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FACULDADE E COLÉGIO SANTA RITA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA – ESTRADAS IMPLANTAÇÃO DE UMA TERCEIRA FAIXA EM UMA RODOVIA LINEKER VALERIANO JULHO de 2020 CONSELHEIRO LAFAIETE – MG SUMÁRIO Conteúdo Página 1.INTROUDUÇÃO.................................................................03 2. OBJETIVOS.......................................................................04 3. MATERIAIS E MÉTODOS.................................................05 4. RESULTADOS E DISCUSSÕES.......................................06 5. CONCLUSÕES...................................................................07 6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...................................08 2 Introdução A faixa adicional é uma faixa extra implantada ao lado direito da faixa de rolamento, no sentido ascendente, destinada ao tráfego de veículos lentos (DNER, 1999). Comparadas às obras de duplicação, as faixas adicionais são melhorias de baixo custo e menor impacto ambiental que aumentam a qualidade do serviço e a segurança em rodovias (Melo e Setti, 2007). Em aclives ascendentes, a diferença entre o desempenho dos caminhões carregados e dos veículos rápidos torna-se mais acentuada, com a diminuição das oportunidades de ultrapassagem e a formação de pelotões, com conseqüente aumento nos tempos de viagem e prejuízo para a qualidade do serviço. Além disso, evidências sugerem que a segurança viária é afetada quando a velocidade dos veículos que compõem a corrente de tráfego diverge (AASHTO, 2001). Tal fenômeno, embora mais pronunciado nas rodovias de pista simples, também pode ser verificado naquelas de pista dupla, sobretudo quando o volume de tráfego é elevado ou o percentual de veículos pesados na composição do tráfego é expressivo. Nesses casos, o aumento das manobras de ultrapassagem entre veículos lentos em aclives leva à formação de pelotões e pode comprometer a segurança. A necessidade de construção de faixas adicionais em aclives pode ser determinada de maneira simplificada por critérios usualmente baseados no volume de tráfego, fluxo de veículos pesados, redução de velocidade dos veículos pesados e nível de serviço. As diretrizes mais difundidas são as da quarta edição do Green Book da AASHTO (2001) e posteriores, servindo de referência para a elaboração de manuais de projeto de faixas adicionais em diversos países. No Brasil, as diretrizes preconizadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT para a implantação de faixas adicionais em aclives constam no Manual de Projeto Geométrico de Rodovias Rurais (DNER, 1999), sendo uma tradução direta da estabelecida na terceira edição do Green Book (AASTHO, 1994). No entanto, o documento publicado pelo DNER não faz distinção entre os critérios para a implantação de faixas adicionais em aclives de rodovias de pista simples ou dupla, diferentemente da terceira edição do Green Book (AASHTO, 1994) e posteriores, que contam com um item comentando acerca das particularidades da implantação de faixas de subida em freeways e rodovias de pista dupla. 3 Objetivos Enfatizar aos alunos do curso de Engenharia Civil os conhecimentos básicos referentes a concordância vertical. 4 Materiais e Métodos Materiais Volume horário de veículos na faixa de subida igual a 1250 Veículos Número de caminhões que passam pela via: 20% do total de veículos na faixa de subida. Redução de velocidade de 25Km/h Nível de serviço C Nível de serviço no trecho em subida E Métodos Empregados Os procedimentos utilizados foram interpretar os dados fornecidos, verificando se haverá necessidade de determinação da terceira faixa de acordo com o DNER. 5 Resultados e Discussões Após a análise dos dados, obtive-se os seguintes resultados. Resultados Será necessário implementar uma terceira faixa com as seguintes condições: Largura de terceira faixa de 3,00m, correspondente a largura máxima de veículo pesado, acrescida de uma folga lateral de 0,40m. Adotar a largura da terceira faixa a mesma largura das outras faixas de tráfego utilizadas no projeto da estrada. Para o acostamento, a dimensão será de 1,20m. Declividade da terceira pista deverá ser a mesma da pista principal. Um taper na entrada e saída da terceira faixa, para maior segurança na operação dos veículos. Para o taper foi escolhida uma velocidade diretriz de 80km/h, onde o comprimento mínimo é 55m e será implantado o valor de 80 metros de taper para essa terceira faixa. Discussões A projeção dessa terceira faixa foi devido ao grande volume de circulação de veículos e da redução de velocidade que nela foi apresentada. Conforme dados do DNER foi implementas todas as diretrizes necessárias para implantação dessa terceira faixa, de forma que ela foi projetada para ter maior segurança para os usuários dessa rodovia analisada. 6 Conclusões Com base nos objetivos da implantação de uma terceira faixa, conclui-se que foi necessário implementar uma terceira faixa. De base de todas as fontes disponíveis para consultas de implantação, a terceira faixa foi projetada seguindo as normas do DNER, de forma que foram adotadas todos os critérios mínimos, fazendo com que a faixa fosse dimensionada com todos padrões necessários, visando a segurança de todos usuários da rodovia. 7 Referencias Bibliográficas Professor Giovanni Chagas Egg, Estradas – Power Point Aula 06 – Projeto Geometrico de Estradas – Concordância Vertical – Parte I Gustavo Riente de Andrade e José Reynaldo Setti Universidade de São Paulo Escola de Engenharia de São Carlos - https://www.stt.eesc.usp.br/setti/papers/anp2010/4-202-AC.pdf 8