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IMPLANTODONTIA Questão 1 – Conceitos Fundamentais A. ( ) A carga imediata é sempre a melhor opção terapêutica em todas as situações clínicas de implantes unitários. B. ( ) A osseointegração é um processo biológico onde há ancoragem direta do implante ao osso sem tecido mole interposto. C. ( ) A ausência de mobilidade é um dos principais critérios clínicos para diagnóstico de sucesso de um implante. D. ( ) Implantes podem apresentar sucesso mesmo com presença de perda óssea peri-implantar superior a 3 mm no primeiro ano. Questão 2 – História e Filosofia dos Implantes A. ( ) Os primeiros relatos de uso de implantes dentários datam da civilização Maia, com fragmentos de conchas esculpidos como dentes. B. ( ) O conceito de osseointegração foi descrito por Brånemark em estudos com coelhos na década de 1960. C. ( ) Antes da osseointegração, o princípio de retenção dos implantes baseava-se em estabilização mecânica em tecidos moles. D. ( ) Os primeiros sistemas de implantes utilizados na odontologia moderna eram exclusivamente de titânio puro. Questão 3 – Biologia da Osseointegração A. ( ) A osseointegração ocorre mais eficientemente em osso cortical do que em osso esponjoso. B. ( ) A biocompatibilidade do titânio está relacionada à formação espontânea de uma camada de óxido de titânio em sua superfície. C. ( ) Microfendas na interface osso-implante são desejáveis para facilitar a vascularização do tecido ósseo. D. ( ) A estabilidade primária depende da qualidade óssea e da técnica cirúrgica. ⸻ Questão 4 – Propriedades do Titânio e Design dos Implantes A. ( ) O titânio grau IV é frequentemente utilizado por apresentar maior resistência mecânica que os graus I e II. B. ( ) A rosca dos implantes tem função apenas de retenção mecânica e não influencia na distribuição de forças. C. ( ) Superfícies tratadas (como jateadas e acidificadas) promovem maior contato ósseo que superfícies lisas. D. ( ) O design do colar do implante influencia na resposta tecidual peri-implantar. ⸻ Questão 5 – Critérios de Sucesso A. ( ) Um implante pode ser considerado bem- sucedido se não houver dor, infecção, mobilidade ou perda óssea excessiva. B. ( ) A estabilidade secundária é resultado da remodelação óssea e ocorre após a fase de cicatrização inicial. C. ( ) A perda óssea marginal aceitável no primeiro ano após a instalação da prótese é de até 1,5 mm. D. ( ) A ausência de queratina na mucosa peri- implantar é critério de insucesso, independentemente dos demais parâmetros. ⸻ Questão 6 – Classificação de Edentulismo e Planejamento Protético A. ( ) A classificação de Kennedy é frequentemente usada no planejamento de próteses sobre implantes. B. ( ) A classificação de Misch para edentulismo é baseada na posição, número e distribuição dos dentes remanescentes. C. ( ) A localização dos pilares protéticos influencia na classificação do tipo de carga (anteroposterior ou cantilever). D. ( ) O arco totalmente edêntulo sempre exige reabilitação com barra rígida e protocolo fixo. ⸻ Questão 7 – Avaliação Diagnóstica Inicial A. ( ) A tomografia computadorizada é o exame padrão-ouro para planejamento tridimensional de implantes. B. ( ) A avaliação da densidade óssea pode ser estimada por meio da escala de Hounsfield. C. ( ) A ausência de espaço protético adequado pode ser corrigida com redução óssea cirúrgica planejada. D. ( ) Exames de imagem são suficientes para o diagnóstico completo, dispensando avaliação clínica detalhada. ⸻ Questão 8 – Biomecânica e Distribuição de Forças A. ( ) A distribuição de forças oclusais é mais eficiente quando os implantes estão paralelos e alinhados com o longo eixo da coroa. B. ( ) A sobrecarga oclusal é fator importante na falha precoce de implantes. C. ( ) Implantes curtos não devem ser utilizados em áreas posteriores por apresentarem maior risco de fratura. D. ( ) A área de suporte protético deve ser igual ou superior à área funcional dos dentes perdidos. ⸻ Questão 9 – Aspectos Cirúrgicos Iniciais Highlight A. ( ) A estabilidade primária pode ser aumentada por subperfuração do leito ósseo. B. ( ) A instalação de implantes em alvéolos cicatrizados é menos previsível que em alvéolos imediatos. C. ( ) O índice de sucesso dos implantes é maior em mandíbulas do que em maxilas. D. ( ) O torque de inserção ideal deve ser sempre superior a 60 N.cm para garantir osseointegração. ⸻ Questão 10 – Fatores Sistêmicos e Considerações Clínicas A. ( ) Pacientes diabéticos controlados podem receber implantes com prognóstico semelhante a pacientes saudáveis. B. ( ) O tabagismo é fator de risco relevante para falhas na osseointegração. C. ( ) A osteoporose é contraindicação absoluta para a instalação de implantes. D. ( ) O controle da placa bacteriana peri-implantar influencia diretamente na manutenção da saúde ao redor dos implantes. ⸻ DENTISTICA Questões: 1. ( ) A resistência à fratura das restaurações indiretas cerâmicas depende mais do tipo de cimento resinoso utilizado do que da espessura da cerâmica em si. 2. ( ) O conceito de união adesiva em substratos dentinários é menos sensível à técnica quando comparado à união em esmalte. 3. ( ) A presença de umidade residual na dentina favorece a formação da camada híbrida durante o procedimento adesivo. 4. ( ) Em dentes tratados endodonticamente, a ausência da câmara pulpar compromete significativamente a adesão da estrutura restauradora ao remanescente coronário. 5. ( ) A técnica de estratificação com resina composta baseada na biomimética exige necessariamente o uso de resinas com opacidades distintas, respeitando a dentina e esmalte. 6. ( ) A contração de polimerização pode ser negligenciada quando o volume restaurador for inferior a 1 mm³ por incremento. 7. ( ) A utilização de barreiras de oxigênio como o glicerol favorece a conversão completa da camada superficial de resina composta fotopolimerizável. 8. ( ) O índice de falha em restaurações classe II com resina composta é estatisticamente maior em molares do arco superior do que em molares inferiores devido à dificuldade de isolamento absoluto. 9. ( ) A análise oclusal em máxima intercuspidação é suficiente para prever os pontos de tensão em restaurações extensas em resina composta. 10. ( ) Os cimentos autoadesivos têm menor capacidade de promover selamento marginal eficaz comparados aos sistemas adesivos convencionais em restaurações indiretas. 11. ( ) A interferência da fluorescência dos materiais restauradores pode causar falhas diagnósticas em exames clínicos com luz ultravioleta. 12. ( ) A técnica de condicionamento seletivo é considerada superior à técnica de condicionamento total para a adesão em esmalte e dentina, respectivamente. 13. ( ) A utilização de agentes silanos bifuncionais em cerâmicas vítreas é recomendada apenas em sistemas cerâmicos reforçados por zircônia. 14. ( ) A resistência de união de sistemas adesivos autocondicionantes de quarta geração é superior à dos sistemas convencionais de três passos. 15. ( ) A adaptação marginal de restaurações indiretas depende diretamente do tipo de material restaurador, independentemente do protocolo de cimentação adotado. 16. ( ) A camada híbrida formada por sistemas adesivos autocondicionantes tende a ser mais espessa e mais permeável quando comparada à dos sistemas total-etch. 17. ( ) A degradação hidrolítica da interface adesiva pode ser reduzida com a aplicação de agentes cross-linkantes após a remoção do smear layer. 18. ( ) As propriedades ópticas das resinas compostas são mais influenciadas pela morfologia das partículas de carga do que pela matriz orgânica utilizada. 19. ( ) A presença de porosidade interna em restaurações indiretas de cerâmica feldspática é irrelevante para a longevidade clínica da restauração. 20. ( ) A resistência à fratura de pinos intracanaisprimata é essencial para alinhamento dos incisivos permanentes. b) ( ) a sequência de erupção dos dentes permanentes influencia o desenvolvimento oclusal. c) ( ) a terminal reta dos segundos molares decíduos favorece Classe I. d) ( ) a perda precoce de molares decíduos geralmente acelera a erupção dos permanentes. questão 15 – ancoragem ortodôntica a) ( ) a ancoragem intraoral é menos eficaz que a extraoral. b) ( ) os mini-implantes permitem controle absoluto da ancoragem. c) ( ) a perda de ancoragem compromete o resultado do tratamento. d) ( ) o arco transpalatino é utilizado para reforço de ancoragem superior. questão 16 – planejamento ortodôntico a) ( ) o plano de tratamento deve considerar o padrão esquelético e a estética facial. b) ( ) o stripping é indicado para resolução de apinhamento moderado. c) ( ) extrações ortodônticas são sempre evitadas em pacientes jovens. d) ( ) a colaboração do paciente é fator crítico para o sucesso terapêutico. questão 17 – biomecânica em ortodontia a) ( ) o ponto de aplicação da força interfere na inclinação dental. b) ( ) torques são movimentos de translação horizontal. c) ( ) o centro de resistência depende do comprimento radicular. d) ( ) forças leves e contínuas são preferíveis para movimento controlado. questão 18 – ortodontia em adultos a) ( ) adultos apresentam menor potencial de resposta óssea à movimentação. b) ( ) a ortodontia em adultos não deve envolver extrações dentárias. c) ( ) fatores como perda óssea e comprometimento periodontal afetam o planejamento. d) ( ) o tratamento ortodôntico em adultos deve ser mais lento e controlado. questão 19 – ortodontia digital e tecnologias a) ( ) os alinhadores invisíveis não promovem movimentos dentários rotacionais eficazes. b) ( ) o escaneamento intraoral substitui a moldagem convencional com alta precisão. c) ( ) softwares de planejamento auxiliam na previsibilidade dos resultados. d) ( ) a impressão 3D de modelos não permite uso clínico de aparelhos ortodônticos. questão 20 – estética do sorriso e ortodontia a) ( ) a linha do sorriso deve acompanhar o contorno do lábio inferior. b) ( ) a exposição gengival aceitável em sorriso espontâneo é até 2 mm. c) ( ) o corredor bucal amplo é considerado esteticamente desfavorável. d) ( ) a ortodontia pode interferir positivamente na harmonia facial. CASOS CLÍNICOS CASO 1 – Prótese/Implantodontia/Farmacologia Paciente de 67 anos, edêntulo total, faz uso crônico de bisfosfonatos orais. Está interessado em reabilitação por implantes. Qual conduta deve ser considerada prioritária? A) Proceder imediatamente à instalação dos implantes com antibióticos profiláticos. B) Suspender o bisfosfonato por 30 dias e iniciar a cirurgia. C) Solicitar avaliação médica e considerar risco de osteonecrose. D) Realizar enxerto ósseo autógeno e seguir com implantes. E) Optar por prótese total convencional para preservar tecido ósseo. CASO 2 – Ortodontia/Ortopedia/Oclusão Paciente de 11 anos apresenta Classe II esquelética, respiração oral e perfil convexo. Qual a melhor abordagem nesse estágio de desenvolvimento? A) Aparelho fixo com elásticos intermaxilares. B) Cirurgia ortognática precoce. C) Uso de Bionator associado à reeducação miofuncional. D) Máscara facial com expansão rápida da maxila. E) Extrações seriadas e uso de contenção passiva. CASO 3 – Endodontia/Radiologia/Prótese Paciente apresenta dor à mastigação no 46, com imagem radiolúcida periapical associada. Já possui uma coroa protética. O próximo passo é: A) Remover a coroa e repetir a