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Planejamento e plano de ensino Autora Marta Thiago Scarpato 139_202501023151@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 07/06/2025 16:55 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 10 23 15 10 00 0 Objetivos Neste conteúdo vamos discutir a importância do ato de planejar no Ensino Superior, destacando a articulação que deve existir entre o planejamento de ensino e outros planos necessários para uma Instituição de Ensino Superior, como o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e o Projeto Pedagógico do Curso (PPC). 139_202501023151@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 07/06/2025 16:55 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 10 23 15 10 00 0 Planejar as aulas1 Planejar as aulas Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link: "https://player.vimeo.com/video/362644452". A prática docente exige a compreensão do sentido de planejar, sabendo para quê, o quê e como se vai ensinar sobre determinado conteúdo aos alunos, e isso está diretamente relacionado ao planejamento elaborado a cada início de curso ou de semestre pelo professor. Para uma eficaz execução desse ato de planejar, é importante conhecer a realidade em que vive o aluno, saber o que ele espera das aulas e apontar a importância daquela disciplina que estudará para a profissão que virá a exercer. Geralmente, a apresentação da proposta da disciplina é feita na primeira semana de aula na universidade. Para muitos alunos e, infelizmente, também para muitos professores, esse momento é visto como uma forma de matar o tempo da aula. Tanto que, nessa primeira semana, constatamos uma baixa frequência à universidade, pois não se compreende o real significado pedagógico desse momento. É justamente o momento dos combinados pedagógicos. Os professores que dão aulas para crianças compreendem bem esse significado, pois é o momento de combinar juntos como será a rotina de trabalho, o que pode e o que não pode ser feito naquele espaço da sala e no momento da aula. Afinal, dentro de um grupo é fundamental aprender a respeitar e conviver, não podendo cada um fazer o que quer na hora que quer. Não podemos controlar todas as situações do dia a dia. Então, como podemos garantir que o plano siga sem problemas? Na verdade, não há como, por isso o professor deve preparar um plano flexível. Para saber mais, acesse: novaescola.org.br [https://novaescola.org.br/conteudo/345/o-planejamento-deve-ser-flexivel] . 139_202501023151@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 07/06/2025 16:55 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 10 23 15 10 00 0 https://novaescola.org.br/conteudo/345/o-planejamento-deve-ser-flexivel https://novaescola.org.br/conteudo/345/o-planejamento-deve-ser-flexivel Nas aulas do Ensino Superior, também deve haver o momento dos combinados pedagógicos. O professor apresenta o seu plano de ensino, os procedimentos que usará para que os alunos aprendam, os instrumentos de avaliação que adotará e, por fim, o que se pode ou não fazer nesse espaço que é de convívio de um grupo, às vezes grande, chegando a até mais de 70 pessoas numa mesma sala. Vale ressaltar que não é só o professor que tem responsabilidade no processo de ensino- aprendizagem. O aluno também tem e precisa ser conscientizado de que é um elemento importante nessa dinâmica, com direitos e deveres a cumprir no decorrer do semestre, mesmo porque o sucesso ou o fracasso nesse processo não dependem só do professor. Os alunos geralmente acham que só têm direitos e se esquecem dos seus deveres. Partindo desses princípios, o ato de planejar pode começar a ser compreendido em seu real significado, além do aspecto burocrático, que seria fazer esse documento e entregar ao coordenador de curso. Isso acaba levando vários professores a simplesmente mudar a data do planejamento, sem revê-lo ou analisá-lo para as características daquela turma do curso que se inicia. O momento de construir ou rever o planejamento de ensino precisa ser um momento com competência profissional, como salienta Freire (2019, p. 91): Nenhuma autoridade docente se exerce ausente desta competência. O professor que não leve a sério sua formação, que não estude, que não se esforce para estar à altura de sua tarefa