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Exercicio - Psicodiagnostico 2025.1

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Identificação do Paciente 
Nome fictício: João 
 Idade: 20 anos 
 Sexo: Masculino 
 Estado civil: Solteiro 
 Escolaridade: Ensino superior em andamento 
 Ocupação: Estudante universitário de Engenharia 
 Contexto familiar: Mora com os pais e uma irmã mais nova. Boa relação familiar, 
embora os pais demonstrem preocupação crescente com o comportamento do filho. 
Queixa Principal 
“Eu não consigo parar de lavar as mãos. Mesmo sabendo que já estão limpas, sinto um 
medo absurdo de estar contaminado e isso me faz lavar de novo.” 
Histórico do Problema 
João começou a apresentar sintomas obsessivo-compulsivos aos 18 anos, durante o 
início da pandemia de COVID-19. Inicialmente, seguiu recomendações rigorosas de 
higiene, mas, com o tempo, os comportamentos de limpeza extrapolaram os protocolos 
recomendados. Ele relata gastar cerca de duas a três horas por dia lavando as mãos e 
evitando encostar em objetos compartilhados, como maçanetas, corrimãos e dinheiro. 
 Atualmente, evita sair de casa e tem dificuldades para frequentar a universidade, tanto 
presencialmente quanto por meios remotos, devido à ansiedade gerada pelos 
pensamentos intrusivos. Refere sofrimento com os próprios comportamentos, mas 
sente alívio temporário ao realizar as compulsões. Possui insight parcial sobre a 
irracionalidade das crenças. 
Avaliação Psicológica Inicial 
Apresenta bom contato com a realidade, mas com sofrimento psíquico elevado. Fala 
articulada e cooperativa, embora ansiosa. Expressa sentimentos de vergonha e 
preocupação com o futuro acadêmico. Há comprometimento funcional moderado na 
vida acadêmica e social. 
Histórico Médico e Familiar 
Sem histórico pessoal de doenças neurológicas ou psiquiátricas. Mãe com diagnóstico 
de Transtorno de Ansiedade Generalizada. Nenhum uso atual de substâncias 
psicoativas. Histórico de perfeccionismo e necessidade de controle desde a infância. 
Diagnóstico (CID-10): 
 
Tratamento Atual 
● Psicoterapia: Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com foco em exposição 
e prevenção de resposta (EPR) 
 
● Medicação: Fluoxetina 60 mg/dia, com acompanhamento psiquiátrico mensal 
 
● Objetivos terapêuticos: Redução da frequência e duração dos rituais 
compulsivos, reestruturação cognitiva das crenças disfuncionais, melhora do 
funcionamento acadêmico e social 
 
1. Diagnóstico e Psicopatologia 
● Quais critérios da CID-10 estão claramente presentes no caso? 
 
● Como você diferencia TOC de fobias específicas ou TAG (Transtorno de 
Ansiedade Generalizada)? 
 
● O insight parcial do paciente interfere no prognóstico? Por quê? 
 
2. Plano de Intervenção Psicoterapêutica 
● Como você estruturaria as primeiras sessões de TCC para João? 
 
● Quais seriam exemplos de tarefas de exposição para trabalhar as compulsões 
de lavagem? 
 
● Como abordar o tema da evitação de situações sociais dentro da terapia? 
 
3. Abordagem Psicofarmacológica 
● Quais os mecanismos de ação da fluoxetina no tratamento do TOC? 
 
● Quais seriam opções de segunda linha para João, caso não houvesse resposta 
ao tratamento atual? 
 
4. Ética, Vinculação e Relação Terapêutica 
● Como construir uma aliança terapêutica sólida com um paciente que tem 
vergonha dos próprios sintomas? 
 
● Como trabalhar o sigilo com a família preocupada, respeitando o Código de 
Ética? 
 
5. Produção de Documentos Psicológicos 
a) Laudo Psicológico 
● Quais elementos mínimos precisam constar em um laudo psicológico com 
hipótese diagnóstica? 
 
● Escreva uma versão da seção “Conclusão” com base nos dados apresentados. 
 
b) Relatório Psicológico 
● Redija um trecho descritivo do relatório dirigido a um psiquiatra, usando 
linguagem interdisciplinar e objetiva. 
 
● Como você incluiria as informações subjetivas do paciente de forma ética e 
respeitosa? 
 
c) Registro de Evolução 
● Escreva um exemplo de registro de sessão que evidencie o início da exposição 
ao medo de contaminação. 
 
● Inclua aspectos emocionais, cognitivos e comportamentais observados. 
 
d) Devolutiva 
● Redija um exemplo de fala introdutória da devolutiva para João, que reforce sua 
capacidade de enfrentamento. 
 
● Como evitar o uso de termos estigmatizantes e promover o engajamento no 
processo terapêutico? 
 
