Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

2024 
DE SEMIOTÉCNICA 
 
GUIA BÁSICO 
 
ENFERMAGEM 
2024 
 
 
 
 
 
 
CENTRO INTEGRADO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL – CIFOP 
CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM 
 
DISCIPLINA: SEMIOTÉCNICA 
DOCENTE: CLEITON DE FARIAS 
 
DISCENTE: ERISLAYNE DE MOURA F. DOS SANTOS 
 TURMA: 36-A TURNO: VESPERTINO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PORTIFÓLIO 
GUIA BÁSICO DE SEMIOTÉCNICA DA ENFERMAGEM 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MACAÍBA/RN 
FEVEREIRO/2024 
 
 
ERISLAYNE DE MOURA F. DOS SANTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
PORTIFÓLIO 
GUIA BÁSICO DE SEMIOTÉCNICA DA ENFERMAGEM 
 
 
 
Portifólio realizado para o componente 
curricular de Semiotécnica da Enfermagem, 
ministrado pelo docente Cleiton Farias no curso 
de Técnico em Enfermagem do Centro de 
Formação Profissional (CIFOP), como uma 
avaliação para ser somada a outras para 
obtenção da nota final da disciplina. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MACAÍBA/RN 
FEVEREIRO/2024 
 
 
SUMÁRIO 
 
1. Semiologia e semiotécnica 
2. Atribuições dos profissionais de enfermagem (técnico em enfermagem) 
3. Orientações para a execução correta dos procedimentos 
4. Posições no leito 
5. Lesão por pressão (LPP) 
6. Curativos 
7. Fleet enema (lavagem intestinal) 
8. Cuidado do corpo pós-morte 
9. Exames laboratoriais 
10. Punção venosa periférica 
11. Vias de administração parental 
- Os 9 certos na administração de medicamentos 
- Via intramuscular 
- Via subcutânea 
- Via intradérmica 
- Via intravenosa 
12. Sinais vitais 
- Temperatura 
- Pulso/frequência cardíaca 
- Frequência respiratória 
- Pressão arterial 
- Dor 
13. Evolução e anotações de enfermagem 
14. Conclusão 
 
 
 
 
SEMIOLOGIA X SEMIOTÉCNICA 
 
Nas práticas da enfermagem, há uma grande diversidade de fundamentos indispensáveis 
para o exercício do trabalho dos profissionais da área, dentre eles, se faz necessário analisarmos 
e entendermos dois fundamentos, a semiologia e a semiotécnica. 
- Semiologia: o conceito de semiologia pode ser compreendido como uma ciência que estuda 
os sinais e sintomas. Por intermédio dela, podemos conhecer melhor o paciente para além das 
suas queixas, tomando ciência de outras informações como: condições sociais, influências 
genéticas e os hábitos de vida do indivíduo. 
VOCÊ SABIA QUE SINAIS E SINTOMAS SÃO CONCEITOS DIFERENTES? 
SINAIS: manifestações clínicas identificadas através de exames físicos. 
Ex: (edema, alteração da frequência cardíaca, epistaxe, urticária, etc) 
SINTOMAS: tudo que é relatado pelo paciente. 
Ex: (cefaleia, fadiga, náusea, fadiga, etc) 
- Semioténica: o conceito de semiotécnica pode ser compreendido como o estudo e ensino dos 
procedimentos que devem ser executados para cuidar do paciente. Nesse campo, encontram-se 
presentes diversas técnicas que serão realizadas pelos profissionais da enfermagem 
(enfermeiros, técnicos em enfermagem e auxiliares) nos três níveis de atendimentos previstos 
pelas políticas do SUS. 
 
ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM 
(TÉCNICO EM ENFERMAGEM) 
 
1. Preparar o paciente para consultas, exames e tratamentos; 
2. Observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas; 
3. Executar os tratamentos prescritos ou de rotina, assim, ministrando medicamentos, 
executando controle hídrico, realizando curativos; 
4. Conservar e aplicar as vacinas; 
5. Colher material para exames laboratoriais; 
6. Prestar cuidados de enfermagem no pré, trans e pós-operatório; 
7. Circular em salas de cirurgia e, se necessário, instrumentar; 
8. Prestar cuidados de higiene e conforto ao paciente e zelar por sua segurança; 
9. Participar de atividade de educação em saúde; 
10. Participar dos procedimentos de pós-morte. 
 
 
 
ORIENTAÇÕES PARA A EXECUÇÃO CORRETA 
 DOS PROCEDIMENTOS 
 
A execução dos procedimentos que são atribuídos aos técnicos em enfermagem e aos 
demais profissionais da área, necessitam estar vinculados a algumas orientações essenciais para 
o pleno cumprimento das atividades. Esses princípios devem ser seguidos com o intuito de 
assegurar a segurança e o conforto do paciente, como também garantir a economia de tempo, 
espaço e material. Segue abaixo quais são as orientações para a execução correta dos 
procedimentos: 
 
• Segurança do paciente: 
- Identificação correta do paciente; 
- Boa comunicação entre a equipe de profissionais; 
- Assepsia realizada corretamente; 
- Manutenção e calibração dos equipamentos; 
- Administração segura dos medicamentos prescritos. 
 
