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Roteiro experimental sobre identificação macro- e microscópica de ruibarbo e valeriana. Apresenta caracteres organolépticos, descrição do pó (células parenquimáticas, grãos de amido, drusas de oxalato, elementos vasculares), cor com hidróxido de potássio a 10% e critérios de qualidade.

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19:51 Seg, 19/Mai 12 X FAR_100_Gnosia1_RoteiroPraticas_1903.pdf ava.ufba.br Prático de Professor: Dr. Ademir Evangelista do vale Dr. Douglas Rambo Dr. Ramos Roteiro Experimental 12 RUIBARBO Rhei rhizoma et radix Rheum palmatum L. e/ou Rheum officinale Baill.; Família: Polygonaceae Nome vernacular: Ruibarbo-da-china Caracteres Organolépticos e de Qualidade A droga tem odor característico e aromático, sabor amargo e adstringente. DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DA DROGA VEGETAL RUIBARBO A droga vegetal consiste em rizomas e raízes secas e fragmentadas. Os rizomas estão livres das bases dos pecíolos foliares, enquanto rizomas e raízes são praticamente desprovidos de córtex. Este material pode provir das espécies especificadas, de seus híbridos interespecíficos ou de uma combinação destes, excluindo-se partes ou misturas contendo Rheum rhaponticum L. Contém, no mínimo, 2,5% de derivados hidroxiantracênicos, expressos em Rheum palmatum Rote Auslese DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DO PÓ RUIBARBO pó cumpre todos requisitos específicos para estas espécies, exceto os caracteres macroscópicos. As características distintas incluem uma coloração que varia de alaranjado a amarelo-acastanhado, que se torna vermelha na presença de hidróxido de potássio a 10%. Observam-se células parenquimáticas dos raios com substância amarela amorfa; fragmentos de elementos vasculares reticulados não lignificados que podem chegar a 175 µm de comprimento; abundantes grupos de células parenquimáticas, arredondadas ou poligonais, com paredes finas, contendo grãos de amido. Além disso, fragmentos de raios parenquimáticos podem ser vistos em vista longitudinal radial ou tangencial, apresentando um grande número de grãos de amido esféricos, com hilo central radiado, simples ou compostos, com duas a cinco unidades. Drusas de oxalato de cálcio ou seus fragmentos também são observados. Fibras e esclereídes estão ausentes. A análise microscópica deve ser realizada utilizando solução de hidrato de cloral. DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DA DROGA VEGETAL VALERIANA A droga vegetal da Valeriana é composta por rizomas, raízes e estolões secos e fragmentados. Estas partes da planta, geralmente oriundas de Valeriana officinalis L. ou espécies relacionadas, são caracterizadas por sua estrutura complexa. o material vegetal retém um aroma distinto, sendo conhecido por suas propriedades sedativas e relaxantes. Os rizomas e raízes, após processo de secagem e fragmentação, mantêm componentes ativos, como valeranoides, responsáveis por suas ações farmacológicas. DESCRIÇÃO MICROSCÓPICA DO PÓ VALERIANA pó de Valeriana, obtido a partir da moagem das partes secas da planta, apresenta características microscópicas específicas que facilitam sua identificação e confirmam sua qualidade. Este pó exibe uma coloração que pode variar do marrom-claro ao marrom-escuro, dependendo da espécie da planta e das condições de secagem e armazenamento. Sob análise microscópica, são visíveis: Células parenquimáticas: Com conteúdo de óleo essencial, apresentando-se em formatos variados e contendo óleos voláteis que contribuem para aroma característico da Valeriana. Estolões e fragmentos de rizomas: Caracterizados por células com paredes espessas e presença de estolões, essenciais para a identificação da planta. Elementos vasculares: Representados por xilema e floema, com vasos e tracomas que evidenciam a estrutura de transporte da planta. Grãos de amido: Pequenos e numerosos, presentes nas células parenquimáticas, com forma esférica ou ovalada, caracterizando-se pelo hilo central pouco visível. Cristais de oxalato de cálcio: Podem ser observados em várias formas, incluindo drusas e cristais isolados, contribuindo para a caracterização da espécie. A análise microscópica do pó deve ser realizada utilizando soluções 58

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