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11 FACULESTE ENSINO DE MATEMÁTICA E FÍSICA TATILA LOPES MOTA O ENSINO DA MATEMÁTICA PARA O COTIDIANO CRUZEIRO DO SUL/AC 2024 O ENSINO DA MATEMÁTICA PARA O COTIDIANO TATILA LOPES MOTA Declaro que sou autor(a)¹ deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro também que o mesmo foi por mim elaborado e integralmente redigido, não tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações empíricas por mim realizadas para fins de produção deste trabalho. Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de violação aos direitos autorais. RESUMO- O presente trabalho foi desenvolvido com o intuito de analisar o ensino atual da Matemática e verificar qual a sua importância para o cotidiano do aluno, abordando teoricamente sobre o processo e métodos de ensino da matemática, relatando sobre como se encontra sua metodologia atual, o papel do professor, para que aprender matemática, quais os métodos de ensino e quais e as dificuldades no processo de ensino e aprendizagem, culminando com a abordagem sobre a Matemática do Cotidiano. A pesquisa foi realizada por meio de elaboração e aplicação de questionários aos alunos do ensino fundamental e professores da disciplina de matemática . Diante de tudo o que foi exposto evidencia-se que a Matemática é assunto de discussão entre alunos, professores e equipe pedagógica, ocasionando divergência entre as opiniões e assim, servindo como instrumento de busca para melhorias no ensino de tal disciplina. Palavras-chave: Utilidade. Matemática. Dia a Dia. INTRODUÇÃO A pesquisa indica que a ludicidade pode ser um elo facilitador do aprendizado matemático, o uso do lúdico como motivação para as aulas, poderá desmistificar que o ensino da matemática não é chato sem graça‖ e difícil. Ao contrario o processo pode ser passando a ser divertido, estimulador do raciocínio lógico, deixando os alunos com autoconfiança, com concentração, criatividade, proporcionando a socialização entre os indivíduos. Porém é preciso que os professores tenha a consciência, interesse e o estimulo para por isto em pratica. A ludicidade em sala de aula facilita a aprendizagem permitindo que o aluno interaja e, por conseguinte desenvolva aptidões muitas vezes ocultas além de sair da rotina das aulas. Segundo Antunes (1998) durante muito tempo confundiu-se ensinar com transmitir e nesse contexto o aluno era um agente passivo da aprendizagem e o professor o transmissor não necessariamente presente nos interesses dos alunos. O que vem a ser a palavra jogo? Brinquedo, folguedo, divertimento, partida esportiva, molejo, conjunto de molas, astúcia (BUENO, 2007). E a palavra jogar? Dar-se ao jogo de; executar as diferentes combinações de um jogo; tomar parte no jogo de; aventurar, arriscar ao jogo; manejar com destreza; lançar mão de; contar com; arremessar; atirar; dizer ou fazer por brincadeira (BUENO, 2007). A importância dos jogos no ambiente escolar resulta na interação dos alunos e respeito entre o ganhador e perdedor, resultando numa prática educativa e recreativa como instrumento educacional, desenvolvendo assim o raciocínio lógico, físico e mental. A maioria dos alunos apresenta dificuldades na aprendizagem, sendo assim os professores devem procurar novas práticas pedagógicas para uma melhor assimilação do conteúdo. De acordo com Alves (2001 apud SANTOS, 2009, p. 9), a importância da matemática, de um modo geral, é indiscutível, no entanto, a qualidade do ensino dessa área de conhecimento se encontra em um nível muito baixo. Com isso, podem-se utilizar os jogos como um método facilitador de aprendizagem, ou seja, usá-los como uma ferramenta de trabalho. Aplicar os jogos nas aulas de matemática é uma possibilidade que pode ajudar os alunos no bloqueio apresentado e nas dificuldades apresentadas e se sentem incapacitados para interpretar situações problemas. Não é fácil ensinar matemática, entender e aprender muito menos, há a necessidade de usar práticas para auxiliar o professor, aluno e conhecimento no processo de ensino aprendizagem. Os jogos devem ser bem planejados como um recurso pedagógico eficaz para a construção do conhecimento matemático. Um instrumento utilizado nos dias atuais são os jogos matemáticos que conseguem transformar a sala de aula num ambiente diferente e divertido, pois ajuda na assimilação do conhecimento sendo um facilitador do processo ensino aprendizagem. O ensino de Matemática tem vários objetivos, mas um deles é ensinar o aluno a resolver problemas, e os jogos representam uma boa situação-problema, sendo o professor um mediador que cumpre a prática pedagógica com o exercício de avaliar os alunos e também propor boas questões, potencializando a capacidade de compreensão dos fatos e conceitos matemáticos. Os jogos possibilitam