêutica de um paciente idoso 
reumatológico, precisamos considerar uma 
série de fatores que vão além da condição 
clínica em si. É fundamental que tenhamos 
referências sobre sua atuação social, saúde 
mental, estado funcional e sua condição 
clínica. Além disso, é também importante 
trabalharmos com a questão preventiva. 
Em grande medida, ela se dá por meio da 
prática de exercícios físicos adaptados e 
adequados com a idade dos pacientes; 
pelo estímulo a uma alimentação saudável 
e redução de hábitos deletérios como 
etilismo e tabagismo e pelo autocuidado, 
que deve ser estimulado por meio 
da realização de exames regulares e 
hábitos que promovem a saúde e o 
bem-estar. Rafael também destaca 
cuidados que devemos tomar para evitar 
quedas na idade avançada, sugerindo 
comportamentos e práticas que devem ser 
estimuladas e outras evitadas. 
A autonomia do paciente também é 
uma questão relevante. A decisão do 
tratamento é do paciente, quando 
ele ainda tem condições cognitivas 
para decidir. É preciso estabelecer 
um tratamento que esteja ao alcance 
financeiro e que traga benefícios para 
o paciente. O professor comenta a 
importância do uso racional de medicação 
e como é imprescindível evitar interações 
que possam ser prejudiciais, especialmente 
em pacientes idosos.
Abordagem terapêutica I 00:48
01:43 ‘‘Toda a abordagem terapêutica 
deve começar por uma avaliação 
completa da pessoa. Olhar o 
indivíduo idoso a partir de um 
panorama multidimensional.
’’
03:45 ‘‘Por isso, é tão importante 
termos em conta a relevância de 
se olhar o indivíduo como um todo 
e saber o que estamos medindo. 
Não apenas dizer que precisamos 
de uma visão global, mas, sem 
saber exatamente o que é isso.
’’
06:45 ‘‘A atividade física, hoje, 
se entende como uma prática 
recomendada para todas as 
pessoas como chave central nesse 
fenômeno de envelhecimento 
saudável.
’’
08:58 ‘‘O exercício é, sem dúvida, uma 
das mais importantes intervenções 
preventivas e terapêuticas no 
processo de envelhecimento 
saudável.
’’
12:49 ‘‘Quando falamos de 
intervenções que possam otimizar 
ou garantir essa trajetória mais 
saudável, sem dúvida, as quedas 
merecem um destaque.
’’14:30
19:32 ‘‘Não devemos indicar um 
tratamento se não sabemos, 
exatamente, de qual doença 
estamos falando.
’’
‘‘Medidas simples podem trazer 
um grande benefício para questões 
de risco em casa, quanto para 
riscos de queda na rua.
’’
 
13
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4
. 
23:22‘‘Eventos adversos e interações 
são muito frequentes e não 
devemos acrescentar medicações 
desnecessariamente.
’’
 
27:26 ‘‘A trajetória saudável do 
envelhecimento depende muito das 
escolhas feitas ao longo da vida.
’’
Entre as principais queixas de pacientes 
reumatológicos temos as síndromes 
dolorosas extra articulares regionais e 
difusas. Elas atingem tendões, músculos, 
bursas e ligamentos. São consideradas 
difusas as dores que atingem os quatro 
quadrantes do corpo humano, membros 
inferiores e superiores, podendo atingir 
o patamar de crônica, quando supera o 
período de três meses. Por sua vez, a dor 
regional é aquela que atinge um ou mais 
pontos, concomitantemente, porém, sem 
acometer todos os quadrantes. 
A dor regional pode ser classificada em: 
1. Localizada - se manifesta no local de 
estímulo, podendo ser identificada 
por meio do toque ou movimentação; 
2. Irradiada - se manifesta ao longo 
do trajeto nervoso onde ocorre 
o estímulo, manifestando-se 
adjacentemente e; 
3. Referida - se manifesta à distância do 
local de estímulo. 
A dor regional é parte do processo de 
envelhecimento humano. Ainda que 
consigamos agir preventivamente, 
o fator etário tem grande relevância 
na manifestação dessa condição. 
Rafael destaca a cervicalgia e a 
cervicobraquialgia como alguns os 
principais exemplos de dor regional.
Condições reumatológicas I29:25
31:20‘‘Diferente da dor articular, a dor 
difusa tem um outro ponto de corte 
para ser chamada de crônica. Ela é 
chamada de crônica quando dura 
mais do que três meses.
’’
 
33:52‘‘Quando falamos de dores 
regionais, estamos falando da 
principal causa de anos vividos 
com incapacidade, no mundo.
’’
 
38:26‘‘Na cervicobraquialgia vamos 
ter algumas dores associadas à 
compressões de raízes nervosas.
’’
 
A anamnese permite ao profissional 
de saúde identificar condições 
problemáticas, determinar 
diagnósticos, planejar e implementar 
modelos de assistência. Os dados 
coletados de um pacien-te podem 
ser obtidos, através de, EXCETO:
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
14
AULA 1 • PARTE 4
Rafael elenca outros exemplos de dor 
regional recorrentes e que se manifestam 
comumente em pacientes idosos. A 
Lombalgia é a principal queixa. Em geral, 
ela é desencadeada por eventos súbitos, 
ainda assim, pode evoluir para quadros 
crônicos. Entre eles, o professor destaca a 
Estenose do Canal Medular e como ela se 
reflete na locomoção de pacientes idosos. 
A Lombociatalgia também é uma condição 
a ser observada, uma vez que interfere 
diretamente na capacidade funcional dos 
membros inferiores. 
Entre as dores periarticulares de ombro 
estão, em geral, ligadas a impactos, 
como a Tendinite de Supra-Espinhoso 
e a Bursite Subacromial. A osteoartrite 
acromioclavicular também é outra 
manifestação bastante comum, no 
que tange a questão articular. Ela se 
manifesta, a rigor, pelo excesso de carga 
recorrente. Quando passamos ao cotovelo, 
as principais queixas estão relacionadas 
à Epicondilite Lateral e a Bursite 
Olecraniana. Essas condições também 
estão atreladas ao esforço para manejo de 
cargas e movimentos repetitivos.
Condições reumatológicas II 00:26
00:39 ‘‘A lombalgia aguda é a grande 
maioria das causas de lombalgia. 
Mas, eventualmente, podemos ter 
cenários de cronicidade.
’
01:32 ‘‘Começamos a falar de maior 
risco, de gravidade quando 
falamos de Estenose do Canal 
Medular.
’’
04:12
Sinal de Lasègue: Descrito 
originalmente pelo médico francês 
Ernest-Charles Lasègue, é um teste 
clínico que estende o nervo ciático, 
assim como pode diagnosticar outras 
condições, como hérnias de disco em 
pacientes portadores de lombalgia. 
O exame pode ser afetado por 
encurtamento muscular.
PALAVRA-CHAVE
07:00 ‘‘Os indivíduos que têm os 
‘red flags’ precisam de uma 
abordagem mais precoce para que 
possamos garantir e minimizar os 
prejuízosdas doenças mais graves 
que eles têm associadas a esse 
cenário.
’’
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: 
1.
 
