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Planejamento e plano de ensino

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Andrey Lins

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Planejamento e plano
de ensino
Autora
Marta Thiago Scarpato
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Objetivos
Neste conteúdo vamos discutir a importância do ato de planejar no Ensino Superior,
destacando a articulação que deve existir entre o planejamento de ensino e outros planos
necessários para uma Instituição de Ensino Superior, como o Plano de Desenvolvimento
Institucional (PDI) e o Projeto Pedagógico do Curso (PPC).
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Planejar as aulas1
Planejar as aulas
Escaneie a imagem ao lado com um app QR code para assistir o vídeo ou acesse o link:
"https://player.vimeo.com/video/362644452".
A prática docente exige a compreensão do sentido de planejar, sabendo para quê, o quê e
como se vai ensinar sobre determinado conteúdo aos alunos, e isso está diretamente
relacionado ao planejamento elaborado a cada início de curso ou de semestre pelo professor.
Para uma eficaz execução desse ato de planejar, é importante conhecer a realidade em que
vive o aluno, saber o que ele espera das aulas e apontar a importância daquela disciplina que
estudará para a profissão que virá a exercer.
Geralmente, a apresentação da proposta da disciplina é feita na primeira semana de aula na
universidade. Para muitos alunos e, infelizmente, também para muitos professores, esse
momento é visto como uma forma de matar o tempo da aula. Tanto que, nessa primeira
semana, constatamos uma baixa frequência à universidade, pois não se compreende o real
significado pedagógico desse momento. É justamente o momento dos combinados
pedagógicos. Os professores que dão aulas para crianças compreendem bem esse significado,
pois é o momento de combinar juntos como será a rotina de trabalho, o que pode e o que não
pode ser feito naquele espaço da sala e no momento da aula. Afinal, dentro de um grupo é
fundamental aprender a respeitar e conviver, não podendo cada um fazer o que quer na hora
que quer.
Não podemos controlar todas as situações do dia a dia. Então, como podemos garantir que o
plano siga sem problemas? Na verdade, não há como, por isso o professor deve preparar um
plano flexível. Para saber mais, acesse: novaescola.org.br
[https://novaescola.org.br/conteudo/345/o-planejamento-deve-ser-flexivel] .
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Nas aulas do Ensino Superior, também deve haver o momento dos combinados pedagógicos. O
professor apresenta o seu plano de ensino, os procedimentos que usará para que os alunos
aprendam, os instrumentos de avaliação que adotará e, por fim, o que se pode ou não fazer
nesse espaço que é de convívio de um grupo, às vezes grande, chegando a até mais de 70
pessoas numa mesma sala.
Vale ressaltar que não é só o professor que tem responsabilidade no processo de ensino-
aprendizagem. O aluno também tem e precisa ser conscientizado de que é um elemento
importante nessa dinâmica, com direitos e deveres a cumprir no decorrer do semestre, mesmo
porque o sucesso ou o fracasso nesse processo não dependem só do professor. Os alunos
geralmente acham que só têm direitos e se esquecem dos seus deveres.
Partindo desses princípios, o ato de planejar pode começar a ser compreendido em seu real
significado, além do aspecto burocrático, que seria fazer esse documento e entregar ao
coordenador de curso. Isso acaba levando vários professores a simplesmente mudar a data do
planejamento, sem revê-lo ou analisá-lo para as características daquela turma do curso que se
inicia.
O momento de construir ou rever o planejamento de ensino precisa ser um momento com
competência profissional, como salienta Freire (2019, p. 91):
Nenhuma autoridade docente se exerce ausente desta competência. O professor que
não leve a sério sua formação, que não estude, que não se esforce para estar à altura de
sua tarefa não tem força moral para coordenar as atividades de sua classe […].
Não pode ser um ato mecânico, automático e simplesmente burocrático, mas sim consciente,
embutido de uma verdadeira compreensão e reflexão do que se pretende desenvolver,
analisando se será mesmo significativo para a realidade de seus alunos. Caso contrário, de
nada adiantará esse trabalho.
O momento do planejamento deve ser algo extremamente prazeroso, como um
momento de uma investigação para uma pesquisa, e, é necessário considerar que há
vários aprendizes numa única sala, cada um é um indivíduo com experiências de vidas
diferentes e esses alunos aprendem de diferentes maneiras, por isso é preciso
diversificar o modo de ensinar (Scarpato, 2012, p. 74).
O planejamento de ensino, o planejamento de curso, o programa, a ementa, conforme seja
chamado numa instituição de Ensino Superior (IES), precisa ser analisado em suas diferentes
etapas. Mas, antes de apresentá-lo, deve-se compreender que esse documento precisa estar
articulado a outros planejamentos, como o plano de desenvolvimento institucional (PDI) e o
projeto pedagógico do curso (PPC).