• Conforto do paciente: 
- Ser atencioso, educado e prestativo; 
- Ouvir e considerar as solicitações do paciente; 
- Falar em tom de voz adequado, como também evitar ruídos desnecessários; 
- Manter a organização do ambiente, a fim de torná-lo tranquilo e agradável; 
- Orientar sempre que necessário. 
 
• Economia de tempo, espaço e material: 
- Planejar o tempo, criando um cronograma com os afazeres necessários; 
- Conservar a organização do setor; 
- Prever os materiais que serão importantes para o atendimento; 
- Saber lidar com os imprevistos dentro das suas possibilidades; 
 
 
POSIÇÕES NO LEITO 
 
Ao decorrer da execução de tratamentos e exames, o paciente é posto em uma 
determinada posição para que o procedimento possa ser devidamente executado. Cada posição 
possui uma nomenclatura, segue abaixo alguns exemplos para melhor compreensão: 
 
• Posição decúbito dorsal: o paciente é posto deitado de costas com auas pernas estendidas; 
bastante comum no cotidiano hospitalar. 
• Posição decúbito ventral: o paciente é posto deitado com o abdômen para baixo; utilizada 
para a realização de exames na parte posterior do tórax, região cervical, lombar e glútea. 
 
• Posição decúbito lateral esquerda/direita: o paciente é posto deitado sobre a lateral 
esquerda ou direita do corpo, com a perna que está do lado de cima levemente flexionada; 
utilizada para conforto e banho. 
• Posição de sims: 
• Posição ginecológica: a paciente é posta em decúbito dorsal, com as pernas flexionadas 
afastadas; utilizada em partos e exames dos órgãos genitais. 
• Posição litotômica: a paciente é posta em decúbito dorsal, com as pernas afastadas e 
suspensas sobre perneiras; utilizada em procedimentos ginecológicos. 
• Posição de fowler: o paciente é posto semissentado no leito (a 45°); bastante comum sendo 
utilizada para conforto, higiene oral e para melhora em quadros de pacientes dispneicos ou 
sob condições pós-operatórias. 
• Posição de trendelenburg: o paciente é posto em decúbito dorsal, com cabeça e tronco em 
níveis mais baixos que os membros inferiores; utilizada em quadros de hipotensão, 
hemorragia, edema. 
• Posição de trendelenburg invertido: o paciente é posto em decúbito dorsal, com cabeça e 
tronco em níveis acima que os membros inferiores; utilizada em cirurgias cranianas ou do 
abdômen superior. 
 
REPRESENTAÇÕES DAS POSIÇÕES 
 
Conhecidas as diversas opções de posições no leito, é preciso se atentar para a questão 
do conforte do paciente a cada mudança de posição realizada. 
As mudanças de posição devem ser promovidas a cada 2 horas no máximo, com o intuito 
de proporcionar ao paciente um maior nível de conforto, impedir o surgimento de lesões por 
pressão (LPP), evitar contraturas e facilitar a sua respiração. 
 
Ademais, deve-se realizar a massagem de conforto a cada mudança de decúbito, com o 
objetivo de estimular a circulação, promover relaxamento muscular e também prevenir as LPP. 
As massagens devem ser realizadas com creme hidratante e o profissional responsável deverá 
estar utilizando luvas de procedimento, coxins e travesseiros. É importante que antes de 
executar o procedimento, o responsável se apresente e explique sobre o mesmo, como também 
verifique se há contraindicações, como, fraturas, queimaduras, feridas abertas. 
Para além disso, é fundamental ofertar o conforto para o paciente com o auxílio de: 
coxins, travesseiros,lençóis, suporte para os pés, grades laterais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELÓGIO PARA MUDANÇA DE DECÚBITO 
 
LESÃO POR PRESSÃO (LPP) 
 
São danos localizados na pele e/ou tecidos subjacentes, geralmente sobre uma 
proeminência óssea, resultante de pressão isolada ou combinada com forças de cisalhamento 
e/ ou fricção. Os riscos aumentam quando somado aos fatores predisponentes intrínsecos da 
pessoa (NPUAP, 2016). 
- Classificação dos estágios das LPPs: 
• Estágio 01: pele intacta com vermelhidão. 
• Estágio 02: perda parcial da espessura da pele com formação de bolhas. 
• Estágio 03: rompimento das três camadas da pele, porém não há exposição dos ossos, 
tendões ou músculos. 
• Estágio 04: rompimento total do tecido com exposição dos ossos, tendões ou músculos. 
• Estágio final: o último estágio de uma LPP corresponde a perda total dos tecidos, ou seja, 
necrose, no entanto, não pode ser classificado junto aos quatro estágios anteriores. 
 
