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Criança José Luis Cislagui da silva de sexo masculino e 6 anos e 5 meses de idade, nascido em 11/04/2018, no estado de Santa Catarina, mudou-se para o Paraná há 1 ano e meio, e desde então faz acompanhamento na nossa UBS. Mora com a Mãe Juliana Cislagui da Silva quem é a sua principal cuidadora e sua avó materna. Já o pai do José Luis visita ele 1 vez por mês, acompanhando-o um fim de semana completo as vezes se atrasa pois é motorista de carreta. Juliana a mãe do José trabalha como motorista de aplicativo quando ele está na escola. A interação da Juliana com o seu filho chega a ser especial, pois o José Luis tem diagnostico de Autismo Infantil ( TEA) transtorno do espectro autista. Essa relação envolve desafios únicos, mas também oportunidades significativas de crescimento e aprendizado mútuo. A gravidez do José Luis ocorreu sem intercorrências até as 39 semanas, o parto foi normal e desde cedo houve a preocupação do choro constante da criança, aos 8 meses de idade já não dormia e chorava a noite toda, a essa idade o José se sentava só e aos 11 meses começou a caminhar, aos 14 meses falava mãe, pai,água e aos 18 meses parou de falar (apraxia), foi avaliado pelos especialistas e foi dado o diagnóstico de TEA. Desde então foram uma serie de desafios para sua principal cuidadora como para o resto da família, começando pela aceitação do diagnóstico, educação sobre o TEA, estabelecimento de rotinas estruturadas, comunicação adaptada, modelagem comportamental, busca de apoio em redes de apoio e envolvimento de toda a família, podemos dizer que a interação entre a Juliana e o seu filho com autismo infantil tem sido baseada em amor, compreensão e adaptação às necessidades especiais da criança. A Jose Luis estuda em uma escola normal (5to ano). Tem uma alimentação peculiar, pois na come comidas coloridas como verduras e legumes, a sua preferência é por arroz e feijão, carnes e pão, bolachas feitas pela avó e alguns doces mais não são a prioridade.
Exame Geral:  Criança de bom aspecto geral, aparentemente saudável, ativa e alerta.
Fácies:  Sem sinais de dor ou desconforto, leves sinais de ansiedade.
Comportamento: Criança hiperativa.
Pele e mucosas:  Pele e mucosas úmidas e normo coradas sem sinais de desidratação, cianose,icterícia ou lesões cutâneas.
Estado Nutricional: Criança com avaliação nutricional de sobrepeso.
2. Sinais Vitais
Temperatura:  36,3°C .
Freqüência Cardíaca:  108 batimentos por minuto.
Freqüência Respiratória: 18 respirações por minuto.
Pressão Arterial: Não foi aferida.
3. Exame físico por sistemas.
Sistema Respiratório: Ausculta Pulmonar com  sons respiratórios normais sem estertores ou roncos.
Sistema Cardiovascular: Ausculta Cardíaca com ritmo cardíaco regular, sem sopros.
Sistema Digestivo: Na palpação o abdômen encontra se macio, sem dor, fígado e baços levemente palpáveis.
Sistema Neurológico: Na avaliação do desenvolvimento, apresenta reflexos e coordenação motora sem alterações. Não consegue pronunciar a R e S (dislalia).
Sistema Musculoesquelético: Membros superiores e inferiores simétricos, força muscular e amplitude de movimentos preservada.
O José Luis tem uma altura de 130 cm e um peso de 26 kg pelo que na avaliação antropométrica encontra se acima do 97 percentil e escore Z +2. Ou seja, é uma criança significativamente maior e mais pesada que outras da sua idade.
Criança não faz uso de suplementação. Mantém uma higiene bucal adequada com visita ao dentista a cada 6 meses, sem caries.
O registro das vacinas do calendário nacional de vacinas encontra se atualizado, constando nele um total de 36 vacinas e reforços aplicados até a data da consulta.