Toda IES possui o seu PDI, até porque é exigência do MEC no momento de abertura e
reconhecimento dos cursos de graduação e pós-graduação. Ele apresenta os objetivos e
princípios educativos daquela instituição de ensino, e deve também demonstrar que a IES
possui recursos para atingir suas metas.
Já o PPC dos cursos de graduação e/ou pós-graduação expressa a proposta daquele curso
especificamente, apresentando o objetivo, o perfil do egresso, a grade curricular, os critérios de
avaliação etc. O projeto pedagógico do curso é também conceituado e concebido como projeto
político-pedagógico:
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Dizemos que o projeto pedagógico é um projeto político porque estabelece e dá sentido
ao compromisso social que a Instituição de Ensino Superior assume com a formação de
profissionais e de pesquisadores cidadãos que, na sociedade em que vivem, trabalhando
como profissionais ou pesquisadores ou cientistas, desenvolvem sua participação e seu
compromisso com a transformação da qualidade de vida dessa sociedade (Masetto,
2002, p. 60).
Atividade reflexiva
Vale debater com seus colegas sobre a responsabilidade de um professor, sabendo que, além
das necessidades dos alunos, ele deve seguir as necessidades da instituição ao montar seu
planejamento. Qual seria a melhor forma de planejar? Individual ou coletivamente?
O professor deve conhecer o PPC e, se possível, participar da construção ou até da
reformulação desse documento, mesmo porque ele contribui com a formação do profissional
que aquele curso oferece dentro daquela IES. Mas essa participação de todos os professores
que atuam num mesmo curso continua muito incipiente. Precisaria haver um avanço
pedagógico nesse ponto para que eles deixem de ser os ministradores de uma disciplina e
passem a ser docentes nesse curso e nessa IES, compreendendo seu papel pedagógico nesse
contexto.
Um planejamento de ensino precisa estar articulado ao PPC, e este, ao PDI, conforme o
esquema:
Figura – Planejamento de ensino
Fonte: Elaborada pela autora (2023).
O professor responsável por determinada disciplina deveria ser autor do seu planejamento de
ensino, afinal, ele é um especialista na área em que se formou. Como observamos no esquema,
não basta apenas saber redigir e entregar o seu planejamento de ensino. Ele deve estar a par
do projeto pedagógico do curso e conhecer a realidade e o contexto em que a universidade
está inserida, assim como o público que a frequenta, para saber melhor planejar e gerar uma
aprendizagem significativa.
É o professor quem deve saber o que, como e para que ensinar àqueles alunos, e seu
planejamento de ensino deve seruma
ação resultante de um processo integrador entre escola e contexto social, efetivada de
forma crítica e transformadora pelo próprio professor. Isso significa dizer que as
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atividades educativas seriam planejadas tendo como ponto de referência as
problemáticas sociocultural, econômica e política do contexto onde a escola está
inserida (Lopes, 2005, p. 58).
Todo planejamento de ensino organiza-se com as seguintes etapas: identificação; ementa;
objetivos de ensino: geral e específicos; conteúdo programático; procedimentos de ensino;
recursos didáticos; avaliação da aprendizagem; e bibliografia. Todas elas devem estar
articuladas. Essas nomenclaturas podem variar de uma IES para outra, mas todas devem ter os
mesmos propósitos de expressar a proposta da disciplina.
As características de um planejamento de ensino são estruturadas em:
Identificação
Em forma de cabeçalho, apresenta o plano, por exemplo:
Curso.
Disciplina.
Semestre.
Turno.
Carga horária semestral.
Professor responsável.
Ano vigente.
Ementa
É uma descrição discursiva que resume o conteúdo de uma determinada disciplina. Deve
explicitar seus objetivos, pontuando o que se pretende que os alunos aprendam.
Objetivo de ensino
É o que se pretende desenvolver e alcançar com os alunos, não se esquecendo de que se deve
propiciar o desenvolvimento integral – cognitivo, afetivo, motor e social – dos discentes. Um
professor precisa ter total clareza de quais são os seus objetivos no processo de ensino-
aprendizagem. Eles podem ser expressos nos níveis:
Geral: descreve o que se pretende que os alunos aprendam em longo prazo, ou seja,
durante aquele semestre e/ou ano letivo, com a disciplina. A redação do objetivo geral
deve ser feita num único parágrafo de três a quatro linhas.