não tem força moral para coordenar as atividades de sua classe […]. Não pode ser um ato mecânico, automático e simplesmente burocrático, mas sim consciente, embutido de uma verdadeira compreensão e reflexão do que se pretende desenvolver, analisando se será mesmo significativo para a realidade de seus alunos. Caso contrário, de nada adiantará esse trabalho. O momento do planejamento deve ser algo extremamente prazeroso, como um momento de uma investigação para uma pesquisa, e, é necessário considerar que há vários aprendizes numa única sala, cada um é um indivíduo com experiências de vidas diferentes e esses alunos aprendem de diferentes maneiras, por isso é preciso diversificar o modo de ensinar (Scarpato, 2012, p. 74). O planejamento de ensino, o planejamento de curso, o programa, a ementa, conforme seja chamado numa instituição de Ensino Superior (IES), precisa ser analisado em suas diferentes etapas. Mas, antes de apresentá-lo, deve-se compreender que esse documento precisa estar articulado a outros planejamentos, como o plano de desenvolvimento institucional (PDI) e o projeto pedagógico do curso (PPC). Toda IES possui o seu PDI, até porque é exigência do MEC no momento de abertura e reconhecimento dos cursos de graduação e pós-graduação. Ele apresenta os objetivos e princípios educativos daquela instituição de ensino, e deve também demonstrar que a IES possui recursos para atingir suas metas. Já o PPC dos cursos de graduação e/ou pós-graduação expressa a proposta daquele curso especificamente, apresentando o objetivo, o perfil do egresso, a grade curricular, os critérios de avaliação etc. O projeto pedagógico do curso é também conceituado e concebido como projeto político-pedagógico: 139_202501023151@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 07/06/2025 16:55 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 10 23 15 10 00 0 Dizemos que o projeto pedagógico é um projeto político porque estabelece e dá sentido ao compromisso social que a Instituição de Ensino Superior assume com a formação de profissionais e de pesquisadores cidadãos que, na sociedade em que vivem, trabalhando como profissionais ou pesquisadores ou cientistas, desenvolvem sua participação e seu compromisso com a transformação da qualidade de vida dessa sociedade (Masetto, 2002, p. 60). Atividade reflexiva Vale debater com seus colegas sobre a responsabilidade de um professor, sabendo que, além das necessidades dos alunos, ele deve seguir as necessidades da instituição ao montar seu planejamento. Qual seria a melhor forma de planejar? Individual ou coletivamente? O professor deve conhecer o PPC e, se possível, participar da construção ou até da reformulação desse documento, mesmo porque ele contribui com a formação do profissional que aquele curso oferece dentro daquela IES. Mas essa participação de todos os professores que atuam num mesmo curso continua muito incipiente. Precisaria haver um avanço pedagógico nesse ponto para que eles deixem de ser os ministradores de uma disciplina e passem a ser docentes nesse curso e nessa IES, compreendendo seu papel pedagógico nesse contexto. Um planejamento de ensino precisa estar articulado ao PPC, e este, ao PDI, conforme o esquema: Figura – Planejamento de ensino Fonte: Elaborada pela autora (2023). O professor responsável por determinada disciplina deveria ser autor do seu planejamento de ensino, afinal, ele é um especialista na área em que se formou. Como observamos no esquema, não basta apenas saber redigir e entregar o seu planejamento de ensino. Ele deve estar a par do projeto pedagógico do curso e conhecer a realidade e o contexto em que a universidade está inserida, assim como o público que a frequenta, para saber melhor planejar e gerar uma aprendizagem significativa. É o professor quem deve saber o que, como e para que ensinar àqueles alunos, e seu planejamento de ensino deve seruma ação resultante de um processo integrador entre escola e contexto social, efetivada de forma crítica e transformadora pelo próprio professor. Isso significa dizer que as 139_202501023151@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 07/06/2025 16:55 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 10 23 15 10 00 0 https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/a454cceffe8e14d9fa178a7e819dc298.png