radiografia periapical com cone de gutta-percha. B) Solicitar tomografia para avaliação tridimensional. C) Encaminhar para exodontia e reabilitação com implante. D) Indicar retratamento endodôntico sem remover a coroa. E) Iniciar antibioticoterapia e aguardar melhora. CASO 4 – Periodontia/Saúde Coletiva Em uma UBS, 40% da população de 30 a 50 anos apresenta perda de inserção severa. A medida coletiva mais eficaz seria: A) Exodontia dos dentes comprometidos. B) Campanha de escovação com distribuição de flúor. C) Ações educativas integradas com tratamento periodontal básico. D) Fluoretação das águas de abastecimento. E) Promoção de autoexame periodontal domiciliar. CASO 5 – Prótese Fixa/Oclusão Paciente com prótese fixa em 13 a 23, relata dor muscular ao acordar. A hipótese mais provável e a conduta inicial são: A) Disfunção articular; iniciar com anti-inflamatório. B) Hipercementação; realizar ajuste oclusal. C) Bruxismo noturno; confeccionar placa estabilizadora. D) Sobrecarga periodontal; encaminhar para periodontia. E) Fratura de infraestrutura; refazer a prótese. CASO 6 – Cirurgia/Endodontia/Farmacologia Paciente de 22 anos com 48 incluso e quadro de pericoronarite. Alérgico a penicilina. A medicação antibiótica de escolha é: A) Amoxicilina 500 mg. B) Azitromicina 500 mg. C) Cefalexina 500 mg. D) Clindamicina 300 mg. E) Metronidazol 250 mg. CASO 7 – Odontopediatria/Ortopedia/ Ortodontia Criança de 6 anos apresenta mordida cruzada posterior unilateral funcional. O tratamento mais indicado é: A) Aparelho ortodôntico fixo com bandas. B) Máscara facial com tração reversa. C) Placa de Planas com pistas diretas. D) Expansor fixo com ativação rápida. E) Contenção inferior com barra lingual. CASO 8 – Prótese Removível/Periodontia Paciente com PPR inferior bilateral apresenta mobilidade grau II em pilares 33 e 43. A melhor conduta é: A) Trocar a PPR por implantes osseointegrados. B) Substituir os grampos por encaixes de precisão. C) Realizar tratamento periodontal e reavaliar função dos pilares. D) Indicar extrações e reabilitação com PT inferior. E) Manter a prótese e prescrever antibióticos profiláticos. CASO 9 – Dentística/Endodontia Paciente apresenta fratura coronária não complicada em 11, com mancha acastanhada e sem sensibilidade. Qual é a conduta mais indicada? A) Clareamento externo e restauração estética. B) Pulpotomia com hidróxido de cálcio. C) Restauração direta com resina composta. D) Testes de vitalidade e controle radiográfico. E) Tratamento endodôntico preventivo. CASO 10 – Implantodontia/Prótese/Oclusão Paciente com implante instalado em 26 apresenta afrouxamento repetido do parafuso da coroa. A causa mais provável é: A) Defeito de fresagem no implante. B) Carga oclusal desequilibrada. C) Falha na torqueação inicial. D) Mau posicionamento tridimensional. E) Fratura do intermediário. CASO 11 – Ortodontia/Oclusão/ATM Paciente em tratamento ortodôntico apresenta estalido articular e dor muscular. A melhor conduta é: A) Finalizar o tratamento o quanto antes. B) Interromper o tratamento e realizar fisioterapia. C) Ajustar plano oclusal com desgastes seletivos. D) Iniciar uso de placa estabilizadora e reavaliar. E) Prescrever relaxante muscular e continuar mecânica ortodôntica. CASO 12 – Radiologia/Cirurgia Radiografia panorâmica revela imagem hipodensa entre 45 e 46, com limites definidos e sem sintomatologia. A hipótese mais provável é: A) Granuloma periapical. B) Cisto radicular. C) Tumor odontogênico. D) Cisto dentígero. E) Cisto periodontal lateral. CASO 13 – Farmacologia/Endodontia Paciente ASA I com dor intensa no 36, sem resposta a AINEs. A melhor prescrição analgésica é: A) Dipirona sódica 500 mg + ibuprofeno 600 mg. B) Paracetamol 750 mg + codeína. C) Prednisona 20 mg por 5 dias. D) Tramadol 50 mg. E) Naproxeno 550 mg em dose única. CASO 14 – Periodontia/Ortodontia Paciente com periodontite estabilizada deseja iniciar ortodontia. É correto afirmar que: A) Ortodontia está contraindicada em todos os casos com perda óssea. B) Aparelhos removíveis são preferíveis aos fixos nesse caso. C) Pode-se iniciar o tratamento desde que haja controle da inflamação. D) Apenas contenções devem ser utilizadas. E) Necessário enxerto ósseo antes do início. CASO 15 – Prótese Total/EstéticaPaciente com PT superior e inferior há 10 anos relata desgaste, perda de dimensão vertical e queixas estéticas. A melhor conduta é: A) Reembasamento inferior com acrílico duro. B) Ajuste oclusal seletivo e polimento. C) Confeccionar nova prótese total com restabelecimento da DVO. D) Enxerto gengival para melhorar suporte. E) Uso de adesivo para prótese total. CASO 16 – Biossegurança/Clínica Geral Paciente relata ser HIV positivo com carga viral indetectável. A conduta correta é: A) Agendar atendimento no último horário. B) Recusar atendimento e encaminhar. C) Realizar todos os procedimentos com EPI padrão e cuidado universal. D) Reduzir tempo de cadeira e evitar procedimentos invasivos. E) Suspender atendimento até novo laudo médico. CASO 17 – Endodontia/Anatomia Dental Paciente com molar inferior apresenta dor espontânea. Anatomia com quatro canais suspeitos. Qual dente é mais provável e conduta correta? A) 36 – localizar MB2. B) 46 – explorar presença de canal distal adicional. C) 47 – encaminhar para exodontia. D) 38 – realizar acesso coronário sem isolamento. E) 37 – restaurar e observar. CASO 18 – Cirurgia/Prótese/Implantodontia Paciente com exodontia de 11 e necessidade estética imediata. Qual a melhor abordagem? A) Implante imediato com carga imediata provisória. B) Prótese adesiva temporária e implante em 6 meses. C) Ponte fixa imediata com preparo de 12 e 21. D) PPR provisória com grampo em 13. E) Implante com regeneração óssea guiada e sem carga. CASO 19 – Saúde Coletiva/Ética Em campanha preventiva, um paciente solicita exodontia de dente assintomático sem indicação clínica. O cirurgião-dentista deve: A) Realizar o procedimento para evitar conflitos. B) Recusar o procedimento e encaminhar para ética. C) Explicar os riscos e não realizar o procedimento sem indicação. D) Pedir consentimento e extrair. E) Realizar radiografia para reforçar solicitação do paciente. CASO 20 – Dentística/Estética Paciente insatisfeito com sorriso "escuro", apesar de restaurações recentes em resina nos dentes anteriores. O plano de tratamento deve incluir: A) Clareamento interno dos dentes com resina. B) Polimento das restaurações. C) Remoção das restaurações e clareamento externo. D) Avaliação de cor, troca seletiva de resinas e clareamento. E) Facetas cerâmicas para todos os dentes anteriores. CASO 21 – Periodontia/Ortodontia/Prótese Paciente de 48 anos, com periodontite crônica estabilizada e ausência dos elementos 14 e 15, deseja reabilitação. Apresenta apinhamento anterior superior. Qual o plano de tratamento mais indicado? A) Ortodontia para nivelamento e posterior PPF em 13-16. B) Implantes imediatos em 14 e 15. C) Ortodontia para ganho de espaço e instalação de implantes. D) PPR provisória seguida de PT. E) Reabilitação com ponte adesiva nos dentes anteriores. CASO 22 – Endodontia/Farmacologia Paciente ASA II com dor espontânea no 26. Após abertura, apresenta sangramento abundante e dor persistente. Qual o melhor controle farmacológico da dor? A) Paracetamol + ibuprofeno. B) Dipirona + cetoprofeno. C) Codeína + dexametasona. D) Ibuprofeno + prednisona. E) Tramadol + naproxeno. CASO 23 – Odontopediatria/Ortopedia Funcional Paciente de 4 anos com hábitos de sucção digital e deglutição atípica. Apresenta protrusão de incisivos superiores e mordida aberta anterior. A melhor abordagem terapêutica inclui: A) Aparelho ortodôntico fixo e psicoterapia. B) Cirurgia ortognática precoce. C) Aparelho ortopédico funcional e terapia fonoaudiológica. D) Remoção dos dentes decíduos e aparelho fixo precoce. E) Máscara facial para tração anterior. CASO 24 – Implantodontia/Prótese Paciente com implante em 12 deseja substituir a coroa provisória por definitiva. Há discreta recessão gengival e exposição de plataforma. Qual é a melhor conduta estética? A) Colocar coroa cerâmica imediatamente. B) Realizar enxerto de tecido conjuntivo antes da coroa. C) Aplicar ácido hialurônico no sulco gengival. D) Instalar coroa em metalocerâmica. E) Fazer reembasamento da coroa provisória. CASO 25 – Prótese Total/Farmacologia Paciente com PT superior relata dor na região de palato duro. Usa a mesma prótese há 12 anos. Exame revela lesão eritematosa sob a base. A conduta mais adequada é: A) Prescrever antifúngico tópico e substituir a PT. B) Solicitar biópsia incisional. C) Reembasar a prótese com resina macia. D) Indicar antifúngico sistêmico e manutenção da PT. E) Ajustar a oclusão da prótese atual. CASO 26 – Cirurgia/Endodontia/Radiologia Paciente com lesão periapical extensa em 21. Apresenta mobilidade grau I, tratamento endodôntico satisfatório. Tomografia mostra rarefação óssea. Conduta ideal: A) Re-tratamento endodôntico. B) Apicectomia com obturação retrógrada. C) Exodontia e implante imediato. D) Uso de antibiótico e contenção. E) Enxerto ósseo em defeito ósseo periapical. CASO 27 – Ortodontia/Estética Paciente de 35 anos deseja alinhar os dentes anteriores inferiores. Apresenta recessões gengivais e retrações vestibulares em 31 e 41. A conduta inicial deve ser: A) Colocar aparelho ortodôntico autoligado. B) Realizar cirurgia plástica periodontal antes do aparelho. C) Tracionar os dentes lingualmente e depois avaliar recessões. D) Iniciar ortodontia com placa alinhadora e avaliar resposta gengival. E) Realizar clareamento antes de qualquer movimentação. CASO 28 – Biossegurança/Farmacologia Paciente em uso de varfarina é agendado para exodontia de 38. INR = 3,2. A conduta correta é: A) Suspender varfarina 48h antes. B) Realizar exodontia com hemostáticos locais. C) Encaminhar para reversão com vitamina K. D) Indicar bochechos com clorexidina pré e pós- procedimento. E) Cancelar o procedimento e prescrever antibióticos. CASO 29 – Dentística/Prótese Paciente com diastemas anteriores insatisfeito com estética. Qual abordagem apresenta melhor custo- benefício e preservação tecidual? A) Facetas cerâmicas. B) Laminados diretos com resina composta. C) Coroas totais em zircônia. D) Fechamento ortodôntico e clareamento. E) Restaurações em ionômero modificado. CASO 30 – Oclusão/ATM/Ortodontia Paciente com dor bilateral em ATM, limitação de abertura e desvio mandibular. Radiografia revela remodelação condilar. O diagnóstico mais provável é: A) Artrite infecciosa. B) Deslocamento de disco sem redução. C) Fratura subcondilar bilateral. D) Osteomielite. E) DTM muscular funcional. CASO 31 – Periodontia/Endodontia Paciente com fístula em gengiva vestibular de 34. Radiografia revela lesão periapical, bolsa periodontal de 7 mm e mobilidade grau II. A conduta correta é: A) Iniciar tratamento endodôntico e reavaliar. B) Cirurgia periodontal imediata. C) Exodontia por envolvimento endo-perio. D) Antibiótico e raspagem. E) Clareamento interno e selamento do acesso. CASO 32 – Implantodontia/Prótese Implante instalado em região de molares inferiores apresenta peri-implantite. A conduta terapêutica inclui: A) Exodontia do implante. B) Antibiótico + laserterapia. C) Cirurgia de acesso com descontaminação e regeneração óssea. D) Aplicação de clorexidina tópica por 15 dias. E) Polimento da coroa