Específico: explicita bem detalhadamente o que se pretende que os alunos aprendam
ao término daquela aula ou daquele conteúdo. A redação dos objetivos específicos é
feita em tópicos e inicia-se com verbos no infinitivo, justamente para mostrar as
ações específicas que se quer alcançar com os alunos.
Considerando que devemos propiciar o desenvolvimento integral dos nossos alunos, a ideia
apresentada por Coll (apud Zabala, 1998) é a de que devemos agrupar o que vamos ensinar
segundo as tipologias conceitual, procedimental ou atitudinal. Propomos, numa mesma linha
de raciocínio, que essas tipologias possam estar associadas à perspectiva de desenvolvimento
integral dos alunos.
A tipologia conceitual (Coll apud Zabala, 1998), ou do âmbito cognitivo (SCARPATO, 2012), leva
o aluno a realmente compreender e não apenas memorizar fatos, propiciando uma
aprendizagem significativa, fazendo com que ele aprenda a compreender.
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A tipologia procedimental (COLL apud Zabala, 1998), ou do âmbito motor (Scarpato, 2012),
propicia que se aprenda pela ação, refletindo sobre as atividades realizadas e percebendo que
essa mesma aprendizagem pode ser aplicada em outros contextos.
A tipologia atitudinal (Coll apud Zabala, 1998), ou do âmbito afetivo e social (Scarpato, 2012),
deve ajudar o aluno a construir o conhecimento com base em atitudes, normas e valores
vivenciados naquele aprendizado, revendo sua postura, seu modo de agir e de se relacionar
com os colegas e o meio.
Podemos observar que os objetivos específicos divididos em conceituais, procedimentais e
atitudinais não focam apenas aprendizagens fragmentadas e isoladas dos alunos, por
exemplo, só a cognitiva, mas seus desenvolvimentos integrais.
Conteúdo programático
São os temas a serem estudados. É o professor quem seleciona os conteúdos mais adequados
e significativos para a realidade daquela IES, daquele curso e principalmente daqueles alunos.
É necessário compreender que o interesse no aprendizado de determinado conteúdo está
muito associado à compreensão do aluno sobre o quanto aquele tema é significativo e
relevante para sua formação profissional. Como lembra Meirieu (1998, p. 54), “uma
aprendizagem se realiza quando um indivíduo toma informação em seu meio em função de um
projeto pessoal”.
Procedimento de ensino
Essa etapa do planejamento pode ser chamada de metodologia de ensino, estratégias de
aprendizagem ou técnicas de ensino. Optamos pelo uso do termo “procedimento” por acreditar
na concepção defendida por Turra (1982, p. 36) de que são “[…] ações, processos ou
comportamentos planejados pelo professor, para colocar o aluno em contato direto com
coisas, fatos ou fenômenos que lhes possibilitem modificar sua conduta, em função dos
objetivos previstos”.
Uma aula expositiva, um debate, uma pesquisa de campo, uma dramatização, um seminário,
cada um desses procedimentos que o professor adotar na sua aula apoiará o desenvolvimento
de diferentes habilidades, como falar, escrever, raciocinar, movimentar-se etc.
Essa etapa do planejamento pode ser redigida em tópicos, sem a necessidade de descrever
detalhadamente como a atividade será dada aos alunos. Mais adiante, serão apresentados
diferentes procedimentos de ensino que poderão ser usados nas aulas.
Recursos didáticos
São os diversos materiais que o professor usará em suas aulas, lembrando que eles serão
utilizados para estimular o ambiente de aprendizagem. Em conjunto com os procedimentos de
ensino, apoiam e facilitam o processo de ensino-aprendizagem, ajudando a (Scarpato, 2012, p.
35):
despertar o interesse;
motivar;
desenvolver a percepção;
orientar e fixar a aprendizagem;
provocar a ação;
conhecer a partir do contato;
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concretizar ideias e fatos.
Avaliação da aprendizagem
São variados instrumentos que o professor adotará para avaliar a aprendizagem dos alunos. É
necessário planejar bem quais instrumentos serão adotados para verificar se eles realmente
aprenderam ou se simplesmente decoraram para a prova.
Um professor pode ter muita dificuldade de compreender o verdadeiro significado da avaliação,
ainda mais aquele sem formação pedagógica, que acaba avaliando do modo como foi avaliado,
nunca refletindo sobre esse ato e precisando observar cada aluno em suas características.
Cada IES tem liberdade para definir os critérios de avaliação que adotará, o que geralmente
está expresso nos PDIs e nos PPCs. Muitas adotam a famosa semana de provas, até porque
muitos dirigentes dessas IES desconhecem o sentido pedagógico do ato de avaliar.