Pelas características do José Luis ser uma criança com autismo a prevenção de acidentes torna se uma tarefa contínua e diferente,   o objetivo é garantir que a criança esteja segura, e ao mesmo tempo promover um ambiente familiar acolhedor e solidário, para isso será necessário realizar uma conscientização sobre riscos, ou seja  discutir com família como as crianças autistas podem ter dificuldades em perceber perigos, como quedas, fugas ou acidentes com objetos cortantes, oferecer dicas praticas para prevenção como instalações seguras na própria casa entre elas o uso de grades e telas, recomendando a instalação de grades em janelas e varandas para evitar quedas. Orientar o armazenamento seguro de produtos de limpeza, remédios e objetos cortantes fora do alcance da criança. Também é interessante explicar à família que cada criança autista pode ter diferentes sensibilidades sensoriais pelo que seria oportuno identifica lhas para evitar desconfortos, o uso de protetores auditivos em ambientes ruidosos torna se indispensável com algumas crianças com TEA. Treinar a família em habilidades sociais discutindo a importância de ensinar a criança sobre segurança e como reconhecer situações perigosas a traves do Jogo, torna se praticamente imprescindível.
Ao estudar o tema identificamos que mesmo que o José Luis ter um seguimento priorizado na cidade onde ele mora em quanto á atenção especializada, existem ações que podem ser aprimoradas e que melhorariam o desenvolvimento da criança na sociedade, no domicílio e ambiente educacional. Podemos citar a terapia física focada em habilidades motoras e atividades recreativas que incentivem o movimento. Realização de atividades lúcidas e jogos educativos que promovam o raciocínio lógico e a concentração. Participação em grupos de socialização e terapia ocupacional focada em habilidades sociais. Identificamos que a criança realiza terapia fonoaudiológica focada em habilidades de comunicação funcional e uso de recursos visuais para apoio. Dentre os agravos identificados podemos mencionar as dificuldades de comunicação pela dislalia que apresenta, assim como dificuldades em formar frases completas para fazer perguntas e expressar necessidades. Problemas na comunicação pelo fato de evitar o contato visual, que dificulta o contato emocional e dificuldades em fazer amigos pela falta de interesse de brincar com outras crianças.
Para o acompanhamento e tratamento de uma criança com autismo, levando em consideração os aspectos biopsicossociais, um bom plano deve ser abrangente e integrado, abordando as dimensões biológicas, psicológicas e sociais da vida da criança. Na continuação vamos mostrar umas propostas de planos que incorporam esses aspectos:
Plano de Acompanhamento e Tratamento:
1. Avaliação Inicial 
Objetivo: Realizar uma avaliação abrangente para entender as necessidades específicas da criança.
Ações: Consultas com profissionais de saúde (pediatra, psiquiatra, psicólogo,fonoaudiólogo e Fisioterapeuta).
Aplicação de escalas de avaliação do desenvolvimento e testes específicos para autismo.
2.  Intervenções Biológicas
Objetivo: Abordar questões médicas e nutricionais que possam impactar o desenvolvimento.
Ações: Monitoramento regular da saúde física (exames médicos periódicos).
Avaliação nutricional para garantir uma dieta equilibrada que favoreça o desenvolvimento.
Consideração de intervenções médicas, se necessário (uso de medicamentos sob supervisão médica). No momento em uso de Venvanse 30 MG, 1 comp. por dia.
3. Intervenções Psicológicas
Objetivo: Promover o desenvolvimento emocional e social da criança.
Ações: Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) para trabalhar habilidades sociais e manejo das emoções.
Terapia ocupacional para desenvolver habilidades motoras e funcionais.
Fonoaudiologia para melhorar a comunicação e a linguagem em criança com dislalia diagnosticada.
4. Intervenções Sociais
Objetivo: Facilitar a inclusão social e o suporte familiar.
Ações: Grupos de apoio para pais e familiares, promovendo a troca de experiências e estratégias.
Atividades extracurriculares adaptadas que incentivem a interação social (esportes, artes).
Envolvimento da escola no processo educacional, com adaptações curriculares conforme necessário.
5. Apoio à Família
Objetivo: Fortalecer a rede de suporte ao redor da criança.
Ações: Sessões educativas para pais sobre autismo e estratégias demanejo em casa.
Aconselhamento familiar para lidar com desafios emocionais relacionados ao cuidado da criança.
6. Monitoramento e Avaliação Contínua
Objetivo: Avaliar o progresso da criança e ajustar o plano conforme necessário.
