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Conjunto de 10 questões de Implantodontia em formato verdadeiro/falso (A–D) abordando conceitos fundamentais, história, biologia da osseointegração, titânio e design de implantes, critérios de sucesso, planejamento protético, diagnóstico por imagem, biomecânica, aspectos cirúrgicos e fatores sistêmicos.

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IMPLANTODONTIA 
Questão 1 – Conceitos Fundamentais 
A. (  ) A carga imediata é sempre a melhor opção 
terapêutica em todas as situações clínicas de 
implantes unitários. 
B. (  ) A osseointegração é um processo biológico 
onde há ancoragem direta do implante ao osso 
sem tecido mole interposto. 
C. (  ) A ausência de mobilidade é um dos principais 
critérios clínicos para diagnóstico de sucesso de 
um implante. 
D. (  ) Implantes podem apresentar sucesso mesmo 
com presença de perda óssea peri-implantar 
superior a 3 mm no primeiro ano. 
Questão 2 – História e Filosofia dos Implantes 
A. (  ) Os primeiros relatos de uso de implantes 
dentários datam da civilização Maia, com 
fragmentos de conchas esculpidos como dentes. 
B. (  ) O conceito de osseointegração foi descrito 
por Brånemark em estudos com coelhos na 
década de 1960. 
C. (  ) Antes da osseointegração, o princípio de 
retenção dos implantes baseava-se em 
estabilização mecânica em tecidos moles. 
D. (  ) Os primeiros sistemas de implantes 
utilizados na odontologia moderna eram 
exclusivamente de titânio puro. 
Questão 3 – Biologia da Osseointegração 
A. (  ) A osseointegração ocorre mais 
eficientemente em osso cortical do que em osso 
esponjoso. 
B. (  ) A biocompatibilidade do titânio está 
relacionada à formação espontânea de uma 
camada de óxido de titânio em sua superfície. 
C. (  ) Microfendas na interface osso-implante são 
desejáveis para facilitar a vascularização do tecido 
ósseo. 
D. (  ) A estabilidade primária depende da qualidade 
óssea e da técnica cirúrgica. 
⸻ 
Questão 4 – Propriedades do Titânio e Design dos 
Implantes 
A. (  ) O titânio grau IV é frequentemente utilizado 
por apresentar maior resistência mecânica que os 
graus I e II. 
B. (  ) A rosca dos implantes tem função apenas de 
retenção mecânica e não influencia na distribuição 
de forças. 
C. (  ) Superfícies tratadas (como jateadas e 
acidificadas) promovem maior contato ósseo que 
superfícies lisas. 
D. (  ) O design do colar do implante influencia na 
resposta tecidual peri-implantar. 
⸻ 
Questão 5 – Critérios de Sucesso 
A. (  ) Um implante pode ser considerado bem-
sucedido se não houver dor, infecção, mobilidade 
ou perda óssea excessiva. 
B. (  ) A estabilidade secundária é resultado da 
remodelação óssea e ocorre após a fase de 
cicatrização inicial. 
C. (  ) A perda óssea marginal aceitável no primeiro 
ano após a instalação da prótese é de até 1,5 mm. 
D. (  ) A ausência de queratina na mucosa peri-
implantar é critério de insucesso, 
independentemente dos demais parâmetros. 
⸻ 
Questão 6 – Classificação de Edentulismo e 
Planejamento Protético 
A. (  ) A classificação de Kennedy é frequentemente 
usada no planejamento de próteses sobre 
implantes. 
B. (  ) A classificação de Misch para edentulismo é 
baseada na posição, número e distribuição dos 
dentes remanescentes. 
C. (  ) A localização dos pilares protéticos influencia 
na classificação do tipo de carga (anteroposterior 
ou cantilever). 
D. (  ) O arco totalmente edêntulo sempre exige 
reabilitação com barra rígida e protocolo fixo. 
⸻ 
Questão 7 – Avaliação Diagnóstica Inicial 
A. (  ) A tomografia computadorizada é o exame 
padrão-ouro para planejamento tridimensional de 
implantes. 
B. (  ) A avaliação da densidade óssea pode ser 
estimada por meio da escala de Hounsfield. 
C. (  ) A ausência de espaço protético adequado 
pode ser corrigida com redução óssea cirúrgica 
planejada. 
D. (  ) Exames de imagem são suficientes para o 
diagnóstico completo, dispensando avaliação 
clínica detalhada. 
⸻ 
Questão 8 – Biomecânica e Distribuição de Forças 
A. (  ) A distribuição de forças oclusais é mais 
eficiente quando os implantes estão paralelos e 
alinhados com o longo eixo da coroa. 
B. (  ) A sobrecarga oclusal é fator importante na 
falha precoce de implantes. 
C. (  ) Implantes curtos não devem ser utilizados 
em áreas posteriores por apresentarem maior risco 
de fratura. 
D. (  ) A área de suporte protético deve ser igual ou 
superior à área funcional dos dentes perdidos. 
⸻ 
Questão 9 – Aspectos Cirúrgicos Iniciais 
Highlight
A. (  ) A estabilidade primária pode ser aumentada 
por subperfuração do leito ósseo. 
B. (  ) A instalação de implantes em alvéolos 
cicatrizados é menos previsível que em alvéolos 
imediatos. 
C. (  ) O índice de sucesso dos implantes é maior 
em mandíbulas do que em maxilas. 
D. (  ) O torque de inserção ideal deve ser sempre 
superior a 60 N.cm para garantir osseointegração. 
⸻ 
Questão 10 – Fatores Sistêmicos e Considerações 
Clínicas 
A. (  ) Pacientes diabéticos controlados podem 
receber implantes com prognóstico semelhante a 
pacientes saudáveis. 
B. (  ) O tabagismo é fator de risco relevante para 
falhas na osseointegração. 
C. (  ) A osteoporose é contraindicação absoluta 
para a instalação de implantes. 
D. (  ) O controle da placa bacteriana peri-implantar 
influencia diretamente na manutenção da saúde ao 
redor dos implantes. 
⸻ 
DENTISTICA 
Questões: 
1. ( ) A resistência à fratura das restaurações 
indiretas cerâmicas depende mais do tipo 
de cimento resinoso utilizado do que da 
espessura da cerâmica em si. 
2. ( ) O conceito de união adesiva em 
substratos dentinários é menos sensível à 
técnica quando comparado à união em 
esmalte. 
3. ( ) A presença de umidade residual na 
dentina favorece a formação da camada 
híbrida durante o procedimento adesivo. 
4. ( ) Em dentes tratados endodonticamente, 
a ausência da câmara pulpar compromete 
significativamente a adesão da estrutura 
restauradora ao remanescente coronário. 
5. ( ) A técnica de estratificação com resina 
composta baseada na biomimética exige 
necessariamente o uso de resinas com 
opacidades distintas, respeitando a dentina 
e esmalte. 
6. ( ) A contração de polimerização pode ser 
negligenciada quando o volume 
restaurador for inferior a 1 mm³ por 
incremento. 
7. ( ) A utilização de barreiras de oxigênio 
como o glicerol favorece a conversão 
completa da camada superficial de resina 
composta fotopolimerizável. 
8. ( ) O índice de falha em restaurações 
classe II com resina composta é 
estatisticamente maior em molares do arco 
superior do que em molares inferiores 
devido à dificuldade de isolamento 
absoluto. 
9. ( ) A análise oclusal em máxima 
intercuspidação é suficiente para prever os 
pontos de tensão em restaurações 
extensas em resina composta. 
10. ( ) Os cimentos autoadesivos têm menor 
capacidade de promover selamento 
marginal eficaz comparados aos sistemas 
adesivos convencionais em restaurações 
indiretas. 
11. ( ) A interferência da fluorescência dos 
materiais restauradores pode causar falhas 
diagnósticas em exames clínicos com luz 
ultravioleta. 
12. ( ) A técnica de condicionamento seletivo é 
considerada superior à técnica de 
condicionamento total para a adesão em 
esmalte e dentina, respectivamente. 
13. ( ) A utilização de agentes silanos 
bifuncionais em cerâmicas vítreas é 
recomendada apenas em sistemas 
cerâmicos reforçados por zircônia. 
14. ( ) A resistência de união de sistemas 
adesivos autocondicionantes de quarta 
geração é superior à dos sistemas 
convencionais de três passos. 
15. ( ) A adaptação marginal de restaurações 
indiretas depende diretamente do tipo de 
material restaurador, independentemente 
do protocolo de cimentação adotado. 
16. ( ) A camada híbrida formada por sistemas 
adesivos autocondicionantes tende a ser 
mais espessa e mais permeável quando 
comparada à dos sistemas total-etch. 
17. ( ) A degradação hidrolítica da interface 
adesiva pode ser reduzida com a aplicação 
de agentes cross-linkantes após a 
remoção do smear layer. 
18. ( ) As propriedades ópticas das resinas 
compostas são mais influenciadas pela 
morfologia das partículas de carga do que 
pela matriz orgânica utilizada. 
19. ( ) A presença de porosidade interna em 
restaurações indiretas de cerâmica 
feldspática é irrelevante para a 
longevidade clínica da restauração. 
20. ( ) A resistência à fratura de pinos 
intracanaisprimata é essencial para 
alinhamento dos incisivos permanentes. 
b) ( ) a sequência de erupção dos dentes 
permanentes influencia o desenvolvimento oclusal. 
c) ( ) a terminal reta dos segundos molares 
decíduos favorece Classe I. 
d) ( ) a perda precoce de molares decíduos 
geralmente acelera a erupção dos permanentes. 
questão 15 – ancoragem ortodôntica 
a) ( ) a ancoragem intraoral é menos eficaz que a 
extraoral. 
b) ( ) os mini-implantes permitem controle 
absoluto da ancoragem. 
c) ( ) a perda de ancoragem compromete o 
resultado do tratamento. 
d) ( ) o arco transpalatino é utilizado para reforço 
de ancoragem superior. 
questão 16 – planejamento ortodôntico 
a) ( ) o plano de tratamento deve considerar o 
padrão esquelético e a estética facial. 
b) ( ) o stripping é indicado para resolução de 
apinhamento moderado. 
c) ( ) extrações ortodônticas são sempre evitadas 
em pacientes jovens. 
d) ( ) a colaboração do paciente é fator crítico 
para o sucesso terapêutico. 
questão 17 – biomecânica em ortodontia 
a) ( ) o ponto de aplicação da força interfere na 
inclinação dental. 
b) ( ) torques são movimentos de translação 
horizontal. 
c) ( ) o centro de resistência depende do 
comprimento radicular. 
d) ( ) forças leves e contínuas são preferíveis 
para movimento controlado. 
questão 18 – ortodontia em adultos 
a) ( ) adultos apresentam menor potencial de 
resposta óssea à movimentação. 
b) ( ) a ortodontia em adultos não deve envolver 
extrações dentárias. 
c) ( ) fatores como perda óssea e 
comprometimento periodontal afetam o 
planejamento. 
d) ( ) o tratamento ortodôntico em adultos deve 
ser mais lento e controlado. 
questão 19 – ortodontia digital e tecnologias 
a) ( ) os alinhadores invisíveis não promovem 
movimentos dentários rotacionais eficazes. 
b) ( ) o escaneamento intraoral substitui a 
moldagem convencional com alta precisão. 
c) ( ) softwares de planejamento auxiliam na 
previsibilidade dos resultados. 
d) ( ) a impressão 3D de modelos não permite 
uso clínico de aparelhos ortodônticos. 
questão 20 – estética do sorriso e ortodontia 
a) ( ) a linha do sorriso deve acompanhar o 
contorno do lábio inferior. 
b) ( ) a exposição gengival aceitável em sorriso 
espontâneo é até 2 mm. 
c) ( ) o corredor bucal amplo é considerado 
esteticamente desfavorável. 
d) ( ) a ortodontia pode interferir positivamente na 
harmonia facial. 
CASOS CLÍNICOS 
CASO 1 – Prótese/Implantodontia/Farmacologia 
Paciente de 67 anos, edêntulo total, faz uso 
crônico de bisfosfonatos orais. Está interessado 
em reabilitação por implantes. 
Qual conduta deve ser considerada prioritária? 
A) Proceder imediatamente à instalação dos 
implantes com antibióticos profiláticos. 
B) Suspender o bisfosfonato por 30 dias e iniciar a 
cirurgia. 
C) Solicitar avaliação médica e considerar risco de 
osteonecrose. 
D) Realizar enxerto ósseo autógeno e seguir com 
implantes. 
E) Optar por prótese total convencional para 
preservar tecido ósseo. 
CASO 2 – Ortodontia/Ortopedia/Oclusão 
Paciente de 11 anos apresenta Classe II 
esquelética, respiração oral e perfil convexo. 
Qual a melhor abordagem nesse estágio de 
desenvolvimento? 
A) Aparelho fixo com elásticos intermaxilares. 
B) Cirurgia ortognática precoce. 
C) Uso de Bionator associado à reeducação 
miofuncional. 
D) Máscara facial com expansão rápida da maxila. 
E) Extrações seriadas e uso de contenção passiva. 
CASO 3 – Endodontia/Radiologia/Prótese 
Paciente apresenta dor à mastigação no 46, com 
imagem radiolúcida periapical associada. Já possui 
uma coroa protética. 
O próximo passo é: 
A) Remover a coroa e repetir a radiografia 
periapical com cone de gutta-percha. 
B) Solicitar tomografia para avaliação 
tridimensional. 
C) Encaminhar para exodontia e reabilitação com 
implante. 
D) Indicar retratamento endodôntico sem remover 
a coroa. 
E) Iniciar antibioticoterapia e aguardar melhora. 