A avaliação deve ser contínua durante todo o semestre e com vários instrumentos, por
exemplo, prova, trabalho em grupo ou individual, entre outros. Nessa etapa do planejamento de
ensino o professor apenas cita quais instrumentos usará.
Bibliografia
É o conjunto dos livros, capítulos de livros e artigos que o professor usará com os alunos, o
que chamamos de bibliografia básica. Ainda há a bibliografia complementar, que tem o intuito
de apresentar obras que poderão ser estudadas posteriormente para aumentar os
conhecimentos referentes à disciplina estudada.
Figura – Conhecimento do aluno
Fonte: Tonucci (1997).
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Figura – Avaliação
Fonte: Tonucci (1997).
Curso: Licenciatura.
Disciplina: Didática.
Semestre: 1º semestre.
Turno: matutino e noturno.
Carga horária semestral: 80 horas.
Professora responsável: Marta Scarpato.
Anovigente: 2012.
Ementa
A educação brasileira e a didática. O papel sociopolítico da escola. O processo de ensino-
aprendizagem. O planejamento de ensino e suas etapas. O espaço da sala de aula. Relações
interpessoais: professor e aluno.
Objetivo geral
Refletir sobre a educação brasileira no Ensino Fundamental e Médio, tendo por foco a
formação e a atuação do educador, a fim de buscar o aperfeiçoamento e/ou transformação da
ação profissional.
Objetivos específicos
Discutir o processo de formação do educador na realidade brasileira, levando em
consideração os aspectos culturais, econômicos, políticos e histórico-sociais.
Reconhecer a didática como disciplina pedagógica.
Compreender o educador como profissional responsável por desencadear o processo
de construção do conhecimento e como agente de transformação social.
Caracterizar os elementos do processo de ensino-aprendizagem.
Exemplo de plano de ensino1.1
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Refletir sobre o processo de ensino-aprendizagem a partir de uma visão integral do
ser humano.
Reconhecer o planejamento de atividades didáticas como instrumento da educação.
Distinguir os níveis do planejamento educacional e as possibilidades de atuação do
educador.
Analisar as etapas do planejamento de ensino e sua relação com a avaliação da
aprendizagem.
Conteúdos
O papel da educação e do educador.
Formação de educadores.
A didática, o papel do professor e as tendências em educação.
Ensinar e aprender: desafios do educador.
O planejamento educacional.
Planejamento de ensino.
Objetivos de ensino.
Conteúdos de ensino.
Procedimentos de ensino.
Recursos de ensino.
Avaliação educacional: aspectos epistemológicos.
Avaliação do processo de ensino-aprendizagem.
A prática educativa brasileira.
Procedimentos de ensino
As aulas consistirão na combinação adequada de: aula expositiva, debate, estudo de caso,
trabalhos individuais e em grupos.
Recursos didáticos
Datashow, textos, artigos, filmes.
Avaliação da aprendizagem
Ao longo do curso, o aluno será continuamente avaliado por meio de:
trabalhos e relatórios individuais ou em grupo;
participação e assiduidade;
autoavaliação.
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Recapitulando
Neste conteúdo pudemos perceber o quão importante é para o professor saber planejar seu
curso e suas aulas, assim como cada uma das etapas do planejamento de ensino, a fim de
compreender seu papel como agente de transformação social.
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Autoria
Autora
Doutorado em Educação (Psicologia da Educação) pela Pontifícia Universidade Católica de São
Paulo (PUC-SP) – 2002 a 2006. Mestrado em Educação Física (Educação Motora) pela
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – 1996 a 1999. Graduação em Pedagogia com
habilitação em Orientação Educacional e Supervisão Escolar pela PUC-SP – 1990 a 1993.
Marta Thiago Scarpato
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Glossário
Do latim assiduusouassiduitate, esta palavra remete para algo ou alguém que é ocupado,
constante ou contínuo. Umindivíduo assíduo é alguém que não falta, ou que aparece
frequentemente. Fonte: significados.com.br/assiduidade
[https://www.significados.com.br/assiduidade/] .
Tipologia é a ciência que estuda os tipos, a diferença intuitiva e conceitual de formas de
modelo ou básicas. A tipologia é muito usada na área de estudos sistemáticos, para definir
diferentes categorias. Fonte: significados.com.br/tipologia
[https://www.significados.com.br/tipologia/] .
Assiduidade
Tipologia
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Bibliografia
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Vozes, 2004.
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BRANDÃO, C. da F. LDB passo a passo: lei de diretrizes e bases da educação nacional, Lei nº
9.394/96 comentada e interpretada, artigo por artigo. 4. ed. rev. e ampl. São Paulo: Avercamp,
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