10:15 ‘‘A tendinite calcária é identificada 
por exames de imagem, como raio-x 
e ultrassom.
’’
São patologias mediadas por 
imunocomplexos:
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
15
Mãos e punhos também podem ser 
acometidos comumente por dores 
periarticulares. A Síndrome do Túnel de 
Carpo é uma neuropatia compressiva 
que gera formigamento, dormência e 
dores, causadas pela flexão do punho ou 
compressão da área. 
Rafael também pontua outras questões 
como a Tendinite de De Quervain, a 
Contratura de Dupuytren e o dedo 
em gatilho. Quanto aos quadris, as 
situações mais recorrentes no consultório 
reumatológico são a Síndrome Dolorosa 
Trocantérica e a Dor Miofascial Glútea. 
Por sua vez, quando passamos a analisar 
os membros inferiores, o joelho pode ser 
acometido por fenômenos como a Tendinite 
de Pes Anserinus e pelas Bursites Pré-
Patelar e Infra-Patelar. Quanto aos pés, as 
principais manifestações de dor regional são 
a Fascite Plantar e a Síndrome do Tendão 
Tibial Posterior.
Condições reumatológicas III13:42
16:21‘‘O teste de Finkelstein é uma 
manobra muito importante e 
muito útil na avaliação diagnóstica 
de Tendinite de De Quervain.
’’
 
18:58‘‘A dor muscular no quadril, 
que é a mais frequente, é a dor 
miofascial. A dor glútea.
’’
 
23:34‘‘Esse tibial posterior é 
um músculo que tende a ser 
sobrecarregado em situações 
tipo pé plano ou obesidade, 
sobrepeso. .
’’
 
A fibromialgia é a principal manifestação 
de dores corporais crônicas generalizadas. 
Além da manifestação da dor, outros 
sintomas como fadiga, alterações 
cognitivas e disfunções do sono costumam 
acometer pacientes com essa condição. É 
uma condição relativamente comum entre 
pacientes reumatológicos. Existe uma 
prevalência significativa dela em pacientes 
do sexo feminino. 
Rafael destaca o caráter nociceptivo da 
dor causada pela fibromialgia, advinda de 
lesões ou danos teciduais e como ela pode 
chegar a um caráter nociplástico, onde 
temos a ampliação da sensibilidade dessa 
dor, mesmo com a cicatrização das lesões 
sofridas. 
O professor pontua a importância da 
realização de atividades físicas regulares, 
combinando exercícios que compreendam 
funções aeróbicas, de resistência e 
equilíbrio são benéficas para o tratamento. 
Ao mesmo tempo, a psicoterapia pode ser 
relevante no tratamento, de acordo com 
cada paciente e sua necessidade.
Condições reumatológicas IV 25:15
26:40 ‘‘Ao longo do tempo, uma 
lesão tecidual periférica, mesmo 
tendendo a diminuir na sua 
intensidade, pode levar a uma 
amplificação da percepção 
de dor, com o fenômeno de 
sensibilização.
’’
29:49
TSH: Exame clínico feito a partir da 
coleta de sangue padrão é capaz 
de medir os níveis do hormônio 
estimulador da tireoide no corpo 
humano. Por meio dele é possível 
determinar condições como hiper ou 
hipotireoidismo.
PALAVRA-CHAVE
16
32:30‘‘Não costumamos usar 
anti-inflamatórios, de uma 
forma geral, esteroidais ou não-
esteroidais.
’’
 
35:40 ‘‘Síndromes dolorosas regionais 
e difusas são causas prevalentes 
de limitação funcional e perda de 
qualidade de vida, principalmente 
entre idosos.
’’
AULA 2 • PARTE 1
A osteoartrite é a condição mais 
recorrente no que tange a questão 
de dores articulares no processo de 
envelhecimento. Essa condição manifesta-
se com maior incidência em pacientes 
do sexo feminino e o joelho é a área 
mais afetada, quando comparada a 
outras possíveis, em pacientes com 
idade mais avançada. A obesidade é 
um dos principais fatores de risco para 
o desenvolvimento dessa condição. A 
rigor, a osteoartrite afeta as cartilagens, 
podendo evoluir para outros tecidos como 
ossos, ligamentos, músculos e a sinóvia, 
causando a deterioração dos mesmos. 
Entre os principais sintomas temos a 
dor mecânica, instabilidade, fraqueza e 
eventuais travamentos e rigidez. 
A osteoartrite pode atingir também as 
mãos, dedos, quadris e a coluna vertebral. 
A tendência é que as dores da osteoartrite 
oscilem, em termos de intensidade e 
ocorrência, porém, com o passar do 
tempo, quadros crônicos se estabelecem. 
A osteoartrite pode ser caracterizada 
como primária, quando acomete pacientes 
acima de quarenta e cinco anos, com 
dores mecânicas persistentes em uma ou 
mais articulações e com rigidez matinal 
inferior a trinta minutos. Já, quando 
considerada secundária, envolve outras 
doenças, malformações, traumas ou 
distúrbios metabólicos. Em seguida, 
Rafael pontua distinções clínicas entre 
Osteoartrite e Artrite Reumatoide.
A osteoartrite I 00:26
01:44 ‘‘Temos a osteoartrite como a 
forma mais comum de Artropatia 
caracterizada pela degradação de 
todas as estruturas articulares e 
associada ao envelhecimento.
’’
03:15 ‘‘Quando pensamos em fatores 
de risco associados à osteoartrite 
temos, talvez, os três principais, 
sejam: idade, sexo feminino e 
obesidade ou sobrepeso.
’’
05:43 ‘‘Quando vamos falar de 
sintomas, estamos conversando 
sobre uma série de manifestações 
que vão além da pura e simples 
inflamação articular, da artrite, em 
si.
’’
08:53 ‘‘A dor na osteoartrite tende a 
ser um fenômeno de manifestação 
de longo prazo, que tende a se 
cronificar.
’’
11:57 ‘‘A rigidez mais prolongada, 
lembrando, é um fenômeno de 
inflamação articular.
’’
17
15:16‘‘Na artrite reumatoide, eu 
espero mais sinovite, rigidez, 
inflamação sistêmica VSG e PCR, 
mais sintomas constitucionais e, 
na osteoartrite, eu espero menos 
disso.
’’
 