CASO 4 – Periodontia/Saúde Coletiva 
Em uma UBS, 40% da população de 30 a 50 anos 
apresenta perda de inserção severa. 
A medida coletiva mais eficaz seria: 
A) Exodontia dos dentes comprometidos. 
B) Campanha de escovação com distribuição de 
flúor. 
C) Ações educativas integradas com tratamento 
periodontal básico. 
D) Fluoretação das águas de abastecimento. 
E) Promoção de autoexame periodontal domiciliar. 
CASO 5 – Prótese Fixa/Oclusão 
Paciente com prótese fixa em 13 a 23, relata dor 
muscular ao acordar. 
A hipótese mais provável e a conduta inicial 
são: 
A) Disfunção articular; iniciar com anti-inflamatório. 
B) Hipercementação; realizar ajuste oclusal. 
C) Bruxismo noturno; confeccionar placa 
estabilizadora. 
D) Sobrecarga periodontal; encaminhar para 
periodontia. 
E) Fratura de infraestrutura; refazer a prótese. 
CASO 6 – Cirurgia/Endodontia/Farmacologia 
Paciente de 22 anos com 48 incluso e quadro de 
pericoronarite. Alérgico a penicilina. 
A medicação antibiótica de escolha é: 
A) Amoxicilina 500 mg. 
B) Azitromicina 500 mg. 
C) Cefalexina 500 mg. 
D) Clindamicina 300 mg. 
E) Metronidazol 250 mg. 
CASO 7 – Odontopediatria/Ortopedia/
Ortodontia 
Criança de 6 anos apresenta mordida cruzada 
posterior unilateral funcional. 
O tratamento mais indicado é: 
A) Aparelho ortodôntico fixo com bandas. 
B) Máscara facial com tração reversa. 
C) Placa de Planas com pistas diretas. 
D) Expansor fixo com ativação rápida. 
E) Contenção inferior com barra lingual. 
CASO 8 – Prótese Removível/Periodontia 
Paciente com PPR inferior bilateral apresenta 
mobilidade grau II em pilares 33 e 43. 
A melhor conduta é: 
A) Trocar a PPR por implantes osseointegrados. 
B) Substituir os grampos por encaixes de precisão. 
C) Realizar tratamento periodontal e reavaliar 
função dos pilares. 
D) Indicar extrações e reabilitação com PT inferior. 
E) Manter a prótese e prescrever antibióticos 
profiláticos. 
CASO 9 – Dentística/Endodontia 
Paciente apresenta fratura coronária não 
complicada em 11, com mancha acastanhada e 
sem sensibilidade. 
Qual é a conduta mais indicada? 
A) Clareamento externo e restauração estética. 
B) Pulpotomia com hidróxido de cálcio. 
C) Restauração direta com resina composta. 
D) Testes de vitalidade e controle radiográfico. 
E) Tratamento endodôntico preventivo. 
CASO 10 – Implantodontia/Prótese/Oclusão 
Paciente com implante instalado em 26 apresenta 
afrouxamento repetido do parafuso da coroa. 
A causa mais provável é: 
A) Defeito de fresagem no implante. 
B) Carga oclusal desequilibrada. 
C) Falha na torqueação inicial. 
D) Mau posicionamento tridimensional. 
E) Fratura do intermediário. 
CASO 11 – Ortodontia/Oclusão/ATM 
Paciente em tratamento ortodôntico apresenta 
estalido articular e dor muscular. 
A melhor conduta é: 
A) Finalizar o tratamento o quanto antes. 
B) Interromper o tratamento e realizar fisioterapia. 
C) Ajustar plano oclusal com desgastes seletivos. 
D) Iniciar uso de placa estabilizadora e reavaliar. 
E) Prescrever relaxante muscular e continuar 
mecânica ortodôntica. 
CASO 12 – Radiologia/Cirurgia 
Radiografia panorâmica revela imagem hipodensa 
entre 45 e 46, com limites definidos e sem 
sintomatologia. 
A hipótese mais provável é: 
A) Granuloma periapical. 
B) Cisto radicular. 
C) Tumor odontogênico. 
D) Cisto dentígero. 
E) Cisto periodontal lateral. 
CASO 13 – Farmacologia/Endodontia 
Paciente ASA I com dor intensa no 36, sem 
resposta a AINEs. 
A melhor prescrição analgésica é: 
A) Dipirona sódica 500 mg + ibuprofeno 600 mg. 
B) Paracetamol 750 mg + codeína. 
C) Prednisona 20 mg por 5 dias. 
D) Tramadol 50 mg. 
E) Naproxeno 550 mg em dose única. 
CASO 14 – Periodontia/Ortodontia 
Paciente com periodontite estabilizada deseja 
iniciar ortodontia. 
É correto afirmar que: 
A) Ortodontia está contraindicada em todos os 
casos com perda óssea. 
B) Aparelhos removíveis são preferíveis aos fixos 
nesse caso. 
C) Pode-se iniciar o tratamento desde que haja 
controle da inflamação. 
D) Apenas contenções devem ser utilizadas. 
E) Necessário enxerto ósseo antes do início. 
CASO 15 – Prótese Total/EstéticaPaciente com PT superior e inferior há 10 anos 
relata desgaste, perda de dimensão vertical e 
queixas estéticas. 
A melhor conduta é: 
A) Reembasamento inferior com acrílico duro. 
B) Ajuste oclusal seletivo e polimento. 
C) Confeccionar nova prótese total com 
restabelecimento da DVO. 
D) Enxerto gengival para melhorar suporte. 
E) Uso de adesivo para prótese total. 
CASO 16 – Biossegurança/Clínica Geral 
Paciente relata ser HIV positivo com carga viral 
indetectável. 
A conduta correta é: 
A) Agendar atendimento no último horário. 
B) Recusar atendimento e encaminhar. 
C) Realizar todos os procedimentos com EPI 
padrão e cuidado universal. 
D) Reduzir tempo de cadeira e evitar 
procedimentos invasivos. 
E) Suspender atendimento até novo laudo médico. 
CASO 17 – Endodontia/Anatomia Dental 
Paciente com molar inferior apresenta dor 
espontânea. Anatomia com quatro canais 
suspeitos. 
Qual dente é mais provável e conduta correta? 
A) 36 – localizar MB2. 
B) 46 – explorar presença de canal distal adicional. 
C) 47 – encaminhar para exodontia. 
D) 38 – realizar acesso coronário sem isolamento. 
E) 37 – restaurar e observar. 
CASO 18 – Cirurgia/Prótese/Implantodontia 
Paciente com exodontia de 11 e necessidade 
estética imediata. 
Qual a melhor abordagem? 
A) Implante imediato com carga imediata 
provisória. 
B) Prótese adesiva temporária e implante em 6 
meses. 
C) Ponte fixa imediata com preparo de 12 e 21. 
D) PPR provisória com grampo em 13. 
E) Implante com regeneração óssea guiada e sem 
carga. 
CASO 19 – Saúde Coletiva/Ética 
Em campanha preventiva, um paciente solicita 
exodontia de dente assintomático sem indicação 
clínica. 
O cirurgião-dentista deve: 
A) Realizar o procedimento para evitar conflitos. 
B) Recusar o procedimento e encaminhar para 
ética. 
C) Explicar os riscos e não realizar o procedimento 
sem indicação. 
D) Pedir consentimento e extrair. 
E) Realizar radiografia para reforçar solicitação do 
paciente. 
CASO 20 – Dentística/Estética 
Paciente insatisfeito com sorriso "escuro", apesar 
de restaurações recentes em resina nos dentes 
anteriores. 
O plano de tratamento deve incluir: 
A) Clareamento interno dos dentes com resina. 
B) Polimento das restaurações. 
C) Remoção das restaurações e clareamento 
externo. 
D) Avaliação de cor, troca seletiva de resinas e 
clareamento. 
E) Facetas cerâmicas para todos os dentes 
anteriores. 
CASO 21 – Periodontia/Ortodontia/Prótese 
Paciente de 48 anos, com periodontite crônica 
estabilizada e ausência dos elementos 14 e 15, 
deseja reabilitação. Apresenta apinhamento 
anterior superior. 
Qual o plano de tratamento mais indicado? 
A) Ortodontia para nivelamento e posterior PPF em 
13-16. 
B) Implantes imediatos em 14 e 15. 
C) Ortodontia para ganho de espaço e instalação 
de implantes. 
D) PPR provisória seguida de PT. 
E) Reabilitação com ponte adesiva nos dentes 
anteriores. 
CASO 22 – Endodontia/Farmacologia 
Paciente ASA II com dor espontânea no 26. Após 
abertura, apresenta sangramento abundante e dor 
persistente. 
Qual o melhor controle farmacológico da dor? 
A) Paracetamol + ibuprofeno. 
B) Dipirona + cetoprofeno. 
C) Codeína + dexametasona. 
D) Ibuprofeno + prednisona. 
E) Tramadol + naproxeno. 
CASO 23 – Odontopediatria/Ortopedia 
Funcional 
Paciente de 4 anos com hábitos de sucção digital e 
deglutição atípica. Apresenta protrusão de incisivos 
superiores e mordida aberta anterior. 
A melhor abordagem terapêutica inclui: 
A) Aparelho ortodôntico fixo e psicoterapia. 
B) Cirurgia ortognática precoce. 
C) Aparelho ortopédico funcional e terapia 
fonoaudiológica. 
D) Remoção dos dentes decíduos e aparelho fixo 
precoce. 
E) Máscara facial para tração anterior. 
CASO 24 – Implantodontia/Prótese 
Paciente com implante em 12 deseja substituir a 
coroa provisória por definitiva. Há discreta 
recessão gengival e exposição de plataforma. 
Qual é a melhor conduta estética? 
A) Colocar coroa cerâmica imediatamente. 
B) Realizar enxerto de tecido conjuntivo antes da 
coroa. 
C) Aplicar ácido hialurônico no sulco gengival. 
D) Instalar coroa em metalocerâmica. 
E) Fazer reembasamento da coroa provisória. 
CASO 25 – Prótese Total/Farmacologia 
Paciente com PT superior relata dor na região de 
palato duro. Usa a mesma prótese há 12 anos. 
Exame revela lesão eritematosa sob a base. 
A conduta mais adequada é: 
A) Prescrever antifúngico tópico e substituir a PT. 
B) Solicitar biópsia incisional. 
C) Reembasar a prótese com resina macia. 
D) Indicar antifúngico sistêmico e manutenção da 
PT. 
E) Ajustar a oclusão da prótese atual. 
CASO 26 – Cirurgia/Endodontia/Radiologia 
Paciente com lesão periapical extensa em 21. 
Apresenta mobilidade grau I, tratamento 
endodôntico satisfatório. Tomografia mostra 
rarefação óssea. 
Conduta ideal: 
A) Re-tratamento endodôntico. 
B) Apicectomia com obturação retrógrada. 
C) Exodontia e implante imediato. 
D) Uso de antibiótico e contenção. 
E) Enxerto ósseo em defeito ósseo periapical. 
CASO 27 – Ortodontia/Estética 
Paciente de 35 anos deseja alinhar os dentes 
anteriores inferiores. Apresenta recessões 
gengivais e retrações vestibulares em 31 e 41. 
A conduta inicial deve ser: 
A) Colocar aparelho ortodôntico autoligado. 
B) Realizar cirurgia plástica periodontal antes do 
aparelho. 
C) Tracionar os dentes lingualmente e depois 
avaliar recessões. 
D) Iniciar ortodontia com placa alinhadora e avaliar 
resposta gengival. 
E) Realizar clareamento antes de qualquer 
movimentação. 
CASO 28 – Biossegurança/Farmacologia 
Paciente em uso de varfarina é agendado para 
exodontia de 38. INR = 3,2. 
A conduta correta é: 
A) Suspender varfarina 48h antes. 
B) Realizar exodontia com hemostáticos locais. 
C) Encaminhar para reversão com vitamina K. 
D) Indicar bochechos com clorexidina pré e pós-
procedimento. 
E) Cancelar o procedimento e prescrever 
antibióticos. 
CASO 29 – Dentística/Prótese 
Paciente com diastemas anteriores insatisfeito com 
estética. 
Qual abordagem apresenta melhor custo-
benefício e preservação tecidual? 
A) Facetas cerâmicas. 
B) Laminados diretos com resina composta. 
C) Coroas totais em zircônia. 
D) Fechamento ortodôntico e clareamento. 
E) Restaurações em ionômero modificado. 
CASO 30 – Oclusão/ATM/Ortodontia 
Paciente com dor bilateral em ATM, limitação de 
abertura e desvio mandibular. Radiografia revela 
remodelação condilar. 
O diagnóstico mais provável é: 
A) Artrite infecciosa. 
B) Deslocamento de disco sem redução. 
C) Fratura subcondilar bilateral. 
D) Osteomielite. 
E) DTM muscular funcional. 
CASO 31 – Periodontia/Endodontia 
Paciente com fístula em gengiva vestibular de 34. 
Radiografia revela lesão periapical, bolsa 
periodontal de 7 mm e mobilidade grau II. 
A conduta correta é: 
A) Iniciar tratamento endodôntico e reavaliar. 
B) Cirurgia periodontal imediata. 
C) Exodontia por envolvimento endo-perio. 
D) Antibiótico e raspagem. 
E) Clareamento interno e selamento do acesso. 
CASO 32 – Implantodontia/Prótese 
Implante instalado em região de molares inferiores 
apresenta peri-implantite. 
A conduta terapêutica inclui: 
A) Exodontia do implante. 
B) Antibiótico + laserterapia. 
C) Cirurgia de acesso com descontaminação e 
regeneração óssea. 
D) Aplicação de clorexidina tópica por 15 dias. 
E) Polimento da coroa protética e reavaliação. 