situações problemas que exigem soluções imediatas e ajudam a desenvolver um raciocínio rápido. Isto facilita o planejamento na construção e ações positivas diante dos erros, podendo explorar o espírito questionador dos alunos mostrando que os jogos matemáticos, poderão ajudá-lo na solução de problemas do dia a dia e das atividades proposta pelo professor, instigando a investigação cientifica e assim sendo um instrumento valioso para compreensão do mundo. A participação nos jogos também representa uma conquista cognitiva, emocional, moral e social para o estudante. saindo da rotina diária da sala de aula e trabalhando o raciocínio lógico, onde o aluno pensa para agir e fazer a melhor jogada. O principal objetivo deste trabalho é descrever sobre a importância do lúdico para o aprendizado do aluno, como os jogos podem contribuir para o desenvolvimento, em especial no que diz respeito ao conhecimento matemático, sempre levando em consideração a influência que tais atividades podem exercer sobre o processo de ensino aprendizagem. Têm-se como objetivos específicos: - Desenvolver os conhecimentos matemáticos; - Explorar o pensamento do aluno em aulas práticas através de atividades lúdicas; - Estimular a curiosidade e a criatividade (com atividades que sejam prazerosas); DESENVOLVIMENTO Porém, de acordo com o autor supracitado, mesmo as pessoas admitindo a presença da matemática em suas vidas, não conseguem perceber a sua tamanha importância, e isso muitas vezes se deve à uma aprendizagem deficitária dessa matéria na época escolar, pois muitos professores priorizam a quantidade em detrimento da qualidade dos conteúdos trabalhos e acabam não demonstrando as aplicabilidades dos conteúdos matemáticos no cotidiano. O “cotidiano” obriga o indivíduo a fazer uso dessa fundamental e extraordinária ferramenta que é a matemática (o avanço da tecnologia, dos meios de comunicação e do conhecimento científico) mas Rodrigues (2005) ressalta que infelizmente ele não percebe que a utiliza e acaba passando despercebida. A Matemática ganha destaque, quando o assunto é a necessidade de mudança no modelo de ensino adotado atualmente, e é consenso entre os pesquisadores e interessados sobre o tema que ela é vilã nos casos de reprovas, como citado por D’Ambrósio (2010), Bessa (2007) e Ogliari (2008). Este trabalho foi desenvolvido com o intuito de demonstrar por meio de levantamento bibliográfico e pesquisa de campo, como se dá o ensino da matemática atualmente. A Matemática nem sempre é trabalhada de forma a levar o aluno a fazer associações com o cotidiano, desse modo, muitos alguns estudantes acham que a única finalidade do conhecimento matemático é para efetuar a realização de uma prova e consequentemente deixa de perceber as aplicações da matemática no seu dia a dia. É importante ressaltar que nem todas as aplicações da matemática são fáceis de serem percebidas e tão pouco aplicadas. Muitas são as reclamações acerca do modelo atual do ensino da matemáticae frisa-se bastante a questão de que a matemática da escola é descontextualizada da utilizada na vida prática do aluno e assim, essa realidade do ensino da matemática, torna as aulas pouco atrativas e o aluno não sente necessidade de aprender tal matéria, que para ele é desvinculada da sua vida cotidiana, justificando assim uma pesquisa sobre tal situação à busca de encontrar sugestões para a melhoria dessa situação. Diante disso, a referida monografia foi estruturada da seguinte maneira, primeiramente referenciou-se teoricamente sobre o ensino de matemática, abordando sobre o processo do ensino da matemática, enfatizando o ensino atual, qual o papel do professor e para que aprender matemática, quais os métodos de ensino e quais as dificuldades no processo de ensino e aprendizagem. Em um segundo momento abordou-se teoricamente sobre a matemática do cotidiano e a seguir traçou-se os procedimentos metodológicos da pesquisa, como o tipo de pesquisa, a população e amostra, a coleta dos dados e a análise dos dados com a devida exposição dos resultados alcançados e culminou com a realização das considerações finais acerca dos resultados obtidos. Segundo o dicionário Michaellis, a matemática é a ciência que trata das medidas, propriedades e relações de quantidades e grandezas e que inclui a Aritmética, a Álgebra, a Geometria, a Trigonometria entre outros. M. aplicada: a que tem aplicações concretas, como na Astronomia, nos vários ramos da Física entre outros. M. pura: a que estuda as propriedades dos seres em abstrato. Já segundo a concepção de Miguel (2003) a Matemática deve conduzir os alunos à exploração de uma grande variedade de ideias e de estabelecimento de relações entre fatos e conceitos de modo a incorporar os contextos do mundo real, as experiências e o modo natural de envolvimento para