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Identificação do Paciente Nome fictício: João Idade: 20 anos Sexo: Masculino Estado civil: Solteiro Escolaridade: Ensino superior em andamento Ocupação: Estudante universitário de Engenharia Contexto familiar: Mora com os pais e uma irmã mais nova. Boa relação familiar, embora os pais demonstrem preocupação crescente com o comportamento do filho. Queixa Principal “Eu não consigo parar de lavar as mãos. Mesmo sabendo que já estão limpas, sinto um medo absurdo de estar contaminado e isso me faz lavar de novo.” Histórico do Problema João começou a apresentar sintomas obsessivo-compulsivos aos 18 anos, durante o início da pandemia de COVID-19. Inicialmente, seguiu recomendações rigorosas de higiene, mas, com o tempo, os comportamentos de limpeza extrapolaram os protocolos recomendados. Ele relata gastar cerca de duas a três horas por dia lavando as mãos e evitando encostar em objetos compartilhados, como maçanetas, corrimãos e dinheiro. Atualmente, evita sair de casa e tem dificuldades para frequentar a universidade, tanto presencialmente quanto por meios remotos, devido à ansiedade gerada pelos pensamentos intrusivos. Refere sofrimento com os próprios comportamentos, mas sente alívio temporário ao realizar as compulsões. Possui insight parcial sobre a irracionalidade das crenças. Avaliação Psicológica Inicial Apresenta bom contato com a realidade, mas com sofrimento psíquico elevado. Fala articulada e cooperativa, embora ansiosa. Expressa sentimentos de vergonha e preocupação com o futuro acadêmico. Há comprometimento funcional moderado na vida acadêmica e social. Histórico Médico e Familiar Sem histórico pessoal de doenças neurológicas ou psiquiátricas. Mãe com diagnóstico de Transtorno de Ansiedade Generalizada. Nenhum uso atual de substâncias psicoativas. Histórico de perfeccionismo e necessidade de controle desde a infância. Diagnóstico (CID-10): Tratamento Atual ● Psicoterapia: Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com foco em exposição e prevenção de resposta (EPR) ● Medicação: Fluoxetina 60 mg/dia, com acompanhamento psiquiátrico mensal ● Objetivos terapêuticos: Redução da frequência e duração dos rituais compulsivos, reestruturação cognitiva das crenças disfuncionais, melhora do funcionamento acadêmico e social 1. Diagnóstico e Psicopatologia ● Quais critérios da CID-10 estão claramente presentes no caso? ● Como você diferencia TOC de fobias específicas ou TAG (Transtorno de Ansiedade Generalizada)? ● O insight parcial do paciente interfere no prognóstico? Por quê? 2. Plano de Intervenção Psicoterapêutica ● Como você estruturaria as primeiras sessões de TCC para João? ● Quais seriam exemplos de tarefas de exposição para trabalhar as compulsões de lavagem? ● Como abordar o tema da evitação de situações sociais dentro da terapia? 3. Abordagem Psicofarmacológica ● Quais os mecanismos de ação da fluoxetina no tratamento do TOC? ● Quais seriam opções de segunda linha para João, caso não houvesse resposta ao tratamento atual? 4. Ética, Vinculação e Relação Terapêutica ● Como construir uma aliança terapêutica sólida com um paciente que tem vergonha dos próprios sintomas? ● Como trabalhar o sigilo com a família preocupada, respeitando o Código de Ética? 5. Produção de Documentos Psicológicos a) Laudo Psicológico ● Quais elementos mínimos precisam constar em um laudo psicológico com hipótese diagnóstica? ● Escreva uma versão da seção “Conclusão” com base nos dados apresentados. b) Relatório Psicológico ● Redija um trecho descritivo do relatório dirigido a um psiquiatra, usando linguagem interdisciplinar e objetiva. ● Como você incluiria as informações subjetivas do paciente de forma ética e respeitosa? c) Registro de Evolução ● Escreva um exemplo de registro de sessão que evidencie o início da exposição ao medo de contaminação. ● Inclua aspectos emocionais, cognitivos e comportamentais observados. d) Devolutiva ● Redija um exemplo de fala introdutória da devolutiva para João, que reforce sua capacidade de enfrentamento. ● Como evitar o uso de termos estigmatizantes e promover