CASO 33 – Odontopediatria/Farmacologia 
Criança de 7 anos com dor aguda em 85, após 
restauração profunda. Alergia conhecida a 
penicilina. 
Conduta e medicamento de escolha: 
A) Pulpotomia + azitromicina. 
B) Exodontia + clindamicina. 
C) Endodontia + metronidazol. 
D) Pulpotomia + prednisona. 
E) Observação + nimesulida. 
CASO 34 – Prótese Parcial Removível/Estética 
Paciente insatisfeito com grampo metálico da PPR 
em 24 visível ao sorrir. 
Qual alternativa mais estética e funcional? 
A) Trocar por prótese total superior. 
B) Adesivo gengival na região. 
C) Uso de grampo estético ou encaixe de precisão. 
D) Instalar coroa metálica fundida no 23. 
E) Reposicionar o grampo para a palatina. 
CASO 35está mais relacionada à técnica 
de cimentação do que ao módulo de 
elasticidade do material. 
DENTISTICA 2 
1. Sobre a resistência de união em substratos 
dentinários: 
a) A dentina profunda apresenta menor umidade, 
favorecendo a adesão. ( ) 
b) O colágeno exposto sem adequada infiltração 
de monômero resinoso pode comprometer a 
durabilidade da união. ( ) 
c) A desmineralização parcial é fundamental para a 
formação da camada híbrida. ( ) 
2. Em relação à adesão em cerâmicas 
odontológicas: 
a) O silano atua promovendo uma ligação entre a 
fase vítrea da cerâmica e a resina. ( ) 
b) A zircônia deve ser tratada com ácido fluorídrico 
e silano para uma adesão eficaz. ( ) 
c) Cerâmicas feldspáticas requerem tratamento 
ácido antes da cimentação. ( ) 
3. Sobre o comportamento óptico dos materiais 
restauradores compostos: 
a) A fluorescência das resinas compostas pode 
interferir em diagnósticos com luz UV. ( ) 
b) A translucidez da resina está mais relacionada à 
matriz orgânica do que às cargas. ( ) 
c) O índice de refração das partículas de carga 
afeta diretamente a opacidade da restauração. ( ) 
4. Com relação à polimerização das resinas 
compostas: 
a) A contração de polimerização é inversamente 
proporcional à espessura do incremento. ( ) 
b) A técnica incremental minimiza tensões geradas 
pela polimerização. ( ) 
c) Resinas bulk-fill não necessitam de controle da 
profundidade de polimerização. ( ) 
5. Sobre a estratificação biomimética em dentes 
anteriores: 
a) O uso de diferentes opacidades de resina 
permite imitar estruturas dentais naturais. ( ) 
b) A dentina deve ser reproduzida com resina de 
alta translucidez. ( ) 
c) A correta reprodução do mamelo dentinário 
influencia na estética final. ( ) 
6. Em dentes tratados endodonticamente: 
a) A perda de estrutura coronária afeta 
negativamente a adesão de restaurações. ( ) 
b) O uso de pinos metálicos é preferencial em 
todos os casos. ( ) 
c) A técnica de ancoragem adesiva em dentina 
radicular apresenta maior sensibilidade técnica. ( ) 
7. Sobre sistemas adesivos 
autocondicionantes: 
a) Promovem desmineralização parcial e 
simultânea infiltração do monômero. ( ) 
b) Apresentam desempenho inferior ao 
condicionamento total em esmalte. ( ) 
c) A camada híbrida formada é geralmente mais 
espessa e homogênea. ( ) 
8. Em relação ao selamento marginal em 
restaurações indiretas: 
a) Cimentos resinosos autoadesivos promovem 
selamento comparável ao sistema convencional de 
três passos. ( ) 
b) A adaptação da peça é determinante para o 
sucesso do selamento. ( ) 
c) Falhas marginais estão associadas à 
polimerização deficiente do cimento resinoso. ( ) 
9. Sobre o uso de barreiras de oxigênio na 
fotopolimerização: 
a) O oxigênio atmosférico inibe a polimerização da 
superfície da resina. ( ) 
b) O uso de glicerina sobre a superfície melhora a 
conversão do material. ( ) 
c) A camada superficial inibida é essencial para o 
acabamento estético. ( ) 
10. Quanto à análise oclusal em restaurações 
compostas: 
a) A oclusão em relação cêntrica é suficiente para 
prever todas as interferências. ( ) 
b) A ausência de ajuste oclusal pode levar à fratura 
da restauração. ( ) 
c) A força oclusal sobre cúspides restauradas com 
resina deve ser redistribuída. ( ) 
SAUDE COLETIVA 
1. Sobre o planejamento no SUS: 
a) O planejamento no SUS é um processo cíclico e 
contínuo, vinculado apenas à esfera municipal. ( ) 
b) O Decreto nº 7.508/2011 regulamenta a 
organização do SUS, incluindo planejamento e 
assistência. ( ) 
c) A Lei Complementar nº 141/2012 define valores 
mínimos de aplicação em saúde pelos entes 
federativos. ( ) 
2. Quanto aos instrumentos de planejamento 
do SUS: 
a) O Plano de Saúde tem vigência anual e é 
elaborado no último ano da gestão vigente. ( ) 
b) A Programação Anual de Saúde (PAS) 
operacionaliza metas e aloca recursos do Plano de 
Saúde. ( ) 
c) O Relatório Detalhado do Quadrimestre Anterior 
(RDQA) é apresentado em audiências públicas. ( ) 
3. Sobre a territorialização em saúde bucal: 
a) A territorialização envolve apenas aspectos 
geográficos do território. ( ) 
b) O território deve ser analisado considerando 
dados demográficos, sociais e epidemiológicos. ( ) 
c) A territorialização é fundamental para o 
planejamento das ações de saúde bucal. ( ) 
4. Em relação à vigilância em saúde: 
a) A vigilância é apenas responsabilidade da 
equipe de Vigilância Sanitária. ( ) 
b) É um modo de organização do trabalho que 
integra diferentes linhas de cuidado. ( ) 
c) A vigilância considera determinantes, riscos e 
danos à saúde da população. ( ) 
5. Sobre o PlanejaSUS: 
a) O PlanejaSUS é uma ação pontual de apoio aos 
gestores municipais de saúde. ( ) 
b) É um sistema que busca institucionalizar o 
planejamento como processo articulado entre as 
esferas de governo. ( ) 
c) Produziu manuais e cadernos para apoiar 
tecnicamente a elaboração dos instrumentos de 
planejamento. ( ) 
6. Sobre o Mapa da Saúde: 
a) É um instrumento opcional para os gestores 
municipais utilizarem na construção do Plano de 
Saúde. ( ) 
b) Inclui temas como estrutura do sistema, redes, 
fluxos de acesso e recursos financeiros. ( ) 
c) É responsável por orientar metas e indicadores 
que compõem o Plano de Saúde. ( ) 
7. A respeito do acolhimento em saúde bucal: 
a) Deve ocorrer exclusivamente no consultório 
odontológico. ( ) 
b) Prioriza necessidades clínicas mais urgentes 
para garantir equidade. ( ) 
c) Não considera a opinião dos demais membros 
da equipe multiprofissional. ( ) 
8. Sobre o trabalho em equipe na Atenção 
Básica (AB): 
a) Envolve apenas os profissionais de odontologia 
e enfermagem. ( ) 
b) A comunicação compartilhada é fundamental 
para lidar com conflitos cotidianos. ( ) 
c) A modalidade de equipe integrada favorece a 
integralidade da atenção. ( ) 
9. No que se refere à Atenção Especializada 
Ambulatorial (CEO): 
a) Deve garantir retaguarda técnica e vínculo com 
a Atenção Básica. ( ) 
b) É organizada por lógica de oferta de 
procedimentos, segundo a PNSB. ( ) 
c) A economia de escala é um princípio usado para 
otimizar sua operação. ( ) 
10. Sobre o acesso aos serviços de saúde 
bucal: 
a) O acesso geográfico está relacionado à 
distância e aos meios de transporte disponíveis. ( ) 
b) O acesso sócio-organizacional inclui fatores 
como horários de atendimento e barreiras culturais. 
( ) 
c) O agendamento exclusivo por patologia é uma 
prática recomendada para garantir equidade. ( ) 
**11. Sobre os tipos de demanda nos serviços de 
saúde bucal:** 
a) A demanda espontânea ocorre apenas em 
situações de urgência clínica. ( ) 
b) A demanda programada envolve agendamentos 
e acompanhamento sistemático. ( ) 
c) A escuta qualificada deve estar presente 
independentemente do tipo de demanda. ( ) 
**12. Com relação à organização do processo de 
trabalho das equipes de Saúde Bucal:** 
a) A programação das ações deve considerar 
critérios como frequência e risco. ( ) 
b) O planejamento deve ser compartilhado apenas 
com os profissionais da odontologia. ( ) 
c) O processo de trabalho deve ser adaptado à 
realidade local e discutido com a gestão. ( ) 
**13. A respeito das atribuições do Cirurgião-
Dentista na Atenção Básica:** 
a) Cabe ao CD realizar pequenos procedimentos 
cirúrgicos ambulatoriais. ( ) 
b) O CD deve realizar o planejamento 
epidemiológico do município. ( ) 
c) O CD atua apenas em ações clínicas, sem 
responsabilidade coletiva. ( ) 
**14. Sobre as atribuições do Técnico em Saúde 
Bucal (TSB):** 
a) Pode realizar ações de atenção individual e 
coletiva em saúde bucal. ( ) 
b) É responsável por selecionar moldeiras e 
manipular gesso. ( ) 
c) Deve obrigatoriamente executar procedimentos 
de diagnóstico epidemiológico. ( ) 
**15. A respeito das funções do Auxiliar em Saúde 
Bucal (ASB):** 
a) Auxilia os profissionais nas intervenções 
clínicas. ( ) 
b) Realiza atividades educativas em saúde bucal. 
( ) 
c) Atua exclusivamente em serviços de 
esterilização de materiais. ( ) 
**16. No tocante àatuação do Agente Comunitário 
de Saúde (ACS) na saúde bucal:** 
a) O ACS deve realizar ações educativas e visitas 
domiciliares. ( ) 
b) Pode orientar as famílias sobre uso adequado 
dos serviços odontológicos. ( ) 
c) Deve realizar restaurações em casos de 
urgência na ausência do CD. ( ) 
**17. Sobre o conceito de acolhimento no SUS:** 
a) O acolhimento é apenas uma etapa burocrática 
do atendimento. ( ) 
b) Deve garantir respeito, vínculo e solidariedade 
no contato com o usuário. ( ) 
c) O acolhimento visa ampliar o acesso e aumentar 
a resolutividade do serviço. ( ) 
**18. Sobre a clínica ampliada como diretriz do 
cuidado:** 
a) Amplia a compreensão do processo saúde-
doença considerando saberes do usuário. ( ) 
b) Prioriza condutas normatizadas e desconsidera 
aspectos emocionais. ( ) 
c) Tem como base a escuta qualificada e o projeto 
terapêutico singular. ( ) 
**19. Em relação ao financiamento do SUS:** 
a) A LOA detalha anualmente as ações previstas 
no PPA. ( ) 
b) O Plano Plurianual (PPA) é elaborado a cada 
quatro anos. ( ) 
c) A LDO define os limites de gastos e metas para 
o próximo ano fiscal. ( ) 
**20. Sobre a atuação das Unidades Básicas de 
Saúde (UBS):** 
a) Devem garantir atenção contínua, integral e com 
participação social. ( ) 
b) A equipe mínima deve ser composta por médico, 
enfermeiro e técnico de laboratório. ( ) 
c) As UBS são a principal porta de entrada e base 
de comunicação da RAS. ( ) 
CODIGO DE ÉTICA 
1. Sobre os princípios fundamentais do Código 
de Ética Odontológica: 
a) A autonomia do paciente deve ser respeitada, 
inclusive quando contrariar a conduta tecnicamente 
indicada. ( ) 
b) A dignidade profissional é um princípio 
fundamental e independe da conduta pessoal do 
cirurgião-dentista. ( ) 
c) O sigilo profissional pode ser violado por motivos 
de utilidade pública. ( ) 
2. Quanto aos direitos dos profissionais da 
Odontologia: 
a) O profissional tem o direito de recusar 
atendimento a qualquer paciente por convicções 
pessoais. ( ) 
b) É direito do profissional indicar livremente a 
terapia mais adequada, desde que cientificamente 
reconhecida. ( ) 
c) O profissional pode divulgar títulos não 
reconhecidos pelo CFO, desde que obtenha 
autorização judicial. ( ) 
3. Em relação aos deveres éticos do cirurgião-
dentista: 
a) Deve manter atualizados seus conhecimentos 
científicos e técnicos ao longo da vida profissional. 