o desenvolvimento das noções matemáticas com vistas à aquisição de diferentes formas de percepção da realidade. A matemática, no entanto, é a ciência necessária no dia a dia de todos. É utilizada para contagens, análises de receitas e despesas, é utilizada como instrumento de avaliação de desempenho financeiro empresarial, para orientação pessoal, para a construção civil, elétrica dentre outras funções. As atividades lúdicas são discutidas por muitos estudiosos que vem mostrando a sua importância para o desenvolvimento do aluno, e um facilitador para a aprendizagem, sendo através do lúdico que se dá a garantia de uma aprendizagem com significado positivo para o adolescente ou a criança que tenha dificuldade de aprendizagem. Entretanto, necessário se faz que a aplicação do lúdico seja posta com sentido de brincadeira, pois, se empregado de forma errada pode ocasionar vantagem para um e desvantagem para outro. Como enfatiza Grando (2004), antes de utilizar jogos em sala de aula o professor deve ter em mente que estes podem ocasionar vantagens e/ou desvantagens no processo de ensino-aprendizagem dependendo da maneira como forem utilizados. Portanto, a utilização do lúdico como recurso pedagógico vem sendo visto com uma saída para o ensino e a aprendizagem. Só que este uso em sala de aula tem que ser aplicado de forma adequada, um erro na sua aplicação significaria uma grande perda para a educação. Cabe ao educador fazer da mais simples atividade um momento de aprendizagem, ler uma reportagem pode se transformar em uma divertida atividade. O lúdico não tem lugar, nem hora podendo ser utilizado a qualquer momento. Relacionar o lúdico a coisas de criança estragaria e colocaria em risco a sua utilização, a ludicidade pode ser desenvolvida tanto para adulto como para a criança, nos mais diversos ambientes. Criar ambiente agradável, um espaço onde não exista medo nem de um lado nem do outro, dando possibilidades a professores e alunos para cantar, recitar, tendo apoio, autonomia, capacidade para inovar, envolver, desenvolver uma aprendizagem significativa. O lúdico não pode ser apenas uma ferramenta de memorização, mas de puro incentivo sem forçar o desenvolvimento da criança. O lúdico através dos jogos traz muitas vantagens para quem joga, desenvolve o interesse, a dinâmica, proporciona aos alunos criar estratégia própria, desperta a sua curiosidade, os tornam confiantes e criativos e esquecendo-se do medo de ser punido na a avaliação. Cabe ao professor organizar estas atividades de uma maneira que os alunos encontrem um caminho para o conhecimento. O professor na postura de um orientador devera direcionar os alunos cada vez a níveis mais abrangentes. A matemática se faz presente na vida cotidiana nas mais corriqueiras ações, como, por exemplo, um simples ato de compra e venda em um mercado. Assim, lidamos com a matemática de forma prática sem nos dar conta. Quando nos referimos à matemática formal, aquela ensinada nas escolas, ela ganha ainda mais importância, pois comporta um amplo campo de relações que podem despertar a curiosidade e instigar a capacidade de generalização, projeções, previsões e abstrações, favorecendo, assim, a estruturação do pensamento e do raciocínio lógico do indivíduo. Dada essa importância, se faz necessário uma educação matemática para desenvolver no aluno o conhecimento matemática de forma efetiva em sala de aula, no qual o educando consiga participar ativamente da construção do conhecimento e consiga compreender a importância desse conhecimento para sua vida cotidiana. Estudos desenvolvidos por Floriani (2000), e muitos outros pesquisadores com atuação em diferentes contextos, defendem em comum quatro pontos fundamentais à educação matemática: contextualização do ensino, respeito à diversidade, desenvolvimento de habilidades e reconhecimento das finalidades científicas, sociais, políticas e histórico-culturais. A educação matemática, mais que um ensino de matemática no espaço da escola, caracteriza-se como processo imerso na totalidade concreta e se desenvolve a partir de pensamentos matemáticos. Através dela se pretende dar conta de um conjunto de práticas ligadas à justificação e à argumentação, com base na perspectiva das relações sociais manifestadas na realidade concreta. Por isso mesmo, conhecer representações e sentidos organizados por um dado grupo social acerca desse processo contribui por desvelar determinantes que podem influenciar no desencadear das inúmeras ações dele decorrentes. (DOHME, 2003, p. 47). Os jogos, as brincadeiras, até mesmo o faz-de-conta são expressões de uma fase especifica da vida, da infância, que destaca justamente um momento de divertimento, de inocência, em que o mundo infantil e o mundo do adulto entram em simbiose e onde a criança aprende, se desenvolve, cria