- Prevenção: 
• Mudança de decúbito a cada 2 horas; 
• Massagem de conforto; 
• Uso de coxins; 
• Manter os lençóis limpos, secos e estirados; 
• Realizar banho e secar bem a pele; 
 
As lesões por pressão também podem estar relacionadas ao uso de dispositivos 
médicos. Além disso, possuem um impacto significativo na qualidade de vida do paciente, 
influenciando diretamente no tempo da sua recuperação, podendo ocasionar dor e 
aumentando o risco de infecção. Portanto, as medidas de prevenção devem ser seguidas 
corretamente a fim de reduzir o número de casos de pacientes com algum tipo de lesão por 
pressão. 
 
 
CURATIVOS 
 
Os curativos são um tipo de procedimento que possuem a finalidade de promover a 
rápida cicatrização e prevenir contra o risco de contaminação e infecção. São realizados através 
da limpeza do local lesionado, seguido da aplicação de uma cobertura estéril sob a área da lesão. 
Existem diversos tipos de curativos, os quais vão variar conforme a necessidade do caso, 
sendo assim, os materiais necessários para a aplicação de um curativo também serão relativos 
ao tipo de lesão. Segue abaixo alguns exemplos mais comuns: 
• Curativo semi-oclusivo: curativo absorvente e utilizado em feridas cirúrgicas, drenos e 
feridas exsudativas; 
• Curativo oclusivo: não permite a entrada de ar ou fluídos, atua como barreira mecânica, 
impedindo a perda de fluídos. Também promove o isolamento térmico e veda a ferida, 
para impedir enfisema e formação de crosta; 
• Curativo compressivo: para reduzir o fluxo sanguíneo; 
• Curativos abertos: realizados em ferimentos que não há necessidade de serem ocluídos. 
 
 
 
 
FLEET ENEMA (LAVAGEM INTESTINAL) 
Trata-se de um procedimento indicado para tratar pacientes que se encontram em casos 
de constipação intestinal que já tenham feito o uso de medicamentos via oral e dietas laxativas, 
mas que não tenham tido resultados positivos. 
A lavagem intestinal realiza a limpeza do intestino grosso, dessa forma, removendo os 
resíduos fecais. Para a sua realização é feita a aplicação de uma solução na região retal do 
paciente, utilizado um cateter ou aplicador podendo utilizar método manual de pressão ou 
gotejamento. 
 
BANDEJA PARA CURATIVO SIMPLES 
 
- Material necessário: 
• Equipamentos de Proteção Individual (EPI) - luvas de procedimento, avental, gorro, 
máscara cirúrgica e óculos protetor; 
• Bandeja com sonda retal apropriado ao paciente; 
• Equipo e luva estéril; 
• Comadre forrada com papel toalha, se necessário; 
• Recipiente de descarte; 
• Lençol e toalhas; 
• Cateter retal n° 18 a 24 para adultos e n° 10 a 16 para crianças 
• Fralda descartável, se necessário; 
• Lubrificante hidrossolúvel ou anestésico tópico (lidocaína gel a 2%); 
• Frasco com a solução prescrita (comercial ou preparada). 
 
 
CUIDADO DO CORPO PÓS-MORTE 
 
Constatar o óbito de um paciente é incumbência de toda a equipe médica, porém é 
responsabilidade da equipe de enfermagem prestar os serviços do pós-óbito. Consoante o artigo 
19 do Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, os profissionais devem respeitar o 
pudor, a privacidade e a intimidade do ser humano, em todo seu ciclo vital, inclusive nas 
situações de morte e pós-morte. Sendo assim, os serviços devem ser prestados com dignidade 
e respeito, levando em considerações as crenças do paciente. 
- Procedimento: 
• Se certificar de que o óbito foi constatado pelo médico; 
• Realizar eletrocardiograma (ECG); 
• Comunicar ao Serviço Social; 
• Remover prótese dentaria, se houver; 
• Fechar os olhos com auxílio das gazes; 
• Tamponamento de orifícios e cavidades naturais com algodão seco, com o intuito de evitar 
saída de secreções e/ou sangue; 
• Remover sondas, drenos, cateteres, cânulas e desprezar no lixo contaminado; 
• Anotar na prescrição: horário da PCR, descrição das manobras de reanimação, nome do 
médico que prestou o atendimento e constatou o óbito, hora da constatação, assinatura do 
atestado, pedido de necropsia e preparo do corpo; 
• Soltar a roupa de cama, improvisar o hamper, mantendo um lençol sobre o corpo; 
• Proceder a higienização do corpo com água e sabão (S/N). 
• Encaminhamento do corpo e pertences enviando junto ao corpo; 
• Proceder a desinfecção terminal da unidade; 
• Evitar comentários desnecessários e manter atitude de respeito ao corpo. 
 
