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O Município Sigma se notabilizou no território nacional em razão da exuberância das paisagens existentes em sua esfera territorial, entre as quais se destacava uma área de preservação ambiental localizada na área central do Município. Essa área foi criada há mais de uma década por força do Decreto nº XX, da lavra do então prefeito municipal, tendo tornado a região tão aprazível que, em poucos anos, foram erguidas construções em todas as demais áreas livres, valorizando-a sobremaneira. Em razão desse quadro e da crescente especulação imobiliária, João Santos, recém-empossado prefeito do Município Sigma, foi visitado por Pedro Silva, conhecido construtor e principal doador de sua campanha eleitoral, e foi instado a cumprir uma promessa que fizera: João tinha afirmado que, caso fosse eleito, desafetaria a referida área de preservação ambiental e permitiria que Pedro ali construísse um conjunto habitacional e comercializasse as respectivas unidades. Apesar da desaprovação de sua equipe e da importância atribuída à área de preservação ambiental pela população de Sigma, João achou que o desgaste seria ainda maior se descumprisse a promessa que fizera. Por essa razão, alegando a incidência do princípio da paridade das formas, editou o Decreto nº YY, no qual o Art. 1º promoveu a desafetação da área de preservação ambiental, tornando-a bem dominical; o Art. 2º transferiu sua propriedade a Pedro em caráter permanente, autorizando a construção do conjunto habitacional no local. A medida adotada por João deu ensejo a um escândalo sem precedentes no Município Sigma, pois era de conhecimento público que a edição do Decreto nº YY tinha o objetivo de “retribuir” as doações realizadas por Pedro para a campanha de João. Além disso, era muito difundida a opinião de que a desafetação da área não poderia ser realizada por um ato infralegal. Poucos dias após a publicação do decreto, começou a ser percebida a chegada de caminhões e retroescavadeiras ao centro do Município Sigma, todos de propriedade de Pedro, além do fluxo de trabalhadores vindos de outros municípios, já que os moradores de Sigma se negavam a atender às ofertas de emprego para a derrubada das árvores da área de preservação ambiental. Estarrecida com o que está prestes a ocorrer, Joana Castro, vereadora no Município Delta que é limítrofe ao Município Sigma, decidiu procurar você, como advogado(a), para o ajuizamento da ação constitucional mais apropriada ao caso, visando a impedir a desafetação, a transferência de propriedade da área e a destruição da vegetação, considerando, ao seu ver, a manifesta nulidade do ato que antecedeu este trágico desfecho, que está a prestes a ocorrer.
A peça adequada nesta situação é ___________________________________________.

O potencial turístico do Estado Ômega foi sensivelmente abalado, em decorrência do crescimento da extração de inúmeras substâncias minerais úteis encontradas em seu subsolo. A atividade assim desenvolvida enseja o surgimento de grandes montes, quer de detritos, quer das substâncias minerais extraídas, o que se mostra visualmente incompatível com as belezas naturais existentes nas localidades próximas. Em razão desse quadro, foi promulgada a Lei Estadual XX, que dispõe, em seu Art. 1º, que a exploração das referidas substâncias minerais, nas regiões geográficas classificadas como de potencial turístico pela Secretaria de Estado de Turismo, dependeria de prévia autorização ou concessão desse órgão, que somente seria deferida após a realização de audiências públicas com a população diretamente interessada. O Art. 2º, por sua vez, estabeleceu um procedimento abreviado para a expropriação das propriedades privadas, nas quais as substâncias minerais úteis fossem encontradas no subsolo, em montante superior a 50% da área total, preceito no qual se enquadrava a quase totalidade das propriedades existentes. Ressalta-se que o Art. 2º ainda era expresso no sentido de que a indenização devida aos proprietários privados também abrangeria o potencial econômico oferecido pelas substâncias minerais. As sociedades empresárias que exploravam essas atividades econômicas, bem como os proprietários das áreas nas quais eram encontradas as substâncias minerais úteis, constataram que a Lei Estadual XX lhes causaria um imenso impacto: as primeiras por serem obrigadas a paralisar suas atividades, enquanto não obtivessem a autorização exigida no Art. 1º, isto se lograssem êxito em obtê-la; os últimos, corriam o risco de perder suas propriedades, conforme dispunha o Art. 2º. Por essa razão, no dia seguinte à publicação desse diploma normativo, procuraram o Partido Político YYY, que contava com representatividade no Senado Federal, e pleitearam o ajuizamento da ação judicial cabível, de modo que a Lei Estadual XX fosse submetida ao controle concentrado de constitucionalidade, permitindo o seu cotejo com a Constituição da República.
A peça adequada nesta situação é ___________________________________________.