protética e reavaliação. CASO 33 – Odontopediatria/Farmacologia Criança de 7 anos com dor aguda em 85, após restauração profunda. Alergia conhecida a penicilina. Conduta e medicamento de escolha: A) Pulpotomia + azitromicina. B) Exodontia + clindamicina. C) Endodontia + metronidazol. D) Pulpotomia + prednisona. E) Observação + nimesulida. CASO 34 – Prótese Parcial Removível/Estética Paciente insatisfeito com grampo metálico da PPR em 24 visível ao sorrir. Qual alternativa mais estética e funcional? A) Trocar por prótese total superior. B) Adesivo gengival na região. C) Uso de grampo estético ou encaixe de precisão. D) Instalar coroa metálica fundida no 23. E) Reposicionar o grampo para a palatina. CASO 35está mais relacionada à técnica de cimentação do que ao módulo de elasticidade do material. DENTISTICA 2 1. Sobre a resistência de união em substratos dentinários: a) A dentina profunda apresenta menor umidade, favorecendo a adesão. ( ) b) O colágeno exposto sem adequada infiltração de monômero resinoso pode comprometer a durabilidade da união. ( ) c) A desmineralização parcial é fundamental para a formação da camada híbrida. ( ) 2. Em relação à adesão em cerâmicas odontológicas: a) O silano atua promovendo uma ligação entre a fase vítrea da cerâmica e a resina. ( ) b) A zircônia deve ser tratada com ácido fluorídrico e silano para uma adesão eficaz. ( ) c) Cerâmicas feldspáticas requerem tratamento ácido antes da cimentação. ( ) 3. Sobre o comportamento óptico dos materiais restauradores compostos: a) A fluorescência das resinas compostas pode interferir em diagnósticos com luz UV. ( ) b) A translucidez da resina está mais relacionada à matriz orgânica do que às cargas. ( ) c) O índice de refração das partículas de carga afeta diretamente a opacidade da restauração. ( ) 4. Com relação à polimerização das resinas compostas: a) A contração de polimerização é inversamente proporcional à espessura do incremento. ( ) b) A técnica incremental minimiza tensões geradas pela polimerização. ( ) c) Resinas bulk-fill não necessitam de controle da profundidade de polimerização. ( ) 5. Sobre a estratificação biomimética em dentes anteriores: a) O uso de diferentes opacidades de resina permite imitar estruturas dentais naturais. ( ) b) A dentina deve ser reproduzida com resina de alta translucidez. ( ) c) A correta reprodução do mamelo dentinário influencia na estética final. ( ) 6. Em dentes tratados endodonticamente: a) A perda de estrutura coronária afeta negativamente a adesão de restaurações. ( ) b) O uso de pinos metálicos é preferencial em todos os casos. ( ) c) A técnica de ancoragem adesiva em dentina radicular apresenta maior sensibilidade técnica. ( ) 7. Sobre sistemas adesivos autocondicionantes: a) Promovem desmineralização parcial e simultânea infiltração do monômero. ( ) b) Apresentam desempenho inferior ao condicionamento total em esmalte. ( ) c) A camada híbrida formada é geralmente mais espessa e homogênea. ( ) 8. Em relação ao selamento marginal em restaurações indiretas: a) Cimentos resinosos autoadesivos promovem selamento comparável ao sistema convencional de três passos. ( ) b) A adaptação da peça é determinante para o sucesso do selamento. ( ) c) Falhas marginais estão associadas à polimerização deficiente do cimento resinoso. ( ) 9. Sobre o uso de barreiras de oxigênio na fotopolimerização: a) O oxigênio atmosférico inibe a polimerização da superfície da resina. ( ) b) O uso de glicerina sobre a superfície melhora a conversão do material. ( ) c) A camada superficial inibida é essencial para o acabamento estético. ( ) 10. Quanto à análise oclusal em restaurações compostas: a) A oclusão em relação cêntrica é suficiente para prever todas as interferências. ( ) b) A ausência de ajuste oclusal pode levar à fratura da restauração. ( ) c) A força oclusal sobre cúspides restauradas com resina deve ser redistribuída. ( ) SAUDE COLETIVA 1. Sobre o planejamento no SUS: a) O planejamento no SUS é um processo cíclico e contínuo, vinculado apenas à esfera municipal. ( ) b) O Decreto nº 7.508/2011 regulamenta a organização do SUS, incluindo planejamento e assistência. ( ) c) A Lei Complementar nº 141/2012 define valores mínimos de aplicação em saúde pelos entes federativos. ( ) 2. Quanto aos instrumentos de planejamento do SUS: a) O Plano de Saúde tem vigência anual e é elaborado no último ano da gestão vigente. ( ) b) A Programação Anual de Saúde (PAS) operacionaliza metas e aloca recursos do Plano de Saúde. ( ) c) O Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior (RDQA) é apresentado em audiências públicas. ( ) 3. Sobre a territorialização em saúde bucal: a) A territorialização envolve apenas aspectos geográficos do território. ( ) b) O território deve ser analisado considerando dados demográficos, sociais e epidemiológicos. ( ) c) A territorialização é fundamental para o planejamento das ações de saúde bucal. ( ) 4. Em relação à vigilância em saúde: a) A vigilância é apenas responsabilidade da equipe de Vigilância Sanitária. ( ) b) É um modo de organização do trabalho que integra diferentes linhas de cuidado. ( ) c) A vigilância considera determinantes, riscos e danos à saúde da população. ( ) 5. Sobre o PlanejaSUS: a) O PlanejaSUS é uma ação pontual de apoio aos gestores municipais de saúde. ( ) b) É um sistema que busca institucionalizar o planejamento como processo articulado entre as esferas de governo. ( ) c) Produziu manuais e cadernos para apoiar tecnicamente a elaboração dos instrumentos de planejamento. ( ) 6. Sobre o Mapa da Saúde: a) É um instrumento opcional para os gestores municipais utilizarem na construção do Plano de Saúde. ( ) b) Inclui temas como estrutura do sistema, redes, fluxos de acesso e recursos financeiros. ( ) c) É responsável por orientar metas e indicadores que compõem o Plano de Saúde. ( ) 7. A respeito do acolhimento em saúde bucal: a) Deve ocorrer exclusivamente no consultório odontológico. ( ) b) Prioriza necessidades clínicas mais urgentes para garantir equidade. ( ) c) Não considera a opinião dos demais membros da equipe multiprofissional. ( ) 8. Sobre o trabalho em equipe na Atenção Básica (AB): a) Envolve apenas os profissionais de odontologia e enfermagem. ( ) b) A comunicação compartilhada é fundamental para lidar com conflitos cotidianos. ( ) c) A modalidade de equipe integrada favorece a integralidade da atenção. ( ) 9. No que se refere à Atenção Especializada Ambulatorial (CEO): a) Deve garantir retaguarda técnica e vínculo com a Atenção Básica. ( ) b) É organizada por lógica de oferta de procedimentos, segundo a PNSB. ( ) c) A economia de escala é um princípio usado para otimizar sua operação. ( ) 10. Sobre o acesso aos serviços de saúde bucal: a) O acesso geográfico está relacionado à distância e aos meios de transporte disponíveis. ( ) b) O acesso sócio-organizacional inclui fatores como horários de atendimento e barreiras culturais. ( ) c) O agendamento exclusivo por patologia é uma prática recomendada para garantir equidade. ( ) **11. Sobre os tipos de demanda nos serviços de saúde bucal:** a) A demanda espontânea ocorre apenas em situações de urgência clínica. ( ) b) A demanda programada envolve agendamentos e acompanhamento sistemático. ( ) c) A escuta qualificada deve estar presente independentemente do tipo de demanda. ( ) **12. Com relação à organização do processo de trabalho das equipes de Saúde Bucal:** a) A programação das ações deve considerar critérios como frequência e risco. ( ) b) O planejamento deve ser compartilhado apenas com os profissionais da odontologia. ( ) c) O processo de trabalho deve ser adaptado à realidade local e discutido com a gestão. ( ) **13. A respeito das atribuições do Cirurgião- Dentista na Atenção Básica:** a) Cabe ao CD realizar pequenos procedimentos cirúrgicos ambulatoriais. ( ) b) O CD deve realizar o planejamento epidemiológico do município. ( ) c) O CD atua apenas em ações clínicas, sem responsabilidade coletiva. ( ) **14. Sobre as atribuições do Técnico em Saúde Bucal (TSB):** a) Pode realizar ações de atenção individual e coletiva em saúde bucal. ( ) b) É responsável por selecionar moldeiras e manipular gesso. ( ) c) Deve obrigatoriamente executar procedimentos de diagnóstico epidemiológico. ( ) **15. A respeito das funções do Auxiliar em Saúde Bucal (ASB):** a) Auxilia os profissionais nas intervenções clínicas. ( ) b) Realiza atividades educativas em saúde bucal. ( ) c) Atua exclusivamente em serviços de esterilização de materiais. ( ) **16. No tocante àatuação do Agente Comunitário de Saúde (ACS) na saúde bucal:** a) O ACS deve realizar ações educativas e visitas domiciliares. ( ) b) Pode orientar as famílias sobre uso adequado dos serviços odontológicos. ( ) c) Deve realizar restaurações em casos de urgência na ausência do CD. ( ) **17. Sobre o conceito de acolhimento no SUS:** a) O acolhimento é apenas uma etapa burocrática do atendimento. ( ) b) Deve garantir respeito, vínculo e solidariedade no contato com o usuário. ( ) c) O acolhimento visa ampliar o acesso e aumentar a resolutividade do serviço. ( ) **18. Sobre a clínica ampliada como diretriz do cuidado:** a) Amplia a compreensão do processo saúde- doença considerando saberes do usuário. ( ) b) Prioriza condutas normatizadas e desconsidera aspectos emocionais. ( ) c) Tem como base a escuta qualificada e o projeto terapêutico singular. ( ) **19. Em relação ao financiamento do SUS:** a) A LOA detalha anualmente as ações previstas no PPA. ( ) b) O Plano Plurianual (PPA) é elaborado a cada quatro anos. ( ) c) A LDO define os limites de gastos e metas para o próximo ano fiscal. ( ) **20. Sobre a atuação das Unidades Básicas de Saúde (UBS):** a) Devem garantir atenção contínua, integral e com participação social. ( ) b) A equipe mínima deve ser composta por médico, enfermeiro e técnico de laboratório. ( ) c) As UBS são a principal porta de entrada e base de comunicação da RAS. ( ) CODIGO DE ÉTICA 1. Sobre os princípios fundamentais do Código de Ética Odontológica: a) A autonomia do paciente deve ser respeitada, inclusive quando contrariar a conduta tecnicamente indicada. ( ) b) A dignidade profissional é um princípio fundamental e independe da conduta pessoal do cirurgião-dentista. ( ) c) O sigilo profissional pode ser violado por motivos de utilidade pública. ( ) 2. Quanto aos direitos dos profissionais da Odontologia: a) O profissional tem o direito de recusar atendimento a qualquer paciente por convicções pessoais. ( ) b) É direito do profissional indicar livremente a terapia mais adequada, desde que cientificamente reconhecida. ( ) c) O profissional pode divulgar títulos não reconhecidos pelo CFO, desde que obtenha autorização judicial. ( ) 3. Em relação aos deveres éticos do cirurgião- dentista: a) Deve manter atualizados seus conhecimentos científicos e técnicos ao longo da vida profissional. ( ) b) É dever do cirurgião-dentista manter sigilo sobre os dados dos pacientes, mesmo após o falecimento. ( ) c) Não é dever do cirurgião-dentista recusar participação em atos que contrariem os preceitos éticos, se autorizado judicialmente. ( ) 4. Sobre a publicidade profissional: a) É permitido ao cirurgião-dentista expor imagens de “antes e depois” em redes sociais com fins informativos. ( ) b) A divulgação de preços promocionais é vedada pelo Código de Ética