Ações: Reuniões regulares com a equipe multidisciplinar para discutir o progresso e as dificuldades.
Revisão periódica das metas do tratamento e adaptação das intervenções conforme necessário.
Consideramos que este plano é flexível e adaptável às necessidades individuais da criança com autismo, sempre respeitando seu ritmo de aprendizado e desenvolvimento. A colaboração entre os profissionais de saúde, educadores e familiares será essencial para garantir um ambiente de apoio que favoreça o crescimento integral da criança. A abordagem biopsicossocial permitirá uma compreensão mais ampla do autismo, reconhecendo a importância das interações sociais, do contexto familiar e das necessidades individuais do José Luis.
As possíveis estratégias a serem incorporadas para aprimorar e qualificar os acompanhamentos de rotina de crianças e adolescentes serão enumeradas no final do desafio de forma conjunta para ambos. 
A nossa Adolescente escolhida é Amanda de Andrade de 15 anos e 11 meses de idade, nascida o dia 06/11/2008, no estado de Paraná, no município de Campina Grande do Sul, onde continua morando com os seus dois pais, a sua principal cuidadora é sua mãe Cristiane Aparecida de Jesus, quem manteve uma ralação de mai/pai por algum tempo onde o casal teve períodos de instabilidade. A interação de Amanda é principalmente com sua mãe, baseada no diálogo aberto e escuta ativa, onde ela se sente a vontade para expressar seus pensamentos e sentimentos fortalecendo um vincula de confiança entre ambas e que de forma abrupta foi interrompido recentemente quando Amanda deixou de confessar seus sentimentos e pensamentos a sua mãe. A Cristiane reconhece a independência de sua filha de 15 anos permitindo que tome algumas decisões respeitando seu espaço e promovendo respeito mutuo. Amanda sempre foi atendida na mesma UBS, mesmo assim só conseguimos acesso nos três últimos anos no seu prontuário eletrônico, pois a prefeitura deixou de usar o ESUS e os dados não foram transferidos para o sistema atual. Há aproximadamente 3 meses Amanda foi trazida na UBS por queixas de dor no peito e constantes suspiros, que os pais interpretavam como falta de ar. Ante a insistência da dor torácica foram solicitados vários exames, dentre eles eletrocardiograma. Amanda foi medicada para dor e sempre foi questionada a possibilidade da Adolescente apresentar sintomas de ansiedade. Imediatamente negada pelos pais. Foi encaminhada ao Cardiologista a pedido dos pais que não esperaram a vaga pelo SUS e decidiram consultar no serviço privado, onde foi examinada, foram realizados exames e foi diagnosticada como ansiedade. Posterior a essa consulta Amanda confessou para sua mãe que estava sofrendo Bullying na escola por conta de defender e ficar do lado de outra menina que já sofria fazia tempo, aparentemente por escolhas sexuais, me confirmou Cristiane quando veio buscar um encaminhamento para o Psicólogo.
Amanda se alimenta sem restrições de alimentos e come todo o que é oferecido na sua casa, e sem fazer a diferencia da maioria dos adolescentes com dietas ricas em carboidratos e açúcares dentre eles lanches, comidas rápidas, doces, sorvetes etc.
Exame Físico: Sinais vitais.
 PA: 120/70 mmhg
 FC: 111 bpm 
 FR: 18 rpm. Sat: 98%
Temperatura 36.5 graus.
Ao exame geral paciente corada, hidratada, anictérica.
Cardiovascular: Bulhas rítmicas, normofonéticas em 2 tempos sem sopros.
Respiratório: Eupneica, murmúrio vesicular presente em ambos os pulmões, sem ruídos adventícios.
Abdome: Flácido, indolor à palpação, ruídos hidroaéreos presentes, sem víceromegalias.
MMII: Pulsos presentes, sem edemas.
Neurológico: Glashow 15, sem sinais de irritação meningea.
Amanda tem uma altura de 159 cm e um peso de 69 kg. 
IMC: 27,29 kg/m2. Classificada de sobrepeso.
