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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ 
Elizangela Lima
INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA E A CONTRIBUIÇÃO DO GESTOR E EDUCADOR EDUCACIONAL NA INCLUSÃO NO CONTEXTO ESCOLAR
Belo Horizonte 
2025 
UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ 
 Elizangela Lima
INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA E A CONTRIBUIÇÃO DO GESTOR E EDUCADOR EDUCACIONAL NA INCLUSÃO NO CONTEXTO ESCOLAR
Trabalho de Pesquisa apresentado como exigência da disciplina, Projeto de pesquisa em educação. 
Professora Orientadora: Marcia Faria. 
Belo Horizonte 
2025
SUMÁRIO 2
INTRODUÇÃO	4
Apresentação do Tema	4
Contextualização do Problema	5
Hipótese	6
Objetivos	6
Justificativa	7
REVISÃO DE LITERATURA	9
METODOLOGIA	10
BIBLIOGRAFIA	11
1. INTRODUÇÃO
1.1 Apresentação do tema
Este Projeto de pesquisa tem como objetivo estruturar e direcionar a investigação científica, delineando o tema, o problema a serem resolvidos, os objetivos a serem alcançados e a metodologia a ser utilizada. Referência o plano de trabalho um projeto que guia o pesquisador desde a concepção da ideia até a obtenção e análise dos resultados. O interesse em pesquisar sobre este tema surgiu a partir das experiências práticas profissionais do grupo, onde vivenciaram situações relacionadas ao tema, sendo estagiaria na área da inclusão. E de suma importância o conhecimento mais aprofundado sobre o tema para que os futuros professores possam desenvolver uma prática de sucesso junto aos alunos, sendo também assunto de polemica e muitas duvidas, sendo necessário um aprofundamento teórico e de pesquisas para uma melhor compreensão do tema. 
A escola deve estar envolvida, e sempre atenta, buscando compor entre os professores um trabalho colaborativo. A família deve acompanhar o processo de aprendizagem dão aluno. A inclusão de alunos com deficiência é um desafio enorme para professores e gestores. Tirando as exceções aqui e ali a maior parte dos docentes concorda que todos os meninos e meninas têm direito à educação. A divisão só começa quando o assunto vai para o como fazer, nesse momento, até os corações mais generosos não travam, é difícil fazer algo para qual você não foi preparado. Diante da falta do conhecimento e da diversidade características físicas e mentais, o papel da escola para esses alunos com deficiência.
O gestor deve contribuir ir para que escola se torne efetivamente uma escola inclusiva, ele deve elaborar projetos escolares, visando o aprimoramento da sua proposta pedagógica e da aprendizagem dos alunos, além de buscar recursos materiais didáticos e novas estratégias de ensino para auxiliarem no aprendizado do aluno com necessidades especiais. A escola precisa fazer esse acolhimento acreditar no desenvolvimento do estudante e fazer acontecer, é muito importante que o gestor escolar construa ao lado da comunidade iniciativas que podem efetivamente impactar todo o entorno permitindo que a criança e o adolescente se desenvolvam em toda sua integridade, cada aluno tem um tempo e uma forma de aprender, no entanto construir planos de aprendizagem é muito importante, o aluno ele tem nome uma história e sabe o que aprendeu, o que não aprendeu por isso manter os canais de comunicação abertos e oferecer ajuda e ter escuta ativa e empatia, o gestor escolar diz que a presença de um familiar que saiba lidar com a tecnologia podem ser fundamentais neste momento de pandemia, o gestor têm papel fundamental de coordenação, orientação durante o trabalho remoto e em futuro retorno presencial.
1.2 Contextualização do problema
Nas últimas décadas a implementação de sistemas educativos inclusivos tem sido um dos grandes desafios impostos a educadores e gestor de escolas publica e privadas no Brasil. Os maiores obstáculos nessa caminhada é a respeito do planejamento de base curricular que contemple as necessidades educacionais especiais e a diversidade escolar, o gestor escolar é essencial para que o sistema educacional inclusivo seja implementado de forma democrática e reflexiva de todos envolvidos. O diretor pode ajudar as pessoas a encararem os medos, encorajar as tentativas de novos comportamentos e reforços a favor do objetivo da inclusão. O saber de um professor não é um conjunto de conteúdos cognitivos definidos de uma vez por todas, mas um processo em construção ao longo de uma carreira profissional na qual o professor aprende progressivamente a dominar seu ambiente de trabalho. São várias as propostas de educação inclusiva em nosso país. 