Odontológica. ( ) c) O uso de expressões como “o melhor da cidade” é permitido, desde que não haja menção a concorrentes. ( ) 5. Acerca do relacionamento com o paciente: a) O cirurgião-dentista deve garantir sempre o consentimento livre e esclarecido antes de qualquer procedimento. ( ) b) O abandono de tratamento é permitido quando houver recusa injustificada do paciente ao pagamento. ( ) c) A recusa de tratamento deve ser justificada em prontuário, exceto nos casos de urgência. ( ) 6. Em relação à documentação odontológica: a) O prontuário deve ser mantido arquivado por, no mínimo, 10 anos após o último atendimento. ( ) b) É obrigatória a entrega de cópia do prontuário ao paciente mediante solicitação formal. ( ) c) A alteração de registros no prontuário é permitida se for para corrigir erros técnicos. ( ) 7. Sobre infrações éticas e penalidades: a) A reincidência é uma circunstância agravante para a infração ética. ( ) b) O anonimato da denúncia garante a abertura imediata de processo ético-disciplinar. ( ) c) O profissional pode sofrer sanção ética mesmo que absolvido judicialmente. ( ) 8. Acerca das relações com os colegas e a equipe de saúde: a) O respeito à atuação dos demais profissionais é obrigação ética. ( ) b) É vedado ao cirurgião-dentista interferir na indicação terapêutica de outro colega. ( ) c) O profissional deve denunciar condutas antiéticas de colegas apenas se houver dano irreparável ao paciente. ( ) 9. Em relação ao atendimento de urgência e emergência: a) É vedado negar atendimento de urgência, mesmo em caso de inadimplência do paciente. ( ) b) O atendimento emergencial não exige consentimento formal do paciente. ( ) c) O profissional deve registrar em prontuário toda e qualquer conduta adotada no atendimento de urgência. ( ) 10. Sobre a atuação em instituições públicas e privadas: a) O profissional pode se submeter a metas comerciais impostas pela instituição, desde que remunerado adequadamente. ( ) b) É vedado ao profissional permitir que leigos realizem atos privativos da Odontologia. ( ) c) O cirurgião-dentista deve respeitar as normas institucionais, desde que não violem o Código de Ética. ( ) PEDIATRIA 1 1. Sobre os fatores que influenciam a decisão de tratamento da cárie em crianças: a) A experiência clínica do profissional tem papel secundário diante dos protocolos predefinidos. ( ) b) O risco de cárie individual deve ser avaliado para indicar tratamento preventivo ou intervencionista. ( ) c) A adesão da família à terapêutica proposta é irrelevante para o sucesso clínico. ( ) 2. Considerando a atividade da lesão de cárie: a) Lesões ativas são caracterizadas por superfície brilhante e dura ao toque. ( ) b) Lesões inativas indicam que a desmineralização foi interrompida. ( ) c) A textura da lesão é um parâmetro clínico relevante para avaliação da atividade. ( ) 3. Em relação às estratégias de tratamento minimamente invasivo: a) O selamento de lesões oclusais incipientes é uma medida eficaz de controle da progressão da cárie. ( ) b) A técnica de remoção seletiva do tecido cariado visa manter a vitalidade pulpar. ( ) c) A restauração preventiva com ionômero de vidro não é recomendada em dentição decídua. ( ) 4. Quanto à importância do diagnóstico precoce: a) Lesões de mancha branca devem ser consideradas inativas, sem necessidade de intervenção. ( ) b) O uso de métodos auxiliares, como transiluminação, é indicado para avaliação de lesões proximais. ( ) c) A detecção precoce reduz a necessidade de procedimentos restauradores invasivos. ( ) 5. Sobre a abordagem da lesão de cárie em esmalte proximal: a) Lesões não cavitadas podem ser manejadas apenas com medidas preventivas. ( ) b) Lesões com cavitação visível ao exame clínico requerem intervenção restauradora imediata. ( ) c) O uso de resina infiltrante pode ser considerado em lesões iniciais sem colapso de superfície. ( ) 6. A respeito das características do tecido cariado: a) O tecido cariado infectado deve sempre ser totalmente removido para evitar reinfecção. ( ) b) O tecido afetado é potencialmente remineralizável e deve ser preservado. ( ) c) A coloração do tecido é o principal critério para remoção durante o tratamento. ( ) 7. Sobre a técnica de remoção de tecido cariado por etapas: a) É indicada principalmente para dentes com risco de exposição pulpar. ( ) b) Consiste na remoção parcial inicial e reentrada em sessão posterior para completa remoção. ( ) c) Deve ser evitada em molares decíduos devido ao risco de infecção cruzada. ( ) 8. Em relação à escolha do material restaurador em odontopediatria: a) O cimento de ionômero de vidro apresenta vantagens como adesão química e liberação de flúor. ( ) b) Compósitos resinosos são preferidos em dentes decíduos devido à sua estética superior. ( ) c) A escolha do material deve considerar a habilidade de manejo da umidade na cavidade. ( ) 9. Sobre o uso de coroas pré-formadas em dentes decíduos: a) São indicadas preferencialmente para dentes com múltiplas superfícies comprometidas.( ) b) A técnica de Hall exige preparo cavitário tradicional com remoção de tecido cariado. ( ) c) Estudos demonstram eficácia superior da técnica de Hall em relação a restaurações convencionais. ( ) 10. Acerca da abordagem centrada na criança e família: a) A decisão terapêutica deve levar em consideração o comportamento da criança no consultório. ( ) b) A relação de confiança com os pais ou responsáveis influencia diretamente a adesão ao plano de tratamento. ( ) c) A preferência da criança nunca deve ser considerada na escolha do tratamento odontológico. ( ) PEDIATRIA 2 1. Sobre os objetivos das terapias pulpares conservadoras em dentes decíduos: a) O principal objetivo da terapia conservadora é manter a vitalidade pulpar e sua função fisiológica. ( ) b) A manutenção da raiz até a esfoliação natural não é considerada nas terapias conservadoras. ( ) c) O diagnóstico correto da condição pulpar é essencial para o sucesso da terapia. ( ) 2. Em relação à proteção pulpar direta e indireta: a) A proteção pulpar direta é indicada quando há exposição acidental de polpa infectada. ( ) b) A proteção pulpar indireta deve evitar a exposição pulpar durante a remoção da dentina infectada. ( ) c) Ambos os procedimentos visam estimular a formação de dentina terciária. ( ) 3. Sobre os materiais utilizados nas terapias conservadoras: a) O hidróxido de cálcio é considerado o padrão ouro para capeamento pulpar em dentes decíduos. ( ) b) O MTA possui propriedades bioativas e promove selamento eficiente. ( ) c) O uso de ionômero de vidro modificado por resina é contraindicado como forramento. ( ) 4. A respeito da pulpotomia em dentes decíduos: a) A pulpotomia consiste na remoção completa da polpa coronária com preservação da polpa radicular. ( ) b) A presença de dor espontânea intensa é indicativo favorável para realização de pulpotomia. ( ) c) O sangramento controlado após remoção pulpar é critério positivo para sua indicação. ( ) 5. Sobre agentes utilizados em pulpotomias: a) O formocresol é amplamente utilizado apesar de questionamentos toxicológicos. ( ) b) O sulfato férrico atua por aglutinação proteica e hemostasia sem fixação tecidual. ( ) c) A utilização de soluções à base de glutaraldeído é a técnica mais conservadora em dentes decíduos. ( ) 6. Em relação à biocompatibilidade dos materiais em pulpotomias: a) O MTA apresenta superioridade histológica em relação ao formocresol. ( ) b) O formocresol promove necrose tecidual e fixação química da polpa remanescente. ( ) c) O óxido de zinco e eugenol é recomendado como agente de capeamento direto. ( ) 7. Quanto às indicações e limitações da terapia pulpar radical: a) A pulpectomia é indicada quando há envolvimento pulpar irreversível, mas ausência de lesão periapical. ( ) b) A obturação dos canais radiculares pode ser feita com materiais reabsorvíveis. ( ) c) A exodontia deve ser sempre preferida à pulpectomia em casos de reabsorção fisiológica avançada. ( ) 8. Sobre a técnica de pulpectomia: a) A instrumentação dos canais radiculares em dentes decíduos deve ser limitada ao terço cervical. ( ) b) É fundamental respeitar a anatomia radicular complexa desses dentes. ( ) c) A irrigação com hipoclorito de sódio é contraindicada por causar necrose tecidual extensa. ( ) 9. Em relação aos materiais obturadores para dentes decíduos: a) O iodoformo é utilizado por ser reabsorvível e apresentar ação antimicrobiana. ( ) b) A pasta Guedes-Pinto apresenta boa adaptação, mas é de difícil reabsorção. ( ) c) O hidróxido de cálcio isolado é o material mais indicado para obturação radicular definitiva. ( ) 10. Sobre o prognóstico das terapias pulpares em dentes decíduos: a) A presença de reabsorção radicular interna após pulpotomia indica sucesso terapêutico. ( ) b) A manutenção do dente até a esfoliação fisiológica é critério de sucesso. ( ) c) A ausência de sinais clínicos e radiográficos por 6 meses é suficiente para encerrar o acompanhamento. ( ) PERIODONTIA 1. Sobre a resposta imune na periodontite avançada: a) A ativação persistente dos neutrófilos pode levar à destruição tecidual colateral. ( ) b) A produção de IL-10 pelas células T regula negativamente a inflamação periodontal. ( ) c) A expressão de RANKL pelas células epiteliais é a principal responsável pela perda óssea. ( ) 2. Quanto à microbiologia subgengival: a) A Porphyromonas gingivalis é uma bactéria gram-negativa anaeróbia associada à periodontite agressiva. ( ) b) Aggregatibacter actinomycetemcomitans é resistente à fagocitose e possui leucotoxina. ( ) c) O biofilme maduro é dominado por bactérias gram-positivas e aeróbias. ( ) 3. Em relação à classificação das doenças periodontais (AAP/EFP 2017): a) O estágio IV é reservado para casos de perda dentária por razões não periodontais. ( ) b) O grau C está associado a progressão lenta da doença periodontal. ( ) c) O diagnóstico deve incluir estágio, grau e extensão da perda de inserção. ( ) 4. Sobre o exame clínico periodontal completo: a) A profundidade de sondagem sempre corresponde ao nível de inserção clínica. ( ) b) O índice de sangramento é um preditor de atividade inflamatória. ( ) c) A mobilidade dentária grau III indica perda completa de suporte ósseo horizontal. ( ) 5. A respeito da patogênese da mucosite e periimplantite: a) A mucosite é reversível com controle de biofilme. ( ) b) A periimplantite envolve inflamação e perda óssea progressiva ao redor do implante. ( ) c) A histopatologia da periimplantite é indistinguível da periodontite crônica. ( ) 6. Sobre a terapia não cirúrgica periodontal: a) A raspagem e alisamento radicular são eficazes em bolsas periodontais( ) b) O enxerto gengival livre promove melhor resultado estético do que o conjuntivo subepitelial. ( ) c) Classificações de recessão (Miller ou Cairo) auxiliam na previsão do sucesso cirúrgico. ( ) 14. Sobre o papel do biofilme e cálculo dentário: a) O biofilme subgengival é mais patogênico que o supragengival. ( ) b) O cálculo dentário é o fator etiológico primário da periodontite. ( ) c) O controle mecânico do biofilme é mais eficaz que antibióticos sistêmicos isolados. ( ) 15. Em relação à perda óssea periodontal: a) A perda horizontal do osso alveolar compromete a regeneração com enxertos ósseos. ( ) b) Defeitos ósseos de três paredes são mais favoráveis à regeneração do que os de uma parede. ( ) c) A sondagem