18:30 ‘‘O diagnóstico da osteoartrite 
não precisa do raio-X. Ele é um 
diagnóstico clínico.
’’
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3
. 
A osteoartrite pode ser tratada com 
medidas não farmacológicas. Entre elas, 
o controle de peso é um dos principais 
vetores para evitar o desgaste excessivo das 
cartilagens. Além disso, a boa alimentação 
e a prática de exercícios físicos adequados 
também tem papel importante no 
tratamento. 
O uso de anti-inflamatórios não esteroidais 
e a fisioterapia contribuem para o controle 
da dor. Em geral, o uso de analgésicos 
simples não é a primeira opção para o 
tratamento da osteoartrite, ainda assim, 
esse tipo de droga pode ser utilizada 
quando lidamos com questões relacionadas 
a interações medicamentosas. 
Os casos que necessitam de intervenção 
cirúrgica precisam ser bem explorados 
antes de chegarmos nessa decisão. É 
preciso um acompanhamento próximo do 
paciente para que não se acabe perdendo 
o momento adequado do procedimento, 
considerando sua recuperação e 
reabilitação funcional.
A osteoartrite II22:24
24:02‘‘Essa recuperação da função, 
necessariamente, inclui também 
tratamento com reabilitação e 
fisioterapia. Os exercícios ajudam 
no controle da dor, mas, também 
no ganho de função.
’’
 
26:01‘‘A analgesia simples não é a 
primeira linha do tratamento, não 
é a base para todo mundo, mas 
pode ser utilizada em cenários 
em que gostaríamos de ter um 
acréscimo de efeito mesmo que 
pequeno e, em especial, quando 
eu tenho risco associado a outros 
medicamentos.
’’
 
28:05 ‘‘Para eu decretar, de fato, 
uma refratariedade e considerar 
cirurgia, o ideal é que tenhamos, 
pelo menos, seis meses de um 
tratamento clínico otimizado, 
efetivo.
’’
Em relação à gota, é correto afirmar 
que:
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
18
AULA 2 • PARTE 2
A osteoporose é uma condição em que 
temos uma redução progressiva da 
densidade óssea, causando fragilidade 
e aumentando o risco de fraturas. A 
osteoporose é uma doença cujos sintomas 
não são perceptíveis, sendo assim, requer 
um acompanhamento mais específico. Em 
geral, a prevenção é uma das melhores 
formas de combater essa condição. A 
prática de exercícios físicos, uma dieta 
regrada e o combate ao sobrepeso e 
obesidade são medidas fundamentais para 
tanto. A osteoporose é mais comum em 
mulheres caucasianas, acima de sessenta 
anos. 
O tabagismo, etilismo, sedentarismo e 
a baixa ingestãode cálcio também são 
fatores de risco associados. O exame de 
Densitometria Óssea é o principal meio de 
identificar a presença da Osteopenia, que 
diz respeito a diminuição da massa óssea, 
entre 10 e 25% e a Osteoporose, que é 
caracterizada por uma perda de massa 
óssea superior a 25%. Rafael, detalha 
algumas estratégias farmacológicas 
e não farmacológicas que podem ser 
utilizadas na prevenção e no tratamento 
da osteoartrite.
A osteoporose 00:26
01:12 ‘‘A saúde óssea e a saúde 
muscular são complementares.
’’
CURIOSIDADE
Iniciativa da Universidade Federal de Santa 
Catarina, realizada desde 2009, é uma 
pesquisa que acompanha adultos entre 20 
e 59 anos e idosos acima de 60, visando o 
acompanhamento do estado de saúde dos 
cidadãos, por meio da coleta de dados como 
altura, peso, circunferência abdominal e 
pressão arterial. A ideia é coletar dados para 
desenvolver e implementar políticas públicas 
de saúde adequadas.
EpiFloripa
02:39
04:32 ‘‘Nesse cenário de uma doença 
inflamatória mais exuberante, 
por mais tempo, com mais 
repercussão clínica, necessidade 
de corticoides e prejuízo 
nutricional é quando teremos um 
risco, particularmente, alto de 
osteoporose e sarcopenia.
’’
07:05‘‘Uma das principais 
complicações da osteoporose são 
as fraturas vertebrais.
’’
 
10:27 ‘‘A osteoporose pode ser 
considerada grave ou estabelecida 
quando, além da baixa da 
densidade mineral óssea, já tenha 
fratura documentada.
’’
19
12:42
15:51 ‘‘O uso criterioso de 
medicamentos e a reposição de 
vitamina D nos idosos, também 
configura uma estratégia de 
redução de quedas.
’’
De forma semelhante à osteoporose, 
a sarcopenia é uma condição que está 
diretamente atrelada ao envelhecimento 
humano. Ela pode ser definida como uma 
condição que reduz a massa e a função 
músculo esquelética, que traz consigo 
decréscimo da força e restrições do 
desempenho físico de seus pacientes, 
conforme seu nível de gravidade tende 
a aumentar. Ainda que se desenvolva 
na idade avançada, a sarcopenia não 
necessariamente está relacionada com 
a idade, mas, também a outras doenças 
neurológicas e inflamatórias, práticas 
deletérias e o sedentarismo. 
Rafael descreve alguns dos principais 
testes que podem ser realizados em 
consultórios para avaliar a força muscular 
e um paciente idoso, incluindo o de sentar 
e levantar e o teste de marcha. O professor 
destaca a importância de medidas não 
medicamentosas tanto na prevenção quanto 
no tratamento da sarcopenia. Inclusive, não 
existe uma medicação que seja específica 
para o tratamento da sarcopenia. É possível 
que determinadas intervenções possam 
ajudar, ainda assim, elas têm um caráter de 
complementariedade do tratamento do que 
uma posição principal nele. 
A sarcopenia19:45
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4
. 
20:47 ‘‘A sarcopenia, de fato, é 
quando temos prejuízos de 
força e massa muscular.
’’
CURIOSIDADE
Acrônimo para Fracture Risk Assessment 
Tool, ou Instrumento de Avaliação de Risco 
de Fratura, em português é uma ferramenta 
em forma de algoritmo desenvolvida pelo 
Centro de Doenças Ósseas Metabólicas da 
Universidade de Sheffield. Com ela é possível 
calcular a probabilidade de fraturas de 
antebraço, úmero, quadril e vertebrais. 
FRAX
Sobre a Artrite Reumatoide, assinale 
a afirmativa INCORRETA:
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
20
24:17‘‘O interessante na abordagem 
terapêutica da sarcopenia é que, 
assim como na osteoporose, as 
questões não medicamentosas 
ganham uma importância 
destacada.
’’
 
24:43 ‘‘Não existe nenhum 
tratamento medicamentoso que 
deva ser o principal tratamento da 
sarcopenia.
’’29:24‘‘O prejuízo da velocidade 
de marcha já é um prejuízo 
de desempenho físico, ou 
seja, já é um cenário de maior 
gravidade.
’’
 