( ) 
b) É dever do cirurgião-dentista manter sigilo sobre 
os dados dos pacientes, mesmo após o 
falecimento. ( ) 
c) Não é dever do cirurgião-dentista recusar 
participação em atos que contrariem os preceitos 
éticos, se autorizado judicialmente. ( ) 
4. Sobre a publicidade profissional: 
a) É permitido ao cirurgião-dentista expor imagens 
de “antes e depois” em redes sociais com fins 
informativos. ( ) 
b) A divulgação de preços promocionais é vedada 
pelo Código de Ética Odontológica. ( ) 
c) O uso de expressões como “o melhor da cidade” 
é permitido, desde que não haja menção a 
concorrentes. ( ) 
5. Acerca do relacionamento com o paciente: 
a) O cirurgião-dentista deve garantir sempre o 
consentimento livre e esclarecido antes de 
qualquer procedimento. ( ) 
b) O abandono de tratamento é permitido quando 
houver recusa injustificada do paciente ao 
pagamento. ( ) 
c) A recusa de tratamento deve ser justificada em 
prontuário, exceto nos casos de urgência. ( ) 
6. Em relação à documentação odontológica: 
a) O prontuário deve ser mantido arquivado por, no 
mínimo, 10 anos após o último atendimento. ( ) 
b) É obrigatória a entrega de cópia do prontuário 
ao paciente mediante solicitação formal. ( ) 
c) A alteração de registros no prontuário é 
permitida se for para corrigir erros técnicos. ( ) 
7. Sobre infrações éticas e penalidades: 
a) A reincidência é uma circunstância agravante 
para a infração ética. ( ) 
b) O anonimato da denúncia garante a abertura 
imediata de processo ético-disciplinar. ( ) 
c) O profissional pode sofrer sanção ética mesmo 
que absolvido judicialmente. ( ) 
8. Acerca das relações com os colegas e a 
equipe de saúde: 
a) O respeito à atuação dos demais profissionais é 
obrigação ética. ( ) 
b) É vedado ao cirurgião-dentista interferir na 
indicação terapêutica de outro colega. ( ) 
c) O profissional deve denunciar condutas 
antiéticas de colegas apenas se houver dano 
irreparável ao paciente. ( ) 
9. Em relação ao atendimento de urgência e 
emergência: 
a) É vedado negar atendimento de urgência, 
mesmo em caso de inadimplência do paciente. ( ) 
b) O atendimento emergencial não exige 
consentimento formal do paciente. ( ) 
c) O profissional deve registrar em prontuário toda 
e qualquer conduta adotada no atendimento de 
urgência. ( ) 
10. Sobre a atuação em instituições públicas e 
privadas: 
a) O profissional pode se submeter a metas 
comerciais impostas pela instituição, desde que 
remunerado adequadamente. ( ) 
b) É vedado ao profissional permitir que leigos 
realizem atos privativos da Odontologia. ( ) 
c) O cirurgião-dentista deve respeitar as normas 
institucionais, desde que não violem o Código de 
Ética. ( ) 
PEDIATRIA 1 
1. Sobre os fatores que influenciam a decisão 
de tratamento da cárie em crianças: 
a) A experiência clínica do profissional tem papel 
secundário diante dos protocolos predefinidos. ( ) 
b) O risco de cárie individual deve ser avaliado 
para indicar tratamento preventivo ou 
intervencionista. ( ) 
c) A adesão da família à terapêutica proposta é 
irrelevante para o sucesso clínico. ( ) 
2. Considerando a atividade da lesão de cárie: 
a) Lesões ativas são caracterizadas por superfície 
brilhante e dura ao toque. ( ) 
b) Lesões inativas indicam que a desmineralização 
foi interrompida. ( ) 
c) A textura da lesão é um parâmetro clínico 
relevante para avaliação da atividade. ( ) 
3. Em relação às estratégias de tratamento 
minimamente invasivo: 
a) O selamento de lesões oclusais incipientes é 
uma medida eficaz de controle da progressão da 
cárie. ( ) 
b) A técnica de remoção seletiva do tecido cariado 
visa manter a vitalidade pulpar. ( ) 
c) A restauração preventiva com ionômero de vidro 
não é recomendada em dentição decídua. ( ) 
4. Quanto à importância do diagnóstico 
precoce: 
a) Lesões de mancha branca devem ser 
consideradas inativas, sem necessidade de 
intervenção. ( ) 
b) O uso de métodos auxiliares, como 
transiluminação, é indicado para avaliação de 
lesões proximais. ( ) 
c) A detecção precoce reduz a necessidade de 
procedimentos restauradores invasivos. ( ) 
5. Sobre a abordagem da lesão de cárie em 
esmalte proximal: 
a) Lesões não cavitadas podem ser manejadas 
apenas com medidas preventivas. ( ) 
b) Lesões com cavitação visível ao exame clínico 
requerem intervenção restauradora imediata. ( ) 
c) O uso de resina infiltrante pode ser considerado 
em lesões iniciais sem colapso de superfície. ( ) 
6. A respeito das características do tecido 
cariado: 
a) O tecido cariado infectado deve sempre ser 
totalmente removido para evitar reinfecção. ( ) 
b) O tecido afetado é potencialmente 
remineralizável e deve ser preservado. ( ) 
c) A coloração do tecido é o principal critério para 
remoção durante o tratamento. ( ) 
7. Sobre a técnica de remoção de tecido 
cariado por etapas: 
a) É indicada principalmente para dentes com risco 
de exposição pulpar. ( ) 
b) Consiste na remoção parcial inicial e reentrada 
em sessão posterior para completa remoção. ( ) 
c) Deve ser evitada em molares decíduos devido 
ao risco de infecção cruzada. ( ) 
8. Em relação à escolha do material restaurador 
em odontopediatria: 
a) O cimento de ionômero de vidro apresenta 
vantagens como adesão química e liberação de 
flúor. ( ) 
b) Compósitos resinosos são preferidos em dentes 
decíduos devido à sua estética superior. ( ) 
c) A escolha do material deve considerar a 
habilidade de manejo da umidade na cavidade. ( ) 
9. Sobre o uso de coroas pré-formadas em 
dentes decíduos: 
a) São indicadas preferencialmente para dentes 
com múltiplas superfícies comprometidas.( ) 
b) A técnica de Hall exige preparo cavitário 
tradicional com remoção de tecido cariado. ( ) 
c) Estudos demonstram eficácia superior da 
técnica de Hall em relação a restaurações 
convencionais. ( ) 
10. Acerca da abordagem centrada na criança e 
família: 
a) A decisão terapêutica deve levar em 
consideração o comportamento da criança no 
consultório. ( ) 
b) A relação de confiança com os pais ou 
responsáveis influencia diretamente a adesão ao 
plano de tratamento. ( ) 
c) A preferência da criança nunca deve ser 
considerada na escolha do tratamento 
odontológico. ( ) 
PEDIATRIA 2 
1. Sobre os objetivos das terapias pulpares 
conservadoras em dentes decíduos: 
a) O principal objetivo da terapia conservadora é 
manter a vitalidade pulpar e sua função fisiológica. 
( ) 
b) A manutenção da raiz até a esfoliação natural 
não é considerada nas terapias conservadoras. ( ) 
c) O diagnóstico correto da condição pulpar é 
essencial para o sucesso da terapia. ( ) 
2. Em relação à proteção pulpar direta e 
indireta: 
a) A proteção pulpar direta é indicada quando há 
exposição acidental de polpa infectada. ( ) 
b) A proteção pulpar indireta deve evitar a 
exposição pulpar durante a remoção da dentina 
infectada. ( ) 
c) Ambos os procedimentos visam estimular a 
formação de dentina terciária. ( ) 
3. Sobre os materiais utilizados nas terapias 
conservadoras: 
a) O hidróxido de cálcio é considerado o padrão 
ouro para capeamento pulpar em dentes decíduos. 
( ) 
b) O MTA possui propriedades bioativas e promove 
selamento eficiente. ( ) 
c) O uso de ionômero de vidro modificado por 
resina é contraindicado como forramento. ( ) 
4. A respeito da pulpotomia em dentes 
decíduos: 
a) A pulpotomia consiste na remoção completa da 
polpa coronária com preservação da polpa 
radicular. ( ) 
b) A presença de dor espontânea intensa é 
indicativo favorável para realização de pulpotomia. 
( ) 
c) O sangramento controlado após remoção pulpar 
é critério positivo para sua indicação. ( ) 
5. Sobre agentes utilizados em pulpotomias: 
a) O formocresol é amplamente utilizado apesar de 
questionamentos toxicológicos. ( ) 
b) O sulfato férrico atua por aglutinação proteica e 
hemostasia sem fixação tecidual. ( ) 
c) A utilização de soluções à base de glutaraldeído 
é a técnica mais conservadora em dentes 
decíduos. ( ) 
6. Em relação à biocompatibilidade dos 
materiais em pulpotomias: 
a) O MTA apresenta superioridade histológica em 
relação ao formocresol. ( ) 
b) O formocresol promove necrose tecidual e 
fixação química da polpa remanescente. ( ) 
c) O óxido de zinco e eugenol é recomendado 
como agente de capeamento direto. ( ) 
7. Quanto às indicações e limitações da terapia 
pulpar radical: 
a) A pulpectomia é indicada quando há 
envolvimento pulpar irreversível, mas ausência de 
lesão periapical. ( ) 
b) A obturação dos canais radiculares pode ser 
feita com materiais reabsorvíveis. ( ) 
c) A exodontia deve ser sempre preferida à 
pulpectomia em casos de reabsorção fisiológica 
avançada. ( ) 
8. Sobre a técnica de pulpectomia: 
a) A instrumentação dos canais radiculares em 
dentes decíduos deve ser limitada ao terço 
cervical. ( ) 
b) É fundamental respeitar a anatomia radicular 
complexa desses dentes. ( ) 
c) A irrigação com hipoclorito de sódio é 
contraindicada por causar necrose tecidual 
extensa. ( ) 
9. Em relação aos materiais obturadores para 
dentes decíduos: 
a) O iodoformo é utilizado por ser reabsorvível e 
apresentar ação antimicrobiana. ( ) 
b) A pasta Guedes-Pinto apresenta boa adaptação, 
mas é de difícil reabsorção. ( ) 
c) O hidróxido de cálcio isolado é o material mais 
indicado para obturação radicular definitiva. ( ) 
10. Sobre o prognóstico das terapias pulpares 
em dentes decíduos: 
a) A presença de reabsorção radicular interna após 
pulpotomia indica sucesso terapêutico. ( ) 
b) A manutenção do dente até a esfoliação 
fisiológica é critério de sucesso. ( ) 
c) A ausência de sinais clínicos e radiográficos por 
6 meses é suficiente para encerrar o 
acompanhamento. ( ) 
PERIODONTIA 
1. Sobre a resposta imune na periodontite 
avançada: 
a) A ativação persistente dos neutrófilos pode levar 
à destruição tecidual colateral. ( ) 
b) A produção de IL-10 pelas células T regula 
negativamente a inflamação periodontal. ( ) 
c) A expressão de RANKL pelas células epiteliais é 
a principal responsável pela perda óssea. ( ) 
2. Quanto à microbiologia subgengival: 
a) A Porphyromonas gingivalis é uma bactéria 
gram-negativa anaeróbia associada à periodontite 
agressiva. ( ) 
b) Aggregatibacter actinomycetemcomitans é 
resistente à fagocitose e possui leucotoxina. ( ) 
c) O biofilme maduro é dominado por bactérias 
gram-positivas e aeróbias. ( ) 
3. Em relação à classificação das doenças 
periodontais (AAP/EFP 2017): 
a) O estágio IV é reservado para casos de perda 
dentária por razões não periodontais. ( ) 
b) O grau C está associado a progressão lenta da 
doença periodontal. ( ) 
c) O diagnóstico deve incluir estágio, grau e 
extensão da perda de inserção. ( ) 
4. Sobre o exame clínico periodontal completo: 
a) A profundidade de sondagem sempre 
corresponde ao nível de inserção clínica. ( ) 
b) O índice de sangramento é um preditor de 
atividade inflamatória. ( ) 
c) A mobilidade dentária grau III indica perda 
completa de suporte ósseo horizontal. ( ) 
5. A respeito da patogênese da mucosite e 
periimplantite: 
a) A mucosite é reversível com controle de biofilme. 
( ) 
b) A periimplantite envolve inflamação e perda 
óssea progressiva ao redor do implante. ( ) 
c) A histopatologia da periimplantite é indistinguível 
da periodontite crônica. ( ) 
6. Sobre a terapia não cirúrgica periodontal: 
a) A raspagem e alisamento radicular são eficazes 
em bolsas periodontais( ) 
b) O enxerto gengival livre promove melhor 
resultado estético do que o conjuntivo subepitelial. 