 O processo de maturação biológica e o aparecimento de caracteres sexuais secundários começaram por volta dos 11 anos, já a menarca da paciente ocorreu aos 13 anos de idades e segundo a classificação dos estágios de Tanner o desenvolvimento puberal das mamas é de M4 e do púbis P4, segundo dados fornecidos pela mãe da adolescente, pois não foi realizado exame físico respeitando o pudor da adolescente.
Não faz uso de suplementos e mantém uma higiene bucal adequada, realiza o escovado dental de forma correta e utiliza o fio dental sempre depois das refeições. Avaliação odontológica a cada 6 meses, sempre no posto de saúde. Esquema vacinal atualizado com 2 doses para vacina do HPV. No total sumam 37 doses e reforços de vacina na sua carteirinha de vacinação.
Como mencionamos anteriormente Amanda tem sofrido de crises de ansiedades secundarias ao bullying sofrido na escola, o que a identifica como uma adolescente com riscos de acidentes tanto físicos quanto emocionais, pois as crises de ansiedades que podem desencadear comportamentos autodestrutivos ou a tentativa de fuga de situações sociais. Também a exposição continua ao bulliying pode resultar em crises de depressão afetando o bem estar emocional da adolescente e sua capacidade de lidar com situações cotidianas. Já em casos mais graves a adolescente pode recorrer à autolesão como uma forma de expressar sua dor emocional. Ao abordar o bullying e suas conseqüências de forma proativa com Amanda e sua família é possível reduzir significativamente os riscos associados e promover um ambiente mais seguro para a adolescente e sua família.
Ampliar os conhecimentos sobre o Bullying no caso de Amanda ajudou a encontrar varias atividades que podem ser aprimoradas para melhor tratamento do caso tanto pelos pais como na escola. Incentivando a adolescente a compartilhar suas experiências e preocupações aos pais, sem ser julgada fazendo que ela se sinta segura. Os pais devem estar atentos a mudanças no comportamento da adolescente, como isolamento social ou alterações no humor. Manter contato próximo com a escola é fundamental e os pais devem informar aos professores sobre a situação e trabalhar em conjunto para encontrar soluções. Encaminhar a adolescente para consultar um psicólogo pode ajudar a adolescente a desenvolver estratégias para lidar com o bullying e fortalecer sua autoestima, no caso de Amanda já esta em seguimento pelo profissional.
Dentre os agravos identificados na adolescente uma vez que confessou aos seus pais que sofria de Bulling podemos mencionar a percepção negativa da paciente contra se mesmo, afetando sua autoconfiança. Vários episódios de ansiedade (motivo da primeira consulta), dificultando a interação com os outros. Isolamento social ao afastar se de alguns amigos e sinais de agressividade como uma forma de lidar com sua dor emocional ou mecanismo de defesa também foram identificados.
Um bom plano para o acompanhamento e tratamento de uma adolescente de 15 anos que sofre bullying deve considerar os aspectos biopsicossociais, abordando as dimensões biológicas, psicológicas e sociais da sua vida.
1. Avaliação Inicial.
Entrevistas e Questionários: Realizar uma avaliação inicial com a adolescente e, se possível, com os pais para entender a gravidade da situação e suas conseqüências.
Identificação de Sintomas: Avaliar sintomas físicos (como dores de cabeça ou problemas gastrointestinais) e emocionais (ansiedade, depressão).
 2. Apoio Psicológico.
Terapia Individual: Iniciar sessões de psicoterapia, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), para ajudar a adolescente a processar suas experiências e desenvolver estratégias de enfrentamento.
Grupos de Apoio: Participar de grupos terapêuticos com outras vítimas de bullying para compartilhar experiências e construir um senso de comunidade.
 3. Desenvolvimento de Habilidades Sociais.
Treinamento em Habilidades Sociais: Implementar programas que ensinem habilidades sociais, como comunicação assertiva, resolução de conflitos e empatia.
AtividadesExtracurriculares: Incentivar a participação em clubes ou esportes que promovam interações sociais positivas.
 
4. Envolvimento Familiar.
Sessões de Família: Realizar encontros com os pais para discutir o impacto do bullying e como eles podem apoiar a adolescente.
Educação sobre Bullying: Fornecer informações aos pais sobre o bullying, suas conseqüências e como reconhecer sinais de sofrimento emocional.