profunda isolada é suficiente para diagnóstico de defeitos infraósseos. ( ) 16. Sobre o tratamento de infecções endo- periodontais: a) O tratamento endodôntico deve preceder o periodontal em casos de lesão combinada. ( ) b) As lesões de origem periodontal pura raramente envolvem necrose pulpar. ( ) c) A ausência de resposta a testes de vitalidade pulpar descarta envolvimento endodôntico. ( ) 17. A respeito de estética peri-implantar: a) O volume de tecido mole ao redor de implantes influencia diretamente na estética rosa. ( ) b) A linha do sorriso é irrelevante na decisão de uso de implantes em região anterior. ( ) c) A papila interdental entre dois implantes tende a apresentar menor altura que entre implante e dente natural. ( ) 18. Sobre carga imediata de implantes: a) Exige estabilidade primária ≥ 35 Ncm e ausência de micromovimentos excessivos. ( ) b) A carga imediata pode ser indicada mesmo em casos de baixa densidade óssea, com provisórios rígidos. ( ) c) A ausência de torques elevados é compensada por maior vascularização em maxila posterior. ( ) 19. Em relação ao tratamento da periodontite necrosante: a) A dor intensa e a halitose são sinais característicos da condição. ( ) b) A remoção cirúrgica do tecido necrótico deve ser imediata na primeira consulta. ( ) c) É comum em pacientes imunocomprometidos e sob estresse severo. ( ) 20. Sobre controle de placa e manutenção periodontal: a) O intervalo entre consultas de manutenção deve ser fixo de 6 meses para todos os pacientes. ( ) b) A manutenção periodontal reduz recidiva da doença em pacientes com periodontite tratada. ( ) c) A falta de manutenção é um dos principais fatores para insucesso em terapia periodontal e implantológica. ( ) CIRURGIA 1. Sobre as indicações gerais da cirurgia periodontal: a) A cirurgia é indicada quando a terapia não cirúrgica falha em reduzir bolsas periodontais profundas. ( ) b) A presença de defeitos ósseos de três paredes é uma contraindicação para cirurgia regenerativa. ( ) c) Cirurgias periodontais podem ter objetivo funcional, estético ou reconstrutivo. ( ) 2. Quanto à técnica de Widman modificada: a) O principal objetivo da técnica é obter acesso para instrumentação radicular. ( ) b) Não há remoção de tecido de granulação durante o procedimento. ( ) c) É uma técnica indicada principalmente em áreas posteriores com bolsas moderadas. ( ) 3. Sobre retalhos periodontais: a) O retalho reposicionado apicalmente pode resultar em recessão gengival. ( ) b) O retalho de espessura total preserva o periósteo aderido ao osso. ( ) c) O retalho de espessura parcial é indicado quando se deseja manter nutrição periosteal. ( ) 4. A respeito das cirurgias regenerativas: a) A regeneração tecidual guiada (GTR) exige barreiras que impeçam migração epitelial. ( ) b) Defeitos infraósseos de uma parede são ideais para regeneração periodontal. ( ) c) O enxerto autógeno apresenta osteogênese, osteoindução e osteocondução. ( ) 5. Sobre biomateriais utilizados em regeneração: a) Os enxertos xenógenos apresentam maior potencial osteoindutor que os aloplásticos. ( ) b) As membranas não reabsorvíveis, como as de PTFE, exigem segunda cirurgia para remoção. ( ) c) O EMD (derivado da matriz do esmalte) promove diferenciação de cementoblastos. ( ) 6. Em relação às técnicas para correção de recessão gengival: a) O enxerto gengival livre apresenta melhor resultado estético que o conjuntivo subepitelial. ( ) b) A técnica de túnel permite melhor vascularização do enxerto. ( ) c) A classificação de Cairo é baseada na posição da junção cemento-esmalte em relação à perda interproximal. ( ) 7. Sobre a cirurgia de aumento de coroa clínica: a) É indicada para exposição de estrutura dentária subgengival em restaurações. ( ) b) Deve preservar sempre pelo menos 3 mm de espaço biológico. ( ) c) A ostectomia é obrigatória em todos os casos para garantir estabilidade gengival. ( ) 8. A respeito da cirurgia plástica periodontal: a) Inclui procedimentos de cobertura radicular, frenectomia e aumento do volume de tecidos moles. ( ) b) A mucogengival é um termo genérico para cirurgias de tecidos queratinizados apenas. ( ) c) A espessura do enxerto afeta diretamente o sucesso da cobertura radicular. ( ) 9. Sobre as suturas em cirurgia periodontal: a) A sutura suspensa é usada para estabilizar papilas interdentais após retalhos regenerativos. ( ) b) Fios absorvíveis sintéticos causam mais reação inflamatória do que fios de seda. ( ) c) A remoção da sutura deve ocorrer entre 7 a 10 dias, conforme o tipo de técnica empregada. ( ) 10. Em relação ao pós-operatório cirúrgico periodontal: a) O uso de antissépticos como a clorexidina é comum para controle químico do biofilme. ( ) b) A regeneração óssea é visível radiograficamente após 48 horas da cirurgia regenerativa. ( ) c) A dor pós-operatória é geralmente leve e manejável com analgésicos comuns. ( ) GERAL 1. Sobre o uso de antibióticos na prática odontológica: a) A amoxicilina associada ao ácido clavulânico é primeira escolha em infecções odontogênicas agudas com envolvimento sistêmico. ( ) b) A clindamicina é indicada como alternativa em pacientes alérgicos à penicilina. ( ) c) A prescrição profilática de antibióticos é recomendada para procedimentos restauradores simples em pacientes cardiopatas. ( ) 2. A respeito dos anti-inflamatórios na terapêutica odontológica: a) Os inibidores seletivos da COX-2 apresentam menor risco gastrointestinal. ( ) b) O ibuprofeno tem efeito analgésico inferior à dipirona em infecções endodônticas agudas. ( ) c) O uso prolongado de AINEs pode interferir na osseointegração de implantes. ( ) 3. Quanto aos anestésicos locais utilizados em odontologia: a) A articaína apresenta maior difusão tecidual e menor neurotoxicidade que a lidocaína. ( ) b) A prilocaína está associada ao risco de meta- hemoglobinemia, especialmente em crianças. ( ) c) Vasoconstritores como a epinefrina prolongam a duração anestésica e reduzem a toxicidade sistêmica. ( ) 4. Sobre o controle farmacológico da dor endodôntica: a) A dor pós-operatória está mais relacionada à instrumentação do canal do que à infecção prévia. ( ) b) A prescrição de antibióticos é sempre necessária após pulpectomias em dentes com necrose. ( ) c) O protocolo analgésico deve considerar intensidade, tipo de dor e condição sistêmica do paciente. ( ) 5. Em relação aos irrigantes endodônticos: a) O hipoclorito de sódio possui ação antimicrobiana, dissolução tecidual e capacidade lubrificante. ( ) b) A clorexidina é preferida quando há risco de extravasamento periapical. ( ) c) A EDTA remove a smear layer e deve ser usada antes da irrigação final com hipoclorito. ( ) 6. Sobre obturação endodôntica e materiais: a) O cimento à base de óxido de zinco e eugenol promove selamento tridimensional superior ao MTA. ( ) b) O biocerâmico é biocompatível e favorece a formação de hidroxiapatita na interface dentinária. ( ) c) A técnica termoplastificada é contraindicada em canais com curvatura acentuada. ( ) 7. Em relação à reintervenção endodôntica: a) O retratamento deve ser a primeira opção antes da cirurgia parendodôntica.( ) b) A presença de perfurações ou fraturas radiculares não contraindica o retratamento. ( ) c) A cirurgia apical é preferível em casos com canais obliterados. ( ) 8. Sobre princípios estéticos na dentística restauradora: a) A opacidade da resina composta está relacionada ao tamanho das partículas de carga. ( ) b) O conceito de biomimética preconiza reprodução estratificada de dentina e esmalte. ( ) c) A fluorescência da resina composta pode ser ajustada durante o polimento final. ( ) 9. A respeito da adesão ao substrato dentário: a) O condicionamento ácido total remove a smear layer e desmineraliza a dentina. ( ) b) Os sistemas adesivos autocondicionantes formam camada híbrida mais espessa e uniforme. ( ) c) A umidade residual da dentina favorece a infiltração de monômeros hidrofílicos. ( ) 10. Em relação à longevidade das restaurações adesivas: a) As fraturas cuspídeas são mais comuns em dentes posteriores restaurados com resina direta. ( ) b) A contração de polimerização pode gerar microinfiltração marginal se não controlada. ( ) c) O uso de resinas bulk-fill elimina completamente o risco de falhas marginais. ( ) 11. Sobre substratos dentários em dentes tratados endodonticamente: a) A adesão em dentina pericervical é crucial para o reforço estrutural do dente. ( ) b) A profundidade de remoção de gutapercha para pinos deve respeitar 2 mm do ápice. ( ) c) Pinos metálicos fundidos apresentam melhor adesão que pinos de fibra de vidro. ( ) 12. A respeito da escolha de pinos intracanais: a) Pinos de fibra de vidro têm módulo de elasticidade semelhante ao da dentina. ( ) b) Pinos curtos são recomendados para raízes com curvatura severa. ( ) c) O pino ideal deve promover retenção, resistência e estética, com mínima remoção dentinária. ( ) 13. Sobre cimentação de peças indiretas: a) O condicionamento ácido de cerâmicas vítreas melhora sua adesividade. ( ) b) O cimento resinoso autoadesivo dispensa o uso de silano em cerâmicas feldspáticas. ( ) c) O aumento do tempo de fotopolimerização reduz o grau de conversão do cimento. ( ) 14. A respeito de falhas adesivas: a) A falha coesiva ocorre dentro da estrutura dentária. ( ) b) A contaminação da dentina úmida pode reduzir a resistência de união. ( ) c) O uso de adesivos universais reduz a sensibilidade à técnica. ( ) 15. Sobre a interação entre restauração e oclusão: a) Pontos de contato prematuros em restaurações posteriores favorecem fraturas. ( ) b) A guia anterior interfere na longevidade das restaurações em dentes posteriores. ( ) c) A ausência de ajuste oclusal pode ser compensada com maior espessura de resina. ( ) 16. Em relação às propriedades ópticas das resinas compostas: a) A opalescência depende da dispersão da luz nas interfaces de carga e matriz. ( ) b) O índice de refração da matriz influencia na capacidade de mimetizar esmalte. ( ) c) A fluorescência depende exclusivamente da espessura da camada de esmalte restaurador. ( ) 17. Sobre controle de sensibilidade pós- operatória: a) A sensibilidade está associada à permeabilidade dentinária residual e ao grau de polimerização. ( ) b) O uso de adesivos autocondicionantes reduz a incidência de sensibilidade pós-operatória. ( ) c) A profundidade da cavidade é irrelevante para o controle da dor pós-restauração. ( ) 18. A respeito da técnica adesiva em dentina profunda: a) A dentina profunda apresenta maior conteúdo de água e menor proporção mineral. ( ) b) A técnica de dupla camada adesiva aumenta a durabilidade da união. ( ) c) O uso de clorexidina antes da adesão promove inibição de MMPs e melhora o selamento. ( ) 19. Sobre retratamento restaurador em dentes com insucesso adesivo: a) A infiltração marginal é o principal indicativo clínico de falha adesiva. ( ) b) A substituição total da restauração é sempre necessária após descolamento marginal. ( ) c) O reparo localizado com resina é possível quando a integridade da adesão é mantida nas demais margens. ( ) 20. Em relação à interface dente-restauração: a) A camada híbrida é composta por fibras colágenas e resina infiltrada. ( ) b) A degradação hidrolítica ocorre principalmente por ativação de metaloproteinases (MMPs). ( ) c) A formação de nanoleakage não compromete a durabilidade da união adesiva. ( ) MEDICAÇÃO Questões: 1. ( ) A associação de amoxicilina com clavulanato visa superar a resistência bacteriana mediada por beta-lactamases, sendo especialmente eficaz contra Staphylococcus aureus resistente à penicilina. 