AULA 2 • PARTE 3
Entre as principais artropatias 
microcristalinas, Rafael destaca a gota e 
a doença por deposição de pirofosfato 
de cálcio. Essas doenças se manifestam, 
justamente, pela presença de cristais 
minerais nos tecidos musculoesqueléticos. 
No caso da gota temos a formação de 
cristais de urato monossódico e, na CPPD 
a formação de cristais de pirofosfato de 
cálcio, ambas nos tecidos articulares. 
Enquanto a gota está relacionada com 
doenças metabólicas, como obesidade, 
diabetes e hipertensão, a CPPD está 
atrelada a outras condições endócrinas 
que afetam, mais especificamente, o 
metabolismo ósseo. A gota se manifesta por 
crises de monoartrite que podem evoluir, 
com o passar do tempo, para quadros de 
dor crônica e limitação funcional.
Artropatias microcristalinas I00:26
01:17‘‘Gota e doença por deposição 
de pirofosfato de cálcio são 
condições que tem uma 
fisiopatologia semelhantes, mas 
com diversas peculiaridades.
’’
 
02:50‘‘O eritema articular é um 
fenômeno menos comum 
nas dores articulares, mas, 
sinalizador, evidência de um 
processo inflamatório bem mais 
exuberante.
’’
 
05:36‘‘A condrocalcinose é um 
termo que se refere a um 
fenômeno radiológico. Uma 
deposição de cristais nas 
estruturas não ósseas.
’’
 
09:35 ‘‘Uma uricemia 
persistentemente alta é uma 
condição indispensável para o 
desenvolvimento de gota.
’’12:37‘‘O dano repetido, o trauma 
crônico é um importante fator 
que leva ao surgimento de 
condrocalcinose.
’’
 
21
O diagnóstico da gota pode ser obtido 
por meio de critérios clínicos divididos 
em categorias distintas. A mais básica 
delas refere-se a dor ou edema em 
articulações ou bursa periférica, causada 
pela formação de cristais no líquido 
sinovial ou pela formação de tofos. Na 
ausência dos cristais, podemos analisar o 
padrão articular e o nível de exuberância 
da inflamação. É possível fazer o uso de 
recursos de imagens, como radiologia, 
tomografia ou ultrassom para auxiliar na 
identificação de deposição de ácido úrico 
ou cristais. 
Já no diagnóstico da CPPD, outros 
sintomas além da dor articular se 
manifestam em termos de diagnóstico, 
como artrites, febre, estado confusional 
agudo e redução da capacidade 
homeostática e funcional. A forma mais 
comum da CPPD é a pseudo-osteoartrite, 
geralmente manifestada em joelhos, 
ombros, quadris, punhos, cotovelos 
e coluna. Ademais, também pode 
manifestar-se nas formas de pseudogota e 
pseudoartrite. Por fim, o professor destaca 
alguns dos principais medicamentos 
que podem ser utilizados no controle do 
processo inflamatório e de crises, assim 
como, no processo terapêutico tanto da 
gota quanto da CPPD.
Artropatias microcristalinas II 17:41
19:32 ‘‘É comum termos tofos em 
regiões da bursa olecraniana, 
do cotovelo, mas, também 
periarticulares, em mãos, dedos.
’’
23:20 ‘‘Exames de imagem são muito 
importantes. Um exame muito 
acurado, tanto sensível, quanto 
específico é a tomografia de dupla 
energia.
’’
25:46 ‘‘A CPPD tende a ter uma 
evolução mais insidiosa, levando 
em torno de semanas a meses os 
seus momentos de piora.
’’
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: 
1.
 
29:26‘‘Essa diferença clínica 
precisa de uma abordagem 
muito individualizada para 
que tenhamos uma decisão 
terapêutica embasada.
’’
 
34:47‘‘Temos o ultrassom como 
uma ferramenta acessível e 
sensível para a identificação dos 
cristais de pirofostato de cálcio, 
em especial, em sítios como 
cartilagem e fibrocartilagem.
’’
 
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
Sobre a espondilite anquilosante 
não se pode afirmar que:
22
37:58 ‘‘No caso da CPPD não 
temos, exatamente, uma meta 
terapêutica, mas, entendemos 
que esse é um tratamento que 
envolve controle das doenças 
metabólicas.
’’
43:39‘‘Gota e CPPD são artropatias 
inflamatórias comuns entre 
idosos, com significativo prejuízo 
da qualidade de vida.
’’
 
AULA 2 • PARTE 4
Rafael estabelece distinções entre uma 
crise de gota e artrite séptica. A artrite 
séptica é uma condição que se caracteriza 
pela infecção articular e líquido sinovial, 
causadas por vírus, fungos e, mais 
comumente, por bactérias. 
De forma muito semelhante à gota, a artrite 
séptica também é um processoinflamatório, 
com dor, e hiperemia monoarticular. Em 
geral, as articulações mais acometidas por 
essa condição são as de joelho e quadris. É 
preciso atentar para o caráter emergencial 
de uma artrite séptica. 
É fundamental intervir rapidamente, com 
a drenagem da articulação e o uso de 
antibióticos. A análise do líquido sinovial 
é determinante entre uma crise aguda de 
gota e a artrite séptica. 
Artropatias microcristalinas III00:26
01:46‘‘A infecção articular também 
se apresenta como uma 
monoartrite aguda, normalmente, 
com eritema associado. Mas, 
diferentemente da gota, ela não 
tem o mesmo cenário clínico, 
necessariamente.
’’
 
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3
. 
07:26 ‘‘Monoartrite aguda é 
sinônimo de punção articular 
para excluir a possibilidade de 
artrite séptica.
’’
05:11 ‘‘A artrite séptica é um cenário 
de emergência, onde precisamos 
de uma intervenção terapêutica 
imediata. Questão de horas.
’’
Em relação a sacroileíte da 
espondilite anquilosante assinale e 
opção incorreta: 
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
23
Finalizando sua exposição, o professor 
apresenta outras condições importantes 
que devem ser relevadas no contexto 
reumatológico de pacientes idosos. A 
Polimialgia Reumática, também conhecida 
como PMR, é uma doença que acomete 
indivíduos acima dos 50 anos e causa 
rigidez e dores nas regiões do pescoço, 
ombros e quadris, pela inflamação nas 
articulações dos mesmos. Entre alguns 
dos principais sintomas, além da redução 
da capacidade funcional, temos a fadiga, 
perda de peso febre baixa e quadros 
depressivos. Em geral, é uma condição 
que acomete mais as pessoas do sexo 
feminino. 
Por sua vez, a Arterite de Células 
Gigantes é uma inflamação que leva ao 
acometimento da aorta e seus ramos 
proximais, em especial da extremidade 
superior, por vezes bloqueando 
completamente o vaso sanguíneo ou 
gerando problemas de circulação por 
outras áreas irrigadas por ela. Em geral, os 
sintomas mais recorrentes são a cefaleia 
e dores mandibulares. Ainda assim, pode 
evoluir para outros mais graves como 
cegueira e até mesmo derrames cerebrais. 
Rafael traz as possíveis intervenções 
medicamentosas que podem ser utilizadas 
no controle dessas condições e um caso 
clínico para explorar as possibilidades 
diagnósticas e de tratamento das mesmas.
PMR & ACG 07:57
09:58 ‘‘Em termos de epidemiologia, 
polimialgia reumática é mais 
frequente do que arterite de 
células gigantes.
’’
12:54
RS3PE: Acrônimo para Remitting 
Seronegative Symmetrical 
Synovitis with Pitting Oedema. 
É uma manifestação rara de 
reumatismo que acomete homens 
idosos, por meio de edema com 
cacifo no dorso das mãos ou pés.
PALAVRA-CHAVE
16:45 ‘‘Temos como uma das 
principais complicações da arterite 
de células gigantes a neurite 
óptica isquêmica anterior.
’’
21:01 ‘‘De forma geral, os 
princípios do tratamento da 
arterite de células gigantes e da 
polimialgia reumática incluem 
imunossupressão.
’’
24:27‘‘Mesmo o paciente apenas 
com polimialgia reumática, em 
que não temos sinais de arterite 
de células gigantes, vimos que um 
quinto deles podem evoluir para 
arterite.
’’
 