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Questões resolvidas

O Município Sigma se notabilizou no território nacional em razão da exuberância das paisagens existentes em sua esfera territorial, entre as quais se destacava uma área de preservação ambiental localizada na área central do Município. Essa área foi criada há mais de uma década por força do Decreto nº XX, da lavra do então prefeito municipal, tendo tornado a região tão aprazível que, em poucos anos, foram erguidas construções em todas as demais áreas livres, valorizando-a sobremaneira. Em razão desse quadro e da crescente especulação imobiliária, João Santos, recém-empossado prefeito do Município Sigma, foi visitado por Pedro Silva, conhecido construtor e principal doador de sua campanha eleitoral, e foi instado a cumprir uma promessa que fizera: João tinha afirmado que, caso fosse eleito, desafetaria a referida área de preservação ambiental e permitiria que Pedro ali construísse um conjunto habitacional e comercializasse as respectivas unidades. Apesar da desaprovação de sua equipe e da importância atribuída à área de preservação ambiental pela população de Sigma, João achou que o desgaste seria ainda maior se descumprisse a promessa que fizera. Por essa razão, alegando a incidência do princípio da paridade das formas, editou o Decreto nº YY, no qual o Art. 1º promoveu a desafetação da área de preservação ambiental, tornando-a bem dominical; o Art. 2º transferiu sua propriedade a Pedro em caráter permanente, autorizando a construção do conjunto habitacional no local. A medida adotada por João deu ensejo a um escândalo sem precedentes no Município Sigma, pois era de conhecimento público que a edição do Decreto nº YY tinha o objetivo de “retribuir” as doações realizadas por Pedro para a campanha de João. Além disso, era muito difundida a opinião de que a desafetação da área não poderia ser realizada por um ato infralegal. Poucos dias após a publicação do decreto, começou a ser percebida a chegada de caminhões e retroescavadeiras ao centro do Município Sigma, todos de propriedade de Pedro, além do fluxo de trabalhadores vindos de outros municípios, já que os moradores de Sigma se negavam a atender às ofertas de emprego para a derrubada das árvores da área de preservação ambiental. Estarrecida com o que está prestes a ocorrer, Joana Castro, vereadora no Município Delta que é limítrofe ao Município Sigma, decidiu procurar você, como advogado(a), para o ajuizamento da ação constitucional mais apropriada ao caso, visando a impedir a desafetação, a transferência de propriedade da área e a destruição da vegetação, considerando, ao seu ver, a manifesta nulidade do ato que antecedeu este trágico desfecho, que está a prestes a ocorrer.
A peça adequada nesta situação é ___________________________________________.

O potencial turístico do Estado Ômega foi sensivelmente abalado, em decorrência do crescimento da extração de inúmeras substâncias minerais úteis encontradas em seu subsolo. A atividade assim desenvolvida enseja o surgimento de grandes montes, quer de detritos, quer das substâncias minerais extraídas, o que se mostra visualmente incompatível com as belezas naturais existentes nas localidades próximas. Em razão desse quadro, foi promulgada a Lei Estadual XX, que dispõe, em seu Art. 1º, que a exploração das referidas substâncias minerais, nas regiões geográficas classificadas como de potencial turístico pela Secretaria de Estado de Turismo, dependeria de prévia autorização ou concessão desse órgão, que somente seria deferida após a realização de audiências públicas com a população diretamente interessada. O Art. 2º, por sua vez, estabeleceu um procedimento abreviado para a expropriação das propriedades privadas, nas quais as substâncias minerais úteis fossem encontradas no subsolo, em montante superior a 50% da área total, preceito no qual se enquadrava a quase totalidade das propriedades existentes. Ressalta-se que o Art. 2º ainda era expresso no sentido de que a indenização devida aos proprietários privados também abrangeria o potencial econômico oferecido pelas substâncias minerais. As sociedades empresárias que exploravam essas atividades econômicas, bem como os proprietários das áreas nas quais eram encontradas as substâncias minerais úteis, constataram que a Lei Estadual XX lhes causaria um imenso impacto: as primeiras por serem obrigadas a paralisar suas atividades, enquanto não obtivessem a autorização exigida no Art. 1º, isto se lograssem êxito em obtê-la; os últimos, corriam o risco de perder suas propriedades, conforme dispunha o Art. 2º. Por essa razão, no dia seguinte à publicação desse diploma normativo, procuraram o Partido Político YYY, que contava com representatividade no Senado Federal, e pleitearam o ajuizamento da ação judicial cabível, de modo que a Lei Estadual XX fosse submetida ao controle concentrado de constitucionalidade, permitindo o seu cotejo com a Constituição da República.
A peça adequada nesta situação é ___________________________________________.