A Lei nº. 12.764/12 - Lei Berenice Piana que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA) para apresentar os antecedentes que dão base a sua questão de pesquisa. Em seguida, deve trazer com clareza qual é a questão/problema que vai nortear seu trabalho de pesquisa. Mediante as reflexões surgiu o seguinte tema com a referente pergunta: como o gestor e o educador educacional consegue contribuir para a inclusão no contexto escolar? Atualmente a deficiência intelectual tem sido compreendida a partir da ênfase no funcionamento do intelecto de determinado sujeito, quando as pessoas cujo funcionamento intelectual é considerado normal acabaram sendo classificadas como deficientes recomenda-se um acompanhamento constante do aluno em situação de inclusão por parte de um professor auxiliar ou especialista com momentos fora da sala de aula em atendimento especializados passando por uma modalidade que demanda uma adaptação por parte desse aluno para se adequar a escola.
1.3 Hipóteses
É de suma importância o conhecimento mais aprofundado sobre o tema para que, como futuras pedagogas, possamos desenvolver uma prática de sucesso junto aos alunos. As leituras elencadas sobre o assunto permitirão um estudo mais aprofundado sobre o tema. Para proporcionar resultados positivos e ações eficazes faz necessidade focar na sensibilização e conscientização da comunidade escolar e extraescolar, pois a adaptação do ambiente físico e no desenvolvimento de estratégias pedagógicas será necessária para atendarem às necessidades individuais dos alunos. 
Além disso, a participação ativa das famílias e da comunidade é essencial para criar uma cultura de respeito e inclusão. A disposição do desenvolvimento de novas habilidades e do exercício da criatividade pode ser uma grande aliada. Materiais educativos podem ser adaptados de forma simples, como o uso de livros em áudio ou a confecção de cartazes com informações visuais mais acessíveis. O objetivo é garantir que o ambiente físico não se torne uma barreira ao aprendizado. Promover a convivência entre crianças com momentos compartilhados vivência e experiências diferenciadas.
 Desenvolver atividades em grupo, projetos colaborativos e dinâmicos que valorizem as características de cada indivíduo. Utilizar a tecnologia para a busca de novas estratégias e instrumentos que ajudam no desenvolvimento do cognitivo pode contribuir significativamente, pois além de apoiar os alunos, a tecnologia também capacita os professores.
1.4 Objetivos
Objetivo geral: Oportunizar ações, estratégias e a garantia do acesso e da igualdade de oportunidades de aprendizagem para todos os alunos, independente de suas características individuais, e promover a participação ativa de todos no processo educativo.
Objetivos Específicos:
· Compreender o Transtorno do Espectro Autista (TEA);
· Analisar as dificuldades da Instituição Educacional para promover a mediação com o objetivo do desenvolvimento integral da criança autista; 
· Observar a contribuição no processo de aprendizagem da criança autista quando o trabalho é desenvolvido em conjunto família/escola/profissionais especializados;
· Desenvolver práticas inclusivas para os alunos com deficiência no contexto escolar;
· Colaborar, através da adoção de estratégias adequadas, para a inclusão educacional dos alunos com deficiência;
· Compreender as ações relacionadas à acessibilidade universal
1.5 Justificativa
Diante da importância de se ter uma escola verdadeiramente inclusiva, se faznecessário que pesquisas em torno do papel do mediador e da sua contribuição para o desenvolvimento da criança autista sejam realizadas. Para que desta forma, possamos compreender como o trabalho desse profissional pode auxiliar o desenvolvimento da criança autista e contribuir significativamente para o processo de inclusão escolar.
Cada indivíduo tem suas condições de progredir em sua singuralidade, avançar dentro de suas possibilidades e demonstrar suas habilidades e desenvolver competências, portanto é uma ação que não tem fim. A cada dia o processo inclusivo apresenta um novo desafio, uma nova surpresa, uma nova reflexão é algo muito importante porque a inclusão deve ser um compromisso de todos e não apenas uma preocupação de um ou dois professores que tem em suas salas alunos de inclusão.
