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ATIVIDADE FÍSICA E ESPORTIVA PARA GRUPOS ESPECIAIS Atividade 1 (A1) "A PNS revelou que a carga de morbidade das DCNT no país é elevada, cerca de 45% da população declara pelo menos uma doença crônica e as mulheres relatam mais DCNT que os homens. O diagnóstico médico de hipertensão arterial é relatado por cerca de um quinto da população adulta, seguido pelo problema crônico de coluna. Outras DCNT, como depressão e diabetes, também têm frequências elevadas. As outras doenças mentais apresentaram os maiores graus de limitação; em sequência, foram relatados AVC, artrite, dores de coluna" (MALTA et al., 2015, p. 11). MALTA, D. C. et al. A vigilância e o monitoramento das principais doenças crônicas não transmissíveis no Brasil - Pesquisa Nacional de Saúde, 2013. Revista Brasileira de Epidemiologia, [S. l.], v. 18, supl. 2, p. 3-16, 2015. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbepid/a/wxBbmB3rBkZy3BcYTtq5Spk/?lang=pt&forma t=pdf. Acesso em: 5 set. 2022. Sabendo que doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) são condições médicas ou doenças que, por definição, não são infecciosas e, portanto, não podem ser transmitidas de pessoa para pessoa, explique, com suas palavras, como surgem as epidemias de DCNT. Resposta; As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) surgem como resultado de uma combinação de fatores genéticos, fisiológicos, ambientais e comportamentais. Elas são chamadas de 'não transmissíveis' porque não são causadas por agentes infecciosos e, portanto, não podem ser passadas de uma pessoa para outra como doenças infecciosas, como a gripe. O surgimento de epidemias de DCNT está ligado a várias razões: 1. Mudanças no Estilo de Vida: Com a urbanização e a industrialização, a vida das pessoas tornou-se mais sedentária, com menos atividade física regular e um aumento no consumo de alimentos processados e ricos em calorias. Isso pode levar à obesidade, um fator de risco para várias DCNT. 2. Hábitos Alimentares: Dietas ricas em gorduras saturadas, açúcares e sal, mas pobres em frutas, vegetais e fibras, são fatores que contribuem significantemente para o desenvolvimento de DCNT como diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e hipertensão. 3. Tabagismo e Álcool: O uso de tabaco e o consumo excessivo de álcool estão entre os principais fatores de risco para DCNT, incluindo câncer, doenças cardíacas e doenças respiratórias crônicas. 4. Envelhecimento Populacional: À medida que as populações vivem mais, a incidência de DCNT tende a aumentar, já que muitas dessas doenças, como Alzheimer e artrite, são mais comuns em idades avançadas. 5. Desigualdades Socioeconômicas e Acesso a Serviços de Saúde: Pessoas em grupos socioeconômicos mais baixos podem ter menos acesso a cuidados de saúde e educação, o que poderia aumentar o risco de desenvolvimento e complicações associadas às DCNT. A combinação desses fatores pode levar a um aumento significativo nos casos de DCNT em uma população, caracterizando uma epidemia. Para mitigar isso, são necessárias intervenções que promovam estilos de vida mais saudáveis, mudanças na dieta, aumento de atividade física, além de políticas públicas eficazes para reduzir o consumo de tabaco e álcool. Nome: Karen Dantas Barbosa RA:2022216233