2. ( ) A clindamicina é uma alternativa eficaz à amoxicilina em casos de profilaxia antibiótica em pacientes alérgicos à penicilina, porém deve ser evitada em infecções orais por bactérias anaeróbias. 3. ( ) O cetorolaco apresenta potente ação anti-inflamatória e é indicado em tratamentos odontológicos prolongados devido ao seu baixo risco de sangramento gástrico. 4. ( ) A associação de ibuprofeno com paracetamol promove sinergismo analgésico e deve ser evitada em pacientes com comprometimento renal. 5. ( ) A metabolização hepática dos anestésicos locais do tipo amida, como a lidocaína, ocorre principalmente via sistema enzimático do citocromo P450. 6. ( ) A articaína é contraindicada em procedimentos odontológicos que exijam anestesia infiltrativa por sua alta neurotoxicidade em comparação às demais amidas. 7. ( ) A aspirina pode potencializar o efeito anticoagulante da varfarina, aumentando o risco de hemorragia em procedimentos cirúrgicos odontológicos. 8. ( ) O uso profilático de antibióticos em pacientes imunocompetentes com gengivite crônica é recomendado como medida de prevenção de bacteremia transitória. 9. ( ) A nimesulida possui alto potencial hepatotóxico, sendo contraindicada em pacientes com histórico de disfunção hepática, mesmo que leve. 10. ( ) A biodisponibilidade do fluconazol pode ser comprometida quando administrado simultaneamente a antiácidos contendo alumínio ou magnésio. 11. ( ) Em gestantes no segundo trimestre, o uso de metronidazol é considerado seguro, especialmente em casos de infecções orofaciais anaeróbicas. 12. ( ) O tramadol possui ação predominantemente anti-inflamatória e deve ser considerado como fármaco de primeira linha na dor pós-operatória moderada. 13. ( ) A administração de anestésicos locais com vasoconstritores em pacientes hipertensos controlados é contraindicada mesmo com monitoramento. 14. ( ) A lidocaína é mais cardiotóxica que a bupivacaína, devendo ser evitada em pacientes com arritmias ventriculares. 15. ( ) A eritromicina, ao inibir o citocromo P450, pode elevar os níveis plasmáticos de benzodiazepínicos, aumentando o risco de sedação excessiva. 16. ( ) A fenitoína pode induzir hiperplasia gengival, sendo importante considerar seu uso na anamnese medicamentosa de pacientes epilépticos. 17. ( ) O uso prolongado de corticosteróides sistêmicos pode comprometer a resposta inflamatória e retardar a cicatrização em procedimentos cirúrgicos orais. 18. ( ) A administração tópica de nistatina é eficaz no tratamento de candidíase oral, mas seu uso sistêmico é preferido por apresentar melhor absorção gastrointestinal. 19. ( ) A combinação de benzocaína e álcool salicílico é recomendada para alívio rápido da dor em ulcerações orais extensas. 20. ( ) A infiltração anestésica com prilocaína associada à felipressina é uma alternativa segura em pacientes com doença cardiovascular severa. PRÓTESE questão 1 – relação cêntrica e oclusão funcional a) ( ) a relação cêntrica é uma posição mandibular guiada e independente do contato dentário. b) ( ) a oclusão funcional ocorre somente quando há coincidência entre relação cêntrica e máxima intercuspidação. c) ( ) contatos bilaterais simultâneos em relação cêntrica contribuem para estabilidade oclusal. d) ( ) a relação cêntrica deve ser evitada em reabilitações com guias anteriores acentuadas. questão 2 – guiasoclusais e estabilidade mandibular a) ( ) a guia anterior ideal deve proporcionar desoclusão imediata dos dentes posteriores. b) ( ) em movimentos de laterotrusão, contatos nos dentes posteriores do lado de balanceio são fisiológicos. c) ( ) ausência de guia canina pode comprometer o equilíbrio da articulação temporomandibular. d) ( ) o uso de guia anterior é contraindicado em pacientes com bruxismo. questão 3 – pilares protéticos e planejamento a) ( ) dentes com lesão periapical ativa podem ser usados como pilares se forem restauráveis. b) ( ) mobilidade dentária de grau 2 não contraindica o uso como pilar, desde que o paciente seja jovem. c) ( ) dentes endodonticamente tratados devem apresentar remanescente coronário suficiente para retenção protética. d) ( ) a proporção coroa/raiz ideal para pilares é de 2:1. questão 4 – biomecânica de pônticos extensos a) ( ) próteses fixas com mais de dois pônticos aumentam o risco de falhas por flexão. b) ( ) a resistência do conector entre pôntico e retentor independe do seu volume. c) ( ) pônticos devem ser posicionados alinhados ao longo do eixo longo dos dentes pilares. d) ( ) maior distância interabutmento favorece estabilidade mecânica. questão 5 – preparos protéticos e retenção a) ( ) paredes axiais paralelas entre si favorecem a retenção da coroa. b) ( ) o ângulo de convergência ideal está entre 6° e 10°. c) ( ) aumento da altura axial reduz a estabilidade da coroa. d) ( ) terminações em degrau são preferidas para coroas totalmente cerâmicas. questão 6 – cimento e tipo de substrato a) ( ) cerâmicas vítreas requerem cimentação adesiva com ácido fluorídrico e silano. b) ( ) cerâmicas à base de zircônia aderem melhor após condicionamento com ácido fosfórico. c) ( ) cimentos resinosos dual cure são indicados para pinos metálicos intrarradiculares. d) ( ) cimentos de ionômero de vidro convencionais são recomendados para colagem de laminados cerâmicos. questão 7 – adesão em substratos cerâmicos a) ( ) cerâmicas feldspáticas apresentam elevada capacidade de adesão após condicionamento com ácido fluorídrico. b) ( ) a zircônia possui fase cristalina instável, o que dificulta a adesão química. c) ( ) o silano é essencial para melhorar a ligação entre cerâmica policristalina e resina. d) ( ) jateamento com partículas de óxido de alumínio melhora a adesão da zircônia. questão 8 – estética e forma dental em prótese fixa a) ( ) a linha do sorriso deve ser respeitada para o posicionamento do bordo incisal. b) ( ) corredores bucais amplos favorecem uma aparência estética mais natural. c) ( ) o ponto de contato interdental deve ser posicionado mais apical nos incisivos centrais do que nos laterais. d) ( ) a largura do dente é mais importante que a proporção largura/altura para harmonia estética. questão 9 – biomecânica dos componentes cerâmicos a) ( ) falhas coesivas na cerâmica geralmente indicam problema na cimentação. b) ( ) o módulo de elasticidade do material cerâmico influencia diretamente na dissipação de tensões. c) ( ) cerâmicas com matriz leucítica são mais resistentes do que as com dissilicato de lítio. d) ( ) restaurações totalmente cerâmicas são mais indicadas em regiões posteriores devido à sua opacidade. questão 10 – conceitos de oclusão em reabilitação a) ( ) é preferível manter a máxima intercuspidação ao invés de reposicionar a relação cêntrica em reabilitações extensas. b) ( ) estabilidade oclusal é garantida pela presença de contatos simultâneos em todos os dentes durante os movimentos mandibulares. c) ( ) ajustes oclusais devem ser evitados quando há presença de desoclusão posterior precoce. d) ( ) a oclusão mutuamente protegida preserva as estruturas musculares e articulares. PRÓTESE 2 questão 1 – conceitos anatômicos da prótese total a) ( ) a linha vibratória posterior corresponde à junção do palato mole com o duro. b) ( ) a área de suporte primário da maxila envolve a papila incisiva e rugas palatinas. c) ( ) o fundo de saco vestibular inferior deve ser respeitado para estabilidade da base protética. d) ( ) a tórica mandibular pode ser ignorada no molde final se estiver distante da zona neutra. questão 2 – princípios biomecânicos da prótese total a) ( ) a retenção da prótese total inferior é prioritariamente conseguida por vácuo. b) ( ) estabilidade é a resistência aos deslocamentos horizontais durante a função. c) ( ) a compressibilidade da mucosa influencia negativamente a retenção da prótese. d) ( ) o controle muscular é essencial para a manutenção da retenção funcional. questão 3 – moldagem funcional e materiais a) ( ) a moldagem funcional visa reproduzir as áreas de suporte em sua máxima compressão. b) ( ) os materiais de moldagem de baixa viscosidade são preferíveis para cópias musculares. c) ( ) a técnica de molde individual permite melhor registro da área basal do rebordo. d) ( ) a moldagem anatômica sempre precede a funcional em prótese total. questão 4 – planos de orientação e montagem em articulador a) ( ) o plano de Camper é definido pela espinha nasal anterior e a borda inferior do trago. b) ( ) o plano oclusal inferior deve ser paralelo ao plano de Camper em prótese total. c) ( ) a montagem em articulador sem arco facial é suficiente para todos os casos. d) ( ) a linha média deve ser registrada antes da confecção da base de prova. questão 5 – registro intermaxilar e montagem a) ( ) a posição de relação cêntrica é usada para registrar a dimensão vertical de repouso. b) ( ) a dimensão vertical de oclusão deve ser menor que a de repouso por 2 a 4 mm. c) ( ) a cera base utilizada no registro deve possuir rigidez suficiente para estabilidade. d) ( ) a desprogramação mandibular com algodão é indicada antes do registro. questão 6 – dentes artificiais: seleção e montagem a) ( ) a forma dos dentes anteriores deve respeitar a morfologia facial do paciente. b) ( ) dentes posteriores em linha reta favorecem a eficiência mastigatória bilateral. c) ( ) o corredor bucal deve ser eliminado completamente para estética ideal. d) ( ) dentes de resina são mais indicados para rebordos reabsorvidos do que os de porcelana. questão 7 – estética e fonética em prótese total a) ( ) a exposição dos incisivos superiores em repouso deve ser entre 1 e 3 mm. b) ( ) sons fricativos como “f” e “v” auxiliam na avaliação da posição dos incisivos superiores. c) ( ) a borda incisal inferior deve coincidir com o plano de Camper para fonética adequada. d) ( ) a linha do sorriso não interfere na montagem dos dentes anteriores. questão 8 – polimento e acabamento da base acrílica a) ( ) o polimento das bases não deve alterar a borda seladora. b) ( ) acréscimos de resina após a acrilização são recomendados para ajustar a extensão posterior. c) ( ) o brilho excessivo das bases favorece a retenção de biofilme. d) ( ) a rugosidade da base protética deve imitar a mucosa natural. questão 9 – adaptação neuromuscular à prótese total a) ( ) a adaptação à prótese total inferior é geralmente mais difícil que à superior. b) ( ) movimentos controlados com a língua auxiliam na retenção da prótese inferior. c) ( ) o controle postural da mandíbula não depende de propriocepção residual. d) ( ) a mastigação unilateral é sempre preferida durante a fase de adaptação. questão 10 – reembasamento e reembasamento funcional a) ( ) o reembasamento funcional utiliza material de moldagem resiliente. b) ( ) o reembasamento é contraindicado quando há fratura da base protética. c) ( ) o reembasamento corrige a instabilidade por perda de suporte tecidual. d) ( ) o reembasamento imediato após a instalação melhora a retenção primária. questão 11 – prótese parcial removível: suporte e retenção a) ( ) o apoio oclusal transmite as forças oclusais ao dente suporte. b) ( ) grampos circunferenciais são contraindicados em dentes com mobilidade