 
EXAMES LABORATORIAIS 
 
Os exames laboratoriais estão presentes na rotina médica e são essenciais para avaliar 
as condições de saúde dos pacientes. Através deles é possível investigar e diagnosticar 
diversos tipos de doenças, desde as mais comuns até as mais complexas. Podem ser realizados 
por profissionais qualificados para tal função em clínicas laboratoriais, hospitais e outros 
ambientes médicos. Existem diversos tipos de exames laboratoriais, no entanto, os mais 
comuns são: 
• Hemograma; 
• Hemocultura; 
• Colesterol; 
• Glicemia; 
• Urocultura; 
• Parasitológico. 
A coleta do material para a realização desses exames é variada, pois em alguns, o 
indivíduo deverá fazer a coleta de sangue nos ambientes apropriados para isso e em outros casos 
a própria pessoa poderá colher o seu material e encaminhar para análise, como no caso do exame 
de urocultura e parasitológico. 
Os técnicos em enfermagem são um exemplo de profissionais que estão aptos a realizar 
a coleta de sangue em laboratórios clínicos, pois são capacitados para executar a técnica da 
forma como se faze a punção venosa, além de ter conhecimento de como funciona todo o 
processo de análise para colher as amostras de maneira adequada. Segue abaixo dicas de como 
realizar o procedimento: 
 
COLETA DE SANGUE 
 
PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA 
 
Consiste em um procedimento invasivo bastante comum nas atividades dos 
profissionais de enfermagem, o qual é realizado através da introdução de um cateter em um 
vaso sanguíneo venoso periférico. A punção venosa periférica tem como função promover 
administração de fluídos, medicamentos, hemoderivados, coleta de sangue para exames 
laboratoriais e para manutenção do acesso venoso no paciente. 
No que se refere aos locais onde se realiza a PVP, é válido destacar que 
preferencialmente realiza-se o acesso nas fossas cubitais devido as veias de melhor calibre e 
visualização que se encontram na região. No entanto, é importante saber que esse local é ideal 
apenas para punções de emergência e coleta de sangue, portanto, não é indicada para pacientes 
que possuem a necessidade de maior permanência do acesso. 
Outro local também bastante utilizado é o dorso das mãos, onde também podemos 
encontras veias de fácil acesso, principalmente em pacientes infantis. Uma terceira opção, 
recorrida como uma das últimas alternativas, são as veias que se encontram na região dos pés. 
Para garantir a segurança do paciente, em 2017, a ANVISA (Agência Nacional de 
Vigilância Sanitária) promulgou uma série de publicações sobre Segurança do Paciente e 
Qualidadeem Serviços de Saúde, e dentre as medidas presentes em tal publicação, um capítulo 
em específico abordou questões de segurança interligadas a punção venosa periférica. As 
diretrizes trazem os seguintes tópicos: 
• Higiene das mãos: realizar a higienização das mãos tanto antes, quanto após a inserção do 
cateter, como também em qualquer momento em que seja executada a manipulação dos 
dispositivos. 
• Seleção do cateter e do sítio de inserção: selecionar o cateter mais adequado visando o 
objetivo pretendido, o tempo de duração da terapia, os componentes do fluido e as condições 
do acesso venoso. 
• Seleção do cateter e do sítio de inserção em adultos e pediátricos: em adultos, opta-se 
por realizar o AVP em veias da região dorsal da mão e cubital; em pacientes pediátricos, 
seleciona-se as veias que provavelmente irão durar o maior tempo durante a terapia 
prescrita, tendo isso em vista, considera-se selecionar as veias do dorso da mão. 
• Preparo da pele: a cada tentativa de punção no paciente, deve-se utilizar um novo cateter 
periférico. 
• Estabilização: estabilizar o cateter significa preservar a integridade do acesso, prevenir o 
deslocamento do dispositivo e sua perda. 
• Coberturas: realizar a cobertura é importante para proteger o sítio de punção e minimizar 
a possibilidade de infecção. 
• Flushing e manutenção do cateter periférico: realizar o flushing e aspiração para verificar 
o retorno de sangue antes de cada infusão para garantir o funcionamento do cateter e para 
prevenir a mistura de medicamentos incompatíveis e qualquer outro tipo de complicação. 
 