( ) 
c) Classificações de recessão (Miller ou Cairo) 
auxiliam na previsão do sucesso cirúrgico. ( ) 
14. Sobre o papel do biofilme e cálculo 
dentário: 
a) O biofilme subgengival é mais patogênico que o 
supragengival. ( ) 
b) O cálculo dentário é o fator etiológico primário 
da periodontite. ( ) 
c) O controle mecânico do biofilme é mais eficaz 
que antibióticos sistêmicos isolados. ( ) 
15. Em relação à perda óssea periodontal: 
a) A perda horizontal do osso alveolar compromete 
a regeneração com enxertos ósseos. ( ) 
b) Defeitos ósseos de três paredes são mais 
favoráveis à regeneração do que os de uma 
parede. ( ) 
c) A sondagem profunda isolada é suficiente para 
diagnóstico de defeitos infraósseos. ( ) 
16. Sobre o tratamento de infecções endo-
periodontais: 
a) O tratamento endodôntico deve preceder o 
periodontal em casos de lesão combinada. ( ) 
b) As lesões de origem periodontal pura raramente 
envolvem necrose pulpar. ( ) 
c) A ausência de resposta a testes de vitalidade 
pulpar descarta envolvimento endodôntico. ( ) 
17. A respeito de estética peri-implantar: 
a) O volume de tecido mole ao redor de implantes 
influencia diretamente na estética rosa. ( ) 
b) A linha do sorriso é irrelevante na decisão de 
uso de implantes em região anterior. ( ) 
c) A papila interdental entre dois implantes tende a 
apresentar menor altura que entre implante e dente 
natural. ( ) 
18. Sobre carga imediata de implantes: 
a) Exige estabilidade primária ≥ 35 Ncm e ausência 
de micromovimentos excessivos. ( ) 
b) A carga imediata pode ser indicada mesmo em 
casos de baixa densidade óssea, com provisórios 
rígidos. ( ) 
c) A ausência de torques elevados é compensada 
por maior vascularização em maxila posterior. ( ) 
19. Em relação ao tratamento da periodontite 
necrosante: 
a) A dor intensa e a halitose são sinais 
característicos da condição. ( ) 
b) A remoção cirúrgica do tecido necrótico deve ser 
imediata na primeira consulta. ( ) 
c) É comum em pacientes imunocomprometidos e 
sob estresse severo. ( ) 
20. Sobre controle de placa e manutenção 
periodontal: 
a) O intervalo entre consultas de manutenção deve 
ser fixo de 6 meses para todos os pacientes. ( ) 
b) A manutenção periodontal reduz recidiva da 
doença em pacientes com periodontite tratada. ( ) 
c) A falta de manutenção é um dos principais 
fatores para insucesso em terapia periodontal e 
implantológica. ( ) 
CIRURGIA 
1. Sobre as indicações gerais da cirurgia 
periodontal: 
a) A cirurgia é indicada quando a terapia não 
cirúrgica falha em reduzir bolsas periodontais 
profundas. ( ) 
b) A presença de defeitos ósseos de três paredes é 
uma contraindicação para cirurgia regenerativa. ( ) 
c) Cirurgias periodontais podem ter objetivo 
funcional, estético ou reconstrutivo. ( ) 
2. Quanto à técnica de Widman modificada: 
a) O principal objetivo da técnica é obter acesso 
para instrumentação radicular. ( ) 
b) Não há remoção de tecido de granulação 
durante o procedimento. ( ) 
c) É uma técnica indicada principalmente em áreas 
posteriores com bolsas moderadas. ( ) 
3. Sobre retalhos periodontais: 
a) O retalho reposicionado apicalmente pode 
resultar em recessão gengival. ( ) 
b) O retalho de espessura total preserva o 
periósteo aderido ao osso. ( ) 
c) O retalho de espessura parcial é indicado 
quando se deseja manter nutrição periosteal. ( ) 
4. A respeito das cirurgias regenerativas: 
a) A regeneração tecidual guiada (GTR) exige 
barreiras que impeçam migração epitelial. ( ) 
b) Defeitos infraósseos de uma parede são ideais 
para regeneração periodontal. ( ) 
c) O enxerto autógeno apresenta osteogênese, 
osteoindução e osteocondução. ( ) 
5. Sobre biomateriais utilizados em 
regeneração: 
a) Os enxertos xenógenos apresentam maior 
potencial osteoindutor que os aloplásticos. ( ) 
b) As membranas não reabsorvíveis, como as de 
PTFE, exigem segunda cirurgia para remoção. ( ) 
c) O EMD (derivado da matriz do esmalte) 
promove diferenciação de cementoblastos. ( ) 
6. Em relação às técnicas para correção de 
recessão gengival: 
a) O enxerto gengival livre apresenta melhor 
resultado estético que o conjuntivo subepitelial. ( ) 
b) A técnica de túnel permite melhor vascularização 
do enxerto. ( ) 
c) A classificação de Cairo é baseada na posição 
da junção cemento-esmalte em relação à perda 
interproximal. ( ) 
7. Sobre a cirurgia de aumento de coroa clínica: 
a) É indicada para exposição de estrutura dentária 
subgengival em restaurações. ( ) 
b) Deve preservar sempre pelo menos 3 mm de 
espaço biológico. ( ) 
c) A ostectomia é obrigatória em todos os casos 
para garantir estabilidade gengival. ( ) 
8. A respeito da cirurgia plástica periodontal: 
a) Inclui procedimentos de cobertura radicular, 
frenectomia e aumento do volume de tecidos 
moles. ( ) 
b) A mucogengival é um termo genérico para 
cirurgias de tecidos queratinizados apenas. ( ) 
c) A espessura do enxerto afeta diretamente o 
sucesso da cobertura radicular. ( ) 
9. Sobre as suturas em cirurgia periodontal: 
a) A sutura suspensa é usada para estabilizar 
papilas interdentais após retalhos regenerativos. ( ) 
b) Fios absorvíveis sintéticos causam mais reação 
inflamatória do que fios de seda. ( ) 
c) A remoção da sutura deve ocorrer entre 7 a 10 
dias, conforme o tipo de técnica empregada. ( ) 
10. Em relação ao pós-operatório cirúrgico 
periodontal: 
a) O uso de antissépticos como a clorexidina é 
comum para controle químico do biofilme. ( ) 
b) A regeneração óssea é visível radiograficamente 
após 48 horas da cirurgia regenerativa. ( ) 
c) A dor pós-operatória é geralmente leve e 
manejável com analgésicos comuns. ( ) 
GERAL 
1. Sobre o uso de antibióticos na prática 
odontológica: 
a) A amoxicilina associada ao ácido clavulânico é 
primeira escolha em infecções odontogênicas 
agudas com envolvimento sistêmico. ( ) 
b) A clindamicina é indicada como alternativa em 
pacientes alérgicos à penicilina. ( ) 
c) A prescrição profilática de antibióticos é 
recomendada para procedimentos restauradores 
simples em pacientes cardiopatas. ( ) 
2. A respeito dos anti-inflamatórios na 
terapêutica odontológica: 
a) Os inibidores seletivos da COX-2 apresentam 
menor risco gastrointestinal. ( ) 
b) O ibuprofeno tem efeito analgésico inferior à 
dipirona em infecções endodônticas agudas. ( ) 
c) O uso prolongado de AINEs pode interferir na 
osseointegração de implantes. ( ) 
3. Quanto aos anestésicos locais utilizados em 
odontologia: 
a) A articaína apresenta maior difusão tecidual e 
menor neurotoxicidade que a lidocaína. ( ) 
b) A prilocaína está associada ao risco de meta-
hemoglobinemia, especialmente em crianças. ( ) 
c) Vasoconstritores como a epinefrina prolongam a 
duração anestésica e reduzem a toxicidade 
sistêmica. ( ) 
4. Sobre o controle farmacológico da dor 
endodôntica: 
a) A dor pós-operatória está mais relacionada à 
instrumentação do canal do que à infecção prévia. 
( ) 
b) A prescrição de antibióticos é sempre necessária 
após pulpectomias em dentes com necrose. ( ) 
c) O protocolo analgésico deve considerar 
intensidade, tipo de dor e condição sistêmica do 
paciente. ( ) 
5. Em relação aos irrigantes endodônticos: 
a) O hipoclorito de sódio possui ação 
antimicrobiana, dissolução tecidual e capacidade 
lubrificante. ( ) 
b) A clorexidina é preferida quando há risco de 
extravasamento periapical. ( ) 
c) A EDTA remove a smear layer e deve ser usada 
antes da irrigação final com hipoclorito. ( ) 
6. Sobre obturação endodôntica e materiais: 
a) O cimento à base de óxido de zinco e eugenol 
promove selamento tridimensional superior ao 
MTA. ( ) 
b) O biocerâmico é biocompatível e favorece a 
formação de hidroxiapatita na interface dentinária. ( 
) 
c) A técnica termoplastificada é contraindicada em 
canais com curvatura acentuada. ( ) 
7. Em relação à reintervenção endodôntica: 
a) O retratamento deve ser a primeira opção antes 
da cirurgia parendodôntica.( ) 
b) A presença de perfurações ou fraturas 
radiculares não contraindica o retratamento. ( ) 
c) A cirurgia apical é preferível em casos com 
canais obliterados. ( ) 
8. Sobre princípios estéticos na dentística 
restauradora: 
a) A opacidade da resina composta está 
relacionada ao tamanho das partículas de carga. 
( ) 
b) O conceito de biomimética preconiza 
reprodução estratificada de dentina e esmalte. ( ) 
c) A fluorescência da resina composta pode ser 
ajustada durante o polimento final. ( ) 
9. A respeito da adesão ao substrato dentário: 
a) O condicionamento ácido total remove a smear 
layer e desmineraliza a dentina. ( ) 
b) Os sistemas adesivos autocondicionantes 
formam camada híbrida mais espessa e uniforme. ( 
) 
c) A umidade residual da dentina favorece a 
infiltração de monômeros hidrofílicos. ( ) 
10. Em relação à longevidade das restaurações 
adesivas: 
a) As fraturas cuspídeas são mais comuns em 
dentes posteriores restaurados com resina direta. ( 
) 
b) A contração de polimerização pode gerar 
microinfiltração marginal se não controlada. ( ) 
c) O uso de resinas bulk-fill elimina completamente 
o risco de falhas marginais. ( ) 
11. Sobre substratos dentários em dentes 
tratados endodonticamente: 
a) A adesão em dentina pericervical é crucial para 
o reforço estrutural do dente. ( ) 
b) A profundidade de remoção de gutapercha para 
pinos deve respeitar 2 mm do ápice. ( ) 
c) Pinos metálicos fundidos apresentam melhor 
adesão que pinos de fibra de vidro. ( ) 
12. A respeito da escolha de pinos intracanais: 
a) Pinos de fibra de vidro têm módulo de 
elasticidade semelhante ao da dentina. ( ) 
b) Pinos curtos são recomendados para raízes 
com curvatura severa. ( ) 
c) O pino ideal deve promover retenção, 
resistência e estética, com mínima remoção 
dentinária. ( ) 
13. Sobre cimentação de peças indiretas: 
a) O condicionamento ácido de cerâmicas vítreas 
melhora sua adesividade. ( ) 
b) O cimento resinoso autoadesivo dispensa o uso 
de silano em cerâmicas feldspáticas. ( ) 
c) O aumento do tempo de fotopolimerização reduz 
o grau de conversão do cimento. ( ) 
14. A respeito de falhas adesivas: 
a) A falha coesiva ocorre dentro da estrutura 
dentária. ( ) 
b) A contaminação da dentina úmida pode reduzir a 
resistência de união. ( ) 
c) O uso de adesivos universais reduz a 
sensibilidade à técnica. ( ) 
15. Sobre a interação entre restauração e 
oclusão: 
a) Pontos de contato prematuros em restaurações 
posteriores favorecem fraturas. ( ) 
b) A guia anterior interfere na longevidade das 
restaurações em dentes posteriores. ( ) 
c) A ausência de ajuste oclusal pode ser 
compensada com maior espessura de resina. ( ) 
16. Em relação às propriedades ópticas das 
resinas compostas: 
a) A opalescência depende da dispersão da luz nas 
interfaces de carga e matriz. ( ) 
b) O índice de refração da matriz influencia na 
capacidade de mimetizar esmalte. ( ) 
c) A fluorescência depende exclusivamente da 
espessura da camada de esmalte restaurador. ( ) 
17. Sobre controle de sensibilidade pós-
operatória: 
a) A sensibilidade está associada à permeabilidade 
dentinária residual e ao grau de polimerização. ( ) 
b) O uso de adesivos autocondicionantes reduz a 
incidência de sensibilidade pós-operatória. ( ) 
c) A profundidade da cavidade é irrelevante para o 
controle da dor pós-restauração. ( ) 
18. A respeito da técnica adesiva em dentina 
profunda: 
a) A dentina profunda apresenta maior conteúdo de 
água e menor proporção mineral. ( ) 
b) A técnica de dupla camada adesiva aumenta a 
durabilidade da união. ( ) 
c) O uso de clorexidina antes da adesão promove 
inibição de MMPs e melhora o selamento. ( ) 
19. Sobre retratamento restaurador em dentes 
com insucesso adesivo: 
a) A infiltração marginal é o principal indicativo 
clínico de falha adesiva. ( ) 
b) A substituição total da restauração é sempre 
necessária após descolamento marginal. ( ) 
c) O reparo localizado com resina é possível 
quando a integridade da adesão é mantida nas 
demais margens. ( ) 
20. Em relação à interface dente-restauração: 
a) A camada híbrida é composta por fibras 
colágenas e resina infiltrada. ( ) 
b) A degradação hidrolítica ocorre principalmente 
por ativação de metaloproteinases (MMPs). ( ) 
c) A formação de nanoleakage não compromete a 
durabilidade da união adesiva. ( ) 
MEDICAÇÃO 
Questões: 
1. ( ) A associação de amoxicilina com 
clavulanato visa superar a resistência 
bacteriana mediada por beta-lactamases, 
sendo especialmente eficaz contra 
Staphylococcus aureus resistente à 
penicilina. 
2. ( ) A clindamicina é uma alternativa eficaz à 
amoxicilina em casos de profilaxia 
antibiótica em pacientes alérgicos à 
penicilina, porém deve ser evitada em 
infecções orais por bactérias anaeróbias. 
3. ( ) O cetorolaco apresenta potente ação 
anti-inflamatória e é indicado em 
tratamentos odontológicos prolongados 
devido ao seu baixo risco de sangramento 
gástrico. 
4. ( ) A associação de ibuprofeno com 
paracetamol promove sinergismo 
analgésico e deve ser evitada em 
pacientes com comprometimento renal. 
5. ( ) A metabolização hepática dos 
anestésicos locais do tipo amida, como a 
lidocaína, ocorre principalmente via 
sistema enzimático do citocromo P450. 
6. ( ) A articaína é contraindicada em 
procedimentos odontológicos que exijam 
anestesia infiltrativa por sua alta 
neurotoxicidade em comparação às 
demais amidas. 
7. ( ) A aspirina pode potencializar o efeito 
anticoagulante da varfarina, aumentando o 
risco de hemorragia em procedimentos 
cirúrgicos odontológicos. 
8. ( ) O uso profilático de antibióticos em 
pacientes imunocompetentes com 
gengivite crônica é recomendado como 
medida de prevenção de bacteremia 
transitória. 