https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/a454cceffe8e14d9fa178a7e819dc298.png atividades educativas seriam planejadas tendo como ponto de referência as problemáticas sociocultural, econômica e política do contexto onde a escola está inserida (Lopes, 2005, p. 58). Todo planejamento de ensino organiza-se com as seguintes etapas: identificação; ementa; objetivos de ensino: geral e específicos; conteúdo programático; procedimentos de ensino; recursos didáticos; avaliação da aprendizagem; e bibliografia. Todas elas devem estar articuladas. Essas nomenclaturas podem variar de uma IES para outra, mas todas devem ter os mesmos propósitos de expressar a proposta da disciplina. As características de um planejamento de ensino são estruturadas em: Identificação Em forma de cabeçalho, apresenta o plano, por exemplo: Curso. Disciplina. Semestre. Turno. Carga horária semestral. Professor responsável. Ano vigente. Ementa É uma descrição discursiva que resume o conteúdo de uma determinada disciplina. Deve explicitar seus objetivos, pontuando o que se pretende que os alunos aprendam. Objetivo de ensino É o que se pretende desenvolver e alcançar com os alunos, não se esquecendo de que se deve propiciar o desenvolvimento integral – cognitivo, afetivo, motor e social – dos discentes. Um professor precisa ter total clareza de quais são os seus objetivos no processo de ensino- aprendizagem. Eles podem ser expressos nos níveis: Geral: descreve o que se pretende que os alunos aprendam em longo prazo, ou seja, durante aquele semestre e/ou ano letivo, com a disciplina. A redação do objetivo geral deve ser feita num único parágrafo de três a quatro linhas. Específico: explicita bem detalhadamente o que se pretende que os alunos aprendam ao término daquela aula ou daquele conteúdo. A redação dos objetivos específicos é feita em tópicos e inicia-se com verbos no infinitivo, justamente para mostrar as ações específicas que se quer alcançar com os alunos. Considerando que devemos propiciar o desenvolvimento integral dos nossos alunos, a ideia apresentada por Coll (apud Zabala, 1998) é a de que devemos agrupar o que vamos ensinar segundo as tipologias conceitual, procedimental ou atitudinal. Propomos, numa mesma linha de raciocínio, que essas tipologias possam estar associadas à perspectiva de desenvolvimento integral dos alunos. A tipologia conceitual (Coll apud Zabala, 1998), ou do âmbito cognitivo (SCARPATO, 2012), leva o aluno a realmente compreender e não apenas memorizar fatos, propiciando uma aprendizagem significativa, fazendo com que ele aprenda a compreender. 139_202501023151@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 07/06/2025 16:55 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 10 23 15 10 00 0 A tipologia procedimental (COLL apud Zabala, 1998), ou do âmbito motor (Scarpato, 2012), propicia que se aprenda pela ação, refletindo sobre as atividades realizadas e percebendo que essa mesma aprendizagem pode ser aplicada em outros contextos. A tipologia atitudinal (Coll apud Zabala, 1998), ou do âmbito afetivo e social (Scarpato, 2012), deve ajudar o aluno a construir o conhecimento com base em atitudes, normas e valores vivenciados naquele aprendizado, revendo sua postura, seu modo de agir e de se relacionar com os colegas e o meio. Podemos observar que os objetivos específicos divididos em conceituais, procedimentais e atitudinais não focam apenas aprendizagens fragmentadas e isoladas dos alunos, por exemplo, só a cognitiva, mas seus desenvolvimentos integrais. Conteúdo programático São os temas a serem estudados. É o professor quem seleciona os conteúdos mais adequados e significativos para a realidade daquela IES, daquele curso e principalmente daqueles alunos. É necessário compreender que o interesse no aprendizado de determinado conteúdo está muito associado à compreensão do aluno sobre o quanto aquele tema é significativo e relevante para sua formação profissional. Como lembra Meirieu (1998, p. 54), “uma aprendizagem se realiza quando um indivíduo toma informação em seu meio em função de um projeto pessoal”. Procedimento de ensino Essa etapa do planejamento pode ser chamada de metodologia de ensino, estratégias de aprendizagem ou técnicas de ensino. Optamos pelo uso do termo “procedimento” por acreditar na concepção defendida por Turra (1982, p. 36) de que são “[…] ações, processos ou comportamentos planejados pelo professor, para colocar o aluno em contato direto com coisas, fatos ou fenômenos que lhes possibilitem modificar sua conduta, em função dos objetivos previstos”. Uma aula expositiva, um debate, uma pesquisa de campo, uma dramatização, um seminário, cada um desses procedimentos que o professor adotar na sua aula apoiará o desenvolvimento de diferentes habilidades, como falar, escrever, raciocinar, movimentar-se etc. Essa etapa do planejamento pode ser redigida em tópicos, sem a necessidade de descrever detalhadamente como a atividade será dada aos alunos. Mais adiante, serão apresentados diferentes procedimentos de ensino que poderão ser usados nas aulas. Recursos didáticos São os diversos materiais que o professor usará em suas aulas, lembrando que eles serão utilizados para estimular o ambiente de aprendizagem. Em conjunto com os procedimentos de ensino, apoiam e facilitam o processo de ensino-aprendizagem, ajudando a (Scarpato, 2012, p. 35): despertar o interesse; motivar; desenvolver a percepção; orientar e fixar a aprendizagem; provocar a ação; conhecer a partir do contato; 139_202501023151@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 07/06/2025 16:55 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 10 23 15 10 00 0 concretizar ideias e fatos. Avaliação da aprendizagem São variados instrumentos que o professor adotará para avaliar a aprendizagem dos alunos. É necessário planejar bem quais instrumentos serão adotados para verificar se eles realmente aprenderam ou se simplesmente decoraram para a prova. Um professor pode ter muita dificuldade de compreender o verdadeiro significado da avaliação, ainda mais aquele sem formação pedagógica, que acaba avaliando do modo como foi avaliado, nunca refletindo sobre esse ato e precisando observar cada aluno em suas características. Cada IES tem liberdade para definir os critérios de avaliação que adotará, o que geralmente está expresso nos PDIs e nos PPCs. Muitas adotam a famosa semana de provas, até porque muitos dirigentes dessas IES desconhecem o sentido pedagógico do ato de avaliar. A avaliação deve ser contínua durante todo o semestre e com vários instrumentos, por exemplo, prova, trabalho em grupo ou individual, entre outros. Nessa etapa do planejamento de ensino o professor apenas cita quais instrumentos usará. Bibliografia É o conjunto dos livros, capítulos de livros e artigos que o professor usará com os alunos, o que chamamos de bibliografia básica. Ainda há a bibliografia complementar, que tem o intuito de apresentar obras que poderão ser estudadas posteriormente para aumentar os conhecimentos referentes à disciplina estudada. Figura – Conhecimento do aluno Fonte: Tonucci (1997). 139_202501023151@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 07/06/2025 16:55 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 10 23 15 10 00 0 https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/b96e7687e23f3285ae1321486b53ac86.jpeg https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/b96e7687e23f3285ae1321486b53ac86.jpeg Figura – Avaliação Fonte: Tonucci (1997). Curso: Licenciatura. Disciplina: Didática. Semestre: 1º semestre. Turno: matutino e noturno. Carga horária semestral: 80 horas. Professora responsável: Marta Scarpato. Anovigente: 2012. Ementa A educação brasileira e a didática. O papel sociopolítico da escola. O processo de ensino- aprendizagem. O planejamento de ensino e suas etapas. O espaço da sala de aula. Relações interpessoais: professor e aluno. Objetivo geral Refletir sobre a educação brasileira no Ensino Fundamental e Médio, tendo por foco a formação e a atuação do educador, a fim de buscar o aperfeiçoamento e/ou transformação da ação profissional. Objetivos específicos Discutir o processo de formação do educador na realidade brasileira, levando em consideração os aspectos culturais, econômicos, políticos e histórico-sociais. Reconhecer a didática como disciplina pedagógica. Compreender o educador como profissional responsável por desencadear o processo de construção do conhecimento e como agente de transformação social. Caracterizar os elementos do processo de ensino-aprendizagem. Exemplo