• Cuidados com o sítio de inserção: avaliar o sítio de inserção do cateter periférico, quanto 
à presença de rubor, edema, hematomas e secreções. 
• Remoção do cateter: rotineiramente o cateter periférico não deve ser trocado em um 
período inferior a 96 h; em suspeitas de contaminação, mau funcionamento ou 
complicações, é preciso que se remova o cateter. 
Com relação aos dispositivos utilizados nesse procedimento, temos o jelco e o scalp. A 
principal diferença entre os dois está relacionada ao tempo de administração do medicamento. 
- JELCO: utilizado em situações em que é necessário se manter o acesso no paciente por um 
período prolongado. 
 
- SCALP: utilizado para administração imediata de medicação, onde não há necessidade de se 
manter o acesso no paciente 
 
 
 
 
 
 
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO PARENTRAL 
 
A via de administração parenteral é um dos principais modos de medicar o paciente, 
haja vista que nessa via, a administração da medicação é absorvida de maneira mais rápida. 
Entretanto, o profissional deve estar atento o máximo possível, pois caso execute as técnicas de 
modo incorreto, poderá ocasionar o surgimento de lesões e outras complicações. Inclui as vias: 
intramuscular, subcutânea, intravenosa e intradermal. 
 
 
 
>> OS 9 CERTOS NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS 
 
São utilizados para advertir os profissionais sobre fatores que podem ocasionar os erros 
de medicação. Os seguintes pontos devem ser sistematicamente verificados a cada 
administração medicamentosa: 
1. Medicação certa; 
2. Paciente certo; 
3. Dose certa; 
4. Via certa; 
5. Horário certo; 
6. Registro certo; 
7. Ação certa; 
8. Forma farmacêutica certa; 
9. Monitoramento certo. 
Os “certos” acima funcionam como um tipo de barreira para evitar situações indesejadas 
quanto a realização de medicamentos, assegurando o conforto e segurança do paciente e do 
profissional, visto que erros de medicação são passíveis de prevenção. 
 
ANATOMIA DA PELE HUMANA E APLICAÇÕES 
 
• VIA INTRAMUSCULAR: possibilita a aplicação de um composto diretamente no tecido 
muscular, podendo ser aplicada em 4 regiões. 
- Região dorso-glúteo: para realizar a aplicação nesse local, é preciso que o profissional trace 
uma linha horizontal imaginária que se inicie do final de prega glútea e vá até a espinha ilíaca, 
e uma linha horizontal, assim, formando um quarto quadrante. Executando tal procedimento é 
possível evitar o nervo ciático, de modo que o medicamento será aplicado no quadrante 
superior externo esquerdo (descoberto a partir da marcação imaginária). 
 
O nervo ciático é o maior nervo do corpo humano. A lesão do nervo ciático por injeção IM na 
nádega pode ocasionar em: formigamento nos pés e pernas, dificuldade de se manter ereto, 
dormência, paralisia em todos os músculos abaixo do joelho. 
 
 
 
 
- Região ventro-glútea: trata-se da via mais segura para administrar medicamentos, pois é 
livre de nervos e vasos ao seu redor. É considerado como uma musculatura que possibilita a 
execução de uma administração mais segura para o paciente. Entretanto, apesar de ofertar 
segurança, a técnica rochestete (como é conhecida), é pouco utilizada disso, até mesmo os 
pacientes estranham essa técnica, devido ao fato de que o vento-glúteo é na região da cintura, 
dessa forma, esse método soa mais invasivo para o paciente e também constrangedor para o 
profissional. 
 
- Região deltoide: o músculo Deltoide está localizado na região superior do braço, podemos 
sentir na sua articulação do ombro uma protuberância que chamamos de acrômio, onde iremos 
medir de 3 a 4 abaixo do processo acromial para poder aplicar a injeção. Atualmente, a região 
do musculo deltoide é recomendada para a administração de vacinas. Ademais, destaca-se que 
no momento de aplicação não é necessário realizar a antissepsia (c/ algodão e álcool) e nem 
aspirar. 
 
 
 
 
- Região vasto lateral: localiza-se na região ântero-lateral da coxa, uma localidade que pode 
ser considerada como de fácil acesso devido ao grande volume de massa muscular em pacientes 
não atrofiados, chegando a ser a 1ª opção para medicar pacientes pediátricos abaixo de 12 
meses. Para realizar a injeção na coxa, o local situa-se na parte lateral externa, um palmo acima 
do joelho e um palmo abaixo do osso da coxa. 
 
Um ponto muito importante sobre injeções intramusculares, está relacionado ao 
momento da aplicação. Ao aplicar uma injeção IM devemos ficar atentos aos riscos de sangue 
na seringa, caso isso aconteça, deve-se retirá-la imediatamente, pois a presença de sangue indica 
que algum vaso sanguíneo foi atingido, sendo assim, a injeção não estaria sendo aplicada no 
músculo. 
Para realizar a aplicação, é necessário estar atento as seguintes recomendações: 
• O local deve estar livre de: infecções, necrose, hematoma e cicatriz, como também deve 
possuir uma boa condição de massa muscular. 
• O profissional responsável deve reconhecer as estruturas anatômicas, considerar o 
volume que deverá ser aplicado e as características básicas do medicamento (validade e 
via adequada), além de conhecer as vantagens e desvantagens do local. 
 