9. ( ) A nimesulida possui alto potencial 
hepatotóxico, sendo contraindicada em 
pacientes com histórico de disfunção 
hepática, mesmo que leve. 
10. ( ) A biodisponibilidade do fluconazol pode 
ser comprometida quando administrado 
simultaneamente a antiácidos contendo 
alumínio ou magnésio. 
11. ( ) Em gestantes no segundo trimestre, o 
uso de metronidazol é considerado seguro, 
especialmente em casos de infecções 
orofaciais anaeróbicas. 
12. ( ) O tramadol possui ação 
predominantemente anti-inflamatória e 
deve ser considerado como fármaco de 
primeira linha na dor pós-operatória 
moderada. 
13. ( ) A administração de anestésicos locais 
com vasoconstritores em pacientes 
hipertensos controlados é contraindicada 
mesmo com monitoramento. 
14. ( ) A lidocaína é mais cardiotóxica que a 
bupivacaína, devendo ser evitada em 
pacientes com arritmias ventriculares. 
15. ( ) A eritromicina, ao inibir o citocromo 
P450, pode elevar os níveis plasmáticos de 
benzodiazepínicos, aumentando o risco de 
sedação excessiva. 
16. ( ) A fenitoína pode induzir hiperplasia 
gengival, sendo importante considerar seu 
uso na anamnese medicamentosa de 
pacientes epilépticos. 
17. ( ) O uso prolongado de corticosteróides 
sistêmicos pode comprometer a resposta 
inflamatória e retardar a cicatrização em 
procedimentos cirúrgicos orais. 
18. ( ) A administração tópica de nistatina é 
eficaz no tratamento de candidíase oral, 
mas seu uso sistêmico é preferido por 
apresentar melhor absorção 
gastrointestinal. 
19. ( ) A combinação de benzocaína e álcool 
salicílico é recomendada para alívio rápido 
da dor em ulcerações orais extensas. 
20. ( ) A infiltração anestésica com prilocaína 
associada à felipressina é uma alternativa 
segura em pacientes com doença 
cardiovascular severa. 
PRÓTESE 
questão 1 – relação cêntrica e oclusão 
funcional 
a) ( ) a relação cêntrica é uma posição 
mandibular guiada e independente do contato 
dentário. 
b) ( ) a oclusão funcional ocorre somente quando 
há coincidência entre relação cêntrica e máxima 
intercuspidação. 
c) ( ) contatos bilaterais simultâneos em relação 
cêntrica contribuem para estabilidade oclusal. 
d) ( ) a relação cêntrica deve ser evitada em 
reabilitações com guias anteriores acentuadas. 
questão 2 – guiasoclusais e estabilidade 
mandibular 
a) ( ) a guia anterior ideal deve proporcionar 
desoclusão imediata dos dentes posteriores. 
b) ( ) em movimentos de laterotrusão, contatos 
nos dentes posteriores do lado de balanceio são 
fisiológicos. 
c) ( ) ausência de guia canina pode comprometer 
o equilíbrio da articulação temporomandibular. 
d) ( ) o uso de guia anterior é contraindicado em 
pacientes com bruxismo. 
questão 3 – pilares protéticos e planejamento 
a) ( ) dentes com lesão periapical ativa podem 
ser usados como pilares se forem restauráveis. 
b) ( ) mobilidade dentária de grau 2 não 
contraindica o uso como pilar, desde que o 
paciente seja jovem. 
c) ( ) dentes endodonticamente tratados devem 
apresentar remanescente coronário suficiente para 
retenção protética. 
d) ( ) a proporção coroa/raiz ideal para pilares é 
de 2:1. 
questão 4 – biomecânica de pônticos extensos 
a) ( ) próteses fixas com mais de dois pônticos 
aumentam o risco de falhas por flexão. 
b) ( ) a resistência do conector entre pôntico e 
retentor independe do seu volume. 
c) ( ) pônticos devem ser posicionados alinhados 
ao longo do eixo longo dos dentes pilares. 
d) ( ) maior distância interabutmento favorece 
estabilidade mecânica. 
questão 5 – preparos protéticos e retenção 
a) ( ) paredes axiais paralelas entre si favorecem 
a retenção da coroa. 
b) ( ) o ângulo de convergência ideal está entre 
6° e 10°. 
c) ( ) aumento da altura axial reduz a estabilidade 
da coroa. 
d) ( ) terminações em degrau são preferidas para 
coroas totalmente cerâmicas. 
questão 6 – cimento e tipo de substrato 
a) ( ) cerâmicas vítreas requerem cimentação 
adesiva com ácido fluorídrico e silano. 
b) ( ) cerâmicas à base de zircônia aderem 
melhor após condicionamento com ácido fosfórico. 
c) ( ) cimentos resinosos dual cure são indicados 
para pinos metálicos intrarradiculares. 
d) ( ) cimentos de ionômero de vidro 
convencionais são recomendados para colagem de 
laminados cerâmicos. 
questão 7 – adesão em substratos cerâmicos 
a) ( ) cerâmicas feldspáticas apresentam elevada 
capacidade de adesão após condicionamento com 
ácido fluorídrico. 
b) ( ) a zircônia possui fase cristalina instável, o 
que dificulta a adesão química. 
c) ( ) o silano é essencial para melhorar a ligação 
entre cerâmica policristalina e resina. 
d) ( ) jateamento com partículas de óxido de 
alumínio melhora a adesão da zircônia. 
questão 8 – estética e forma dental em prótese 
fixa 
a) ( ) a linha do sorriso deve ser respeitada para 
o posicionamento do bordo incisal. 
b) ( ) corredores bucais amplos favorecem uma 
aparência estética mais natural. 
c) ( ) o ponto de contato interdental deve ser 
posicionado mais apical nos incisivos centrais do 
que nos laterais. 
d) ( ) a largura do dente é mais importante que a 
proporção largura/altura para harmonia estética. 
questão 9 – biomecânica dos componentes 
cerâmicos 
a) ( ) falhas coesivas na cerâmica geralmente 
indicam problema na cimentação. 
b) ( ) o módulo de elasticidade do material 
cerâmico influencia diretamente na dissipação de 
tensões. 
c) ( ) cerâmicas com matriz leucítica são mais 
resistentes do que as com dissilicato de lítio. 
d) ( ) restaurações totalmente cerâmicas são 
mais indicadas em regiões posteriores devido à 
sua opacidade. 
questão 10 – conceitos de oclusão em 
reabilitação 
a) ( ) é preferível manter a máxima 
intercuspidação ao invés de reposicionar a relação 
cêntrica em reabilitações extensas. 
b) ( ) estabilidade oclusal é garantida pela 
presença de contatos simultâneos em todos os 
dentes durante os movimentos mandibulares. 
c) ( ) ajustes oclusais devem ser evitados quando 
há presença de desoclusão posterior precoce. 
d) ( ) a oclusão mutuamente protegida preserva 
as estruturas musculares e articulares. 
PRÓTESE 2 
questão 1 – conceitos anatômicos da prótese 
total 
a) ( ) a linha vibratória posterior corresponde à 
junção do palato mole com o duro. 
b) ( ) a área de suporte primário da maxila 
envolve a papila incisiva e rugas palatinas. 
c) ( ) o fundo de saco vestibular inferior deve ser 
respeitado para estabilidade da base protética. 
d) ( ) a tórica mandibular pode ser ignorada no 
molde final se estiver distante da zona neutra. 
questão 2 – princípios biomecânicos da prótese 
total 
a) ( ) a retenção da prótese total inferior é 
prioritariamente conseguida por vácuo. 
b) ( ) estabilidade é a resistência aos 
deslocamentos horizontais durante a função. 
c) ( ) a compressibilidade da mucosa influencia 
negativamente a retenção da prótese. 
d) ( ) o controle muscular é essencial para a 
manutenção da retenção funcional. 
questão 3 – moldagem funcional e materiais 
a) ( ) a moldagem funcional visa reproduzir as 
áreas de suporte em sua máxima compressão. 
b) ( ) os materiais de moldagem de baixa 
viscosidade são preferíveis para cópias 
musculares. 
c) ( ) a técnica de molde individual permite melhor 
registro da área basal do rebordo. 
d) ( ) a moldagem anatômica sempre precede a 
funcional em prótese total. 
questão 4 – planos de orientação e montagem 
em articulador 
a) ( ) o plano de Camper é definido pela espinha 
nasal anterior e a borda inferior do trago. 
b) ( ) o plano oclusal inferior deve ser paralelo ao 
plano de Camper em prótese total. 
c) ( ) a montagem em articulador sem arco facial 
é suficiente para todos os casos. 
d) ( ) a linha média deve ser registrada antes da 
confecção da base de prova. 
questão 5 – registro intermaxilar e montagem 
a) ( ) a posição de relação cêntrica é usada para 
registrar a dimensão vertical de repouso. 
b) ( ) a dimensão vertical de oclusão deve ser 
menor que a de repouso por 2 a 4 mm. 
c) ( ) a cera base utilizada no registro deve 
possuir rigidez suficiente para estabilidade. 
d) ( ) a desprogramação mandibular com algodão 
é indicada antes do registro. 
questão 6 – dentes artificiais: seleção e 
montagem 
a) ( ) a forma dos dentes anteriores deve 
respeitar a morfologia facial do paciente. 
b) ( ) dentes posteriores em linha reta favorecem 
a eficiência mastigatória bilateral. 
c) ( ) o corredor bucal deve ser eliminado 
completamente para estética ideal. 
d) ( ) dentes de resina são mais indicados para 
rebordos reabsorvidos do que os de porcelana. 
questão 7 – estética e fonética em prótese total 
a) ( ) a exposição dos incisivos superiores em 
repouso deve ser entre 1 e 3 mm. 
b) ( ) sons fricativos como “f” e “v” auxiliam na 
avaliação da posição dos incisivos superiores. 
c) ( ) a borda incisal inferior deve coincidir com o 
plano de Camper para fonética adequada. 
d) ( ) a linha do sorriso não interfere na 
montagem dos dentes anteriores. 
questão 8 – polimento e acabamento da base 
acrílica 
a) ( ) o polimento das bases não deve alterar a 
borda seladora. 
b) ( ) acréscimos de resina após a acrilização são 
recomendados para ajustar a extensão posterior. 
c) ( ) o brilho excessivo das bases favorece a 
retenção de biofilme. 
d) ( ) a rugosidade da base protética deve imitar a 
mucosa natural. 
questão 9 – adaptação neuromuscular à 
prótese total 
a) ( ) a adaptação à prótese total inferior é 
geralmente mais difícil que à superior. 
b) ( ) movimentos controlados com a língua 
auxiliam na retenção da prótese inferior. 
c) ( ) o controle postural da mandíbula não 
depende de propriocepção residual. 
d) ( ) a mastigação unilateral é sempre preferida 
durante a fase de adaptação. 
questão 10 – reembasamento e reembasamento 
funcional 
a) ( ) o reembasamento funcional utiliza material 
de moldagem resiliente. 
b) ( ) o reembasamento é contraindicado quando 
há fratura da base protética. 
c) ( ) o reembasamento corrige a instabilidade por 
perda de suporte tecidual. 
d) ( ) o reembasamento imediato após a 
instalação melhora a retenção primária. 
questão 11 – prótese parcial removível: suporte 
e retenção 
a) ( ) o apoio oclusal transmite as forças oclusais 
ao dente suporte. 
b) ( ) grampos circunferenciais são 
contraindicados em dentes com mobilidade grau 1. 
c) ( ) a retençãoindireta age contra os 
movimentos rotacionais da prótese. 
d) ( ) o conector menor une o grampo ao conector 
maior. 
questão 12 – conectores maiores e design 
protético 
a) ( ) o conector maior deve evitar a compressão 
da mucosa lingual. 
b) ( ) conectores em barra palatina única são 
preferíveis em palatos profundos. 
c) ( ) conectores linguais devem estar a pelo 
menos 4 mm do gengival marginal. 
d) ( ) conectores palatinos em “U” distribuem 
melhor a carga mastigatória que os em barra 
palatina anterior. 
questão 13 – biomecânica da prótese parcial 
removível 
a) ( ) a estabilidade da PPR depende apenas dos 
grampos e apoios. 
b) ( ) o controle de movimentos de rotação é 
fundamental em próteses com extremidade livre. 
c) ( ) os apoios devem ser posicionados o mais 
longe possível da linha de fulcro. 
d) ( ) a flexibilidade do grampo reduz sua eficácia 
retentiva. 
questão 14 – planejamento em prótese parcial 
removível 
a) ( ) dentes pilares devem ser avaliados quanto 
à altura de coroa clínica. 
b) ( ) prótese removível bilateral de extremidade 
livre requer retenção indireta. 
c) ( ) exodontia de dentes não restauráveis deve 
ser realizada após a moldagem funcional. 
d) ( ) a presença de espaços protéticos múltiplos 
favorece a escolha por prótese removível. 
questão 15 – indicações clínicas de prótese 
removível 
a) ( ) PPR é indicada em pacientes com 
comprometimento periodontal severo. 
b) ( ) ausência de rebordo vestibular inviabiliza o 
uso de grampos retentivos. 
c) ( ) pacientes idosos com limitação motora são 
bons candidatos para PPR. 
d) ( ) a PPR é preferida em casos de pacientes 
com reabsorção óssea avançada. 
questão 16 – reembasamento em PPR 
a) ( ) o reembasamento em PPR é necessário 
após alterações da mucosa de suporte. 
b) ( ) o reembasamento rígido é contraindicado 
em casos com mobilidade dentária. 
c) ( ) a adição de resina auto pode ser feita 
diretamente na boca do paciente. 
d) ( ) reembasamento funcional é preferido 
quando há instabilidade sem perda de retenção. 
questão 17 – estética e função na PPR 
a) ( ) dentes artificiais devem ser escolhidos de 
forma a manter a dimensão vertical. 
b) ( ) grampos visíveis são aceitáveis se houver 
comprometimento funcional. 
c) ( ) a ausência de guia anterior deve ser 
compensada com maior número de dentes 
artificiais. 
d) ( ) dentes artificiais devem sempre ser 
montados em posição neutra. 
questão 18 – controle pós-instalatório 
a) ( ) as consultas de controle devem ser 
agendadas semanalmente após instalação. 
b) ( ) as áreas de compressão devem ser 
aliviadas seletivamente nas bases. 
c) ( ) dor muscular é um sintoma comum nos 
primeiros dias de uso da PT. 
d) ( ) ajustes oclusais são necessários mesmo 
com montagem articulada. 
questão 19 – manutenção e longevidade das 
próteses 
a) ( ) polimento periódico reduz a colonização 
fúngica em PT. 
b) ( ) fraturas recorrentes de base acrílica indicam 
falha no plano de orientação. 
c) ( ) pacientes devem ser instruídos a armazenar 
as próteses secas à noite. 
d) ( ) reembasamentos frequentes indicam boa 
adaptação muscular. 
questão 20 – reabilitação total e qualidade de 
vida 
a) ( ) reabilitação com PT pode melhorar a 
autoestima e sociabilidade do paciente. 
b) ( ) fonética e mastigação não são recuperadas 
em pacientes edêntulos totais. 
c) ( ) qualidade de vida oral é significativamente 
inferior em pacientes com PT superior apenas. 
d) ( ) o sucesso da reabilitação depende também 
da motivação e expectativa do paciente. 