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A área central do Município Alfa, cuja construção remonta a meados do século XVII, era 
mundialmente conhecida pela singularidade de sua arquitetura e pela beleza das obras de arte que 
ornavam tanto as fachadas como o interior de inúmeros prédios. Essas características, que se 
somavam ao título de patrimônio histórico da humanidade, em muito potencializavam o turismo 
no local, havendo grande procura por peças de artesanato. Apesar do sucesso do artesanato local, 
verificou-se o surgimento de uma grande onda modernista, o que desagradou sobremaneira o 
Prefeito Municipal que via o risco de ser corrompida a identidade do Município. Por tal razão, 
proferiu decisão, por escrito, proibindo que os artesãos confeccionassem ou comercializassem 
obras de arte que não apresentassem compatibilidade com os padrões arquitetônicos e a história 
do Município, sabidamente vinculados ao Barroco. Caso a determinação não fosse atendida, o 
alvará de localização do Centro de Artesanato, mantido pela Associação dos Artesãos do 
Município Alfa, seria cassado, o que geraria enormes prejuízos para o próprio sustento dos 
artesãos, pois é nesse local que comercializam suas obras. A decisão do Prefeito, contra a qual 
não era cabível recurso administrativo com efeito suspensivo, foi proferida no dia 10 de janeiro 
do ano XX. Ao tomar conhecimento dos seus termos, a Associação dos Artesãos, regularmente 
constituída e que funcionava há décadas, e à qual estavam vinculados todos os artesãos em 
atividade, realizou, no dia 12 subsequente, uma assembleia geral extraordinária dos seus 
associados. Nessa assembleia, foi deliberado, por unanimidade, que a decisão do Prefeito era 
“inaceitável”, de modo que a Associação deveria ingressar com a ação constitucional cabível para 
assegurar que todos os seus associados pudessem elaborar e comercializar suas obras de arte, 
independentemente do gênero em que fossem enquadradas. Como havia a “ameaça” de que o 
alvará de localização fosse cassado, caso a determinação não fosse atendida, foi deliberado que 
seria ajuizada uma medida judicial, ainda no mês de janeiro do ano XX, para evitar que isso 
viesse a ocorrer, optando-se por uma via, cujo procedimento mais célere seja incompatível com 
dilação probatória, por ser toda a questão demonstrada pela via documental, que beneficiasse 
exclusivamente os associados da Associação dos Artesãos do Município Alfa, e não acarretasse o 
risco de condenação em honorários advocatícios. Elabore, na condição de advogado(a) da 
Associação, a peça processual adequada ao caso concreto. (Valor: 5,00) Obs.1: a peça deve 
abranger todos os fundamentos de Direito que possam ser utilizados para dar respaldo à 
pretensão. A simples menção ou transcrição do dispositivo legal não confere pontuação. Obs.2: 
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para o caso, deve ser visto que o Código de Organização e Divisão Judiciária nada dispõe sobre a 
existência de competência especial quando o Prefeito for indicado por cometimento de ato ilegal. 
 
A peça adequada nesta situação é __________________________________________. 
 