5. Colaboração com a Escola.
Comunicação com Educadores: Informar professores e conselheiros escolares sobre a situação da adolescente para que possam monitorar possíveis incidentes de bullying.
Políticas Anti-Bullying: Trabalhar em conjunto com a escola para programar ou reforçar políticas contra o bullying, incluindo campanhas educativas e canais de denúncia.
6. Monitoramento Contínuo
Reavaliações Regulares: Realizar avaliações periódicas para monitorar o progresso da adolescente e ajustar o plano conforme necessário.
Feedback dos Pais e Educadores: Manter um canal aberto para feedback contínuo dos pais e professores sobre mudanças no comportamento da adolescente.
Um plano abrangente deve ser flexível e adaptável às necessidades da adolescente, garantindo que ela receba o suporte necessário em todas as áreas da sua vida. A colaboração entre família, escola e profissionais de saúde é essencial para promover um ambiente seguro e acolhedor que ajude a adolescente a superar os efeitos do bullying.
Em quanto ao desenvolvimento pessoal desta adolescente conseguimos identificar experiências negativas que afetaram na capacidade de desenvolver empatia e relacionamentos saudáveis, assim como o estresse emocional que resultou na queda do rendimento acadêmico.
Para aprimorar e qualificar os acompanhamentos de rotina de crianças e adolescentes na nossa UBS, é fundamental implementar estratégias que considerem aspectos educacionais, emocionais e sociais. 
1. Estabelecimento de Rotinas Estruturadas.
Cronogramas Visuais: Criar um cronograma diário que inclua horários para estudos, atividades extracurriculares e momentos de lazer. Isso ajuda as crianças a entenderem melhor suas responsabilidades e a se organizarem.
Ambiente de Estudo: Preparar um espaço acolhedor e livre de distrações para o estudo, promovendo um ambiente propício à concentração 
2. Promoção da Autonomia
Tarefas Diárias: Incentivar crianças e adolescentes a realizarem tarefas diárias sozinhos, como preparar o material escolar ou fazer o dever de casa. Isso ajuda no desenvolvimento da responsabilidade e da autoconfiança 
Tomada de Decisões: Envolver os jovens em decisões cotidianas, como escolher atividades ou horários, para fomentar a autonomia 
3. Apoio Emocional e Social
Diálogo Aberto: Manter uma comunicação constante sobre o que aconteceu durante o dia, incentivando a expressão de sentimentos e preocupações, isso fortalece a relação entre pais e filhos e ajuda a identificar problemas precocemente.
Grupos de Apoio: Promover ou participar de grupos onde crianças e adolescentes possam compartilhar experiências, especialmente aqueles que enfrentam desafios semelhantes, como bullying.
4. Uso de Tecnologia Educativa
Aplicativos de Rotina: Utilizar aplicativos que ajudam na organização das tarefas diárias, com lembretes e recompensas por tarefas concluídas. Isso torna o acompanhamento mais interativo e motivador 
Recursos Online: Incorporar plataformas digitais educativas que tornem o aprendizado mais dinâmico e envolvente.
5. Atividades Físicas e Lúdicas
Esportes e Recreação: Incentivar a prática regular de esportes ou atividades físicas para promover a saúde física e mental, atividades lúdicas também são essenciais para o desenvolvimento social.
Metodologias Ativas: Programar metodologias que estimulem a participação ativa dos jovens no aprendizado, como projetos em grupo ou apresentações.
6. Monitoramento Contínuo
Avaliações Regulares: Realizar avaliações periódicas do progresso acadêmico e emocional, ajustando as estratégias conforme necessário.
Feedback Positivo: Oferecer feedback construtivo sobre o desempenho nas atividades, valorizando os esforços e conquistas diárias.
Essas estratégias visam criar um ambiente mais estruturado, acolhedor e interativo para crianças e adolescentes, promovendo não apenas o aprendizado acadêmico, mas também o desenvolvimento emocional e social. A colaboração entre família, escola e comunidade é essencial para garantir um acompanhamento eficaz e qualificado. Um desafio de grande magnitude para uma UBS com instabilidade de profissionais sobre tudo de técnicas de enfermagem e ACS.

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