o engajamento no processo terapêutico? Identificação do Paciente Nome fictício: João Idade: 20 anos Sexo: Masculino Estado civil: Solteiro Escolaridade: Ensino superior em andamento Ocupação: Estudante universitário de Engenharia Contexto familiar: Mora com os pais e uma irmã mais nova. Boa relação familiar, embora os pais demonstrem preocupação crescente com o comportamento do filho. Queixa Principal “Eu não consigo parar de lavar as mãos. Mesmo sabendo que já estão limpas, sinto um medo absurdo de estar contaminado e isso me faz lavar de novo.” Histórico do Problema João começou a apresentar sintomas obsessivo-compulsivos aos 18 anos, durante o início da pandemia de COVID-19. Inicialmente, seguiu recomendações rigorosas de higiene, mas, com o tempo, os comportamentos de limpeza extrapolaram os protocolos recomendados. Ele relata gastar cerca de duas a três horas por dia lavando as mãos e evitando encostar em objetos compartilhados, como maçanetas, corrimãos e dinheiro. Atualmente, evita sair de casa e tem dificuldades para frequentar a universidade, tanto presencialmente quanto por meios remotos, devido à ansiedade gerada pelos pensamentos intrusivos. Refere sofrimento com os próprios comportamentos, mas sente alívio temporário ao realizar as compulsões. Possui insight parcial sobre a irracionalidade das crenças. Avaliação Psicológica Inicial Apresenta bom contato com a realidade, mas com sofrimento psíquico elevado. Fala articulada e cooperativa, embora ansiosa. Expressa sentimentos de vergonha e preocupação com o futuro acadêmico. Há comprometimento funcional moderado na vida acadêmica e social. Histórico Médico e Familiar Sem histórico pessoal de doenças neurológicas ou psiquiátricas. Mãe com diagnóstico de Transtorno de Ansiedade Generalizada. Nenhum uso atual de substâncias psicoativas. Histórico de perfeccionismo e necessidade de controle desde a infância. Diagnóstico (CID-10): Tratamento Atual ●Psicoterapia: Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com foco em exposição e prevenção de resposta (EPR) ●Medicação: Fluoxetina 60 mg/dia, com acompanhamento psiquiátrico mensal ●Objetivos terapêuticos: Redução da frequência e duração dos rituais compulsivos, reestruturação cognitiva das crenças disfuncionais, melhora do funcionamento acadêmico e social 1. Diagnóstico e Psicopatologia ●Quais critérios da CID-10 estão claramente presentes no caso? ●Como você diferencia TOC de fobias específicas ou TAG (Transtorno de Ansiedade Generalizada)? ●O insight parcial do paciente interfere no prognóstico? Por quê? 2. Plano de Intervenção Psicoterapêutica ●Como você estruturaria as primeiras sessões de TCC para João? ●Quais seriam exemplos de tarefas de exposição para trabalhar as compulsões de lavagem? ●Como abordar o tema da evitação de situações sociais dentro da terapia? 3. Abordagem Psicofarmacológica ●Quais os mecanismos de ação da fluoxetina no tratamento do TOC? ●Quais seriam opções de segunda linha para João, caso não houvesse resposta ao tratamento atual? 4. Ética, Vinculação e Relação Terapêutica ●Como construir uma aliança terapêutica sólida com um paciente que tem vergonha dos próprios sintomas? ●Como trabalhar o sigilo com a família preocupada, respeitando o Código de Ética? 5. Produção de Documentos Psicológicos a) Laudo Psicológico ●Quais elementos mínimos precisam constar em um laudo psicológico com hipótese diagnóstica? ●Escreva uma versão da seção “Conclusão” com base nos dados apresentados. b) Relatório Psicológico ●Redija um trecho descritivo do relatório dirigido a um psiquiatra, usando linguagem interdisciplinar e objetiva. ●Como você incluiria as informações subjetivas do paciente de forma ética e respeitosa? c) Registrode Evolução ●Escreva um exemplo de registro de sessão que evidencie o início da exposição ao medo de contaminação. ●Inclua aspectos emocionais, cognitivos e comportamentais observados. d) Devolutiva ●Redija um exemplo de fala introdutória da devolutiva para João, que reforce sua capacidade de enfrentamento. ●Como evitar o uso de termos estigmatizantes e promover o engajamento no processo terapêutico?