Percebe-se o papel da gestão escolar e garantir a acessibilidade aos alunos com necessidades educacionais especiais, o papel da gestão é a democracia e a participação que garante a possibilidade de modificação no atual sistema de educação escolar. Esse entendimento requer para o conjunto, para o processo de inclusão constante, sobre nossas concepções em relação às pessoas com deficiência e sobre como essas concepções tem se posicionado aos alunos na escola, em relação aos conceitos de normalidade e anormalidade, incluir significa elaborar estratégias pedagógicas que permitam que este aluno para desenvolver seus potenciais diferenciados, sendo de suma importância que este aluno seja compreendido na sua diversidade.
Não cabe mais o discurso de ser contra ou a favor da inclusão, pois todos são chamados a comprometer-se com ela. E quando falamos em todos não estamos nos referindo somente à escola ou aos professores, mas a todas as instituições (educacionais ou não) e distintos profissionais. (PROVIN, 2015, p.28).
A escola deve garantir que uma pessoa por meio do conhecimento organizado tenha um lugar no mundo por isso a inclusão não é um favor feito ao aluno é direito do estudante e dever para oferecer um ensino que atenda a diversidade e tem uma escola pautada na gestão democrática, o gestor deve contribuir para que a escola se torne efetivamente uma escola inclusiva ele deve elaborar projetos escolares visando o aprimoramento de suas propostas pedagógicas e de aprendizagem dos alunos, além de buscar recursos, materiais didáticos e novas estratégias de ensino para auxiliarem no aprendizado do aluno com necessidades especiais. Assim, os campos de experiências constituem-se em situações concretas da vida cotidiana das crianças e seus saberes, entrelaçando-os aos conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, sendo eles: ✓ O eu, o outro e o nós; ✓ Corpo, gestos e movimentos; ✓ Traços, sons, cores e formas; ✓ Escuta, fala, pensamento e imaginação; ✓ Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações (BRASIL, 2018). Desta forma, destacamos segundo a BNCC (2018) as áreas do conhecimento do Ensino Fundamental: ✓ Linguagens; ✓ Matemática; ✓ Ciências da Natureza; ✓ Ciências Humanas; ✓ Ensino Religioso. Na BNCC (2018), o Ensino Médio está organizado em quatro áreas do conhecimento, conforme determina a LDB, sendo elas: ✓ Linguagens e suas Tecnologias; ✓ Matemática e suas Tecnologias; ✓ Ciências da Natureza e suas Tecnologias; ✓ Ciências Humanas e Sociais Aplicadas (BRASIL, 2018).
2. REVISÃO DE LITERATURA
A gestão escolar deve ser democrática onde a participação de toda a comunidade escolar e a escola se torna mais ativa, deve haver diálogo daqueles que participam da educação, mediadas pelo gestor, em que todos enfrentam as dificuldades que possam surgir com educação inclusiva. Percebe-se que acesso de pessoas com necessidades especiais ao ensino regular, muitas vezes são dificultadas ou até mesmo negadas sob a alegação que a escola não tem condições físicas e humanas para recebê-las. Tais condutas como essas são discriminatórias, o acesso à escola são para todos sem distinção de raça cor sexo idade entre outras formas de exclusão. 
A gestão da escola deve garantir o direito da criança com necessidades especiais adotando metodologias compartilhadas com toda a comunidade escolar com professores, pais, alunos, orientadores psicólogos e equipe gestora. A inclusão é um processo de responsabilidade pessoal e coletivo, em sua construção que em constante variação, revisão e transformação, inclusão é um direito e dever de todos, inclusão é sinônimo de respeito e valorização da educação e da diversidade. Dando oportunidade para que todos consigam o sucesso na sua aprendizagem escolar.
Essa visão da deficiência, quando não complementada por uma concepção social, o que se nota devido ao baixo número de pesquisas na área das humanidades, pode interpor barreiras para uma efetiva mudança paradigmática da sociedade em relação à pessoa com deficiência. (MATA, 2018, p. 27).
A Gestão escolar não significa somente técnica métodos, mas refere-se à capacidade de compreender e analisar de forma crítica a realidade e orientar e estimular na busca de resultados com qualidade, seu trabalho está voltado para relações sociais buscando o melhor e trabalhando para a transformação considerando sempre o aspecto do cotidiano escolar é fundamental que o gestor escolar esteja na mediação dos mecanismos para a promoção da educação inclusiva, é dos procedimentos didáticos em sala de aula. 