29:34 ‘‘Mesmo que o corticoide, 
eventualmente, possa representar 
uma menor rentabilidade, menor 
chance de falso negativo da 
biópsia, isso não justifica o atraso 
do início do tratamento.
’’
24
AULA 3 • PARTE 1
A artrite reumatoide é uma doença 
inflamatória crônica capaz de se 
manifestar em diversas articulações 
do corpo humano. Em geral, ela é mais 
comum em indivíduos do sexo feminino 
entre trinta e cinquenta anos e tende a 
se agravar com a idade avançada. Por se 
tratar de uma condição autoimune é mais 
difícil estabelecer suas possíveis causas, 
ainda assim, o fator genético, infecções 
virais, bacterianas e o tabagismo se 
mostram como fatores potencializadores 
dessa condição. Os principais 
autoanticorpos para artrite reumatoide 
são o fator reumatoide e o anticorpo 
antiproteína citrulinada. 
Outra característica destacada da artrite 
reumatoide é sua ação simétrica, isto 
é, ela costuma acometer grupamentos 
articulares semelhantes nos dois lados 
do corpo. Diego apresenta algumas das 
manifestações clínicas possíveis na artrite 
reumatoide e reflexos que vão além 
das questões articulares. Em seguida, 
o professor pontua os critérios para o 
diagnóstico e destaca a importância 
da educação dos pacientes de artrite 
reumática, para uma maior adesão do 
tratamento e melhores desfechos do 
mesmo.
Artrite reumatoide I 01:09
01:45 ‘‘Temos que lembrar, 
também, da artrite reumatoide 
como uma doença que faz 
envolvimento orgânico. Ela pode, 
potencialmente, acometer outros 
órgãos fora da articulação.
’’
03:21 ‘‘Outro fator de risco muito 
importante, que tem que ser 
lembrado para artrite reumatoide, 
é o tabagismo.
’’
06:11 ‘‘Quando falamos de 
surgimento de doença autoimune, 
podemos pensar nisso como um 
contínuo.
’’
09:44 ‘‘Se estamos em dúvida 
diagnóstica, achamos que tem 
grandes chances de ser uma 
artrite reumatoide ou precisamos 
diferenciar de outra doença, anti-
CCP tem um valor diagnóstico 
importante.
’’
11:16‘‘A artrite reumatoide é 
conhecida por causar artrite 
simétrica. Ela gosta de pegar 
grupamentos articulares nos dois 
lados do corpo.
’’
 
13:15 ‘‘Temos um processo, 
também, de sarcopenia na artrite 
reumatoide que é importante ser 
lembrado e cuidado em nosso 
paciente.
’’15:28‘‘Ainda que a artrite 
reumatoide seja conhecida por 
acometimento de articulações 
periféricas, pequenas articulações, 
em especial, tem uma articulação 
axial que ela gosta muito de 
pegar, que é a articulação da 
primeira com a segunda vértebra 
cervical.
’’
 
18:19 ‘‘A vasculite reumatoide é 
muito grave. Cada vez, menos 
frequente pelo grande arsenal 
terapêutico que possuímos, hoje 
em dia.
’’
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1.
 
22:29 ‘‘Metotrexato é o carro-chefe 
da artrite reumatoide, é a droga 
de primeira escolha quando 
possível.
’’
24:10 ‘‘Muito antigamente, se 
recomendava para o paciente com 
artrite ficar em repouso absoluto. 
Isso caiu por terra. Não se faz mais 
isso. É má prática.
’’
Quando pensamos especificamente em 
pacientes idosos, temos um cenário 
relativamente semelhante ao dos pacientes 
mais jovens no que tange a incidência da 
artrite reumatoide. Ela continua sendo 
predominante em pacientes do sexo 
feminino, mas em menor escala. É preciso 
que tenhamos cuidado no diagnóstico 
da AR em idosos, uma vez que ela pode 
ser semelhante à polimialgia reumática. 
Também precisamos estar atentos a um 
maior número de provas inflamatórias e uma 
redução na frequência de autoanticorpos, 
como o fator reumatoide e o Anti-CCP. 
Diego comenta como o a questão da 
polifarmácia pode ser um problema 
no tratamento de um paciente idoso 
portador de AR, uma vez que outros 
sistemas nesse organismo podem estar 
comprometidos, como problemas hepáticos, 
cardiovasculares e até mesmo cognitivos. 
É nesse sentido que devemos atentar para 
eventuais interações medicamentosas, 
sempre objetivando a remissão da Artrite 
Reumatoide, como nos pacientes mais 
jovens.
Artrite reumatóide II26:30
31:14‘‘Não temos uma evidência 
robusta de como deveríamos 
tratar o paciente idoso. Muitas 
vezes, nos ensaios clínicos dos 
medicamentos, o paciente idoso é 
excluído.
’’
 
28:59‘‘A artrite reumatoide de 
início no idoso é um fator 
de risco independente para 
incapacidade.
’’
 