regras para o seu jogo e brincadeira, assume papéis que ainda não é capaz de assumir na realidade e por isso amplia seu conhecimento sobre o mundo, sobre os objetos e das relações com os outros, através da criação de uma zona de desenvolvimento. De acordo com Moyles (2001, p. 114), “é nessa fase que o brincar caracteriza o ser no mundo, onde a criança assume seu lugar como ser social, apesar da infância ser cultural, é necessário que nos ambientes escolares todos possam ter acesso a brincadeira, os jogo, como forma de externar essa espontaneidade e autonomia do tempo de criança”. Nesse sentido, podemos perceber que o autor propõe a utilização de jogos como sendo uma ferramenta didática essencial para tornar a aprendizagem matemática mais eficiente e prazerosa para os alunos. O mesmo nos mostra ainda que os jogos matemáticos desenvolvem o raciocínio lógico dos alunos e suas habilidades. Levando-os a reconhecer a matemática como uma disciplina prazerosa e também os proporcionam a criação de vínculos positivos na relação professor-aluno e aluno-aluno. É importante ressaltar também que com os jogos matemáticos, os nossos alunos acabam desenvolvendo habilidades ao associar o equilíbrio entre o real e o imaginário, e, além disso, desenvolver novos conhecimentos em relação ao raciocínio lógico-matemático. Ainda para o autor citado anteriormente, o fato de se utilizar os jogos no processo de ensinoe aprendizagem ensino da matemática, o professor tem variadas possibilidades de oferecer opções para o desenvolvimento de capacidades dos seus alunos em cada fase em que se encontram. O fato de utilizar jogos de forma coerente com os objetivos a serem alcançados, explorando a ludicidade, é uma maneira inteligente e criativa de promover a superação de obstáculos no ensino de matemática. Por sua vez, Aranão (1996, p. 27) esclarece que “o jogo é um importante recurso metodológico que pode ser utilizado em sala de aula, para desenvolver a capacidade de lidar com informações e criar significados culturais para os conceitos matemáticos”. E ainda complementa dizendo que “a utilização de jogos nas aulas auxilia os alunos a aprenderem a respeitar regras, a exercer diferentes papéis, a discutir e a chegar a acordos, a desenvolver habilidade de pensar de forma independente e na construção de conhecimento lógico matemático”. Outro autor que defende a utilização dos jogos como recurso didático em salas de aulas é Kishimoto (1999, p. 45) quando diz que “o jogo possibilita à criança aprender de acordo com seu ritmo e suas capacidades”. Diante disso, percebemos que há um aprendizado significativo associado à satisfação e ao sucesso, sendo este a origem da autoestima. Uma das grandes preocupações dos professores é com relação à quantidade de conteúdo trabalhado, ao invés da aprendizagem do aluno. Mesmo nos dias atuais ainda é difícil o professor que consegue se convencer de que seu papel principal dentro do processo educacional é o de que os alunos tenham o maior aproveitamento possível e não a quantidade de matéria dada (D’AMBROSIO, 1989). Diante da fala de D’Ambrosio (1989 observa-se que as escolas de um modo geral (diretores, equipe pedagógica e corpo docente) valorizam muito a quantidade e esquece da qualidade do conteúdo ministrado, o que acaba desfavorecendo a prática de um processo de ensino e aprendizagem com qualidade. O professor deve ser para a matemática, o elo entre o referencial teórico existente nos livros e a realidade dos estudantes. E para que isso ocorra eficientemente, é necessário um maior empenho desses profissionais na busca por metodologias que facilitem o ensino e a consequente aprendizagem dos alunos, procurando demonstrar ao aluno a importância da matemática para a vida prática. CONCLUSÃO Constatou-se nesta pesquisa a importância da aplicação do lúdico como instrumento facilitador da aprendizagem da matemática uma vez que o estudo evidenciou a necessidade de novas ferramentas que estimulem o aprendizado na disciplina bem como a crença positiva dos frutos que podem gerar a implantação correta desse instrumento. Conclui-se que o lúdico é usado no ENSINO FUNDAMENTAL II nessas escolas, mas de forma não sistemática, o que certamente implicaria benefícios no desenvolvimento e na eficiência da metodologia, assim como na eficácia da avaliação da aprendizagem. Em se tratando da percepção da relevância do lúdico para o ensino da matemática o estudo constatou que existem muitos paradigmas a serem quebrados uma vez que não existindo a aplicação correta do método do estudo torna-se difícil uma percepção visível e concreta da eficácia produzida pela adoção da pratica lúdica em sala de aula. REFERÊNCIAS ALMEIDA, Paulo Nunes. Educação Lúdica, Técnicas e Jogos Pedagógicos. 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