A organização não governamental Alfa, constituída há mais de uma década sob a forma de 
associação, liderou durante vários anos uma grande campanha no cenário nacional com o 
objetivo de que a Constituição da República fosse alterada, de modo a contemplar alguns direitos 
sociais, de natureza prestacional, direcionados a uma minoria étnica historicamente excluída na 
realidade brasileira. Os associados de Alfa eram justamente integrantes dessa minoria étnica. 
Alfa, por sua vez, tinha como objetivo zelar pelos direitos fundamentais de primeira e de segunda 
dimensão dos seus associados, que eram alcançados pela igualdade formal, mas exigiam atenção 
diferenciada dos poderes constituídos para que efetivamente alcançassem um nível de igualdade 
material. A omissão desses direitos estava comprometendo a própria subsistência dessas pessoas, 
colocando em risco a sua existência por não disporem do mínimo para sobreviver, além de 
viverem de modo aviltante. Em razão desse esforço e do engajamento das lideranças partidárias, 
foi promulgada a Emenda Constitucional nº XX. Apesar das tentativas de que os direitos sociais 
fossem veiculados em normas de eficácia plena e aplicabilidade imediata, prevaleceu o 
entendimento, no âmbito do Poder Legislativo federal, de que deveriam ser previstos em normas 
programáticas, o que gerou grande dissabor para a organização não governamental Alfa. Afinal, 
não obstante o transcurso de 8 (oito) anos desde a promulgação da reforma constitucional, ainda 
não tinha sido editada a lei ordinária que integraria o seu conteúdo, pormenorizando cada um dos 
direitos a serem fruídos. Em razão da omissão, os associados de Alfa não estavam fruindo os 
direitos sociais, o que gerava grande insatisfação entre eles. Por outro lado, alguns integrantes da 
mesma minoria étnica fruíam dos direitos, já que o Tribunal competente tinha reconhecido a 
omissão do Poder Legislativo federal em diversas ações constitucionais, de natureza individual, 
anteriormente ajuizadas com o objetivo de assegurar a sua fruição. Como o prazo fixado nos 
processos individuais, para a regulamentação dos direitos sociais, não foi cumprido, o próprio 
Tribunal delineou os contornos gerais dos direitos e impôs a sua observância. À luz desse quadro, 
a organização não governamental Alfa contratou os seus serviços, como advogado(a), para que 
ela pudesse ajuizar a ação constitucional cabível, em benefício dos seus associados, de modo que, 
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apesar da omissão do Poder Legislativo federal em regulamentar a matéria, pudessem fruir os 
direitos sociais, de natureza prestacional, previstos em norma programática da Emenda 
Constitucional nº XX. Redija a peça processual adequada ao objetivo almejado pela organização 
não governamental Alfa, observando o que dispõe uma das alíneas do Art. 102 da CRFB/88. 
(Valor: 5,00) Obs.: a peça deve abranger todos os fundamentos de Direito que possam ser 
utilizados para dar respaldo à pretensão. A simples menção ou transcrição do dispositivo legal 
não confere pontuação. 
A peça adequada nesta situação é __________________________________________. 
 
O Município Sigma se notabilizou no território nacional em razão da exuberância das paisagens 
existentes em sua esfera territorial, entre as quais se destacava uma área de preservação ambiental 
localizada na área central do Município. Essa área foi criada há mais de uma década por força do 
Decreto nº XX, da lavra do então prefeito municipal, tendo tornado a região tão aprazível que, em 
poucos anos, foram erguidas construções em todas as demais áreas livres, valorizando-a 
sobremaneira. Em razão desse quadro e da crescente especulação imobiliária, João Santos, 
recém-empossado prefeito do Município Sigma, foi visitado por Pedro Silva, conhecido 
construtor e principal doador de sua campanha eleitoral, e foi instado a cumprir uma promessa 
que fizera: João tinha afirmado que, caso fosse eleito, desafetaria a referida área de preservação 
ambiental e permitiria que Pedro ali construísse um conjunto habitacional e comercializasse as 
respectivas unidades. Apesar da desaprovação de sua equipe e da importância atribuída à área de 
preservação ambiental pela população de Sigma, João achou que o desgaste seria ainda maior se 
descumprisse a promessa que fizera. Por essa razão, alegando a incidência do princípio da 
paridade das formas, editou o Decreto nº YY, no qual o Art. 1º promoveu a desafetação da área de 
preservação ambiental, tornando-a bem dominical; o Art. 2º transferiu sua propriedade a Pedro 
em caráter permanente, autorizando a construção do conjunto habitacional no local. A medida 
adotada por João deu ensejo a um escândalo sem precedentes no Município Sigma, pois era de 
conhecimento público quea edição do Decreto nº YY tinha o objetivo de “retribuir” as doações 
realizadas por Pedro para a campanha de João. Além disso, era muito difundida a opinião de que 
a desafetação da área não poderia ser realizada por um ato infralegal. Poucos dias após a 
publicação do decreto, começou a ser percebida a chegada de caminhões e retroescavadeiras ao 
centro do Município Sigma, todos de propriedade de Pedro, além do fluxo de trabalhadores 
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vindos de outros municípios, já que os moradores de Sigma se negavam a atender às ofertas de 
emprego para a derrubada das árvores da área de preservação ambiental. Estarrecida com o que 
está prestes a ocorrer, Joana Castro, vereadora no Município Delta que é limítrofe ao Município 
Sigma, decidiu procurar você, como advogado(a), para o ajuizamento da ação constitucional mais 
apropriada ao caso, visando a impedir a desafetação, a transferência de propriedade da área e a 
destruição da vegetação, considerando, ao seu ver, a manifesta nulidade do ato que antecedeu este 
trágico desfecho, que está a prestes a ocorrer. 
A peça adequada nesta situação é __________________________________________. 
 