Em relação à pessoa idosa com 
queixas de dores, assinale a 
alternativa correta:
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
26
AULA 3 • PARTE 2
Outra doença inflamatória crônica 
autoimune bastante recorrente é o 
Lúpus Eritematoso Sistêmico. Essa é 
outra condição na qual observamos o 
predomínio de indivíduos do sexo feminino 
acometidas. Uma de suas características 
é a variabilidade de sua ação, isto é, uma 
condição que tende alternar períodos 
de atividade e remissão. O Lúpus é uma 
condição multifatorial que envolve, além 
da genética,fatores ambientais, como 
a exposição à luz solar e o estrogênio, 
com grande relevância. Diego apresenta 
as principais manifestações de Lúpus 
cutâneo, destacando como a sua versão 
crônica deixa cicatrizes. 
Além da pele, o Lúpus pode atingir 
outros órgãos e funções, como a 
pulmonar, cardíaca, hematológica, renal 
e até mesmo neuropsiquiátrica. Em 
seguida, o professor apresenta algumas 
manifestações laboratoriais que podem 
auxiliar no diagnóstico do Lúpus. O 
tratamento do Lúpus deve combinar o 
uso de medicamentos e intervenções 
não farmacológicas, como a avaliação e 
suporte psicológico, a prática de exercícios 
físicos e estratégias para a proteção à 
exposição da luz ultravioleta.
O Lúpus I 00:26
01:12 ‘‘Dois pacientes com 
diagnóstico de Lúpus podem ter 
manifestações completamente 
distintas um do outro. É uma 
doença bastante heterogênea.
’’
03:04 ‘‘Hoje em dia, temos um amplo 
arsenal terapêutico e conseguimos 
devolver qualidade de vida e 
função normal para o paciente. 
O objetivo do tratamento é que 
o paciente possa seguir vida 
normal.
’’
05:24 ‘‘A luz ultravioleta leva, muitas 
vezes, à destruição da célula. 
Essa célula destruída expele seus 
componentes intracelulares, 
componentes esses, que o sistema 
imune não está acostumado a 
encontrar e, portanto, passa a 
reagir a eles.
’’
08:33 ‘‘O Lúpus Cutâneo Crônico, das 
lesões do lúpus, é a única que vai 
acabar deixando cicatrizes. 
’’
11:04‘‘O Lúpus é muito conhecido 
por fazer serosite. Por fazer 
inflamação das membranas 
serosas e não é diferente, aqui, no 
pulmão e no coração.
’’
 
16:24
22:26‘‘É extremamente importante 
que, quando estejamos na frente 
de um paciente com Lúpus, 
não fiquemos pensando só em 
imunossupressor, no que fazer 
nas manifestações sistêmicas.
’’
 
CURIOSIDADE
Criado em 2015, o site oficial do Consenso 
Internacional de Anticorpos Antinúcleo 
traz publicações para promover a pesquisa 
de autoanticorpos em células HEp-
2 pela técnica de imunofluorescência 
indireta, estudando padrões nucleares, 
citoplasmáticos e mióticos.
Anapatterns
27
26:39 ‘‘Mesmo em uma 
recomendação de tratamento 
medicamentosa, faz-se questão 
de trazer ao foco tratamentos não 
farmacológicos.
’’
30:07 ‘‘A hidroxicloroquina é uma 
pedra angular no tratamento 
do Lúpus. A recomendação é 
que todo o paciente com Lúpus, 
que não tenha contraindicação 
ao seu uso, deva usar a 
hidroxicloroquina.
’’
R
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p
o
st
a 
d
es
ta
 p
ág
in
a:
 a
lt
e
rn
a
ti
v
a
: 
4
. 
Em pacientes com idade avançada, o 
Lúpus tende a se manifestar em menor 
intensidade quando comparado ao que 
acomete os mais jovens. Ainda temos um 
predomínio dessa condição em pacientes 
do sexo feminino, porém, temos uma 
drástica redução na proporção, ou seja, 
homens estão mais sujeitos a ter o Lúpus 
Eritematoso Sistêmico de início tardio. 
Além disso, precisamos considerar que 
pacientes idosos com LES também têm, 
em grande medida, a Doença de Sjögren 
associada. 
Entre as principais manifestações clínicas 
da LES em idosos, podemos destacar a 
pericardite, pleurite e o acometimento 
pulmonar. Mais uma vez, as interações 
medicamentosas devem ser analisadas 
cuidadosamente, pois, temos grande 
chance de encontramos o Lúpus induzido 
pelo uso de determinadas drogas, em 
pacientes de idade avançada. 
O Lúpus II 30:38
32:03 ‘‘Quando o Lúpus acomete o 
paciente idoso, mais comumente, 
ele vai fazer as serosites: 
pericardite, pleurite e até mesmo o 
acometimento pulmonar.
’’
34:33 ‘‘No momento que tiramos 
a medicação que pode estar 
causando a doença, esse 
paciente pode levar semanas, 
até alguns meses, mas, ele 
vai ter recuperação daquelas 
manifestações que nos fizeram 
suspeitar de Lúpus nele.
’’
Nos pacientes portadores de lúpus 
eritematoso sistêmico, podemos 
afirmar que:
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
28
AULA 3 • PARTE 3
Outra condição autoimune que afeta, 
glândulas, articulações e ossos é a Doença 
de Sjögren. Mais uma vez, essa é uma 
doença sistêmica que tem maior incidência 
em pacientes do sexo feminino, em geral, 
entre 30 e 60 anos de idade. Diego destaca 
como ainda existe um grande nível de 
atraso diagnóstico para a Doença de 
Sjögren, justamente por seus sintomas não 
serem agressivos, o que pode complicar 
a recuperação e um tratamento mais 
preciso e com melhores desfechos. De 
forma semelhante ao Lúpus, os principais 
fatores de risco estão ligados à genética, 
causas infecciosas e ao estrogênio. Entre os 
principais sintomas, temos a secura. 
Ela pode atingir a boca, potencializando 
problemas odontológicos; os olhos; a pele 
e até mesmo órgãos sexuais, causando 
perda na qualidade de vida, em geral. No 
que tange o acometimento sistêmico, 
são diversos os órgãos que podem ser 
afetados, incluindo pulmões, rins, sistema 
nervoso central e periférico, entre outros. 
É preciso acompanhar as questões 
sistêmicas, uma vez que elas podem 
gerar morbimortalidade. Diego descreve 
as técnicas utilizadas para diagnosticar a 
Doença de Sjögren e aponta cuidados na 
diferenciação diagnóstica. Em seguida, 
ele comenta os principais métodos de 
tratamento disponíveis.
Doença de Sjögren I00:26
02:39‘‘A xerostomia, a boca 
seca e a xeroftalmia, o olho 
seco são os grandes sintomas, 
bastante chaves, da Doença de 
Sjögren.
’’
 
04:01‘‘Ao contrário da artrite 
reumatoide e do lúpus, que 
buscávamos essas doenças em 
pessoas mais jovens, aqui, ela 
até pode acometer, mas é mais 
comum em pessoas de meia 
idade.
’’
 