• VIA SUBCUTÂNEA: possibilita a aplicação de medicamentos que não requerem ser 
absorvidos rapidamente. É utilizada para administrar fármacos e vacinas que não ocasionam 
irritação nos tecidos do corpo e precisam de um tempo de absorção mais prolongado, por 
isso é aplicada no tecido adiposo (gordura subcutânea). 
Os principais locais de aplicação são: 
- Deltoide no terço proximal ou na face superior externa do braço; 
- Face anterior da coxa; 
- Face anterior do antebraço. 
 
 
 
 
• VIA INTRADÉRMICA: possibilita a aplicação de medicações diretamente na derme, 
rente a pele, entre a epiderme e derme, alcançando uma camada bastante superficial. Tende 
a ser utilizada em procedimentos como: testes alérgicos, vacinas e doses pequenas de 
fármacos. 
Áreas de aplicação: 
- Parte ventral do antebraço e ventral superior do tórax; 
- Parte superior das costas; 
- Parte superior dorsal dos braços; 
- Face interna do antebraço. 
 
• VIA INTRAVENOSA: possibilita a aplicação de fármacos ou outras soluções por meio 
de injeção direta em uma veia. Esse tipo de via se destaca pela rapidez no impacto 
ocasionado pelos medicamentos. Devido ao fato de os compostosserem injetados 
diretamente na corrente sanguínea, os mesmos são distribuídos rapidamente por todo o 
organismo, o que desencadeia um efeito sistêmico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SINAIS VITAIS 
 
Os sinais vitais se consagram como um dos procedimentos mais comuns no cotidiano 
da prática profissional na enfermagem. Representam os sinais das funções orgânicas básicas do 
organismo, ou seja, de um modo geral, são sinais clínicos de vida, os quais transmitem o 
equilíbrio ou o desequilíbrio resultante das interações entre os sistemas do organismo ou de 
alterações patológicas. 
 
 
 
Resumidamente, podemos afirmar que os sinais vitais servem como base para avaliar 
as condições clínicas do paciente, funcionando como um eficaz método de monitoramento. São 
divididos em: 
 
>> TEMPERATURA 
A temperatura do corpo humana é mantida a partir da produção e perda de calor pelo 
organismo no ambiente. O ser humano pode ser classificado como homeotérmico, pois detém 
a capacidade de manter a temperatura corporal dentro das variações térmicas existentes no meio 
ambiente, o que pode ser viabilizado por meio da perda e produção de calor. 
Para aferir a temperatura do paciente, é necessário apenas um termômetro. Destaca-se 
que a temperatura pode ser aferida pela via axilar, bucal ou retal. 
 
Termologia: 
• Hipotermia: abaixo de 35ºC 
• Afebril: 36,1º C a 37,2º C 
• Febril: 37,3º C a 37,7º C 
• Febre: 37,8º C a 38,9º C 
• Pirexia: 39º C a 40º C 
• Hiperpirexia: acima de 40º C 
BANDEJA PARA AFERIÇÃO DE SINAIS VITAIS 
 
➢ PULSO/ FREQUÊNCIA CARDÍACA 
A frequência cardíaca, também conhecida como pulsação, corresponde ao número de 
batimentos cardíacos. 
O pulso pode ser percebido quando apalpamos uma artéria e sentimos uma expansão da 
parede arterial síncrona com os batimentos cardíacos. O pulso pode ser sentido em diversos 
locais, segue abaixo algumas regiões: 
- Pulso carotídeo; 
- Pulso braquial; 
- Pulso radial; 
- Pulso femoral; 
- Pulso pedioso; 
- Pulso tibial posterior. 
 
Termologia: 
• Pulso normocárdico: batimento cardíaco normal 
• Pulso rítmico: os intervalos entre os batimentos são iguais 
• Pulso arrítmico: os intervalos entre os batimentos são desiguais 
• Pulso dicrótico: dá impressão de dois batimentos 
• Taquisfigmia: pulso acelerado 
• Bradisfigmia: frequência abaixo da faixa normal 
• Pulso filiforme: indica redução da força ou do volume do pulso periférico 
 
- Valor de referência para pulsão: 
Adultos: 60 a 100 bpm; 
Crianças: 80 a 120 bpm; 
Bebês: 100 a 160 bpm. 
 
 
 
>> FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA 
O sistema respiratório permite a entrada de oxigênio e a saída de dióxido de carbono do 
corpo, a esse processo se dar o nome de respiração. A frequência respiratória em geral é 
mensurada através da observação da expansão torácica contando o número de inspirações por 
um minuto. 
 