grau 1. c) ( ) a retençãoindireta age contra os movimentos rotacionais da prótese. d) ( ) o conector menor une o grampo ao conector maior. questão 12 – conectores maiores e design protético a) ( ) o conector maior deve evitar a compressão da mucosa lingual. b) ( ) conectores em barra palatina única são preferíveis em palatos profundos. c) ( ) conectores linguais devem estar a pelo menos 4 mm do gengival marginal. d) ( ) conectores palatinos em “U” distribuem melhor a carga mastigatória que os em barra palatina anterior. questão 13 – biomecânica da prótese parcial removível a) ( ) a estabilidade da PPR depende apenas dos grampos e apoios. b) ( ) o controle de movimentos de rotação é fundamental em próteses com extremidade livre. c) ( ) os apoios devem ser posicionados o mais longe possível da linha de fulcro. d) ( ) a flexibilidade do grampo reduz sua eficácia retentiva. questão 14 – planejamento em prótese parcial removível a) ( ) dentes pilares devem ser avaliados quanto à altura de coroa clínica. b) ( ) prótese removível bilateral de extremidade livre requer retenção indireta. c) ( ) exodontia de dentes não restauráveis deve ser realizada após a moldagem funcional. d) ( ) a presença de espaços protéticos múltiplos favorece a escolha por prótese removível. questão 15 – indicações clínicas de prótese removível a) ( ) PPR é indicada em pacientes com comprometimento periodontal severo. b) ( ) ausência de rebordo vestibular inviabiliza o uso de grampos retentivos. c) ( ) pacientes idosos com limitação motora são bons candidatos para PPR. d) ( ) a PPR é preferida em casos de pacientes com reabsorção óssea avançada. questão 16 – reembasamento em PPR a) ( ) o reembasamento em PPR é necessário após alterações da mucosa de suporte. b) ( ) o reembasamento rígido é contraindicado em casos com mobilidade dentária. c) ( ) a adição de resina auto pode ser feita diretamente na boca do paciente. d) ( ) reembasamento funcional é preferido quando há instabilidade sem perda de retenção. questão 17 – estética e função na PPR a) ( ) dentes artificiais devem ser escolhidos de forma a manter a dimensão vertical. b) ( ) grampos visíveis são aceitáveis se houver comprometimento funcional. c) ( ) a ausência de guia anterior deve ser compensada com maior número de dentes artificiais. d) ( ) dentes artificiais devem sempre ser montados em posição neutra. questão 18 – controle pós-instalatório a) ( ) as consultas de controle devem ser agendadas semanalmente após instalação. b) ( ) as áreas de compressão devem ser aliviadas seletivamente nas bases. c) ( ) dor muscular é um sintoma comum nos primeiros dias de uso da PT. d) ( ) ajustes oclusais são necessários mesmo com montagem articulada. questão 19 – manutenção e longevidade das próteses a) ( ) polimento periódico reduz a colonização fúngica em PT. b) ( ) fraturas recorrentes de base acrílica indicam falha no plano de orientação. c) ( ) pacientes devem ser instruídos a armazenar as próteses secas à noite. d) ( ) reembasamentos frequentes indicam boa adaptação muscular. questão 20 – reabilitação total e qualidade de vida a) ( ) reabilitação com PT pode melhorar a autoestima e sociabilidade do paciente. b) ( ) fonética e mastigação não são recuperadas em pacientes edêntulos totais. c) ( ) qualidade de vida oral é significativamente inferior em pacientes com PT superior apenas. d) ( ) o sucesso da reabilitação depende também da motivação e expectativa do paciente. BIOSSEGURANÇA questão 1 – conceitos fundamentais de biossegurança a) ( ) biossegurança refere-se apenas à proteção do profissional contra infecções. b) ( ) a barreira física é o primeiro nível de contenção de patógenos em ambiente clínico. c) ( ) precauções padrão devem ser aplicadas somente em pacientes com diagnóstico infeccioso. d) ( ) a biossegurança também abrange a manipulação e descarte de resíduos biológicos. questão 2 – cadeia de infecção a) ( ) o agente etiológico é sempre um micro- organismo patogênico. b) ( ) a porta de entrada pode ser a pele íntegra. c) ( ) o hospedeiro suscetível é o único elo da cadeia passível de intervenção. d) ( ) a eliminação de um elo da cadeia interrompe o ciclo de transmissão. questão 3 – precauções padrão a) ( ) as precauções padrão substituíram as precauções universais. b) ( ) devem ser aplicadas independentemente do status infeccioso do paciente. c) ( ) incluem higienização das mãos, uso de EPIs e descarte adequado de materiais. d) ( ) são recomendadas apenas em procedimentos cirúrgicos. questão 4 – equipamentos de proteção individual (epi) a) ( ) luvas de procedimento devem ser trocadas entre cada paciente. b) ( ) máscaras cirúrgicas com elástico duplo são preferíveis para maior vedação. c) ( ) o uso de óculos de proteção é dispensável quando há face shield. d) ( ) aventais impermeáveis são indicados em procedimentos com risco de aerossóis. questão 5 – controle de infecção cruzada a) ( ) a infecção cruzada pode ocorrer entre pacientes por meio de instrumentais contaminados. b) ( ) o uso de campo operatório absoluto reduz significativamente a contaminação por saliva. c) ( ) a esterilização entre procedimentos é opcional se os instrumentos estiverem limpos. d) ( ) luvas devem ser trocadas mesmo dentro de um mesmo atendimento se houver contaminação. questão 6 – barreiras de proteção a) ( ) barreiras plásticas devem ser utilizadas em superfícies que não podem ser esterilizadas. b) ( ) a ausência de barreiras pode ser compensada pela limpeza com álcool 70%. c) ( ) a troca de barreiras deve ser feita a cada novo atendimento. d) ( ) superfícies críticas exigem desinfecção de alto nível mesmo com barreiras. questão 7 – desinfecção e esterilização a) ( ) desinfecção de alto nível elimina todas as formas de vida microbiana, incluindo esporos. b) ( ) autoclaves são métodos físicos de esterilização por calor úmido. c) ( ) glutaraldeído pode ser utilizado para esterilização de materiais sensíveis ao calor. d) ( ) instrumentos endodônticos devem ser esterilizados após cada uso. questão 8 – descarte de resíduos odontológicos a) ( ) resíduos perfurocortantes devem ser descartados em caixas rígidas e resistentes à perfuração. b) ( ) luvas contaminadas podem ser descartadas no lixo comum. c) ( ) materiais com sangue devem ser tratados como resíduos infectantes. d) ( ) soluções irrigadoras usadas devem ser descartadas em pia com água corrente. questão 9 – controle de aerossóis a) ( ) o uso de sugador de alta potência reduz significativamente o risco de disseminação de aerossóis. b) ( ) a profilaxia com jato de bicarbonato deve ser feita antes do acesso endodôntico para reduzir patógenos. c) ( ) campos operatórios absolutos não têm impacto na redução de aerossóis. d) ( ) pré-procedimentos com antisséptico bucal ajudam a reduzir a carga microbiana. questão 10 – antissepsia e assepsia em endodontia a) ( ) a antissepsia do campo operatório é necessária mesmo com uso de dique de borracha. b) ( ) hipoclorito de sódio a 2% pode ser usado para antissepsia de tecidos duros. c) ( ) o álcool 70% é eficaz na antissepsia de superfícies limpas e secas. d) ( ) iodopovidona não deve ser usada em pacientes alérgicos a iodo. questão 11 – higiene das mãos a) ( ) a fricção com álcool gel é suficiente para remover matéria orgânica visível. b) ( ) a lavagem com água e sabão deve preceder a desinfecção com álcool. c) ( ) a secagem inadequada das mãos pode favorecer a proliferação bacteriana. d) ( ) luvas substituem a necessidade de higienização das mãos. questão 12 – esterilização de instrumentos rotatórios a) ( ) instrumentos rotatórios podem ser autoclavados após lubrificação apropriada. b) ( ) micromotores elétricos devem ser imersos em solução desinfetante após o uso. c) ( ) o spray de limpeza pré-autoclavagem é essencial para turbinas. d) ( ) peças de mão devem ser testadas quanto aofuncionamento após a esterilização. questão 13 – legislação e normas aplicáveis a) ( ) a RDC nº 15 da Anvisa regula práticas de biossegurança em serviços de saúde. b) ( ) o uso de EPIs é opcional em consultórios privados segundo normas nacionais. c) ( ) a responsabilidade por biossegurança é compartilhada entre toda a equipe odontológica. d) ( ) a ausência de esterilização adequada pode configurar infração sanitária grave. questão 14 – treinamento e educação em biossegurança a) ( ) todos os profissionais devem receber treinamentos regulares sobre controle de infecção. b) ( ) a educação em biossegurança é obrigatória apenas para auxiliares e técnicos. c) ( ) a atualização constante reduz a ocorrência de falhas nas rotinas de biossegurança. d) ( ) protocolos devem estar documentados e acessíveis na clínica. questão 15 – barreiras químicas e físicas a) ( ) o hipoclorito de sódio atua como barreira química contra patógenos. b) ( ) o uso do dique de borracha representa uma barreira física eficaz. c) ( ) a combinação de barreiras físicas e químicas é recomendada para maior biossegurança. d) ( ) a luz ultravioleta substitui os métodos tradicionais de desinfecção em ambiente clínico. questão 16 – infecções ocupacionais a) ( ) acidentes com instrumentos perfurocortantes devem ser notificados imediatamente. b) ( ) a hepatite B é a infecção mais comum entre profissionais de saúde expostos. c) ( ) existe protocolo específico para profilaxia pós-exposição ao HIV. d) ( ) a vacinação contra hepatite C é obrigatória para cirurgiões-dentistas. questão 17 – controle ambiental a) ( ) o ar-condicionado deve ter filtros HEPA em clínicas odontológicas. b) ( ) superfícies próximas à área operatória devem ser desinfetadas a cada paciente. c) ( ) a contaminação do ambiente não interfere na biossegurança endodôntica. d) ( ) o uso de materiais descartáveis reduz a carga ambiental infecciosa. questão 18 – organização e fluxos clínicos a) ( ) o fluxo unidirecional de materiais evita recontaminação. b) ( ) os instrumentais devem ser transportados em caixas estéreis abertas. c) ( ) áreas limpas e contaminadas devem ser separadas fisicamente. d) ( ) superfícies limpas podem ser utilizadas para apoio de materiais contaminados. questão 19 – biossegurança durante emergências a) ( ) em emergências, as normas de biossegurança podem ser flexibilizadas. b) ( ) o uso de EPIs deve ser mantido mesmo durante situações de urgência. c) ( ) o manejo de pacientes com suspeita de infecção requer isolamento de contato. d) ( ) a desinfecção deve ser feita após o atendimento, não sendo necessária antes. questão 20 – biossegurança e ética profissional a) ( ) a negligência na biossegurança pode ser considerada infração ética. b) ( ) o sigilo sobre a condição infectocontagiosa do paciente deve ser preservado. c) ( ) o profissional pode se recusar a atender pacientes com doenças infecciosas crônicas. d) ( ) comunicar riscos ocupacionais faz parte da responsabilidade ética do cirurgião-dentista. ORTODONTIA questão 1 – princípios da ortopedia funcional dos maxilares a) ( ) a ortopedia funcional atua preferencialmente por estímulos ósseos diretos. b) ( ) a função muscular alterada é considerada um fator etiológico importante nas más oclusões tratadas com OFM. c) ( ) a movimentação dentária rápida é característica fundamental da ortopedia funcional. d) ( ) a OFM prioriza o equilíbrio funcional e a estimulação de estruturas em crescimento. questão 2 – crescimento craniofacial a) ( ) o crescimento da