O potencial turístico do Estado Ômega foi sensivelmente abalado, em decorrência do crescimento 
da extração de inúmeras substâncias minerais úteis encontradas em seu subsolo. A atividade 
assim desenvolvida enseja o surgimento de grandes montes, quer de detritos, quer das substâncias 
minerais extraídas, o que se mostra visualmente incompatível com as belezas naturais existentes 
nas localidades próximas. Em razão desse quadro, foi promulgada a Lei Estadual XX, que dispôs, 
em seu Art. 1º, que a exploração das referidas atividades econômicas, nas regiões geográficas 
classificadas como de potencial turístico pela Secretaria de Estado de Turismo, dependeria de 
prévia autorização ou concessão desse órgão, que somente seria deferida após a realização de 
audiências públicas com a população diretamente interessada. O Art. 2º, por sua vez, estabeleceu 
um procedimento abreviado para a expropriação das propriedades privadas, nas quais as 
substâncias minerais úteis fossem encontradas no subsolo, em montante superior a 50% da área 
total, preceito no qual se enquadrava a quase totalidade das propriedades existentes. Ressalta-se 
que o Art. 2º ainda era expresso no sentido de que a indenização devida aos proprietários 
privados também abrangeria o potencial econômico oferecido pelas substâncias minerais. As 
sociedades empresárias que exploravam essas atividades econômicas, bem como os proprietários 
das áreas nas quais eram encontradas as substâncias minerais úteis, constataram que a Lei 
Estadual XX lhes causaria um imenso impacto: as primeiras por serem obrigadas a paralisar suas 
atividades, enquanto não obtivessem a autorização exigida no Art. 1º, isto se lograssem êxito em 
obtê-la; os últimos, corriam o risco de perder suas propriedades, conforme dispunha o Art. 2º. 
Por essa razão, no dia seguinte à publicação desse diploma normativo, procuraram o Partido 
Político YYY, que contava com representatividade apenas no Senado Federal, e pleitearam o 
ajuizamento da ação judicial cabível, de modo que a Lei Estadual XX fosse submetida ao 
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controle concentrado de constitucionalidade, permitindo o seu cotejo com a Constituição da 
República. Considerando a narrativa acima, elabore a petição inicial da medida judicial cabível. 
(Valor: 5,00) Obs.: a peça deve abranger todos os fundamentos de Direito que possam ser 
utilizados para dar respaldo à pretensão. A simples menção ou transcrição do dispositivo legal 
não confere pontuação. 
A peça adequada nesta situação é __________________________________________. 
 
Com o objetivo de estimular o crescimento econômico e aumentar a oferta de empregos, a Lei nº 
XX, do Município Alfa, grande metrópole brasileira, dispôs que os órgãos administrativos, ao 
analisarem os requerimentos de instalação de indústrias no território do Município, não devem 
solicitar quaisquer documentos que possam postergar a concessão da licença. Entre esses 
documentos, foi expressamente mencionada a análise técnica prévia da atividade que tenha 
potencial para causar grave degradação ambiental. Inconformado com essa situação, o Partido 
Político WW, que conta com representação no Senado Federal, solicitou que seu(sua) 
advogado(a) respondesse aos questionamentos a seguir. 
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