de plano de ensino1.1 139_202501023151@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 07/06/2025 16:55 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 10 23 15 10 00 0 https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/5aaad9e2f007a383a2ea233fc17b1c3b.jpeg https://objetos.institutophorte.com.br/PDF_generator_realize/images/5aaad9e2f007a383a2ea233fc17b1c3b.jpeg Refletir sobre o processo de ensino-aprendizagem a partir de uma visão integral do ser humano. Reconhecer o planejamento de atividades didáticas como instrumento da educação. Distinguir os níveis do planejamento educacional e as possibilidades de atuação do educador. Analisar as etapas do planejamento de ensino e sua relação com a avaliação da aprendizagem. Conteúdos O papel da educação e do educador. Formação de educadores. A didática, o papel do professor e as tendências em educação. Ensinar e aprender: desafios do educador. O planejamento educacional. Planejamento de ensino. Objetivos de ensino. Conteúdos de ensino. Procedimentos de ensino. Recursos de ensino. Avaliação educacional: aspectos epistemológicos. Avaliação do processo de ensino-aprendizagem. A prática educativa brasileira. Procedimentos de ensino As aulas consistirão na combinação adequada de: aula expositiva, debate, estudo de caso, trabalhos individuais e em grupos. Recursos didáticos Datashow, textos, artigos, filmes. Avaliação da aprendizagem Ao longo do curso, o aluno será continuamente avaliado por meio de: trabalhos e relatórios individuais ou em grupo; participação e assiduidade; autoavaliação. 139_202501023151@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 07/06/2025 16:55 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 10 23 15 10 00 0 Recapitulando Neste conteúdo pudemos perceber o quão importante é para o professor saber planejar seu curso e suas aulas, assim como cada uma das etapas do planejamento de ensino, a fim de compreender seu papel como agente de transformação social. 139_202501023151@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 07/06/2025 16:55 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 10 23 15 10 00 0 Autoria Autora Doutorado em Educação (Psicologia da Educação) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) – 2002 a 2006. Mestrado em Educação Física (Educação Motora) pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – 1996 a 1999. Graduação em Pedagogia com habilitação em Orientação Educacional e Supervisão Escolar pela PUC-SP – 1990 a 1993. Marta Thiago Scarpato 139_202501023151@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 07/06/2025 16:55 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 10 23 15 10 00 0 Glossário Do latim assiduusouassiduitate, esta palavra remete para algo ou alguém que é ocupado, constante ou contínuo. Umindivíduo assíduo é alguém que não falta, ou que aparece frequentemente. Fonte: significados.com.br/assiduidade [https://www.significados.com.br/assiduidade/] . Tipologia é a ciência que estuda os tipos, a diferença intuitiva e conceitual de formas de modelo ou básicas. A tipologia é muito usada na área de estudos sistemáticos, para definir diferentes categorias. Fonte: significados.com.br/tipologia [https://www.significados.com.br/tipologia/] . Assiduidade Tipologia 139_202501023151@aluno.admcsc.com.br - Aluno - Impresso em 07/06/2025 16:55 - 139 00 00 13 90 00 02 02 50 10 23 15 10 00 0 https://www.significados.com.br/assiduidade/ https://www.significados.com.br/assiduidade/ https://www.significados.com.br/tipologia/ https://www.significados.com.br/tipologia/ Bibliografia ALMEIDA, L. R.; MAHONEY, A. A. (orgs.) A constituição da pessoa na proposta de Henri Wallon. São Paulo: Loyola, 2004. ANASTASIOU, L.; ALVES, L. Processos de ensinagem na universidade. Joinville: Univille, 2004. ARROYO, M. G. Imagens quebradas: trajetórias e tempos de alunos e mestres. Petrópolis: Vozes, 2004. AZANHA, J. M. A formação do professor e outros escritos. São Paulo: Senac, 2006. BRANDÃO, C. da F. LDB passo a passo: lei de diretrizes e bases da educação nacional, Lei nº 9.394/96 comentada e interpretada, artigo por artigo. 4. ed. rev. e ampl. São Paulo: Avercamp, 2010. CARLINI, A. Procedimentos de ensino: escolher e decidir. In: SCARPATO, M. 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