BIOSSEGURANÇA 
questão 1 – conceitos fundamentais de 
biossegurança 
a) ( ) biossegurança refere-se apenas à proteção 
do profissional contra infecções. 
b) ( ) a barreira física é o primeiro nível de 
contenção de patógenos em ambiente clínico. 
c) ( ) precauções padrão devem ser aplicadas 
somente em pacientes com diagnóstico infeccioso. 
d) ( ) a biossegurança também abrange a 
manipulação e descarte de resíduos biológicos. 
questão 2 – cadeia de infecção 
a) ( ) o agente etiológico é sempre um micro-
organismo patogênico. 
b) ( ) a porta de entrada pode ser a pele íntegra. 
c) ( ) o hospedeiro suscetível é o único elo da 
cadeia passível de intervenção. 
d) ( ) a eliminação de um elo da cadeia 
interrompe o ciclo de transmissão. 
questão 3 – precauções padrão 
a) ( ) as precauções padrão substituíram as 
precauções universais. 
b) ( ) devem ser aplicadas independentemente do 
status infeccioso do paciente. 
c) ( ) incluem higienização das mãos, uso de 
EPIs e descarte adequado de materiais. 
d) ( ) são recomendadas apenas em 
procedimentos cirúrgicos. 
questão 4 – equipamentos de proteção 
individual (epi) 
a) ( ) luvas de procedimento devem ser trocadas 
entre cada paciente. 
b) ( ) máscaras cirúrgicas com elástico duplo são 
preferíveis para maior vedação. 
c) ( ) o uso de óculos de proteção é dispensável 
quando há face shield. 
d) ( ) aventais impermeáveis são indicados em 
procedimentos com risco de aerossóis. 
questão 5 – controle de infecção cruzada 
a) ( ) a infecção cruzada pode ocorrer entre 
pacientes por meio de instrumentais contaminados. 
b) ( ) o uso de campo operatório absoluto reduz 
significativamente a contaminação por saliva. 
c) ( ) a esterilização entre procedimentos é 
opcional se os instrumentos estiverem limpos. 
d) ( ) luvas devem ser trocadas mesmo dentro de 
um mesmo atendimento se houver contaminação. 
questão 6 – barreiras de proteção 
a) ( ) barreiras plásticas devem ser utilizadas em 
superfícies que não podem ser esterilizadas. 
b) ( ) a ausência de barreiras pode ser 
compensada pela limpeza com álcool 70%. 
c) ( ) a troca de barreiras deve ser feita a cada 
novo atendimento. 
d) ( ) superfícies críticas exigem desinfecção de 
alto nível mesmo com barreiras. 
questão 7 – desinfecção e esterilização 
a) ( ) desinfecção de alto nível elimina todas as 
formas de vida microbiana, incluindo esporos. 
b) ( ) autoclaves são métodos físicos de 
esterilização por calor úmido. 
c) ( ) glutaraldeído pode ser utilizado para 
esterilização de materiais sensíveis ao calor. 
d) ( ) instrumentos endodônticos devem ser 
esterilizados após cada uso. 
questão 8 – descarte de resíduos 
odontológicos 
a) ( ) resíduos perfurocortantes devem ser 
descartados em caixas rígidas e resistentes à 
perfuração. 
b) ( ) luvas contaminadas podem ser descartadas 
no lixo comum. 
c) ( ) materiais com sangue devem ser tratados 
como resíduos infectantes. 
d) ( ) soluções irrigadoras usadas devem ser 
descartadas em pia com água corrente. 
questão 9 – controle de aerossóis 
a) ( ) o uso de sugador de alta potência reduz 
significativamente o risco de disseminação de 
aerossóis. 
b) ( ) a profilaxia com jato de bicarbonato deve 
ser feita antes do acesso endodôntico para reduzir 
patógenos. 
c) ( ) campos operatórios absolutos não têm 
impacto na redução de aerossóis. 
d) ( ) pré-procedimentos com antisséptico bucal 
ajudam a reduzir a carga microbiana. 
questão 10 – antissepsia e assepsia em 
endodontia 
a) ( ) a antissepsia do campo operatório é 
necessária mesmo com uso de dique de borracha. 
b) ( ) hipoclorito de sódio a 2% pode ser usado 
para antissepsia de tecidos duros. 
c) ( ) o álcool 70% é eficaz na antissepsia de 
superfícies limpas e secas. 
d) ( ) iodopovidona não deve ser usada em 
pacientes alérgicos a iodo. 
questão 11 – higiene das mãos 
a) ( ) a fricção com álcool gel é suficiente para 
remover matéria orgânica visível. 
b) ( ) a lavagem com água e sabão deve 
preceder a desinfecção com álcool. 
c) ( ) a secagem inadequada das mãos pode 
favorecer a proliferação bacteriana. 
d) ( ) luvas substituem a necessidade de 
higienização das mãos. 
questão 12 – esterilização de instrumentos 
rotatórios 
a) ( ) instrumentos rotatórios podem ser 
autoclavados após lubrificação apropriada. 
b) ( ) micromotores elétricos devem ser imersos 
em solução desinfetante após o uso. 
c) ( ) o spray de limpeza pré-autoclavagem é 
essencial para turbinas. 
d) ( ) peças de mão devem ser testadas quanto 
aofuncionamento após a esterilização. 
questão 13 – legislação e normas aplicáveis 
a) ( ) a RDC nº 15 da Anvisa regula práticas de 
biossegurança em serviços de saúde. 
b) ( ) o uso de EPIs é opcional em consultórios 
privados segundo normas nacionais. 
c) ( ) a responsabilidade por biossegurança é 
compartilhada entre toda a equipe odontológica. 
d) ( ) a ausência de esterilização adequada pode 
configurar infração sanitária grave. 
questão 14 – treinamento e educação em 
biossegurança 
a) ( ) todos os profissionais devem receber 
treinamentos regulares sobre controle de infecção. 
b) ( ) a educação em biossegurança é obrigatória 
apenas para auxiliares e técnicos. 
c) ( ) a atualização constante reduz a ocorrência 
de falhas nas rotinas de biossegurança. 
d) ( ) protocolos devem estar documentados e 
acessíveis na clínica. 
questão 15 – barreiras químicas e físicas 
a) ( ) o hipoclorito de sódio atua como barreira 
química contra patógenos. 
b) ( ) o uso do dique de borracha representa uma 
barreira física eficaz. 
c) ( ) a combinação de barreiras físicas e 
químicas é recomendada para maior 
biossegurança. 
d) ( ) a luz ultravioleta substitui os métodos 
tradicionais de desinfecção em ambiente clínico. 
questão 16 – infecções ocupacionais 
a) ( ) acidentes com instrumentos 
perfurocortantes devem ser notificados 
imediatamente. 
b) ( ) a hepatite B é a infecção mais comum entre 
profissionais de saúde expostos. 
c) ( ) existe protocolo específico para profilaxia 
pós-exposição ao HIV. 
d) ( ) a vacinação contra hepatite C é obrigatória 
para cirurgiões-dentistas. 
questão 17 – controle ambiental 
a) ( ) o ar-condicionado deve ter filtros HEPA em 
clínicas odontológicas. 
b) ( ) superfícies próximas à área operatória 
devem ser desinfetadas a cada paciente. 
c) ( ) a contaminação do ambiente não interfere 
na biossegurança endodôntica. 
d) ( ) o uso de materiais descartáveis reduz a 
carga ambiental infecciosa. 
questão 18 – organização e fluxos clínicos 
a) ( ) o fluxo unidirecional de materiais evita 
recontaminação. 
b) ( ) os instrumentais devem ser transportados 
em caixas estéreis abertas. 
c) ( ) áreas limpas e contaminadas devem ser 
separadas fisicamente. 
d) ( ) superfícies limpas podem ser utilizadas para 
apoio de materiais contaminados. 
questão 19 – biossegurança durante 
emergências 
a) ( ) em emergências, as normas de 
biossegurança podem ser flexibilizadas. 
b) ( ) o uso de EPIs deve ser mantido mesmo 
durante situações de urgência. 
c) ( ) o manejo de pacientes com suspeita de 
infecção requer isolamento de contato. 
d) ( ) a desinfecção deve ser feita após o 
atendimento, não sendo necessária antes. 
questão 20 – biossegurança e ética profissional 
a) ( ) a negligência na biossegurança pode ser 
considerada infração ética. 
b) ( ) o sigilo sobre a condição infectocontagiosa 
do paciente deve ser preservado. 
c) ( ) o profissional pode se recusar a atender 
pacientes com doenças infecciosas crônicas. 
d) ( ) comunicar riscos ocupacionais faz parte da 
responsabilidade ética do cirurgião-dentista. 
ORTODONTIA 
questão 1 – princípios da ortopedia funcional 
dos maxilares 
a) ( ) a ortopedia funcional atua 
preferencialmente por estímulos ósseos diretos. 
b) ( ) a função muscular alterada é considerada 
um fator etiológico importante nas más oclusões 
tratadas com OFM. 
c) ( ) a movimentação dentária rápida é 
característica fundamental da ortopedia funcional. 
d) ( ) a OFM prioriza o equilíbrio funcional e a 
estimulação de estruturas em crescimento. 
questão 2 – crescimento craniofacial 
a) ( ) o crescimento da maxila ocorre 
predominantemente por suturas. 
b) ( ) a mandíbula cresce por adição óssea na 
sínfise mentoniana. 
c) ( ) a teoria funcional de Moss afirma que o 
crescimento ósseo depende de estímulos 
funcionais. 
d) ( ) o côndilo mandibular não influencia na 
direção de crescimento mandibular. 
questão 3 – diagnóstico ortodôntico 
a) ( ) a cefalometria lateral do crânio é essencial 
para avaliação do padrão esquelético. 
b) ( ) a análise de modelos é dispensável quando 
há radiografias de boa qualidade. 
c) ( ) a classificação de Angle baseia-se na 
relação entre primeiros molares permanentes. 
d) ( ) o diagnóstico ortodôntico deve integrar 
aspectos funcionais, estéticos e esqueléticos. 
questão 4 – aparelhos ortopédicos funcionais 
a) ( ) o aparelho de Frankel atua por 
descompressão muscular. 
b) ( ) o Bionator de Balters é indicado em casos 
de Classe II mandibular retruída. 
c) ( ) o Planas Indirecto é um aparelho fixo 
ortodôntico. 
d) ( ) os aparelhos ortopédicos funcionais são 
mais eficazes durante o crescimento ativo. 
questão 5 – ortodontia preventiva e 
interceptora 
a) ( ) a ortodontia interceptora visa corrigir 
problemas estabelecidos antes da erupção de 
todos os permanentes. 
b) ( ) a remoção de hábitos deletérios não é 
relevante em ortodontia preventiva. 
c) ( ) a manutenção do espaço é um 
procedimento de ortodontia interceptora. 
d) ( ) a perda precoce de dentes decíduos pode 
levar a apinhamento. 
questão 6 – má oclusão de Classe II 
a) ( ) pacientes Classe II podem apresentar 
protrusão maxilar, retrognatismo mandibular ou 
ambos. 
b) ( ) o uso de propulsores mandibulares visa 
estimular o crescimento condilar. 
c) ( ) o aparelho de Herbst é removível e de uso 
noturno. 
d) ( ) a mecânica ortodôntica pode ser associada 
à ortopédica em tratamento de Classe II. 
questão 7 – má oclusão de Classe III 
a) ( ) pacientes Classe III sempre requerem 
cirurgia ortognática. 
b) ( ) a máscara facial de Delaire é usada para 
protração da maxila. 
c) ( ) a Classe III esquelética pode envolver 
crescimento excessivo mandibular. 
d) ( ) a ortopedia funcional pode ser eficaz em 
interceptação precoce da Classe III. 
questão 8 – relação oclusal e função 
a) ( ) a guia anterior é responsável pela 
desoclusão dos dentes posteriores nos 
movimentos protrusivos. 
b) ( ) a ausência de guia canina pode ser 
compensada por guia em grupo. 
c) ( ) a relação cêntrica coincide sempre com a 
oclusão habitual. 