Termologia: 
• Eupneia: respiração normal 
• Dispneia: é a respiração difícil, trabalhosa ou curta. É sintoma comum de várias doenças 
pulmonares e cardíaca. 
• Ortopneia: é a incapacidade de respirar facilmente. 
• Taquipneia: respiração rápida, acima dos valores da normalidade, frequentemente pouco 
profunda. 
• Bradipneia: respiração lenta, abaixo da normalidade 
• Apneia: ausência da respiração 
 
- Valor de referência para respiração: 
Adultos: 12 a 20 inspirações/ min; 
Crianças: 20 a 25 inspirações/ min; 
Bebês: 30 a 60 respirações/ min. 
 
- Verificação da frequência respiratória: 
1. Higieniza as mãos 
2. Posicione o paciente confortavelmente 
3. Coloque a mão no pulso radial do paciente, como se fosse controlar o pulso, e observe os 
movimentos respiratórios 
4. Conte a frequência respiratória por 1 minuto e memorize 
5. Higienize as mãos 
6. Registre o valor e as características da respiração na folha de anotação de enfermagem 
 
 
 
>> PRESSÃO ARTERIAL 
Pressão Arterial (PA) é a pressão que o sangue exerce sobre as paredes internas das 
artérias ao ser bombeado do coração para todo o organismo. 
Ao aferirmos a pressão arterial, temos dois componentes importantes: Sístole e Diástole, 
e ambos são responsáveis por representar o movimento do coração. 
* Sistólica: pressão arterial máxima (contração músculo cardíaco) 
* Diastólica: pressão arterial mínima (relaxamento do músculo coração) 
 
Terminologia 
• Hipertensão: PA 190x110 mmHg 
• Hipotensão: PA 80x50 mmHg 
• Convergente: a sistólica e a diastólica se aproximam 
• Divergente: a sistólica e a diastólica se afastam 
 
- Valor de referência para respiração: 
Hipotensão – inferior a 100 x 60 mmHg 
Normotensão – 120 x 80 mmHg 
Hipertensão limite – 140 x 90 mmHg 
Hipertensão moderada – 160 x 100 mmHg 
Hipertensão grave – superior a 180 x 110 mmHg 
 
- Verificação da frequência respiratória: 
1. Higienize as mãos 
2. Prepare o material na bandeja 
3. Explique o procedimento ao paciente 
4. Remova as roupas do braço no qual será colocado o manguito 
5. Posicione o braço na altura do coração, apoiado, com a palma da mão voltada para cima. 
6. Realize a assepsia, com algodão embebido em álcool a 70% nas olivas e no diafragma do 
estetoscópio 
7. Selecione o manguito de tamanho adequado ao braço 
8. Centralize o meio da parte compressiva do manguito sobre a artéria braquial 
9. Solicite que o paciente não fale durante a mensuração 
10. Palpe a artéria braquial e coloque o estetoscópio sobre ela sem comprimi-la excessivamente. 
 
 
>> DOR 
De acordo com a Sociedade Brasileira para Estudo da Dor, a mesma pode ser definida 
como uma experiência sensorial e emocional desagradável. Ademais, a presença dela interfere 
diretamente na alteração dos outros sinais vitais citados anteriormente. 
Classificação: 
• Transitória: Possui duração de alguns segundos ou minutos, e logo em seguida some. 
• Aguda: É resultado de uma lesão traumática, cirúrgica ou infecciosa, de súbito início e de 
rápida duração. 
• Crônica: Deriva de processos dolorosos de longa duração, podendo ser causada por doença 
crônica ou de difícil manejo após algum trauma ou cirurgia 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
GRÁFICO DESENHADO INTERATIVO E DE FACIL 
COMPREENSÃO UTILIZADO EM UNIDADES DE ATENDIMENTO 
MÉDICO PARA CLASSIFICAR O GRAU DE DOR DO PACIENTE 
 
 
PRONTUÁRIO 
 
Conjunto de documentos que mostra o histórico de atendimento do paciente, o qual 
possui o intuito de servir como base comunicação entre os profissionais da equipe, como 
também é uma forma de proporcionar uma maior segurança ao paciente, pois toda a sua 
evolução em ambiente hospitalar se encontra registrada nela. 
 
 
EVOLUÇÃO DE ENFERMAGEM 
Registro realizado pelo enfermeiro que objetiva avaliar a eficácia das intervenções de 
enfermagem definidas no planejamento da assistência. Segue abaixo algumas características: 
- Exclusivo do enfermeiro; 
- Dados analisados/detalhados; 
- Refere-se ao período; 
- Processado e contextualizado; 
- Exige reflexão. 
 
