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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
 
 
 
CURSO: Farmácia DISCIPLINA: Farmacognosia 
 
NOME DO ALUNO: Beatriz dos Santos 
 
RA: 2350648 
 
POLO DE MATRÍCULA: Praia grande 
 
 
POLO DE PRÁTICAS: Santos Rangel 
 
DATAS DAS AULAS PRÁTICAS 
15/02/25 
15/03/25 
12/04/25 
10/05/25 
07/06/25 - Plantão 
 
 
São Paulo, 10 de maio de 2025 
Atividades obrigatórias 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Observação e Análise Macroscópica dos Órgãos Vegetais 
Roteiro 1 
 
 O método direto de observação das plantas é uma técnica utilizada para 
estudar e coletar informações sobre as características e o comportamento das 
plantas. Ao utilizar o método direto de observação, o pesquisador pode coletar 
informações detalhadas sobre diversos aspectos das plantas, como a 
morfologia das raízes, folhas, flores e frutos, a fisiologia e o desenvolvimento 
das plantas, bem como o comportamento dos indivíduos ou populações em 
relação ao ambiente. 
 
Para realizar a observação direta das plantas, o pesquisador pode escolher 
entre várias técnicas, como: 
 
1. Observação visual: é a técnica mais simples e consiste na observação da 
planta a olho nu. O pesquisador pode observar detalhes como a cor, a textura 
e a forma das folhas, flores e frutos, bem como o comportamento da planta 
em relação ao ambiente, como a direção do crescimento e a presença de 
reações aos estímulos externos. 
 
2. Microscopia: esta técnica é usada para observar detalhes microscópicos das 
plantas, como a estrutura das células e tecidos vegetais. O pesquisador pode 
utilizar um microscópio óptico ou eletrônico para visualizar estes detalhes. 
 
3. Monitoramento: esta técnica consiste na observação regular das plantas em 
um ambiente controlado. O pesquisador pode medir o crescimento da planta 
ao longo do tempo, monitorar o teor de nutrientes no solo e o nível de 
umidade, entre outros aspectos. 
 
 
Procedimento: Observou-se, por meio do método direto, os diferentes órgãos 
vegetais (raiz, caule, folha, flor, fruto e semente) aprendendo suas diferenças. 
 
Fonte própria; 
 
Por meio da observação de alguns vegetais observou-se os diferentes órgãos 
que os compõem como: raiz, caule, folha, flor, fruto e semente. A raiz é a 
estrutura responsável por fixar a planta no solo e absorver água e nutrientes. O 
caule é a estrutura que sustenta a planta e é responsável pelo transporte de 
água e nutrientes entre as raízes e as folhas, ele pode ser aéreo ou 
subterrâneo, e pode apresentar diferentes tipos de ramificação. A folha é a 
estrutura responsável pela realização da fotossíntese, processo pelo qual a 
planta produz seu próprio alimento. A flor é a estrutura responsável pela 
reprodução das plantas. As flores podem apresentar diferentes formas, 
tamanhos e cores, e são compostas por diferentes órgãos reprodutivos, como 
as pétalas, as sépalas, os estames e o pistilo. O fruto é a estrutura que se 
desenvolve a partir do ovário da flor e contém as sementes. Os frutos podem 
apresentar diferentes formas, tamanhos e texturas, e são importantes para a 
dispersão das sementes. Por fim, a semente é a estrutura subterrâneo, e pode 
apresentar diferentes tipos de ramificação. A folha é a estrutura responsável 
pela realização da fotossíntese, processo pelo qual a planta produz seu próprio 
alimento. A flor é a estrutura responsável pela reprodução das plantas. As flores 
podem apresentar diferentes formas, tamanhos e cores, e são compostas por 
diferentes órgãos reprodutivos, como as pétalas, as sépalas, os estames e o 
pistilo. O fruto é a estrutura que se desenvolve a partir do ovário da flor e 
contém as sementes. Os frutos podem apresentar diferentes formas, tamanhos 
e texturas, e são importantes para a dispersão das sementes. Por fim, a 
semente é a estrutura responsável pela reprodução das plantas e contém o 
embrião e nutrientes para sua alimentação inicial, elas podem ser dispersadas 
pelo vento, pela água, pelos animais ou pelo próprio fruto. 
 