É importante conhecer os documentos legais e suas contribuições para o processo de educação inclusiva e seus deslocamentos no processo de inclusão, porém as legislações não indicam formas de planejar, avaliar e acompanhar os alunos na escola. Até porque, conforme discutimos anteriormente, não se trata de fornecer receitas para esse processo, mas justamente pensá-lo e planejá-lo coletiva e constantemente. (PROVIN, 2015, p.38).
Na organização da escola e na busca de qualidade e transparência na gestão, pois ele é responsável pelo comportamento do professor, pois adquire uma importância para estes para este superar barreiras apoiando e levantando o a inovarem e sentir mais seguro, para o gestor primeiro é preciso construir uma comunidade inclusiva que engloba o planejamento e o desenvolvimento curricular, depois preparar a equipe para trabalhar de forma cooperativa e compartilhar seus saberes, a fim de desenvolver um programa de equipe em processo contínuo, e logo em seguida criar métodos de comunicação entre a comunidade e escola, por último criar um tempo para reflexão sobre a prática desenvolvida. 
Segundo VEIGA (2014) O gestor está promovendo uma educação inclusiva quando abre espaço para o diálogo, a troca de experiência e interação entre todos de uma forma que respeita as diferenças respeitando a individualidade de cada um, uma vez que a mudança não se deve ser obrigatória e sim parada com coragem com novas tentativas, assim se for preciso e caminhando rumo ao objetivo da inclusão.
3. METODOLOGIA
Para o alcance dos objetivos deste trabalho, esta pesquisa se classifica como qualitativa, ou seja, não serão apresentados dados estatísticos durante a análise dos resultados. De acordo com Collis e Hussey (2005 apud Müller, 2013, p. 96), “esse tipo de pesquisa é voltado a pesquisadores que possuem pouco conhecimento sobre o assunto pesquisado [...].”. A pesquisa conta ainda com os seguintes procedimentos técnicos: Levantamento bibliográfico de materiais já publicados sobre o tema; um objeto de análise que nos auxiliará na reflexão sobre o assunto deste trabalho. 
Os saberes pedagógicos devem fazer uso de recursos, instrumentos metodológicos para intervir na aprendizagem dos alunos, esse conjunto de saberes que vão permitir que a inclusão fosse estabelecida em nossa sociedade. Os preconceitos devem ser separados em favor do recolhimento dos alunos e seus potencias que, em as experiências lúdicas motivadoras e que portam de suas necessidades, o professor deve estar aberto a novidades, a flexibilidade e a criatividade.
BIBLIOGRAFIA
BRASIL, Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012. 
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996.
BRASIL. Ministério da Educação.Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.
MATA, Andreia Silva -Deficiência intelectual: análise da produção científica com base no modelo biomédico e modelo social da deficiência- Filos. e Educ., Campinas, SP. 2018.
MANTOAN, Maria Teresa Eglé. Inclusão escolar : o que é? por quê? como fazer? - São Paulo: Moderna, 2003. 
MENDES, Rodrigo Hübner. Educação inclusiva na prática: experiências que ilustram como podemos acolher todos e perseguir altas expectativas para cada um. — São Paulo: Fundação Santillana, 2020.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica CNE/CEB. Brasília, 2013. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/docman/julho-2013-pdf/13677-diretrizes-educacao-basica-2013-pdf/file Acesso 13 Abril 2021. Acesso 13 abr. 2025.
PROVIN, Priscila; KLEIN, Rejane Ramos. Inclusão e educação [recurso eletrônico]: construindo práticas pedagógicas inclusivas– São Leopoldo. 2015.
TÉDDE, Samantha. Crianças com deficiência intelectual: a aprendizagem e a inclusão - Americana: Centro Universitário Salesiano de São Paulo, 2012. 
Disponível em: https://www.uniapaemg.org.br/wpcontent/uploads/2018/04/CRIANCAS_COM_DEFICIENCIA_INTELECTUAL_A_APRENDIZAGEM_E_AINCLUSAO_DissertaCAo_de_Mestrado.pdf Acesso 13 abr. 2025.
VEIGA, Lígia Correa Lustosa da. O papel do gestor escolar no processo de inclusão de alunos com necessidades educativas especiais. Brasília, 2014.
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