 
ANOTAÇÕES DE ENFERMAGEM 
São todos os registros do estado do paciente, constituídos a partir da formalização 
escrita de todos os cuidados prestados pela equipe de enfermagem. Segue abaixo algumas 
características: 
- Pertencente a equipe de enfermagem (os técnicos em enfermagem realizam); 
- Dados brutos/resumidos; 
- Refere-se ao momento; 
- Objetivo e preciso; 
- Exige apenas observação. 
 
 
 
CONCLUSÃO 
 
Na conjuntura atual que vivemos, observa-se que a enfermagem – em conjunto com 
diversas outras áreas profissionais que integram o sistema de saúde – tem contribuído 
grandemente para o acúmulo e produção de conhecimento para o desenvolvimento técnico-
científico da humanidade. 
Para além desse progresso científico e tecnológico viabilizado pela profissão, sabemos 
que a enfermagem detém um papel fundamental e indispensável na nossa sociedade, haja vista 
que podemos considerá-la como um dos principaispilares da saúde, estando presente em todos 
os estágios da vida de um indivíduo, desde o seu nascimento até o momento do seu óbito. 
Os profissionais de enfermagem se encontram divididos em enfermeiros e técnicos em 
enfermagem, os quais realizam diversos tipos de procedimentos relativos ao cuidado, estando 
envolvidos diretamente em atividades de prevenção de doenças, tratamento, identificação, 
realização de exames, administração de medicamentos e outros. 
No Brasil, o Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) é responsável por fiscalizar o 
exercício da profissão dos profissionais que compõem a enfermagem, zelando pela qualidade 
dos serviços prestados a população conforme previsto no Código de Ética da profissão. 
Salienta-se que para além do COFEN, também existem os Conselhos Regionais de Enfermagem 
(COREN), entidades autônomas de interesse público que auxiliam todo o processo de 
fiscalização e normatização do COFEN – cada estado possui o seu próprio COREN. 
No que se refere a formação profissional, os enfermeiros são os indivíduos que possuem 
bacharel em enfermagem, enquanto os técnicos em enfermagem são aqueles que realizam o 
curso em nível técnico. O campo de conhecimento no nível superior é mais aprofundado, ainda 
mais devido ao tempo de estudo que é de 5 anos, já o técnico dura cerca de 2 anos, mas também 
possui um campo de conhecimento extenso, porém tem suas ações limitadas devido ao nível 
técnico. No entanto, é necessário frisar que em ambas as opções, o indivíduo poderá construir 
uma boa carreira profissional e ter sucesso. 
Em relação as disciplinas que compõem as estruturas curriculares dos cursos de 
enfermagem – é comum que em algumas localidades do Brasil, as estruturas sofram pequenas 
alterações, mas nada que interfira ou modifique o processo de aprendizagem dos alunos – há 
uma variedade de componentes. 
O enfoque do trabalho vigente foi apresentar sobre a disciplina de “Semiotécnica da 
Enfermagem” a partir da concepção do nível técnico. 
A partir dos estudos realizados ao longo do último mês (5 encontros da disciplina) foi 
possível compreender a diferença existente entre o conceito de semiologia e semiotécnica. A 
semiologia corresponde ao estudo dos sinais e sintomas apresentados pelo paciente por meio 
de suas queixas e exames físicos. A semiotécnica é o estudo e ensino das técnicas necessárias 
para cuidar do paciente após a realização e resulto dos exames físicos. Evidenciou-se que 
 
durante o estudo da semiologia e semiotécnica, foi necessário utilizar conhecimentos de outros 
componentes básicos, como Anatomia e Fisiologia. 
A disciplina referida detém o caráter de teórico-prática, o que causou muitas 
expectativas na turma – que foram atendidas com êxito -, despertando a curiosidade dos alunos 
e o desejo de participar das aulas. Em nossa estrutura curricular, está foi a nossa primeira 
disciplina teórica, simbolizando um momento singular na jornada de todos os alunos da turma, 
no qual foi possível termos conhecimento nas atribuições profissionais enquanto futuras (os) 
técnicas (os) em enfermagem. 
A partir das aulas de Semiotécnica da Enfermagem, foi possível absorver o 
conhecimento inicial – o qual se encontra presente ao longo do desenvolvimento desse trabalho 
– que será aprimorado ao decorrer do curso até o período dos estágios obrigatórios, onde de 
fato será possível partir para o campo prático e ter contato direto com a prática profissional. 
Diante do exposto, constata-se que a disciplina foi excelente e que os conteúdos foram 
de fato aprendidos pela turma. Indubitavelmente, é fato que o docente responsável tornou a 
experiência ainda mais agradável, elevando as aulas a um patamar divertido e bastante 
dinâmico, facilitando o processo de aprendizado da turma. Sendo assim, conclui-se que a 
disciplina foi ministrada com êxito, cumprindo com tudo que está previsto em sua ementa.

Mais conteúdos dessa disciplina