 
 
 
Análise Microscópica de Plantas Medicinais e/ou Drogas Vegetais 
Roteiro 2,3 e 4 
 
 Procedimento: Realizou-se os cortes finos com lâminas, entre dois isopores, 
para em seguida colocar em uma placa petri e realizar os próximos 
procedimentos. 
 
 Para a realização dos cortes utilizou-se lâmina, isopor e o material vegetal, 
além de todo equipamento de laboratório como microscópio óptico, placas de 
petri, lâminas, hipoclorito e corante. Os cortes realizados foram os mais finos e 
transparentes possíveis a fim de possibilitar a observação de todo tecido que o 
forma. 
 
 
 
 
 
 
 
Análise Microscópica de Plantas Medicinais e/ou Drogas Vegetais 
Roteiro 4,5 e 6 
 
Procedimento: Depois de realizados os cortes, descoloriu-se com hipoclorito 
de sódio. Depois de 3 minutos, lavou-se com água destilada para então colori-
los com azul de metileno ou lugol. Em seguida, montou-se as lâminas para 
observação em microscópio. 
 
 Para realizar a coloração das amostras vegetais, utilizou-se dois diferentes 
corantes, o azul de metileno e o lugol. O azul de metileno é utilizado para a 
identificação de estruturas celulares, como o núcleo, a parede celular e os 
amiloplastos. Já o lugol é utilizado para a identificação de amido nas células 
vegetais. O lugol é uma solução iodada que reage com o amido, tornando-o 
marrom escuro. 
 
 
Análise de Droga Vegetal 
Roteiro 7 
 
Os estudos para assegurar a qualidade de uma droga vegetal, pode-se 
evidenciar os testes de autenticidade. Nele, vemos características 
organolépticas e observação microscópica e macroscópica. Com o objetivo de 
extrair a melhor qualidade da droga para fazer um fármaco, tentamos descartar 
os corpos estranhos, metais pesados, para se fazer uma análise qualitativa e 
quantitativa dos constituintes ativos, quando conhecidos. 
 
Procedimento: Pesamos entre 10g a 5g do camomilena. Ao colocar sobre um 
papel para fazer a contagem e separação dos orgânicos e não orgânicos. 
 
 Na amostra que a professora levou foram encontradas muitas substâncias 
impuras, de caules da flor até larvas que estavam hospedada naqueles 
recipientes. Dessa forma, aquela amostra foi rejeitada a nível da farmacopeia 
brasileira, já que continha um nível de impureza muito alto. 
 
 
 
Cromatografia em Camada Delgada de Óleos Essenciais 
Roteiro 8 
 
 Com a alta demanda e o crescente uso dos óleos essenciais tanto em casa 
familiares, seja para dormir, comer ou viver melhor, ou em industrias, usado 
para corantes ou sabores artificializados. O investimento no desenvolvimento 
tecnológico do setor por meio de sistemas de produção da matéria-prima a 
partir dos processos extrativos tem em vista o controle eficiente de qualidade 
foi o que impulsionou as grandes pesquisas nessa área. Por meio disso, os 
processos ficaram mais rigoroso e severos para se controlar e afirmar a 
qualidade dos produtos. 
 
Procedimento: Pesar 1 g de droga vegetal e triturar em almofariz de vidro. 
Adicionar 1 ml de etanol. Utilização da placa de vidro com Sílica gel G como 
absorvente e esperar por 1 hora para observar qual substância tem com base 
no RF da substância. Marcações feitas para fazer onde é o ponto de partida e 
ponto de saída e adicionado 3 pingos de diferentes substâncias (laranja, limão 
e eucalipto). 
 Nós concluímos que 2 das substâncias (laranja e limão) tinham óleos 
essenciais, achamos o limoneto nas 2 por conta de ser substância parecida, 
mas na da laranja foi encontrado outro óleo essencial. 
 
 
Preparo de Tinturas/ Preparo de Extrato 
Roteiro 9 e 10 
 
 A obtenção de tintura da droga a partir da maceração, consiste em colocar a 
droga vegetal em contato com um líquido extrator em um tempo 
preestabelecido ou não, vai variar do pesquisadorou contudo do processo 
podendo ser barata ou com agitação. O extrato tem como base a percolação 
que acaba sendo mais eficiente e duradouro, tendo uma dinâmica da 
passagem do líquido extrator através da planta, ou farinha da planta em um 
percolador com controle de fluxo, o que precisa ter obrigatoriamente para fazer 
a averiguação de forma precisa. 
 