PERSONALIDADE
Reumatologista de origem mexicana, é 
graduado pela Universidade de Guadalajara, 
Mestre e Doutor pela Escola de Saúde 
Pública de Harvard. Atua como pesquisador 
clínico nos institutos Krembil e Lunenfeld-
Tanenbaum Research Institute e chefe 
do setor de reumatologia no Mount Sinai 
Hospital e na University Health Network.
Jorge Sanchez-Guerrero
05:54
29
08:24
Células Natural Killer: Também 
referidas como Células NK são 
um tipo de linfócito, produzidos 
na medula óssea, que tem relação 
direta com a defesa do corpo 
humano, neutralizando e tentando 
destruir moléculas, células e corpos 
estranhos. 
PALAVRA-CHAVE
12:41‘‘Aproximadamente 40% dos casos 
podem ter manifestações sistêmicas e 
essas, agregam morbimortalidade para 
nossos pacientes.
’’
 
PERSONALIDADE
Médica internista com experiência no 
manejo de doenças autoimunes sistêmicas. 
Bacharel pela Benemérita Universidad 
Autónoma de Puebla, México. Doutora 
pela Universidade de Barcelona, Espanha. 
Especialista em Medicina Interna pela Clínica 
Hospitalar (Barcelona, Espanha). Atualmente, 
médica internista da Unidade de Doenças 
Autoimunes do Hospital CIMA.
Pilar Brito-Zerón
PERSONALIDADE
Referência na pesquisa referente à Doença 
de Sjögren, trabalha atualmente no Hospital 
Universitário Parc Taulí. Também colabora 
no Instituto de Pesquisa I3PT, Reumatologia 
(Sabadell, Espanha) e no Departamento 
de Reumatologia do Hospital Quiron Salud 
(Barcelona, Espanha). Pertence ao grupo de 
estudos do Grupo de Pesquisa da Doença 
de Sjögren GRESS-AGAUR. Pesquisa 
Medicina Interna (Medicina Geral), Doenças 
Autoimunes e Reumatologia.
Soledad Retamozo 
30
16:32‘‘Muitas vezes os pacientes 
são assintomáticos, então, se 
recomenda, quando fazemos 
o diagnóstico, um exame de 
imagem basal do pulmão, 
para sabermos se o paciente 
tem ou não algum tipo de 
acometimento.
’’
 
19:44 ‘‘A monoclonalidade é 
extremamente perigosa. Isso pode 
indicar um risco de transformação 
linfomatosa.
’’
23:21
Ocular Staining Score: Exame 
clínico capaz de mensurar os níveis 
de ressecamento ocular. É feito 
sem a necessidade de preparações 
específicas, apenas com o uso de 
colírios corantes, como Fluoresceína e 
Lisamina Verde. Os corantes ajudam a 
identificar corpos estranhos no globo 
ocular.
PALAVRA-CHAVE
27:46‘‘O paciente não precisa, 
necessariamente, ter a secura. Ele 
pode começar com manifestação 
sistêmica antes do sintoma de 
secura.
’’
 
35:00 ‘‘Com relação ao tratamento: 
sempre por equipe multidisciplinar.No mínimo, um reumato, um 
oftalmo e um estômato.
’’
R
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 a
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e
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a
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v
a
: 
2
. 
39:21
Sobre a doença de Sjögren, marque 
a alternativa INCORRETA:
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
‘‘O linfoma acomete 10% dos 
pacientes com Sjögren. Então, não é 
algo desprezível, é algo que temos 
que estar sempre de olho.
’’
31
Quando pensamos na incidência de Sjögren 
em pacientes idosos, consideramos as 
manifestações que ocorrem após os 
75 anos de idade. Em geral, as queixas 
referentes à secura tendem a ser mais 
recorrentes, uma vez que sua ação é mais 
severa nesses indivíduos. Em contrapartida, 
o perfil imunológico costuma ser mais 
brando, porém, teremos um maior risco 
de problemas articulares, pulmonares, 
musculares e no sistema nervoso periférico. 
Diego destaca que, naturalmente, os 
pacientes idosos já têm uma tendência 
a ter maiores queixas de secura e a 
polifarmácia pode potencializar ainda mais 
essa característica. Por fim, o professor traz 
mais um caso clínico que ilustra a presença 
da Doença de Sjögren em idosos e como 
proceder para estabelecer uma conduta 
diagnóstica e terapêutica adequada ao 
caso.
Doença de Sjögren II40:29
41:45‘‘No paciente idoso, 30% das 
pessoas com mais de sessenta, 
sessenta e cinco anos tem queixa 
de alguma secura.
’’
 
45:03‘‘Os sintomas de secura 
causam perda de qualidade de 
vida e os sintomas sistêmicos 
ocasionam morbimortalidade.
’’
 
As Espondiloartrites compõem um 
grupo de doenças caracterizadas pelas 
inflamações axiais e periféricas. Em 
geral, temos a artrite nas articulações 
sacroilíacas e na coluna vertebral; fator 
reumatoide negativo; inflamação de 
tendões e ligamentos e presença do 
marcador HLA-B27. Essa é uma condição 
que afeta mais os pacientes do sexo 
masculino, em geral, abaixo dos 45 anos 
de idade. A condição que mais se destaca 
nas Espondiloartrites é a lombalgia. Ela 
tem alta prevalência e manifesta-se em 
grande parte da população, em algum 
momento de sua vida. Em sua forma 
inflamatória, a lombalgia tem uma menor 
incidência. 
A lombalgia passa a ser considerada 
crônica quando seus sintomas estão 
presentes por mais de três meses e o 
exercício físico torna-se uma excelente 
opção terapêutica não-farmacológica. A 
artrite periférica é outra condição que se 
manifesta nesse grupo de doenças. Em 
geral, ela atinge os membros inferiores 
e os ombros. Ela não costuma atingir as 
estruturas acometidas de forma simétrica. 
A dactilite também pode se manifestar. 
Ela afeta mais os tendões do que as 
articulações e pode tanto se manifestar 
em membros inferiores, quanto superiores. 
Espondiloartrites I 45:18
47:17
53:55 ‘‘Quando falamos de 
prevalência, ao longo da vida, 84% 
das pessoas vão ter dor lombar, 
em algum momento.
’’
CURIOSIDADE
Acrônimo para Assessment of 
SpondyloArthritis international Society, ou 
Sociedade Internacional de Avaliação de 
Espondiloartrites foi fundada em 2012 e 
está sediada em Meerssen, na Holanda. A 
organização é especializada em pesquisa 
e educação sobre a condição. Além disso, 
oferece diferentes formas de associação e 
promove palestras e eventos educativos. 
Grupo ASAS
32
AULA 3 • PARTE 4
A entesite consiste na inflamação de 
tendões, ligamentos e cápsulas no 
ligamento ao tecido ósseo. Ela pode 
ser facilmente identificada por diversas 
metodologias clínicas, que consistem no 
toque e palpação de sítios específicos. 
As espondiloartrites também terão 
manifestações extra articulares. Entre 
elas, o professor destaca a uveíte, que 
pode levar à cegueira se não tratada em 
tempo. Diego destaca a importância da 
ressonância magnética para a identificação 
de condições como a sacroileíte. Os exames 
de raio-X também podem ser de grande 
valia para visualizar alterações ósseas já 
consolidadas nos pacientes.
Em seguida, Diego apresenta como realizar 
o diagnóstico de espondiloartrite axial, 
espondilite anquilosante e espondiloartrites 
periféricas. As espondiloartrites podem ser 
tratadas de forma medicamentosa, com 
o uso de anti-inflamatórios, analgésicos e 
corticoides locais. Ainda assim, a prática 
de exercícios físicos, fisioterapia e outras 
formas de reabilitação também tem grande 
eficácia na terapia não farmacológica. Por 
ser uma condição mais manifesta na meia-
idade, a abordagem aqui é de controle 
e fortalecimento muscular, visando um 
envelhecimento mais saudável, evitando 
cenários de cronicidade.
Espondiloartrites II00:26
00:48
MASES: Acrônimo para Maastrich 
Ankylosing Spondylitis Enthesitis 
Score, comumente referida, no Brasil, 
como Escala Mases é uma técnica de 
avaliação clínica para Entesite, que 
envolve palpar os principais locais 
onde pode ocorrer a inflamação. 
São treze os pontos de avaliação 
e o índice final corresponde a 
soma da pontuação desses pontos 
específicos, sendo que cada um deles 
vale um ponto.
PALAVRA-CHAVE
04:14‘‘Raio-X não vê atividade 
inflamatória. Podemos ver, já, 
algumas sequelas do processo 
inflamatório.
’’
 