maxila ocorre predominantemente por suturas. b) ( ) a mandíbula cresce por adição óssea na sínfise mentoniana. c) ( ) a teoria funcional de Moss afirma que o crescimento ósseo depende de estímulos funcionais. d) ( ) o côndilo mandibular não influencia na direção de crescimento mandibular. questão 3 – diagnóstico ortodôntico a) ( ) a cefalometria lateral do crânio é essencial para avaliação do padrão esquelético. b) ( ) a análise de modelos é dispensável quando há radiografias de boa qualidade. c) ( ) a classificação de Angle baseia-se na relação entre primeiros molares permanentes. d) ( ) o diagnóstico ortodôntico deve integrar aspectos funcionais, estéticos e esqueléticos. questão 4 – aparelhos ortopédicos funcionais a) ( ) o aparelho de Frankel atua por descompressão muscular. b) ( ) o Bionator de Balters é indicado em casos de Classe II mandibular retruída. c) ( ) o Planas Indirecto é um aparelho fixo ortodôntico. d) ( ) os aparelhos ortopédicos funcionais são mais eficazes durante o crescimento ativo. questão 5 – ortodontia preventiva e interceptora a) ( ) a ortodontia interceptora visa corrigir problemas estabelecidos antes da erupção de todos os permanentes. b) ( ) a remoção de hábitos deletérios não é relevante em ortodontia preventiva. c) ( ) a manutenção do espaço é um procedimento de ortodontia interceptora. d) ( ) a perda precoce de dentes decíduos pode levar a apinhamento. questão 6 – má oclusão de Classe II a) ( ) pacientes Classe II podem apresentar protrusão maxilar, retrognatismo mandibular ou ambos. b) ( ) o uso de propulsores mandibulares visa estimular o crescimento condilar. c) ( ) o aparelho de Herbst é removível e de uso noturno. d) ( ) a mecânica ortodôntica pode ser associada à ortopédica em tratamento de Classe II. questão 7 – má oclusão de Classe III a) ( ) pacientes Classe III sempre requerem cirurgia ortognática. b) ( ) a máscara facial de Delaire é usada para protração da maxila. c) ( ) a Classe III esquelética pode envolver crescimento excessivo mandibular. d) ( ) a ortopedia funcional pode ser eficaz em interceptação precoce da Classe III. questão 8 – relação oclusal e função a) ( ) a guia anterior é responsável pela desoclusão dos dentes posteriores nos movimentos protrusivos. b) ( ) a ausência de guia canina pode ser compensada por guia em grupo. c) ( ) a relação cêntrica coincide sempre com a oclusão habitual. d) ( ) interferências oclusais podem causar disfunções musculares. questão 9 – contenção ortodôntica a) ( ) o período de contenção deve ser igual ao período ativo do tratamento ortodôntico. b) ( ) a contenção fixa inferior é indicada em casos de apinhamento prévio. c) ( ) os aparelhos removíveis devem ser usados indefinidamente após o tratamento. d) ( ) a estabilidade oclusal depende da maturidade esquelética e da função muscular. questão 10 – reabsorção radicular e movimentação dentária a) ( ) a movimentação ortodôntica pode induzir reabsorção radicular externa. b) ( ) o risco de reabsorção é maior em pacientes com traumas anteriores. c) ( ) forças contínuas e intensas aumentam a chance de reabsorção radicular. d) ( ) dentes com rizogênese incompleta não podem ser movimentados ortodonticamente. questão 11 – fisiologia da movimentação dentária a) ( ) a movimentação dentária ocorre por remodelação óssea ao redor do ligamento periodontal. b) ( ) o lado de pressão óssea sofre reabsorção; o lado de tensão promove neoformação. c) ( ) forças intermitentes são mais eficazes na movimentação. d) ( ) movimentações rápidas diminuem o risco de necrose pulpar. questão 12 – ortodontia e ATM a) ( ) alterações oclusais podem desencadear disfunção temporomandibular (DTM). b) ( ) a ortodontia pode corrigir causas estruturais de DTM. c) ( ) o tratamento ortodôntico sempre elimina os sintomas de DTM. d) ( ) movimentações ortodônticas devem respeitar o posicionamento condilar estável. questão 13 – interceptação de mordida cruzada a) ( ) a mordida cruzada anterior sempre requer expansão maxilar. b) ( ) a mordida cruzada posterior unilateral pode indicar desvio funcional mandibular. c) ( ) a mordida cruzada não tratada pode resultar em assimetrias esqueléticas. d) ( ) aparelhos removíveis não são eficazes em mordida cruzada posterior. questão 14 – dentição decídua e mista a) ( ) o espaço– Ortodontia/Endodontia Paciente em tratamento ortodôntico desenvolve necrose pulpar em 11 após trauma anterior. Conduta correta é: A) Suspender ortodontia e iniciar endodontia. B) Prosseguir com ortodontia e observar. C) Iniciar endodontia e manter ortodontia com cuidados. D) Encaminhar para cirurgia periapical. E) Trocar fios ortodônticos por mais rígidos. CASO 36 – Cirurgia/Implantodontia Paciente jovem com agenesia de 22 e perda óssea horizontal no local. A reabilitação mais conservadora e eficaz é: A) Implante com enxerto em bloco. B) PPF 21-23. C) Prótese adesiva tipo Maryland. D) Implante zigomático. E) Ortodontia para fechamento do espaço. CASO 37 – Prótese Fixa/Oclusão Paciente com coroa total metálica em 36 relata dor muscular ao acordar. A hipótese mais provável é: A) DTM articular por trauma oclusal. B) Interferência em lateralidade. C) Protrusão incorreta com perda de guia. D) Cúspide funcional desalinhada. E) Bruxismo com sobrecarga oclusal. CASO 38 – Endodontia/Radiologia Paciente com dor latejante no 16. Tomografia revela canal extra não tratado. Qual canal é frequentemente negligenciado nesse dente? A) MV2 (mesiovestibular 2). B) DV (distovestibular). C) Palatino acessório. D) MB1. E) Distal único. CASO 39 – Dentística/Prótese/Estética Paciente com lesões cervicais não cariosas extensas em 13 a 23, e hipersensibilidade. Melhor abordagem restauradora é: A) Restauração com resina composta microhíbrida. B) Ionômero de vidro convencional. C) Cimento resinoso dual. D) Facetas em cerâmica. E) Clareamento + controle da escovação. CASO 40 – Saúde Coletiva/Ética Em triagem escolar, um responsável solicita extração de todos os dentes decíduos de seu filho por motivos "estéticos". O cirurgião-dentista deve: A) Realizar procedimento após consentimento. B) Explicar a função dos dentes decíduos e negar procedimento. C) Registrar em prontuário e realizar exodontia. D) Encaminhar a um ortodontista. E) Liberar o caso para decisão familiar. GABARITO IMPLANTO Questão A B C D 1 F V V F 2 V V V V 3 V V F V 4 V F V V 5 V V V F 6 F V V F 7 V V V F 8 V V F V 9 V F V F 10 V V F V DENTISTICA 1 Gabarito: 1. F 2. F 3. V 4. V 5. V 6. F 7. V 8. V 9. F 10. V 11. V 12. V 13. F 14. F 15. F 16. F 17. V 18. V 19. F 20. V DENTISTICA 2 Gabarito: 1. a) F b) V c) V 2. a) V b) F c) V 3. a) V b) F c) V 4. a) F b) V c) F 5. a) V b) F c) V 6. a) V b) F c) V 7. a) V b) V c) F 8. a) F b) V c) V 9. a) V b) V c) F 10. a) F b) V c) V SAUDE COLETIVA Gabarito: 1. a) F b) V c) V 2. a) F b) V c) V 3. a) F b) V c) V 4. a) F b) V c) V 5. a) F b) V c) V 6. a) F b) V c) V 7. a) F b) V c) F 8. a) F b) V c) V 9. a) V b) F c) V 10. a) V b) V c) F 11. a) F b) V c) V 12. a) V b) F c) V 13. a) V b) F c) F 14. a) V b) V c) F 15. a) V b) V c) F 16. a) V b) V c) F 17. a) F b) V c) V 18. a) V b) F c) V 19. a) V b) V c) V 20. a) V b) F c) V CÓDIGO DE ÉTICA 1. a) V b) F c) F 2. a) F b) V c) F 3. a) V b) V c) F 4. a) F b) V c) F 5. a) V b) F c) V 6. a) V b) V c) F 7. a) V b) F c) V 8. a) V b) V c) F 9. a) V b) V c) V 10. a) F b) V c) V PEDIATRIA 1 1. a) F b) V c) F 2. a) F b) V c) V 3. a) V b) V c) F 4. a) F b) V c) V 5. a) V b) V c) V 6. a) F b) V c) F 7. a) V b) V c) F 8. a) V b) F c) V 9. a) V b) F c) V 10. a) V b) V c) F PEDIATRIA 2 Gabarito: 1. a) V b) F c) V 2. a) F b) V c) V 3. a) F b) V c) F 4. a) V b) F c) V 5. a) V b) V c) F 6. a) V b) V c) F 7. a) V b) V c) V 8. a) F b) V c) F 9. a) V b) V c) F 10. a) F b) V c) F PERIODONTIA Gabarito: 1. a) V b) V c) F 2. a) V b) V c) F 3. a) F b) F c) V 4. a) F b) V c) F 5. a) V b) V c) F 6. a) F b) F c) V 7. a) V b) V c) F 8. a) F b) V c) V 9. a) V b) V c) V 10. a) V b) F c) V 11. a) F b) V c) V 12. a) V b) F c) V 13. a) V b) F c) V 14. a) V b) F c) V 15. a) V b) V c) F 16. a) V b) V c) F 17. a) V b) F c) V 18. a) V b) F c) F 19. a) V b) F c) V 20. a) F b) V c) V CIRURGIA Gabarito: 1. a) V b) F c) V 2. a) V b) F c) V 3. a) V b) F c) V 4. a) V b) F c) V 5. a) V b) V c) V 6. a) F b) V c) V 7. a) V b) V c) F 8. a) V b) F c) V 9. a) V b) F c) V 10. a) V b) F c) V GERAL Gabarito: 1. a) V b) V c) F 2. a) V b) F c) V 3. a) F b) V c) V 4. a) F b) F c) V 5. a) F b) V c) V 6. a) F b) V c) V 7. a) V b) F c) V 8. a) V b) V c) F 9. a) V b) F c) V 10. a) V b) V c) F 11. a) V b) V c) F 12. a) V b) V c) V 13. a) V b) F c) F 14. a) V b) V c) V 15. a) V b) V c) F 16. a) V b) V c) F 17. a) V b) V c) F 18. a) V b) V c) V 19. a) V b) F c) V 20. a) V b) V c) F MEDICAÇÃO GABARITO: 1. (V) 2. (F) 3. (F) 4. (V) 5. (V) 6. (F) 7. (V) 8. (F) 9. (V) 10. (V) 11. (V) 12. (F) 13. (F) 14. (F) 15. (V) 16. (V) 17. (V) 18. (F) 19. (F) 20. (V) PRÓTESE 1. a (V), b (F), c (V), d (F) 2. a (V), b (F), c (V), d (F) 3. a (F), b (F), c (V), d (F) 4. a (V), b (F), c (V), d (F) 5. a (V), b (V), c (F), d (V) 6. a (V), b (F), c (V), d (F) 7. a (V), b (V), c (F), d (V) 8. a (V), b (F), c (V), d (F) 9. a (F), b (V), c (F), d (F) 10. a (V), b (F), c (F), d (V) PRÓTESE 2 GABARITO: 1. a (V), b (F), c (V), d (F) 2. a (F), b (V), c (F), d (V) 3. a (V), b (F), c (V), d (V) 4. a (V), b (V), c (F), d (F) 5. a (F), b (V), c (V), d (V) 6. a (V), b (F), c (F), d (V) 7. a (V), b (V), c (F), d (F) 8. a (V), b (V), c (F), d (F) 9. a (V), b (V), c (F), d (F) 10. a (V), b (F), c (V), d (F) 11. a (V), b (F), c (V), d (V) 12. a (V), b (V), c (V), d (F) 13. a (F), b (V), c (V), d (V) 14. a (V), b (V), c (F), d (V) 15. a (F), b (F), c (V), d (V) 16. a (V), b (V), c (V), d (F) 17. a (V), b (V), c (F), d (V) 18. a (F), b (V), c (V), d (V) 19. a (V), b (V), c (F), d (F) 20. a (V), b (F), c (F), d (V) BIOSSEGURANÇA GABARITO: 1. a (F), b (V), c (F), d (V) 2. a (V), b (F), c (F), d (V) 3. a (V), b (V), c (V), d (F) 4. a (V), b (V), c (F), d (V) 5. a (V), b (V), c (F), d (V) 6. a (V), b (F), c (V), d (V) 7. a (F), b (V), c (V), d (V) 8. a (V), b (F), c (V), d (F) 9. a (V), b (V), c (F), d (V) 10. a (V), b (F), c (V), d (V) 11. a (F), b (V), c (V), d (F) 12. a (V), b (F), c (V), d (V) 13. a (V), b (F), c (V), d (V) 14. a (V), b (F), c (V), d (V) 15. a (V), b (V), c (V), d (F) 16. a (V), b (F), c (V), d (F) 17. a (V), b (V), c (F), d (V) 18. a (V), b (F), c (V), d (F) 19. a (F), b (V), c (V), d (F) 20. a (V), b (V), c (F), d (V) ORTODONTIA GABARITO: 1. a (F), b (V), c (F), d (V) 2. a (V), b (F), c (V), d (F) 3. a (V), b (F), c (V), d (V) 4. a (V), b (V), c (F), d (V) 5. a (V), b (F), c (F), d (V) 6. a (V), b (V), c (F), d (V) 7. a (F), b (V), c (V), d (V) 8. a (V), b (V), c (F), d (V) 9. a (F), b (V), c (F), d (V) 10. a (V), b (V), c (V), d (F) 11. a (V), b (V), c (F), d (F) 12. a (V), b (V), c (F), d (V) 13. a (F), b (V), c (V), d (F) 14. a (V), b (V), c (V), d (F) 15. a (F), b (V), c (V), d (V) 16. a (V), b (V), c (F), d (V) 17. a (V), b (F), c (V), d (V) 18. a (V), b (F), c (V), d (V) 19. a (F), b (V), c (V), d (F) 20. a (V), b (V), c (V), d (V) CASOS CLÍNICOS GABARITO: 1. C 2. C 3. B 4. C 5. C 6. D 7. C 8. C 9. D 10. B 11. D 12. E 13. B 14. C 15. C 16. C 17. B 18. A 19. C 20. D 21. C 22. D 23. C 24. B 25. A 26. B 27. D 28. B 29. B 30. B 31. A 32. C 33. B 34. C 35. C 36. C 37. E 38. A 39. A 40. B