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verificar a pressão arterial em braço no qual Dor: é uma experiência sensorial e emocio- foi realizado cateterismo cardíaco, shunt A-V, nal desagradável, associada a um dano real mastectomia ou com ou potencial dos tecidos, ou descrita em termos de tais danos. profissional deve ter postura adequada; fa- zer a leitura com rapidez e precisão; e infor- Dor aguda: está relacionada a afecções mar o responsável sobre os valores alterados. traumáticas, infecciosas ou inflamatórias. Há expectativa de desaparecimento após a Em relação ao aparelho: devemos verificar se cura da lesão. Há respostas neurovegetativas está em condições de uso (válvula, pera, pon- associadas (elevação da pressão arterial, teiro, manguito e calibragem); evitar queda e taquicardia, taquipneia e outros), ansiedade batidas, pois danificam e inutilizam o apare- e agitação psicomotora. lho. Em doenças transmissíveis ou lesões de Dor crônica: é aquela que persiste após o tem- pele, forrar o local sob o manguito. po razoável para a cura de uma lesão ou que está associada a processos patológicos crôni- Videoaula que causam dor contínua ou recorrente. Assista pelo QR CODE a um vídeo sobre Avaliação da experiência procedimento de verificação da dolorosa pressão arterial. A avaliação da dor compreende: exame clínico (história da doença, exame físico). Exames laboratoriais e de imagem. A caracterização da dor e sua repercussão nas atividades da vida diária. Investigação de elementos psíquicos e socio- culturais significativos para o quadro de dor. Procedimento: Exame físico verificação de dor Características da dor: Data de início A dor é uma complicação que interfere na evo- lução do tratamento do paciente e pode aumen- Localização tar sua permanência na unidade de internação. Irradiação (cólica renal) A dor não controlada pode levar indivíduo a reações neurovegetativas, tais como: Intensidade: Aumento da pressão arterial leve moderada Taquicardia intensa muito intensa Taquipneia Ansiedade Pratique! Agitação psicomotora, causando, assim, alte- rações nos parâmetros vitais Sinais vitais 0 aferimento da dor, como 5° sinal vital, e res- Após ter aprendido todos os procedimentos de ve- pectivas condutas terapêuticas podem propor- rificação dos sinais vitais, meça esses parâmetros cionar alívio, conforto e melhora da evolução do nos integrantes de sua família. Faça uma tabela indivíduo hospitalizado, atendendo a suas ne- com as informações e comente sua experiência cessidades biopsicoespirituais preconizadas por com seus colegas. Wanda de Aguiar Horta (1978). 103

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