Procedimento: O uso da casaca do barbatimão e a camomila foi pesado certa 
de 10g colocamos um líquido extrator (propilenoglicol ou glicerina 50%, álcool 
30% e água 25%) agitação por 10 minutos e colocamos em um funil com um 
pouco de algodão na ponta para filtrar o que sairia. 
 Foi obtido no total 4 amostras da qual tínhamos uma mais concentrada que a 
outra, sendo que a feita por percolação tem a tendencia para durar mais tempo, 
o percolamento é feito para se ter uma maior concentração em gotas por 
minutos o que faz ter o princípio ativo mais presente na substância. 
 
 
Hidrólise de Amido 
Roteiro 11 
 
 A técnica mais utilizada para identificara atividade enzimática é o teste do 
lugol, pois o iodo reage com a molécula de amido o que gera por sua vez uma 
cor azulada quando interage com o amido por conta da estrutura helicoidal. 
Nos humanos o amido acaba sendo utilizado para constituição do bolo fecal, já 
que nós não fazemos síntese dessas macromoléculas como por exemplo os 
coelhos. A hidrólise do amido é natural no início do processo digestivo na 
própria mastigação onde tem a presença da alfa-amilase salivar que acaba 
como catalisador na hidrolise de algumas ligações do amido na boca. 
 
Procedimento: Colocamos uma suspensão aquosa a 1% de amido, em uma 
Erlenmeyer de 20 ml de uma solução aquosa de ácido clorídrico a 10% e 
fervemos por 30 minutos e retirávamos 2 ml a cada 5 minutos e pingávamos o 
lugol. 
 Nesse experimento tentamos simular a ação do ácido gástrico e do amido e 
fomos observando até onde e quanto tempo demorava para o amido ser 
totalmente diluído. Para adiantar o processo deixamos a amostra de amido 
com ac. Clorídrico esquentar e pegamos um intervalo de 10-30-40-60 minutos 
onde o amido foi totalmente ‘’digerido’. 
Identificação Química de Taninos 
Roteiro 12 
 
 Os taninos têm umas características adstringentes que acabam interagindo 
com OH e outros meio o que faz com que ele tenha utilizações muito eficiente 
com combate de bactérias ou até mesmo a sua importante função cicatrizante. 
Na presença dele algumas substâncias podem precipitar ou complexar, ou 
seja, descer para o fundo e formar tipo uma pasta no recipiente. 
 
Procedimento: Colocamos uma amostra de 2 ml mais ou menos com os 
extratos que produzimos em pequenos tubos de ensaio e pingamos 2 gotas de 
gelatina 2%, quinino, acetato de chumbo 10%, acetato de cobre, cloreto férrico. 
 Ao pingar as gotas a gente via as funções adstringentes entrando em ação 
precipitando ou complexando. Tais ações acontecia por conta da presença de 
OH que reage com metais, alcaloides e proteínas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Referências 
 
ABREU MATOS, F.J.; SOUSA, M. P. et al. Constituintes Químicos Ativos de 
Plantas Medicinais Brasileiras. E.U.F.C., 1991. 
 BRUNETON, JEAN. Pharmacognosie, Phitochini e Plantas Medicinales. 2 ed. 
Tec. Doc. Paris. Última edição. 
 COSTA, A. F. Farmacognosia, 3 volumes. Fundação Calouste Gulbenkian. 
Lisboa, última edição 
 DI STASI, Luiz Cláudio. Plantas Medicinais: Arte e Ciência – Um guia de 
estudo interdisciplinar. Luiz Cláudio Di Stasi organizador. São Paulo. Vunesp, 
1996 
 EVANS, W.C. Trease and Evans Pharmacognosy. 13 ed. Bailiére Tindall. 
London, última edição 
 FARMACOPEIA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL. 1 ed. até a 6ª edição 
 OLIVEIRA, F.; AKISSUE, G. Fundamentos de Farmacobotânica. Livraria 
Atheneu Editora, Rio de Janeiro – São Paulo, última edição. 
 SIMÕES, C. M. O. et al. (Org.) Farmacognosia: da Planta ao Medicamento. 
Editora da UFSC/UFRGS, 2004. 
 TYLER, E.V., SPEEDLE, K.M., ROBBERS, E. J. Farmacognosia e 
Farmacobiotecnologia. Editorial Premier, 1997.

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