d) ( ) interferências oclusais podem causar 
disfunções musculares. 
questão 9 – contenção ortodôntica 
a) ( ) o período de contenção deve ser igual ao 
período ativo do tratamento ortodôntico. 
b) ( ) a contenção fixa inferior é indicada em 
casos de apinhamento prévio. 
c) ( ) os aparelhos removíveis devem ser usados 
indefinidamente após o tratamento. 
d) ( ) a estabilidade oclusal depende da 
maturidade esquelética e da função muscular. 
questão 10 – reabsorção radicular e 
movimentação dentária 
a) ( ) a movimentação ortodôntica pode induzir 
reabsorção radicular externa. 
b) ( ) o risco de reabsorção é maior em pacientes 
com traumas anteriores. 
c) ( ) forças contínuas e intensas aumentam a 
chance de reabsorção radicular. 
d) ( ) dentes com rizogênese incompleta não 
podem ser movimentados ortodonticamente. 
questão 11 – fisiologia da movimentação 
dentária 
a) ( ) a movimentação dentária ocorre por 
remodelação óssea ao redor do ligamento 
periodontal. 
b) ( ) o lado de pressão óssea sofre reabsorção; 
o lado de tensão promove neoformação. 
c) ( ) forças intermitentes são mais eficazes na 
movimentação. 
d) ( ) movimentações rápidas diminuem o risco 
de necrose pulpar. 
questão 12 – ortodontia e ATM 
a) ( ) alterações oclusais podem desencadear 
disfunção temporomandibular (DTM). 
b) ( ) a ortodontia pode corrigir causas estruturais 
de DTM. 
c) ( ) o tratamento ortodôntico sempre elimina os 
sintomas de DTM. 
d) ( ) movimentações ortodônticas devem 
respeitar o posicionamento condilar estável. 
questão 13 – interceptação de mordida cruzada 
a) ( ) a mordida cruzada anterior sempre requer 
expansão maxilar. 
b) ( ) a mordida cruzada posterior unilateral pode 
indicar desvio funcional mandibular. 
c) ( ) a mordida cruzada não tratada pode resultar 
em assimetrias esqueléticas. 
d) ( ) aparelhos removíveis não são eficazes em 
mordida cruzada posterior. 
questão 14 – dentição decídua e mista 
a) ( ) o espaço– Ortodontia/Endodontia 
Paciente em tratamento ortodôntico desenvolve 
necrose pulpar em 11 após trauma anterior. 
Conduta correta é: 
A) Suspender ortodontia e iniciar endodontia. 
B) Prosseguir com ortodontia e observar. 
C) Iniciar endodontia e manter ortodontia com 
cuidados. 
D) Encaminhar para cirurgia periapical. 
E) Trocar fios ortodônticos por mais rígidos. 
CASO 36 – Cirurgia/Implantodontia 
Paciente jovem com agenesia de 22 e perda óssea 
horizontal no local. 
A reabilitação mais conservadora e eficaz é: 
A) Implante com enxerto em bloco. 
B) PPF 21-23. 
C) Prótese adesiva tipo Maryland. 
D) Implante zigomático. 
E) Ortodontia para fechamento do espaço. 
CASO 37 – Prótese Fixa/Oclusão 
Paciente com coroa total metálica em 36 relata dor 
muscular ao acordar. 
A hipótese mais provável é: 
A) DTM articular por trauma oclusal. 
B) Interferência em lateralidade. 
C) Protrusão incorreta com perda de guia. 
D) Cúspide funcional desalinhada. 
E) Bruxismo com sobrecarga oclusal. 
CASO 38 – Endodontia/Radiologia 
Paciente com dor latejante no 16. Tomografia 
revela canal extra não tratado. 
Qual canal é frequentemente negligenciado 
nesse dente? 
A) MV2 (mesiovestibular 2). 
B) DV (distovestibular). 
C) Palatino acessório. 
D) MB1. 
E) Distal único. 
CASO 39 – Dentística/Prótese/Estética 
Paciente com lesões cervicais não cariosas 
extensas em 13 a 23, e hipersensibilidade. 
Melhor abordagem restauradora é: 
A) Restauração com resina composta microhíbrida. 
B) Ionômero de vidro convencional. 
C) Cimento resinoso dual. 
D) Facetas em cerâmica. 
E) Clareamento + controle da escovação. 
CASO 40 – Saúde Coletiva/Ética 
Em triagem escolar, um responsável solicita 
extração de todos os dentes decíduos de seu filho 
por motivos "estéticos". 
O cirurgião-dentista deve: 
A) Realizar procedimento após consentimento. 
B) Explicar a função dos dentes decíduos e negar 
procedimento. 
C) Registrar em prontuário e realizar exodontia. 
D) Encaminhar a um ortodontista. 
E) Liberar o caso para decisão familiar. 
GABARITO IMPLANTO 
Questão 
 A B C D 
1 F V V F 
2 V V V V 
3 V V F V 
4 V F V V 
5 V V V F 
6 F V V F 
7 V V V F 
8 V V F V 
9 V F V F 
10 V V F V 
DENTISTICA 1 
Gabarito: 
1. F 
2. F 
3. V 
4. V 
5. V 
6. F 
7. V 
8. V 
9. F 
10. V 
11. V 
12. V 
13. F 
14. F 
15. F 
16. F 
17. V 
18. V 
19. F 
20. V 
DENTISTICA 2 
Gabarito: 
1. a) F b) V c) V 
2. a) V b) F c) V 
3. a) V b) F c) V 
4. a) F b) V c) F 
5. a) V b) F c) V 
6. a) V b) F c) V 
7. a) V b) V c) F 
8. a) F b) V c) V 
9. a) V b) V c) F 
10. a) F b) V c) V 
SAUDE COLETIVA 
Gabarito: 
1. a) F b) V c) V 
2. a) F b) V c) V 
3. a) F b) V c) V 
4. a) F b) V c) V 
5. a) F b) V c) V 
6. a) F b) V c) V 
7. a) F b) V c) F 
8. a) F b) V c) V 
9. a) V b) F c) V 
10. a) V b) V c) F 
11. a) F b) V c) V 
12. a) V b) F c) V 
13. a) V b) F c) F 
14. a) V b) V c) F 
15. a) V b) V c) F 
16. a) V b) V c) F 
17. a) F b) V c) V 
18. a) V b) F c) V 
19. a) V b) V c) V 
20. a) V b) F c) V 
CÓDIGO DE ÉTICA 
1. a) V b) F c) F 
2. a) F b) V c) F 
3. a) V b) V c) F 
4. a) F b) V c) F 
5. a) V b) F c) V 
6. a) V b) V c) F 
7. a) V b) F c) V 
8. a) V b) V c) F 
9. a) V b) V c) V 
10. a) F b) V c) V 
PEDIATRIA 1 
1. a) F b) V c) F 
2. a) F b) V c) V 
3. a) V b) V c) F 
4. a) F b) V c) V 
5. a) V b) V c) V 
6. a) F b) V c) F 
7. a) V b) V c) F 
8. a) V b) F c) V 
9. a) V b) F c) V 
10. a) V b) V c) F 
PEDIATRIA 2 
Gabarito: 
1. a) V b) F c) V 
2. a) F b) V c) V 
3. a) F b) V c) F 
4. a) V b) F c) V 
5. a) V b) V c) F 
6. a) V b) V c) F 
7. a) V b) V c) V 
8. a) F b) V c) F 
9. a) V b) V c) F 
10. a) F b) V c) F 
PERIODONTIA 
Gabarito: 
1. a) V b) V c) F 
2. a) V b) V c) F 
3. a) F b) F c) V 
4. a) F b) V c) F 
5. a) V b) V c) F 
6. a) F b) F c) V 
7. a) V b) V c) F 
8. a) F b) V c) V 
9. a) V b) V c) V 
10. a) V b) F c) V 
11. a) F b) V c) V 
12. a) V b) F c) V 
13. a) V b) F c) V 
14. a) V b) F c) V 
15. a) V b) V c) F 
16. a) V b) V c) F 
17. a) V b) F c) V 
18. a) V b) F c) F 
19. a) V b) F c) V 
20. a) F b) V c) V 
CIRURGIA 
Gabarito: 
1. a) V b) F c) V 
2. a) V b) F c) V 
3. a) V b) F c) V 
4. a) V b) F c) V 
5. a) V b) V c) V 
6. a) F b) V c) V 
7. a) V b) V c) F 
8. a) V b) F c) V 
9. a) V b) F c) V 
10. a) V b) F c) V 
GERAL 
Gabarito: 
1. a) V b) V c) F 
2. a) V b) F c) V 
3. a) F b) V c) V 
4. a) F b) F c) V 
5. a) F b) V c) V 
6. a) F b) V c) V 
7. a) V b) F c) V 
8. a) V b) V c) F 
9. a) V b) F c) V 
10. a) V b) V c) F 
11. a) V b) V c) F 
12. a) V b) V c) V 
13. a) V b) F c) F 
14. a) V b) V c) V 
15. a) V b) V c) F 
16. a) V b) V c) F 
17. a) V b) V c) F 
18. a) V b) V c) V 
19. a) V b) F c) V 
20. a) V b) V c) F 
MEDICAÇÃO 
GABARITO: 
1. (V) 
2. (F) 
3. (F) 
4. (V) 
5. (V) 
6. (F) 
7. (V) 
8. (F) 
9. (V) 
10. (V) 
11. (V) 
12. (F) 
13. (F) 
14. (F) 
15. (V) 
16. (V) 
17. (V) 
18. (F) 
19. (F) 
20. (V) 
PRÓTESE 
1. a (V), b (F), c (V), d (F) 
2. a (V), b (F), c (V), d (F) 
3. a (F), b (F), c (V), d (F) 
4. a (V), b (F), c (V), d (F) 
5. a (V), b (V), c (F), d (V) 
6. a (V), b (F), c (V), d (F) 
7. a (V), b (V), c (F), d (V) 
8. a (V), b (F), c (V), d (F) 
9. a (F), b (V), c (F), d (F) 
10. a (V), b (F), c (F), d (V) 
PRÓTESE 2 
GABARITO: 
1. a (V), b (F), c (V), d (F) 
2. a (F), b (V), c (F), d (V) 
3. a (V), b (F), c (V), d (V) 
4. a (V), b (V), c (F), d (F) 
5. a (F), b (V), c (V), d (V) 
6. a (V), b (F), c (F), d (V) 
7. a (V), b (V), c (F), d (F) 
8. a (V), b (V), c (F), d (F) 
9. a (V), b (V), c (F), d (F) 
10. a (V), b (F), c (V), d (F) 
11. a (V), b (F), c (V), d (V) 
12. a (V), b (V), c (V), d (F) 
13. a (F), b (V), c (V), d (V) 
14. a (V), b (V), c (F), d (V) 
15. a (F), b (F), c (V), d (V) 
16. a (V), b (V), c (V), d (F) 
17. a (V), b (V), c (F), d (V) 
18. a (F), b (V), c (V), d (V) 
19. a (V), b (V), c (F), d (F) 
20. a (V), b (F), c (F), d (V) 
BIOSSEGURANÇA 
GABARITO: 
1. a (F), b (V), c (F), d (V) 
2. a (V), b (F), c (F), d (V) 
3. a (V), b (V), c (V), d (F) 
4. a (V), b (V), c (F), d (V) 
5. a (V), b (V), c (F), d (V) 
6. a (V), b (F), c (V), d (V) 
7. a (F), b (V), c (V), d (V) 
8. a (V), b (F), c (V), d (F) 
9. a (V), b (V), c (F), d (V) 
10. a (V), b (F), c (V), d (V) 
11. a (F), b (V), c (V), d (F) 
12. a (V), b (F), c (V), d (V) 
13. a (V), b (F), c (V), d (V) 
14. a (V), b (F), c (V), d (V) 
15. a (V), b (V), c (V), d (F) 
16. a (V), b (F), c (V), d (F) 
17. a (V), b (V), c (F), d (V) 
18. a (V), b (F), c (V), d (F) 
19. a (F), b (V), c (V), d (F) 
20. a (V), b (V), c (F), d (V) 
ORTODONTIA 
GABARITO: 
1. a (F), b (V), c (F), d (V) 
2. a (V), b (F), c (V), d (F) 
3. a (V), b (F), c (V), d (V) 
4. a (V), b (V), c (F), d (V) 
5. a (V), b (F), c (F), d (V) 
6. a (V), b (V), c (F), d (V) 
7. a (F), b (V), c (V), d (V) 
8. a (V), b (V), c (F), d (V) 
9. a (F), b (V), c (F), d (V) 
10. a (V), b (V), c (V), d (F) 
11. a (V), b (V), c (F), d (F) 
12. a (V), b (V), c (F), d (V) 
13. a (F), b (V), c (V), d (F) 
14. a (V), b (V), c (V), d (F) 
15. a (F), b (V), c (V), d (V) 
16. a (V), b (V), c (F), d (V) 
17. a (V), b (F), c (V), d (V) 
18. a (V), b (F), c (V), d (V) 
19. a (F), b (V), c (V), d (F) 
20. a (V), b (V), c (V), d (V) 
CASOS CLÍNICOS 
GABARITO: 
1. C 
2. C 
3. B 
4. C 
5. C 
6. D 
7. C 
8. C 
9. D 
10. B 
11. D 
12. E 
13. B 
14. C 
15. C 
16. C 
17. B 
18. A 
19. C 
20. D 
21. C 
22. D 
23. C 
24. B 
25. A 
26. B 
27. D 
28. B 
29. B 
30. B 
31. A 
32. C 
33. B 
34. C 
35. C 
36. C 
37. E 
38. A 
39. A 
40. B

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