02:14‘‘Uveíte é um processo 
inflamatório bastante grave que 
pode levar a sequelas, inclusive, a 
cegueira.
’’
 
07:52‘‘Critérios classificatórios 
envolvem criar grupos 
homogêneos para pesquisa 
clínica. Eles não podem 
ser usados, cegamente, 
para diagnóstico clínico, no 
consultório.
’’
 
11:38 ‘‘Tem essas questões do critério 
classificatório. Às vezes, realmente, 
ele é um pouco confuso. Temos 
que ver o que estamos buscando 
mais: se é o predomínio axial 
ou periférico para poder aplicá-
los.
’’
16:08‘‘As espondiloartrites têm um 
componente de maior risco para 
doença cardiovascular. Então, 
temos que avaliar nosso paciente 
para hipertensão, diabetes, 
obesidade.
’’
 
33
21:10 ‘‘Os medicamentos 
modificadores do curso de 
doença da artrite reumatoide 
têm um tempo de início de ação 
que, muitas vezes, é demorado. 
Os imunobiológicos não são 
diferentes.
’’
O propósito de um tratamento 
reumatológico, assim como qualquer outra 
intervenção de saúde, é, justamente, a 
remissão nos sintomas de uma doença 
e, se possível, a retomada das condições 
normais de saúde desse indivíduo ou a 
manutenção de seu status, sem gerar 
maiores complicações, garantindo a 
melhor qualidade de vida, dentro do 
possível.
Na clínica reumatológica, a anamnese e o 
acompanhamento são fundamentais para 
que tenhamos uma melhor percepção do 
que o paciente está sentindo e como o 
tratamento indicado está ou não tendo o 
efeito desejado. Diego comenta a questão 
da subjetividade da dor e a relevância 
que isso traz para uma adesão mais eficaz 
ao tratamento. Em seguida, o professor 
traz alguns exemplos de clinimetria 
para casos de artrite reumatoide, lúpus 
eritematoso sistêmico e doença de 
Sjogren, destacando como a participação 
ativa do paciente em seu processo de cura 
ou melhora de condições de saúde é basal 
para melhores desfechos.
Além da questão da condição de saúde 
em si, o professor destaca a necessidade 
de atentarmos para a qualidade de vida do 
paciente em tratamento. Isto é, a equipe 
médica deve objetivar uma melhora 
que seja capaz de compreender outros 
aspectos que vão além da questão física 
em si, relevando fatores psicológicos, 
sociais, econômicos, entre outros, 
buscando as melhores condições que 
estejam disponíveis em cada caso.
Métricas de consultório I 22:23
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e
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: 
4
. 
26:08 ‘‘Na reumatologia as coisas 
são diferentes. As doenças são 
bastante heterogêneas. Elas não 
têm um biomarcador único.
’’
27:39 ‘‘Dor é aquilo que o paciente 
diz que tem e, a intensidade, é ele 
quem vai nos dizer a intensidade 
da dor que está sentindo.
’’
31:32 ‘‘Como fazemos a avaliação 
de atividade de doença a partir 
desse entendimento do que é uma 
clinimetria?
’’33:34‘‘É importante levarmos em 
consideração, quando estamos 
falando de clinimetria, a voz do 
paciente. O que o paciente está 
sentindo. 
’’
 
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO
São doenças que possuem um risco 
aumentado de desenvolverlinfomas:
34
39:08
BILAG: Acrônimo para British 
Isles Lupus Assessment Group, 
é uma métrica desenvolvida por 
reumatologistas britânicos, na 
década de 1980. Por meio dela, 
é possível avaliar os índices de 
doença e analisar de maneira mais 
acurada como o tratamento do lúpus 
eritematoso sistêmico se dá em um 
indivíduo.
PALAVRA-CHAVE
46:55 ‘‘Temos que lembrar que 
saúde não se refere somente a 
ausência de doença. Mas, também, 
a sensação de bem-estar físico, 
mental e social.
’’
35
Resumo da disciplina
Veja, nesta página, um resumo dos principais conceitos vistos ao longo da disciplina. 
AULA 1
AULA 2
AULA 3
Quando falamos de prevalência, ao 
longo da vida, 84% das pessoas vão ter 
dor lombar, em algum momento.
A dor na osteoartrite tende a ser um 
fenômeno de manifestação de longo 
prazo, que tende a se cronificar.
Outro fator de risco muito 
importante, que tem que ser 
lembrado para artrite reumatoide, é 
o tabagismo. Hoje em dia, temos um amplo 
arsenal terapêutico e conseguimos 
devolver qualidade de vida e 
função normal para o paciente. O 
objetivo do tratamento é que o 
paciente possa seguir vida normal.
A atividade física, hoje, se entende 
como uma prática recomendada 
para todas as pessoas como 
chave central nesse fenômeno de 
envelhecimento saudável.
Ao longo do tempo, uma lesão 
tecidual periférica, mesmo tendendo 
a diminuir na sua intensidade, 
pode levar a uma amplificação da 
percepção de dor, com o fenômeno 
de sensibilização.
Das dez principais causas de perda de 
capacidade funcional temos, pelo menos, 
quatro que tem uma relação direta com a 
reumatologia.
O uso criterioso de medicamentos e 
a reposição de vitamina D nos idosos, 
também configura uma estratégia de 
redução de quedas.
A artrite séptica é um cenário de 
emergência, onde precisamos 
de uma intervenção terapêutica 
imediata. Questão de horas.
36
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