	Identificação do Paciente 
	Nome fictício: João​ Idade: 20 anos​ Sexo: Masculino​ Estado civil: Solteiro​ Escolaridade: Ensino superior em andamento​ Ocupação: Estudante universitário de Engenharia​ Contexto familiar: Mora com os pais e uma irmã mais nova. Boa relação familiar, embora os pais demonstrem preocupação crescente com o comportamento do filho. 
	Queixa Principal 
	“Eu não consigo parar de lavar as mãos. Mesmo sabendo que já estão limpas, sinto um medo absurdo de estar contaminado e isso me faz lavar de novo.” 
	Histórico do Problema 
	João começou a apresentar sintomas obsessivo-compulsivos aos 18 anos, durante o início da pandemia de COVID-19. Inicialmente, seguiu recomendações rigorosas de higiene, mas, com o tempo, os comportamentos de limpeza extrapolaram os protocolos recomendados. Ele relata gastar cerca de duas a três horas por dia lavando as mãos e evitando encostar em objetos compartilhados, como maçanetas, corrimãos e dinheiro.​ Atualmente, evita sair de casa e tem dificuldades para frequentar a universidade, tanto presencialmente quanto por meios remotos, devido à ansiedade gerada pelos pensamentos intrusivos. Refere sofrimento com os próprios comportamentos, mas sente alívio temporário ao realizar as compulsões. Possui insight parcial sobre a irracionalidade das crenças. 
	Avaliação Psicológica Inicial 
	Apresenta bom contato com a realidade, mas com sofrimento psíquico elevado. Fala articulada e cooperativa, embora ansiosa. Expressa sentimentos de vergonha e preocupação com o futuro acadêmico. Há comprometimento funcional moderado na vida acadêmica e social. 
	Histórico Médico e Familiar 
	Sem histórico pessoal de doenças neurológicas ou psiquiátricas. Mãe com diagnóstico de Transtorno de Ansiedade Generalizada. Nenhum uso atual de substâncias psicoativas. Histórico de perfeccionismo e necessidade de controle desde a infância. 
	Diagnóstico (CID-10): 
	 
	Tratamento Atual 
	●​Psicoterapia: Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) com foco em exposição e prevenção de resposta (EPR)​ 
	●​Medicação: Fluoxetina 60 mg/dia, com acompanhamento psiquiátrico mensal​ 
	●​Objetivos terapêuticos: Redução da frequência e duração dos rituais compulsivos, reestruturação cognitiva das crenças disfuncionais, melhora do funcionamento acadêmico e social 
	 
	1. Diagnóstico e Psicopatologia 
	●​Quais critérios da CID-10 estão claramente presentes no caso?​ 
	●​Como você diferencia TOC de fobias específicas ou TAG (Transtorno de Ansiedade Generalizada)?​ 
	●​O insight parcial do paciente interfere no prognóstico? Por quê?​ 
	2. Plano de Intervenção Psicoterapêutica 
	●​Como você estruturaria as primeiras sessões de TCC para João?​ 
	●​Quais seriam exemplos de tarefas de exposição para trabalhar as compulsões de lavagem?​ 
	●​Como abordar o tema da evitação de situações sociais dentro da terapia?​ 
	3. Abordagem Psicofarmacológica 
	●​Quais os mecanismos de ação da fluoxetina no tratamento do TOC?​ 
	●​Quais seriam opções de segunda linha para João, caso não houvesse resposta ao tratamento atual?​ 
	4. Ética, Vinculação e Relação Terapêutica 
	●​Como construir uma aliança terapêutica sólida com um paciente que tem vergonha dos próprios sintomas?​ 
	●​Como trabalhar o sigilo com a família preocupada, respeitando o Código de Ética?​ 
	5. Produção de Documentos Psicológicos 
	a) Laudo Psicológico 
	●​Quais elementos mínimos precisam constar em um laudo psicológico com hipótese diagnóstica?​ 
	●​Escreva uma versão da seção “Conclusão” com base nos dados apresentados.​ 
	b) Relatório Psicológico 
	●​Redija um trecho descritivo do relatório dirigido a um psiquiatra, usando linguagem interdisciplinar e objetiva.​ 
	●​Como você incluiria as informações subjetivas do paciente de forma ética e respeitosa?​ 
	c) Registrode Evolução 
	●​Escreva um exemplo de registro de sessão que evidencie o início da exposição ao medo de contaminação.​ 
	●​Inclua aspectos emocionais, cognitivos e comportamentais observados.​ 
	d) Devolutiva 
	●​Redija um exemplo de fala introdutória da devolutiva para João, que reforce sua capacidade de enfrentamento.​ 
	●​Como evitar o uso de termos estigmatizantes e promover o engajamento no processo terapêutico?

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